PAINÉIS SOLARES: DEMAGOGIA SOCRÁTICA - III
XVI CONGRESSO DO PS
Como se isso não bastasse para demonstrar que, mais importante para o PS neste momento difícil que atravessamos na economia nacional e mundial, é definir quem são os inimigos públicos das suas “cegas” estratégias “democráticas”: Manuel Alegre e o Bloco de Esquerda, duas pedras no sapato de Sócrates, que se não beber a “cicuta” do Caso Freeport, terá de enfrentar séria oposição destas duas frentes combativas à esquerda, que lutam pela democracia e pelos direitos dos oprimidos pelo “regime” socialista e contra a actual política económica cega e totalitária do PS, do “Quero, Posso e Mando”, tão criticada pelos socialistas durante o governo de Cavaco Silva… Sinais preocupantes do socialismo nacional e internacional, que em vários países da Europa e do mundo se está a assumir e a aproximar-se das políticas fundamentalistas e estratégias de extrema-direita levadas a cabo por Hitler, no momento em que assumiu a liderança do Partido Nacional Socialista, na Alemanha dos anos 30…!!!
A MAÇONARIA E A ESTÁTUA DA LIBERDADE
NOVO CÓDIGO DE TRABALHO
TERRORISMO GLOBAL CONSOLIDA-SE
Para além destes sinais preocupantes, a Al-Qaida aperfeiçoou-se e tem centenas de novas células espalhadas por todo o mundo, segundo Anatoli Safonov, representante especial do Presidente russo para a cooperação internacional na luta contra o terrorismo e o crime transnacional. A Al-Qaida sofreu uma mudança de gerações, com um maior aperfeiçoamento, adaptando-se à situação actual do mundo. Selecciona jovens e envia-os para universidades europeias para se formarem como físicos, químicos e biólogos. Esta organização terrorista sofreu duros golpes no Iraque e no Líbano, mas continua activa em muitos outros países e células por todo o globo. Tal como dizia Einstein: “não sei como será a terceira guerra mundial, mas a quarta será certamente com paus e pedras”…
A MÁFIA DO CARNAVAL
AMÉRICA DO SUL: AS MÁFIAS DA ÁGUA
A MÁFIA DO TEATRO
A MÁFIA DO CINEMA
MERCEDES SLR EM OURO BRANCO
A ESTRANHA ESCULTURA DE SÁ CARNEIRO
“V” DE VENDETTA
SINARQUIA NEGRA VS SINARQUIA BRANCA
«No ano 510 a.C. quando a tirania se desmoronou em Atenas […] Clisteneo, avô do popular Péricles, encarregou-se de reformar a constituição vigente e instaurar um governo colegial, ou seja, não eleito pelos cidadãos, mas formado por um grupo de sábios e místicos de renome. Chamou-lhes sinarquia e funcionou bastante bem durante décadas. Quem foi o real promotor da sinarquia? Durante a tirania e inclusivamente antes, os antigos gregos tinham aprendido a diferenciar os plutocratas (de plutos, ou “donos da riqueza”) do resto dos cidadãos porque a filosofia que aplicavam os primeiros era a pleonexia ou “desejo desmedido de posse”. De possuir tudo: produtos, escravos, terras, influência social e política… Com semelhante atitude, destruíram a antiga sociedade pastoril e igualitária, que durava desde tempos imemoráveis […] dando lugar a outra época em que a desigualdade se converteu em regra-geral, gerando guerras contínuas e actos violentos. Então apareceu uma classe de filósofos pré-socráticos chamada MESOI (ou conciliadores), que advogavam a recuperação do espírito da era antiga e para isso promoviam a teoria do equilíbrio […]. Para encontrar a virtude do novo poder era necessário criar instituições que regulamentassem as práticas comerciais desleais, a escravidão e o caos social, impedindo que os mais poderosos pudessem impor as suas condições a todos os outros. Desta forma aparece também a filosofia da arkhé ou harmonia, segundo a qual, os cidadãos (os habitantes da polis) apenas podiam desfrutar de igualdade (eumonía) se os acordos tomados entre eles livremente, fossem respeitados por todos. Segundo os filósofos, esta era a situação dos homens no princípio dos tempos, quando a sua harmonia na terra reflectia a de todo o universo.»
