A MÁFIA DA FORMAÇÃO ENGANOSA
CENTROS DE SAÚDE (MENTAL) E HOSPITAIS
ARMAS, MÉDICOS E LEIS...
Por outro lado se o pânico se vai apoderar da sociedade civil dentro de poucos meses, com milhares de famílias a perderem o emprego, os suicídios e assassínios de rua vão passar a ser uma realidade, e por isso mesmo, ter ou não ter licença de uso de arma vai ser absolutamente indiferente. Que o digam os cinco filhos (uma rapariga de 8 anos e dois casais de gémeos respectivamente de 5 e 2 anos de idade) e a mulher de um americano que, após perder o emprego, os matou a tiro a sangue frio num momento de alucinado desespero… Sinais dos novos tempos que estão para vir…!!!
BURLAS NA BOLSA OU TRÁFICO DE DROGA…
Mais seguro que o investimento na bolsa parece ser o do tráfico de droga, que apesar de estar a passar igualmente por uma crise ainda vai “alimentando” muitas organizações e redes europeias e internacionais poderosas e com ligações à política e ao mundo da noite (bares, discotecas, prostituição, venda ilegal de armas, assaltos e criminalidade violenta…). Em Roma foram detidos no final de Janeiro, 40 membros de um clã da “Camorra” (a máfia napolitana), que mantém contacto com a “Cosa Nostra” (a máfia siciliana) e com famílias mafiosas de Pouilles. O branco está na moda: se não é o crime de colarinho branco das Bolsas é o branco da coca…
CONSELHO DA EUROPA: UMA “BOMBA” NO ÁTRIO
EUROPA DOS 27…”TESOS”…
Por cá, não há manifestações, com excepção da “reunião secreta internacional” dos Skinheads, que marcaram um encontro na União Desportiva e Cultural de Nafarros, um local “socialisticamente” simbólico se pensarmos que aí vive muita da nata do PS e não só… A mim ninguém me tira da cabeça que a Internacional Socialista está tranquilamente e cheia de confiança a voltar aos tempos de Hitler. Um novo poder NEONAZI emerge do CAOS europeu. Estará a ser cuidadosamente planeado…?
BUR(R)OCRACIAS LUSAS
Para infelicidade cada vez maior dos portugueses, agora até muitas empresas privadas, como os bancos, gestoras de cartões de crédito, lojistas ou outros tipos de empresas, usam estes “procedimentos” e “atenções” para com os clientes, tornando as suas vidas num verdadeiro inferno, entre problemas e incertezas, pois já nada é certo ou seguro… A relatividade e o caos são palavras de ordem na sociedade portuguesa e europeia e a informatização dos serviços públicos e por vezes até privados, em vez de simplificar a vida de todos é muitas vezes utilizada de forma arcaica e pouco lógica, tornando-se tão “obsoleta” e ridícula como o papel químico usado até aos anos 70 face às modernas fotocopiadoras surgidas em massa, nos finais dos anos 80, em Portugal!!! Por mim, os funcionários públicos, quase sem excepção, podiam ser despedidos em massa, resolvendo desta forma o governo, uma parte significativa do problema da “recessão política” que atravessa…
OS PORCOS…
CIMEIRA IBÉRICA

O Sr. Primeiro-ministro agradeceu àqueles que vêm de fora (os espanhóis seus amigos, claro) e vêem o projecto com grande positivismo, como ele, ao contrário dos “maus” dos “partidos políticos portugueses que só sabem dizer mal” (segundo palavras suas). A mim, a construção de uma linha de comboio que liga Madrid-Lisboa-Porto-Vigo, mais parece a criação de uma infra-estrutura NAZI, para levar prisioneiros (cidadãos ibéricos) para outros países, agora não para campos de concentração (esperemos!!!) mas para emigração forçada em massa para países europeus onde, ao menos, possamos ser escravos e ganhar para comer, enquanto o Sr. Sócrates se passeia sozinho no seu TGV pela Ibéria Una… Por cá, os desempregados sem direito a subsídio (um terço do total de desempregados) ficam a ver os comboios (de alta velocidade) passar!!!...
DESEMPREGO MUNDIAL ALARMANTE…!

