PROFECIA BUDISTA

Tibete, o "tecto do mundo, onde a profecia "As Três Caves Perdidas" está guardada

«1. As cinco famílias de homens: “Desde a alvorada do Tempo dos Homens, em todas as tribos dos homens que partilham a Terra, houve cinco famílias de homens, […] a família dos que viviam arrancando os tesouros da Terra. Esta […] alimentava a carne do animal que é a parte do Homem que o liga à Terra e o seu signo é a Abelha […] a família dos que viviam trocando os tesouros da Terra; esta saiu da primeira família e o seu signo era o Zangão […] a família dos que viviam arriscando a vida para proteger todas as famílias de homens que compunham a sua tribo […] os heróis e os reis e o seu signo era a Águia. Outra família de Homens descobriu os segredos do Caminho que conduz até ao outro lado do Muro onde param os olhares de todos os Homens das outras famílias. A esta família de Homens pertenciam aqueles a que chamais santos; reunia os sábios e, por vezes, os poetas e o seu signo é o Elefante. […] Estas quatro famílias viviam de acordo com o caminho que liga o Céu à Terra; pois o Homem é também o elo, o mediador, o elo… […] E havia também a família dos que se sentiam atormentados pelo desejo de saber e que julgaram encontrar a Verdade fora do Caminho. Esta família era formada por todos aqueles que as outras famílias não quiseram e não tinha signo próprio… e por não ter signo, os seus confundiram neles todos os signos”

«2. As atribulações: “A princípio, os santos, os sábios e os profetas, que viviam sob o signo do Elefante, inspiravam os heróis e os reis, que viviam sob o signo da Águia, e os heróis e os reis conduziam e protegiam todas as famílias de Homens de todas as tribos da Terra. Foi o Tempo dos Sábios que viviam sob o signo do Elefante e esse tempo foi o mais longo do Tempo dos Homens. Ora, aconteceu que alguns sábios e reis julgaram que as famílias de Homens dependiam apenas da carne e do sangue do animal que é uma parte do Homem e não quiseram continuar a acreditar que as as famílias dos Homens dependiam em primeiro lugar do espírito que existe neles e, por conseguinte, deixaram de merecer os nomes dos sábios e de reis, pois tinham provado ter em maior consideração os bens da Terra do que a Verdade única do Caminho e tinham repelido todos os homens para as únicas verdades da Terra. Apareceu um sábio que detinha todos os segredos da Tríade e que foi o Mediador Supremo das Três Unidades. Fez aquilo a que os homens chamam milagres e pôs o Caminho, a Verdade e a Vida ao alcance de todos eles. Os falsos sábios da família dos Homens que não tinham qualquer signo fizeram-no morrer no meio de suplícios atrozes e o seu signo ia penetrar todas as tribos dos homens, como símbolo de mediação para os sábios do futuro… Após o Tempo dos Sábios, chegou o Tempo dos Reis… e esse foi um longo tempo dos Tempos dos Homens. Assim começou o Tempo da Grande Subversão que precede a Idade das Trevas predita pelos profetas do Caminho… e a Idade das Trevas desenrola-se em três tempos: o Tempo das Abelhas, que precede o Tempo dos Zângãos, que precede o Tempo da Besta, que é o Tempo do Fim. Ora, está dito: Cada um destes Tempos demora a chegar e termina rapidamente e o mais curto será o derradeiro… No entanto, o Fim não será o último fim, mas o fim de um ciclo, pois os destinos do Homem não serão realizados. Sobreviverão alguns povos, marcados para sobreviver ao Tempo do Fim. Alguns sinais que nem todos viram e cujo sentido muitos homens – apenas entre os que vivem sob o signo do Elefante – podiam captar, não deixaram ainda de as designar, pois é por eles que sobreviverão ao Tempo do Fim que os Homens conhecerão os seus últimos fins e nada prevalecerá contra esses sobre os quem foram feitos os sinais. Mas todos aqueles e aquelas que fizeram esses sinais foram destruídos e despedaçados pela violência e até pelo fogo dos homens, por ordem dos que não viviam sob qualquer signo”

PROFECIAS PARA O SÉC. XXI…

"o milagre do Sol", Fátima, 13 de Outubro de 1917

«As profecias que falam das convulsões do século XX e da entrada no terceiro milénio não são provenientes apenas da Europa judaico-cristã, encontramo-las também entre os índios navajos do Novo México, na América Central, bem como nos textos sagrados da China taoista. […] O que significam as profecias que anunciam a viragem do século, na alvorada do terceiro milénio? Alguns consideram-nas como um vasto panorama dos acontecimentos que virão, o filme de um futuro bruscamente acelerado, com desastres, guerras, calamidades… Nada mais a não ser uma paisagem caótica, incompreensível, privada de luz. […] Um certo número de Centúrias (profecias de Nostradamus, 1555) descrevem o acelerar dos acontecimentos que vamos viver ao entrar no terceiro milénio, mas também a mutação dos espíritos, a reviravolta nas nossas mentalidades, o despertar espiritual, o homem “sempre de pé no meio das ruínas”. […] “O terceiro milénio é a altura da terceira grande guerra, a garganta da Gália é devastada, a terra treme, muitos morrem ao fugir dos ventos espantosos, no céu, o sol suspende o seu curso, então, regressam os antigos deuses”.»

«A 13 de Maio de 1917 (*ver nota de rodapé), na Cova da Iria, perto de Fátima, a Virgem aparece a três pastorinhos – Lúcia (10 anos), Francisco (9 anos) e Jacinta (7 anos). Os dois mais novos morrem respectivamente em 1919 e 1920, em consequência da célebre gripe espanhola que dizimou a Europa; Lúcia a mais velha entra para um convento. Foi-lhe revelada uma profecia em três partes, duas das quais serão reveladas em 1942. […] A terceira parte da mensagem de Fátima foi revelada a Lúcia, imediatamente depois da aterradora dança do Sol, a 13 de Outubro de 1917. Após a manifestação solar, a Virgem confiou a Lúcia a terceira parte da mensagem, hoje revelada: “Acabas de ver o prodígio de há pouco, o grande milagre do Sol; e agora proclama o seguinte, em meu nome – vai cair sobre todo o género humano um grande castigo. Não será hoje nem amanhã […]. Não haverá ordem em parte nenhuma. Mesmo nos lugares mais elevados, é Satanás quem governa e decide a marcha dos acontecimentos. Conseguirá semear a confusão no espírito dos grandes sábios, que inventam armas capazes de destruir a Humanidade em poucos minutos. Submeterá os poderosos dos povos ao seu domínio, levando-os a fabricar armas de destruição maciça. Se a humanidade não se defender, serei obrigada a deixar cair o braço do meu Filho. Para a Igreja, chegará uma época das mais duras provações. Haverá cardeais contra cardeais e bispos contra bispos. Satanás estará no meio deles. Também em Roma haverá grandes alterações. O que está podre cai e o que cai não deve ser mantido. A Igreja ficará obscurecida e o Mundo mergulhado na confusão”.» (in, A mensagem dos profetas, Jean-Paul Bourre, Nova Vega Lda, 2008, Lisboa)

*(pela cabala 13 de Maio=13/05=13+5=18=1+8=9; 1917=1+9+1+7=18=1+8=9; e 15.05.1917 pela adição anterior=9+9=18=1+8=9; uma sequência de dois “9” que originam um terceiro. Assim temos um alinhamento de três “9”=9+9+9=27=2+7=9; o nove na cabala representa o número máximo cuja soma sequencial (9+9+9+9+9…) seja qual for resulta sempre em 9 na soma cabalística, um número muitas vezes utilizado como “simbolicamente” oposto ao 6, cuja soma sequencial cabalística alterna em “3” ou “6”, como por exemplo o número da Besta ou 666: 6+6+6=18=1+8=9, duas faces da mesma moeda!!!…)

NOVOS ACTORES MUNDIAIS

Katmandu (Índia), greve dos táxis por redução do fornecimento de electricidade

«Novos actores mundiais: a verosímil emergência da China e da Índia, assim como outras nações, ao estatuto de novos actores mundiais de peso – ascensão em potência comparável à da Alemanha unificada no século XIX e à dos Estados Unidos no início do século XX – transformará a paisagem geopolítica. Potencialmente, o seu impacto será tão espectacular como foi o dessas duas nações nos dois últimos séculos. Da mesma maneira que os comentadores evocam os cem anos agora decorridos como o «século americano», o século XXI será talvez visto como o período em que a Ásia, conduzida pela China e pela Índia, entrará no seu século. Nestas duas grandes nações, a combinação de um crescimento económico sustentado com capacidades militares em expansão e populações numerosas, constituirá a base de um esperado crescimento em forte aceleração, tanto no plano económico como no plano político. […] As economias dos outros países em vias de desenvolvimento, como o Brasil, poderão ultrapassar a quase totalidade dos grandes países europeus até 2020, tal como, no mesmo lapso de tempo, a economia indonésia também poderá aproximar-se das economias de certas nações europeias. […] Ou os membros da União Europeia adaptam a sua mão-de-obra, reformam o seu sistema de protecção social, a sua educação e os seus sistemas fiscais e acolhem populações imigradas em volume crescente (provenientes, sobretudo, de países muçulmanos) ou serão confrontados a um longo período de imobilismo económico. O Japão enfrenta uma crise de envelhecimento semelhante, que poderá travar a sua recuperação económica num prazo de tempo mais alargado. […] A Rússia detém todo o potencial necessário para elevar de novo o seu papel internacional, devido à sua forte posição de exportador de petróleo e de gás. Contudo, enfrenta uma grave crise demográfica, resultante de uma baixa taxa de natalidade, de um sistema de saúde medíocre e de uma epidemia de sida potencialmente explosiva.» (in, O Relatório da CIA, Alexander Adler, Editorial Bizâncio, 2006, Lisboa)

