O EMPRESÁRIO PORTUGUÊS

o "Clube dos Empresários", junto ao Campo Pequeno em Lisboa, onde prósperos empresários se iniciaram...

Nos anos 90 os empresários eram maioritariamente jovens, que, suportados por múltiplos subsídios europeus, conseguidos à custa de algumas influências (na altura ainda imperava a inocente “cunha”) junto de partidos políticos os instituições de apoio aos jovens empresários, lhes permitiam prosperar num mercado ainda fracamente competitivo e crescente. Mas esses tempos vão longe. Essas pequenas e médias empresas, eram embrionários “Cavalos de Tróia”, dirigidos por “furões”, caciques e alguns labregos também, que cumpriam um plano: crescer e conquistar o mundo!!!... Claro que todo o apoio que receberam, tiveram de o começar a pagar…em favores. É que o sucesso da operação implicava o juramento de silêncio já nosso conhecido das sociedades secretas. É verdade!... Para se ser empresário subsidiado, em Portugal, é-se obrigado ou a ser “filho de papá” com dinheiro, ou a submeter-se às máfias dos financiamentos, controladas maioritariamente pelos Illuminati, seus bancos e influências políticas…

Daí que, o perfil do tradicional empresário português, seja ele novo ou mais “maduro”, é estereotipado: tratar mal os seus funcionários com voz grossa (de preferência tratá-los como bebés chorões ou crianças que pedem as suas guloseimas e choram, para que sintam a sua total impotência face ao seu “pai” todo-poderoso), ser injusto e parcial, implementar a “tortura psicológica” como forma de fazer cumprir ordens anti-democráticas ou absurdas, não delegar funções para não perder o total domínio de tudo e todos, manter ambiente de terror, medo e perseguição, instituir a obediência cega e a submissão e subserviência totais à sua pessoa (“amo” e “senhor”) e aos seus fiéis “cães de guarda” do rebanho (“estes miseráveis escravos”), levar os empregados a fazerem e desfazerem sem cessar a mesma tarefa ou trabalho, atribuir as férias aos seus funcionários quando dá mais “jeito à empresa”, fazer a vida negra a quem não obedece cegamente provocando depressões psicológicas no visado e se possível levá-lo a despedir-se por “falta de condições” (com uma palmadinha nas costas dizendo sempre que apesar de tudo era um bom funcionário) e, o mais importante de tudo, nunca os deixar trabalhar em grupo (pode-se revelar perigoso e dar origem a “esquemas” organizados “de esquerda” contra o patrão), distribuindo-lhes tarefas que apenas possam executar sozinhos para poderem mais facilmente ser constantemente “fustigados” por “incompetência” inata (isto quando não se lambe as botas do BOSS).

Para além destas questões “técnicas” o facto de obrigarem as pessoas constantemente a mudarem de emprego, ou seja, de vida, levam a uma instabilidade pessoal e familiar profunda com implicações directas na estruturação da sociedade. Há ainda os patrões “porreiraços” que tomam café com os empregados e muito conversadores. Esses são os piores, especialistas em tortura psicológica avançada, dão tudo no início para depois retirarem tudo e assim rebaixarem o empregado quase ao ponto de este preferir suicidar-se. São especialistas numa técnica bem antiga, exercida por espíritos totalitários: “Deus para eles e o Diabo para os outros”. Esta forma de estar também é nossa conhecida: a relação subserviente empregado-patrão desenvolvida por Salazar e pela PIDE, a sua polícia política, durante o ESTADO NOVO. É que o Estado “NOVO” não foi senão uma versão muito portuguesa dos autoritarismos agora "revisitados" pela “NOVA” Ordem Mundial actual, porque Estado e Ordem, num regime totalitarista de extrema-direita significa exactamente o mesmo: CONTROLE e MANIPULAÇÃO TOTAL da vida dos oprimidos. Caros amigos, abram os olhos, porque fomos bem enganados pelos princípios “democráticos” da União Europeia…

"A RECESSÃO MORAL"

voltaremos às tristes BANLIEU de portugueses emigrantes, nos arredores de Paris (anos 60 e 70)?...

Uma frente fria está a atravessar a economia portuguesa. Existem vários factores que explicam esta enregelada recessão. Um desses factores é, com certeza, a rigidez da legislação laboral. E a rigidez laboral não é apenas um problema económico. Esta questão levanta, acima de tudo, um problema de justiça entre gerações. O código laboral português, um dos mais arcaicos do mundo, atirou a minha geração para a emigração. É verdade, meu caro leitor: os jovens portugueses estão a emigrar. Há uma nova diáspora portuguesa provocada por uma legislação laboral que apenas protege as gerações mais velhas. Este país não é para gente nova.

Os jovens estão a emigrar, porque a sua ascensão profissional está bloqueada em Portugal. A história repete-se ad eternum em todos os sectores: o trabalhador jovem é mais competente do que o trabalhador "instalado", mas o jovem nunca consegue subir na carreira devido aos privilégios legais do "instalado". É assim nas empresas, nas instituições públicas, nos bancos, nas universidades, nas fundações, etc. Ao longo dos anos, as gerações de "instalados" fizeram leis para preservar os seus empregos à custa das gerações mais novas. Esta injustiça geracional é vulgarmente conhecida por "direitos adquiridos". Para fugir à farsa dos "direitos adquiridos", muitos jovens emigram. Este país não é para gente nova.

Não é a pobreza (relativa) de Portugal que provoca esta emigração. É a (absoluta) injustiça geracional que leva a minha geração a deixar o país: as "novas oportunidades" só se encontram a partir de Badajoz. Não estamos perante a velha emigração da mala de cartão. No estrangeiro, esta gente não procura apenas dinheiro; esta gente busca, sobretudo, a realização profissional que não consegue alcançar na terra natal. Lá fora, esta juventude anseia por ambientes de trabalho sem vacas sagradas, ou seja, anseia por países indexados ao mérito. Estes jovens saem da sua pátria, porque os "instalados" não admitem que o mérito (ou seja, a igualdade entre gerações) substitua a antiguidade como critério central do código laboral. Este país não é para gente nova.

Um país que hipoteca o futuro dos seus jovens é uma entidade moralmente falida. Portugal já faliu no campo da moral. E esta decadência é mais profunda do que qualquer recessão económica. Aliás, podemos dizer que Portugal vive numa espécie de perpétua recessão moral. Quando expulsa as gerações mais novas em nome da protecção de privilégios ilegítimos das gerações mais velhas, um país entra em recessão moral. Portugal está mergulhado nesta imoralidade geracional até ao pescoço. Este país não é para gente nova.
(in, Jornal Expresso, Henrique Raposo, Janeiro 2009)

OS CÓDIGOS DA NOITE (III)

as docas em Alcântara são uma alternativa mais "cool" relativamente ao Bairro Alto

«(…continuação) Os engatatões: O seu objectivo principal quando estão na noite é darem uso às hormonas que andam aos pulos dentro dos seus corpos. Os seus ensinamentos passam de geração em geração e o livrinho com frases feitas e lugares-comuns é mais precioso que as jóias da Rainha de Inglaterra. Usam frases do género: “Sou o Homem Invisível, e ando á procura da Mulher Transparente para fazermos coisas nunca vistas”. Engatam facilmente suburbanas ou superbens que já tenham bebido uns litros de álcool. Se lhes perguntarem que músicas passaram na noite em que saíram não fazem a mais pequena ideia, porque os portões dos seus ouvidos estavam trancados e toda a atenção estava dirigida para os olhos. Saem todos os fins-de-semana, e quando não picam o ponto é porque têm uma namorada, mas nunca o admitem aos seus amigos porque isso equivaleria a uma despromoção. Locais favoritos: Sobretudo Docks às terças-feiras, na ladies night.»

«Os artolas: Vestem-se de preto, têm um ar angustiado, e só eles e Deus sabem porque é que se intitulam artistas. Passam uma noite inteira com grandes teorias sobre a cena de 30 minutos do último filme do Manoel de Oliveira, conseguindo arranjar mais significados para essa cena que o próprio realizador. São pseudo-intelectuais, para quem tudo tem e deve ter sempre um significado, e onde, por exemplo, um filme só é digno de ser visto se for chato e de um realizador russoo, polaco ou checo. Olham para as outras pessoas que estão à sua volta e que não são intelectualóides, como se fossem escaravelhos – se pudessem, escravizavam-nos, obrigando-os a lavar sanitas de casa-de-banho públicas para o resto da vida. São pintores, realizadores, actores e artistas plásticos…mas nunca ninguém viu nada que tivessem produzido, excepto as obras que estão guardadas nos seus próprios quartos. Os mais novos olham para os mais velhos com a mesma veneração com que um cristão olharia para Jesus. Saem à noite para perpetuarem a sua imagem de artistas, porque lá em casa olham ao espelho e vêem que não passam de artolas. Locais favoritos: Lux e Bar do Rio e, claro, cinemas King.»
«Os chatos: Estão na noite para realmente se divertirem: tomar um copo, ouvir música, dançar e eatar com os amigos. Estão-se nas tintas para quem lá está ou se o uniforme é o apropriado para o local. Percentagem de chatos à solta na noite: 0,0000001 por cento.»


OS CÓDIGOS DA NOITE (II)

o LUX-Frágil congrega vários estilos da noite num único espaço "multicultural" e "multicolorido"

«(…continuação) Os ácaros: por muito que tentem não conseguem entrar nos locais mais in. A roupa que usam esteve na moda no século XVIII. O corte de cabelo precisava de ver as tesouras de Vidal Sassoon. Como a vida é madrasta para alguns, os genes não foram nada simpáticos para eles. Simplesmente, não têm pinta. São tão transparentes que os porteiros conseguem olhar através deles. Mas num fenómeno digno de entrar num episódio dos Ficheiros Secretos, ficam à porta grande parte da noite, sempre na secreta esperança que: a) o porteiro tenha uma quebra de tensão, desmaie e possam aproveitar para entrar, b) Deus exista, faça um milagre que os transforme num serial killer e que faça do porteiro a sua primeira vítima. Dois conselhos: 1 – Mandem uma carta para o programa Espelho Meu, da RTP (mesmo assim alguns deles são casos perdidos). 2 – Organizem um sindicato, façam uma manifestação… Se não resultar, comecem um tumulto. Locais favoritos: coitados… eles tentam todos os lados.»

