REGRESSO AO REGIME DE SALAZAR

Salazar, mais vivo do que nunca...

Quem diria que um nome como Sócrates, o mesmo nome Sócrates do grego, filósofo, liberal e de pensamento republicano e isento de preconceitos, lançaria Portugal num novo regime neofascista, agora mascarado de democracia eleita pelo povo português?...Sim porque já temos as finanças a perseguirem os cidadãos e as pequenas e médias empresas, a ASAE a perseguir o comércio com comportamentos semelhantes à PIDE, o ensino a retirar o poder das famílias em relação aos seus filhos, a economia mesquinha que definha, o isolacionismo relativamente aos países mais ricos da Europa, as polícias que aplicam multas indiscriminadas (cujas largas receitas revertem a favor do Estado) e que sufocam a já miserável economia das famílias já na total penúria e endividadas, a censura na imprensa e na televisão, as perseguições políticas e ameaças, a máfia que se apodera de tudo, a moda anos 40 e 50, a moda de falar e escrever sobre Salazar, as forças de extrema-direita que se organizam e reestruturam, a emigração como fuga à situação que se instala, os serviços de saúde que não funcionam, a segurança social que não passa de uma piada, o desemprego apenas nas classes mais pobres, a Banca mais poderosa que nunca, a moeda que cada vez circula menos nas carteiras dos que mais precisam e estruturam a democracia: a classe média…

Está a faltar alguma coisa?...

O 25 DE ABRIL EXISTIU MESMO?

o filme "Capitães de Abril" documenta esse "breve momento" de Liberdade em Portugal

Era eu uma inocente criança, quando se deu o 25 de Abril. Lembro-me de andar de mão dada com o meu pai, junto dos meus irmãos e da minha mãe. Toda a gente saia à rua. Todos queriam saber o que se passava e perceber qual o seu destino e o seu futuro. Gritavam-se palavras de liberdade, palavras de ordem em favor do povo oprimido pela ingestão económica e social a que o país tinha chegado. Eu era uma criança, apenas via as pernas das pessoas aglomeradas e eram muitas… Lembro-me do desfile de tanques e carros militares, das canções alentejanas, do “Grândola Vila Morena”, do grito “O Povo Unido jamais será vencido”, dos “V’s” de vitória seguidos, empunhados pela mão de cada manifestante. Sentia um misto de medo, de algum descontrole do povo, mas a segurança da mão do meu pai dava-me tranquilidade. Sabia que estava seguro desde que estivesse com ele.

Mas tudo isso passou. Vieram os partidos políticos, a república “verdadeira” e com ela, aos poucos, o esquecimento dos tempos difíceis. Hoje, passados 34 anos, por mais desfiles e celebrações que se façam nesse dia de liberdade, o seu significado perdeu-se. Os mesmos políticos que participam nas celebrações já não respeitam os verdadeiros princípios de liberdade e respeito social manifestados na altura. O 25 de Abril, hoje, cheira a falso. A mesma falsidade denunciada na inconsistente e insegura manobra militar que esteve, a medo, na base da “revolução dos cravos”. Poucas pessoas morreram, o que para uma revolução social é deveras estranho. Mas as condições sociais foram progressivamente melhorando. Com a adesão à União Europeia, os receios vieram e com eles os largos subsídios, manipulados ”democraticamente” por alguns barões. Uma nova classe surgia: os subsídio-dependentes, as máfias políticas encapotadas, os negócios de empresas feitas à pressa, os conhecimentos “vendidos” a apenas alguns, o tráfico de influências, as “cunhas” para os subsídios… a União lançara no seio da liberdade um Cavalo de Tróia: a promessa de um mundo melhor, uma união económica europeia que nos lançaria de vez no mercado internacional. Esta é uma falsidade semelhante à denunciada subtilmente no filme “Capitães de Abril”, uma falsidade tão suavemente portuguesa, que nos leva hoje a perguntar: o 25 de Abril existiu mesmo?...

Os desfiles de pessoas que se juntavam na Alameda Afonso Henriques e no Marquês de Pombal, na Praça do Comércio, no Areeiro, de onde desciam avenida abaixo até aos Restauradores e ao Rossio. O mesmo Areeiro, onde agora “jaz” a cabeça “cortada” de Francisco Sá Carneiro, a meio caminho do aeroporto onde foi assassinado, numa escultura sádica, em que a sua cabeça mais parece uma bola de golfe colocada junto a vários tacos alinhados (a formar as curvas ascendentes das “setas” do PSD), como que a dizer: esqueceste-te do que aconteceu aqui nesta praça, a luta pela igualdade e pelos direitos de TODOS os portugueses… Afinal de contas, TUDO se esquece, porque os portugueses sofrem de memória curta, e de uma grande concentração de MÁFIAS por metro quadrado…

ISMOS E MAIS ISMOS...

Vladimir Lenin: líder do Partido Comunista incentivou a Revolução Russa de 1917

O sufixo “ISMO” de origem grega (ismó), designa um conjunto de crenças, princípios, doutrinas seguidas por um determinado grupo (fundamentalismo, racismo, fanatismo), filosofias (aristotelismo, platonismo, cinismo, ocultismo), religiosas (cristianismo), budismo, islamismo, judaísmo, zoroastrismo, hinduísmo), políticas (totalitarismo, fascismo, capitalismo, socialismo, comunismo, marxismo, leninismo, estalinismo, nazismo, colonialismo, imperialismo). De uma forma ou de outra, por um motivo mais do que outro, todas estas palavras têm, em geral, uma conotação negativa. Em medicina este sufixo tem uma conotação claramente “PATOLÓGICA”, com ligações a “DOENÇA”. O dicionário Houaiss dá-nos esta explicação: "...usado para falar de uma intoxicação de um agente obviamente tóxico", também nos remete a “PROBLEMA”, ou “DISFUNÇÃO”.