Nesta perspectiva qual o peso da crise económica mundial nestes novos mercados e vice-versa? De que forma, no futuro, estas potências poderão, igualmente, agitar a política e a economia internacionais? Na Índia, no início de Janeiro deste ano, mais de seis milhões de camiões estiveram parados, em protesto contra o aumento dos combustíveis exigindo a redução dos impostos numa conjuntura económica em que se prevê a perda de dez milhões de postos de trabalho até Março!!!... No Nepal os táxis de Katmandu bloquearam as ruas da cidade numa outra manifestação de protesto devido à escassez de electricidade (redução de 16 para 12 horas diárias), fundamental para recarregar aquele tipo de rickshaw eléctrico…Falamos de milhões, portanto…

RECESSÃO E CRIME

as burlas por contrafacção de moeda poderão ser evitadas pela utilização de cartões de débito

Faces da mesma moeda, a crise económica faz aumentar o crime violento e os assaltos à mão-armada. O governo faz aprovar um novo pacote de leis para o combater. Violência gera violência, o erro de sempre. Em vez de se criar uma economia forte que reduza a “necessidade” de criminalidade, caminha-se exactamente no sentido contrário. Desta forma o crime tornar-se-á ainda mais violento e mais especializado, com evidente prejuízo para os cidadãos que têm de pagar a incompetência dos governos com as suas políticas reducionistas da economia e do progresso. Aumenta em cerca de 6,5% o número de notas falsas em circulação (quase sempre de 20€ e 50€), num total de 11.683 notas recolhidas pelas forças policiais. Em Fátima cerca de uma dezena de caixas de esmolas são vandalizadas no dia 15.01.2008 como tentativa de assalto, embora sem sucesso, dado que estas não continham qualquer valor no seu interior. Por outro lado o jogo ilegal prolifera. Com mínimos de 500€ o chamado “póquer sintético” movimenta polícias, juízes e até padres numa espécie de “consórcio de interesses”. Estranha sociedade esta, fruto dos “novos tempos” que se prevêem negros…

Das 28 cadeias portuguesas 16 encontram-se sobrelotadas, de acordo com informações da Direcção Geral dos Serviços Prisionais, para o ano de 2008. Com taxas de ocupação que chegam nalguns casos a 168% (Angra do Heroísmo) da capacidade destes estabelecimentos prisionais. Com o aumento da criminalidade, terá de se implementar a pena de morte em Portugal, ou porque não o simples fuzilamento nos pátios das prisões como faziam os regimes de Hitler, Franco e Mussolini?...

A HISTÓRIA DA ECONOMIA E O SEU COLAPSO

a guerra preparada e negociada pelas ELITES é combatida até à morte pelos HOMENS...

Desde a Revolução Industrial que a máquina de produção da Indústria não mais parou. Abrandou com a recessão de 1929, mas a 2.ª Guerra Mundial veio colocá-la de novo em grande expansão, primeiro com a produção de material de guerra de todo o tipo e instalações de defesa e ataque, depois com o esforço de reconstrução de cidades e sociedades devastadas física, social e moralmente perante todas as barbaridades cometidas durante esse flagelo bélico e histórico, habilmente manipuladas pelos políticos, e não me refiro apenas a Hitler e à Gestapo, mas a todas as nações que proporcionaram à Alemanha todo o poder necessário para o fazer, na esperança vã de verem derrotado ou reduzido o movimento de esquerda bolchevique que “ameaçava” então a Europa. Os banqueiros judeus de todo o mundo ajudaram contra o seu próprio povo, mas claro, numa maioria de nações totalitárias de extrema-direita, os pobres não contam, sejam de que clube sejam…

Depois da estabilidade europeia e norte-americana vieram os anos 90, de grande prosperidade económica expansionista. O marketing agressivo, a publicidade induzida e o capitalismo ditavam as leis pela mão das grandes multinacionais aos políticos, num jogo interactivo com origem nas elites devidamente hierarquizadas através de voto de silêncio, pelas sociedades secretas, as mesmas que montaram, um sistema de controlo total do cidadão – CIA, FBI, INTERPOL, EUROPOL - pela rápida evolução das tecnologias informáticas, promovidas por gigantes empresariais MONOPOLISTAS como a MICROSOFT… A sociedade controlada estava montada. Agora bastava “utilizar” cada “peça” da gigantesca máquina de consumo até à exaustão: o indivíduo. O consumismo induzido, o marketing e a publicidade eram novas ferramentas fundamentais para o sucesso desta mega-operação capitalista global. Com a melhoria da qualidade de vida, criou-se um mercado imobiliário e a ideia que o cidadão poderia ter a cesso a propriedade privada com uma “pequena” ajuda dos BANCOS, a troco de elevadas taxas de juro. A movimentação de capitais bancários atinge níveis sem precedentes na história, e os “buracos” na BANCA são resolvidos através da criação de paraísos fiscais, tráfico de armas, droga, prostituição e diamantes de África. A Bolsa gere o mercado empresarial, utilizando-se deste como forma de colocar de fora do jogo as pequenas e médias empresas “engolidas” sucessivamente por “gigantes” cada vez maiores.

O capitalismo atingia o seu expoente máximo e os seus grandes defensores vêm então dar a “machadada final” na economia: implementar um sistema totalitário de direita que acabe com o resto da já esmorecida população mundial esgotada pelo esforço inútil de tentar pagar as dívidas entretanto contraídas. A classe média transforma-se em classe potencialmente pobre em poucos anos. O colapso financeiro começa a ver os seus primeiros sinais na sociedade global. Os políticos já não podem esconder o evidente. Assumem publicamente os seus objectivos: o colapso das suas próprias políticas!!!... Em toda a história o desejo dos Chefes de Estado, fossem faraós, reis, imperadores, ou políticos em destruir os poderes da oposição, levaram-nos a “inventarem” guerras, previamente negociadas no “OLIMPO” das SOCIEDADES SECRETAS, com o simples objectivo de destruírem a população (essencialmente a masculina, potencialmente mais perigosa), criando desta forma novas “bolsas” de oxigénio nas suas políticas ou gestões estéreis. O mundo contemporâneo treme, e a crueldade dos políticos contemporâneos não será nem mais nem menos cruel da que levou déspotas em toda a história a considerarem o povo, um mero DANO COLATERAL…

O PERIGO DE MAIS MAIORIAS…

a solução política de Portugal poderá estar nos movimentos de cidadãos como o MEP

Sá Carneiro pedia governos de maiorias, e o seu desejo cumpriu-se. Com Cavaco Silva materializou-se o primeiro governo de grande estabilidade política e económica do pós-25-de-Abril. Depois vieram os socialistas e as maiorias passaram a ser “pedidas” por cada governo alternado PSD e PS, como forma de garantir dois mandatos na Assembleia da República (desta forma os políticos recebem uma reforma mais interessante!!!...). Os portugueses habituaram-se a esta “lenga-lenga”, esta “conversa-mole”, e lá foram dando as maiorias aos políticos, uns maus outros péssimos, cada vez a minarem mais a nossa já frágil economia. Eis então que aparece de “pára-quedas” uma crise global, vinda do nada, como que uma invasão, a última e derradeira invasão aos núcleos das pobres famílias portuguesas que, entre pagar dívidas aos bancos e tentarem colocar o pão na mesa para os seus filhos, têm ainda de ser perseguidos pelas finanças, pela GNR, PSP e pela ASAE… Depois de tudo isto, vem o Sr. Primeiro Ministro pedir uma maioria e “ameaçar” os políticos da oposição e os portugueses que sem maioria não governará!!!...AINDA BEM!!!... Porque ao menos não temos que levar com mais promessas pré-eleitorais falsamente falsas ou ver instalar um governo totalitário de extrema-direita em que o cidadão é o objecto principal das suas “preocupações”, quero dizer, das suas PERSEGUIÇÕES…

É absolutamente necessário DIVIDIR O PODER das potências políticas PS e PSD (que, da mesma forma, negoceiam entre si maiorias com alternância igualmente de cargos de direcção em empresas privadas e multinacionais) e respectivas coligações. A concentração de poderes leva a abusos cada vez maiores, ao ponto de os políticos já se darem ao luxo de mentirem descaradamente aos eleitores e de destruírem a moral e confiança destes na política. As pessoas não podem ser tão ignorantes e estúpidas ao quererem acreditar que estes dois partidos irão trazer algo de bom a Portugal, alguma vez mais, no futuro… A solução poderá estar em pequenos partidos e movimentos cívicos que tenham como pregão e máximas os direitos humanos, o emprego efectivo de todas as classes profissionais e etárias (que não obriguem ao desemprego e emigração), a reestruturação do pequeno e médio tecido empresariais através de incentivos à criação deste tipo de empresas, na maioria das vezes sufocadas de impostos e taxas antes mesmo de poderem progredir e competir com o violento mercado que actualmente apenas favorece os gigantes económicos e lobbies, favoráveis à movimentação de todo o tipo de máfias.