«Os novos-ricos: Sobretudo homens. Com uma orgulhosa barriga que deve pensar mais do que o resto do corpo e que serve de óptimo substituto de um air bag. Camisa aberta até ao umbigo, com os pêlos do peito com vida própria a quererem ver o que se passa na rua, tão espetados que parecem antenas de televisão. Normalmente, construtores civis, donos de mercearias, ou de lojas dos 300, ou então os seus filhos ou sobrinhos. Os porteiros têm um alarme que soa mais alto que os decibéis das pistas de dança, e quando um novo-rico se aproxima dizem a 330 à hora que o consumo mínimo é de 50€. Aqui, os novos ricos dividem-se em dois géneros. 1 – Os que têm orgulho em ser novos-ricos: incham de vaidade por lhes pedirem tanto dinheiro, abrem a carteira, recheada com alguns quilos de notas de 50€, pagam, entram na discoteca, e nem querem ficar com as senhas de bebidas a que têm direito. 2 – Novos-ricos rascas: dizem logo “Você nem sabe com quem está a falar. Exijo falar com o gerente da casa”. Depois de cinco minutos de conversa mais inútil que tentar estabelecer contacto com uma oliveira, abrem a carteira, tiram o dinheiro e arrancam as senhas da mão do porteiro. Normalmente, estão acompanhados por louras platinadas. Saem à noite para mostrar a todas as pessoas que têm muito dinheiro, pagando copos aos amigos, conhecidos e ocasionais que tiveram a sorte de estar ao seu lado quando estavam a pedir a bebida. Locais favoritos: Docks, Kapital, Plateau.»

«Suburbanos: deixam os seus T2 na Rinchoa, Brandoa e Buraca, onde vivem com os seus pais, dez irmãos e quatro avós, com a esperança de conseguirem entrar nos locais da moda. Durante muito tempo eram Ácaros, mas depois de terem visto como se veste quem entra nesses locais, começaram a usar a mesma roupa. A primeira vez que vão com a nova farda, os seus corações batem mais depressa do que o motor de um Ferrari, e quando o porteiro os deixa entrar têm uma sensação só mesmo comparável ao orgasmo. Ficam sempre nos locais mais escuros para ninguém perceber que as calças que usam não são Levis, mas sim Levviss e que o top não é mango, mas sim Mengu. Se, à primeira vista, não conseguirem distingui-los, o cheiro típico a lixívia e a linguagem com muitos “bué”, “fónix” e “moça”, denunciam-nos mais depressa que se tivessem um placard de néon a dizer “Eu sou da Damaia”. Os nomes também são facilmente denunciáveis: Carina, Vanderley, Vanessa, Cátia. Os superbem gostam de engatar as suburbanas porque são mais fáceis e aumentam viagralmente a sua contabilidade de engates. As suburbanas têm um hobby: dizer mal das superbem, mas aproveitam para ver como estão vestidas para, na semana seguinte, tentarem arranjar roupa semelhante na Feira de Carcavelos ou na Maconde. Normalmente, trabalham nas caixas dos supermercados ou em retrosarias. Locais favoritos: Kapital, Plateau, Docks, Kremlin.»

OS CÓDIGOS DA NOITE (I)

a Kapital evoluiu para o Kubo, mas os códigos da noite mantêm-se inalteráveis...

Num texto intitulado “As noites de Lisboa e quem lá anda”, escrito em 2001 (mas pleno de actualidade) Francisco Salgueiro, põe-nos a par dos códigos necessários que deve saber para ter sucesso na sua investida em diversão nocturna e sobretudo, para não fazer figuras… «Prefiro que me perguntem como é que perdi a minha virgindade do que me façam perguntas sobre bares e discotecas. Quando arrancam com o “como é que consegues sair à noite todos os fins-de-semana?”, sei que os seguintes dez minutos da minha vida são completamente inutilizados a ouvir uma rajada de perguntas que rivalizam com os interrogatórios da Inquisição Espanhola: “O que é que lá fazes? Com quem é que te dás? Que género de pessoas andam por lá? O que é que lá existe de tão interessante?”. Normalmente, engasgo-me… bom… hum…pois… fico com falta de ar, faço a mim mesmo uma massagem cardíaca e tenho de beber um copo de água com açúcar. Ao longo das próximas linhas dou-vos um presente: um manual dos vários grupos que saem à noite nos locais mais in de Lisboa e o que lá fazem. Agradeço a todos os que me conhecem que nunca mais me perguntem nada relacionado com este assunto. Muito obrigado.»

«Os superbem: raça que nunca entrará em vias de extinção. Reproduzem-se mais depressa que os coelhos. Todos adoram odiar, mas quase todos adoram ser. Saem à noite para verem e serem vistos. São o grupo mais complexo, e tudo o que fazem nestas alturas daria para escrever um ano de edições da Notícias Magazine, sem um único anúncio.

Elas: andam aos bandos. O passatempo favorito é dizerem mal de quem conhecem e que a) lhes roubou os namorados, b) anda com o rapaz com quem gostariam de andar, c) não se veste como elas, d) veste-se como elas mas não devia, e) tem um cabelo fora do sítio, f) tem todos os cabelos no sítio, g) se pinta demasiado, h) não se pinta o suficiente, i) arranja um namorado todas as semanas, j) não tem namorado há mais de uma semana. Sempre que vão à casa de banho, levam entre uma a três amigas. Ficam lá dentro tanto tempo que daria para ler a Bíblia. O que lá dizem é um mistério à altura do terceiro segredo de Fátima, mas está a escassos centímetros de: rapazes, as amigas que odeiam e roupas. Todas as semanas vão às lojas da Mango para se abastecerem para os dias seguintes. O sonho é casarem com um homem rico, um superbem, com nome (não interessa se for comprado) e que os pais aprovem. Este último ponto é muito importante. Ah, claro! E que só dêem um beijinho. Tocar com os lábios nas duas faces é um crime que dá para quebra de noivado. Têm ar de “se me tocas desafinas” mas não é muito difícil tocar e quando isso acontece arranca uma sinfonia. Conhecem-se todas umas às outras, e odeiam-se todas umas às outras. Leitura favorita: Caras, O Quê, Eles e Elas. Todas odeiam ser fotografadas para as estranhamente aparecem por lá. E, para isso, têm de sair muito à noite. Nomes habituais: Marta, Rita, Filipa (Pipa para as amigas), Pureza, Benedicta, Maria, Matilde.

Eles: os polícias têm um distintivo e eles uma camisa com um cavalo e um jogador de pólo. Quem tem uma camisa Ralph Lauren é para todo o sempre bem-vindo no grupo dos super-bem. O problema é que com as imitações dos ciganos, o distintivo dos bem começa a desvanecer-se. No entanto, continuam a ser marcas seguras a Façonnable e a Burberrys. Com riscas, de preferência. Se conseguirem engatar alguma das meninas pertencentes ao top 5 das superbem, serão tão conhecidos como os Rolling Stones e mais conceituados que o Papa. Arranjam todas as desculpas possíveis para as namoradas não saírem à noite, de modo a que: a) ninguém as engate, b) poderem andar ao engate. Linhas de engate mais populares: “Quer vir dar uma volta no meu BMW?” (que é do pai ou do tio, e que ainda não tem o leasing pago), “Gostaria de ver a piscina em minha casa?” (que por acaso é da vizinha, que está de férias). Possuem livrinhos onde contabilizam quem engata mais raparigas numa noite. Para a contabilidade subir mais depressa que o vaivém Voyager, são obrigados a dedicar-se às suburbanas. Alguns deles são, por vezes, acompanhados de escort girls. Nomes comuns: Tomás, Salvador, Vicente, Martim, Lourenço e qualquer outro que tenha Maria, por exemplo, Manuel Maria, João Maria. Locais favoritos em Lisboa: Kapital, Califórnia, Scuba, T-Club, Indústria. No Verão, vão para Vilamoura e passam as noites no T-Clube e Klube

UMA “ESTRANHA” DIALÉCTICA PORTUGUESA

a dialéctica portuguesa presente também na simbólica bandeira nacional...

Em Portugal existe uma estranha “tradição” herdada do pós-25 de Abril que ainda não percebo bem a razão da sua existência, a não ser a forma infantil como o povo português era tratado debaixo do regime fascista de Salazar, e cujo impacto psicológico deixado em várias gerações, muitos opinion makers da NOVA direita, agora tentam “suavizar”. Pois esta tradição resume-se num bizarro dualismo nos códigos verbais proferidos no café, na taberna ou até na Assembleia da República (cujo princípio da tertúlia da taberna também é aplicável) e que consiste em dizer: “Eu sou do Benfica” ou “Eu sou do Sporting”. Pois agora sente-se porque o que vou dizer é verdade. Muitas vezes o que estas pessoas pretendem “insinuar” (e aqui é que eu entro, porquê apenas “insinuar” hermeticamente…?... e não simplesmente “dizer”…?) que são socialistas ou comunistas - de esquerda -, contra os “outros”, os sociais-democratas ou do partido popular – de direita, ou que são ou não a favor do Estado ou do Governo em funções. Para quê falar em código?...Têm medo de quê?... Nesta dialéctica, igualmente, muitas vezes se esconde a palavra Maçonaria ou Opus Dei, republicano ou monárquico, tal como nos Estados Unidos existe um binómio republicanos-CIA contra o binómio FBI-democratas. Afinal quem foi o mentecapto ou máfia que inventou este “jogo” que tantas pessoas, diminuídos na sua performance intelectual por décadas de opressão salazarista, se limitam a jogar, com tanta satisfação presente nos seus rostos bafejados por uma alegria de vida estranhamente simples e completamente alucinada e alienada dos problemas sociais do país e do mundo?...