Os números são crescentes, exponenciais e, apesar dos políticos não reconhecerem que a recessão se tornou uma depressão global, com consequências directas na vida de milhões e milhões de pessoas pela primeira vez na história, os factos não o negam. Para ainda maior perplexidade, os políticos de todo o mundo continuam mais preocupados com as suas burocracias quotidianas, sem enfrentarem o problema com frontalidade e com verdadeiros planos e estratégias financeiras para salvar o que resta da economia que suporta as nações baseadas no capitalismo económico!!!... A população está a ser arrastada para um fosso, do qual não sairá nos próximos anos, pois nos meses que se aproximam, além de mais despedimentos em massa, as estruturas comerciais, que garantem o normal funcionamento das sociedades começarão a entrar em colapso. Serão de esperar situações tão paradoxas como produtos tecnológicos em saldos nas lojas que estão à falência, ou o mesmo tipo de produtos extremamente caros nas grandes multinacionais que podem agora explorar a sua exclusividade ao máximo, falta de bens essenciais por colapso das redes de distribuição rodoviárias e falências, falta de alimentos e açambarcamento de produtos nos supermercados, desaparecimento de algumas operadoras telefónicas e de telemóveis, canais de televisão,… O mundo económico “fecha-se” aos poucos, a tecnologia passa a ser novamente um bem raro e a população, fraca de recursos económicos, bens e serviços, volta ao campo a plantar batatas…
O FALSO MORALISMO PORTUGUÊS
IBÉRIA UNA: UMA REALIDADE VIRTUAL
ISLÂNDIA À BEIRA DE UM ATAQUE DE NERVOS
DISCURSO DE OBAMA NA TOMADA DE POSSE
«Hoje eu digo-vos que os desafios que enfrentamos são reais. São sérios e são muitos. Não serão resolvidos facilmente nem num curto espaço de tempo. Mas fica a saber, América - eles serão resolvidos. Neste dia, unimo-nos porque escolhemos a esperança e não o medo, a unidade de objectivo e não o conflito e a discórdia Neste dia, viemos para proclamar o fim dos ressentimentos mesquinhos e falsas promessas, as recriminações e dogmas gastos, que há tanto tempo estrangulam a nossa política. Continuamos a ser uma nação jovem, mas nas palavras da Escritura, chegou a hora de pôr as infantilidades de lado. Chegou a hora de reafirmar o nosso espírito de resistência, de escolher o melhor da nossa história; de carregar em frente essa oferta preciosa, essa nobre ideia, passada de geração em geração; a promessa de Deus de que todos somos iguais, todos somos livres, e todos merecemos uma oportunidade de tentar obter a felicidade completa. Ao reafirmar a grandeza da nossa nação, compreendemos que a grandeza nunca é um dado adquirido. Deve ser conquistada. A nossa viagem nunca foi feita de atalhos ou de aceitar o mínimo. Não tem sido o caminho dos que hesitam – dos que preferem o divertimento ao trabalho, ou que procuram apenas os prazeres da riqueza e da fama. Pelo contrário, tem sido o dos que correm riscos, os que agem, os que fazem as coisas – alguns reconhecidos mas, mais frequentemente, mulheres e homens desconhecidos no seu labor, que nos conduziram por um longo e acidentado caminho rumo à prosperidade e à liberdade. Por nós, pegaram nos seus parcos bens e atravessaram oceanos em busca de uma nova vida. Por nós, eles labutaram em condições de exploração e instalaram-se no Oeste; suportaram o golpe do chicote e lavraram a terra dura. Por nós, eles combateram e morreram, em lugares como Concord e Gettysburg; Normandia e Khe Sahn. Tantas vezes estes homens e mulheres lutaram e se sacrificaram e trabalharam até as suas mãos ficarem ásperas para que pudéssemos viver uma vida melhor. Eles viram a América como maior do que a soma das nossas ambições individuais; maior do que todas as diferenças de nascimento ou riqueza ou facção. Esta é a viagem que hoje continuamos.»
