MENOS “JUSTIÇA” EM 2009

em 2009, tribunais portugueses a funcionarem como os hospitais, em ruptura

Os tribunais portugueses demonstram-se preocupados face ao panorama da profunda crise económica nacional que levará à ruptura dos tribunais portugueses que já se encontram em situação de grande congestionamento. As falências das empresas, o não pagamento de prestações ou dívidas, os conflitos por falta de dinheiro, o aumento da criminalidade violenta e do pequeno furto, a violência doméstica, levarão, devido à falta de pessoal e condições físicas ao acumular de processos e consequente arquivamento de inúmeros processos, considerados “menos prioritários”. Se os tribunais vão estar congestionados, onde vão ser aprisionados todos os condenados durante este aumento exponencial de “criminosos”?... Afinal a JUSTIÇA é mesmo relativa, não é?...Mudam-se pequenas variáveis na equação e o que hoje é criminoso pode ser um “bom cidadão” amanhã…

As sociedades europeia e mundial, face a um “abanão” económico, revelam as suas fragilidades, como peças de dominó que desabam em segundos, com um simples toque…

GÁS: UMA QUESTÃO ESTRATÉGICA

os gasodutos são construídos devido a interesses e "políticas privadas" das empresas

O grande problema do gás na Europa não reside no facto de a Rússia ter fechado as torneiras do seu fornecimento à União, a qual depende em cerca de 55% desta energia proveniente daquele país. Acima de tudo, trata-se de uma questão de gestão territorial e diplomacia política. Os extensos gasodutos são infra-estruturas caras e que, nos dias de hoje, já não fazem sentido por múltiplas razões. Produzir gás ou energia no outro lado do mundo e fazê-la transportar a distâncias incomensuráveis não é uma medida lógica do ponto de vista da gestão económica, ambiental e territorial. Os resultados estão à vista…

Com o avanço da tecnologia, neste princípio do século XXI, seria de esperar que as nações de todo o mundo, e sobretudo a União Europeia, implementassem e dinamizassem a construção de soluções locais, regionais e nacionais para o problema energético. Substituir tecnologias obsoletas nas indústrias por tecnologia “verde” modernizada custa dinheiro e um grande esforço económico, e de certo que esta não é a melhor altura para investimentos. Mas os problemas vão surgir e têm de ser resolvidos. A população mundial de milhões de pessoas, não pode estar sentada, ao frio, à espera das lentas decisões políticas e das ainda mais lentas soluções técnicas industriais. A grande máquina da indústria está lentamente a parar e se parar, é a morte de muitos milhares de pessoas por todo o mundo… Será que esta estratégia fratricida interessa a alguém?…De certo que sim, caso contrário, em vez de se criarem ainda mais problemas, apareceriam soluções…

OS BANQUEIROS E A GUERRA…

a tradicional árvore de natal de NY, defronte do "simbólico" Rockefeller Center

«Teremos um governo mundial […], pela força ou com consentimento”, afirmava antes da 2.ª Guerra Mundial o “iluminado” Paul Warburg, banqueiro norte-americano. Arséne de Goulevitch no seu livro “o Czarismo e a revolução” descreveu como “os principais financiadores dos fundos da revolução (russa), certos círculos de britânicos e americanos que durante muito tempo prestaram apoio à causa revolucionária russa”. […] Em Fevereiro de 1949, o diário New York Journal American expunha as impressões de John Schiff, neto de Jacob (Schiff), que afirmava que o seu avô havia investido um total de vinte milhões de dólares para que o movimento bolchevique triunfasse na Rússia. […] Com o passar do tempo descobriu-se que J.P. Morgan e a família Rockefeller haviam igualmente investido naquele insólito negócio, que, ideologicamente, não podia ser mais oposto ao seu tipo de actividades. De Goulevitch também apontava os britânicos Sir George Buchanan e o Lord Alfred Milner como inspiradores, em parte financeiros, em parte teóricos, da Revolução Soviética.»

«A “humanitária” ajuda da família Rockefeller foi compensada com contratos como o que permitiu adquirir a favor da Standard Oil de New Jersey, 50% dos campos petrolíferos russos no Cáucaso, que haviam sido teoricamente nacionalizados. […] Segundo um relatório do banqueiro e embaixador dos Estados Unidos na Rússia, Averell Harriman, em Junho de 1944, […] Estaline reconhecera que “cerca de dois terços da grande organização industrial da URSS haviam sido construídos com a ajuda ou apoio técnico dos Estados Unidos”. A ajuda foi também bélica. O New York Times de 15 de Fevereiro de 1920 destaca “a espectacular despedida” que a cidade soviética de Vladivostok rendeu a um contingente norteamericano que, entre 1917 e 1921, havia proporcionado a ajuda militar necessária para que o regime soviético pudesse “expandir-se para a Sibéria”. Os magnates do petróleo dos Estados Unidos estavam especialmente interessados por essa enorme e, em geral, inóspita massa de terreno, devido às grandes quantidades de crude detectadas durante as prospecções.»

«O fluxo de ajudas impulsionadas pela oligarquia dos Estados Unidos infiltrada pelos Illuminati nunca cessou. […] Depois da queda da URSS um documento do Kremlin que veio a público confirmava que um dos magnatas que financiou desde o primeiro momento a revolução soviética foi Armand Hammer. Não deixa de ser interessante que Albert Gore sénior, pai do político de mesmo nome que foi vice-presidente dos estados Unidos com Bill Clinton […], trabalhou boa parte da sua vida para Hammer. O próprio Al Gore júnior impedira, desde que fora colocado na Comissão de Relações Exteriores do Senado, várias investigações federais que pretendiam aclarar todas as relações entre Hammer e o governo soviético.»
(in, Illuminati, Paul H. Koch, Editorial Planeta SA, 2006, Barcelona)

“PUTOS” E VINHO VERDE…

a pipa e o garrafão, dois ícones do Portugal profundo, estão de volta "à vida"

Feito a martelo, de boa ou má colheita ou verde quase azedo, o que é certo é que, depois da pedofilia bem “tolerada” pelos portugueses, o consumo de vinho em Portugal, nos próximos meses, promete ser um sector em franco crescimento, contrariando totalmente a tendência do consumo face à recessão mundial. As tabernas, casas de pasto, tascas, adegas ou “bodegas” (termo espanhol) vão deixar de ser museus vivos das nossas tradições bem portuguesas do ESTADO NOVO, lojas para turistas, para renascerem enquanto mercado vivo e se encherem de desempregados a afogarem as suas mágoas. Com as famílias a perderem os seus empregos, sem poderem pagar as suas despesas básicas do mês, dívidas ou prestações bancárias, resta-lhes beber até cair para o lado, para esquecer, tal como se fazia antes do 25 de Abril…

A partir dos anos 90 deu-se uma grande substituição deste tipo de “negócio do vinho” pelo do café, e as tradicionais tabernas foram dando lugar às pastelarias em todas as esquinas e cantos. Por muito mau que estivesse o negócio, a “bica” dava sempre, e a acompanhá-la um salgadinho ou bolo sempre iam mantendo este tipo de negócio. Aos almoços servia-se uma sopita e uma “sandocha” barata. Mas agora muitas pastelarias têm os dias contados. Os empregados das empresas voltaram a levar os recipientes térmicos com café e bolos feitos em casa para o serviço. As pastelarias menos centrais ou encerram as portas de vez ou são compradas por “bandos” de brasileiros que rapidamente conseguem encontrar outras “viabilidades” mais lucrativas (e não é a servir cafés, garanto-vos!!!) para fazer face à enorme carga fiscal que têm de enfrentar ao que se vêm somar os exíguos lucros e enormes despesas e investimentos. Os “bêbedos” já se começam a acotovelar dentro e fora das tabernas… O cheiro a vinho voltou… Aaahhh, como adoro este Portugal único!!!... Já diz o ditado: “PUT(…)S E VINHO VERDE”…Tudo o que um bom "português suave" precisa para ser feliz nesta dura terra…Tá-se!

ELES E ELAS, CARECAS…

é das carecas que eles gostam mais?

Já todos repararam, com certeza, que cada vez há mais homens carecas e mulheres a perderem cabelo em quantidade. Um homem careca até pode ter a sua “pinta”, mas uma mulher… Se até os MORANGOS COM AÇUCAR falam nisso, já todos deviam saber… Bem o caso não é muito falado, por causa de algumas máfias envolvidas, mas rapidamente se chegam a algumas conclusões, com informações retiradas daqui e dali… Para além do factor excesso de sexo (visto que na última década se praticou mais sexo em todo o planeta do que em toda a existência humana planetária), que faz o organismo consumir todas as suas reservas de vitamina “E” acumuladas até à exaustão deixando insuficientes reservas para as células da pele, unhas e cabelo. Este enfraquece, mas o golpe de misericórdia é dado com shampoo’s de má qualidade química ou pelas toneladas de produtos de fixação para cabelo - gel, cera, lacas – que se acumulam com sais da transpiração e bloqueiam por completo os poros capilares, levando ao enfraquecimento sucessivo das raízes até ao ponto limite da queda de cabelo, que pode ser irremediável.

Claro que hoje existe a técnica de implante de cabelo, que apesar de não ser a mesma coisa que ter um cabelo saudável, tem o mérito de retirar o aspecto de cabeleira incompleta, pelo menos. Nos últimos anos, apareceram no mercado português algumas empresas especializadas em “salvar” os cabelos que restam das cabeças dos portugueses, frente a esta verdadeira “guerra” de “terra queimada” nos couros cabeludos nacionais. No entanto os preços são exorbitantes. Poderá, no entanto, optar por uma limpeza em profundidade das raízes do cabelo em cerca de 30 sessões (geralmente o mínimo). O cabelo fortalece, eles ficam contentes porque cobram cerca de 1.500 € e vendem uns produtos com o custo de cerca de 250€ por ano. O cliente também fica contente, pois da possível recuperação total das raízes (caso ainda existam) ao fortalecimento e melhoramento de aspecto do cabelo vai toda uma imagem a manter. Depois bastará fazer manutenção e utilizar produtos de fortalecimento capilar à venda nas farmácias.