Já o sufixo "DADE" é adicionado, significando "modo de ser", comportamento. É raro termos muitos neologismos em religião com o sufixo "DADE". Por exemplo, "cristandade" quer dizer: conjunto dos povos ou países cristãos. Num sentido específico, podemos falar que esta palavra representa uma corrente de pensamento, que é política e socialmente cristã. Por exemplo, a palavra “cristandade” foi usada na Idade Média para distinguir os cristãos ocidentais europeus “mais puros" daqueles do outro lado do mundo, “menos puros", que poderiam ser remidos pelo sangue de Cristo. Uma curiosidade: em Portugal, nos anos 50, algumas igrejas católicas difundiram muitos “Cursos de Cristandade” onde apenas “algumas famílias” eram convidadas a participar. Eram cursos que visavam formar as famílias segundo princípios de excelência comportamental, um início de muitos princípios fundamentalistas, hoje difundidos na OPUS DEI, com certas conotações e ligações a princípios racistas e de extrema-direita…

Assim, de uma forma resumida, podemos dizer que o sufixo "DADE" caracteriza indivíduo e o sufixo "ISMO" grupo ou sistemas de crenças e comportamentos sociais. Afinal, as palavras podem dizer-nos muito sobre a sua “TOXICIDADE”, sobretudo, se estivermos atentos… Uma coisa é certa: ao longo da história, os “ISMOS” ligados à política trouxeram mudanças, mas sempre à custa de muito sangue e injustiças…

CAMARATE – CAPÍTULO III

Francisco Manuel Lumbrales de Sá Carneiro, 19.07.1934 - 04.12.1980

O filme “Camarate” de Luís Filipe Rocha, que “confirma” a tese de atentado, com explosivos de fraca potência por
debaixo do piloto (que assim ficaria impossibilitado de controlar a aeronave e deixar imperceptível o atentado), é um excelente registo dos factos sucedidos naquele curto período do dia fatídico. Um realizador de cinema conseguiu numa hora e meia, o que dezenas de juízes, centenas de advogados e testemunhas, milhares de políticos e investigadores não conseguiram. Afinal, o mote do hino do PSD, “a caminho da verdade”, é deitado por terra por uma democracia cega que não quer deixar ver a VERDADE, a mesma verdade que cegou as personagens de “O ELOGIO DA CEGUEIRA” de José Saramago.

José Esteves foi guarda-costas de Freitas do Amaral nas presidenciais de 1986 e Freitas do Amaral foi acusado de não ter dado ênfase ao fax recebido umas horas antes do atentado, no seu gabinete, enviado pela INTERPOL, onde se chamava a atenção para um especialista em bombas que viajara na noite precedente para Portugal… Simples coincidência, política, claro… foi a Assembleia, o conjunto dos partidos políticos, figuras de relevo individuais da nossa praça, que fizeram força para que a Verdade não viesse a público, pelo menos de forma directa, com prisões e julgamentos… Foi a democracia portuguesa que crucificou o homem que, dois dias antes de morrer, declarou em comício, que o comunismo era o mal de Portugal, e que tinha de ser erradicado. E essas afirmações, não foram bem aceites por alguns, os mesmos que hoje, provavelmente, aceitam o “regime totalitarista” da economia europeia e internacional… em dois dias foi preparado um plano e executado, com a frieza e eficiência de uma super-estrutura de poder. Tais recursos só pertencem a sociedades secretas ou polícias especiais, que (as mesmas que pertencem ou estão nas mãos dessas mesmas sociedades)… Se a morte de Francisco Sá Carneiro, veio ou não de Inglaterra, encomendada, sob a forma dos componentes específicos ou por know-how de um especialista em bombas provavelmente nunca o vamos saber. Mas sabemos, pela boca daquele que a colocou por debaixo do assento do piloto, José Esteves, operacional dos Comandos de Defesa do Continente, e guarda-costas de Freitas do Amaral…

Mas o filme “Camarate” refere ainda aquilo que de mais curioso pode existir neste caso. É que Francisco Sá Carneiro tinha prometido publicamente levar à Justiça o caso descoberto umas semanas antes, do tráfico de armas do exército português e de diamantes, que envolvia altas patentes do exército, Maçonaria, políticos de renome, famílias conhecidas…e muita, muita droga. Camarate tornou-se uma caixa de Pandora para a política nacional, uma espécie de mal estar, algo que não se deve tocar se quiser viver em paz… Que o diga o jornalista da TVI, Rui Miguel Ganhão Pereira, de 29 anos (filho do jornalista da RTP Rui Ganhão Pereira) que se “suicidou” saltando da ponte 25 de Abril exactamente no dia da morte de Sá Carneiro, no dia 4 de Dezembro, exactamente 20 anos depois!!!... O mais arrepiante é que tinha feito um programa, semanas antes em que investigava exaustivamente o caso Camarate, denunciando falhas gravíssimas em todo o processo de investigação e julgamento. O que terá levado este brilhante, novo e promissor jornalista, com uma filha nascida nesse Verão, com uma vida estável com a jornalista da SIC Ana de Freitas (casada actualmente com Daniel Cruzeiro, coordenador do programa Reportagem SIC) a cometer suicídio? Chantagem, Ameaça? Provavelmente nunca o vamos saber porque afinal de contas, tudo o que está relacionado com o caso Camarate, não são senão pontas soltas… Certo é que não existem fotografias de Rui Miguel Ganhão Pereira a circular na Internet, e a pouquíssima informação que se encontra acerca deste é demasiado escassa para ser…VERDADE!!!...TUDO foi APAGADO!!!...

Recentemente, um grupo de amigos de José Eduardo Moniz juntou-se para um almoço-surpresa de forma a assinalar o 10º aniversário da TVI, durante o qual este classificou como o pior momento destes dez anos "a morte do jornalista Miguel Ganhão Pereira em circunstâncias muito dramáticas", numa altura em que a TVI mudava de logótipo (Setembro de 2000) pois, "era a entrada de uma nova Era que se estava a materializar", concluiu…

A HISTÓRIA “MANIPULADA”, REPETE-SE…

o assassinato de JFK mudou o rumo da história dos EU e do mundo...

As sociedades secretas especializadas em segredos, obsessão por números e códigos, tráfico de influências, conspirações e manipulação da verdade podem levar as suas acções até à própria manipulação da história. O pregão “a história repete-se” foi, aliás, inventado e divulgado por iniciados nestas ordens secretas, para demonstrarem o seu poder ou justamente para marcarem posição relativamente a pessoas informadas ou igualmente iniciadas, como que a dizer “eu sei que a história se pode repetir, se NÓS quisermos”… Veja-se este exemplo curioso: Brandon Lee, filho de Bruce Lee, também excelente praticante de artes marciais como seu pai, morreu novo tal como ele, “acidentalmente” como na história de um dos filmes feitos por Bruce Lee: durante as filmagens uma bala que deveria ser de pólvora seca, e não o era… Mais arrepiante e “poderoso” é o o exemplo abaixo descrito de duas pessoas ligadas à Maçonaria americana…