CENÁRIOS POSSÍVEIS DA CRISE MUNDIAL…

no filme OS FILHOS DO HOMEM (2006), assiste-se ao desmoronar na ordem instituída: o CAOS instala-se

CENÁRIO 1: os políticos mundiais reduzem a crise global, implementando medidas económicas de excepção - desemprego
CENÁRIO 2: escalada das políticas de extrema-direita e consequentes conflitos com países socialistas e comunistas - guerra
CENÁRIO 3: recessão mundial, bancarrota, colapso económico, tumultos na rua, açambarcamento geral de alimentos – caos

Face a estes cenários possíveis, o menos catastrófico é aquele que leva a um desemprego grande mas com a sobrevivência da estrutura económica mundial, ainda que enfrentando muitos problemas. No entanto, prova-o a história, é o cenário menos provável, porque causará uma taxa de desemprego tão grande e exponencial, a cada mês que passa, que o colapso social atingirá enormes proporções. O cenário 2 aponta para uma crise política e ideológica profundas, face à tensão política e pressões entre países capitalistas de direita como os EU, Japão e a União Europeia, contra o forte bloco económico actual comunista Rússia- China-Coreia que se aliarão a potências socialistas da América do Sul como Cuba, Venezuela, Brasil. Este é um cenário bastante catastrófico, cujo desfecho é uma guerra global a vários níveis, com o perigo de termos de enfrentar a ameaça de uma espécie de armageddon, onde até os terroristas entrarão na equação. O cenário 3, parece ser uma fase intermédia, e por isso também a mais provável: as pessoas desempregadas, aos milhões por todo o mundo, quererão uma solução prática para os seus problemas. A fome sobrepor-se-á à ordem estabelecida, económica e social, numa onda imparável de tumultos e manifestações na rua entre esfomeados e o poder instituído. Os ainda empregados tentarão açambarcar os alimentos ainda existentes nas lojas, mas aqueles que se encontram sem dinheiro, iniciarão uma corrida desesperada aos alimentos, em lojas e em casas particulares, destruindo e pilhando todo o comércio e habitações que puderem, numa onda de violência urbana sem precedentes na história, face à incapacidade da economia conseguir colocar produtos alimentares no tradicional circuito comercial. Venha o diabo e escolha…

KAPITALISMO SELVAGEM

só uma manifestação global contra as cegas políticas económicas poderá resolver o perigo de uma recessão

O materialismo expandido a todo o globo, pretendido pelos grupos económicos e políticos dos países desenvolvidos do século XX, marca o início do seu fim agora. Esse Capitalismo industrializado e massificado, criador de uma falsa ideia de conforto, mais afirmado depois da 2.ª Guerra Mundial, levou à profunda interferência com o próprio ecossistema em que vivemos colocando a existência humana em sério risco de continuidade. Claro que vamos sobreviver a este catastrófico momento enquanto espécie, mas é uma pena desaproveitar tanta energia humana, entre milhões de habitantes deste planeta, que em vez de morrerem vítimas do colapso desta economia capitalista descontrolada, poderiam juntar-se e construir um futuro "AGORA", melhor, mais humano e científico, começando a criar uma verdadeira sociedade global para o futuro. As soluções são fáceis, mas enquanto tivermos uma classe política manipulada pelos fundamentalismos dos ILLUMINATI, que se pensam deuses acima dos comuns mortais, e que pensam que os podem manipular como se fossem meras peças do seu jogo de PODER cruel baseado apenas em lucros para os seus cofres, a transformação social não se dará.

Que fazer então?

Se os políticos manipulados por interesses particulares resolveram parar a economia mundial para demonstrarem, o seu PODER, a população pode fazer o mesmo antes que seja tarde demais. Sair à rua e obrigar os políticos a pararem!!!... Eles não sobreviverão sem o NOSSO PODER, porque podemos estar sem dinheiro, mas em número somos muito mais. Não deixemos que ELES utilizem a guerra como forma de nos reduzirem e de, assim, reduzirem o NOSSO PODER!!!... A todas as associações humanitárias e que defendem os direitos humanos e partidos políticos democratas, UNAM-SE, porque o momento é agora. Poderá não haver outra hipótese para o futuro das próximas décadas!!!...

ECONOMIA: TASK FORCE, JÁ !!!...

"brincar com bombas" ainda é o divertimento de muitos diplomatas-crianças "iluminados"

Se houvesse real interesse de todos os políticos do mundo, em resolver a tão “proclamada crise económica internacional” porque não constituem imediatamente uma TASK FORCE MUNDIAL com os melhores peritos em economia, finanças, gestão financeira, planeamento territorial e indústria…? Afinal de contas esse é o GRANDE PROBLEMA GLOBAL da actualidade que pode colocar todo o sistema económico do século XX e XXI em risco, arrastando consigo milhões de pessoas para a pobreza extrema, miséria e caos social. A resposta é simples: porque a crise foi “induzida” e contém uma “revolução encapotada” por detrás!!!... Ou a população mundial reage já, ou só o tempo nos dirá qual a maquiavélica estratégia que esconde este sádico plano dos poderosos “iluminados” que lhe deram origem… Uma coisa é certa: todas as condições estão a repetir transformações semelhantes às que levaram, nos anos 40, à implementação fácil de políticas totalitárias de extrema-direita por muitos governos do mundo, face ao enfraquecimento estratégico e económico da classe média, depois de aplicado um esquema militar de "terra queimada". A 2.ª Guerra Mundial foi "fabricada" como salvação ao desespero então vivido...

Poderá ser esta uma 3.ª vaga dos ILLUMINATI – Colapso da Economia - em favor da implementação definitiva da NOVA ERA ou NOVA ORDEM? A 1.ª vaga – Revolução Francesa, Independência Americana -, e a 2.ª vaga – 1.ª e 2.ª Guerras Mundiais, tiveram como resultado, respectivamente, o princípio do fim da Era Cristã e a implementação do culto material do capitalismo, contra um culto supostamente espiritual (Cristianismo) que se tornou fundamentalista e bárbaro (Inquisição) ao ponto de não ser solução para trazer a Paz à Terra… Se a estratégia dos ILLUMINATI é, agora, a de quererem levar a população mundial a uma economia primitiva de produção agrícola e animal, parece que estão no bom caminho… Esperemos que nenhum estadista do planeta se lembre de carregar nalgum botão errado num momento de desespero e desencadear uma guerra de proporções catastróficas, para levar ao cumprimento desse objectivo ou meta apocalíptico para situação global actual. Talvez Obama tenha uma solução pacífica e inteligente...

DESPEDIMENTO COLECTIVO DE JORNALISTAS

o edifício sede do DN no Marquês de Pombal, "estandarte" da arquitectura do Estado Novo

«O Sindicato dos Jornalistas (SJ) denunciou ontem (dia 12.01.2009), em comunicado, que se desencadeou um processo de despedimentos de um grupo de jornalistas, e outros trabalhadores, no grupo Media Capital (MC), particularmente, no Rádio Clube Português (RCP), dirigido por Luís Osório. Manifestando todo o seu apoio aos trabalhadores despedidos, o SJ alega que as propostas de demissão apresentadas são "inaceitáveis". "Tal procedimento ofende as regras legais em vigor sobre despedimento e atinge a dignidade dos jornalistas abordados, pelo que justifica pleno repúdio e impõe a firme exigência de respeito pelos direitos e garantias dos trabalhadores", disse o SJ em comunicado. O organismo sindical frisa que estes despedimentos advêm de uma necessária redução de custos que no seu entender vai ser feita "não apenas à custa do sacrifício de jornalistas e outros trabalhadores ao seu serviço, mas também com base na exploração do trabalho gratuito e ilegal de estudantes apresentados como estagiários". O SJ garante que esta situação bem como a violação das garantias fundamentais, em termos de horários e do direito a descanso, vai ser comunicada à Autoridade para as Condições de Trabalho. O DN contactou a Media Capital, que se escusou fazer quaisquer comentários sobre o assunto. E Luís Osório não esteve disponível até ao fecho desta edição. A MC, detida pelos espanhóis da Prisa, detém as rádios RCP, M80, Cidade FM, Comercial, Best Rock, Romântica FM e a Mix FM, que registaram um aumento de audiência média acumulada de véspera no 3.º trimestre deste ano, segundo o Bareme Rádio. O RCP foi a que registou maior crescimento, entre as rádios de informação, subindo 0,4 %.» (in, DN Online, 13.01.2009)

O DN e o Jornal de Notícias fazem igualmente parte deste grupo. Não posso deixar de considerar curioso o facto de algumas destas empresas envolvidas terem estado de alguma forma conotadas com o período salazarista durante o “Estado Novo”, como o Diário de Notícias e o Rádio Clube Português… (O Rádio Clube Português surgiu no começo dos anos 1930 e, rapidamente, adquiriu uma forte dimensão radiofónica em Portugal. As suas ligações ao novo poder político aliada à vontade de fazer uma rádio de tipo profissional levou à sua rápida implantação no contexto radiofónico nacional, ainda na primeira metade da década de 1930, o que levou ao incondicional “apoio político” do regime de Salazar. Foi a programação assente numa base simultaneamente “popular e patriótica” e o envolvimento na guerra civil de Espanha, ao lado das tropas de Franco, que levaram à fama esta rádio…)

Pois é, as pessoas esquecem-se destes “pequenos” pormenores, não é…? Mas já dizia o “nosso” Presidente da Comissão Europeia: EM POLÍTICA (que actualmente quer dizer, na NOVA ORDEM) NÃO HÁ COINCIDÊNCIAS!!!...

O EMPRESÁRIO PORTUGUÊS

o "Clube dos Empresários", junto ao Campo Pequeno em Lisboa, onde prósperos empresários se iniciaram...

Nos anos 90 os empresários eram maioritariamente jovens, que, suportados por múltiplos subsídios europeus, conseguidos à custa de algumas influências (na altura ainda imperava a inocente “cunha”) junto de partidos políticos os instituições de apoio aos jovens empresários, lhes permitiam prosperar num mercado ainda fracamente competitivo e crescente. Mas esses tempos vão longe. Essas pequenas e médias empresas, eram embrionários “Cavalos de Tróia”, dirigidos por “furões”, caciques e alguns labregos também, que cumpriam um plano: crescer e conquistar o mundo!!!... Claro que todo o apoio que receberam, tiveram de o começar a pagar…em favores. É que o sucesso da operação implicava o juramento de silêncio já nosso conhecido das sociedades secretas. É verdade!... Para se ser empresário subsidiado, em Portugal, é-se obrigado ou a ser “filho de papá” com dinheiro, ou a submeter-se às máfias dos financiamentos, controladas maioritariamente pelos Illuminati, seus bancos e influências políticas…

Daí que, o perfil do tradicional empresário português, seja ele novo ou mais “maduro”, é estereotipado: tratar mal os seus funcionários com voz grossa (de preferência tratá-los como bebés chorões ou crianças que pedem as suas guloseimas e choram, para que sintam a sua total impotência face ao seu “pai” todo-poderoso), ser injusto e parcial, implementar a “tortura psicológica” como forma de fazer cumprir ordens anti-democráticas ou absurdas, não delegar funções para não perder o total domínio de tudo e todos, manter ambiente de terror, medo e perseguição, instituir a obediência cega e a submissão e subserviência totais à sua pessoa (“amo” e “senhor”) e aos seus fiéis “cães de guarda” do rebanho (“estes miseráveis escravos”), levar os empregados a fazerem e desfazerem sem cessar a mesma tarefa ou trabalho, atribuir as férias aos seus funcionários quando dá mais “jeito à empresa”, fazer a vida negra a quem não obedece cegamente provocando depressões psicológicas no visado e se possível levá-lo a despedir-se por “falta de condições” (com uma palmadinha nas costas dizendo sempre que apesar de tudo era um bom funcionário) e, o mais importante de tudo, nunca os deixar trabalhar em grupo (pode-se revelar perigoso e dar origem a “esquemas” organizados “de esquerda” contra o patrão), distribuindo-lhes tarefas que apenas possam executar sozinhos para poderem mais facilmente ser constantemente “fustigados” por “incompetência” inata (isto quando não se lambe as botas do BOSS).

