A MÁFIA DA VENDA DE AUTOMÓVEIS

com mercado em forte queda, o lobby da venda de automóveis implementa estratégias de marketing...

Depois das pesadas baixas nas vendas dos stands e das produtoras de automóveis, surge agora em alguns jornais nacionais e noticiários televisivos uma notícia certamente “manipulada” com testemunhos de alguns examinadores de centros de inspecção automóvel a denunciar a forma como são pressionados pelos seus chefes para aprovarem o maior número de automóveis possível. Até Victor Pereira dirigente da FECTRANS afirmou que “as inspecções estão a ser feitas cada vez com menos qualidade”. “Milhares de veículos podem estar a circular sem condições”. A precariedade laboral existente nestas empresas e acentuada pela crise global, o medo da perda de clientes face à situação económica nacional, a forte pressão das empresas que possuem grandes frotas de transportes e os lobbies das oficinas que incluem nos seus serviços as inspecções, são apontados como algumas das razões para esta baixa na qualidade e exigência das inspecções. Segundo Victor Pereira os inspectores podem ser punidos de duas formas: perdendo o seu posto de trabalho se não cumprirem as suas ordens superiores ou serem penalizados pelo Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres por alguma inspecção efectuada de forma menos correcta com coimas que poderão ir até 2.500€.

A questão que se deve colocar é: não será este alarmismo uma tentativa de levar o Governo a tomar posição, levando a um maior chumbo de veículos, obrigando o mercado automóvel a consumir mais veículos novos ou em segunda mão?... Assim talvez se perceba a preocupação do Governo em fazer funcionar o chip de matrícula igualmente para controlar as inspecções e forçar a um maior abate de veículos em fim de vida. Criar-se-ía desta forma, mais um nicho “artificial” de mercado para a nossa frágil economia, mas claro, com prejuízo para os portugueses em geral, não para as empresas… Induzir a compra de automóveis através da pressão dos Media…Muito inteligentes…!!!

A “DEMOCRACIA” DE CHÁVEZ

Hugo Chávez começa a sua revolução bolívariana pelos campos de arroz, controlados agora por militares...

“O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, ordenou uma intervenção militar imediata para controlar produtores de arroz, que admite vir a nacionalizar por incumprimento de obrigações legais sobre abastecimento e controlo de preços. Em discurso transmitido na rádio e televisão venzuelanas, Chávez disse ter sido informado pelo ministro da Agricultura, Elias Jahua, de que «alguns sectores do mecado agrário se recusam a obedecer à lei e oferecer produtos cujo preço é fixado pelo Governo». «Não vamos continuar a permitir que escarneçam do povo ou do Governo revolucionário […] Ordenei, a partir de agora mesmo, a intervenção em todos esses sectores da agro-indústria», disse Chávez. A lei venezuelana determina que a maioria da oferta de arroz deve ser a preços fixados pelo Estado, e de variedades alimentares enriquecidas. «O que fazem alguns sectores do mercado agrário? Compram o arroz aos produtores e não produzem arroz regulamentado», afirmou Chávez, que aludiu ainda a ameaças de greve por parte de alguns produtores. O ministro da Agricultura declarou à TV estatal que a medida afectará inicialmente uma única empresa, que estava a embalar como «especial» 90 por cento da sua oferta, «para fugir ao controlo» estatal de preços. Advertidos, os proprietários responderam «desafiando o Estado», adiantou. (in, Jornal Global, 02.03.2009)

Quanto tempo faltará até as tropas de Chávez iniciarem vastas plantações de cocaína em vez de arroz, tal como já aconteceu em inúmeros países da América do Sul…?

KKK: DISCÍPULOS DE LÚCIFER

o filme "Mississippi Burning" (Mississipi em Chamas, 1988) revela o racismo sulista do KKK nos anos 60

“Nos últimos anos da sua vida, […] Mazzini correspondeu-se com Albert S. Pike, advogado e general sulista durante a guerra da secessão. Da mesma forma sabemos que foi um dos dirigentes máximos da maçonaria do rito escocês no novo continente e um membro activo, com o cargo de chefe de justiça, do Ku Klux Klan ou “Clã do Círculo”. O KKK havia sido fundado por outro maçom, Nathan Bedford Forrest, no princípio com o objectivo declarado de defender os brancos do sul das possíveis revoltas da até então escravizada população negra, assim como dos abusos que pudessem cometer as vitoriosas tropas do norte. Da importância de Pike entre as sociedades secretas do século XIX nos Estados Unidos são reveladores alguns dos seus títulos, como o de Soberano Pontífice da Maçonaria Universal ou Profeta da Franco-Maçonaria, assim como o manual constitucional “Moral e Dogma”. Especialmente fascinado pela possibilidade de ver, ainda em vida, um único governo mundial, a sua intensa actividade e eficácia levaram-no a alcançar o cargo de responsável máximo dos Illuminati em 1859. Noutra das cartas que Mazzini e Pike trocaram, o europeu propunha ao norte-americano a criação de outro círculo dentro dos círculos, no qual se desenvolvesse «um ritual que seja desconhecido e praticado apenas por maçons de altos graus», que «devem ser submetidos ao mais alto segredo». Graças a este novo grupo «cuja presidência será desconhecida» para os graus inferiores, «governaremos a maçonaria inteira». O controle absoluto de todos os maçons do planeta era o mesmo objectivo que Adam Weishaupt tinha tentado sem êxito no convento de Wilhelmsbad, mas neste caso, parece que Pike triunfou onde o bávaro havia fracassado. Fundou o Novo e Renovado Rito de Paladín, criando três conselhos um em Charleston, Carolina do Sul; outro em Roma, e o terceiro em Berlim.”