Eu não tenho dúvidas quanto a este jogo ter sido lançado pelos mesmos herméticos que frequentam essas seitas e sociedades secretas e que adoram trocadilhos de palavras e discursos metafóricos, inundando tudo e todos de símbolos e significados, quando o que este país precisa é que as pessoas arregacem as mangas e trabalhem seriamente e que não andem aqui a “fingirem” que fazem ou que “dizem”, com o objectivo de lançarem a confusão, o conflito e muitas guerras, claro está… É contra eles que todos nos temos de virar e não deixar que nos virem uns contra os outros, porque esse é o seu princípio: “dividirem para reinarem”…

MAÇONARIA: UM PODER MÍSTICO UNIFICADOR…?

graus e hierarquia maçónica, envolvendo diversos tipos de "trabalho"...

«Os pais da maçonaria moderna pensam, e bem, que o mundo ocidental deveria ter as suas instituições iniciáticas, esotéricas, espirituais, mágicas. Não para contrariar as correntes orientais, que detinham o protagonismo nesse campo, e sim para contar com instituições que fossem nossas e mais ajustadas e perceptíveis ao pensamento ocidental. Ao mesmo tempo, essa maçonaria deveria englobar todas as escolas dispersas pela Europa, assim como aquelas das quais apenas restavam vestígios. Alquimistas, templários, espíritas, ordens pseudo-religiosas, cátaros, magos, bruxos, mesmeristas, martinistas, iluministas, rosa-cruzes, astrólogos, videntes, curandeiros, teofilântropos, todos eles entraram na maçonaria participando com os seus conhecimentos, que se foram cristalizando em rituais, muitos deles de difícil compreensão hoje em dia. É como se esse conhecimento, trazido de fora, tivesse sido guardado numa arca, pronto a ser utilizado pelo homem ocidental». (in, A Verdadeira História da Maçonaria, Jorge Blaschke / Santiago Río, Editorial Planeta SA, 2006, Barcelona)

Diz-nos também Elias Neto, Mestre maçon, Presidente da Loja maçónica Cavaleiros Templários e Membro da Academia Maçónica de Letras, no seu livro sobre Maçonaria: «Para administrar um grande número de Lojas numa determinada região, a maçonaria organizou-se em potências. Essas potências têm juridição sobre uma extensa área territorial que pode abranger um país inteiro. Ao criar-se uma potência, criam-se os três poderes, ou seja, o Executivo, o Legislativo e o Judiciário, que são independentes entre si. […] A maçonaria produz as suas próprias leis, pois, como já foi mencionado anteriormente, cada potência tem uma Assembleia Legislativa, constituída por representantes de Lojas da sua jurisdição. Assim sendo, uma potência com as suas respectivas Lojas é regida por uma constituição, que contém as leis necessárias para o funcionamento dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Para a administração do dia-a-dia, existe um regulamento geral baseado nas leis contidas na constituição que rege a potência. As Lojas têm as suas actividades baseadas na constituição, no regulamento Geral e no Manual do Rito de Trabalho que escolheu.» (in, O que você precisa saber sobre Maçonaria, Elias Mansur Neto, Universo dos Livros Editora, 2005,S. Paulo)

Se a Maçonaria não se pretendesse instituir como um PODER, apesar de afirmar que se trata essencialmente de uma sociedade essencialmente mística para a perfeição espiritual dos seus adeptos, porque são tão materialistas e matematicamente organizados territorialmente por todo o planeta?... Obviamente que se pretendem substituir ao Cristianismo que “reinou” aproximadamente 2.000 anos, cumprindo a sua quota parte da mítica precessão axial do planeta Terra, com um valor médio de cerca de 22 mil anos, o que dá um período de 1800 anos aproximadamente, correspondendo este a uma ERA no planeta Terra, e a cada era um Império, grande Civilização, reinado ou corrente filosófica-mística. Em 1776, Adam Weishaupt, considerado o PAI da Maçonaria Moderna, funda os ILLUMINATI da Baviera, a NOVA LUZ mundial, a NOVA ORDEM…
Impulsionada pelos ideais do Iluminismo e da Independência Americana, dá início em 1789 a Revolução Francesa, que alterou para sempre o quadro político e social da França, centro europeu do Antigo Regime, defensor da autoridade do clero, da nobreza e da monarquia. Considerada como o acontecimento que deu início à Idade Contemporânea, contribuiu definitivamente para a abolição da servidão e dos direitos feudais e proclamou os princípios universais de "Liberdade, Igualdade e Fraternidade", hoje mote da maioria das Lojas Maçónicas por todo o mundo. Em 1775 tinha dado início A Guerra da Independência dos Estados Unidos da América (1775–1783), também conhecida como Guerra Revolucionária Americana, iniciada após a assinatura do Tratado de Paris, assinado a 10 de Fevereiro de 1763 entre o Reino Unido, França, Portugal e Espanha e que pôs fim à Guerra dos Sete Anos, gerando grandes trocas de territórios coloniais entre as várias “potências europeias”.

BANCOS DO TEMPO: UMA SOLUÇÃO PARA A CRISE...

utilizar o "tempo" como moeda poderá ser o futuro?...

Para aqueles que têm todo o tempo do mundo e não sabem o que fazer face ao desemprego crescente poderão encontrar neste tipo de bancos uma solução, pelo menos parcial para as suas vidas. Com a crise financeira a agravar-se e falta de “dinheiro vivo” (expressão muito utilizada pela máfia) e sobretudo com o agravamento da crise na Banca, serão os Bancos do Tempo o futuro? Num anúncio de um banco deste tipo pode ler-se: “O Banco de tempo - iniciativa do Graal - é um banco em tudo igual aos outros. Tem agências, horário, cheques, depósitos e a particularidade de utilizar o tempo como moeda de troca. O Banco de Tempo funciona da seguinte forma: qualquer investidor que esteja disposto a dar uma hora do seu tempo para prestar um conjunto de serviços, recebe em retribuição uma hora para utilizar em benefício próprio. Troca por Troca. Hora por Hora”. Neste momento, já abriram ou estão em processo de abertura as agências de Abrantes (Câmara Municipal), Coimbra (Paróquia da Sé Nova), Macedo de Cavaleiros (Câmara Municipal/ADIMAC), Montijo (Junta de Freguesia), e Pombal (Câmara Municipal/Centro Cultural).

Temos como alguns exemplos de serviços disponíveis a partilhar no Banco de Tempo:
- acompanhamento de crianças: tomar conta, levar/buscar à escola, ajudar a fazer os trabalhos de casa, brincar;
- activid. recreativas: andar de bicicleta, caminhar, cartas, ténis, xadrez, animar grupos, música, guia turístico, festas;
- ajuda doméstica: lavar o carro, a loiça, compras, ir ao correio, à farmácia, pagar as contas, limpar o pó, passar a ferro;
- animais e plantas: jardinagem, acolher/tratar de animais/plantas nas férias, ajudar a dar banho a animais (gato, cão);
- bricolage: pequenas reparações, arranjos de carpintaria, de electricidade;
- companhia: acompanhamento ao médico, conversar, passear, contar histórias, ler alto, ir a espectáculos e exposições;
- cozinha: fazer um prato especial, cozinhar refeições para congelar;
- lavores: arranjos de costura, bordados, ponto cruz, croché/tricô;
- lições: estudar, descontrair, explicações, jardinagem, informática, línguas, música, olaria, pintura, decoração, dança;
- secretariado e burocracia: correcções literárias, processamento de texto, documentos, impostos, certificados;
- colaboração com o Banco de Tempo: apoio em actividades burocráticas da agência e na organização de convívios.

Agora já sabe, neste “tempo difícil” que atravessamos, pode dar uso aos seus “tempos mortos” ou “tempos livres” e transformá-los em “tempos úteis” trocando o que antes estava desperdiçado por “tempo potencial” ou "tempo futuro"… O único problema é explicar nas bombas de gasolina e nos restaurantes que só podemos pagar com "tempo"... Nessa perspectiva este sistema interessantíssimo pode levar milhões de anos a ser implementado, ou então não, se entretanto toda a moeda desaparecer subitamente de circulação devido a uma recessão mundial séria...

A MÁFIA DO “TEMPO”

criar a ideia de que nada funciona neste país é um dos objectivos da MÁFIA DO TEMPO

Muitas vezes somos confrontados com situações que nos fazem perder tempo, como entrevistas “fictícias” de emprego ou as já tradicionais filas intermináveis de espera nas finanças, notários, conservatórias, centros de saúde, hospitais, segurança social, centros de emprego, correios, bancos, onde muitas vezes apenas se encontra um ou dois funcionários a atenderem lentamente todos os que aí se deslocam. Também as infindáveis reuniões em empresas ou nos partidos políticos onde nada parece ser debatido no final, registando-se tudo em infindáveis actas e documentos, provam que a sua principal finalidade é a de manter as pessoas envolvidas ocupadas… O português “resignou-se” a este tipo de tratamento. Considera-o injusto, mas previsível. Por que tem de ser assim?...Por que não luta pelos seus direitos e reclama no “livro amarelo” da função pública, manda chamar o chefe de serviço, faça um escândalo (educadamente claro), envie a sua história para os jornais e televisões: numa palavra mexa-se contra este estado de coisas!... Estes funcionários não merecem respeito, pois chegam a fazer perder empregos a pessoas que aí tem de se deslocar e chegam a despender quase um dia inteiro para tratar de insignificâncias administrativas. Pior: muitas vezes não se trata apenas de incompetência mas de maldade pura, satanismo aplicado ao dia a dia, sadismo ou perseguição política.