Para além destas questões “técnicas” o facto de obrigarem as pessoas constantemente a mudarem de emprego, ou seja, de vida, levam a uma instabilidade pessoal e familiar profunda com implicações directas na estruturação da sociedade. Há ainda os patrões “porreiraços” que tomam café com os empregados e muito conversadores. Esses são os piores, especialistas em tortura psicológica avançada, dão tudo no início para depois retirarem tudo e assim rebaixarem o empregado quase ao ponto de este preferir suicidar-se. São especialistas numa técnica bem antiga, exercida por espíritos totalitários: “Deus para eles e o Diabo para os outros”. Esta forma de estar também é nossa conhecida: a relação subserviente empregado-patrão desenvolvida por Salazar e pela PIDE, a sua polícia política, durante o ESTADO NOVO. É que o Estado “NOVO” não foi senão uma versão muito portuguesa dos autoritarismos agora "revisitados" pela “NOVA” Ordem Mundial actual, porque Estado e Ordem, num regime totalitarista de extrema-direita significa exactamente o mesmo: CONTROLE e MANIPULAÇÃO TOTAL da vida dos oprimidos. Caros amigos, abram os olhos, porque fomos bem enganados pelos princípios “democráticos” da União Europeia…

"A RECESSÃO MORAL"

voltaremos às tristes BANLIEU de portugueses emigrantes, nos arredores de Paris (anos 60 e 70)?...

Uma frente fria está a atravessar a economia portuguesa. Existem vários factores que explicam esta enregelada recessão. Um desses factores é, com certeza, a rigidez da legislação laboral. E a rigidez laboral não é apenas um problema económico. Esta questão levanta, acima de tudo, um problema de justiça entre gerações. O código laboral português, um dos mais arcaicos do mundo, atirou a minha geração para a emigração. É verdade, meu caro leitor: os jovens portugueses estão a emigrar. Há uma nova diáspora portuguesa provocada por uma legislação laboral que apenas protege as gerações mais velhas. Este país não é para gente nova.

Os jovens estão a emigrar, porque a sua ascensão profissional está bloqueada em Portugal. A história repete-se ad eternum em todos os sectores: o trabalhador jovem é mais competente do que o trabalhador "instalado", mas o jovem nunca consegue subir na carreira devido aos privilégios legais do "instalado". É assim nas empresas, nas instituições públicas, nos bancos, nas universidades, nas fundações, etc. Ao longo dos anos, as gerações de "instalados" fizeram leis para preservar os seus empregos à custa das gerações mais novas. Esta injustiça geracional é vulgarmente conhecida por "direitos adquiridos". Para fugir à farsa dos "direitos adquiridos", muitos jovens emigram. Este país não é para gente nova.

Não é a pobreza (relativa) de Portugal que provoca esta emigração. É a (absoluta) injustiça geracional que leva a minha geração a deixar o país: as "novas oportunidades" só se encontram a partir de Badajoz. Não estamos perante a velha emigração da mala de cartão. No estrangeiro, esta gente não procura apenas dinheiro; esta gente busca, sobretudo, a realização profissional que não consegue alcançar na terra natal. Lá fora, esta juventude anseia por ambientes de trabalho sem vacas sagradas, ou seja, anseia por países indexados ao mérito. Estes jovens saem da sua pátria, porque os "instalados" não admitem que o mérito (ou seja, a igualdade entre gerações) substitua a antiguidade como critério central do código laboral. Este país não é para gente nova.

Um país que hipoteca o futuro dos seus jovens é uma entidade moralmente falida. Portugal já faliu no campo da moral. E esta decadência é mais profunda do que qualquer recessão económica. Aliás, podemos dizer que Portugal vive numa espécie de perpétua recessão moral. Quando expulsa as gerações mais novas em nome da protecção de privilégios ilegítimos das gerações mais velhas, um país entra em recessão moral. Portugal está mergulhado nesta imoralidade geracional até ao pescoço. Este país não é para gente nova.
(in, Jornal Expresso, Henrique Raposo, Janeiro 2009)

OS CÓDIGOS DA NOITE (III)

as docas em Alcântara são uma alternativa mais "cool" relativamente ao Bairro Alto

«(…continuação) Os engatatões: O seu objectivo principal quando estão na noite é darem uso às hormonas que andam aos pulos dentro dos seus corpos. Os seus ensinamentos passam de geração em geração e o livrinho com frases feitas e lugares-comuns é mais precioso que as jóias da Rainha de Inglaterra. Usam frases do género: “Sou o Homem Invisível, e ando á procura da Mulher Transparente para fazermos coisas nunca vistas”. Engatam facilmente suburbanas ou superbens que já tenham bebido uns litros de álcool. Se lhes perguntarem que músicas passaram na noite em que saíram não fazem a mais pequena ideia, porque os portões dos seus ouvidos estavam trancados e toda a atenção estava dirigida para os olhos. Saem todos os fins-de-semana, e quando não picam o ponto é porque têm uma namorada, mas nunca o admitem aos seus amigos porque isso equivaleria a uma despromoção. Locais favoritos: Sobretudo Docks às terças-feiras, na ladies night.»

«Os artolas: Vestem-se de preto, têm um ar angustiado, e só eles e Deus sabem porque é que se intitulam artistas. Passam uma noite inteira com grandes teorias sobre a cena de 30 minutos do último filme do Manoel de Oliveira, conseguindo arranjar mais significados para essa cena que o próprio realizador. São pseudo-intelectuais, para quem tudo tem e deve ter sempre um significado, e onde, por exemplo, um filme só é digno de ser visto se for chato e de um realizador russoo, polaco ou checo. Olham para as outras pessoas que estão à sua volta e que não são intelectualóides, como se fossem escaravelhos – se pudessem, escravizavam-nos, obrigando-os a lavar sanitas de casa-de-banho públicas para o resto da vida. São pintores, realizadores, actores e artistas plásticos…mas nunca ninguém viu nada que tivessem produzido, excepto as obras que estão guardadas nos seus próprios quartos. Os mais novos olham para os mais velhos com a mesma veneração com que um cristão olharia para Jesus. Saem à noite para perpetuarem a sua imagem de artistas, porque lá em casa olham ao espelho e vêem que não passam de artolas. Locais favoritos: Lux e Bar do Rio e, claro, cinemas King.»
«Os chatos: Estão na noite para realmente se divertirem: tomar um copo, ouvir música, dançar e eatar com os amigos. Estão-se nas tintas para quem lá está ou se o uniforme é o apropriado para o local. Percentagem de chatos à solta na noite: 0,0000001 por cento.»


OS CÓDIGOS DA NOITE (II)

o LUX-Frágil congrega vários estilos da noite num único espaço "multicultural" e "multicolorido"

«(…continuação) Os ácaros: por muito que tentem não conseguem entrar nos locais mais in. A roupa que usam esteve na moda no século XVIII. O corte de cabelo precisava de ver as tesouras de Vidal Sassoon. Como a vida é madrasta para alguns, os genes não foram nada simpáticos para eles. Simplesmente, não têm pinta. São tão transparentes que os porteiros conseguem olhar através deles. Mas num fenómeno digno de entrar num episódio dos Ficheiros Secretos, ficam à porta grande parte da noite, sempre na secreta esperança que: a) o porteiro tenha uma quebra de tensão, desmaie e possam aproveitar para entrar, b) Deus exista, faça um milagre que os transforme num serial killer e que faça do porteiro a sua primeira vítima. Dois conselhos: 1 – Mandem uma carta para o programa Espelho Meu, da RTP (mesmo assim alguns deles são casos perdidos). 2 – Organizem um sindicato, façam uma manifestação… Se não resultar, comecem um tumulto. Locais favoritos: coitados… eles tentam todos os lados.»

«Os novos-ricos: Sobretudo homens. Com uma orgulhosa barriga que deve pensar mais do que o resto do corpo e que serve de óptimo substituto de um air bag. Camisa aberta até ao umbigo, com os pêlos do peito com vida própria a quererem ver o que se passa na rua, tão espetados que parecem antenas de televisão. Normalmente, construtores civis, donos de mercearias, ou de lojas dos 300, ou então os seus filhos ou sobrinhos. Os porteiros têm um alarme que soa mais alto que os decibéis das pistas de dança, e quando um novo-rico se aproxima dizem a 330 à hora que o consumo mínimo é de 50€. Aqui, os novos ricos dividem-se em dois géneros. 1 – Os que têm orgulho em ser novos-ricos: incham de vaidade por lhes pedirem tanto dinheiro, abrem a carteira, recheada com alguns quilos de notas de 50€, pagam, entram na discoteca, e nem querem ficar com as senhas de bebidas a que têm direito. 2 – Novos-ricos rascas: dizem logo “Você nem sabe com quem está a falar. Exijo falar com o gerente da casa”. Depois de cinco minutos de conversa mais inútil que tentar estabelecer contacto com uma oliveira, abrem a carteira, tiram o dinheiro e arrancam as senhas da mão do porteiro. Normalmente, estão acompanhados por louras platinadas. Saem à noite para mostrar a todas as pessoas que têm muito dinheiro, pagando copos aos amigos, conhecidos e ocasionais que tiveram a sorte de estar ao seu lado quando estavam a pedir a bebida. Locais favoritos: Docks, Kapital, Plateau.»