A pergunta que se deve fazer é: com tanta certificação europeia para os produtos químicos capilares porque é que os produtos de fixação (gel, ceras, lacas) fazem tanto mal às raízes?... E meus amigos: não queimem toda a vitamina “E” em sexo, senão terão de tomar suplementos desta, por exemplo, através de sementes de linho em cápsulas, comprados na ervanária mais próxima… É barato!!!...Vá lá, vá comprar, trate do seu cabelo, porque se não for você a fazê-lo mais ninguém o fará!!!...

PIADA DO ANO: SÓCRATES PEDE MAIORIA ABSOLUTA!!!...

rir sempre foi o melhor remédio para os problemas, mas quem ri por último...

Ainda o ano vai no início mas já existe uma forte candidata a PIADA DO ANO. Na entrevista da SIC de 5 de Janeiro, José Sócrates pede aos portugueses uma nova maioria para as próximas eleições legislativas. Rir à gargalhada é a primeira coisa que nos vem à cabeça, mas quando começamos a pensar nas habituais promessas dos políticos semanas antes das eleições e como os portugueses têm memória curta, o sorriso desaparece. É que com muito azar, esse cenário até pode acontecer. Mas se acontecer, o melhor é o resto dos portugueses que acreditam na democracia e na liberdade, terem as malas prontas e zarparem para países democráticos, se encontrarem, na altura algum, pois ao ritmo a que a NOVA ORDEM ECONÓMICA MUNDIAL “processa” a sua “vantajosa” recessãozinha estratégica global para ver cumpridos os seus ideais de extrema-direita, bem pode ter dado início uma nova ERA FASCISTA por todo o mundo…

Como irão reagir os portugueses face à opção entre um Estado de Ditadura e um Estado de Direito…? Porque, por enquanto, ainda podem escolher…

“O DIA EM QUE O MUNDO PAROU”

cerca de seis milhões de camionistas pararam em toda a Índia, em protesto

No início de Janeiro, num terminal rodoviário em Mumbai, na Índia milhares de camionistas pararam até conseguirem resultados positivos com o governo para baixar o preço do gasóleo e dos pneus, essenciais para a sobrevivência do sector. Em todo o país somaram cerca de seis milhões!!!... A TOYOTA resolveu parar a produção durante 11 dias, em todo o mundo, face ao excesso de produção que tem em relação às vendas previstas para o sector em 2009 face ao cenário de recessão mundial. Investir nesta fase representa um “suicídio colectivo”. O líder dos medicamentos genéricos na União Europeia, Adolf Merkle, “parou” de viver, por suicídio, devido às centenas de milhões de Euros que perdeu na bolsa devido a acções que tinha investido na Volkswagen que envolveram o caso Madoff. Depois da recusa de alguns bancos em emprestarem dinheiro para salvarem a empresa, Merkle suicidou-se ficando imóvel na linha de comboio quando passava um comboio de mercadorias.

Também devido ao conflito Rússia-Ucrânia, o fornecimento de gás à Europa foi reduzido repentinamente em cerca de 100% na Eslováquia e República Checa e em cerca de 50 % em países como a Ucrânia e a Sérvia. “Pessoal”, preparem-se para o frio a sério porque com os ventos polares previstos de Janeiro a Março, sem gás!!!… Parece que PARAR é a palavra de ordem do momento, ou seja, antes que as coisas piorem ainda mais, é melhor pararmos todos, pensarmos bem no que andamos cá a fazer, e depois… irmos todos plantar batatas, porque ao ritmo que isto vai, se não há dinheiro, ao menos tem de haver que comer!!!... No filme “até ao fim do mundo” de Wim Wenders, realizado em 1991, este cenário aconteceu por todo o mundo, num momento frágil em que o desespero fez a humanidade esperar pelo pior: um ataque nuclear maciço que teria inicio num conflito interno, na Índia…

MOVIMENTO ESPERANÇA PORTUGAL

Laurinda Alves, jornalista idónea, "uma lufada de ar fresco" na política nacional

Tal como Hércules, fazia o seu destino, contrariando os deuses do Olimpo, Laurinda Alves, jornalista de renome enfrentará o Parlamento Europeu, esse grande “Centro de Negócios” em que se transformou a União Europeia… A líder do MOVIMENTO ESPERANÇA PORTUGAL propõe um Portugal diferente, um movimento cívico, por maior justiça, transparência e verdade, contra o medo, crença e controlo das políticas tradicionais, que cada vez menos servem o cidadão e cada vez mais os interesses exclusivos do Estado e de certos grupos económicos, com contornos bastante totalitários de políticas extremas e estéreis para o cidadão, cada vez mais desprotegido de direitos civis.

Temos fé neste Movimento pois o século XX demonstrou-nos claramente como funcionam as MÁFIAS partidárias nos bastidores de cada partido político, onde se acotovelam os caciques ávidos de “TACHO” e os “BOYS” capazes de tudo para satisfazerem os seus patronos a troco de um ordenado garantido… A juntar a isso, os partidos políticos tradicionais representam o imobilismo do nosso país, a hierarquia “pré-definida”, que defende meramente os “mais velhos” em detrimento do “sangue novo” logo “sugado” pelos vampiros que defendem a todo o custo a máxima salazarista: “ANTIGUIDADE É POSTO”.

FORÇA, Laurinda Alves, mostra-lhes do que são feitas as pessoas de fibra que acreditam que Portugal não é um monte de imbecis cheios de senilidade política e mafiosos homens de negócios capazes de levar este país para o abismo!!!...

PAZ EM ISRAEL: “OPERAÇÃO CHUMBO ENDURECIDO”...?

ISRAEL, berço do Cristianismo, 2.000 anos depois alvo potencial da apocalíptica JIHAD

Os políticos israelitas são xenófobos, de extrema-direita e conseguiram estragar o natal não apenas dos palestinianos mas de todos os cidadãos do mundo, destruindo com um só gesto, todo o “trabalho feito” no Iraque em anos de sacrifícios humanos e económicos para conseguir reduzir o fundamentalismo da sociedade muçulmana naquele país e nos países periféricos. O presidente israelita, Shimon Peres, rejeitou no dia 4 de Janeiro a possibilidade de uma trégua na Faixa de Gaza, mas garantiu que o país não pretende ocupar aquele território palestiniano. Este presidente devia ter vergonha em assumir cinicamente uma postura tão pretensamente diplomática perante todos os países do mundo, já que “defende” a “Paz” em Israel. Mais um exemplo de um político que anuncia uma coisa e executa outra… Este tipo de político deveria ser imediatamente banido do cargo por pressão das Nações Unidas. De outra forma, para que servem tantas e tantas reuniões sobre PAZ, quando vemos em frente aos nossos olhos morrerem inocentes crianças numa chacina bárbara medievalesca em pleno séc. XXI, originada por uma nação que se diz “desenvolvida”…?

As palavras de PAZ de Shimon Peres estão bem patentes nos nomes das ofensivas militares que lançou sobre GAZA e contra os Palestinianos: “OPERAÇÃO CHUMBO ENDURECIDO” e “ARRANCAR PELA RAÍZ”, bem como nos 130 alvos preliminares que escolheu, como escolas, hospitais e edifícios públicos. Onde está a moderação diplomática contra terroristas, tão criticada dos americanos com nomes tão “ecológicos e limpos” como: “TEMPESTADE NO DESERTO”…? A XENOFOBIA quando assumida publicamente por Chefes de Estado de países de tal desenvolvimento, fazem avizinhar um 2009 muito mas muito mais negro do que à partida se poderia pensar. ISRAEL, conseguiu num acto simples, convocar finalmente a JIHAD, a MÃE DE TODAS AS GUERRAS, unir de uma só vez, em massa, o povo muçulmano contra o resto do mundo. Agora sim, podemo-nos preparar para ataques terroristas suicidas em qualquer esquina. Muito mas muito obrigado senhor Shimon Peres!!!...

ROCK N ROLLA, O FILME DO ANO

GUY RITCHIE desmantela "à martelada" a MÁFIA LONDRINA em estilo neo-JAMES BOND!...

Guy Ritchie, ex-marido de Madonna não nos podia ter brindado com melhor obra cinematográfica sobre a MÁFIA LONDRINA e europeia. Finalmente arrancou para os grandes ecrãs, “EM GRANDE”!!!... Esperemos que o júri de Hollywood se deixe apenas levar pela excelente obra de arte que este realizador e argumentista nos apresenta. É que depois do excelente filme The Departed (Entre Inimigos) de Martin Scorsese (que arrecadou vários Óscares em 2007, entre os quais melhor filme do ano), passado em Boston, e que “desmantela” várias gerações de mafiosos de várias nacionalidades e profissões, com infiltrados até no Departamento Estatal da Polícia de Massachusetts que tece uma intrincada armadilha à Unidade de Investigação Especial, nada faria esperar um filme que o superasse ainda mais!!!...

Guy Ritchie faz-nos mergulhar no realístico mas violento submundo da MÁFIA LONDRINA, onde italianos, americanos e russos se juntam numa intrincada rede de interesses que escapa à violenta velocidade dos factos. Mostrado com enorme perícia artística e cinematográfica, quer no intrincado mas perceptível argumento, realização sublime e subtis efeitos especiais, que conferem drama real à acção sem mostrarem violência gratuita ou demasiado explícita.