«Arkhé representava a correcta evolução de tudo quanto existe, um avanço paulatino em direcção à divindade, que idealmente devia estender-se a todos os âmbitos, não apenas no das relações políticas e sociais, como também na vida pessoal. Para vigiar a sua correcta aplicação, nomearam-se os arkhontes ou magistrados, encarregados de manter a ordem e a harmonia, os verdadeiros guardiães do “demos” (o povo). Clisteneo aplicou estas ideias criando o seu governo de sábios aconselhado pelos filósofos, que além disso, tinham a missão de instruir o povo através das academias ou centros de ensino. Assim se instituíram as bases da Grécia Clássica, na qual o seu neto Péricles instauraria a democracia, ou governo do povo (ainda que limitada, uma vez que não participavam nela as mulheres, escravos ou estrangeiros). Alguns autores afirmam que o momento actual da civilização se parece muito ao descrito nos parágrafos anteriores: o desejo desmedido de posse de uma minoria, destruiu a convivência social, a harmonia entre homem e mulher, o equilíbrio entre a natureza e o ser humano. […] Não está claro de onde surgiram os filósofos conciliadores, os autênticos impulsionadores daquela mudança, mas parece muito evidente a tentação de relacioná-los directamente com as sociedades secretas instituídas no Antigo Egipto e descendentes de cultos solares como os de Akhenaton. Quanto aos plutocratas, o número de cidadãos que apoiaram a sinarquia forçou-os a retirarem-se para segundo plano, mas a sua frustração não fez mais do que alimentar as suas ânsias de poder militar, económico e religioso e levou-os a pensar que, se um número de cidadãos, ainda que em maioria, podia agrupar-se e organizar-se para defender os seus interesses comuns, eles igualmente podiam superar as suas diferenças internas e construir a sua própria sinarquia. […] Uns filósofos, digamos, influenciados pelos descendentes dos cultos ao terrível deus Seth, inimigos por antonomasia dos primeiros. Talvez naquele momento tenha nascido a sinarquia branca a sinarquia negra. A primeira decidida a ajudar o ser humano a caminhar em direcção a um reino de paz e felicidade. A segunda, disposta a apoderar-se do território, da paz e da felicidade mas apenas para os seus membros, condenando todos os outros à escravidão.» (in, Illuminati, Paul H. Koch, Editorial Planeta SA, 2006, Barcelona).
OS “AFTER HOURS”: A MÁFIA DA NOITE
Para clientes com mais poder económico, são reservadas as salas privadas, as festas em hotéis de luxo com várias meninas e prostitutos (estes por vezes menores…) sejam oriundos da rua ou contratados através de falsas agências de scouting, acompanhantes ou até de modelos profissionais… As orgias mais eruditas ganham quase um ar artístico do tipo da que nos é “revelada” no filme “Eyes Wide Shut” (com Nicole Kidman e Tom Cruise), onde os seus protagonistas se comportam como deuses no Olimpo, a quem todos os prazeres terrestres são permitidos, em apenas algumas horas, desde que se pague, claro… nem que seja com o corpo ou com pesados favores, a cobrar “mais tarde”… O culto deste tipo de festas, já praticadas em muitas sociedades secretas e seitas como rituais de iniciação ou festas (ágapes) não fazem mais do que propagar o vício do sexo bissexual liberal com forte vertente comercial, mantendo vivas as tradições greco-romanas tão gratas às elites das sociedades secretas, que se aproveitaram desde toda a história dos jovens mais pobres que recorrem a este tipo de solução como forma de ganharem o seu sustento. O negócio está em crescimento tão franco que até já existem cirurgiões plásticos a trabalharem com jovens ligados a estas redes, ajudando a tornar a sua “imagem” mais atractiva, trabalhando para criarem verdadeiros “exércitos” de prostitutas e prostitutos de “gama alta” cujos dividendos resultam em lucros necessariamente mais elevados, e vocacionados para clientes mais exigentes, publicitados por outro “exército” de RP’s (relações públicas) que difundem e publicitam as festas recorrendo aos seus contactos pessoais, de chats ou locais “virtuais” de encontros para sexo, ou até no HI5…
CASAMENTO DE CRIANÇAS: A MÁFIA DA PEDOFILIA
PEDOFILIA: O NOVO “CAVIAR”