«Permanecemos a nação mais poderosa e próspera na Terra. Os nossos trabalhadores não são menos produtivos do que eram quando a crise começou. As nossas mentes não são menos inventivas, os nossos produtos e serviços não são menos necessários do que eram na semana passada ou no mês passado ou no ano passado. A nossa capacidade não foi diminuída. Mas o nosso tempo de intransigência, de proteger interesses tacanhos e de adiar decisões desagradáveis – esse tempo seguramente que passou. A partir de hoje, devemos levantar-nos, sacudir a poeira e começar a tarefa de refazer a América. Para onde quer que olhamos, há trabalho para fazer. O estado da economia pede acção, corajosa e rápida, e nós vamos agir – não só para criar novos empregos mas para lançar novas bases de crescimento. Vamos construir estradas e pontes, redes eléctricas e linhas digitais que alimentam o nosso comércio e nos ligam uns aos outros. Vamos recolocar a ciência no seu devido lugar e dominar as maravilhas da tecnologia para elevar a qualidade do serviço de saúde e diminuir o seu custo. Vamos domar o sol e os ventos e a terra para abastecer os nossos carros e pôr a funcionar as nossas fábricas. E vamos transformar as nossas escolas e universidades para satisfazer as exigências de uma nova era. Podemos fazer tudo isto. E tudo isto iremos fazer. Há alguns que, agora, questionam a escala das nossas ambições – que sugerem que o nosso sistema não pode tolerar muitos planos grandiosos. As suas memórias são curtas. Esqueceram-se do que este país já fez; o que homens e mulheres livres podem fazer quando à imaginação se junta um objectivo comum, e à necessidade a coragem. O que os cínicos não compreendem é que o chão se mexeu debaixo dos seus pés – que os imutáveis argumentos políticos que há tanto tempo nos consomem já não se aplicam. A pergunta que hoje fazemos não é se o nosso governo é demasiado grande ou demasiado pequeno, mas se funciona – se ajuda famílias a encontrar empregos com salários decentes, cuidados de saúde que possam pagar, pensões de reformas que sejam dignas. Onde a resposta for sim, tencionamos seguir em frente. Onde a resposta for não, programas chegarão ao fim. E aqueles de nós que gerem os dólares do povo serão responsabilizados – para gastarem com sensatez, reformarem maus hábitos e conduzirem os nossos negócios à luz do dia – porque só então poderemos restaurar a confiança vital entre o povo e o seu governo. Não se coloca sequer perante nós a questão se o mercado é uma força para o bem ou para o mal. O seu poder de gerar riqueza e de expandir a democracia não tem paralelo, mas esta crise lembrou-nos que sem um olhar vigilante o mercado pode ficar fora de controlo – e que uma nação não pode prosperar quando só favorece os prósperos.»
«O sucesso da nossa economia sempre dependeu não só da dimensão do nosso Produto Interno Bruto, mas do alcance da nossa prosperidade; da nossa capacidade em oferecer oportunidades a todos – não por caridade, mas porque é o caminho mais seguro para o nosso bem comum. Quanto à nossa defesa comum, rejeitamos como falsa a escolha entre a nossa segurança e os nossos ideais. Os nossos Pais Fundadores, face a perigos que mal conseguimos imaginar, redigiram uma carta para assegurar o estado de direito e os direitos humanos, uma carta que se expandiu com o sangue de gerações. Esses ideais ainda iluminam o mundo, e não vamos abdicar deles por oportunismo. E por isso, aos outros povos e governos que nos estão a ver hoje, das grandes capitais à pequena aldeia onde o meu pai nasceu: saibam que a América é amiga de todas as nações e de todos os homens, mulheres e crianças que procuram um futuro de paz e dignidade, e que estamos prontos para liderar mais uma vez. Recordem que as primeiras gerações enfrentaram o fascismo e o comunismo não só com mísseis e tanques mas com