Abraham Lincoln foi eleito no congresso em 1846 e John F. Kennedy, no congresso em 1946. Abraham Lincoln foi eleito presidente em 1860 e John F. Kennedy em 1960. Ambos defenderam os direitos civis, temas pouco populares junto das sociedades secretas de tendência totalitarista. As suas esposas perderam filhos quando ainda estavam na Casa Branca. Ambos foram assassinados numa sexta-feira, com disparos à cabeça. A secretária de Lincoln tinha apelido Kennedy e a secretária de Kennedy tinha como apelido Lincoln. Ambos foram assassinados por sulistas e ambos foram substituídos por sulistas com o mesmo apelido: Johnson. Andrew Johnson, que sibstituiu Lincoln, nasceu em 1808. Lyndon Johnson, que substituiu Kennedy, nasceu em 1908. John Wilkes Booth, que assassinou Lincoln, nasceu em 1839. Lee Harvey Oswald, que assassinou Kennedy, nasceu em 1939. Ambos os assassinos usavam e eram conhecidos pelos seus três nomes, algo não muito praticado na cultura americana civil, mas utilizado para designar pessoas especiais dentro da Maçonaria. A soma das letras de ambos os nomes, dá um total de 15, um número especial na maçonaria, que simboliza um ponto de viragem, uma mudança. Lincoln foi atingido dentro de um teatro chamado Ford. Kennedy foi assassinado no seu automóvel Lincoln, construído pela companhia automóvel Ford. Booth e Oswald foram assassinados antes do julgamento. Uma semana antes da sua morte, Lincoln esteve em Monroe (Maryland) e uma semana antes da sua morte Kennedy esteve com Marilyn Monroe. Coincidência???...Veja o filme "JFK" de Oliver Stone, uma obra cinematográfica brilhantemente realizada, e não perca todos os pormenores, tais como o racismo e o anti-comunismo tão presentes no espírito das sociedades secretas americanas...

”Em política, não há coincidências” (frase proferida e preferida pelo Dr. Durão Barroso, Presidente da Comissão Europeia, membro dos BilderBerg – a elite da elite das sociedades secretas dos políticos e dos homens mais poderosos do mundo).

CAMARATE – CAPÍTULO II

José Esteves foi guarda-costas de Freitas do Amaral nas presidenciais de 1986

Dois meses e meio depois de o processo de o caso ‘Camarate’ ter prescrito e quase 26 anos após a explosão do avião que vitimou o ex-primeiro-ministro, Francisco Sá Carneiro, e o ex-ministro da Defesa, Adelino Amaro da Costa, José Esteves, considerado suspeito pelas comissões de inquérito parlamentares, assumiu ter sido o autor da bomba que fez explodir o pequeno Cessna. Como o processo prescreveu, o advogado das famílias das vítimas considera que “é muito difícil levá-lo a julgamento”. “Eu fabrico a faca, mas não dou a facada. As armas não matam. Quem mata são os homens. Em Camarate, tudo o que eu fiz foi dizer “sim, senhor patrão”, afirma José Esteves em entrevista à revista ‘Focus’. E precisa: “Montei um engenho incendiário para pregar um susto. Foi entregue na Rua Augusta, numa loja, debaixo de um ‘puff’”. O susto era dirigido ao general Soares Carneiro, candidato presidencial da Aliança Atlântica, e estava planeado “incendiar o avião no fim da pista”.

A revelação de José Esteves não surpreendeu o advogado das famílias das vítimas. Mas como “o Supremo Tribunal [de Justiça] em Setembro declarou o processo encerrado”, Ricardo Sá Fernandes diz que, “à partida, é muito difícil levá-lo a julgamento porque há o princípio da não retroactividade da lei penal”. E o mesmo acontecerá com Lee Rodrigues, outro suspeito. José Esteves, operacional dos Comandos de Defesa do Continente (CODECO) e guarda-costas de Freitas do Amaral na campanha das presidenciais em 1986, foi arguido no processo da morte de Sá Carneiro, em Camarate, na noite de 4 de Dezembro de 1980. Chegou a ser ouvido numa comissão de inquérito na Assembleia da República, numa altura em que era ainda detective privado. José António dos Santos Esteves, depois vidente, usava o nome de ‘SôZé’, participando nas ‘Noites Marcianas’ e noutro programa, na SIC, com Herman José. Foi ainda segurança, na Universidade Moderna. Recentemente converteu-se ao islamismo.

Segundo Sá Fernandes, “a comissão parlamentar pediu ao Ministério Público para não deixar prescrever [o processo] e o Ministério Público deixou prescrever. Isto é gravíssimo”. Por isso, as famílias das vítimas vão avançar com uma queixa contra o Estado no Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, para pedir uma indemnização só de um euro. Ontem, o CM tentou contactar José Esteves, mas foi informado de que “estava incontactável e sob protecção”. Esteves prestou ontem declarações no Departamento de Investigação e de Acção Penal (DIAP), em Lisboa, após ter sido detido no dia anterior por “posse de arma de fogo proibida”, segundo a PJ. E isso aconteceu no âmbito “de uma investigação alargada a múltiplas ameaças com a prática de crimes acompanhadas de actos susceptíveis de causar alarme público”. É o caso da colocação de caveiras e ossos à porta da SIC e em grandes superfícies comerciais e, em Julho de 2005, de um envelope em árabe à porta da Lusa.

CAMARATE – CAPÍTULO I

Camarate, símbolo de uma "Justiça" que demora 26 anos, para arquivar um processo!!!...

Na noite de 4 de Dezembro de 1980, o avião onde seguia o então primeiro-ministro, Francisco Sá Carneiro, a sua companheira, Snu Abecassis, e o ministro da Defesa, Adelino Amaro da Costa, António Patrício Gouveia, chefe de gabinete de Sá Carneiro, despenhou-se em Camarate, quando seguia para o Porto. No total, morreram sete pessoas.

«O advogado das famílias das vítimas do «caso Camarate» confessou estar «satisfeito» mas «não surpreendido», com as afirmações de José Esteves, que assumiu à revista Focus o fabrico de um engenho que alegadamente matou Sá Carneiro e Amaro da Costa. Em declarações à agência Lusa, Ricardo Sá Fernandes confessou estar «contente» com a confissão de José Esteves mas «com um certo amargo de boca» pelo facto de «esta não poder ser usada para se fazer justiça», já que o «Caso Camarate» prescreveu em Setembro passado. O ex-segurança José Esteves confessou, em entrevista à revista Focus, ter preparado um engenho que alegadamente fez explodir o avião que matou o primeiro-ministro Francisco Sá Carneiro e o ministro da Defesa Adelino Amaro da Costa, a 4 de Dezembro de 1980.