Antes do processo Casa Pia ser finalmente denunciado por Catalina Pestana, que assistiu “impávida” durante anos, limitando-se a recolher “provas” dos abusos destes jovens dependentes de uma instituição social que lhes garantisse uma orientação apropriada à sua formação enquanto pessoas, já muitos políticos tinham conhecimento deste caso, designadamente, Ramalho Eanes e o governo da altura, mas nada foi feito… Afinal de contas esses miúdos que muitas vezes se “ofereciam” nos jardins defronte dos Jerónimos e em Monsanto eram prostitutos, menores, mas prostitutos e procurados até por alguma “nata” social e política, desde os anos sessenta. A pedofilia durante o salazarismo existia, mas como os mais pobres não tinham voz nessa época, justamente porque os seus clientes eram ricos senhores até ligados ao regime, nem chegava a haver queixas nem denúncias; tudo se passava entre cliente e prostituto. Muitos até consideravam estar a fazer um favor financeiro aos miúdos, que de outra forma, não conseguiriam arrecadar uma “mesada” que lhes permitisse terem os seus pequenos gastos pessoais e uma certa independência financeira. Ainda hoje é assim e sempre será assim e o que este processo veio permitir foi uma MEGA PUBLICIDADE deste PRODUTO DA MÁFIA DO SEXO, hoje em franca expansão nos bares e discotecas, saunas e casas de prostituição, clubes privados onde atinge valores exorbitantes, conforme as variantes do negócio e dos clientes que manipula. A pedofilia ganhou assim, em Portugal, o carácter de mais uma profissão lucrativa, a ser explorada pelas “máfias da noite”, da droga e do sexo. As festas privadas em grupo são agora a nova moda, realizadas quase em segredo em hotéis de 3 a 5 estrelas, motéis de estrada e clubes de sexo, muitos deles com capital espanhol por detrás, pois este mercado, a nível nacional está a ser totalmente tomado pela poderosa máfia espanhola do sexo. Muitos dos clientes destes jovens são homens de meia-idade ou jovens empresários, com bastante capital para darem lugar às suas perversões mais profundamente enraizadas no seu subconsciente erótico, mesmo quando casados, pais de filhos e respeitáveis “senhores” das mais variadas áreas profissionais. Em Portugal este mercado ainda é maioritariamente masculino, inundado por prostitutos brasileiros e romenos que a qualquer preço desejam ganhar residência em território luso, mas também de uma juventude portuguesa que sem escrúpulos visa obter rendimentos suplementares como forma de “vida fácil” e excitante. Muitos prostitutos de luxo começam por agências de modelos de vãos-de-escada ou acompanhantes para eventos, que se encarregam de os orientar e lhes conseguir clientes com um certo poder económico, por vezes em troca de alguma “exclusividade”. Muitos pais nem sonham o que os seus filhos menores fazem à noite, mas também é certo que são geralmente os jovens mais carenciados que buscam esta “forma de vida”. Infelizmente muitas vezes acabam por cair em redes de prostituição e droga, algumas delas em Espanha, de onde nunca voltam a sair deixando de ser vistos, um “belo dia”…
Com o processo “Casa Pia” a MÁFIA DO SEXO e da NOITE ficou claramente a ganhar, conseguindo oficializar e publicitar para o grande público uma actividade que de outra forma nunca poderia ter atingido os elevados níveis de audiências facilitados pelo marketing e divulgação através de todos os MEDIA…
SEXO: A NOVA DROGA
Quando a droga se implementava em Portugal com enormes consumos, nos anos 80 e 90, o sexo era ainda algo relativamente circunstancial. Mas agora, com o aumento do poder das máfias, ganho à conta, justamente de décadas a comercializar droga e a investir esses rendimentos em investimentos imobiliários em Espanha (maioritariamente), estas máfias viram no crescente “mercado” do sexo, uma excelente oportunidade de negócio. A droga agora é oferecida para estimular a alucinação e aumentar o desejo descontrolado sexual, e o sexo é a nova droga, efectivamente. Muitas vezes é utilizada de forma perversa, como meio para a manipulação sexual de pessoas (jovens na sua maioria) e mantê-las num estado de quase inconsciência para poderem ser alvo de violações imperceptíveis à vontade consciente (“Rohypnol”, uma droga que dissolvida em qualquer bebida provoca amnésia forte muitas vezes associada a “Progesterex”, uma pastilha usada para esterilizar animais é usada para “evitar que mulheres engravidem quando são violadas sem saber, mas nunca mais poderão ter filhos). O sexo estimula a ansiedade, a repetição, a variedade infinita de situações, aumenta o ego e os instintos violentos e animais dentro de cada um, o que se torna muito mais atractivo, enquanto vício, causando uma dependência muito mais forte e intensa no dependente. Para além dos locais de encontro, a internet oferece hoje, milhares de sites e chats onde qualquer pessoa pode encontrar parceiros virtuais ou reais para encontros de amizade, amor, sexo individual ou em grupo, trocas de casais, num infindável mar de oportunidades. Esta facilidade aumenta o grau de dependência imediata e a propagação do vício, a cada segundo, de forma exponencial.