alianças sólidas e convicções fortes. Compreenderam que só o nosso poder não nos protege nem nos permite agir como mais nos agradar. Pelo contrário, sabiam que o nosso poder aumenta com o seu uso prudente; a nossa segurança emana da justeza da nossa causa, da força do nosso exemplo, das qualidades moderadas de humildade e contenção. Nós somos os guardiões deste legado. Guiados por estes princípios uma vez mais, podemos enfrentar essas novas ameaças que exigem ainda maior esforço – ainda maior cooperação e compreensão entre nações. Vamos começar responsavelmente a deixar o Iraque para o seu povo, e a forjar uma paz arduamente conquistada no Afeganistão. Com velhos amigos e antigos inimigos, vamos trabalhar incansavelmente para diminuir a ameaça nuclear, e afastar o espectro do aquecimento do planeta. Não vamos pedir desculpa pelo nosso modo de vida, nem vamos hesitar na sua defesa, e àqueles que querem realizar os seus objectivos pelo terror e assassínio de inocentes, dizemos agora que o nosso espírito é mais forte e não pode ser quebrado; não podem sobreviver-nos, e nós vamos derrotar-vos. Porque nós sabemos que a nossa herança de diversidade é uma força, não uma fraqueza. Nós somos uma nação de cristãos e muçulmanos, judeus e hindus – e não crentes. Somos moldados por todas as línguas e culturas, vindas de todos os cantos desta Terra; e porque provámos o líquido amargo da guerra civil e da segregação, e emergimos desse capítulo sombrio mais fortes e mais unidos, não podemos deixar de acreditar que velhos ódios um dia passarão; que as linhas da tribo em breve se dissolverão; que à medida que o mundo se torna mais pequeno, a nossa humanidade comum deve revelar-se; e que a América deve desempenhar o seu papel em promover uma nova era de paz. Ao mundo muçulmano, procuramos um novo caminho em frente, baseado no interesse mútuo e no respeito mútuo.»
«Aos líderes por todo o mundo que procuram semear o conflito, ou culpar o Ocidente pelos males da sua sociedade – saibam que o vosso povo vos julgará pelo que construírem, não pelo que destruírem. Aos que se agarram ao poder pela corrupção e engano e silenciamento dos dissidentes, saibam que estão no lado errado da história; mas que nós estenderemos a mão se estiverem dispostos a abrir o vosso punho fechado. Aos povos das nações mais pobres, prometemos cooperar convosco para que os vossos campos floresçam e as vossas águas corram limpas; para dar alimento aos corpos famintos e aos espíritos sedentos de saber. E às nações, como a nossa, que gozam de relativa riqueza, dizemos que não podemos mais mostrar indiferença perante o sofrimento fora das nossas fronteiras; nem podemos consumir os recursos do mundo sem prestar atenção aos seus efeitos. Porque o mundo mudou, e devemos mudar com ele. Ao olharmos para o caminho à nossa frente, lembremos com humilde gratidão os bravos americanos que, neste preciso momento, patrulham desertos longínquos e montanhas distantes. Eles têm alguma coisa para nos dizer hoje, tal como os heróis caídos em Arlington fazem ouvir a sua voz. Honramo-los não apenas porque são guardiões da nossa liberdade, mas porque incorporam o espírito de serviço; uma vontade de dar significado a algo maior do que eles próprios. E neste momento – um momento que definirá uma geração – é este espírito que deve habitar em todos nós. Porque, por mais que o governo possa e deva fazer, a nação assenta na fé e na determinação do povo americano. É a generosidade de acomodar o desconhecido quando os diques rebentam, o altruísmo dos trabalhadores que preferem reduzir os seus horários a ver um amigo perder o emprego que nos revelam quem somos nas nossas horas mais sombrias. É a coragem do bombeiro ao entrar por uma escada cheia de fumo, mas também a disponibilidade dos pais para criar um filho, que acabará por selar o nosso destino.»