«Sempre disse que prescrito o crime, os autores não deixariam de assumir a sua autoria. Esta confissão de José Esteves tem enorme importância porque foi feita pela primeira vez. Tinha ameaçado algumas vezes que ia falar mas só agora o fez», disse o advogado. De acordo com Ricardo Sá Fernandes, «falta agora fazer na Europa a justiça que não foi possível fazer em Portugal». «Neste momento tenho duas consolações: que na História de Portugal ficará registado que Camarate não foi acidente mas um atentado e que o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem possa ainda reconhecer que foi cometido um crime», disse o advogado, acrescentando que «se a Europa considerar que foi um atentado isso significa uma severa punição para o regime democrático português do 25 de Abril». O causídico vai apresentar, em Janeiro, junto do Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, uma acção em que pede a condenação do Estado português «a uma indemnização simbólica de um euro» às famílias das vítimas.

Para Ricardo Sá Fernandes, várias foram as instituições que falharam, impedindo que Camarate chegasse à barra do tribunal. «Falharam várias instituições mas a principal foi o Ministério Público. O então Procurador-Geral da República Cunha Rodrigues equivocou-se por razões de Estado e agiu contra os interesses desse mesmo Estado. É o grande responsável», afirmou. A queda de uma aeronave Cessna no bairro de Camarate, a 4 de Dezembro de 1980, provocou a morte do então primeiro-ministro Francisco Sá Carneiro, da sua mulher Snu Abecassis, e do ministro da Defesa Adelino Amaro da Costa. José Esteves, antigo segurança do CDS, assume agora que foi o autor de uma bomba incendiária que alegadamente provocou o acidente mas que o seu plano era apenas pregar um «susto» ao general Soares Carneiro, candidato pela Aliança Democrática (AD) à Presidência da República, e que o seu engenho foi alterado por forma a provocar a morte dos passageiros do Cessna. O Cessna, já a arder e deixando um rasto de detritos, acaba por embater em cabos de alta tensão, junto ao bairro das Fontainhas, e depois de perder velocidade acaba por se despenhar sobre Camarate, perto de Lisboa.»
(in, Diário Digital / Lusa 29-11-2006 7:54:00)

BIG BROTHER: O MEDO COMO ARMA POLÍTICA

o livro e filme "1984" de Georges Orwell difundiu a expressão maçónica BIG BROTHER

O princípio das sociedades FASCISTAS e das DITADURAS em geral, sempre foi e sempre será o CONTROLO e o MEDO. Actualmente, “graças” às tecnologias ao serviço dos Estados, dos Bancos e das Polícias, a manipulação da vida pessoal de um ou vários cidadãos é total e o processamento de todo o tipo de informação está à distância de um clique ou de um telefonema. A democracia tem os seus dias contados, ninguém duvide. Nos últimos meses vimos suficientes SINAIS PREOCUPANTES, na sociedade, muitos deles originados por políticos e instituições controladas pelo Estado. RECESSÃO MUNDIAL, ASAE, DESEMPREGO, CRISE ECONÓMICA, não são senão instrumentos para criar MEDO!!!...

Afinal a história de “ficção” – 1984 – de George Orwell está mais viva que nunca: “nele é retratada uma sociedade onde o Estado é omnipresente, com a capacidade de alterar a história e o idioma, de oprimir e torturar o povo e de travar uma guerra sem fim, com o objectivo de manter a sua estrutura inabalada”. O passo seguinte ao do “BIG BROTHER IS WATCHING YOU” é o dos informadores, dos “bufos”, dos “ratos”, dos que se fazem de estúpidos e que denunciam, dos cobardes, dos “irmãos” unidos contra a democracia, de todo um mundo “aparente” e de terror psicológico, em que a liberdade deixa de ter lugar: a sociedade está prestes a ser “aprisionada” pelos políticos imperialistas. Oposição é uma palavra em riscos de extinção e a ser perseguida pelos "irmãos", autênticos "cães de guarda" das sociedades secretas. Todo este processo foi maquiavelicamente preparado pelas sociedades secretas e alguns partidos políticos… Qual será o desfecho deste triste episódio da história da humanidade, justo numa altura em que todos esperavam uma evolução positiva para uma sociedade global mais humana e informada para o século XXI?...

A NOVA ORDEM MUNDIAL: A ECONOMIA

a NOVA ORDEM ECONÓMICA anunciada pelo próprio Presidente da Comissão Europeia

Anunciada recentemente pelo Presidente da Comissão Europeia, o Dr. José Manuel Durão Barroso, em Dezembro de 2008, a NOVA ORDEM ECONÓMICA MUNDIAL, com a qual encheu a boca em diversos discursos no Parlamento Europeu, já mostra os seus dentes caninos aos cidadãos de todo o mundo. É que no seio das sociedades secretas de todo o mundo, NOVA ORDEM é sinónimo de que uma DIREITA INTERNACIONAL que se está a instalar no seio das democracias para acabar com aquilo que consideram uma fraqueza face à esquerda: o direito aos cidadãos de terem direitos… O sistema hierárquico faraónico e fundamentalista, cego e frio que existe como estrutura destas sociedades de elites, está a ser, de forma forçada, aos poucos implementado no coração das democracias de todo o mundo, justamente por aqueles eleitos pelo povo e pelos cidadãos como responsáveis de defenderem os seus direitos. Em troca de dinheiro e favores todos se acabam por corromper…todos têm o seu preço, mas no final estas MÁFIAS sabem que tudo e todos podem ser comprados em troca de favores económicos.

Uma coisa é certa NOVA ORDEM é sinónimo de FASCISMO, NEONAZISMO, EXTREMA-DIREITA, NEO-SALAZARISTAS, MÁFIAS, IMPERIALISMO e é lavada a cabo basicamente pelas sociedades secretas, alguns partidos políticos, seitas, multinacionais e todos os que acreditam no III REICH dos MIL ANOS, anunciado por Hitler…

ASAE: A NOVA PIDE?

a desproporção da força policial para uma "mera" entidade "reguladora"...