ROCK N ROLLA pode muito bem ter sido uma pedra no sapato, no relacionamento de Guy Ritchie com sua ex-mulher, Madonna, que não será totalmente estranha a este submundo da MÁFIA, que envolve quase todos os famosos… Mas também, quem precisa da sombra da Rainha (do POP), em terras de Sua Majestade, depois de realizar tal obra-prima?... Para além dos óscares devidos, Guy Ritchie deveria receber igualmente a condecoração máxima, por exemplo da ORDEM DO TEMPLO, embora sabendo que não é grande adepto de MÁFIAS, SOCIEDADES SECRETAS e honrarias, pois revelou-se um digno CAVALEIRO da VERDADE. Guy Ritchie desmantela com fortes marteladas o que tem de ser desmantelado: a hipocrisia de tapar a verdade social com a mentira jornalística dos MEDIA. A MÁFIA apodera-se a grande velocidade de todos os pequenos ramos da frágil sociedade europeia e mundial que se desmembra, agora, nos seus valores fundamentais…

2009: POLÍTICA DE (DES)EMPREGO

"2010: a Space Odissey II"

Ainda mal começou o ano e já os noticiários “in-formam” o público da “BOA NOVA”: despedimentos das multinacionais por todo o mundo, notícia aliás já esperada…A NOVA ORDEM ECONÓMICA MUNDIAL em desespero para colocar a fase final do seu plano em acção, antes que percam a oportunidade: desempregar para enfraquecer o povo e de seguida instituir regimes de extrema-direita por todo o mundo. É preciso não perder tempo!!!... Andem, falta pouco para 2010 o grande ano da ODISSEIA NO ESPAÇO!!!... Como portugueses nem sequer já nos podemos a candidatar como “camponeses da Europa”, humildes servos dos “Senhores” dos países mais ricos, porque cada vez “mais”, temos “menos” quotas de produção também neste sector económico. São agora os pobres países recém-chegados da Europa de Leste que estão vocacionados a este humilde “papel”, tão esperançados estão, como nós estivémos nesse “MILAGRE ECONÓMICO” chamado “UNIÂO” europeia. As multinacionais, como abutres, migram apressadamente para esses países a montar as suas indústrias de produção de larga escala, seja de calçado, seja de sexo, pois é lá que a mão-de-obra está barata!!!...Assim “aguentam-se” mais uns meses face à RECESSÃO. Mas "NÓS", PORTUGAL, ficámos fora dos muros desta grande UNIÃO ECONÓMICA, essa grande NOVA ORDEM, essa grande MEGALÓPOLIS GLOBAL, tal como os pobres e desgraçados ficavam fora das muralhas das cidades, durante a IDADE MÉDIA.

Se nos outros países da Europa e do mundo a coisa vai mal, por cá será muito pior. É que a juntar à nossa tradicional história centenária de miserabilismo económico, se já em tempos de NÃO CRISE Portugal se revela contrário às tendências dos mercados de trabalho que evoluem com a economia e se especializam, imagine-se perante uma RECESSÃO MUNDIAL… Assim, prepare-se para o desemprego, com um sorriso nos lábios: não se esqueça que, em qualquer entrevista de emprego, um português com muita experiência é posto de parte por ter “EXCESSO DE CURRICULUM”, assim como ter mais de 30 anos já é considerado um bibelô na prateleira. Revelar iniciativa não é igualmente visto com bons olhos pelo empregador pois “contraria” séculos de história hierárquica: ANTIGUIDADE É POSTO (nunca esquecer)!!!... A “CUNHA”, esse neologismo e estigma salazarista, próprio de sociedades não evoluídas, mafiosas, garante da HIERARQUIA, do MEDO e do PODER CORRUPTO, vai imperar de novo, em larga escala. Minta em tudo o que puder: na idade, na experiência profissional, seja falsamente modesto, diga sim a todas as condições absurdas do seu empregador, mesmo se este sugerir sexo implícito (se não sugerir, sugira VOCÊ!!!). Talvez assim tenha a sorte de ser seleccionado de entre centenas ou milhares de candidatos, mesmo que o seu emprego seja para durar apenas alguns meses, semanas ou horas!!!...

Em desespero, os U2 vão a Marrocos e compõe o seu novo álbum: “no line on the horizon”. Em Espanha, cresce o mercado paralelo das empresas não declaradas ao fisco (cabeleireiros em casa “é mato”) e a venda e tráfico de droga. Por cá o panorama nacional será como um padre numa aldeia, que depois de dizer a missa e ter a igreja vazia de fiéis, fecha tranquilamente a porta, mergulhando no silêncio dentro daquelas quatro paredes. Ele meditativo, no interior, continua caminhando, mesmo depois da porta fechada, para a sacristia, onde conta os “trocos” das esmolas, por entre as moedas de cêntimo… e lembra-se: "tal como no tempo de Salazar"...

48 OU 65 HORAS/SEMANA?

um maior número de horas de trabalho "enfraquece" o poder de cada indivíduo

A prova viva de que as políticas europeias estão a regredir a passos largos a cada dia, é o novo pacote proposto no parlamento europeu para a passagem de 48 horas de trabalho semanal máximo obrigatório, para 65 horas, um significativo aumento com consequente perda de qualidade de vida do cidadão europeu!!!... As políticas de exploração do ser humano, típicas dos estados ditatoriais que escravizam o povo são agora apresentadas a todos os parlamentares europeus de forma inequívoca para espanto de todos os europeus!!!...

Em Portugal, ao contrário da maioria dos países europeus, essa normativa das 48 horas raramente era cumprida, sobretudo pelas multinacionais ou grandes empresas que se valem do seu nome e influência, garantindo alguma estabilidade e contratos aos seus trabalhadores através da exploração de um enorme número de horas de trabalho. O trabalhador “veste a camisola” e casa com o trabalho, muitas vezes prejudicando a sua vida familiar e pessoal (muitos divórcios e desentendimentos provêm deste fenómeno laboral). As férias são ditadas pelo empregador conforme as suas conveniências dentro do plano anual de funcionamento. O empregado é uma mera “peça” ou “pau mandado” da fria ““máquina”. Como diz José Gil em “Portugal Hoje: O Medo de Existir” tudo no nosso país não se “inscreve”, ou seja as leis escrevem-se em papel para ficarem escritas e registadas, para serem mostradas aos políticos europeus, mas na prática, raramente se aplicam, ou seja, muitas vezes apenas quando “se dá nas vistas”, em caso de denúncias ou escândalos públicos…

Depois da vergonhosa solução económica da política de financiamento aos bancos é a vez, dos políticos europeus defenderem em exclusivo as multinacionais, contra o cidadão comum. O estudo que se está a levantar na Europa “Viver para Trabalhar” ou “Trabalhar para Viver” acaba por revelar que a inversão das duas palavras, acaba por resultar na mesma injustiça social. Pouco faltará para o parlamento europeu discutir e votar a lei que permitirá instaurar novamente os campos de concentração, como “A SOLUÇÃO FINAL” para a recessão, não?...

“A MORTE DE PORTUGAL”

limpeza étnico-religiosa da "Santa" Inquisição, Autos-de-Fé, Terreiro do Paço

Para Miguel Real, autor deste excelente livro, frases como «para o Nada, a Não-Existência, caminhamos» (in, Ode, D. Leonor de Almeida, Marquesa de Alorna, 8 de Outubro de 1824) ou «desde sempre que nos perseguimos (os portugueses aos portugueses) com veneno e brutalidade» (in, Jornal Público, Vasco Pulido Valente, 14 de Julho de 2007), revelam bem a crise de valores nacionais e morais que os portugueses, enquanto povo, enfrentam na contemporaneidade.

«Ao longo de 400 anos, de D. João III a Oliveira Salazar, Portugal criou uma forma mental e uma visão do mundo que se alimentam exclusivamente da negativização do pensamento oposto, da doutrina contrária, da teoria diferente, nulificando igualmente os seus autores – conceito combatido, autor preso, exilado ou morto, livro queimado ou proibido. O pensador portador da diferença era encarado como inimigo a abater ou a esmagar e o povo – eterno rústico aldeão, alimentado pelas malhas da crendice e da superstição – como massa amorfa ignorante a iluminar e a converter. […] Assim, mais do que filosófica ou reflexiva, a cultura portuguesa tem sido eminentemente ideológica, isto é, enformada ou envolvida por um sentido de Estado que lhe guia a orientação político-social, ora entronizando no poder de uma(s) doutrina(s), ora excomungando a(s) doutrina(s) contrárias. […] de Igreja triunfante e perseguidora até ao reinado de D. João V a Igreja perseguida e humilhada no Liberalismo e na I República, trata-se da mesma forma mentis portuguesa, diabolizadora do pensamento alheio, ora castiço, ora “estrangeirado”, ora religioso, ora ateu, ora metafísico, ora cientifista. […] Contaminado de ideologia, o pensamento português deve a sua existência à configuração político-cultural donde emerge, morrendo com ele.»