“Um documento de Junho de 1889 intitulado “Associação do Demónio e dos Iluminados”, no qual Pike adereçava instruções secretas aos vinte e três conselhos supremos da maçonaria mundial, refere alguns pormenores desse novo rito, partindo da advertência inicial aos seus membros: «A vocês, Instrutores Soberanos do Grau 33, comunicamos-lhes: têm que repetir aos irmãos de graus inferiores que veneramos um só Deus, ao qual oramos sem superstição. Apenas nós, os iniciados do grau Supremo, devemos conservar a verdadeira religião maçónica, preservando pura a doutrina de Lúcifer». No mesmo documento, Pike falava como um sacerdote: «Ele, sim, Lúcifer, é Deus. Infelizmente Adonai [referência ao deus judaico-cristão] também é Deus, porque, segundo a lei eterna, não há luz sem obscuridade, beleza sem fealdade, branco sem negro. O Absoluto apenas pode existir na forma de duas divindades diferentes, já que a obscuridade serve a luz como fundo, a estátua requer uma base e a locomotiva necessita de freios». E acrescentava: «A religião filosófica verdadeira e pura é a fé em Lúcifer, que está em pé de igualdade com Adonai. Mas Lúcifer é o Deus da luz, é bom, ele combate o obscuro e o perverso». As proféticas reflexões de Pike seriam postas à prova ao longo do século seguinte, o XX, baptizado como o século da violência.” (in, Illuminati, Paul H. Koch, Editorial Planeta SA, 2006, Barcelona)

ERASMUS MUNDOS: UM PROGRAMA INTERNACIONAL

o "Erasmus Mundus", um negócio para algumas empresas: milhares de alunos a viajarem de avião...

O recém-criado programa de estudos internacional “Erasmus Mundus” é uma versão upgrade do já existente Erasmus Europeu. Os estudantes agora poderão candidatar-se a instituições localizadas em qualquer parte do globo e o nível de abrangência deixa de ser o mestrado para se estender aos doutoramentos, igualmente. Se o tradicional programa europeu visava “fundamentalmente” a deslocação e instalação de milhares de estudantes, o que dinamizava algumas cidades e economias locais, criando um “mercado” específico que movimentava muitos milhares de euros, imagine-se agora com deslocações de avião intercontinentais, despesas de instalação mais dispendiosas… Um verdadeiro negócio para algumas instituições, e sem dúvida, um enorme incentivo ao consumo induzido, com a primeira fase iniciada em 2004… O anúncio da segunda fase é feito assim:

“O Programa Erasmus Mundus é um programa comunitário de cooperação e mobilidade no domínio do ensino superior que visa promover a União Europeia enquanto centro de excelência da aprendizagem a nível mundial. A segunda fase do programa decorre entre 2009 e 2013. O programa integra três acções: Acção 1 – Programas conjuntos Erasmus Mundus (mestrados e doutoramentos) de reconhecida qualidade académica, incluindo um sistema de bolsas de estudo; Acção 2 – Parcerias Erasmus Mundus entre instituições de ensino superior europeias e de países terceiros enquanto base para a cooperação estrutural, o intercâmbio e a mobilidade a todos os níveis do ensino superior, incluindo um sistema de bolsas; Acção 3 – Promoção do ensino superior europeu através de medidas que reforcem a atractividade da Europa enquanto destino de estudo e centro de excelência a nível mundial. Salienta-se ainda que a segunda fase do programa pretende não só implicar activamente os actores económicos europeus e os centros de investigação, como também integrar a janela “cooperação externa” no Erasmus Mundus, que dá para todos os níveis de ensino, nomeadamente licenciatura. Outra das características da segunda fase do programa é o facto de se estender a cursos de doutoramento e contemplar bolsas de estudo para os estudantes europeus participantes.”

DISCURSO DE KENNEDY QUE LEVOU À SUA MORTE

JFK enfrentando o KKK, sonhou com uma América livre de sociedades secretas...

Numa altura em que o KKK, com imensos infiltrados na CIA, preparava o assalto a Cuba, numa espécie de rebelião da sombra, à revelia das ordens do governo americano, JFK vem proferir estas palavras, num comunicado urgente à televisão: «a própria palavra secretismo é repugnante numa sociedade livre e aberta. E nós somos, enquanto povo, por herança e historicamente, opositores a sociedades secretas, juramentos de silêncio e procedimentos secretos. Opomo-nos à monolítica e brutal conspiração mundial que se recorre de meios herméticos para expandir a sua esfera de influência. Infiltram-se em vez de invadirem, subversão em vez de eleições, intimidação em vez de livre escolha; é um sistema que conseguiu reunir vastos meios e recursos, na construção de uma rede apertada, uma máquina altamente eficiente que congrega operacionais de altas patentes militares, diplomatas, forças policiais e de investigação, economistas, cientistas e políticos, numa operação concertada. A sua preparação é concebida mas não escrita, os seus erros enterrados e não chegam aos Media, as suas tramas silenciadas e abafadas. Não há dúvidas nem segredos revelados. […] Estou por isso, a pedir a vossa ajuda na enorme tarefa de informar e alertar o povo americano, confiante que, com a vossa ajuda, o homem será o que está destinado a ser: livre e independente.» (in, www.youtube.com/watch?v=_WSGwnz7XpY)

ALGUNS TÓPICOS SOBRE A MAÇONARIA NA EUROPA

Parlamento Inglês: a mesma estrutura física, administrativa e hierárquica de uma loja maçónica