Com três anos de existência, a ASAE é a nova polícia “política” dos portugueses, com poderes equivalentes a uma polícia que lida com terroristas. A única diferença é que os terroristas, inexistentes em Portugal, tiveram de ser “substituídos” por comerciantes e pequenos empresários, que tentam sobreviver ao capitalismo das multinacionais e da lei, cada vez mais apertada no sector dos produtos e do comércio. Assim, fica claro, que a ASAE, além de ser directamente instrumentalizada pelo Governo vigente, trabalha igualmente para destruir as pequenas e médias empresas que tentam desesperadamente sobreviver, perante o calamitoso panorama económico nacional e europeu. Nos anos 90, em Portugal, foram criadas condições para a modernização do tecido empresarial português. Vivia-se uma época de grande prosperidade e as pequenas e médias empresas eram tão ou mais importantes que as grandes multinacionais. Mas com o tempo, esse “Cavalo de Tróia” revelou a sua verdadeira face: dar poder ao capitalismo de direita e a retirada de poder ao pequeno capitalismo, ao pequeno negócio, que era a base estruturante da economia portuguesa.

Com a justificação de que pretende aumentar os níveis de qualidade e certificação dos produtos, do comércio e das empresas, a ASAE aplica pesadas multas aos pequenos negócios, de forma que os inviabiliza imediatamente. Não há proporcionalidade, apenas PREPOTÊNCIA, injustiça, PERSEGUIÇÃO POLÍTICA e IDEOLÓGICA. Quem não gostar de uma loja ou negócio determinado, faz uma queixa e zás!!!...o negócio é fechado num abrir e fechar de olhos. Se isto não é uma nova PIDE, uma nova GESTAPO, então é o quê? Porque não usam os agentes da ASAE fardas de acordo com a sua função “POLÍTICA”? Será uma questão de dias, talvez…

Como se isso não fosse suficiente, a pesada e complexa legislação criada pelo governo para definir competências e normas que a ASAE passa a obrigar aos negócios, em especial ao comércio, vem aumentar o cada vez maior labirinto de leis e normas de projecto para o licenciamento destes, com consequentes encargos cada vez mais pesados e processos cada vez mais morosos. O factor aleatório e a politização dos projectos, que se têm de submeter a cada vez mais entidades, dependentes directamente do poder político, vem pôr em risco o anterior processo democrático de legalizar um negócio de comércio. Tal como a PIDE obrigava aos comerciantes a pagarem um “TRIBUTO SECRETO” para os seus bolsos, pois de outra forma impediria os seus proprietários de continuarem, Portugal vê hoje, a democracia e os direitos e liberdades do pós 25 de Abril desaparecerem alegremente, pelas mãos dos políticos sentados na Assembleia da “República”. Em Espanha, tal como na maioria dos países europeus, a legalização dos projectos depende apenas e unicamente do Arquitecto projectista e desta forma se contorna o FASCISMO das MÁFIAS locais, regionais e nacionais…

ACABAR COM AS SOCIEDADES SECRETAS

"BIG BROTHER IS WATCHING YOU" é já uma ameaça real à democracia

«A Maçonaria é uma organização secreta, subversiva, que põe em causa os princípios do Estado de Direito. O Estado de Direito significa liberdade, igualdade, imparcialidade, Justiça, desenvolvimento. A Maçonaria é um clube, secreto, que mata o Estado. A Maçonaria vive dos esquemas, do controlo anti-democrático do Poder, baseada em solidariedades de "irmãos" que acabam por se traduzir em tráfico de influências, em assalto ao Estado, em corrupção, em injustiça, em subdesenvolvimento.Nas altas esferas do Poder são colocados "irmãos" maçons, não porque são bons ou os indivíduos certos, mas porque através deles a maçonaria mantém o Poder. O Povo, o cidadão indiferenciado, nada conhece destes grupos, destas associações, destas tríades».

«O Povo vive vergado a esses grupos de "irmãos" - assim se denominam na Maçonaria os membros - que trabalham para a "organização" Maçonaria, sem a qual não têm prebendas, poder, tachos. O Povo vota e pensa que manda alguma coisa. Porém, o Povo comum nada manda. Quem manda é a Maçonaria que, vestindo de avental e olhando para os seus símbolos, finalisticamente criados, ficticiamente criados, vai dividindo o Poder, dividindo os lucros dos chorudos negócios do Estado, ganhando imunidade, contra o Poder Democrático. Os maçons abarbatam o Poder: Serviços Secretos, Justiça, Poder Bancário, Poder Empresarial, Poder da Comunicação Social, Forças Armadas, Forças de Segurança, Poder Político. A vigarice, a fraude, o tráfico de droga, o tráfico de armas, os julgamentos martelados, ou benzidos como diz o Povo, repetem-se.A vigarice vai reinando. […]»
(in, Portugal tem de eliminar a Maçonaria, 22-12-2008, Blogue do advogado José Maria Martins)

FASCISMO POR FASCISMO…

muitas ditaduras tiveram início quando o povo sem dinheiro, não "via" outra saída...

No final de Dezembro de 2008, o Presidente do Governo Regional da Madeira foi acusado de fascista pelo PS ao que respondeu imediatamente: “se eu sou fascista eles, pelas políticas que levam a cabo, são de extrema-direita!...”. Este é o panorama nacional. Democracia já não existe, visto que os partidos dos quais se podia esperar que defendessem um Estado de Direito já se apelidam mutuamente de ditadores para cima, num discurso político muito acima da república e da democracia.

Em Portugal, nos anos 90 do séc. XX, criou-se uma nova sociedade, com acesso a mais regalias sociais, melhor poder de compra, mais direitos e liberdades, mais moderna. Realizou-se a EXPO’98. Formaram-se jovens para serem líderes de empresas novas, inovadoras que trouxessem um ar fresco à sociedade. Mas tal como o cavalo de Tróia, essa “frescura” murchou e agora os eleitos europeus e nacionais, estão a destruir todo o trabalho feito anteriormente, porque se aperceberam que numa sociedade tão moderna falta aquilo que mais precisam: escravos e pessoas que se submetam às MAFIAS, pois são estas as únicas que PODEM deter todo o dinheiro que circula. Assim, a política agora travestida de um FASCISMO ECONÓMICO ENCAPOTADO, bestializa a sociedade para esta mergulhar numa NOVA IDADE MÉDIA, num colapso social de incertezas, sem precedentes, sem caminho e sem soluções, porque os detentores do poder, assim o determinaram…

OS SEUS INIMIGOS

não se esqueça que a MODA é, acima de tudo, um motor de CONSUMO

Quantos de nós não fomos já confrontados com pessoas que defendem certas ideias, produtos ou marcas de forma afirmada e quase agressiva, ou que nos incentivam constantemente ao consumo independentemente de saberem que estamos os não disponíveis para gastar dinheiro?... Pois é, prepare-se para colocar essas pessoas na sua lista…negra!!!... Nem que as considere os seus melhores amigos, pertencem a grupos ou redes que os “obrigam” a serem opinion-makers ou incentivadores do consumo. Por vezes, na nossa própria família, somos colocados em situações financeiras de ruptura porque a esposa, o marido ou o sogro incentivam à compra de carro ou casa ou a fazer obras dispendiosas no apartamento, consumos exorbitantes de roupa e perfumes, ou até no simples supermercado, tudo em prol do…consumo!!!...