«[…] Assim, se quiséssemos definir o tempo moderno e contemporâneo da cultura portuguesa entre 1580 – data da perda da independência – e 1980 – data do acordo de pré-adesão à Comunidade Económica Europeia -, passando simbolicamente pelo ano de 1890 – data do Ultimatum britânico a Portugal -, atravessando 400 anos de história pátria, defini-lo-íamos como o tempo do canibalismo, o tempo da culturofagia, o tempo em que os portugueses se foram pesadamente devorando uns aos outros, cada nova doutrina emergente destruindo e esmagando a(s) anterior(es), estatuídas estas como inimigas de vida e de morte, alvos a abater, e as suas obras como negras peçonhas a fazer desaparecer. Católicos ou erasmitas, papistas ou hereges protestantes, jesuítas ou “pombalinos”, religiosos ou maçónicos, tradicionalistas ou modernistas, espiritualistas ou nacionalistas, cada corrente só se entendia como una e independente quando via o seu reflexo “puro” nos olhos aterrorizados e impuros do adversário, quando o desapossava de bens, lhe subtraía o recurso para a sobrevivência e, em última instância, quando o prendia ou matava, por vezes mesmo “matando-o” depois de este estar morto, como sucedeu com os restos mortais de Garcia da Horta, em Goa, exumados e queimados. Porém, se umas correntes “matavam” o morto, privilégio dos dominicanos da Santa Inquisição, auto-orgulhosamente cognominados os “Cães do Senhor”, outras – animadas do mesmo ódio teológico ou racionalista – “ressuscitavam-no”, como aconteceu com os maçónicos e republicanos face ao legado pombalino, fundado numa das mais impressionantes mitologias culturais alguma vez inventadas em Portugal, erguendo a maior e mais importante estátua do Marquês de Pombal em pleno centro de Lisboa.»

«Assassínios individuais e colectivos (perseguição aos judeus pela Inquisição; perseguição da alta nobreza, dos jesuítas, do “herético” Cavaleiro de Oliveira e de pensadores e poetas pré-românticos pelo Marquês de Pombal; perseguição aos comunistas pela Igreja Católica e pelo Estado Novo no século XX), prisões individuais e colectivas – todos os protagonistas da história da cultura portuguesa, com raríssimas excepções, entre as datas indicadas (1580-1980), têm as mãos sujas e não poucos morreram em desespero às suas próprias mãos […]. […] Guerra de extermínio, como o fez durante mais de um quarto de milénio a Inquisição, como o fez durante trinta anos o Marquês de Pombal, como o fizeram liberais e republicanos durante cerca de um século perseguindo a Igreja Católica, e como o fez o Estado Novo a socialistas e comunistas. […] De 1890, data do Ultimatum inglês, a 1980, data da assinatura do pré-acordo de adesão à Comunidade Europeia (então Comunidade Económica Europeia), Portugal habitou o fundo dos fundos da Europa. Face à comunidade internacional, era indisfarçável o retrato de Portugal como país apenas existente no mapa, onde, mau grado todos os triunfalismos internos historicamente dominantes, da Monarquia Constitucional ao fim da I República, passando pelo fascínio imperial do estado Novo e desembocando no sonho comunista de 1975, conviviam majestaticamente a ignorância cultural, o atraso científico e a miséria económica, dados estatisticamente comprováveis. Em 1974, a taxa de analfabetismo rondava os 50% […]. Hoje, apenas os portugueses com menos de 30 anos conhecem, na ainda breve totalidade da sua vida, uma existência sem repressão política e sem guerra […].»
(in, A Morte de Portugal, Miguel Real, Campo das Letras-Editores SA, 2007)

“PORTUGAL HOJE: O MEDO DE EXISTIR”

os anos 90 marcaram em Portugal um BOOM de consumismo "induzido"

«[…] O Portugal de hoje prolonga o antigo regime. […] O “pequeno”, para o português, é, na realidade, o que para os outros povos representa o “médio”. É no meio dos pequenos objectos que ele se sente à vontade, é neles que investe enchendo a casa de bibelôs, fotografias, cobrindo as paredes com coisas pequenas […]. […] O ser pequeno é a estratégia portuguesa de permanecer inocente, continuando criança. […] Em Portugal […] qualquer promessa é vã. […] Ora se tenta inscrever freneticamente tudo, absolutamente tudo em actas, para que nada se perca, ora reina a maior negligência nos arquivos que ninguém consulta nem consultará (espera-se).»

«[…] A partir do fim dos anos 80 – a afectividade social de antigamente e o familiarismo sofreram golpes decisivos com a desestruturação da família e com […] o enriquecimento súbito, possível, para uma grande quantidade de cidadãos, e a saída definitiva da situação geral, de pobreza em que o país vivera durante séculos. […] A (de) uma modificação brusca de uma economia familiar de poupança para uma economia de consumo desenfreado. […] A poupança não foi apenas uma técnica, por assim dizer, artesanal, de amealhar […]. Foi uma estratégia de sobrevivência […] num país em que não existiam praticamente segurança social e apoio à saúde […]. A poupança não se praticava unicamente nas classes populares, abrangia quase sem excepções as classes médias. […] Poupava-se na comida, na roupa, na casa, nos divertimentos, nos prazeres da vida e de toda a ordem. […] Não é difícil imaginar as consequências de um tal regime de vida, […] controlo permanente, autodisciplina mutiladora da vontade de vida (e da vida da vontade). Além do desenvolvimento de um certo egoísmo social que limita a generosidade e a solidariedade, tão largas em geral nas sociedades de pobreza. […] À lógica de poupança seguiu-se, sem mediações, à lógica do consumismo e do desperdício. […] Mas se a Europa entrou em nós, nós não entrámos na Europa. […] E o nosso frágil tecido económico esboroa-se dia após dia. Portugal arrisca-se a desaparecer.»

(in, Portugal, Hoje: o Medo de Existir, José Gil, Relógio d’Água Editores, 2005)


REGRESSO AO REGIME DE SALAZAR

Salazar, mais vivo do que nunca...

Quem diria que um nome como Sócrates, o mesmo nome Sócrates do grego, filósofo, liberal e de pensamento republicano e isento de preconceitos, lançaria Portugal num novo regime neofascista, agora mascarado de democracia eleita pelo povo português?...Sim porque já temos as finanças a perseguirem os cidadãos e as pequenas e médias empresas, a ASAE a perseguir o comércio com comportamentos semelhantes à PIDE, o ensino a retirar o poder das famílias em relação aos seus filhos, a economia mesquinha que definha, o isolacionismo relativamente aos países mais ricos da Europa, as polícias que aplicam multas indiscriminadas (cujas largas receitas revertem a favor do Estado) e que sufocam a já miserável economia das famílias já na total penúria e endividadas, a censura na imprensa e na televisão, as perseguições políticas e ameaças, a máfia que se apodera de tudo, a moda anos 40 e 50, a moda de falar e escrever sobre Salazar, as forças de extrema-direita que se organizam e reestruturam, a emigração como fuga à situação que se instala, os serviços de saúde que não funcionam, a segurança social que não passa de uma piada, o desemprego apenas nas classes mais pobres, a Banca mais poderosa que nunca, a moeda que cada vez circula menos nas carteiras dos que mais precisam e estruturam a democracia: a classe média…

Está a faltar alguma coisa?...

O 25 DE ABRIL EXISTIU MESMO?

o filme "Capitães de Abril" documenta esse "breve momento" de Liberdade em Portugal

Era eu uma inocente criança, quando se deu o 25 de Abril. Lembro-me de andar de mão dada com o meu pai, junto dos meus irmãos e da minha mãe. Toda a gente saia à rua. Todos queriam saber o que se passava e perceber qual o seu destino e o seu futuro. Gritavam-se palavras de liberdade, palavras de ordem em favor do povo oprimido pela ingestão económica e social a que o país tinha chegado. Eu era uma criança, apenas via as pernas das pessoas aglomeradas e eram muitas… Lembro-me do desfile de tanques e carros militares, das canções alentejanas, do “Grândola Vila Morena”, do grito “O Povo Unido jamais será vencido”, dos “V’s” de vitória seguidos, empunhados pela mão de cada manifestante. Sentia um misto de medo, de algum descontrole do povo, mas a segurança da mão do meu pai dava-me tranquilidade. Sabia que estava seguro desde que estivesse com ele.

Mas tudo isso passou. Vieram os partidos políticos, a república “verdadeira” e com ela, aos poucos, o esquecimento dos tempos difíceis. Hoje, passados 34 anos, por mais desfiles e celebrações que se façam nesse dia de liberdade, o seu significado perdeu-se. Os mesmos políticos que participam nas celebrações já não respeitam os verdadeiros princípios de liberdade e respeito social manifestados na altura. O 25 de Abril, hoje, cheira a falso. A mesma falsidade denunciada na inconsistente e insegura manobra militar que esteve, a medo, na base da “revolução dos cravos”. Poucas pessoas morreram, o que para uma revolução social é deveras estranho. Mas as condições sociais foram progressivamente melhorando. Com a adesão à União Europeia, os receios vieram e com eles os largos subsídios, manipulados ”democraticamente” por alguns barões. Uma nova classe surgia: os subsídio-dependentes, as máfias políticas encapotadas, os negócios de empresas feitas à pressa, os conhecimentos “vendidos” a apenas alguns, o tráfico de influências, as “cunhas” para os subsídios… a União lançara no seio da liberdade um Cavalo de Tróia: a promessa de um mundo melhor, uma união económica europeia que nos lançaria de vez no mercado internacional. Esta é uma falsidade semelhante à denunciada subtilmente no filme “Capitães de Abril”, uma falsidade tão suavemente portuguesa, que nos leva hoje a perguntar: o 25 de Abril existiu mesmo?...

Os desfiles de pessoas que se juntavam na Alameda Afonso Henriques e no Marquês de Pombal, na Praça do Comércio, no Areeiro, de onde desciam avenida abaixo até aos Restauradores e ao Rossio. O mesmo Areeiro, onde agora “jaz” a cabeça “cortada” de Francisco Sá Carneiro, a meio caminho do aeroporto onde foi assassinado, numa escultura sádica, em que a sua cabeça mais parece uma bola de golfe colocada junto a vários tacos alinhados (a formar as curvas ascendentes das “setas” do PSD), como que a dizer: esqueceste-te do que aconteceu aqui nesta praça, a luta pela igualdade e pelos direitos de TODOS os portugueses… Afinal de contas, TUDO se esquece, porque os portugueses sofrem de memória curta, e de uma grande concentração de MÁFIAS por metro quadrado…

ISMOS E MAIS ISMOS...