PARTIDOS POLÍTICOS DO SÉC. XXI

Muito simplesmente porque esta “estratégia” faz parte de um movimento secreto que se move na sombra dos partidos políticos e das sociedades secretas. Neste momento, a maioria dos partidos políticos estão minados nos seus núcleos duros de elementos que promovem políticas secretas de extrema-direita, dando cumprimento a um plano global de várias máfias organizadas mundialmente, que viram na manipulação de milhões de inocentes uma fonte de rendimento inigualável em toda a história da humanidade!!!... Tudo pelo dinheiro. É cada vez mais difícil entrar nos núcleos duros dos partidos políticos, precisamente porque estes desenvolvem estratégias pouco transparentes. Por exemplo, muitas juventudes políticas já não são mais do que angariadores de “escravos” para estas organizações mafiosas, promovendo a perversão e corrupção desde muito cedo junto dos seus mais jovens membros, seja pelo sexo, pela obediência cega ou pelos jogos de interesses… Apenas sobe na hierarquia ou quem ”baixa as calças”, quem “engole sapos”, “quem “serve”, quem “tem amarrações”, quem “é filho de papá” ou quem “faz qualquer coisa para subir na vida”. Estes são os estereótipos filosóficos dos novos políticos. As juventudes políticas “preparam” desde muito cedo os “súbditos” ou “neófitos”, já não de partidos políticos, mas das sociedades secretas que trabalham na sombra dos seus núcleos duros. Quem não obedece aos seus ideais é afastado “a bem ou a mal” e torturado psicologicamente até ao fim dos seus dias, num purgatório vivo e cabalístico que, muitas vezes acaba no suicídio ou na morte do “alvo”. E isto acontece por todo o mundo. Este processo apenas tem uma forma de ser parado: é justamente, SER PARADO, enquanto é possível. No decorrer deste ano, os partidos políticos de todo o mundo, sociedades secretas e seitas, máfias e fundamentalistas de toda a espécie, aproveitarão o caos que estão a criar junto da sociedade civil, para conseguirem, acima de tudo, instaurar movimentos políticos totalitários e maioritários, para mais uma vez criarem duas facções: a de extrema-esquerda contra a de extrema-direita, lançando a população mundial numa guerra pela sobrevivência sem precedentes na história. Será, sem dúvida, algo de muito semelhante com um apocalipse…. Primeiro o desemprego em massa (já em curso), falências em massa (já em curso), caos nas ruas, falta de produção e distribuição de alimentos e outros bens (o que gera um aumento significativo do preço dos bens), falências de bancos (já em curso), suicídios de empresários (já em curso) e pessoas sem solução para a sua vida (já em curso), aumento de criminalidade violenta e de todo o tipo (já em curso), assaltos a residências, ataques terroristas em qualquer parte do mundo, aparecimento de milicias armadas e pequenos gangs de bairro que desenvolverão acções criminosas de todos os tipos sobre qualquer pessoa ou grupos de pessoas, em nome da sobrevivência… Parece surreal e ainda muito distante, não é?... Bem vindo à política do século XXI…!
DOIS SÓCRATES, DOIS CONDENADOS…
Em Portugal, temos um Sócrates, com nome português – José (Zé, para os amigos chegados) – e que fez uma campanha vocacionada para o cidadão, para os valores, para a justiça social, para o combate à fraude fiscal e ao desemprego, para desenvolver apoios às empresas e aos jovens à procura do primeiro emprego, melhor e mais eficaz saúde, melhor ensino nas escolas, mais tolerância, igualdade de direitos para casamentos de pessoas do mesmo sexo, enfim, um verdadeiro mar de rosas, bem cheirosas, por sinal e que muitos convenceram. No entanto, o charme e a frescura iniciais foram-se desvanecendo, as pétalas caindo, ficando a secura e os espinhos, agora oferecidos ao povo português como, “ainda” uma flor, que Sócrates tenta desesperadamente regar à pressa, mas que já não ficará verde outra vez… No recente congresso do PS, Sócrates tentou cativar novamente as massas, a classe média, já destruída economicamente pelas suas políticas de perseguição fiscal (coimas por tudo e por nada, fiscalidade que sobrecarrega as pequenas e médias empresas) e pela ASAE (que destrói o resto que as Finanças, a PSP ou a GNR não conseguem), os homossexuais que pretendem casar (esquecendo-se que essa lei já esteve no parlamento e foi chumbada precisamente pelos deputados do PS!!!...), os jovens que ainda não imigraram mas que estão a ponto de o fazer, melhorar ainda mais a saúde (o que deve significar encerrar os poucos centros de saúde que ainda mantêm as portas abertas), melhorar a economia (talvez com o anunciar de percentagens distintas das anunciadas pela União Europeia para Portugal) e claro, fazer aplicar as suas justas medidas ambientais (para acabar com os que sobreviveram às Finanças, à ASAE, à PSP e à GNR). Com todas estas regalias sociais, quem é que pode pensar em “não” dar maioria, de preferência absoluta, a este senhor, Primeiro-ministro de Portugal…?