Mas fazer perder tempo é também uma ocupação de muitas pessoas que pertencem a seitas ou sociedades secretas, que alimentam esta “amálgama amorfa” em que querem transformar a sociedade que não pertence às suas fileiras de “soldados do demónio” que visa apenas espalhar a “Revolução Luciferina”, a qual pretende acabar com toda e qualquer estabilidade social, com o intuito de a fazer mergulhar no caos. Com este procedimento criam um enorme mal-estar social, criando inúmeros núcleos de conflitos sem necessidade. Estes aduladores de ARES, o DEUS DA GUERRA, adoptado por estas elites que defendem fanaticamente deuses da Antiguidade (os Illuminati, por exemplo) nos seus rituais satânicos interinos, tão nocivos quanto o seu culto. Quando alguém o fizer perder tempo injustificadamente não se esqueça: essa pessoa não é incompetente, é seu inimigo!!!... “Eles” movem-se na sombra e a sua principal arma é a ignorância dos outros. Desarme estes “cavaleiros das trevas” com frontalidade, dureza, legalidade, justiça, e sobretudo traga estes assuntos “À LUZ”. Nada pior para estas pessoas do que serem confrontadas com a opinião pública ou dos outros. Não deixe que montem um “círculo” de energias negativas e satânicas ao seu redor, nem que lhe preparem cabalas. Muitas destas pessoas são fáceis de “desmontar” e pouco inteligentes (por isso se tiveram de juntar a um grupo…). LUTE E CONTRARIE CONSTANTEMENTE A “MÁFIA DO TEMPO”, SEM MISERICÓRDIA…!

AS MÁFIAS DA ARQUITECTURA

Ordem dos Arquitectos, acusada de ser lobby de maçons, e defender os interesses dos "grandes"

A arquitectura portuguesa é dos sectores económicos mais lucrativos do “nosso” país. Por esse mesmo motivo, aventurar-se neste mundo é dar um mergulho profundo nestas águas turbulentas e perigosas onde TUDO É MÁFIA. Desde os negócios imobiliários com terrenos que envolvem câmaras municipais e gigantescos interesses partidários, passando pela manipulação de preços pelo “artificial” tecto de valores de compra e venda mantido pelo jogo sujo das imobiliárias face ao “real” preço de mercado, lavagem de dinheiro de actividades ilícitas como a droga e prostituição na construção de condomínios e empreendimentos de luxo, oferta de imóveis a presidentes de juntas de freguesia e câmaras municipais em troca de influências e aprovações “tácitas”, os negócios mantidos entre bancos e imobiliárias que se garantem mutuamente, a lista não acaba… Desde o 25 de Abril, quando surgiu a típica figura do construtor com o seu Mercedes e molhos de notas nos bolsos (hoje mudou para o AUDI ou BMW, mas os molhos de notas mantêm-se!!!...) que a máfia da construção e da arquitectura evoluiu de uma atitude “interventiva” de esquerda com pendente social (todos tinham direito a ter a sua casa) para uma total manipulação das regras do jogo por este movimentar milhões, com forte pendor de “extrema-direita” (o cidadão comum já não consegue pagar a sua casa ao banco, ficando “fora do jogo”). A figura do arquitecto encontra-se, assim, fragilizada publicamente e o seu título obtido oficialmente através dos cursos universitários nada significa face às inúmeras instituições que "em simultâneo" procedem a um verdadeiro "ataque" aos seus projectos num jogo complexo de aprovações, indeferimentos e adiamentos, tornando a legalização de um simples projecto um complexo "jogo" que envolve muita corrupção e "chantagem", campo favorável às empresas de arquitectura que "movem" as suas "influências"... Em Espanha esta corrupção foi contornada com um simples procedimento: é o Colégio de Arquitectos (a Ordem) que recebe duas cópias dos projectos, uma para o seu "arquivo" e outra a entregar "oficialmente" ao construtor. Nenhuma entidade tem de aprovar ou indeferir projectos de arquitectura, que são, acima de tudo, obras de arte e estética e o arquitecto é efectivamente reconhecido pelo seu real título profissional...

É o construtor agora com dimensão de PROMOTOR IMOBILIÁRIO, com direito a logótipo e quota de mercado, que exerce já “oficialmente” pressão junto das entidades estatais (pois delas recebe apoio secreto via Illuminati e outras sociedades secretas ou partidos políticos). O PROMOTOR é quem estabelece as políticas de gestão territorial, dita as regras de elaboração dos PDM’s e demais planos de ordenamento do território, financia as campanhas políticas de forma directa ou indirectamente através de outras pequenas empresas subsidiárias destas e de uma forma geral é ele quem diz às empresas de arquitectura, que agora têm a dimensão de grandes consórcios, o que fazer, chegando mesmo a ditar o seu “gosto arquitectónico” de forma imperativa. Estas empresas de arquitectura, certificam-se para a qualidade, unificam procedimentos e unem-se secretamente em jogos que levam à monopolização do mercado de produção de projectos. Tratam os seus funcionários como escravos e fazem imperar o medo como forma de manipularem e fazerem uma constante “lavagem cerebral”, sobretudo a quem não defende ideais de extrema-direita. Aliam-se com a Ordem dos Arquitectos, entidade “isenta de influências”, na criação de cada vez mais leis e normas de arquitectura e procedimentos administrativos ridículos, que acabam por tornar o exercício da profissão um inferno ou mesmo inviável aos pequenos arquitectos ou pequenas e médias empresas de produção de projectos de arquitectura. Este sempre foi um sonho antigo de certas correntes conotadas com a direita salazarista e até com a Ordem dos Engenheiros, que já no séc. XIX “roubou” o papel do arquitecto à sua função interventiva social. Desta forma o arquitecto “de esquerda” populista e idealista é aniquilado, dando lugar a uma “seita” de “lobos” que não permitem a existência ou sobrevivência dos “outros”, os que não “estão” com eles. Durante o Estado Novo a arquitectura estava reservada a “algumas famílias” próximas das elites do Estado Salazarista… A história repete-se…

A MÁFIA DAS EDITORAS

a nova CENSURA literária é feita pelos "jogos articulados" das grandes editoras

De que forma actuam as editoras relativamente àqueles que desejam editar e distribuir livros através destas?...

Tendo em consideração que Portugal é um mercado relativamente pequeno no mundo e face à sua cada vez mais débil economia, o negócio da edição nem sempre é lucrativo. Por isso, neste momento, a tendência é para as pequenas editoras, que normalmente publicavam um tipo de leitura mais artística, literária e alternativa, mais do tipo não comercial, falirem, e consigo levarem a hipótese dos pequenos autores, menos conhecidos, conseguirem ver publicadas as suas obras. Por vezes, valores culturais literários em potencial perdem-se para sempre… Mas a grande perdedora é a cultura portuguesa. As grandes editoras, cada vez mais burocratas, oferecem lucros muito baixos para escritores em inicio de carreira, sobrevalorizando apenas escritores comercialmente já bem colocados no mercado, jornalistas ou políticos de renome que garantam o sucesso da operação com retornos de investimento mais rápidos. Mas um novo perigo para os “pequenos escritores” surge desta estratégia: as ideias ou argumentos expostos à aprovação das editoras, são muitas vezes “vendidos” ou “transferidos” a escritores que exclusivamente se dedicam a “aproveitar” ideias de outros, sem esforço. Dados os meios que são colocados ao seu dispor, um livro “escrito” por estes, pode ser preparado em apenas semanas e editado ao fim de dois ou três meses sem esforço.

A solução passa por os pequenos escritores registarem os direitos de autoria das suas obras antes de as exporem a alguma entidade pública ou privada, organizarem-se em associações, editarem os seus próprios livros (com o problema inerente à sua distribuição, fundamental no processo de êxito comercial) ou venderem as suas histórias às televisões o que apresenta o mesmo risco de plágio…). De outra forma torna-se muitas vezes impossível a edição de um livro entregue à aprovação de uma editora, processo que pode ser retardado propositadamente, até estar garantida a publicação da obra-plágio como autoria da editora. Outras vezes ainda as editoras montam autênticas cabalas entre si, para evitar que determinado livro ou autor consiga publicar, por motivos políticos, filosóficos ou simplesmente…mafiosos… O mundo dos livros, cada vez mais na mão das grandes editoras, não deixa alternativa “política”, aos pequenos escritores, conotados histórica e ideologicamente com valores de “esquerda”… Chegará novamente o dia em que voltamos a ver pilhas de livros serem queimados, como durante a Inquisição ou no III Reich?...

AS MÁFIAS DO (DES)EMPREGO

centros de "EMPREGO" não servem o cidadão; apenas o fazem perder tempo e dinheiro...

Muitas pessoas que procuram emprego já se depararam com inúmeras situações desagradáveis, muitas delas com contornos surrealistas. Muitos Centros de “Emprego”, por exemplo, convidam os inscritos a deslocarem-se a entrevistas, na maior parte das vezes a longas distâncias (situadas inclusivamente fora do próprio concelho) e que repetidamente resultam em “entrevistas fictícias”, posteriormente “canceladas” pelas entidades “supostamente” empregadoras. Este procedimento é muito frequente e levanta a suspeita da sua razão de existir. Se o objectivo é fazer as pessoas perderem tempo e gastarem dinheiro na deslocação e alimentação, então, pode-se dizer, que são bem sucedidos estes esquemas descarados de “incentivo ao consumo” que se utilizam de serviços públicos. Nestas situações não hesite em pedir o livro amarelo e descrever bem, em poucas palavras o sucedido. Estas situações têm de ser o mais possível, denunciadas. De seguida envie uma cópia da queixa para o máximo de jornais e televisões que puder, via e-mail. Perde um pouco mais de tempo, mas alguém vai deixar de se rir tão descaradamente e de brincar com as vidas dos mais necessitados!... Noutros casos, orientam os inscritos para cursos de formação de empresas privadas que “prestam serviços” ao Centro de Emprego, independentemente da temática do curso ter ou não a ver com a formação da pessoa. Também acontece muitas vezes induzirem o desempregado para outra função qualquer, o que acaba por o levar a ter de investir em formação específica, e quando este a obtém, já não encontra essa vaga ou trabalho nessa área profissional. Isso leva muitas pessoas a gastarem as suas já míseras economias em formações atrás de formações sem recuperação do investimento, apenas para lucro das empresas de formação, as quais depois de verem paga a última prestação não se preocupam mais com a situação profissional do formando.