«A maçonaria é um sistema de iniciação espiritual por meio de símbolos... […] O símbolo vai directo à intuição, penetra no subconsciente colectivo e aí desperta arquétipos que, quais moldes da imaginação, provocam revelações, intuições, emoções e energias psíquicas. A maçonaria é uma antiga sociedade que optou pelo recurso a símbolos com vista à evolução espiritual e social do ser humano […]. Tratando-se de um sistema de iniciação espiritual por meio de símbolos e uma vez que são os símbolos que movem as emoções do subconsciente, num futuro que será caracterizado pela globalização e pela tendência dos países para a unificação mundial, o papel do simbolismo, e portanto de uma associação como a maçonaria, será o de promover e difundir símbolos que ajudem à unificação mundial, permitindo a harmonização dos subconscientes colectivos das diversas civilizações do mundo, dado que a base para a aliança das civilizações é a partilha dos valores. Se os valores do mundo não se unificarem, como se porá fim à discórdia?» (Luís Racioneiro)

«A Grande Loja Alpina da Suíça, fundada em 1887 e com grande prestígio entre todas as obediências maçónicas do mundo, que se ocupa dos grandes problemas internacionais, […] estabeleceu, numa assembleia de Delegados realizada em Winterthur, a 21 de Maio de 1949, os cinco pontos fundamentais: 1.º reconhecer e invocar nos seus trabalhos o Grande Arquitecto do Universo; 2.º considerar a Bíblia como Volume da Lei Sagrada; 3.º incontestável fidelidade e total devoção à pátria; 4.º não se imiscuir em questões políticas ou confessionárias, a não ser a título instrutivo; 5.º remeter-se aos antigos deveres (nos quais está incluído o “segredo”) no que não se refere a estes princípios. […] As primeiras lojas maçónicas reuniam-se em tabernas (tal como Hitler…) e discutiam os seus assuntos enquanto jantavam. […] Os rituais que se realizavam com os “irmãos” sentados em volta da mesa, eram muito simples. Após a fundação da grande Loja (suprema hierarquia maçónica num país, que dirige os trabalhos das lojas e dos outros corpos da sua dependência) passou-se das leituras para rituais mais complexos e, no começo do séc. XVIII, a maioria das lojas trabalhava já com um sistema que tinha dois graus mais ou menos equiparáveis aos actuais de aprendiz e mestre.»

«Em Espanha, a Grande Loja depende de um organismo independente chamado Grão Priorado, que inclui alguns grupos como os Templários e a Ordem de Malta. Actualmente distinguem-se alguns tipos de maçonaria: Maçonaria de Adopção (feminina, ligada ao sistema de Mênfis); Maçonaria Evangélica (propagação do Evangelho sob o véu maçónico); Maçonaria dos Bosques (data de rituais ancestrais, dos druidas, ligados à montanha e às selvas); Maçonaria Oculta (essência e estudo do poder dos números segundo Pitágoras, da harmonia universal, magnetismo, sonambulismo, taumaturgia, fisiologia, frenologia, interpretações filosóficas, estudo do mundo sideral na sua relação com a vida humana); Maçonaria Adoniramita (do pensamento jesuítico); Maçonaria Filosófica (ritos de sacerdotes como o Rito dos Iluminados de Avinhão de 1779 e o Rito dos Iluminados Teósofos).»

«Perto do local onde os maçons operativos trabalhavam na construção das catedrais ou outros edifícios de pedra, erguiam uma cabana a que chamavam “lodge” ou “casa”, na qual guardavam as suas ferramentas e comiam no intervalo que tinham durante o dia. Para dormir alugavam quartos numa hospedaria da cidade. A actual denominação de “loja”, onde os maçons trabalham iniciaticamente, deriva do nome dessas mesmas cabanas. […] Finalmente existem os trabalhos e sessões das oficinas. […] Reuniões que se celebram de acordo com as normas acordadas pelo regulamento Interno da Loja, reuniões essas que podem ser semanais, quinzenais ou mensais. Nessas sessões, pode-se trabalhar com o grau de aprendiz, companheiro ou mestre. Por outro lado, as sessões podem ser Ordinárias, discutindo-se nas mesmas assuntos de interesse geral e realizando-se trabalhos de iniciação ou filiação; Extraordinárias, convocadas com uma finalidade concreta; de Instrução, quando se tem por objectivo os estudos do simbolismo, mecânica da loja e iniciação; de Família, dedicadas ao exame de contas e gestão; de Casamento, nas quais se celebra um casamento maçónico; Fúnebres, dedicadas à morte de um irmão; e Brancas, ou seja, abertas aos profanos. […] Por último, há que salientar que todas as Grandes Lojas (organismo que agrupa as lojas de um país) têm os seus órgãos de governo, que funcionam como conselho de administração de uma sociedade civil. […] O órgão máximo de representação de uma obediência maçónica é a Grande Assembleia (que corresponde no mundo profano a um parlamento), composta por todos os membros da instituição. Esta reúne habitualmente uma vez por ano, e é presidida pelo Grão-Mestre. Regra geral, as grandes decisões sobre rituais, eleições património, etc, são tomadas nesta Grande assembleia.» (in, A verdadeira história da Maçonaria, Jorge Blaschke – Santiago Rio, editorial Planeta, 2006, Barcelona)

Muitas destas designações administrativas lembram exactamente os regimentos e regulamentos internos de muitos órgãos de partidos políticos, ou órgãos políticos locais e nacionais como assembleias de freguesia, municipais e até a Assembleia da República (assembleia máxima ou “Grande Assembleia”) ou supra-nacionais como o Parlamento Europeu, actualmente o órgão máximo de toda a Europa… Muitos operativos da Polícia Judiciária usam gravata negra e camisa branca e os magistrados do Ministério Público vestem a sua toga negra, ambos códigos e símbolos claramente maçónicos, utilizados ritualmente desde o século XVIII. A bandeira da União Europeia é do mesmo azul utilizado pela maçonaria, e no seu centro, um círculo de pentagramas dourados (representando o círculo decisor dos “deuses”, o núcleo duro do poder), tal como nas lojas maçónicas os pentagramas dourados representam as várias potências maçónicas regionais e geográficas espalhadas pelas nações e pelo mundo. A monarquia britânica coordena não apenas todas as casas monárquicas mundiais (em especial as Europeias), como representa o mais alto grau em muitas ordens militares e de cavalaria assim como na hierarquia da maioria das lojas maçónicas espalhadas por todo o mundo. Para quê mais palavras…?