OBAMA CUMPRE PROFECIA DO IIIº MILÉNIO
WASHINGTON, A NOVA ROMA
Em vários aspectos, os norte-americanos existem “da” e “para” a guerra. A guerra está nas suas próprias origens, na sua cultura. Os colonos britânicos na América fizeram sua independência por meio de uma guerra com sua antiga metrópole. Depois, a nova nação independente construiu (ou melhor, expandiu) o seu actual imenso território à base de dinheiro e sangue, comprando as terras dos europeus e tomando à força àquelas de mexicanos e índios nativos. Os cowboys de pistola à cintura e os xerifes, responsáveis por “manter a ordem”, lançaram a moda para todas as polícias do mundo. as suas instituições, usam a águia como símbolo, tal como o povo romano da antiguidade. Os heróis norte-americanos são, em geral, militares de alta patente, que viveram as suas vidas à custa da morte de outros. A sua economia, muito baseada na indústria do armamento, que comercializam com todo o mundo, funciona desta forma: quando estão em paz, enchem os seus depósitos e logo que estes ficam cheios, precisam de guerras para esvaziá-los. Nenhum candidato a presidente que não pegue no tema da Guerra, será eleito. Ao longo de todo o século XX lutaram contra muitos “ismos” ou regimes ditatoriais. Em nome da paz mataram mais do que os agressores das guerras em que estiveram envolvidos. As suas armas “evoluem” à conta da sua experimentação no terreno, fora sempre das suas fronteiras… Por isso Osama Bin Laden atingiu o ponto fraco desta Nova Roma: e se a guerra, em vez de ser realizada nos países “dos outros”, passar a envolver também o solo norte-americano?...
Com o 11 de Setembro os EUA conseguem entrar numa nova fase da sua política bélica: o controle total na maioria dos países do mundo, com o pretexto de ser necessária a concentração da informação policial e militar sobre todos os potenciais terroristas e grupos de risco. Montaram o BIG BROTHER em pouco tempo, com a permissão da maioria das nações do mundo. Formaram o G3 e o G8 grupos dos países mais importantes com carácter para-militares, como se fossem “chefes de província” (os pretores da antiga Roma). Desta forma conseguiram vender programas de defesa a inúmeros países, levar as suas tropas e nações de todo o mundo a fazerem uma coligação militar em enorme quantidade em nome da PAZ. Tudo, para manterem a sua economia baseada na construção de equipamentos militares em alta, para as próximas décadas… A Roma antiga herdou o culto sanguinário de MARTE, o Deus da Guerra, o gosto pela guerra, e a Nova Roma defende os mesmos cultos, agora transmutados em símbolos e rituais satânicos defendidos por sociedades secretas como os SKULLS, os ILLUMINATI ou o KKK, de onde saem os principais líderes e presidentes norte-americanos, que chefiam e policiam as nações do mundo… Assim foi o "CLÃ" BUSH que defendeu constantemente a máxima tão “romana” dos SKULLS: “WE SHALL PREVAIL” (Prevaleceremos) …
A VERDADE DAS PROFECIAS
Filmes recentes como “O dia em que a Terra parou” (2008), “Fé no Oculto” (2007) ou “A Profecia Celestina” (2006) abordam a temática de profecias como a Maia, a de Joaquim de Fiore, o Apocalipse de S. João, ou as Centúrias de Nostradamus. Para um investigador ou um iniciado, no entanto, estas profecias nada têm de místico: elas falam de uma realidade, de uma visão que vai, eventualmente (quase sempre) tomar lugar num determinado tempo, num determinado lugar, por determinada pessoa ou conjunto de pessoas. E esta conclusão baseia-se meramente na análise dos factos reais. Esta é uma verdade que qualquer iniciado em sociedades secretas ou seitas aprende desde os seus primeiros momentos dentro desse grupo místico. Este “caminho” deve-se não apenas a dar início à iniciação metafísica e espiritual do iniciado, lançando-o numa catarse pessoal, como também, demonstrar-lhe que afinal, o mundo aparente a que apenas está habituado a viver, é totalmente “controlado” e “preparado” na sombra por uma elite de pessoas apostadas a “construir” a história daqueles que não pertencem a esta elite de “decisores”, de deuses, representantes de Deus ou da Luz, de “iluminados”, ou como lhes queiram chamar… Neste sentido, a profecia não é uma adivinhação; é antes um manual, um “guia” da história de um povo ou tribo, ou conjunto de povos, a fazer cumprir pelos responsáveis ou pelos representantes desse povo.