Muitas agências de trabalho temporário pedem também abusivamente uma enorme quantidade de dados pessoais como n.º da conta bancária, passaporte, pedindo ainda para assinar declarações da Segurança Social como seu “empregado”. Da mesma forma que os Centros de Emprego, para demonstrarem trabalho, enviam aos inscritos, listas infindáveis de entrevistas, nos mais variados locais, para estes se “entretenham” a passear, pois na maior parte das vezes não são mais do que esquemas para o levar ao consumo. A maior parte destas empresas nem sequer estão devidamente informatizadas com bases de dados pois o seu objectivo financeiro é, muitas vezes, apenas o de cumprir mínimos para receber subsídios europeus especificamente destinados a este tipo de empresas, que “supostamente” deveriam combater o desemprego. Existem também empresas privadas de recursos humanos, que pedem uma inscrição de preço elevado e que prometem mundos e fundos. Na maior parte dos casos não resultam em nada…

AS MÁFIAS DAS UNIVERSIDADES

o traje académico e a praxe, com origem na Coimbra salazarista, lembram as tradições dos Illuminati

As universidades em Portugal, tiveram uma maior expansão a partir do final dos anos 80, após a adesão à Comunidade Europeia. Era urgente formar jovens com maior grau de especialização e em grande quantidade para modernizar o país, com o principal objectivo de o retirar do marasmo económico em que se via mergulhado num pós-revolução típico de país pobre. Muitos financiamentos vieram e foram entregues a instituições privadas que viram o seu investimento crescer exponencialmente nos anos subsequentes. Estas verbas originaram uma verdadeira “corrida ao ouro” e alguns casos de corrupção e tráfico de influências, vieram inclusive a público. Depois de consolidadas, as universidades privadas tornaram-se negócios chorudos, dado o preço mensal das propinas, que agora, já não está ao acesso de qualquer um, justamente como forma de “seleccionar” e reduzir de forma apriorística o número de estudantes universitários “sem futuro” no mercado de emprego. Afinal de contas, não podemos ser todos “doutores”, certo…? De outra forma, onde se iriam buscar os “escravos” dos “doutores”?...

Para lá dos valores pagos nas propinas, as universidades passaram a representar igualmente um “ninho” potencial de exploração económica de inocentes jovens, ávidos de “curtir” a vida, tão maravilhosamente fantástica entre tanta “gente gira”. Em Lisboa, por exemplo, passou a ser sinónimo de universidade, as borgas, beber cerveja no Bairro Alto, sexo, amor e rock’n’roll, os ideais atractivos dos anos 60. Universidade passou assim a sinónimo de glamour juvenil, energia positiva, muito mais do que locais de formação especializada. Com a saturação do mercado de emprego, importa muito mais extorquir dinheiro a cada estudante, através dos consumos nos locais de diversão nocturna, no consumo de drogas, gasolina, almoços e jantares do que envolvê-lo numa vidinha regular de aborrecido estudo: uma festança constante, que dá lucro a muita gente!!!... Para os mais estudiosos que não saem à noite e que pretendem levar o curso mais a sério, criaram-se outro tipo de armadilhas: pós-graduações, especializações, mestrados e doutoramentos que além do lucro rápido que visam para as universidades, têm também a finalidade de retardar enormemente a entrada de milhares de estudantes finalistas no já saturado mercado de trabalho. É como se estivessem empregados mas tivessem de pagar para trabalhar… Além disso, os professores responsáveis pelas cadeiras de mestrados e doutoramentos ficam com um enorme leque disponível de “escravos” que pagam para trabalhar para si, num autêntico sistema hierárquico piramidal de professores, doutores, assistentes e monitores… Espantoso!!! … Um sistema muitíssimo bem montado e que dá lucro por todos os lados… E para os realmente boémios, criaram-se ainda as bolsas de estudo e de intercâmbio entre universidades, ou programas de intercâmbio de estudantes como o ERASMUS ou GALILEO, co-financiados apenas, e que farão os estudantes desenvolverem as economias locais dos sítios para onde vão, alugando quartos ou apartamentos, comprando bilhetes de avião, e claro, novamente os consumos nos bares e discotecas, porque mais longe dos pais, a droga à discrição, o sexo, amor e o rock’n’roll, “libertam-se” sem limites… Quantos jovens depois destes programas não regressaram ao seu país de origem e praticamente desistiram da ideia de trabalhar tão habituados às drogas e à boémia estavam?... Alguns acabam por se dedicar á prostituição de luxo, como acompanhantes VIP’s, frequentando meios onde a “festa” nunca acaba e as drogas são muitas vezes “oferecidas” para os manterem definitivamente aí aprisionados…

Durante o curso, há ainda a sexualidade entre colegas, “favores” entre professores e alunos, as angariações de “adeptos” e “presas” para as “esfomeadas” elites das sociedades secretas, que para isso colocam em campo os seus responsáveis pelas prepotentes PRAXES universitárias, de capa preta (traje semelhante ao dos Illuminati nas suas reuniões em “Loja”) durante as quais dá início a “caçada” ou “selecção” de candidatos. A PRAXE acaba por ser uma pré-iniciação nestas sociedades mais contidas de ELITES e que preparam o futuro NEÓFITO para a sua iniciação oficial em LOJA. Mas depois de todas estas vertentes complexas e interligadas da vida universitária, no final do curso, os que conseguem concluir, têm ainda de assistir à tradicional “Bênção das Fitas”, onde um padre católico (quem não é católico aguente-se…), num estádio de futebol apinhado de estudantes de capa preta e batina, diz uma missa breve, durante a qual são perdoados todos estes pecados e pecadilhos universitários, como por milagre numa “absolvição conjunta” e abençoados os finalistas para o seu futuro profissional. Certo, certo é que enquanto frequentou a universidade, cada aluno representou uma mais valia para a economia portuguesa!... Se isto não é máfia, então é o quê…?

AS MÁFIAS DO FUTEBOL

o futebol deixou de ser desporto, para passar a ser imprensa cor-de-rosa

Os recentes acontecimentos com cerca de 30 elementos da claque do Benfica “No Name Boys” por suspeitas de tráfico de droga e posse de tochas incendiárias e outros objectos ilegais e perigosos levaram a uma investigação mais profunda, que teve como resultado a confirmação da prática regular de tráfico de droga para aquisição de bilhetes e pagamento de viagens a jogos europeus ou internacionais. O que é certo é que esta pratica, “desenrascava” muitos destes adeptos mas acabava por dar lucros ao clube, já que os “No Name Boys” crescem exponencialmente…

Mas o mundo do futebol é mais vasto, no que respeita ao disseminar de modelos pouco ortodoxos de boa conduta moral. Por exemplo, o que dizer dos escândalos de Ronaldo, com prostitutas em hotéis de renome, do seu show-off com carros e casas de luxo, tudo ícones da máfia e dos lobbies do dinheiro, que lhe deram enorme “visibilidade” na “imprensa cor-de-rosa” internacional. Parece que afinal, para se ganharem prémios de desporto já não basta ser-se bom praticante. Também é necessário criar uma história de escândalos, por mais amorais que sejam, de preferência envolvendo muitos “brinquedos de luxo”, com muitos namoros, casamentos e divórcios à mistura. O adepto já não discute futebol, mas todos os detalhes mais ínfimos da vida dos jogadores, esquecendo-se muitas vezes de “viver” a sua própria vida… Já de uma forma retrospectiva, o que dizer também do Euro 2004, em que as máfias ligadas às altas esferas, andavam como “lobos” para “caçarem” as monstruosas verbas para os projectos e construção dos estádios de futebol (visivelmente em excesso para a dimensão do pais) onde apenas se acabaram por realizar alguns jogos? O país ficou a nadar em estádios, mas quem os projectou e construiu é que ficou a ganhar…

Mas afinal, qual é o “real” poder do mundo do futebol no nosso país? Porque quase toda a gente participa desta estranha febre, que se sobrepõe às famílias, à justiça, à ordem estabelecida?... O futebol representa uma enorme fonte de receita para os clubes, muitos deles financiadores de partidos políticos e, consequentemente, de muitas sociedades secretas. Desta forma compreende-se que droga e lucro andem de mãos dadas, pois já sabemos que os Illuminati, além de ávidos por PODER e DINHEIRO, fazem tudo por tudo para manterem o “povo” ocupado com espectáculos viciantes e estupidificantes, que não os faça pensar em assuntos sérios, na sua própria vida, pois desta forma, continuarão calmamente, sem interferência, a minarem aos poucos as bases da sociedade civil instalada e a estenderem a sua rede sem opositores…

AS MÁFIAS DOS AEROPORTOS

"catch me if you can", filme com Leonardo di Caprio sobre falsificações em companhias aéreas

Foi descoberta, no início de Janeiro, uma rede de 19 pessoas que inseriam produtos no nosso país, sem serem sujeitos às habituais taxas alfandegárias, e que operava no aeroporto Sá Carneiro. Este negócio, que eu saiba, já se pratica há muitos anos por vários comissários (que são menos inspeccionados) ou assistentes de bordo em várias companhias aéreas (desde o 25 de Abril, pelo menos). Por vezes, alguns pilotos participam igualmente no esquema por serem mais insuspeitos. Desta forma conseguem aumentar o seu rendimento com uma espécie de comissões das vendas daqueles que colocam os produtos à venda, normalmente câmaras fotográficas ou de filmar, aparelhos leitores-gravadores DVD, ou tecnologia de som.