“A ONDA”, O FILME

muitos professores são os responsáveis por certas hierarquias secretas que surgem entre os alunos

No recente filme de Dennis Gansel, um professor do ensino secundário, Rainer Wenger, propõe aos seus alunos uma experiência que tem como objectivo perceberem como funciona um regime totalitário. Os alunos iniciam então o projecto que terá consequências trágicas. Ao fim de alguns dias, noções inicialmente inofensivas tornam-se um verdadeiro movimento: a Onda. E ao terceiro dia, os alunos começam a excluir e perseguir aqueles que não se unem à causa. Quando o conflito explode e a violência vem ao de cima, o professor resolve terminar o projecto. Mas é demasiado tarde, a Onda já é incontrolável… No entanto, o professor conseguiu provar que partindo de uma ideia, um jogo, idealismo puro se consegue instalar facilmente um regime autocrático ou totalitário numa sociedade desacreditada na política, insatisfeita, com injustiças sociais, inflação, crise económica, desemprego… Criam-se então as condições para reforçar a consciência nacionalista, controle, poder através da disciplina e da vontade da comunidade, lideradas por um protagonista magnetizador de massas. Passa-se à fase seguinte, os códigos de cores e vestuário que levam à uniformização da sociedade e à ideia artificialmente criada de que quem não pertencer a esta nova sociedade estará excluída de todo o futuro desse grupo… Começa então a radicalização de posições: o poder pela acção…

AS PRAXES VIOLENTAS DO COLÉGIO MILITAR

"Clube dos Poetas Mortos", o filme: a típica sociedade secreta hierárquica num colégio privado

Recentemente alguns alunos de 11 e 14 anos queixaram-se de terem sofrido praxes violentas no tão afamado Colégio Militar, de Lisboa. Um deles teria sido praxado pelo tradicional “wellcome” conhecido como o “canelão”, que o deixaram todo negro. Na semana seguinte teve de participar em provas físicas para classificação e acabou por ser hospitalizado por exaustão física e psicológica. Uma das crianças ficou sujeita a cadeira de rodas, urinando sangue durante semanas. Perante este cenário absolutamente próprio de países subdesenvolvidos, a Direcção do Colégio Militar, mesmo depois de comprovados os factos, reuniu e decidiu pela aplicação de castigos aos executores das praxes violentas, mas não à sua expulsão. Poder-se-á comparar o Colégio Militar a instituições maçónicas ou mafiosas, como os SKULLS dos EUA ?... Certo é que pela sua influência e contactos em inúmeras forças militares e policiais do nosso país, este Colégio “forma” e “recruta” inúmeros jovens para as fileiras de sociedades secretas como a Maçonaria, tão “gratas” a certas Ordens Militares, defendidas por este Colégio. Muitos dos seus dirigentes são maçons ou pertencem ao poderoso lobby esotérico-maçónico do PS, e muitos políticos socialistas gabam-se de a terem frequentado. Uma instituição “tão digna” de reconhecimento político a nível nacional, tem dirigentes com tal falta de ética e sentido de justiça?...Porquê? Os favoritismos e compadrios sobrepõem-se ao direito a ser reposta a justiça? Esconde o Colégio Militar, com o seu lema “Um por Todos, Todos por Um” (o mesmo do S.L.Benfica, o mesmo que muitas máfias), algum tipo de sociedade secreta de jovens, aí iniciados e passados à Maçonaria aos 18 anos, por tradição familiar, ao abrigo da protecção dos seus pais, muitas vezes aí também formados?... Isso explicaria muitos factos estranhos que se passam dentro das quatro paredes daquela instituição e que raramente, a medo, passam para o exterior, como algumas praxes de carácter sexual (homossexual, entenda-se) tão nossas conhecidas das sociedades secretas!!!...

PARLAMENTO EUROPEU: EM COLAPSO IDEOLÓGICO

com uma recessão por resolver, o Parlamento Europeu legisla sobre os ingredientes do pão...

Sinais cada vez mais preocupantes nos vêm do Parlamento Europeu a cada dia que passa. Face à grave recessão económica que todo o mundo atravessa, em especial a Europa, sem soluções à vista, os parlamentares europeus, em vez de constituírem TASK FORCES para combaterem o problema com frontalidade e eficiência, que se requer, andam a discutir normativas sobre a constituição do pão na Alemanha, se deve ou não ter mais ou menos sal, para “normalizar” o seu fabrico. Além de a lei em si ser absolutamente descabida, pois um determinado pão fabricado numa determinada região é, muitas vezes, fruto do aperfeiçoamento de determinada receita ao longo de dezenas, centenas ou mesmo milhares de anos, vêm agora uns políticos de gravata discutir os ingredientes de um PÃO…!!! A União Europeia a revelar graves sinais de incompetência, obsolescência ou então de um maquiavelismo de extrema-direita, que pretende mais uma vez, criar instrumentos de regulação que continuam a apontar perigosamente para uma manipulação de determinados mercados locais e até determinadas indústrias e comerciantes, tal como era praticado pelos governos de extrema-direita de todo o mundo nos anos 40. Os portugueses ficaram a dever muito à célebre Padeira de Aljubarrota. Será que as padeiras e padeiros europeus vão agradecer aos políticos europeus por regulamentarem os seus conhecimentos ancestrais…?


"ARTE" SÁDICA: SINAIS PREOCUPANTES DO SEC. XXI

nenhuma pessoa das que assistiram à morte lenta do cão teve a coragem de intervir...