«Suburbanos: deixam os seus T2 na Rinchoa, Brandoa e Buraca, onde vivem com os seus pais, dez irmãos e quatro avós, com a esperança de conseguirem entrar nos locais da moda. Durante muito tempo eram Ácaros, mas depois de terem visto como se veste quem entra nesses locais, começaram a usar a mesma roupa. A primeira vez que vão com a nova farda, os seus corações batem mais depressa do que o motor de um Ferrari, e quando o porteiro os deixa entrar têm uma sensação só mesmo comparável ao orgasmo. Ficam sempre nos locais mais escuros para ninguém perceber que as calças que usam não são Levis, mas sim Levviss e que o top não é mango, mas sim Mengu. Se, à primeira vista, não conseguirem distingui-los, o cheiro típico a lixívia e a linguagem com muitos “bué”, “fónix” e “moça”, denunciam-nos mais depressa que se tivessem um placard de néon a dizer “Eu sou da Damaia”. Os nomes também são facilmente denunciáveis: Carina, Vanderley, Vanessa, Cátia. Os superbem gostam de engatar as suburbanas porque são mais fáceis e aumentam viagralmente a sua contabilidade de engates. As suburbanas têm um hobby: dizer mal das superbem, mas aproveitam para ver como estão vestidas para, na semana seguinte, tentarem arranjar roupa semelhante na Feira de Carcavelos ou na Maconde. Normalmente, trabalham nas caixas dos supermercados ou em retrosarias. Locais favoritos: Kapital, Plateau, Docks, Kremlin.»

OS CÓDIGOS DA NOITE (I)

a Kapital evoluiu para o Kubo, mas os códigos da noite mantêm-se inalteráveis...

Num texto intitulado “As noites de Lisboa e quem lá anda”, escrito em 2001 (mas pleno de actualidade) Francisco Salgueiro, põe-nos a par dos códigos necessários que deve saber para ter sucesso na sua investida em diversão nocturna e sobretudo, para não fazer figuras… «Prefiro que me perguntem como é que perdi a minha virgindade do que me façam perguntas sobre bares e discotecas. Quando arrancam com o “como é que consegues sair à noite todos os fins-de-semana?”, sei que os seguintes dez minutos da minha vida são completamente inutilizados a ouvir uma rajada de perguntas que rivalizam com os interrogatórios da Inquisição Espanhola: “O que é que lá fazes? Com quem é que te dás? Que género de pessoas andam por lá? O que é que lá existe de tão interessante?”. Normalmente, engasgo-me… bom… hum…pois… fico com falta de ar, faço a mim mesmo uma massagem cardíaca e tenho de beber um copo de água com açúcar. Ao longo das próximas linhas dou-vos um presente: um manual dos vários grupos que saem à noite nos locais mais in de Lisboa e o que lá fazem. Agradeço a todos os que me conhecem que nunca mais me perguntem nada relacionado com este assunto. Muito obrigado.»

«Os superbem: raça que nunca entrará em vias de extinção. Reproduzem-se mais depressa que os coelhos. Todos adoram odiar, mas quase todos adoram ser. Saem à noite para verem e serem vistos. São o grupo mais complexo, e tudo o que fazem nestas alturas daria para escrever um ano de edições da Notícias Magazine, sem um único anúncio.

Elas: andam aos bandos. O passatempo favorito é dizerem mal de quem conhecem e que a) lhes roubou os namorados, b) anda com o rapaz com quem gostariam de andar, c) não se veste como elas, d) veste-se como elas mas não devia, e) tem um cabelo fora do sítio, f) tem todos os cabelos no sítio, g) se pinta demasiado, h) não se pinta o suficiente, i) arranja um namorado todas as semanas, j) não tem namorado há mais de uma semana. Sempre que vão à casa de banho, levam entre uma a três amigas. Ficam lá dentro tanto tempo que daria para ler a Bíblia. O que lá dizem é um mistério à altura do terceiro segredo de Fátima, mas está a escassos centímetros de: rapazes, as amigas que odeiam e roupas. Todas as semanas vão às lojas da Mango para se abastecerem para os dias seguintes. O sonho é casarem com um homem rico, um superbem, com nome (não interessa se for comprado) e que os pais aprovem. Este último ponto é muito importante. Ah, claro! E que só dêem um beijinho. Tocar com os lábios nas duas faces é um crime que dá para quebra de noivado. Têm ar de “se me tocas desafinas” mas não é muito difícil tocar e quando isso acontece arranca uma sinfonia. Conhecem-se todas umas às outras, e odeiam-se todas umas às outras. Leitura favorita: Caras, O Quê, Eles e Elas. Todas odeiam ser fotografadas para as estranhamente aparecem por lá. E, para isso, têm de sair muito à noite. Nomes habituais: Marta, Rita, Filipa (Pipa para as amigas), Pureza, Benedicta, Maria, Matilde.

Eles: os polícias têm um distintivo e eles uma camisa com um cavalo e um jogador de pólo. Quem tem uma camisa Ralph Lauren é para todo o sempre bem-vindo no grupo dos super-bem. O problema é que com as imitações dos ciganos, o distintivo dos bem começa a desvanecer-se. No entanto, continuam a ser marcas seguras a Façonnable e a Burberrys. Com riscas, de preferência. Se conseguirem engatar alguma das meninas pertencentes ao top 5 das superbem, serão tão conhecidos como os Rolling Stones e mais conceituados que o Papa. Arranjam todas as desculpas possíveis para as namoradas não saírem à noite, de modo a que: a) ninguém as engate, b) poderem andar ao engate. Linhas de engate mais populares: “Quer vir dar uma volta no meu BMW?” (que é do pai ou do tio, e que ainda não tem o leasing pago), “Gostaria de ver a piscina em minha casa?” (que por acaso é da vizinha, que está de férias). Possuem livrinhos onde contabilizam quem engata mais raparigas numa noite. Para a contabilidade subir mais depressa que o vaivém Voyager, são obrigados a dedicar-se às suburbanas. Alguns deles são, por vezes, acompanhados de escort girls. Nomes comuns: Tomás, Salvador, Vicente, Martim, Lourenço e qualquer outro que tenha Maria, por exemplo, Manuel Maria, João Maria. Locais favoritos em Lisboa: Kapital, Califórnia, Scuba, T-Club, Indústria. No Verão, vão para Vilamoura e passam as noites no T-Clube e Klube

UMA “ESTRANHA” DIALÉCTICA PORTUGUESA

a dialéctica portuguesa presente também na simbólica bandeira nacional...

Em Portugal existe uma estranha “tradição” herdada do pós-25 de Abril que ainda não percebo bem a razão da sua existência, a não ser a forma infantil como o povo português era tratado debaixo do regime fascista de Salazar, e cujo impacto psicológico deixado em várias gerações, muitos opinion makers da NOVA direita, agora tentam “suavizar”. Pois esta tradição resume-se num bizarro dualismo nos códigos verbais proferidos no café, na taberna ou até na Assembleia da República (cujo princípio da tertúlia da taberna também é aplicável) e que consiste em dizer: “Eu sou do Benfica” ou “Eu sou do Sporting”. Pois agora sente-se porque o que vou dizer é verdade. Muitas vezes o que estas pessoas pretendem “insinuar” (e aqui é que eu entro, porquê apenas “insinuar” hermeticamente…?... e não simplesmente “dizer”…?) que são socialistas ou comunistas - de esquerda -, contra os “outros”, os sociais-democratas ou do partido popular – de direita, ou que são ou não a favor do Estado ou do Governo em funções. Para quê falar em código?...Têm medo de quê?... Nesta dialéctica, igualmente, muitas vezes se esconde a palavra Maçonaria ou Opus Dei, republicano ou monárquico, tal como nos Estados Unidos existe um binómio republicanos-CIA contra o binómio FBI-democratas. Afinal quem foi o mentecapto ou máfia que inventou este “jogo” que tantas pessoas, diminuídos na sua performance intelectual por décadas de opressão salazarista, se limitam a jogar, com tanta satisfação presente nos seus rostos bafejados por uma alegria de vida estranhamente simples e completamente alucinada e alienada dos problemas sociais do país e do mundo?...

Eu não tenho dúvidas quanto a este jogo ter sido lançado pelos mesmos herméticos que frequentam essas seitas e sociedades secretas e que adoram trocadilhos de palavras e discursos metafóricos, inundando tudo e todos de símbolos e significados, quando o que este país precisa é que as pessoas arregacem as mangas e trabalhem seriamente e que não andem aqui a “fingirem” que fazem ou que “dizem”, com o objectivo de lançarem a confusão, o conflito e muitas guerras, claro está… É contra eles que todos nos temos de virar e não deixar que nos virem uns contra os outros, porque esse é o seu princípio: “dividirem para reinarem”…

MAÇONARIA: UM PODER MÍSTICO UNIFICADOR…?

graus e hierarquia maçónica, envolvendo diversos tipos de "trabalho"...