Claro que as pessoas são absolutamente livres de frequentar estes locais ou de praticarem todo o tipo de sexo permitido por lei. Mas a questão é que vão estar, na maioria das vezes, a “alimentar” e financiar directa ou indirectamente as máfias do sexo e da droga. O grande problema coloca-se ainda, nas vítimas desta gigantesca máquina destrutiva, sejam elas menores, prostitutas ou prostitutos, vítimas de violação, coação ou tráfico humano e exploração… À luz do tipo de sexo que se pratica hoje nestes locais, o Bibi, seria um “santo”. Talvez até fosse ilibado da maioria dos seus crimes…
SÓCRATES PERDE APOIO DE MILITANTES
QUANDO UM GNR CORTA A CABEÇA DE UM JOVEM…
"A heroína levara Carlos Rosa ao desemprego – vivia para roubar e roubava para comprar doses diárias que lhe permitiam viver. Na manhã de 6 de Maio de 1996, o sargento Santos é procurado no posto por um velho conhecido. O homem levava um vizinho, que pedia ajuda para localizar Carlos Rosa, suspeito de furtos numa empresa – chaves, um aparelho de fax, máquina de escrever e um teclado de computador. Rosa foi apanhado nessa mesma tarde. Confessou tudo, prometeu ajudar a recuperar o material e até deu informações sobre quem lho tinha comprado. Já depois das 20h00 seguiu com o sargento Santos para o Prior Velho e Galinheiras, de barraca em barraca, à procura dos receptadores. O comandante deixou-o no posto da GNR, pelas 22h30, e voltou a sair. Carlos Rosa ficou à espera. O sargento Santos regressou cerca da 01h30. Levou Carlos Rosa para uma sala dos fundos e, à civil, fez um truque habitual: apontou-lhe a arma e disse: “O que tu merecias era isto”. A velha Star atirou mesmo. O comandante do posto, sargento-ajudante José Fernando Aleixo dos Santos, tinha fama de duro. Foi transferido da Guarda Fiscal para a GNR em 1983 com uma folha de serviços invejável: louvores assinados pelos superiores reconheciam-lhe um comportamento irrepreensível, máxima competência, dedicação e espírito de sacrifício. Um exemplo de militar. Pouco tempo depois de ter chegado ao comando do posto de Sacavém caiu nas boas graças da população. Os moradores, causticados pelos roubos, apreciavam a desenvoltura com que encontrava suspeitos e recuperava material roubado, que devolvia aos proprietários. O sargento era um herói – e o reconhecimento público inchava-lhe o ego. 17 anos de cadeia foi a pena aplicada pelo colectivo de juízes do Tribunal da Boa-Hora ao sargento Santos – responsável pela morte, profanação e ocultação do cadáver. 2/3 da pena cumprida é o mínimo exigível por lei para que um condenado por crimes de sangue possa pedir a liberdade condicional. José Santos sai ao fim de quase 11 anos, por decisão do tribunal”.




