Como muitos devem saber e até ter protestado, em 2007, Guillermo Vargas Habacuc, um suposto artista, colheu um cão abandonado de rua, atou-o a uma corda curtíssima na parede de uma galeria de arte e ali o deixou, a morrer lentamente de fome e sede. Durante vários dias, tanto o autor de semelhante crueldade, como os visitantes da galeria de arte presenciaram impassíveis à agonia do pobre animal. na parede o "artista", num "gesto artístico" ainda mais sádico, escreveu algumas palavras com ração para cão, aumentando ainda mais o sofrimento deste. Até que finalmente morreu de inanição, seguramente depois de ter passado por um doloroso, absurdo e incompreensível calvário. Parece forte? Pois isso não é tudo: a prestigiosa Bienal centro-americana de Arte decidiu, incompreensivelmente, que a selvajaria cometida por tal sujeito era arte, e deste modo tão incompreensível Guillermo Vargas Habacuc foi convidado a repetir a sua cruel acção na dita Bienal em 2009. Uma petição disponível na WEB tenta impedir este acto infame de horrível crueldade maquiavélica: www.petitiononline.com/13031953/petition.html.

Ainda há pouco tempo tinha recebido um vídeo chocante de umas doninhas a serem esfoladas vivas por uns caçadores mongóis. Depois seguiu-se recentemente uma notícia que passou no canal EuroNews, sobre a República dos Camarões onde milhares de pintainhos bebés estavam a ser ensacados vivos para serem deitados a contentores de lixo onde deviam acabar por morrer sufocados por não haver dinheiro para comprar rações de milho. E o que fazem os espectadores…? Nada, absolutamente nada. Limitam-se a assistir impávidos, enquanto comem tranquilamente as suas refeições. Alguns até se riem. Este estado da psique humana começa a deixar sinais preocupantes. Se as pessoas atingiram já este nível de indiferença ao sofrimento animal, rapidamente passarão para o nível seguinte: total indiferença ao sofrimento humano… Se é que já não chegámos aí… Este caminho perigoso abre as portas às máfias de todo o mundo, que ao assistir à indiferença das pessoas, vêem o campo livre para serem feitas as maiores atrocidades sem que se procurem responsáveis nem punições de determinados crimes bárbaros contra a humanidade e contra os animais indefesos… Estranho barbarismo num momento em que se comemora os 200 anos do nascimento de Charles Darwin e os 150 anos da publicação da sua tese em livro sobre “a Evolução das Espécies”. A humana talvez se encontre numa fase de mutação para pior, podendo mesmo chegar ao limite de se auto-aniquilar por já não saber o que fazer com tanto poder sobre a natureza e sobre os outros iguais da sua espécie…!!!

PAINÉIS SOLARES: DEMAGOGIA SOCRÁTICA - III

painéis solares a 50% prejudicam restantes empresas do sector; apenas favorecem a ALSOL e BOSH

ALSOL e BOSH são as duas únicas empresas “adjudicadas” directamente pelo governo para venderem com desconto de 50%, montarem e efectuarem a manutenção dos painéis solares a “todos” os portugueses que recorrerem a esta tecnologia, usufruindo assim desta “medida para a crise” tão anunciada pelo Primeiro-ministro Sócrates, como se de uma solução económica se tratasse para aqueles que nem dinheiro têm já para pagarem a comida que têm de por na mesa para os seus filhos e familiares. Muitas empresas do sector reclamaram, alegando que esta medida de “favoritismo” apenas a duas empresas que comercializam esta tecnologia, vem prejudicar fortemente os restantes que verão, clara e inequivocamente, os seus clientes “fugirem” para as empresas que praticam os descontos de 50%. Parece absolutamente incrível que o governo pratique exactamente o oposto das políticas de ajuda às empresas que estão “supostamente” a ser praticadas por quase todos os governos do mundo para fazer frente aos despedimentos colectivos de empresas que enfrentam dificuldades financeiras. Talvez um cego não consiga ver, mas perante uma enormidade tão escandalosamente “favoritista” e prejudicial para as empresas portuguesas do sector e para os seus funcionários e empregados só pode haver duas palavras a descreverem esta situação, uma de muitas que estão a acontecer por todo o Portugal nos dias de hoje: INCOMPETÊNCIA POLÍTICA e CORRUPÇÃO…!!!

XVI CONGRESSO DO PS

o PS prepara-se para fazer uma "limpeza étnica": "quem não é por nós, é contra nós"...

O Congresso do PS decorreu num estranho ambiente de auto-congratulação sem serem discutidas estratégias importantes para fazer face à crise, ao desemprego e a todos os problemas que o país enfrenta no momento, como se de uma loja maçónica se tratasse. Todos se cumprimentavam, ninguém falava mal de ninguém; todos os que ali estavam apenas proferiam palavras “positivas”, ou seja “construtivas”, e não auto-críticas. Esta atitude apenas quer dizer uma de duas coisas: ou o PS assumiu de vez que apenas governa em regime de Oligarquia, apenas para os que são do partido e que têm funções no partido, no governo e nos lobbies do PS sem se interessar minimamente pelos problemas que as famílias e os portugueses em geral estão a atravessar, ou está claramente a pedir para ser “deposto” nas próximas eleições por ter assumido finalmente que já não se encontra em situação política para governar. Ambas revelam ser péssimos caminhos pois revelam um total autismo, frieza e maquiavelismo face ao sofrimento real de milhares de famílias que esperam soluções reais urgentes para verem as suas vidas reais minimamente resolvidas. Mas tal não aconteceu no congresso. Um PS frio e calculista optou por omitir os graves problemas do país numa atitude, uma vez mais, totalitarista própria de governos de extrema-direita, cuja única política é a sua sem que para a exercerem necessitem sequer do povo, o qual deixaram “democraticamente” de governar, limitando-se apenas a gerir as suas vidas e “negócios”.