Mas nos aeroportos há muitos esquemas, como por exemplo, o dos empregados de segurança que deixam igualmente passar determinados equipamentos ou droga nas bagagens dos passageiros “regulares” a troco de comissões. Também, na área da segurança aeronáutica, o problema das inspecções dos aviões, sobretudo dos low-cost, que muitas vezes permanecem apenas meia-hora parados, não permitindo a realização de uma inspecção em boas condições de segurança. Veja-se o recente acidente sucedido no verão de 2008 no aeroporto de Madrid, por uma empresa concorrente da multinacional IBÉRIA. E quantas vezes são vistas equipas de limpeza nas pistas de descolagem e aterragem, para evitar acidentes como o célebre acidente do concorde em Paris, ocorrido em 2001?...Ouvem-se também estranhas histórias de entrevistas para pessoal “assistente de voo”, como um Open Day realizado recentemente em Lisboa pela RyanAir, em que a maioria dos seleccionados, senão todos, “coincidentemente” possuíam tatuagens, algumas delas em locais visíveis, factor que era apontado na entrevista de trabalho como factor eliminatório liminar…

“NEWTIME”, SINAIS DOS NOVOS TEMPOS…?

muitas empresas de trabalho temporário pedem, abusivamente, determinadas informações pessoais

Como funciona o trabalho temporário em Portugal?... Mal, dirão todas as pessoas que já o experimentaram. No nosso país trabalho temporário é sinónimo de “call center” para o sector masculino e “limpezas” para o sector feminino. É triste mas o panorama nacional é este. Para além de um atendimento medíocre, onde são preenchidas muitas vezes fichas e papéis manualmente que são arquivados em pastas e “voilá”, está feita a entrevista, que na maioria dos casos não dá em nada. Muitas destas empresas são co-financiadas por quase não terem fins lucrativos, e estes procedimentos arcaicos que têm são devidos ao facto de apenas terem de prestar contas aos seus financiadores… Mas mais grave, é quando algumas destas empresas passam por cima da lei e cometem abusos como a NEWTIME, situada no Marquês de Pombal, em Lisboa e especializada em trabalho temporário na área de Hotelaria. Àqueles que aí se deslocam é-lhes pedido, abusivamente, fotocópia do passaporte, n.º da conta bancária e pedem para assinar uma declaração da Segurança Social, em que o nome da NEWTIME aparece como entidade empregadora, ficando o inscrito, tecnicamente como “empregado” desta. Assim, o inscrito fica dado estatisticamente como “empregado” na Segurança Social… Dá que pensar, não…?

OS "MEUS AMIGOS” MAÇONS

a INICIAÇÃO, nas universidades, tem um forte paralelo (até sexual) com a tradicional PRAXE

À semelhança da história sobre os Illuminati narrada na trilogia de filmes “SKULLS” (em português, “Sociedade Secreta”) e passada na universidade de Yale, também o meu contacto com a maçonaria “teve início” no meu último ano da universidade. O professor da principal cadeira anual, fundamental para a avaliação e aprovação do curso, aproveitou-se e aproveita-se ainda hoje, da sua posição-chave, para fazer uma autêntica “lavagem cerebral” aos seus alunos durante o ano inteiro nas suas aulas. Porque o curso a isso se proporcionava, fez uma “colagem” constante à maçonaria e às suas “virtudes”, publicitando de forma incomodativa aquela Ordem Secreta, da qual faz parte, num avançado grau da hierarquia. A universidade (localizada em Belém) já conotada publicamente com alguma “extrema-direita” das nossas hostes políticas e empresariais, permite e promove, desta forma, a angariação de adeptos para as fileiras desta Sociedade Secreta, o que faz desconfiar que, obviamente, terá interesses difusos na questão. A história repete-se em muitos países do mundo e as universidades são o seu local favorito para a “angariação” de neófitos, pois depois de os conhecerem por 4, 5 ou 6 anos, sabem quais poderão ser “escravos” e quais poderão ser “senhores” dentro da Ordem. Também os favores sexuais estão, mais uma vez, implícitos e não é de surpreender quando os alunos mais mal classificados, mais faltosos, mais boémios e menos aptos profissionalmente, sejam surpreendentemente convidados para dar aulas. No meu ano de graduação, 5 colegas raparigas casaram-se ou juntaram-se com professores, e inúmeros eram os casos narrados à “porta fechada” de relacionamentos sexuais (alguns até em grupo!!!...), em especial com professores homossexuais.

Muitos desses meus colegas, considerados “a escoria” numa sociedade justa e democrática, são hoje professores “distintos”, presidentes de associações públicas e privadas, empresários de médias e grandes empresas, políticos com cargos bem remunerados, ou simplesmente conseguiram o seu “lugar ao sol” com empregos “vitalícios” em grandes empresas privadas. Parece-me que esta minha experiência é demasiado evidente dos factos, sobretudo, por a ideologia dominante dessa universidade ser a da extrema-direita, a mesma filosofia praticada pelos mais altos cargos da maçonaria e das sociedades secretas em geral, que muitas vezes iniciam os jovens segundo princípios “enganadores” de esquerda, para aos poucos lhes fazerem uma “lavagem cerebral” para a extrema-direita. Para isso utilizam-se da OBEDIÊNCIA e HIERARQUIA maçónicas. Eu fui convidado pessoalmente várias vezes e, por ter sempre recusado, fui excluído de todas essas mordomias fáceis. No entanto, vivo verticalmente segundo os meus princípios. Pratico a isenção mental de dizer, escrever e fazer aquilo que me apetece, quando me apetece, em nome da democracia, da justiça, da verdade e dos direitos humanos, porque depois de assistir a este “triste espectáculo” dos favoritismos aos mais medíocres, percebi porque é que a nossa sociedade está como está… Uma coisa é certa, a maçonaria intitula-se uma sociedade “discreta” e não “secreta”, mas todos sabem que a realidade é de total secretismo das suas actividades. Ora uma sociedade que tem de ser secreta é porque esconde algo que não pode ser revelado a todos, em democracia. Talvez, justamente, porque atenta ou “trabalha” na sombra, contra a democracia, não…? Certo, certo é que até hoje ainda não conheci nenhum maçon que pudesse considerar como pessoa séria ou vertical e talvez por isso não possa chamar a nenhum "amigo"…

HOLLYWOOD 2008: TEMÁTICA NAZI

"Valkyrie" a operação militar que tentou "decapitar" Hitler, agora liderada por Tom Cruise

Não creio que seja por acaso que Hollywood tenha realizado em 2008 tantos filmes de temática Nazi. Sabendo que o cinema americano, muitas vezes, acompanha as tendências filosóficas e sociais do momento e da contemporaneidade, alertando às vezes para perigos ou denunciando situações que atingem directamente os direitos humanos, fico cheio de incertezas e céptico quanto a tanta produção cinematofráfica com este tema. O que será que nos estão a querer dizer com eles?

No caso do filme de Tom Cruise, “Valkyrie” percebe-se que a mensagem pode ser alertar justamente para um ressurgimento mundial de toda a temática e filosofias nazis, denunciando os seus extremismos e injustiças. Já Angelina Jolie em “Changeling” chama a atenção para uma história real passada nos anos 40 que faz ressaltar o papel prepotente e machista de toda a cultura de extrema-direita vivida naquela época nos Estados Unidos dos gangsters e máfias policiais. Kate Winslet com o filme (que lhe valeu já um globo de ouro) “The Reader” conta a história de uma mulher julgada em tribunal, na Alemanha do pós-guerra, por ter estado envolvida num campo de concentração. "Australia” com Nicole Kidman passa-se no período do início da 2.ª Guerra Mundial na Austrália, com a invasão japonesa, também obviamente passado nos anos 40.

Porque estamos então a ser “bombardeados” com estas grandes produções de Hollywood, com temáticas dos anos da extrema-direita internacional, e porque escolheram justamente os melhores actores para os representarem? Terá apenas a ver com a “estética” artística do momento?... Ou será um alerta de Hollywood para novos tempos que se aproximam…?

ESPANHA, UM PAÍS DE OPORTUNIDADES…

a "droga" constituíu uma importante "bolsa de ar" na economia de consumo espanhola

É preciso que se diga a verdade: se há povo mais animado e divertido que o espanhol, na Europa, eu não conheço. São de uma forma geral simpáticos, educados, confiantes, decididos e gostam pouco de perder tempo. Tal como em muitos países do mundo existe, no entanto, uma grande diferença na forma de ser entre as gentes do norte e as gentes do sul. Os do Sul, com mais sangue árabe à mistura, são mais liberais, menos ligados à religião, mais divertidos e extrovertidos e adoram andar na rua. Os do Norte, mais católicos e “franquistas”, são mais tradicionalistas e ligeiramente mais contidos no que toca a festas e diversão. Mas são um povo alegre, de uma forma geral. Raramente falam de coisas negativas, mesmo nos MÍDIA onde se preocupam bastante em mostrar notícias de países mais evoluídos. Espanha inteira é viciada na famosa e internacionalmente conhecida revista “¡HOLA!”, a revista monárquica e dos VIP´s de todo o mundo, e o EL CORTE INGLÉS é o seu mais forte símbolo de status financeiro. Todos os sábados ou durante a semana ao fim do dia as mulheres, quase sem excepção, deslocam-se aí para efectuarem as suas compras de roupa e arranjarem o seu cabelo no cabeleireiro durante toda a manhã, investindo uma grande parte do ordenado em produtos e tratamentos de cosmética. Da mesma forma, o espanhol é um indivíduo que gosta de viaja bastante (em especial o do norte), embora muitas vezes se limitem a viajar dentro do próprio território nacional.

Nos últimos anos, Espanha constituiu-se um país com uma economia crescente e solidificada, graças ao seu poder empreendedor e à sua forma pragmática de resolver problemas e de deixar rapidamente obra feita. São impacientes, falam pelos cotovelos, discutem tudo como ninguém (em especial preços), são muito materialistas e nada os demove de uma ideia. Consideram os portugueses um pouco antipáticos por não entenderem bem o idioma (apesar de a diferença residir basicamente na desmultiplicação de sons das nossas vogais mortas) e vêem-nos sempre como um povo mais pobre, tema no qual até têm razão!... No entanto um português em Espanha, que fale espanhol, é sempre motivo de festa e logo querem saber mil coisas da nossa cultura. O problema fundamental na comunicação ibérica reside essencialmente no facto do espanhol típico apenas falar espanhol, perceber mal o inglês, português ou outras línguas. No entanto, dado que toda a América do Sul fala espanhol, quase sem excepção, as suas relações multiculturais são diversificadas. Têm alguns ressentimentos culturais com os franceses que lhes destruíram muito património cultural em guerras violentas e o povo de que mais gostam são os italianos, por causa da estética e moda a eles associada e porque entendem bastante bem o que dizem, logo seguido do povo norte-americano, símbolo do capitalismo de que tanto gostam.