«Os pais da maçonaria moderna pensam, e bem, que o mundo ocidental deveria ter as suas instituições iniciáticas, esotéricas, espirituais, mágicas. Não para contrariar as correntes orientais, que detinham o protagonismo nesse campo, e sim para contar com instituições que fossem nossas e mais ajustadas e perceptíveis ao pensamento ocidental. Ao mesmo tempo, essa maçonaria deveria englobar todas as escolas dispersas pela Europa, assim como aquelas das quais apenas restavam vestígios. Alquimistas, templários, espíritas, ordens pseudo-religiosas, cátaros, magos, bruxos, mesmeristas, martinistas, iluministas, rosa-cruzes, astrólogos, videntes, curandeiros, teofilântropos, todos eles entraram na maçonaria participando com os seus conhecimentos, que se foram cristalizando em rituais, muitos deles de difícil compreensão hoje em dia. É como se esse conhecimento, trazido de fora, tivesse sido guardado numa arca, pronto a ser utilizado pelo homem ocidental». (in, A Verdadeira História da Maçonaria, Jorge Blaschke / Santiago Río, Editorial Planeta SA, 2006, Barcelona)

Diz-nos também Elias Neto, Mestre maçon, Presidente da Loja maçónica Cavaleiros Templários e Membro da Academia Maçónica de Letras, no seu livro sobre Maçonaria: «Para administrar um grande número de Lojas numa determinada região, a maçonaria organizou-se em potências. Essas potências têm juridição sobre uma extensa área territorial que pode abranger um país inteiro. Ao criar-se uma potência, criam-se os três poderes, ou seja, o Executivo, o Legislativo e o Judiciário, que são independentes entre si. […] A maçonaria produz as suas próprias leis, pois, como já foi mencionado anteriormente, cada potência tem uma Assembleia Legislativa, constituída por representantes de Lojas da sua jurisdição. Assim sendo, uma potência com as suas respectivas Lojas é regida por uma constituição, que contém as leis necessárias para o funcionamento dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário. Para a administração do dia-a-dia, existe um regulamento geral baseado nas leis contidas na constituição que rege a potência. As Lojas têm as suas actividades baseadas na constituição, no regulamento Geral e no Manual do Rito de Trabalho que escolheu.» (in, O que você precisa saber sobre Maçonaria, Elias Mansur Neto, Universo dos Livros Editora, 2005,S. Paulo)

Se a Maçonaria não se pretendesse instituir como um PODER, apesar de afirmar que se trata essencialmente de uma sociedade essencialmente mística para a perfeição espiritual dos seus adeptos, porque são tão materialistas e matematicamente organizados territorialmente por todo o planeta?... Obviamente que se pretendem substituir ao Cristianismo que “reinou” aproximadamente 2.000 anos, cumprindo a sua quota parte da mítica precessão axial do planeta Terra, com um valor médio de cerca de 22 mil anos, o que dá um período de 1800 anos aproximadamente, correspondendo este a uma ERA no planeta Terra, e a cada era um Império, grande Civilização, reinado ou corrente filosófica-mística. Em 1776, Adam Weishaupt, considerado o PAI da Maçonaria Moderna, funda os ILLUMINATI da Baviera, a NOVA LUZ mundial, a NOVA ORDEM…
Impulsionada pelos ideais do Iluminismo e da Independência Americana, dá início em 1789 a Revolução Francesa, que alterou para sempre o quadro político e social da França, centro europeu do Antigo Regime, defensor da autoridade do clero, da nobreza e da monarquia. Considerada como o acontecimento que deu início à Idade Contemporânea, contribuiu definitivamente para a abolição da servidão e dos direitos feudais e proclamou os princípios universais de "Liberdade, Igualdade e Fraternidade", hoje mote da maioria das Lojas Maçónicas por todo o mundo. Em 1775 tinha dado início A Guerra da Independência dos Estados Unidos da América (1775–1783), também conhecida como Guerra Revolucionária Americana, iniciada após a assinatura do Tratado de Paris, assinado a 10 de Fevereiro de 1763 entre o Reino Unido, França, Portugal e Espanha e que pôs fim à Guerra dos Sete Anos, gerando grandes trocas de territórios coloniais entre as várias “potências europeias”.

BANCOS DO TEMPO: UMA SOLUÇÃO PARA A CRISE...

utilizar o "tempo" como moeda poderá ser o futuro?...

Para aqueles que têm todo o tempo do mundo e não sabem o que fazer face ao desemprego crescente poderão encontrar neste tipo de bancos uma solução, pelo menos parcial para as suas vidas. Com a crise financeira a agravar-se e falta de “dinheiro vivo” (expressão muito utilizada pela máfia) e sobretudo com o agravamento da crise na Banca, serão os Bancos do Tempo o futuro? Num anúncio de um banco deste tipo pode ler-se: “O Banco de tempo - iniciativa do Graal - é um banco em tudo igual aos outros. Tem agências, horário, cheques, depósitos e a particularidade de utilizar o tempo como moeda de troca. O Banco de Tempo funciona da seguinte forma: qualquer investidor que esteja disposto a dar uma hora do seu tempo para prestar um conjunto de serviços, recebe em retribuição uma hora para utilizar em benefício próprio. Troca por Troca. Hora por Hora”. Neste momento, já abriram ou estão em processo de abertura as agências de Abrantes (Câmara Municipal), Coimbra (Paróquia da Sé Nova), Macedo de Cavaleiros (Câmara Municipal/ADIMAC), Montijo (Junta de Freguesia), e Pombal (Câmara Municipal/Centro Cultural).

Temos como alguns exemplos de serviços disponíveis a partilhar no Banco de Tempo:
- acompanhamento de crianças: tomar conta, levar/buscar à escola, ajudar a fazer os trabalhos de casa, brincar;
- activid. recreativas: andar de bicicleta, caminhar, cartas, ténis, xadrez, animar grupos, música, guia turístico, festas;
- ajuda doméstica: lavar o carro, a loiça, compras, ir ao correio, à farmácia, pagar as contas, limpar o pó, passar a ferro;
- animais e plantas: jardinagem, acolher/tratar de animais/plantas nas férias, ajudar a dar banho a animais (gato, cão);
- bricolage: pequenas reparações, arranjos de carpintaria, de electricidade;
- companhia: acompanhamento ao médico, conversar, passear, contar histórias, ler alto, ir a espectáculos e exposições;
- cozinha: fazer um prato especial, cozinhar refeições para congelar;
- lavores: arranjos de costura, bordados, ponto cruz, croché/tricô;
- lições: estudar, descontrair, explicações, jardinagem, informática, línguas, música, olaria, pintura, decoração, dança;
- secretariado e burocracia: correcções literárias, processamento de texto, documentos, impostos, certificados;
- colaboração com o Banco de Tempo: apoio em actividades burocráticas da agência e na organização de convívios.

Agora já sabe, neste “tempo difícil” que atravessamos, pode dar uso aos seus “tempos mortos” ou “tempos livres” e transformá-los em “tempos úteis” trocando o que antes estava desperdiçado por “tempo potencial” ou "tempo futuro"… O único problema é explicar nas bombas de gasolina e nos restaurantes que só podemos pagar com "tempo"... Nessa perspectiva este sistema interessantíssimo pode levar milhões de anos a ser implementado, ou então não, se entretanto toda a moeda desaparecer subitamente de circulação devido a uma recessão mundial séria...

A MÁFIA DO “TEMPO”

criar a ideia de que nada funciona neste país é um dos objectivos da MÁFIA DO TEMPO

Muitas vezes somos confrontados com situações que nos fazem perder tempo, como entrevistas “fictícias” de emprego ou as já tradicionais filas intermináveis de espera nas finanças, notários, conservatórias, centros de saúde, hospitais, segurança social, centros de emprego, correios, bancos, onde muitas vezes apenas se encontra um ou dois funcionários a atenderem lentamente todos os que aí se deslocam. Também as infindáveis reuniões em empresas ou nos partidos políticos onde nada parece ser debatido no final, registando-se tudo em infindáveis actas e documentos, provam que a sua principal finalidade é a de manter as pessoas envolvidas ocupadas… O português “resignou-se” a este tipo de tratamento. Considera-o injusto, mas previsível. Por que tem de ser assim?...Por que não luta pelos seus direitos e reclama no “livro amarelo” da função pública, manda chamar o chefe de serviço, faça um escândalo (educadamente claro), envie a sua história para os jornais e televisões: numa palavra mexa-se contra este estado de coisas!... Estes funcionários não merecem respeito, pois chegam a fazer perder empregos a pessoas que aí tem de se deslocar e chegam a despender quase um dia inteiro para tratar de insignificâncias administrativas. Pior: muitas vezes não se trata apenas de incompetência mas de maldade pura, satanismo aplicado ao dia a dia, sadismo ou perseguição política.

Mas fazer perder tempo é também uma ocupação de muitas pessoas que pertencem a seitas ou sociedades secretas, que alimentam esta “amálgama amorfa” em que querem transformar a sociedade que não pertence às suas fileiras de “soldados do demónio” que visa apenas espalhar a “Revolução Luciferina”, a qual pretende acabar com toda e qualquer estabilidade social, com o intuito de a fazer mergulhar no caos. Com este procedimento criam um enorme mal-estar social, criando inúmeros núcleos de conflitos sem necessidade. Estes aduladores de ARES, o DEUS DA GUERRA, adoptado por estas elites que defendem fanaticamente deuses da Antiguidade (os Illuminati, por exemplo) nos seus rituais satânicos interinos, tão nocivos quanto o seu culto. Quando alguém o fizer perder tempo injustificadamente não se esqueça: essa pessoa não é incompetente, é seu inimigo!!!... “Eles” movem-se na sombra e a sua principal arma é a ignorância dos outros. Desarme estes “cavaleiros das trevas” com frontalidade, dureza, legalidade, justiça, e sobretudo traga estes assuntos “À LUZ”. Nada pior para estas pessoas do que serem confrontadas com a opinião pública ou dos outros. Não deixe que montem um “círculo” de energias negativas e satânicas ao seu redor, nem que lhe preparem cabalas. Muitas destas pessoas são fáceis de “desmontar” e pouco inteligentes (por isso se tiveram de juntar a um grupo…). LUTE E CONTRARIE CONSTANTEMENTE A “MÁFIA DO TEMPO”, SEM MISERICÓRDIA…!