Como se isso não bastasse para demonstrar que, mais importante para o PS neste momento difícil que atravessamos na economia nacional e mundial, é definir quem são os inimigos públicos das suas “cegas” estratégias “democráticas”: Manuel Alegre e o Bloco de Esquerda, duas pedras no sapato de Sócrates, que se não beber a “cicuta” do Caso Freeport, terá de enfrentar séria oposição destas duas frentes combativas à esquerda, que lutam pela democracia e pelos direitos dos oprimidos pelo “regime” socialista e contra a actual política económica cega e totalitária do PS, do “Quero, Posso e Mando”, tão criticada pelos socialistas durante o governo de Cavaco Silva… Sinais preocupantes do socialismo nacional e internacional, que em vários países da Europa e do mundo se está a assumir e a aproximar-se das políticas fundamentalistas e estratégias de extrema-direita levadas a cabo por Hitler, no momento em que assumiu a liderança do Partido Nacional Socialista, na Alemanha dos anos 30…!!!

A MAÇONARIA E A ESTÁTUA DA LIBERDADE

Nicolas Cage, no filme "O Tesouro - livro dos segredos", revela a história maçónica dos EUA

«A vitória do Movimento Revolucionário de 1776, que deu origem à República dos Estados Unidos da América, foi também uma vitória da maçonaria, pois os ideais maçónicos de Liberdade e Igualdade foram os alicerces para a construção do novo país. A recém-nascida nação foi uma espécie de laboratório para a construção da primeira sociedade democrática do mundo, onde se organizou um governo que “em certo sentido, nascia de baixo para cima”. Dois maçons notáveis contribuíram para a declaração de Independência dos Estados Unidos da América: George Washington e Benjamin Franklin. O último ao lado de Thomas Jefferson, actuou como um dos “principais articuladores do ideário republicano – alicerçado no pensamento iluminista de Locke, Hobbes, Rousseau e Montesquieu – e sorvido por Benjamin Franklin nas Lojas e na literatura maçónica que conheceu”. A declaração de Independência dos Estados Unidos, elaborada por Thomas Jefferson, “é o melhor exemplo do pensamento iluminista de Locke, Hobbes e Montesquieu tornado praxis na edificação da nova sociedade”. Este importante documento “exalta os valores eternos da liberdade e igualdade”, que são fins supremos da maçonaria. A estátua da liberdade que é uma síntese dessas ideias foi construída por um maçon e inaugurada numa cerimónia maçónica.»

«O construtor da estátua da liberdade foi o maçon Frederic-Auguste Bartholdi. […] Retornando a França, com a ajuda de uma campanha de nível nacional feita pela maçonaria, levantou a quantia de 3.500.000 francos franceses, uma quantia muito grande para a época (1870). Para o rosto da estátua, escolheu o rosto da sua própria mãe. A estrutura em que a estátua se apoia foi construída por Gustave Eiffel, o famoso construtor da Torre Eiffel. O pedestal sobre o qual se apoiaria a estátua seria construído e financiado pelos americanos. Para tal, o navio Bay Ridge, levou para a ilha de Bedloe (onde hoje está erguida a estátua) cerca de 100 maçons, onde o principal arquitecto do pedestal, o maçon Richard M. Hunt, entregou as ferramentas de trabalho aos maçons construtores. […] A pedra fundamental (a primeira pedra) foi então assente conforme ritualística maçónica própria para esses eventos. As peças que iriam compor a estátua chegaram ao porto de New York em Junho de 1885; foram montadas sobre a estrutura construída por Gustave Eiffel. A estátua foi inaugurada em 28 de Outubro de 1886. O presidente Grover Cleveland presidiu à cerimónia e o maçon Bispo Episcopal de New York fez a invocação. O maçon Bartholdi retirou a bandeira francesa do resto da estátua. O principal orador da cerimónia foi o maçon Chaucey M. Depew, senador dos Estados Unidos.» (in, O que Você Precisa Saber sobre Maçonaria, Elias Mansur Neto, Mestre Maçon, Universo dos Livros Editora, S. Paulo, 2005)


NOVO CÓDIGO DE TRABALHO

os trabalhadores das fábricas serão os mais prejudicados, com despedimentos facilitados

Despedimentos facilitados, “bancos de horas” e penalizações para empresas que abusem de recibos verdes são algumas das alterações do novo código de trabalho que entrou em vigor em 17 de Fevereiro de 2009. As mudanças com efeito sobre todos os contratos em curso. Agora o período de trabalho em contratos colectivos pode ir até 12h/dia para concentrar o trabalho semanal em 3 ou 4 dias consecutivos, medida extra que terá de ser compensada em folgas, dinheiro ou ambas. A renovação de contratos a termo fica reduzida a 3 vezes e para um máximo de 3 anos (em vez dos 6 anteriores). No caso do primeiro emprego a renovação passa a ser possível apenas até 3 vezes e com duração máxima de 18 meses. Para empresas com menos de 750 trabalhadores, a renovação tem um período limite de 2 anos. O período experimental mantém-se nos 90 dias para a generalidade dos trabalhadores, 180 para técnicos especializados e 240 para cargos de confianças. Aumenta para 60 dias (antes era de 45) o n.º de faltas permitidas para assistência aos filhos, cônjuges, pais ou irmãos, em casos de doença ou acidente, assim como avós que poderão substituir os pais nessa função. As empresas vêem reduzida em 1% a taxa contributiva sobre contratos sem termo e terão um aumento de 3% sobre contratos a termo; as que utilizem trabalho independente (recibos verdes) sofrem maior penalização: pagarão 5% de taxa contributiva.