Defenda-se. Seja racional. Se não tem, não consuma. Monte um sistema defensivo e identifique todos estes seus “inimigos”. Restrinja todos os seus gastos ao absolutamente necessário, anule ou mude todos os sistemas de débito directo para pagamento por multibanco, entregue a sua Via Verde (em caso de reclamação a Brisa ou a Lusoponte cobram sempre o valor máximo das portagens!!!...). CONTROLE A SUA VIDA!!!... Não deixe aos critérios informáticos das empresas bancárias ou dos Bancos transformarem a sua vida num inferno, porque é o que vai acontecer, se não montar o seu castelo à volta da sua vida. Prepare-se para a guerra porque a cada dia que passa as burlas são cada vez maiores e entidades confiáveis hoje, não o serão amanhã. Comece por pagar as despesas dos seus cartões VISA, uma por uma, e quando possível anular ou não utilizá-lo mais!!!... Peça ajuda à família, aos amigos e vizinhos, anule o mais possível as suas dívidas. Não se esqueça que se vovê está a passar dificuldades as empresas também e o seu marketing e publicidade vão ser muito mais agressivos e aliciantes. A partir desse momento está preparado para montar guerra aos seus inimigos, aqueles mesmos que o levaram a uma situação de consumo excessivo e que provavelmente, neste momento se estão a rir de si. Não se esqueça, no entanto, que alguns deles podem ser perigosos e infernizar-lhe a vida ainda mais, caso entre em conflito directo com eles. Seja subtil. A VINGANÇA É UM PRATO QUE SE SERVE FRIO!!!...

Muitos destes opinion-makers ou incentivadores do consumo pertencem a partidos políticos, sociedades secretas, seitas, grupos financeiros com interesses em determinados produtos ou marca e que vêm em cada pessoa um “terminal” da sua rede. Tal como os arrumadores de carros são o fim de uma enorme cadeia de droga que vai da produção à distribuição e consumo, nós passamos a ser “peças” da gigantesca “MÁFIA DO CONSUMO”. Prepare-se para o FUTURO, um futuro cada vez mais difícil financeiramente e que requer medidas excepcionais de atenção e controle da sua vida, a todos os níveis. Estas pessoas e grupos andam desesperados por dinheiro e farão tudo por tudo para o levar ao consumo. Saiba negar-lhes o caminho e barrar na fonte as suas intenções maquiavélicas e malévolas. SEJA FIRME!!!... Não precisa ser desconfiado, apenas perspicaz!!!... VIVA a sua vida, mas esteja simplesmente atento, SEMPRE!...

A DESERTIFICAÇÃO POPULACIONAL

muito do património histórico e arquitectónico em risco de desaparecer...

Já todos notaram uma certa desertificação das cidades e aldeias do interior de Portugal em especial, mas de uma forma geral por todas as localidades de pequena e média dimensão. A que se deve este facto? Poderá ter a ver com a população envelhecida destas zonas e que, por morte natural dos mais idosos, se vêem as populações decrescer rapidamente? Da mesma forma a emigração é um factor que está a afectar o nosso país. As casas devolutas aumentam e cada vez se vêem mais anúncios de vendas de imóveis pendurados nas fachadas de prédios e moradias. No meio deste abandono de imóveis muito património histórico e arquitectónico se perde para sempre…

Nem mesmo a descida do IMI em cerca de 20% nalguns municípios parece voltar a dar vida a estes centros populacionais e ao mercado imobiliário, que mergulha agora numa profunda crise. Mas também quem, no seu perfeito juízo, vai contrair um empréstimo num banco, face a uma recessão mundial que, artificial ou não, pode levar à bancarrota e consequente nacionalização da Banca pelo Estado?... E tudo isto pode piorar, no caso de “rebentar” uma onda de revolta por toda a Europa nos países empobrecidos e periféricos, por verem a ingerência económica a que estão votados por terem confiado nos deputados europeus, que apenas defendem já os interesses dos países mais ricos do centro e do norte da Europa.

Enfim, parece que Portugal já não é terra para portugueses…

POUPAR… COM DÍVIDAS POR PAGAR?

o que preocupa os políticos é "poupar" quando os cidadãos nem podem "pagar"...

Depois de o primeiro-ministro ter publicitado, no final de Dezembro de 2008, os certificados de aforro da CGD como sendo os mais seguros em época de recessão, para quem ficou com dúvidas depara-se com a publicidade deste banco nos jornais: “no futuro, a única certeza é a sua poupança; como vai estar o mundo daqui a uns anos, não sabemos; mas sabemos exactamente como vão estar as suas poupanças”… Parece que além dos subsídios à Banca, pagos com o dinheiro dos contribuintes o Estado continua mais interessado em defender os interesses particulares do que garantir a sobrevivência do portugueses face à crise!!!...

Palavras para quê?...

CENTROS DE (DES)EMPREGO

emprego e desemprego significam muitas vezes o mesmo, em Portugal

Para lá da crise económica que justifica todo o tipo de despedimentos injustificados e insegurança social no seio das famílias, aqueles que têm de se deslocar aos centros de emprego para aí se inscreverem deparam-se com um cenário bastante surreal. É que apesar de todas as modernizações e informatização que estes centros de emprego têm sofrido ao longo dos últimos anos, tudo está na mesma!!!... Para aqueles que têm acesso à internet “inscrevem-se” no centro de emprego de “forma fácil e inteligente”, mas no final do processo, depois de preenchidos uma infindável lista de quadros e de se dar todo o tipo de informações pessoais e curriculares, deparamo-nos com uma nota final: “queira por favor deslocar-se ao centro de emprego da sua área de residência para aí proceder à confirmação da inscrição e dos dados fornecidos”.