Vladimir Lenin: líder do Partido Comunista incentivou a Revolução Russa de 1917

O sufixo “ISMO” de origem grega (ismó), designa um conjunto de crenças, princípios, doutrinas seguidas por um determinado grupo (fundamentalismo, racismo, fanatismo), filosofias (aristotelismo, platonismo, cinismo, ocultismo), religiosas (cristianismo), budismo, islamismo, judaísmo, zoroastrismo, hinduísmo), políticas (totalitarismo, fascismo, capitalismo, socialismo, comunismo, marxismo, leninismo, estalinismo, nazismo, colonialismo, imperialismo). De uma forma ou de outra, por um motivo mais do que outro, todas estas palavras têm, em geral, uma conotação negativa. Em medicina este sufixo tem uma conotação claramente “PATOLÓGICA”, com ligações a “DOENÇA”. O dicionário Houaiss dá-nos esta explicação: "...usado para falar de uma intoxicação de um agente obviamente tóxico", também nos remete a “PROBLEMA”, ou “DISFUNÇÃO”.

Já o sufixo "DADE" é adicionado, significando "modo de ser", comportamento. É raro termos muitos neologismos em religião com o sufixo "DADE". Por exemplo, "cristandade" quer dizer: conjunto dos povos ou países cristãos. Num sentido específico, podemos falar que esta palavra representa uma corrente de pensamento, que é política e socialmente cristã. Por exemplo, a palavra “cristandade” foi usada na Idade Média para distinguir os cristãos ocidentais europeus “mais puros" daqueles do outro lado do mundo, “menos puros", que poderiam ser remidos pelo sangue de Cristo. Uma curiosidade: em Portugal, nos anos 50, algumas igrejas católicas difundiram muitos “Cursos de Cristandade” onde apenas “algumas famílias” eram convidadas a participar. Eram cursos que visavam formar as famílias segundo princípios de excelência comportamental, um início de muitos princípios fundamentalistas, hoje difundidos na OPUS DEI, com certas conotações e ligações a princípios racistas e de extrema-direita…

Assim, de uma forma resumida, podemos dizer que o sufixo "DADE" caracteriza indivíduo e o sufixo "ISMO" grupo ou sistemas de crenças e comportamentos sociais. Afinal, as palavras podem dizer-nos muito sobre a sua “TOXICIDADE”, sobretudo, se estivermos atentos… Uma coisa é certa: ao longo da história, os “ISMOS” ligados à política trouxeram mudanças, mas sempre à custa de muito sangue e injustiças…

CAMARATE – CAPÍTULO III

Francisco Manuel Lumbrales de Sá Carneiro, 19.07.1934 - 04.12.1980

O filme “Camarate” de Luís Filipe Rocha, que “confirma” a tese de atentado, com explosivos de fraca potência por
debaixo do piloto (que assim ficaria impossibilitado de controlar a aeronave e deixar imperceptível o atentado), é um excelente registo dos factos sucedidos naquele curto período do dia fatídico. Um realizador de cinema conseguiu numa hora e meia, o que dezenas de juízes, centenas de advogados e testemunhas, milhares de políticos e investigadores não conseguiram. Afinal, o mote do hino do PSD, “a caminho da verdade”, é deitado por terra por uma democracia cega que não quer deixar ver a VERDADE, a mesma verdade que cegou as personagens de “O ELOGIO DA CEGUEIRA” de José Saramago.

José Esteves foi guarda-costas de Freitas do Amaral nas presidenciais de 1986 e Freitas do Amaral foi acusado de não ter dado ênfase ao fax recebido umas horas antes do atentado, no seu gabinete, enviado pela INTERPOL, onde se chamava a atenção para um especialista em bombas que viajara na noite precedente para Portugal… Simples coincidência, política, claro… foi a Assembleia, o conjunto dos partidos políticos, figuras de relevo individuais da nossa praça, que fizeram força para que a Verdade não viesse a público, pelo menos de forma directa, com prisões e julgamentos… Foi a democracia portuguesa que crucificou o homem que, dois dias antes de morrer, declarou em comício, que o comunismo era o mal de Portugal, e que tinha de ser erradicado. E essas afirmações, não foram bem aceites por alguns, os mesmos que hoje, provavelmente, aceitam o “regime totalitarista” da economia europeia e internacional… em dois dias foi preparado um plano e executado, com a frieza e eficiência de uma super-estrutura de poder. Tais recursos só pertencem a sociedades secretas ou polícias especiais, que (as mesmas que pertencem ou estão nas mãos dessas mesmas sociedades)… Se a morte de Francisco Sá Carneiro, veio ou não de Inglaterra, encomendada, sob a forma dos componentes específicos ou por know-how de um especialista em bombas provavelmente nunca o vamos saber. Mas sabemos, pela boca daquele que a colocou por debaixo do assento do piloto, José Esteves, operacional dos Comandos de Defesa do Continente, e guarda-costas de Freitas do Amaral…

Mas o filme “Camarate” refere ainda aquilo que de mais curioso pode existir neste caso. É que Francisco Sá Carneiro tinha prometido publicamente levar à Justiça o caso descoberto umas semanas antes, do tráfico de armas do exército português e de diamantes, que envolvia altas patentes do exército, Maçonaria, políticos de renome, famílias conhecidas…e muita, muita droga. Camarate tornou-se uma caixa de Pandora para a política nacional, uma espécie de mal estar, algo que não se deve tocar se quiser viver em paz… Que o diga o jornalista da TVI, Rui Miguel Ganhão Pereira, de 29 anos (filho do jornalista da RTP Rui Ganhão Pereira) que se “suicidou” saltando da ponte 25 de Abril exactamente no dia da morte de Sá Carneiro, no dia 4 de Dezembro, exactamente 20 anos depois!!!... O mais arrepiante é que tinha feito um programa, semanas antes em que investigava exaustivamente o caso Camarate, denunciando falhas gravíssimas em todo o processo de investigação e julgamento. O que terá levado este brilhante, novo e promissor jornalista, com uma filha nascida nesse Verão, com uma vida estável com a jornalista da SIC Ana de Freitas (casada actualmente com Daniel Cruzeiro, coordenador do programa Reportagem SIC) a cometer suicídio? Chantagem, Ameaça? Provavelmente nunca o vamos saber porque afinal de contas, tudo o que está relacionado com o caso Camarate, não são senão pontas soltas… Certo é que não existem fotografias de Rui Miguel Ganhão Pereira a circular na Internet, e a pouquíssima informação que se encontra acerca deste é demasiado escassa para ser…VERDADE!!!...TUDO foi APAGADO!!!...

Recentemente, um grupo de amigos de José Eduardo Moniz juntou-se para um almoço-surpresa de forma a assinalar o 10º aniversário da TVI, durante o qual este classificou como o pior momento destes dez anos "a morte do jornalista Miguel Ganhão Pereira em circunstâncias muito dramáticas", numa altura em que a TVI mudava de logótipo (Setembro de 2000) pois, "era a entrada de uma nova Era que se estava a materializar", concluiu…

A HISTÓRIA “MANIPULADA”, REPETE-SE…

o assassinato de JFK mudou o rumo da história dos EU e do mundo...

As sociedades secretas especializadas em segredos, obsessão por números e códigos, tráfico de influências, conspirações e manipulação da verdade podem levar as suas acções até à própria manipulação da história. O pregão “a história repete-se” foi, aliás, inventado e divulgado por iniciados nestas ordens secretas, para demonstrarem o seu poder ou justamente para marcarem posição relativamente a pessoas informadas ou igualmente iniciadas, como que a dizer “eu sei que a história se pode repetir, se NÓS quisermos”… Veja-se este exemplo curioso: Brandon Lee, filho de Bruce Lee, também excelente praticante de artes marciais como seu pai, morreu novo tal como ele, “acidentalmente” como na história de um dos filmes feitos por Bruce Lee: durante as filmagens uma bala que deveria ser de pólvora seca, e não o era… Mais arrepiante e “poderoso” é o o exemplo abaixo descrito de duas pessoas ligadas à Maçonaria americana…

Abraham Lincoln foi eleito no congresso em 1846 e John F. Kennedy, no congresso em 1946. Abraham Lincoln foi eleito presidente em 1860 e John F. Kennedy em 1960. Ambos defenderam os direitos civis, temas pouco populares junto das sociedades secretas de tendência totalitarista. As suas esposas perderam filhos quando ainda estavam na Casa Branca. Ambos foram assassinados numa sexta-feira, com disparos à cabeça. A secretária de Lincoln tinha apelido Kennedy e a secretária de Kennedy tinha como apelido Lincoln. Ambos foram assassinados por sulistas e ambos foram substituídos por sulistas com o mesmo apelido: Johnson. Andrew Johnson, que sibstituiu Lincoln, nasceu em 1808. Lyndon Johnson, que substituiu Kennedy, nasceu em 1908. John Wilkes Booth, que assassinou Lincoln, nasceu em 1839. Lee Harvey Oswald, que assassinou Kennedy, nasceu em 1939. Ambos os assassinos usavam e eram conhecidos pelos seus três nomes, algo não muito praticado na cultura americana civil, mas utilizado para designar pessoas especiais dentro da Maçonaria. A soma das letras de ambos os nomes, dá um total de 15, um número especial na maçonaria, que simboliza um ponto de viragem, uma mudança. Lincoln foi atingido dentro de um teatro chamado Ford. Kennedy foi assassinado no seu automóvel Lincoln, construído pela companhia automóvel Ford. Booth e Oswald foram assassinados antes do julgamento. Uma semana antes da sua morte, Lincoln esteve em Monroe (Maryland) e uma semana antes da sua morte Kennedy esteve com Marilyn Monroe. Coincidência???...Veja o filme "JFK" de Oliver Stone, uma obra cinematográfica brilhantemente realizada, e não perca todos os pormenores, tais como o racismo e o anti-comunismo tão presentes no espírito das sociedades secretas americanas...