Esta alteração facilita a acção de impugnação do trabalhador, que não tem de arcar com as despesas com advogados, podendo agora, tornar o despedimento mais litigioso. Se por um lado este código permite quer à entidade patronal quer ao trabalhador libertar mais dias de semana concentrando o seu trabalho em menos dias, por outro, essa medida, mal aplicada por ambas as partes pode facilmente levar a situações de ruptura física e psíquica ou criar conflitos laborais fruto de demasiada flexibilidade, que faz aumentar muito as situações de desarticulação, falta de racionalidade ou abusos de ambas as partes. De uma forma geral este novo código vem abrir demasiado as situações relativas em detrimento das situações estáveis, o que à partida, é uma excelente ferramenta para as empresas criarem situações de despedimento que facilmente lhes permitam justificar processos disciplinares e notas de culpa. Nestas situações, o trabalhador passou a ter agora apenas 2 meses para contestar o despedimento (em vez dos anteriores 12 meses), mediante a apresentação de um simples requerimento, cabendo a apresentação de provas à entidade empregadora. A reintegração poderá, no entanto, mesmo quando justificada, não ter lugar. O período de licença parental foi alargado para 6 meses subsidiado a 83%, ou 5 meses a 100% em caso da partilha da licença entre a mãe e o pai.

TERRORISMO GLOBAL CONSOLIDA-SE

lançamento da ISS, a International Space Station ("2001 Odisseia no Espaço") um ano antes do 9/11

Um satélite iraniano é lançado no início de Fevereiro para surpresa do mundo ocidental. A colocação em órbita de um satélite transportado por um foguetão Safir-2 preocupou EUA, Reino Unido e França, que viram este progresso na tecnologia aero-espacial iraniana como uma maior capacidade bélica de fazer guerra a grandes distâncias. É um facto que com tecnologia que o permita, o mundo árabe, mais susceptível a actos fundamentalistas e golpes de estado pode representar um perigo real para o mundo ocidental, sobre o qual alimenta um ódio religioso centenário. Mas impedir que uma nação tenha um programa espacial, mesmo sendo árabe, é tarefa diplomática praticamente impossível. Esta capacidade tecnológica associada à produção nuclear representa, no entanto, um novo passo na escalada desta nova guerra-fria, inaugurada com o 11 de Setembro de 2001.

Para além destes sinais preocupantes, a Al-Qaida aperfeiçoou-se e tem centenas de novas células espalhadas por todo o mundo, segundo Anatoli Safonov, representante especial do Presidente russo para a cooperação internacional na luta contra o terrorismo e o crime transnacional. A Al-Qaida sofreu uma mudança de gerações, com um maior aperfeiçoamento, adaptando-se à situação actual do mundo. Selecciona jovens e envia-os para universidades europeias para se formarem como físicos, químicos e biólogos. Esta organização terrorista sofreu duros golpes no Iraque e no Líbano, mas continua activa em muitos outros países e células por todo o globo. Tal como dizia Einstein: “não sei como será a terceira guerra mundial, mas a quarta será certamente com paus e pedras”…

A MÁFIA DO CARNAVAL

o Carvaval de Veneza, das elites, assemelha-se às festas privadas e ágapes dos Illuminati

Não se pode pensar numa máfia específica do Carnaval, mas antes em grupos económicos que tiram bastantes dividendos com esta celebração. Originalmente, proveniente de ritos profanos, antes de se dar início o jejum da Páscoa, o Carnaval era por definição a festa da carne (a “carne” vale) que precedia os rituais purificadores que evocavam o martírio e a Ressurreição de Cristo. Hoje, as festas em que o corpo se sobrepõe ao espírito, em danças evocativas de lascívia satânica, são maioritariamente festejadas em discotecas e clubes privados, nas cidades, ou em desfiles e corsos nos locais onde ganharam mais fama e tradição. Nas aldeias, máscaras originais feitas com materiais simples, escondem os homens que, encarnando o papel de diabos e demónios, buscam e atormentam as raparigas virgens e inocentes, despertando nelas sentimentos contraditórios de desejo e castidade, em iniciações psicológicas, numa espécie de catarsis do conhecimento sexual, considerado profano, mas necessário à continuação da vida. Hoje, o aproveitamento económico da festa, leva a que muita da sua essência fique por festas sem alma, com desfiles de máscaras grotescas, sem charme ou estilo, nem a autenticidade e sentido iniciático existente nas simples e humildes festas de aldeia, em que os demónios agitam os seus guizos e sinetas, gritando e perturbando a ordem estabelecida. O aproveitamento sexual desta festa hoje, não será muito diferente do já existente nos seus tempos remotos, pois seja qual for, será sempre dentro do espírito da “carne vale”. No entanto, as máfias do sexo e as máfias da noite, vêm neste período, os seus lucros acrescidos, dado o enorme furor suplementar que gira , nestes dias, à volta dos foliões embriagados que procuram extraordinariamente as orgias e festas privadas de sexo “non-stop”. Afinal de contas, a eles é especialmente dedicada esta festa satânica, e por isso, profana...

AMÉRICA DO SUL: AS MÁFIAS DA ÁGUA

a manipulação do acesso à água, um bem-comum, é uma maquiavélica forma de escravidão

Uma comissão italiana deslocou-se recentemente a vários países da América do Sul, para investigar uma nova forma de exploração dos pobres daquela grande região geográfica: a privatização das fontes de água potável. A operação de investigação chamada "Water Convoy" pretende analisar a situação no terreno, que claramente favorece as máfias locais e nacionais de diversos países está já a levantar sérios problemas junto das populações, na sua maioria pobres. Contrariando esta tendência está o excelente exemplo do Equador, que promulgou uma lei proibindo a privatização da água. A prática do condicionamento deste bem essencial à vida, à população em geral, está a generalizar-se naquela zona do globo, tal como aliás foi denunciada no último filme de James Bond, “Quantum of Solace”. À miséria destas populações vem-se agora juntar mais um maquiavélico “ingrediente” à já dura vida que tem de viver por se terem deixado submeter pelas poderosas máfias dos políticos e da droga. A maior parte da população mundial assiste, impávida, a tudo isto…