A VIRGEM DE LA SALETTE
“A França, a Itália, a Espanha e a Inglaterra estarão em guerra. O sangue correrá nas ruas. O francês lutará contra o francês, o italiano contra o italiano; depois, haverá uma guerra geral, que será terrível. Os maus manifestarão toda a sua maldade. As pessoas vão matar-se e massacrar-se mutuamente, até ao seio das famílias. Ao primeiro golpe da sua espada fulminante, tremerão as montanhas e toda a Natureza, porque as desordens e os crimes dos homens rompem a abóbada dos céus. Paris será queimada e Marselha engolida; várias grandes cidades serão abaladas e engolidas por tremores de terra. Julgar-se-á que tudo está perdido, só se verão homicídios, só se ouvirão ruídos de armas e blasfémias. Os justos sofrerão imenso; as suas orações, penitências e lágrimas subirão ao céu, e todo o povo de Deus pedirá perdão e misericórdia, e pedirá a minha intercessão. Então, haverá paz e reconciliação de Deus com os homens; Jesus Cristo será servido, adorado e glorificado; a caridade voltará a florescer por toda a parte, e os homens farão grandes progressos na fé. Esta paz entre os homens não irá durar muito. Vinte e cinco anos de fartas colheitas farão esquecer que os pecados dos homens são a causa de todas as calamidades que acontecem na terra. Haverá novas guerras, até à última guerra que será feita pelos dez reis do Anticristo, reis que terão todos o mesmo objectivo e que serão os únicos a governar o Mundo. Antes que isso aconteça, haverá no Mundo uma espécie de falsa paz. Felizes as almas humildes, conduzidas pelo Espírito Santo! Combaterei a seu lado até que alcancem a plenitude da idade. As estações serão alteradas, a terra apenas produzirá maus frutos, os astros perderão o seu movimento regular, a Lua apenas reflectirá uma débil claridade avermelhada; a água e o fogo darão ao globo da Terra movimentos convulsivos e horríveis abalos telúricos que engolirão montanhas e cidades. Combatei, filhos da luz, vós que sois o pequeno número dos que vêem; porque vai chegar o tempo dos tempos, o fim dos fins”.
“Mas eis que Enoc e Elias, repletos do espírito de Deus, pregam com a força divina. Ai dos habitantes da Terra! Haverá guerras sangrentas e fome; peste e doenças contagiosas. Haverá chuvas de granizo terrível para os animais, trovões que abalarão as cidades, terramotos que engolirão cidades inteiras; nos ares ouvir-se-ão vozes, os homens baterão a cabeça nas paredes, chamando pela morte. Os animais comerão o trigo, que tombará do ar sob a forma de poeira. Grande carestia sobreviverá, e os homens conhecerão a fome. Quem conseguirá vencer, se Deus não encurtar o tempo da provação? Pelo sangue, pelas lágrimas e orações dos justos, deus deixar-se-á aplacar. Enoc e Elias serão condenados à morte; a Roma pagã desaparecerá; cairá o fogo do céu, consumindo três cidades. Todo o Universo será atingido pelo terror e muitos deixar-se-ão seduzir. Eis o tempo, o abismo abre-se. Eis o rei dos reis das trevas. Eis a Besta com os seus súbditos, declarando-se salvador do Mundo. Elevar-se-á orgulhosamente nos ares para chegar ao céu, mas acabará por cair, e a terra, que, durante três dias, estará em evoluções contínuas, abrirá seu seio repleto de fogo. Então, a água e o fogo purificarão a terra e consumirão todas as obras do orgulho dos homens e tudo será renovado. Deus será servido e glorificado”.

