Acreditando que estamos a seguir os procedimentos correctos na busca de emprego deslocamo-nos ao centro de emprego, onde esperamos no mínimo, 4 horas para constatar-mos que apenas uma assistente social procede a um simpático “atendimento personalizado” a dezenas de pessoas…daí a demora!!!... Bom, mas com atitude positiva, logo nos apercebemos que a funcionária, mesmo depois de informada que a inscrição electrónica foi efectuada, procede ao preenchimento integral de todos os dados anteriormente preenchidos no site do centro de emprego, na internet, pois que estes apenas serão “cruzados” com os outros, e tão somente ao fim de 24 horas. Depois de tudo preenchido, a funcionária dá um suspiro de alegria dizendo: “pronto já está!!!”… Passemos agora ao “prato principal”, ou seja, a procura de ofertas. E aí começa um outro jogo, muito mais divertido que o primeiro. É que somos informados que estamos agora obrigados a ir a todas as entrevistas que o centro de emprego nos envia, mesmo que não se adaptem bem ao que procuramos, numa área geográfica qualquer, caso não tenhamos tido o cuidado de dizer que procurávamos emprego apenas na área da residência ou do concelho. Depois o centro de emprego envia POR CORREIO as propostas de emprego (não correio electrónico, porque isso é demasiado tecnológico, uma modernice, mesmo!!!), o que pode levar dois a três dias. Estas têm de resultar numa marcação de entrevista no prazo de 3 dias úteis, senão “estragam-se”, com certeza, porque nesse caso já levam alguns dias ao “ar livre”. E pronto, é isto. No final da entrevista pedimos para nos preencherem um papel fornecido pelo centro de emprego, o qual tem de ser entregue pessoalmente no centro de emprego, ou por CORREIO (por correio electrónico não, porque se pode extraviar ou não ser lido, ou até conter algum VÍRUS, nunca se sabe!!!...). Para cada entrevista podemos contar com pelo menos 15 diazitos, para depois, ao fim de mais outros 15 sabermos finalmente a tão esperada resposta: “lamentamos mas a sua candidatura não foi aprovada pela empresa correspondente à oferta número tal…”. E com isto passou-se um mês divertido, no “jogo” da procura de emprego...

Somos europeus, mas os centros de emprego no norte da Europa, oferecem emprego no próprio dia ou ao fim de 24 horas, e caso isto não se dê, o subsídio de desemprego é imediatamente accionado, mesmo para quem não está a contrato, ou seja quem trabalhe a recibos verdes, porque em Portugal, quem esteja nestas condições, mesmo que tenha andado anos e anos a descontar para a Segurança Social, pode ter a certeza que não leva um único tostão para casa… a não ser que já viva na rua e portanto pode-se candidatar ao rendimento mínimo… Viva a Europa Unida e os direitos iguais de todos os trabalhadores europeus!!!...VIVA!!!...

(IN)SEGURANÇA SOCIAL

"invista" na Segurança Social tudo o que puder pois pode-lhe sair o jackpot!!!...

Numa recente campanha efectuada pela Segurança Social via correio, eram anunciados os novos Certificados de Reforma com o slogan: “O SEU FUTURO MAIS SEGURO – Um benefício fiscal único para complementar a sua reforma”. Não deixa de ser interessante descontar para a Segurança Social, porque é obrigatório, para depois receber uma carta da mesma instituição a pedir para subscrever aquilo a que, por direito, já se devia ter direito… A carta transcrita, rezava:

«Prezado(a) Senhor(a), a Segurança Social criou, para todos os trabalhadores portugueses, desde o passado mês de Março, os Certificados de Reforma. Estes certificados permitem que, quem o pretenda, possa contribuir para melhorar o seu futuro e das suas pensões. Hoje, graças aos esforços desenvolvidos recentemente em Portugal, o nossos sistema de Segurança Social encontra-se equilibrado e sustentado. Mas todos sabemos como é importante que cada um possa, na medida das suas possibilidades, contribuir para um futuro com mais qualidade, quando chegar a altura da reforma. A mudança do Sistema de Segurança Social veio permitir que todos os trabalhadores (do sector público ou privado) possam optar por descontar, voluntariamente, um pouco mais e ao longo da vida, para os Certificados de Reforma e, assim, reforçar a pensão que irão receber no futuro. No seu caso, passa assim a dispor desta possibilidade: contribuir mensalmente um pouco mais para reforçar a sua pensão. […] É na expectativa de poder contribuir para que possa viver melhor a sua Reforma que, apresentamos os melhores cumprimentos e nos subscrevemos atentamente, (assinado) M.P.B., Presidente do Conselho Directivo do Instituto de Gestão de Fundos de Capitalização da Segurança Social, IP.»

A “AJUDA” DA BANCA AO CIDADÃO

afinal a ajuda da Banca não visa o cidadão

Muito tem apelado o Governo à Banca para apoiar as empresas neste período difícil de “crise” económica internacional. Para isso, entrega o dinheiro do povo, pago através dos impostos e gerido pelos seus “boys” àqueles que deveriam estar justamente a ajudar o cidadão português e as famílias a aguentar as suas despesas. Mas em vez disso, os bancos recebem o apoio financeiro do Estado, mas ao contrário de aplicarem medidas e procedimentos de tolerância para com os clientes nesta altura difícil, atacam justamente os cidadãos que menos têm. Os textos que se seguem são uma transcrição exacta das cartas enviadas pelo banco BPI a um seu cliente (não identificado nesta transcrição, por motivos óbvios).

«Regularização do Saldo da Conta: Exmo(a) Sr(a), na sequência da nossa carta de XX-12-2008, sobre o assunto em referência, constatamos que V. Exa. Ainda não procedeu à regularização do saldo devedor (de -7,02€) apresentado pela conta acima indicada. Deste modo, agradecemos que proceda à regularização do referido saldo, no prazo máximo de 5 dias úteis após o recebimento desta carta, sob pena de após este período sermos forçados a accionar os respectivos meios legais. Informamos também que, se existir um limite de crédito associado à conta, este é automaticamente cancelado 30 dias após a data início do saldo devedor. […] Com os nossos melhores cumprimentos, (assinado) L.C.P., Director Central, Direcção de Crédito Particulares e Empresários e Negócios.»

«Informa-se que a partir do dia 01/02/2009 passarão a ser cobradas as seguintes comissões:
- comissão de 5,00€, acrescida de 4% de Imposto de Selo, por cada dia que a conta à ordem se encontre em situação de descoberto acidental. Esta comissão será cobrada no final de cada mês, em função do número de dias que a conta tenha estado em descoberto acidental;
- comissão de 20,00€, acrescida de 4% de Imposto de Selo, por cada cheque pago sem que a conta à ordem esteja devidamente aprovisionada. Esta comissão será cobrada diariamente; […]
Em Março de 2009 o BPI irá rever o preçário de Despesas de Manutenção […].»

Serão estas medidas de “comerciante judeu” consequência imediata da venda de todas as acções do BPI na posse do BCP-Millenium a empresários angolanos?

SEVILHA “SANTA”

em Sevilha, lugares sentados nas procissões, só para "alguns"...