A MÁFIA DO TEATRO

o edifício do capitólio a ser recuperado brevemente poderá dar nova vida ao Parque Mayer

Assistimos na última década à destruição do pouco que restava do Parque Mayer, em Lisboa. Pedro Santana Lopes manda encerrar o recinto e em vez de apoiar financeiramente as companhias aí sediadas, contrata um espalhafatoso projecto do arquitecto internacional Frank O. Gehry, seu amigo pessoal, com orçamentos de projecto e de construção muito acima da média nacional para projectos equivalentes. António Costa torna-se o novo presidente da câmara e o Parque Mayer é transformado em parque de estacionamento público, enquanto espera novo destino. No Porto em Outubro de 2006 algumas dezenas de pessoas fecham-se dentro das instalações do teatro Rivoli como forma de protesto contra a privatização da companhia de teatro pela falta de apoios da parte do Estado, mas nada conseguem. Entretanto em Lisboa e por todo o país vemos praticamente apenas uma “marca” progredir, pois livre de concorrência, e com o apoio da opinião pública “fabricada” através de notícias estratégicas nos Media, Filipe La Féria, controla cada vez mais companhias de teatro e os próprios teatros, na zona das portas de Santo Antão.

Com os seus conhecidos musicais apoiados de várias formas e com mecenatos diversos, La Féria, “institui-se” como o grande nome do teatro comercial. Mas para isso, todos os concorrentes, menores ou não, tiveram de desaparecer “estrategicamente” do mapa artístico. Assim os grandes musicais internacionais não enfrentam concorrência de bilheteiras, já que o público português frequenta muito menos o teatro que o cinema (por este ser necessariamente mais caro). Com forte apoio socialista e de muitos “herméticos” da sociedade de elites portuguesa, este encenador acaba por manipular o mundo da produção artística, concentrando na sua pessoa toda a fama e glória. No mundo dos actores e artistas que trabalham consigo, ninguém diz mal do “boss”, tal como na Hollywood dos anos 40, onde a máfia da direita manipulava todas as “peças” da sua máquina produtora. Não há direito a opinião nos bastidores, apenas submissão e trabalho duro. Ninguém tem tempo para respirar ou pensar. Todos entram na rápida máquina de produção, sem descanso, caso queiram continuar a trabalhar na companhia… Estes métodos, tão longe da arte criativa do teatro e da representação, são aplicados de forma sistemática por muitas empresas conotadas com uma certa extrema-direita, como forma de aniquilarem pensamentos, representações ou transmissão de ideias revolucionárias, críticas da sociedade e manifestações reaccionárias em relação ao poder instituído. O teatro de revista do pós-25-de Abril morreu. Mataram-no pois era inconveniente à execução do plano pensado dos Illuminati, de aniquilarem todas as formas de expressão de esquerda, para melhor se instituir uma NOVA ORDEM MUNDIAL, totalitária, onde a opinião pessoal ou contrária ao sistema, não tem lugar…

A MÁFIA DO CINEMA

Slumdog Millionaire, filme de baixo custo ganha 8 óscares: um duro golpe em Hollywood

Invertendo a tendência das duas últimas décadas, os tradicionais subsídios destinados à produção cinematográfica estão a preferir cada vez mais, as grandes produções em detrimento das produções de pequeno orçamento. Com Hollywood a invadir cada vez mais festivais de cinema por todo o mundo, em especial na Europa, tradicionalmente inundados de filmes de série B ou de produções menores, começa a transparecer uma estratégia mundial para as grandes produtoras tentarem “decapitar” os festivais que permitiram durante tantos anos o aparecimento de novos talentos (realizadores e actores). Tentar matar a arte de realizar um filme, de contar uma história, pela manipulação dos argumentos e das produções da parte das grandes empresas de Hollywood parece ser mais uma estratégia maquiavélica e friamente calculada para fazer prevalecer os mais fortes sobre os mais fracos, uma vez mais. Sendo o cinema de baixa produção ou de série B tradicionalmente crítico de uma certa “direita política”, defendendo quase sempre os fracos e oprimidos, e portanto uma certa “esquerda radical”, esta estratégia global revela também uma trama política encapotada. Novamente a extrema-direita mundial a tentar maniatar a “esquerda” inconveniente, do mundo da arte do cinema alternativo…


MERCEDES SLR EM OURO BRANCO

o petróleo criou uma nova classe de deuses na terra, em sucessão aos antigos faraós: os sheiks...

Parece mentira mas não é: um Mercedes SLR, encomenda exclusiva de um sheik do petróleo dos Emirados Árabes. Em plena crise mundial, com inúmeros países a anunciarem a falência técnica, os árabes parecem escarnecer do resto do mundo. Todo construído em ouro branco, de preço incalculável, esta peça digna de um museu de tesouros nacionais vai andar a ser conduzido pelo seu proprietário como se de um vulgar Mercedes se tratasse. Os paradoxos do colapso do capitalismo do século XX começam a dar sinais preocupantes de loucura. Saddam Hussein tinha torneiras e puxadores de portas em ouro, mas esse era um fanático, ditador fundamentalista e co-terrorista. Agora, estas pequenas “loucuras” já são também admitidas a alguns, que se tratam neste mundo como faraós de uma nova elite protegida pela economia americana. Depois do computador Mackintosh em ouro, um automóvel. Depois dos campos de golfe construídos em pleno deserto no Dubai apenas falta construírem um edifício com estrutura em vigas de platina e vidros exteriores com banho de diamante. Nessa altura, creio que já não me espantará ver os novos “reis” da recentemente criada União Africana, construírem tanques e material de guerra também em ouro… Devaneios daqueles que parecem escarnecer da situação global, criada pelos mesmos, que se unem num ramo comum: corrupção.