”Em política, não há coincidências” (frase proferida e preferida pelo Dr. Durão Barroso, Presidente da Comissão Europeia, membro dos BilderBerg – a elite da elite das sociedades secretas dos políticos e dos homens mais poderosos do mundo).

CAMARATE – CAPÍTULO II

José Esteves foi guarda-costas de Freitas do Amaral nas presidenciais de 1986

Dois meses e meio depois de o processo de o caso ‘Camarate’ ter prescrito e quase 26 anos após a explosão do avião que vitimou o ex-primeiro-ministro, Francisco Sá Carneiro, e o ex-ministro da Defesa, Adelino Amaro da Costa, José Esteves, considerado suspeito pelas comissões de inquérito parlamentares, assumiu ter sido o autor da bomba que fez explodir o pequeno Cessna. Como o processo prescreveu, o advogado das famílias das vítimas considera que “é muito difícil levá-lo a julgamento”. “Eu fabrico a faca, mas não dou a facada. As armas não matam. Quem mata são os homens. Em Camarate, tudo o que eu fiz foi dizer “sim, senhor patrão”, afirma José Esteves em entrevista à revista ‘Focus’. E precisa: “Montei um engenho incendiário para pregar um susto. Foi entregue na Rua Augusta, numa loja, debaixo de um ‘puff’”. O susto era dirigido ao general Soares Carneiro, candidato presidencial da Aliança Atlântica, e estava planeado “incendiar o avião no fim da pista”.

A revelação de José Esteves não surpreendeu o advogado das famílias das vítimas. Mas como “o Supremo Tribunal [de Justiça] em Setembro declarou o processo encerrado”, Ricardo Sá Fernandes diz que, “à partida, é muito difícil levá-lo a julgamento porque há o princípio da não retroactividade da lei penal”. E o mesmo acontecerá com Lee Rodrigues, outro suspeito. José Esteves, operacional dos Comandos de Defesa do Continente (CODECO) e guarda-costas de Freitas do Amaral na campanha das presidenciais em 1986, foi arguido no processo da morte de Sá Carneiro, em Camarate, na noite de 4 de Dezembro de 1980. Chegou a ser ouvido numa comissão de inquérito na Assembleia da República, numa altura em que era ainda detective privado. José António dos Santos Esteves, depois vidente, usava o nome de ‘SôZé’, participando nas ‘Noites Marcianas’ e noutro programa, na SIC, com Herman José. Foi ainda segurança, na Universidade Moderna. Recentemente converteu-se ao islamismo.

Segundo Sá Fernandes, “a comissão parlamentar pediu ao Ministério Público para não deixar prescrever [o processo] e o Ministério Público deixou prescrever. Isto é gravíssimo”. Por isso, as famílias das vítimas vão avançar com uma queixa contra o Estado no Tribunal Europeu dos Direitos Humanos, para pedir uma indemnização só de um euro. Ontem, o CM tentou contactar José Esteves, mas foi informado de que “estava incontactável e sob protecção”. Esteves prestou ontem declarações no Departamento de Investigação e de Acção Penal (DIAP), em Lisboa, após ter sido detido no dia anterior por “posse de arma de fogo proibida”, segundo a PJ. E isso aconteceu no âmbito “de uma investigação alargada a múltiplas ameaças com a prática de crimes acompanhadas de actos susceptíveis de causar alarme público”. É o caso da colocação de caveiras e ossos à porta da SIC e em grandes superfícies comerciais e, em Julho de 2005, de um envelope em árabe à porta da Lusa.

CAMARATE – CAPÍTULO I

Camarate, símbolo de uma "Justiça" que demora 26 anos, para arquivar um processo!!!...

Na noite de 4 de Dezembro de 1980, o avião onde seguia o então primeiro-ministro, Francisco Sá Carneiro, a sua companheira, Snu Abecassis, e o ministro da Defesa, Adelino Amaro da Costa, António Patrício Gouveia, chefe de gabinete de Sá Carneiro, despenhou-se em Camarate, quando seguia para o Porto. No total, morreram sete pessoas.

«O advogado das famílias das vítimas do «caso Camarate» confessou estar «satisfeito» mas «não surpreendido», com as afirmações de José Esteves, que assumiu à revista Focus o fabrico de um engenho que alegadamente matou Sá Carneiro e Amaro da Costa. Em declarações à agência Lusa, Ricardo Sá Fernandes confessou estar «contente» com a confissão de José Esteves mas «com um certo amargo de boca» pelo facto de «esta não poder ser usada para se fazer justiça», já que o «Caso Camarate» prescreveu em Setembro passado. O ex-segurança José Esteves confessou, em entrevista à revista Focus, ter preparado um engenho que alegadamente fez explodir o avião que matou o primeiro-ministro Francisco Sá Carneiro e o ministro da Defesa Adelino Amaro da Costa, a 4 de Dezembro de 1980.

«Sempre disse que prescrito o crime, os autores não deixariam de assumir a sua autoria. Esta confissão de José Esteves tem enorme importância porque foi feita pela primeira vez. Tinha ameaçado algumas vezes que ia falar mas só agora o fez», disse o advogado. De acordo com Ricardo Sá Fernandes, «falta agora fazer na Europa a justiça que não foi possível fazer em Portugal». «Neste momento tenho duas consolações: que na História de Portugal ficará registado que Camarate não foi acidente mas um atentado e que o Tribunal Europeu dos Direitos do Homem possa ainda reconhecer que foi cometido um crime», disse o advogado, acrescentando que «se a Europa considerar que foi um atentado isso significa uma severa punição para o regime democrático português do 25 de Abril». O causídico vai apresentar, em Janeiro, junto do Tribunal Europeu dos Direitos do Homem, uma acção em que pede a condenação do Estado português «a uma indemnização simbólica de um euro» às famílias das vítimas.

Para Ricardo Sá Fernandes, várias foram as instituições que falharam, impedindo que Camarate chegasse à barra do tribunal. «Falharam várias instituições mas a principal foi o Ministério Público. O então Procurador-Geral da República Cunha Rodrigues equivocou-se por razões de Estado e agiu contra os interesses desse mesmo Estado. É o grande responsável», afirmou. A queda de uma aeronave Cessna no bairro de Camarate, a 4 de Dezembro de 1980, provocou a morte do então primeiro-ministro Francisco Sá Carneiro, da sua mulher Snu Abecassis, e do ministro da Defesa Adelino Amaro da Costa. José Esteves, antigo segurança do CDS, assume agora que foi o autor de uma bomba incendiária que alegadamente provocou o acidente mas que o seu plano era apenas pregar um «susto» ao general Soares Carneiro, candidato pela Aliança Democrática (AD) à Presidência da República, e que o seu engenho foi alterado por forma a provocar a morte dos passageiros do Cessna. O Cessna, já a arder e deixando um rasto de detritos, acaba por embater em cabos de alta tensão, junto ao bairro das Fontainhas, e depois de perder velocidade acaba por se despenhar sobre Camarate, perto de Lisboa.»
(in, Diário Digital / Lusa 29-11-2006 7:54:00)

BIG BROTHER: O MEDO COMO ARMA POLÍTICA

o livro e filme "1984" de Georges Orwell difundiu a expressão maçónica BIG BROTHER

O princípio das sociedades FASCISTAS e das DITADURAS em geral, sempre foi e sempre será o CONTROLO e o MEDO. Actualmente, “graças” às tecnologias ao serviço dos Estados, dos Bancos e das Polícias, a manipulação da vida pessoal de um ou vários cidadãos é total e o processamento de todo o tipo de informação está à distância de um clique ou de um telefonema. A democracia tem os seus dias contados, ninguém duvide. Nos últimos meses vimos suficientes SINAIS PREOCUPANTES, na sociedade, muitos deles originados por políticos e instituições controladas pelo Estado. RECESSÃO MUNDIAL, ASAE, DESEMPREGO, CRISE ECONÓMICA, não são senão instrumentos para criar MEDO!!!...

Afinal a história de “ficção” – 1984 – de George Orwell está mais viva que nunca: “nele é retratada uma sociedade onde o Estado é omnipresente, com a capacidade de alterar a história e o idioma, de oprimir e torturar o povo e de travar uma guerra sem fim, com o objectivo de manter a sua estrutura inabalada”. O passo seguinte ao do “BIG BROTHER IS WATCHING YOU” é o dos informadores, dos “bufos”, dos “ratos”, dos que se fazem de estúpidos e que denunciam, dos cobardes, dos “irmãos” unidos contra a democracia, de todo um mundo “aparente” e de terror psicológico, em que a liberdade deixa de ter lugar: a sociedade está prestes a ser “aprisionada” pelos políticos imperialistas. Oposição é uma palavra em riscos de extinção e a ser perseguida pelos "irmãos", autênticos "cães de guarda" das sociedades secretas. Todo este processo foi maquiavelicamente preparado pelas sociedades secretas e alguns partidos políticos… Qual será o desfecho deste triste episódio da história da humanidade, justo numa altura em que todos esperavam uma evolução positiva para uma sociedade global mais humana e informada para o século XXI?...