AS MÁFIAS DA ARQUITECTURA

Ordem dos Arquitectos, acusada de ser lobby de maçons, e defender os interesses dos "grandes"

A arquitectura portuguesa é dos sectores económicos mais lucrativos do “nosso” país. Por esse mesmo motivo, aventurar-se neste mundo é dar um mergulho profundo nestas águas turbulentas e perigosas onde TUDO É MÁFIA. Desde os negócios imobiliários com terrenos que envolvem câmaras municipais e gigantescos interesses partidários, passando pela manipulação de preços pelo “artificial” tecto de valores de compra e venda mantido pelo jogo sujo das imobiliárias face ao “real” preço de mercado, lavagem de dinheiro de actividades ilícitas como a droga e prostituição na construção de condomínios e empreendimentos de luxo, oferta de imóveis a presidentes de juntas de freguesia e câmaras municipais em troca de influências e aprovações “tácitas”, os negócios mantidos entre bancos e imobiliárias que se garantem mutuamente, a lista não acaba… Desde o 25 de Abril, quando surgiu a típica figura do construtor com o seu Mercedes e molhos de notas nos bolsos (hoje mudou para o AUDI ou BMW, mas os molhos de notas mantêm-se!!!...) que a máfia da construção e da arquitectura evoluiu de uma atitude “interventiva” de esquerda com pendente social (todos tinham direito a ter a sua casa) para uma total manipulação das regras do jogo por este movimentar milhões, com forte pendor de “extrema-direita” (o cidadão comum já não consegue pagar a sua casa ao banco, ficando “fora do jogo”). A figura do arquitecto encontra-se, assim, fragilizada publicamente e o seu título obtido oficialmente através dos cursos universitários nada significa face às inúmeras instituições que "em simultâneo" procedem a um verdadeiro "ataque" aos seus projectos num jogo complexo de aprovações, indeferimentos e adiamentos, tornando a legalização de um simples projecto um complexo "jogo" que envolve muita corrupção e "chantagem", campo favorável às empresas de arquitectura que "movem" as suas "influências"... Em Espanha esta corrupção foi contornada com um simples procedimento: é o Colégio de Arquitectos (a Ordem) que recebe duas cópias dos projectos, uma para o seu "arquivo" e outra a entregar "oficialmente" ao construtor. Nenhuma entidade tem de aprovar ou indeferir projectos de arquitectura, que são, acima de tudo, obras de arte e estética e o arquitecto é efectivamente reconhecido pelo seu real título profissional...

É o construtor agora com dimensão de PROMOTOR IMOBILIÁRIO, com direito a logótipo e quota de mercado, que exerce já “oficialmente” pressão junto das entidades estatais (pois delas recebe apoio secreto via Illuminati e outras sociedades secretas ou partidos políticos). O PROMOTOR é quem estabelece as políticas de gestão territorial, dita as regras de elaboração dos PDM’s e demais planos de ordenamento do território, financia as campanhas políticas de forma directa ou indirectamente através de outras pequenas empresas subsidiárias destas e de uma forma geral é ele quem diz às empresas de arquitectura, que agora têm a dimensão de grandes consórcios, o que fazer, chegando mesmo a ditar o seu “gosto arquitectónico” de forma imperativa. Estas empresas de arquitectura, certificam-se para a qualidade, unificam procedimentos e unem-se secretamente em jogos que levam à monopolização do mercado de produção de projectos. Tratam os seus funcionários como escravos e fazem imperar o medo como forma de manipularem e fazerem uma constante “lavagem cerebral”, sobretudo a quem não defende ideais de extrema-direita. Aliam-se com a Ordem dos Arquitectos, entidade “isenta de influências”, na criação de cada vez mais leis e normas de arquitectura e procedimentos administrativos ridículos, que acabam por tornar o exercício da profissão um inferno ou mesmo inviável aos pequenos arquitectos ou pequenas e médias empresas de produção de projectos de arquitectura. Este sempre foi um sonho antigo de certas correntes conotadas com a direita salazarista e até com a Ordem dos Engenheiros, que já no séc. XIX “roubou” o papel do arquitecto à sua função interventiva social. Desta forma o arquitecto “de esquerda” populista e idealista é aniquilado, dando lugar a uma “seita” de “lobos” que não permitem a existência ou sobrevivência dos “outros”, os que não “estão” com eles. Durante o Estado Novo a arquitectura estava reservada a “algumas famílias” próximas das elites do Estado Salazarista… A história repete-se…

A MÁFIA DAS EDITORAS

a nova CENSURA literária é feita pelos "jogos articulados" das grandes editoras

De que forma actuam as editoras relativamente àqueles que desejam editar e distribuir livros através destas?...

Tendo em consideração que Portugal é um mercado relativamente pequeno no mundo e face à sua cada vez mais débil economia, o negócio da edição nem sempre é lucrativo. Por isso, neste momento, a tendência é para as pequenas editoras, que normalmente publicavam um tipo de leitura mais artística, literária e alternativa, mais do tipo não comercial, falirem, e consigo levarem a hipótese dos pequenos autores, menos conhecidos, conseguirem ver publicadas as suas obras. Por vezes, valores culturais literários em potencial perdem-se para sempre… Mas a grande perdedora é a cultura portuguesa. As grandes editoras, cada vez mais burocratas, oferecem lucros muito baixos para escritores em inicio de carreira, sobrevalorizando apenas escritores comercialmente já bem colocados no mercado, jornalistas ou políticos de renome que garantam o sucesso da operação com retornos de investimento mais rápidos. Mas um novo perigo para os “pequenos escritores” surge desta estratégia: as ideias ou argumentos expostos à aprovação das editoras, são muitas vezes “vendidos” ou “transferidos” a escritores que exclusivamente se dedicam a “aproveitar” ideias de outros, sem esforço. Dados os meios que são colocados ao seu dispor, um livro “escrito” por estes, pode ser preparado em apenas semanas e editado ao fim de dois ou três meses sem esforço.

A solução passa por os pequenos escritores registarem os direitos de autoria das suas obras antes de as exporem a alguma entidade pública ou privada, organizarem-se em associações, editarem os seus próprios livros (com o problema inerente à sua distribuição, fundamental no processo de êxito comercial) ou venderem as suas histórias às televisões o que apresenta o mesmo risco de plágio…). De outra forma torna-se muitas vezes impossível a edição de um livro entregue à aprovação de uma editora, processo que pode ser retardado propositadamente, até estar garantida a publicação da obra-plágio como autoria da editora. Outras vezes ainda as editoras montam autênticas cabalas entre si, para evitar que determinado livro ou autor consiga publicar, por motivos políticos, filosóficos ou simplesmente…mafiosos… O mundo dos livros, cada vez mais na mão das grandes editoras, não deixa alternativa “política”, aos pequenos escritores, conotados histórica e ideologicamente com valores de “esquerda”… Chegará novamente o dia em que voltamos a ver pilhas de livros serem queimados, como durante a Inquisição ou no III Reich?...

AS MÁFIAS DO (DES)EMPREGO

centros de "EMPREGO" não servem o cidadão; apenas o fazem perder tempo e dinheiro...

Muitas pessoas que procuram emprego já se depararam com inúmeras situações desagradáveis, muitas delas com contornos surrealistas. Muitos Centros de “Emprego”, por exemplo, convidam os inscritos a deslocarem-se a entrevistas, na maior parte das vezes a longas distâncias (situadas inclusivamente fora do próprio concelho) e que repetidamente resultam em “entrevistas fictícias”, posteriormente “canceladas” pelas entidades “supostamente” empregadoras. Este procedimento é muito frequente e levanta a suspeita da sua razão de existir. Se o objectivo é fazer as pessoas perderem tempo e gastarem dinheiro na deslocação e alimentação, então, pode-se dizer, que são bem sucedidos estes esquemas descarados de “incentivo ao consumo” que se utilizam de serviços públicos. Nestas situações não hesite em pedir o livro amarelo e descrever bem, em poucas palavras o sucedido. Estas situações têm de ser o mais possível, denunciadas. De seguida envie uma cópia da queixa para o máximo de jornais e televisões que puder, via e-mail. Perde um pouco mais de tempo, mas alguém vai deixar de se rir tão descaradamente e de brincar com as vidas dos mais necessitados!... Noutros casos, orientam os inscritos para cursos de formação de empresas privadas que “prestam serviços” ao Centro de Emprego, independentemente da temática do curso ter ou não a ver com a formação da pessoa. Também acontece muitas vezes induzirem o desempregado para outra função qualquer, o que acaba por o levar a ter de investir em formação específica, e quando este a obtém, já não encontra essa vaga ou trabalho nessa área profissional. Isso leva muitas pessoas a gastarem as suas já míseras economias em formações atrás de formações sem recuperação do investimento, apenas para lucro das empresas de formação, as quais depois de verem paga a última prestação não se preocupam mais com a situação profissional do formando.

Muitas agências de trabalho temporário pedem também abusivamente uma enorme quantidade de dados pessoais como n.º da conta bancária, passaporte, pedindo ainda para assinar declarações da Segurança Social como seu “empregado”. Da mesma forma que os Centros de Emprego, para demonstrarem trabalho, enviam aos inscritos, listas infindáveis de entrevistas, nos mais variados locais, para estes se “entretenham” a passear, pois na maior parte das vezes não são mais do que esquemas para o levar ao consumo. A maior parte destas empresas nem sequer estão devidamente informatizadas com bases de dados pois o seu objectivo financeiro é, muitas vezes, apenas o de cumprir mínimos para receber subsídios europeus especificamente destinados a este tipo de empresas, que “supostamente” deveriam combater o desemprego. Existem também empresas privadas de recursos humanos, que pedem uma inscrição de preço elevado e que prometem mundos e fundos. Na maior parte dos casos não resultam em nada…

AS MÁFIAS DAS UNIVERSIDADES

o traje académico e a praxe, com origem na Coimbra salazarista, lembram as tradições dos Illuminati

As universidades em Portugal, tiveram uma maior expansão a partir do final dos anos 80, após a adesão à Comunidade Europeia. Era urgente formar jovens com maior grau de especialização e em grande quantidade para modernizar o país, com o principal objectivo de o retirar do marasmo económico em que se via mergulhado num pós-revolução típico de país pobre. Muitos financiamentos vieram e foram entregues a instituições privadas que viram o seu investimento crescer exponencialmente nos anos subsequentes. Estas verbas originaram uma verdadeira “corrida ao ouro” e alguns casos de corrupção e tráfico de influências, vieram inclusive a público. Depois de consolidadas, as universidades privadas tornaram-se negócios chorudos, dado o preço mensal das propinas, que agora, já não está ao acesso de qualquer um, justamente como forma de “seleccionar” e reduzir de forma apriorística o número de estudantes universitários “sem futuro” no mercado de emprego. Afinal de contas, não podemos ser todos “doutores”, certo…? De outra forma, onde se iriam buscar os “escravos” dos “doutores”?...