Mas em Espanha também existe um lado negro. Fruto dessa multiculturalidade fácil que estabelecem com toda a América do Sul e com o Norte de África, bem como da sua avidez ou gosto por dinheiro, Espanha é um dos países da Europa onde a imigração clandestina representa uma das mais sérias ameaças ao equilíbrio da já tão fragilizada União Europeia. Actualmente, este território europeu, um dos maiores mercados consumidores de todo o tipo de drogas, onde o tráfico é efectuado em qualquer esquina, discoteca, bar, escola apresenta um certo descontrole na delimitação e contenção do fenómeno, com origem na costa norte-africana de onde partem todos os dias dezenas de lanchas rápidas carregadas de “material”… Fumam-se livremente cigarros de drogas leves em qualquer esplanada ou praça pública, pois a fiscalização policial praticamente não é visível nas ruas, centralizando-se maioritariamente nas esquadras. Existe um grande ambiente de “liberdade”, o que apesar de não ser mau, permite que as máfias de todo o tipo e nacionalidade se organizem mais facilmente e até se especializam em determinado tipo de negócios, desde droga, roubo de viaturas topo de gama, assaltos violentos à mão-armada, assassínios contratados, tráfico de armas, prostituição, violência doméstica, extorsão, e o mais praticado de todos: branqueamento de dinheiro.

Os altos consumos de droga no país de “nuestros hermanos” é tão alto, que é visível o seu branqueamento na arquitectura e na construção. Pode-se até afirmar que o grande BOOM construtivo deste país e a sua economia estável e crescente deve-se, em parte, a esta forma de lavagem de dinheiro. No sul, por exemplo, inúmeros condomínios fechados são vendidos apenas a alemães, holandeses, japoneses ou chineses pois é uma forma de poderem utilizar paraísos fiscais como forma de transacção, de que é exemplo Gibraltar. Menos ambiciosos, os norte-africanos, designadamente argelinos, tunisinos e marroquinos ficam-se pelos trabalhos menos nobres e, desde venderem drogas leves nos semáforos, a lenços de papel, trabalharem na construção, o negócio sempre “vai dando” e proporciona-lhes uma vida melhor do que o seu país de origem. Mas o negócio mais “negro” prende-se com a prostituição de raparigas e rapazes generalizada em locais de diversão nocturnos (com muitos menores á mistura), indissociável do mundo das drogas duras, enorme fonte de rendimento destas máfias, que buscam lucros astronómicos num curto espaço de tempo, branqueando de seguida o dinheiro através de restaurantes, investimentos imobiliários ou simplesmente depositando-o em paraísos fiscais. Em Espanha há muita confusão, muito movimento e poucos efectivos da polícia, o que facilita todo o tipo de negócios obscuros “à luz do dia”. Zapatero teve um papel benéfico ao quebrar décadas de “franquismo” num país aprisionado ao passado da guerra civil, mas a outra face da moeda foi a imigração clandestina de países pobres, que originou e facilitou a expansão de todo o tipo de máfias, propagando o “el dorado” abominável mundo da exploração sexual de jovens, um lamentável e perverso preço pelos ideais da liberdade…

GRÉCIA, UM CASO ISOLADO?

os países periféricos da UE sentem-se abandonados e "regressam" a costumes bárbaros

No início de Janeiro, e já depois das conturbadas manifestações populares, a Grécia volta a espantar novamente a opinião pública europeia. No porto de Piréus, ancestral porto marítimo da cidade de Atenas, realizaram-se na rua manifestações de auto-flagelação com catanas por devotos muçulmanos aí residentes, dentro do calendário das celebrações xiitas. Sendo um espectáculo frequente e comum nos países muçulmanos, vem agora impor-se à cultura europeia, como se de uma celebração banal se tratasse, apesar da barbaridade deste costume. O que é certo é que se realizou e este poderá ser um forte sinal, a juntar a outros, de que a Grécia está farta de ser um país pobre e periférico perante as políticas cegas europeias que apenas favorecem os países mais ricos da União. O povo sai à rua e decide o que quer para si… dada a multiculturalidade transversal da Grécia, berço da civilização mais humanista que se conheceu em toda a história. Na Grécia, tal como no Sul de Espanha, Sul de França e Sul de Itália, começa a ter forte predominância uma cultura específica de povos pobres tais como imigrantes tunisinos, marroquinos, argelinos, turcos, romenos, checos, ucranianos e muçulmanos. Da sua inter-relação resultam estes estranhos fenómenos de rua, bárbaros por um lado, formas culturais de expressão de liberdade e nostalgia dos seus países de origem, por outro. Mais do que nunca, os emigrantes sentem-se cada vez mais perdidos e menos inseridos na comunidade, visto que a competitividade laboral é a cada dia que passa, mais feroz e injusta. A União Europeia, indiferente a estes países mais pobres, no seio das suas fronteiras e políticas comunitárias, poderá muito bem-estar a criar um gigantesco problema étnico, cultural e económico. Mas afinal, não será esse um dos objectivos das lojas dos ILLUMINATI europeias, americanas e russas…?

CINEMA: SOCIEDADE SECRETA I, II e III

a saga SKULLS repete-se, tal como a máfia, de pai para filho...

O excelente filme “The Skulls”(2000) conta uma história baseada em factos verídicos sobre os Illuminati, passada na Universidade de Yale, considerada o “ninho” dos grandes estadistas republicanos norte-americanos. Luke McNamara representa um excelente estudante desta Universidade que, devido à sua origem humilde, enfrenta alguns problemas financeiros para pagar os seus estudos. É então convidado por um colega seu com alto nível hierárquico nesta sociedade secreta, que vê nele uma presa fácil. Luke é admitido, mas rapidamente a sua vida sofre transformações irreversíveis, produzidas pelos ricos e poderosos membros, homens de influência, mais velhos e conspiradores. Quando o seu melhor amigo, afro-americano aparece repentinamente morto por suposto “suicídio”, Luke vem a descobrir que este fora assassinado dentro da “loja” dos Skulls…

Esta história revela-nos muitos dos procedimentos que esta sociedade secreta – os SKULLS – onde foram iniciados homens como George Bush (pai) e George W. Bush (filho), tem para com os seus membros e é um brilhante exemplo de histórias que já se passaram com muitos jovens nas universidades. Para além da “passagem de testemunho” de pai para filho, numa clara alusão à MÁFIA, e justamente ao caso Bush. os SKULLS são mais um exemplo de como uma sociedade secreta é mantida secreta, justamente por esconder princípios de actuação junto da sociedade civil, menos transparentes e sérios. Para estes membros, “os fins justificam os meios” para manter a integridade do grupo. Actuam como os lobos, em grupo, e em grupo atacam as suas vítimas e rodeiam os seus neófitos, normalmente presas fáceis, influenciáveis, para servirem de “alimento” e “entretenimento” às poderosas elites internas. Do racismo às políticas de extrema-direita, do tráfico de influências aos favores sexuais e económicos, este filme nada esconde, revelando todos os pormenores deste “falso” mundo de glamour, onde os seus membros vivem e comportam-se como deuses, numa sociedade hermética fundamentalista e totalitária, onde o grito de ordem é: “um SKULL acima de todos”. A saga continua, e SKULLS II (2002) e SKULLS III (2003) repetem a fórmula, tal como os Illuminati a repetem ao longo de gerações e gerações…

INICIAÇÕES SEXUAIS E SOCIEDADES SECRETAS

a hierarquia piramidal dos ILLUMINATI, garante a OBEDIÊNCIA dos mais novos...

A maioria das sociedades secretas, seitas e grupos místicos, têm apenas e tão só um nome comum: ILLUMINATI. Por mais que estas variadas seitas e máfias o neguem e tentem desesperadamente comprovar que nada têm a ver umas com as outras, “apagando” secretamente as suas “ligações”, numa análise para lá do óbvio, constata-se que as suas cerimónias, cultos, rituais, regras e normas internas, ritos de passagem, iniciações, títulos honoríficos e designações, têm muitos pontos em comum e um mesmo objectivo e ideal: garantir o domínio e supremacia sobre os povos e as massas, para que estes nunca venham a reinar no mundo (Cristo é ele mesmo símbolo dessa verdade). Eles são a elite e os restantes, os que não estão “com eles”, intitulados seres inferiores, serão seus escravos e servos, uma massa amorfa dominada em prol dos seus objectivos e políticas IMPERIALISTAS e TOTALITÁRIAS, com referências a culturas hegemónicas como a egípcia, dos cruéis FARAÓS. Intitulam-se os herdeiros do PODER e das CULTURAS de todos os povos, em especial da ROMANA, pois anseiam continuar o processo imperialista de ROMANIZAÇÃO começado por aquela “civilização” que, pela força, dominou quase toda a Europa, Ásia e África, os quais se transmutariam mais tarde, em povos que espalhariam o maior período de Trevas da Humanidade: a Idade Média e a Igreja Católica Apostólica ROMANA!!!... Se Cristo voltasse à Terra e se visse como falso símbolo de uma religião que demonstra tudo menos os ideais de humildade e verdade que profetizava, decerto que fundaria uma nova religião, provavelmente chamada de Anti-Cristã!!!...

Mas como atraem cada vez mais adeptos, estas maléficas, maliciosas e mafiosas sociedades secretas?