A NOVA ORDEM MUNDIAL: A ECONOMIA

a NOVA ORDEM ECONÓMICA anunciada pelo próprio Presidente da Comissão Europeia

Anunciada recentemente pelo Presidente da Comissão Europeia, o Dr. José Manuel Durão Barroso, em Dezembro de 2008, a NOVA ORDEM ECONÓMICA MUNDIAL, com a qual encheu a boca em diversos discursos no Parlamento Europeu, já mostra os seus dentes caninos aos cidadãos de todo o mundo. É que no seio das sociedades secretas de todo o mundo, NOVA ORDEM é sinónimo de que uma DIREITA INTERNACIONAL que se está a instalar no seio das democracias para acabar com aquilo que consideram uma fraqueza face à esquerda: o direito aos cidadãos de terem direitos… O sistema hierárquico faraónico e fundamentalista, cego e frio que existe como estrutura destas sociedades de elites, está a ser, de forma forçada, aos poucos implementado no coração das democracias de todo o mundo, justamente por aqueles eleitos pelo povo e pelos cidadãos como responsáveis de defenderem os seus direitos. Em troca de dinheiro e favores todos se acabam por corromper…todos têm o seu preço, mas no final estas MÁFIAS sabem que tudo e todos podem ser comprados em troca de favores económicos.

Uma coisa é certa NOVA ORDEM é sinónimo de FASCISMO, NEONAZISMO, EXTREMA-DIREITA, NEO-SALAZARISTAS, MÁFIAS, IMPERIALISMO e é lavada a cabo basicamente pelas sociedades secretas, alguns partidos políticos, seitas, multinacionais e todos os que acreditam no III REICH dos MIL ANOS, anunciado por Hitler…

ASAE: A NOVA PIDE?

a desproporção da força policial para uma "mera" entidade "reguladora"...

Com três anos de existência, a ASAE é a nova polícia “política” dos portugueses, com poderes equivalentes a uma polícia que lida com terroristas. A única diferença é que os terroristas, inexistentes em Portugal, tiveram de ser “substituídos” por comerciantes e pequenos empresários, que tentam sobreviver ao capitalismo das multinacionais e da lei, cada vez mais apertada no sector dos produtos e do comércio. Assim, fica claro, que a ASAE, além de ser directamente instrumentalizada pelo Governo vigente, trabalha igualmente para destruir as pequenas e médias empresas que tentam desesperadamente sobreviver, perante o calamitoso panorama económico nacional e europeu. Nos anos 90, em Portugal, foram criadas condições para a modernização do tecido empresarial português. Vivia-se uma época de grande prosperidade e as pequenas e médias empresas eram tão ou mais importantes que as grandes multinacionais. Mas com o tempo, esse “Cavalo de Tróia” revelou a sua verdadeira face: dar poder ao capitalismo de direita e a retirada de poder ao pequeno capitalismo, ao pequeno negócio, que era a base estruturante da economia portuguesa.

Com a justificação de que pretende aumentar os níveis de qualidade e certificação dos produtos, do comércio e das empresas, a ASAE aplica pesadas multas aos pequenos negócios, de forma que os inviabiliza imediatamente. Não há proporcionalidade, apenas PREPOTÊNCIA, injustiça, PERSEGUIÇÃO POLÍTICA e IDEOLÓGICA. Quem não gostar de uma loja ou negócio determinado, faz uma queixa e zás!!!...o negócio é fechado num abrir e fechar de olhos. Se isto não é uma nova PIDE, uma nova GESTAPO, então é o quê? Porque não usam os agentes da ASAE fardas de acordo com a sua função “POLÍTICA”? Será uma questão de dias, talvez…

Como se isso não fosse suficiente, a pesada e complexa legislação criada pelo governo para definir competências e normas que a ASAE passa a obrigar aos negócios, em especial ao comércio, vem aumentar o cada vez maior labirinto de leis e normas de projecto para o licenciamento destes, com consequentes encargos cada vez mais pesados e processos cada vez mais morosos. O factor aleatório e a politização dos projectos, que se têm de submeter a cada vez mais entidades, dependentes directamente do poder político, vem pôr em risco o anterior processo democrático de legalizar um negócio de comércio. Tal como a PIDE obrigava aos comerciantes a pagarem um “TRIBUTO SECRETO” para os seus bolsos, pois de outra forma impediria os seus proprietários de continuarem, Portugal vê hoje, a democracia e os direitos e liberdades do pós 25 de Abril desaparecerem alegremente, pelas mãos dos políticos sentados na Assembleia da “República”. Em Espanha, tal como na maioria dos países europeus, a legalização dos projectos depende apenas e unicamente do Arquitecto projectista e desta forma se contorna o FASCISMO das MÁFIAS locais, regionais e nacionais…

ACABAR COM AS SOCIEDADES SECRETAS

"BIG BROTHER IS WATCHING YOU" é já uma ameaça real à democracia

«A Maçonaria é uma organização secreta, subversiva, que põe em causa os princípios do Estado de Direito. O Estado de Direito significa liberdade, igualdade, imparcialidade, Justiça, desenvolvimento. A Maçonaria é um clube, secreto, que mata o Estado. A Maçonaria vive dos esquemas, do controlo anti-democrático do Poder, baseada em solidariedades de "irmãos" que acabam por se traduzir em tráfico de influências, em assalto ao Estado, em corrupção, em injustiça, em subdesenvolvimento.Nas altas esferas do Poder são colocados "irmãos" maçons, não porque são bons ou os indivíduos certos, mas porque através deles a maçonaria mantém o Poder. O Povo, o cidadão indiferenciado, nada conhece destes grupos, destas associações, destas tríades».

«O Povo vive vergado a esses grupos de "irmãos" - assim se denominam na Maçonaria os membros - que trabalham para a "organização" Maçonaria, sem a qual não têm prebendas, poder, tachos. O Povo vota e pensa que manda alguma coisa. Porém, o Povo comum nada manda. Quem manda é a Maçonaria que, vestindo de avental e olhando para os seus símbolos, finalisticamente criados, ficticiamente criados, vai dividindo o Poder, dividindo os lucros dos chorudos negócios do Estado, ganhando imunidade, contra o Poder Democrático. Os maçons abarbatam o Poder: Serviços Secretos, Justiça, Poder Bancário, Poder Empresarial, Poder da Comunicação Social, Forças Armadas, Forças de Segurança, Poder Político. A vigarice, a fraude, o tráfico de droga, o tráfico de armas, os julgamentos martelados, ou benzidos como diz o Povo, repetem-se.A vigarice vai reinando. […]»
(in, Portugal tem de eliminar a Maçonaria, 22-12-2008, Blogue do advogado José Maria Martins)

FASCISMO POR FASCISMO…

muitas ditaduras tiveram início quando o povo sem dinheiro, não "via" outra saída...

No final de Dezembro de 2008, o Presidente do Governo Regional da Madeira foi acusado de fascista pelo PS ao que respondeu imediatamente: “se eu sou fascista eles, pelas políticas que levam a cabo, são de extrema-direita!...”. Este é o panorama nacional. Democracia já não existe, visto que os partidos dos quais se podia esperar que defendessem um Estado de Direito já se apelidam mutuamente de ditadores para cima, num discurso político muito acima da república e da democracia.

Em Portugal, nos anos 90 do séc. XX, criou-se uma nova sociedade, com acesso a mais regalias sociais, melhor poder de compra, mais direitos e liberdades, mais moderna. Realizou-se a EXPO’98. Formaram-se jovens para serem líderes de empresas novas, inovadoras que trouxessem um ar fresco à sociedade. Mas tal como o cavalo de Tróia, essa “frescura” murchou e agora os eleitos europeus e nacionais, estão a destruir todo o trabalho feito anteriormente, porque se aperceberam que numa sociedade tão moderna falta aquilo que mais precisam: escravos e pessoas que se submetam às MAFIAS, pois são estas as únicas que PODEM deter todo o dinheiro que circula. Assim, a política agora travestida de um FASCISMO ECONÓMICO ENCAPOTADO, bestializa a sociedade para esta mergulhar numa NOVA IDADE MÉDIA, num colapso social de incertezas, sem precedentes, sem caminho e sem soluções, porque os detentores do poder, assim o determinaram…

OS SEUS INIMIGOS

não se esqueça que a MODA é, acima de tudo, um motor de CONSUMO

Quantos de nós não fomos já confrontados com pessoas que defendem certas ideias, produtos ou marcas de forma afirmada e quase agressiva, ou que nos incentivam constantemente ao consumo independentemente de saberem que estamos os não disponíveis para gastar dinheiro?... Pois é, prepare-se para colocar essas pessoas na sua lista…negra!!!... Nem que as considere os seus melhores amigos, pertencem a grupos ou redes que os “obrigam” a serem opinion-makers ou incentivadores do consumo. Por vezes, na nossa própria família, somos colocados em situações financeiras de ruptura porque a esposa, o marido ou o sogro incentivam à compra de carro ou casa ou a fazer obras dispendiosas no apartamento, consumos exorbitantes de roupa e perfumes, ou até no simples supermercado, tudo em prol do…consumo!!!...