Para lá dos valores pagos nas propinas, as universidades passaram a representar igualmente um “ninho” potencial de exploração económica de inocentes jovens, ávidos de “curtir” a vida, tão maravilhosamente fantástica entre tanta “gente gira”. Em Lisboa, por exemplo, passou a ser sinónimo de universidade, as borgas, beber cerveja no Bairro Alto, sexo, amor e rock’n’roll, os ideais atractivos dos anos 60. Universidade passou assim a sinónimo de glamour juvenil, energia positiva, muito mais do que locais de formação especializada. Com a saturação do mercado de emprego, importa muito mais extorquir dinheiro a cada estudante, através dos consumos nos locais de diversão nocturna, no consumo de drogas, gasolina, almoços e jantares do que envolvê-lo numa vidinha regular de aborrecido estudo: uma festança constante, que dá lucro a muita gente!!!... Para os mais estudiosos que não saem à noite e que pretendem levar o curso mais a sério, criaram-se outro tipo de armadilhas: pós-graduações, especializações, mestrados e doutoramentos que além do lucro rápido que visam para as universidades, têm também a finalidade de retardar enormemente a entrada de milhares de estudantes finalistas no já saturado mercado de trabalho. É como se estivessem empregados mas tivessem de pagar para trabalhar… Além disso, os professores responsáveis pelas cadeiras de mestrados e doutoramentos ficam com um enorme leque disponível de “escravos” que pagam para trabalhar para si, num autêntico sistema hierárquico piramidal de professores, doutores, assistentes e monitores… Espantoso!!! … Um sistema muitíssimo bem montado e que dá lucro por todos os lados… E para os realmente boémios, criaram-se ainda as bolsas de estudo e de intercâmbio entre universidades, ou programas de intercâmbio de estudantes como o ERASMUS ou GALILEO, co-financiados apenas, e que farão os estudantes desenvolverem as economias locais dos sítios para onde vão, alugando quartos ou apartamentos, comprando bilhetes de avião, e claro, novamente os consumos nos bares e discotecas, porque mais longe dos pais, a droga à discrição, o sexo, amor e o rock’n’roll, “libertam-se” sem limites… Quantos jovens depois destes programas não regressaram ao seu país de origem e praticamente desistiram da ideia de trabalhar tão habituados às drogas e à boémia estavam?... Alguns acabam por se dedicar á prostituição de luxo, como acompanhantes VIP’s, frequentando meios onde a “festa” nunca acaba e as drogas são muitas vezes “oferecidas” para os manterem definitivamente aí aprisionados…

Durante o curso, há ainda a sexualidade entre colegas, “favores” entre professores e alunos, as angariações de “adeptos” e “presas” para as “esfomeadas” elites das sociedades secretas, que para isso colocam em campo os seus responsáveis pelas prepotentes PRAXES universitárias, de capa preta (traje semelhante ao dos Illuminati nas suas reuniões em “Loja”) durante as quais dá início a “caçada” ou “selecção” de candidatos. A PRAXE acaba por ser uma pré-iniciação nestas sociedades mais contidas de ELITES e que preparam o futuro NEÓFITO para a sua iniciação oficial em LOJA. Mas depois de todas estas vertentes complexas e interligadas da vida universitária, no final do curso, os que conseguem concluir, têm ainda de assistir à tradicional “Bênção das Fitas”, onde um padre católico (quem não é católico aguente-se…), num estádio de futebol apinhado de estudantes de capa preta e batina, diz uma missa breve, durante a qual são perdoados todos estes pecados e pecadilhos universitários, como por milagre numa “absolvição conjunta” e abençoados os finalistas para o seu futuro profissional. Certo, certo é que enquanto frequentou a universidade, cada aluno representou uma mais valia para a economia portuguesa!... Se isto não é máfia, então é o quê…?

AS MÁFIAS DO FUTEBOL

o futebol deixou de ser desporto, para passar a ser imprensa cor-de-rosa

Os recentes acontecimentos com cerca de 30 elementos da claque do Benfica “No Name Boys” por suspeitas de tráfico de droga e posse de tochas incendiárias e outros objectos ilegais e perigosos levaram a uma investigação mais profunda, que teve como resultado a confirmação da prática regular de tráfico de droga para aquisição de bilhetes e pagamento de viagens a jogos europeus ou internacionais. O que é certo é que esta pratica, “desenrascava” muitos destes adeptos mas acabava por dar lucros ao clube, já que os “No Name Boys” crescem exponencialmente…

Mas o mundo do futebol é mais vasto, no que respeita ao disseminar de modelos pouco ortodoxos de boa conduta moral. Por exemplo, o que dizer dos escândalos de Ronaldo, com prostitutas em hotéis de renome, do seu show-off com carros e casas de luxo, tudo ícones da máfia e dos lobbies do dinheiro, que lhe deram enorme “visibilidade” na “imprensa cor-de-rosa” internacional. Parece que afinal, para se ganharem prémios de desporto já não basta ser-se bom praticante. Também é necessário criar uma história de escândalos, por mais amorais que sejam, de preferência envolvendo muitos “brinquedos de luxo”, com muitos namoros, casamentos e divórcios à mistura. O adepto já não discute futebol, mas todos os detalhes mais ínfimos da vida dos jogadores, esquecendo-se muitas vezes de “viver” a sua própria vida… Já de uma forma retrospectiva, o que dizer também do Euro 2004, em que as máfias ligadas às altas esferas, andavam como “lobos” para “caçarem” as monstruosas verbas para os projectos e construção dos estádios de futebol (visivelmente em excesso para a dimensão do pais) onde apenas se acabaram por realizar alguns jogos? O país ficou a nadar em estádios, mas quem os projectou e construiu é que ficou a ganhar…

Mas afinal, qual é o “real” poder do mundo do futebol no nosso país? Porque quase toda a gente participa desta estranha febre, que se sobrepõe às famílias, à justiça, à ordem estabelecida?... O futebol representa uma enorme fonte de receita para os clubes, muitos deles financiadores de partidos políticos e, consequentemente, de muitas sociedades secretas. Desta forma compreende-se que droga e lucro andem de mãos dadas, pois já sabemos que os Illuminati, além de ávidos por PODER e DINHEIRO, fazem tudo por tudo para manterem o “povo” ocupado com espectáculos viciantes e estupidificantes, que não os faça pensar em assuntos sérios, na sua própria vida, pois desta forma, continuarão calmamente, sem interferência, a minarem aos poucos as bases da sociedade civil instalada e a estenderem a sua rede sem opositores…

AS MÁFIAS DOS AEROPORTOS

"catch me if you can", filme com Leonardo di Caprio sobre falsificações em companhias aéreas

Foi descoberta, no início de Janeiro, uma rede de 19 pessoas que inseriam produtos no nosso país, sem serem sujeitos às habituais taxas alfandegárias, e que operava no aeroporto Sá Carneiro. Este negócio, que eu saiba, já se pratica há muitos anos por vários comissários (que são menos inspeccionados) ou assistentes de bordo em várias companhias aéreas (desde o 25 de Abril, pelo menos). Por vezes, alguns pilotos participam igualmente no esquema por serem mais insuspeitos. Desta forma conseguem aumentar o seu rendimento com uma espécie de comissões das vendas daqueles que colocam os produtos à venda, normalmente câmaras fotográficas ou de filmar, aparelhos leitores-gravadores DVD, ou tecnologia de som.

Mas nos aeroportos há muitos esquemas, como por exemplo, o dos empregados de segurança que deixam igualmente passar determinados equipamentos ou droga nas bagagens dos passageiros “regulares” a troco de comissões. Também, na área da segurança aeronáutica, o problema das inspecções dos aviões, sobretudo dos low-cost, que muitas vezes permanecem apenas meia-hora parados, não permitindo a realização de uma inspecção em boas condições de segurança. Veja-se o recente acidente sucedido no verão de 2008 no aeroporto de Madrid, por uma empresa concorrente da multinacional IBÉRIA. E quantas vezes são vistas equipas de limpeza nas pistas de descolagem e aterragem, para evitar acidentes como o célebre acidente do concorde em Paris, ocorrido em 2001?...Ouvem-se também estranhas histórias de entrevistas para pessoal “assistente de voo”, como um Open Day realizado recentemente em Lisboa pela RyanAir, em que a maioria dos seleccionados, senão todos, “coincidentemente” possuíam tatuagens, algumas delas em locais visíveis, factor que era apontado na entrevista de trabalho como factor eliminatório liminar…

“NEWTIME”, SINAIS DOS NOVOS TEMPOS…?

muitas empresas de trabalho temporário pedem, abusivamente, determinadas informações pessoais

Como funciona o trabalho temporário em Portugal?... Mal, dirão todas as pessoas que já o experimentaram. No nosso país trabalho temporário é sinónimo de “call center” para o sector masculino e “limpezas” para o sector feminino. É triste mas o panorama nacional é este. Para além de um atendimento medíocre, onde são preenchidas muitas vezes fichas e papéis manualmente que são arquivados em pastas e “voilá”, está feita a entrevista, que na maioria dos casos não dá em nada. Muitas destas empresas são co-financiadas por quase não terem fins lucrativos, e estes procedimentos arcaicos que têm são devidos ao facto de apenas terem de prestar contas aos seus financiadores… Mas mais grave, é quando algumas destas empresas passam por cima da lei e cometem abusos como a NEWTIME, situada no Marquês de Pombal, em Lisboa e especializada em trabalho temporário na área de Hotelaria. Àqueles que aí se deslocam é-lhes pedido, abusivamente, fotocópia do passaporte, n.º da conta bancária e pedem para assinar uma declaração da Segurança Social, em que o nome da NEWTIME aparece como entidade empregadora, ficando o inscrito, tecnicamente como “empregado” desta. Assim, o inscrito fica dado estatisticamente como “empregado” na Segurança Social… Dá que pensar, não…?