Em Espanha a Semana Santa é celebrada por todo o lado, seguindo um único ritual por todo o país - procissões das confrarias com encapuçados vestidos integralmente de negro, violeta, castanho ou branco. As imagens de Cristo, Nossa Senhora e outros santos deslocam-se lentamente ao som de uma música hipnotizante e triste, mórbida, funerária em carros, alguns deles ricamente decorados em folha de ouro. Em Portugal esta tradição praticamente apenas existe em Braga e é bem conhecida justamente por ser uma celebração sui generis, quando comparada com o resto do país. Mas de onde vem esta tradição em Espanha? As famílias abastadas vestem-se como se fossem para um casamento e os mais pobres oriundos das aldeias vizinhas vestem o seu melhor “trapinho” e esforçam-se por não perder os festejos que duram uma semana. Todo o país praticamente pára de trabalhar!!!...

Com reminiscências medievais (de que são exemplo os "costaleros" – transportadores dos carros dos “Passos”), esta celebração foi largamente re-implementada no período fascista de Franco, não só pelo seu conhecido “fervor” católico, como também forma de reforçar o poder da igreja ao seu regime ditatorial. Era uma demonstração de força nas ruas do esmagador poder católico unido a favor do soberano. O povo sempre ávido de espectáculo, deleitava-se e acedia a esta celebração vindo de todos as terras próximas e aldeias. Em Espanha o Carnaval praticamente não se celebra, quando comparado com todo o aparato da Semana Santa, em particular, o mais conhecido de todos: Sevilha. Aqui já existe um programa turístico disponível nos postos de turismo, com os horários das cerca de 8 procissões que saem, por dia, das várias igrejas espalhadas pelo centro da cidade, durante uma semana inteira. Tal como o Carnaval do Rio de Janeiro, esta é por excelência a festa mais importante de Espanha, e por isso é cuidadosamente preparada e ensaiada durante todo o ano, nas confrarias das várias igrejas. Pertencer a uma confraria é uma honra honorífica importante e são as famílias mais abastadas e nobiliárias (as mesmas que organizam a quase tão importante festa da La Féria, onde o povo é tratado como povo) que juntamente com os padres de cada paróquia garantem a continuidade, hierarquia e satus quo deste poder escondido por detrás dos muros de cada igreja. Quem pertence a uma confraria, tem a vida garantida para o resto dos dias… Muitas famílias inscrevem os seus filhos cada vez mais novos, os mesmos que já desfilam nas fileiras dos encapuçados, vestidos de branco, mostrando vitoriosamente os símbolos da sua irmandade.

Os confrades (irmãos), trajados como encapuçados, tal como muitas sociedades secretas (que igualmente se tratam como “irmãos”), revelam uma estranha tradição com ligações à maçonaria e outras seitas, algumas delas profanas ou satânicas, o que não deixa de constituir um estranho paradoxo. Na igreja-túmulo de Franco, o Vale dos Caídos, completamente escavada na rocha pelos prisioneiros liberais da Guerra Civil Espanhola (os maçons-livres de Espanha) os encapuçados aparecem em diversas esculturas ao longo da nave, não vestidos com o aspecto dos confrades da semana santa, mas como monges ou maçons, num estranho ambiente de iluminação soturna e ténue, recriando um ambiente misterioso e secreto… Cá fora, os edifícios que configuram a praça central deste monumento apresentam um estranho recorte no último piso, que faz lembrar fileiras de confrades encapuçados… Para além destes “contornos” pouco religiosos, a semana santa tornou-se num gigantesco negócio lucrativo. Por todo o lado se vendem trajes de encapuçados para adultos e crianças, acessórios, colares das confrarias, tudo a preços exorbitantes. Para além disso, todo o movimento de curiosos e turistas que este espectáculo atrai, faz arrecadar para comerciantes, indústrias, câmaras municipais e igrejas, substanciais quantias de dinheiro. O povo alimenta as hierarquias sociais superiores… Quando termina a Semana Santa, logo se sucedem outras importantes festas religiosas: La Féria (Abril) e a Romaria de Nuestra Señora del Rocio em Maio, uma procissão de cerca de uma semana a Almonte (Huelva) com uma bonita mescla de cantares antigos flamengos do povo cigano de Espanha.

MÁFIA NEGRA

selar o "silêncio" com um aperto de mão...

«A Maçonaria domina toda a vida política, económica, judiciária e social portuguesa. A Maçonaria não tem sido discutida em Portugal porque ela domina tudo, manobra tudo, desde políticos a juízes, de banqueiros a sindicatos, das forças armadas aos serviços secretos. Nos subterrâneos da Democracia está o verdadeiro, o real Poder: As obediências Maçónicas. O Poder Conspirativo, golpista, tenebroso da Maçonaria. O Povo, a massa anónima nada sabe sobre a Maçonaria. A Maçonaria assenta o seu poder desde logo no secretismo e obediência ao superior na loja e obediência. Recrutando os seus membros em todos os sectores vitais do Estado, a maçonaria manobra a ponto de controlar os partidos, as forças armadas, as polícias, os bancos, os serviços secretos, a Poder Económico.»

«A filosofia é esta: Se queres subir na carreira, se queres ser ministro, deputado, general, subir na magistratura, abrir um banco, fundar um jornal, ter um canal de televisão, passas a ser "irmão", a pertencer a uma loja e obediência Maçónica, Depois deves obedecer aos teus superiores na maçonaria, em todos os assuntos, incluindo nos teus deveres profissionais e estatutários. [...] Claro que o combate contra a Maçonaria não é fácil, tão vastos e tentaculares são os seus poderes. Todavia, numa nação católica como é a Portuguesa, o Povo deve unir-se a forças da Igreja para combater a Maçonaria, que destrói o País, o torna indigente, paupérrimo, decadente, sem esperança e sem futuro.»

«O Poder da Maçonaria pode ser derrotado. Há em Portugal, como houve em Itália, homens e mulheres íntegros, que têm coragem de combater o Polvo subversivo. Combater o avental ímpio, o poder vendido ao estrangeiro, ao laicismo, ao agnosticismo, é nosso dever. Sem a Maçonaria o Partido Socialista nada seria. Os políticos devem aprender que o seu poder deve residir no Povo, na Democracia e não no golpismo, nas seitas secretas, na subversão, na agiotagem, nos negócios escuros. Por Portugal.»
(in, Maçonaria - A Máfia Negra - Subversão e Terrorismo, 13-12-2008, Blogue do advogado José Maria Martins)