Defenda-se. Seja racional. Se não tem, não consuma. Monte um sistema defensivo e identifique todos estes seus “inimigos”. Restrinja todos os seus gastos ao absolutamente necessário, anule ou mude todos os sistemas de débito directo para pagamento por multibanco, entregue a sua Via Verde (em caso de reclamação a Brisa ou a Lusoponte cobram sempre o valor máximo das portagens!!!...). CONTROLE A SUA VIDA!!!... Não deixe aos critérios informáticos das empresas bancárias ou dos Bancos transformarem a sua vida num inferno, porque é o que vai acontecer, se não montar o seu castelo à volta da sua vida. Prepare-se para a guerra porque a cada dia que passa as burlas são cada vez maiores e entidades confiáveis hoje, não o serão amanhã. Comece por pagar as despesas dos seus cartões VISA, uma por uma, e quando possível anular ou não utilizá-lo mais!!!... Peça ajuda à família, aos amigos e vizinhos, anule o mais possível as suas dívidas. Não se esqueça que se vovê está a passar dificuldades as empresas também e o seu marketing e publicidade vão ser muito mais agressivos e aliciantes. A partir desse momento está preparado para montar guerra aos seus inimigos, aqueles mesmos que o levaram a uma situação de consumo excessivo e que provavelmente, neste momento se estão a rir de si. Não se esqueça, no entanto, que alguns deles podem ser perigosos e infernizar-lhe a vida ainda mais, caso entre em conflito directo com eles. Seja subtil. A VINGANÇA É UM PRATO QUE SE SERVE FRIO!!!...

Muitos destes opinion-makers ou incentivadores do consumo pertencem a partidos políticos, sociedades secretas, seitas, grupos financeiros com interesses em determinados produtos ou marca e que vêm em cada pessoa um “terminal” da sua rede. Tal como os arrumadores de carros são o fim de uma enorme cadeia de droga que vai da produção à distribuição e consumo, nós passamos a ser “peças” da gigantesca “MÁFIA DO CONSUMO”. Prepare-se para o FUTURO, um futuro cada vez mais difícil financeiramente e que requer medidas excepcionais de atenção e controle da sua vida, a todos os níveis. Estas pessoas e grupos andam desesperados por dinheiro e farão tudo por tudo para o levar ao consumo. Saiba negar-lhes o caminho e barrar na fonte as suas intenções maquiavélicas e malévolas. SEJA FIRME!!!... Não precisa ser desconfiado, apenas perspicaz!!!... VIVA a sua vida, mas esteja simplesmente atento, SEMPRE!...

A DESERTIFICAÇÃO POPULACIONAL

muito do património histórico e arquitectónico em risco de desaparecer...

Já todos notaram uma certa desertificação das cidades e aldeias do interior de Portugal em especial, mas de uma forma geral por todas as localidades de pequena e média dimensão. A que se deve este facto? Poderá ter a ver com a população envelhecida destas zonas e que, por morte natural dos mais idosos, se vêem as populações decrescer rapidamente? Da mesma forma a emigração é um factor que está a afectar o nosso país. As casas devolutas aumentam e cada vez se vêem mais anúncios de vendas de imóveis pendurados nas fachadas de prédios e moradias. No meio deste abandono de imóveis muito património histórico e arquitectónico se perde para sempre…

Nem mesmo a descida do IMI em cerca de 20% nalguns municípios parece voltar a dar vida a estes centros populacionais e ao mercado imobiliário, que mergulha agora numa profunda crise. Mas também quem, no seu perfeito juízo, vai contrair um empréstimo num banco, face a uma recessão mundial que, artificial ou não, pode levar à bancarrota e consequente nacionalização da Banca pelo Estado?... E tudo isto pode piorar, no caso de “rebentar” uma onda de revolta por toda a Europa nos países empobrecidos e periféricos, por verem a ingerência económica a que estão votados por terem confiado nos deputados europeus, que apenas defendem já os interesses dos países mais ricos do centro e do norte da Europa.

Enfim, parece que Portugal já não é terra para portugueses…

POUPAR… COM DÍVIDAS POR PAGAR?

o que preocupa os políticos é "poupar" quando os cidadãos nem podem "pagar"...

Depois de o primeiro-ministro ter publicitado, no final de Dezembro de 2008, os certificados de aforro da CGD como sendo os mais seguros em época de recessão, para quem ficou com dúvidas depara-se com a publicidade deste banco nos jornais: “no futuro, a única certeza é a sua poupança; como vai estar o mundo daqui a uns anos, não sabemos; mas sabemos exactamente como vão estar as suas poupanças”… Parece que além dos subsídios à Banca, pagos com o dinheiro dos contribuintes o Estado continua mais interessado em defender os interesses particulares do que garantir a sobrevivência do portugueses face à crise!!!...

Palavras para quê?...

CENTROS DE (DES)EMPREGO

emprego e desemprego significam muitas vezes o mesmo, em Portugal

Para lá da crise económica que justifica todo o tipo de despedimentos injustificados e insegurança social no seio das famílias, aqueles que têm de se deslocar aos centros de emprego para aí se inscreverem deparam-se com um cenário bastante surreal. É que apesar de todas as modernizações e informatização que estes centros de emprego têm sofrido ao longo dos últimos anos, tudo está na mesma!!!... Para aqueles que têm acesso à internet “inscrevem-se” no centro de emprego de “forma fácil e inteligente”, mas no final do processo, depois de preenchidos uma infindável lista de quadros e de se dar todo o tipo de informações pessoais e curriculares, deparamo-nos com uma nota final: “queira por favor deslocar-se ao centro de emprego da sua área de residência para aí proceder à confirmação da inscrição e dos dados fornecidos”.

Acreditando que estamos a seguir os procedimentos correctos na busca de emprego deslocamo-nos ao centro de emprego, onde esperamos no mínimo, 4 horas para constatar-mos que apenas uma assistente social procede a um simpático “atendimento personalizado” a dezenas de pessoas…daí a demora!!!... Bom, mas com atitude positiva, logo nos apercebemos que a funcionária, mesmo depois de informada que a inscrição electrónica foi efectuada, procede ao preenchimento integral de todos os dados anteriormente preenchidos no site do centro de emprego, na internet, pois que estes apenas serão “cruzados” com os outros, e tão somente ao fim de 24 horas. Depois de tudo preenchido, a funcionária dá um suspiro de alegria dizendo: “pronto já está!!!”… Passemos agora ao “prato principal”, ou seja, a procura de ofertas. E aí começa um outro jogo, muito mais divertido que o primeiro. É que somos informados que estamos agora obrigados a ir a todas as entrevistas que o centro de emprego nos envia, mesmo que não se adaptem bem ao que procuramos, numa área geográfica qualquer, caso não tenhamos tido o cuidado de dizer que procurávamos emprego apenas na área da residência ou do concelho. Depois o centro de emprego envia POR CORREIO as propostas de emprego (não correio electrónico, porque isso é demasiado tecnológico, uma modernice, mesmo!!!), o que pode levar dois a três dias. Estas têm de resultar numa marcação de entrevista no prazo de 3 dias úteis, senão “estragam-se”, com certeza, porque nesse caso já levam alguns dias ao “ar livre”. E pronto, é isto. No final da entrevista pedimos para nos preencherem um papel fornecido pelo centro de emprego, o qual tem de ser entregue pessoalmente no centro de emprego, ou por CORREIO (por correio electrónico não, porque se pode extraviar ou não ser lido, ou até conter algum VÍRUS, nunca se sabe!!!...). Para cada entrevista podemos contar com pelo menos 15 diazitos, para depois, ao fim de mais outros 15 sabermos finalmente a tão esperada resposta: “lamentamos mas a sua candidatura não foi aprovada pela empresa correspondente à oferta número tal…”. E com isto passou-se um mês divertido, no “jogo” da procura de emprego...

Somos europeus, mas os centros de emprego no norte da Europa, oferecem emprego no próprio dia ou ao fim de 24 horas, e caso isto não se dê, o subsídio de desemprego é imediatamente accionado, mesmo para quem não está a contrato, ou seja quem trabalhe a recibos verdes, porque em Portugal, quem esteja nestas condições, mesmo que tenha andado anos e anos a descontar para a Segurança Social, pode ter a certeza que não leva um único tostão para casa… a não ser que já viva na rua e portanto pode-se candidatar ao rendimento mínimo… Viva a Europa Unida e os direitos iguais de todos os trabalhadores europeus!!!...VIVA!!!...

(IN)SEGURANÇA SOCIAL

"invista" na Segurança Social tudo o que puder pois pode-lhe sair o jackpot!!!...

Numa recente campanha efectuada pela Segurança Social via correio, eram anunciados os novos Certificados de Reforma com o slogan: “O SEU FUTURO MAIS SEGURO – Um benefício fiscal único para complementar a sua reforma”. Não deixa de ser interessante descontar para a Segurança Social, porque é obrigatório, para depois receber uma carta da mesma instituição a pedir para subscrever aquilo a que, por direito, já se devia ter direito… A carta transcrita, rezava:

«Prezado(a) Senhor(a), a Segurança Social criou, para todos os trabalhadores portugueses, desde o passado mês de Março, os Certificados de Reforma. Estes certificados permitem que, quem o pretenda, possa contribuir para melhorar o seu futuro e das suas pensões. Hoje, graças aos esforços desenvolvidos recentemente em Portugal, o nossos sistema de Segurança Social encontra-se equilibrado e sustentado. Mas todos sabemos como é importante que cada um possa, na medida das suas possibilidades, contribuir para um futuro com mais qualidade, quando chegar a altura da reforma. A mudança do Sistema de Segurança Social veio permitir que todos os trabalhadores (do sector público ou privado) possam optar por descontar, voluntariamente, um pouco mais e ao longo da vida, para os Certificados de Reforma e, assim, reforçar a pensão que irão receber no futuro. No seu caso, passa assim a dispor desta possibilidade: contribuir mensalmente um pouco mais para reforçar a sua pensão. […] É na expectativa de poder contribuir para que possa viver melhor a sua Reforma que, apresentamos os melhores cumprimentos e nos subscrevemos atentamente, (assinado) M.P.B., Presidente do Conselho Directivo do Instituto de Gestão de Fundos de Capitalização da Segurança Social, IP.»