Num cenário económico cada vez mais comprometedor do futuro, estas sociedades criaram um sistema de pirâmide, uma hierarquia interna e externa, com fortes referências à da já praticada pelos faraós na antiga sociedade egípcia (daí a pirâmide dos Illuminati). Aliciando os mais jovens oferecendo-lhes todas as regalias económicas e influências a nível profissional em troca do voto de silêncio (obrigatório e tão simbólico das máfias) e da troca de favores (nos quais estão implícitos, os sexuais), os membros mais velhos, deliciam-se “escolhendo” as suas presas e vítimas recém-chegadas às suas hostes… Começa então a “caçada”, as tramas internas, as armadilhas, as regras, o labirinto de obrigações e ritos… No meio da confusão os mais velhos (e alguns já mesmo em avançada idade) tentam tirar o maior partido do seu PODER interno e externo no seio da sua sociedade secreta, vivendo como deuses no Olimpo, obrigando os mais novos a serem seus escravos, durante um percurso iniciático estruturado por fases ou níveis, durante os quais as obrigações se vão suavizando e transformando em simples trocas de favores, muitas vezes financeiros. Nos primeiros níveis as obrigações sexuais são quase uma imposição, e os NEÓFITOS que mais recorrerem a estes, subirão mais alto na hierarquia, num menor curto espaço de tempo.

Desde relações sexuais isoladas, passando por rituais sexuais em altares circundados pelos outros membros que observam (como o descrito no célebre livro “O código Da Vinci”), sexo em grupo, festas orgiásticas e dionisíacas (muitas vezes chamadas ágapes, ou festas do amor fraternal e universal puro) e festas homossexuais e bisexuais, onde quem fica sempre a ganhar são os “mais velho”, que de outra forma, teria de pagar serviços a prostitutas ou prostitutos. Por essa razão as sociedades secretas têm múltiplos ramos ligados a várias correntes místicas, por forma a abarcarem a maior variedade possível de NEÓFITOS, de os corromperem e deslumbrarem com o seu secreto PODER interino, e por isso as celebrações (o rigor) tem semelhanças a cultos sagrados como o celta e o cristão, e os cultos orgiásticos e de vertente sexual, ligação a cultos dionisíacos, luciferinos, ocultistas e satânicos. Desta forma, esta elite, abarca no seu interior tudo o que de melhor podem ter, um microcosmos de prazeres infindáveis, apenas permitidos aos DEUSES… Por isso se envolveram do secretismo durante séculos, para que as massas não penetrassem no seu âmago, destruindo a sua luxuosa forma de vida e o seu status quo. Assim, ultrapassando fronteiras políticas e geográficas, deixaram a humanidade entregue a religiões que profetizam a humildade ignorante aos pobres já sem aspirações. Religiões falsamente modestas para que estes não “comam da árvore do conhecimento” e não atinjam a sabedoria do “bem viver”, ameaçando dessa forma, destruírem o seu OLIMPO, pois apenas enquanto este frágil equilíbrio se mantiver, conseguirão manter a sua milenar hegemonia prepotente e já totalmente corrupta e vazia de conteúdo…


HITLER, UM SOCIALISTA MODERNO “ILUMINADO”

o castelo de Wewelsburg, sede "mística" das SS de Hitler

Muitas pontas soltas existem ainda, sobre todas as histórias que se contam e que ainda se hão-de contar acerca de Hitler. Já alguns historiadores e investigadores de renome mundial conseguiram chegar a conclusões como estas: Hitler foi financiado por magnatas americanos, hoje ícones do capitalismo mundial, belgas e austríacos, banqueiros ingleses e americanos. Igualmente existiram acordos militares secretos entre os alemães e muitas nações do mundo antes de declarada a guerra por este, nações que construíram e financiaram toda a máquina militar e bélica de Hitler, por representar um chorudo negócio económico e industrial. Inglaterra, Estados Unidos, Rússia, Japão, China…todos apoiaram directa ou indirectamente a Alemanha. Todos ganhavam. Hitler, pertencendo aos “iluminados” germânicos, teria de cumprir os seus regulamentos internos e nunca se sobrepor a estes. Mas quando se viu com PODER suficiente (o mesmo poder proclamado pelos Illuminati nos seus objectivos primordiais da Ordem), pensou que já não precisaria de ser uma peça da grande hierarquia dos “iluminados” pois ele podia ser ele “O” ILUMINADO DA BAVIERA. Com poder para levar a cabo o maquiavélico plano dos Illuminati para conquistar o mundo e lançar uma NOVA ORDEM MUNDIAL, Hitler cria as SS (mesmas inicias de “Sociedade Secreta” em vários idiomas), força especial com máximos poderes e de estranhos contornos “místicos”.

As SS eram “a guarda pretoriana romana” pessoal de Hitler, os “cães” que tudo descobriam, TUDO o que se opusesse ao “PLANO” dos Illuminati. Nesse sentido ele cumpriu os objectivos daqueles que o financiaram: os judeus ricos de todo o mundo (a maioria pertencentes aos “Illuminati”), que tremeram quando se aperceberam que podia ser demasiado tarde para retomarem o poder do mundo, face à nova arma que Hitler estava já a preparar para a aniquilação global dos não-nazis, ou seja, dos não-socialistas: a bomba atómica. No castelo de Wewelsburg, no coração de uma floresta da Alemanha, as SS montam o seu quartel-general num estranho e modesto castelo em forma triangular: um castelo com a forma exacta do triângulo dos ILLUMINATI, com o grande olho no topo, do grande arquitecto do universo, que tudo vê. Na cave do castelo, existia uma estranha sala escura, sem janelas, circular, onde um altar também circular, lembrava rituais tão antigos como o celta (em volta da fogueira), praticado por todos os ILLUMINATI de todo o mundo. À volta deste castelo, Hitler planeava construir uma gigantesca cidade radial, uma espécie de “modelo ideal”, em forma de “SOL” que constituiria o CENTRO MÍSTICO do Império do III Reich.

Mais tarde, depois de garantida a sua morte (ainda por provar se foi suicídio), pelos americanos, ingleses e russos, que numa estranha aliança “imprevisível” de forças ideologicamente opostas, combatem ferozmente Hitler, por este ter desafiado a “hierarquia secreta” dos Illuminati, esforçando-se por APAGAR rapidamente todas as pistas que pudessem levar à descoberta da real VERDADE sobre a origem vergonhosa dessa guerra, “branqueando” todos os factos que pudessem ligar o III Reich ao lobby judeu dos “iluminados”. Arquivos queimados, militares das SS julgados apressadamente no tribunal de Nuremberga e o mais estranho facto de todos: Hitler apelidado como o Anti-Cristo, Lúcifer em pessoa, o Demónio na Terra, sem direito a ser sepultado!!!...Desta forma garantia-se a sua imortalidade para toda a história da humanidade, pois LÚCIFER constitui o centro de toda a mística da maioria das sociedades secretas, congregadas sobre vários nomes, mas com uma raiz e culto comum: “O CULTO OCULTO” dos ILLUMINATI... Teria sido Hitler apenas um “MÁSCARA DE FERRO” dos Illuminati de todo o mundo, para “movimentar” a economia mundial quando esta se encontrava em recessão, e transformado posteriormente aos olhos da humanidade como o bode expiatório de ideais anti-democráticos? O que é certo é que recebeu em troca o título dos títulos honoríficos dentro da ORDEM, de ANTI-CRISTO, LÚCIFER, o LOBO, todos eles com conotações à mística de contornos infernais e satânicos dos Illuminati?... Nesta perspectiva, até Hitler foi BEM PAGO, pelo seu papel…


ISRAEL, UM "ESTRANHO" NOBEL DA PAZ...

a morte levada à porta de casa das famílias palestinianas, pelo PRÉMIO NOBEL DA PAZ...

A ofensiva militar levada a cabo por Israel sobre a Faixa de Gaza pode muito bem ter acelerado o fenómeno do terrorismo por todo o mundo. Está provado por inúmeros estudos políticos, científicos, históricos, sociológicos e psicológicos, que o fenómeno da guerra, em particular o do terrorismo, é devido exclusivamente ao facto de existir sempre uma grande supremacia de um povo em relação ao outro, com o objectivo de o invadir ou submeter, pela lei da força e da violência, às suas leis ou regras, dominando-o ou aniquilando-o (como no caso das “limpezas” étnicas). O oprimido, geralmente um povo a viver em condições extremas de sobrevivência, é imediatamente rotulado de terrorista, para “oficializar” e justificar a “matança” que se segue. A este, cabe-lhe apenas vestir a camisola com o rótulo que lhe puseram (como os judeus nos campos de concentração) e lutar pela sobrevivência do seu povo ou da sua família, normalmente até à morte. Israel demonstrou um enorme desrespeito por todas as normas internacionais para a Paz e entendimento entre as nações. O seu Presidente, Shimon Peres, recebera o Prémio Nobel da Paz em 1993, mas decorridos 16 anos, o verniz estalou, e o seu verdadeiro perfil xenófobo revela-se agora, para desgraça daqueles que lhe entregaram o prémio.

Pessoas em todas as cidades do mundo se têm manifestado nas ruas contra a ofensiva e contra a atitude generalizada de todos os políticos do mundo, de nada fazerem, demagogicamente. Esperemos que os terroristas percebam que não são os civis a quem têm de atacar, mas essa classe de fomentadores do ódio entre povos, com contornos de EXTREMA-DIREITA e FASCISMO, em que se tornaram os políticos actuais provenientes das sociedades secretas, seitas e máfias em geral, que pretendem lançar o CAOS GLOBAL para benefício económico e fundamentalista dos grupos a que pertencem. Agora começa-se a perceber porque é que os Estados Unidos fizeram criar tantas leis anti-terroristas internacionalmente, justificadas pelo ainda “misterioso” e “enigmático” 11 de Setembro, que “surpreendeu” toda a super-defesa militar norte-americana, sempre a postos para uma guerra nuclear, mas não preparada para “um” ataque surpresa com 4 aviões!!!… Assim, os políticos xenófobos podem fazer as suas limpezas étnicas tranquilamente, ao abrigo da lei internacional contra o terrorismo, da mesma forma que nos anos 40 se perseguiam os que tinham ideologia contrária à EXTREMA-DIREITA, ao NAZISMO ou ao TOTALITARISMO… Só nos resta (aos que acreditam que um dia as coisas podem mudar para melhor) esperar que, quer as pessoas, quer os “rotulados” terroristas, possam compreender quem são os reais fomentadores desta e de outras guerras: a NOVA "ORDEM" MUNDIAL...