ISLÂNDIA À BEIRA DE UM ATAQUE DE NERVOS
DISCURSO DE OBAMA NA TOMADA DE POSSE
«Hoje eu digo-vos que os desafios que enfrentamos são reais. São sérios e são muitos. Não serão resolvidos facilmente nem num curto espaço de tempo. Mas fica a saber, América - eles serão resolvidos. Neste dia, unimo-nos porque escolhemos a esperança e não o medo, a unidade de objectivo e não o conflito e a discórdia Neste dia, viemos para proclamar o fim dos ressentimentos mesquinhos e falsas promessas, as recriminações e dogmas gastos, que há tanto tempo estrangulam a nossa política. Continuamos a ser uma nação jovem, mas nas palavras da Escritura, chegou a hora de pôr as infantilidades de lado. Chegou a hora de reafirmar o nosso espírito de resistência, de escolher o melhor da nossa história; de carregar em frente essa oferta preciosa, essa nobre ideia, passada de geração em geração; a promessa de Deus de que todos somos iguais, todos somos livres, e todos merecemos uma oportunidade de tentar obter a felicidade completa. Ao reafirmar a grandeza da nossa nação, compreendemos que a grandeza nunca é um dado adquirido. Deve ser conquistada. A nossa viagem nunca foi feita de atalhos ou de aceitar o mínimo. Não tem sido o caminho dos que hesitam – dos que preferem o divertimento ao trabalho, ou que procuram apenas os prazeres da riqueza e da fama. Pelo contrário, tem sido o dos que correm riscos, os que agem, os que fazem as coisas – alguns reconhecidos mas, mais frequentemente, mulheres e homens desconhecidos no seu labor, que nos conduziram por um longo e acidentado caminho rumo à prosperidade e à liberdade. Por nós, pegaram nos seus parcos bens e atravessaram oceanos em busca de uma nova vida. Por nós, eles labutaram em condições de exploração e instalaram-se no Oeste; suportaram o golpe do chicote e lavraram a terra dura. Por nós, eles combateram e morreram, em lugares como Concord e Gettysburg; Normandia e Khe Sahn. Tantas vezes estes homens e mulheres lutaram e se sacrificaram e trabalharam até as suas mãos ficarem ásperas para que pudéssemos viver uma vida melhor. Eles viram a América como maior do que a soma das nossas ambições individuais; maior do que todas as diferenças de nascimento ou riqueza ou facção. Esta é a viagem que hoje continuamos.»
«Permanecemos a nação mais poderosa e próspera na Terra. Os nossos trabalhadores não são menos produtivos do que eram quando a crise começou. As nossas mentes não são menos inventivas, os nossos produtos e serviços não são menos necessários do que eram na semana passada ou no mês passado ou no ano passado. A nossa capacidade não foi diminuída. Mas o nosso tempo de intransigência, de proteger interesses tacanhos e de adiar decisões desagradáveis – esse tempo seguramente que passou. A partir de hoje, devemos levantar-nos, sacudir a poeira e começar a tarefa de refazer a América. Para onde quer que olhamos, há trabalho para fazer. O estado da economia pede acção, corajosa e rápida, e nós vamos agir – não só para criar novos empregos mas para lançar novas bases de crescimento. Vamos construir estradas e pontes, redes eléctricas e linhas digitais que alimentam o nosso comércio e nos ligam uns aos outros. Vamos recolocar a ciência no seu devido lugar e dominar as maravilhas da tecnologia para elevar a qualidade do serviço de saúde e diminuir o seu custo. Vamos domar o sol e os ventos e a terra para abastecer os nossos carros e pôr a funcionar as nossas fábricas. E vamos transformar as nossas escolas e universidades para satisfazer as exigências de uma nova era. Podemos fazer tudo isto. E tudo isto iremos fazer. Há alguns que, agora, questionam a escala das nossas ambições – que sugerem que o nosso sistema não pode tolerar muitos planos grandiosos. As suas memórias são curtas. Esqueceram-se do que este país já fez; o que homens e mulheres livres podem fazer quando à imaginação se junta um objectivo comum, e à necessidade a coragem. O que os cínicos não compreendem é que o chão se mexeu debaixo dos seus pés – que os imutáveis argumentos políticos que há tanto tempo nos consomem já não se aplicam. A pergunta que hoje fazemos não é se o nosso governo é demasiado grande ou demasiado pequeno, mas se funciona – se ajuda famílias a encontrar empregos com salários decentes, cuidados de saúde que possam pagar, pensões de reformas que sejam dignas. Onde a resposta for sim, tencionamos seguir em frente. Onde a resposta for não, programas chegarão ao fim. E aqueles de nós que gerem os dólares do povo serão responsabilizados – para gastarem com sensatez, reformarem maus hábitos e conduzirem os nossos negócios à luz do dia – porque só então poderemos restaurar a confiança vital entre o povo e o seu governo. Não se coloca sequer perante nós a questão se o mercado é uma força para o bem ou para o mal. O seu poder de gerar riqueza e de expandir a democracia não tem paralelo, mas esta crise lembrou-nos que sem um olhar vigilante o mercado pode ficar fora de controlo – e que uma nação não pode prosperar quando só favorece os prósperos.»
«O sucesso da nossa economia sempre dependeu não só da dimensão do nosso Produto Interno Bruto, mas do alcance da nossa prosperidade; da nossa capacidade em oferecer oportunidades a todos – não por caridade, mas porque é o caminho mais seguro para o nosso bem comum. Quanto à nossa defesa comum, rejeitamos como falsa a escolha entre a nossa segurança e os nossos ideais. Os nossos Pais Fundadores, face a perigos que mal conseguimos imaginar, redigiram uma carta para assegurar o estado de direito e os direitos humanos, uma carta que se expandiu com o sangue de gerações. Esses ideais ainda iluminam o mundo, e não vamos abdicar deles por oportunismo. E por isso, aos outros povos e governos que nos estão a ver hoje, das grandes capitais à pequena aldeia onde o meu pai nasceu: saibam que a América é amiga de todas as nações e de todos os homens, mulheres e crianças que procuram um futuro de paz e dignidade, e que estamos prontos para liderar mais uma vez. Recordem que as primeiras gerações enfrentaram o fascismo e o comunismo não só com mísseis e tanques mas com alianças sólidas e convicções fortes. Compreenderam que só o nosso poder não nos protege nem nos permite agir como mais nos agradar. Pelo contrário, sabiam que o nosso poder aumenta com o seu uso prudente; a nossa segurança emana da justeza da nossa causa, da força do nosso exemplo, das qualidades moderadas de humildade e contenção. Nós somos os guardiões deste legado. Guiados por estes princípios uma vez mais, podemos enfrentar essas novas ameaças que exigem ainda maior esforço – ainda maior cooperação e compreensão entre nações. Vamos começar responsavelmente a deixar o Iraque para o seu povo, e a forjar uma paz arduamente conquistada no Afeganistão. Com velhos amigos e antigos inimigos, vamos trabalhar incansavelmente para diminuir a ameaça nuclear, e afastar o espectro do aquecimento do planeta. Não vamos pedir desculpa pelo nosso modo de vida, nem vamos hesitar na sua defesa, e àqueles que querem realizar os seus objectivos pelo terror e assassínio de inocentes, dizemos agora que o nosso espírito é mais forte e não pode ser quebrado; não podem sobreviver-nos, e nós vamos derrotar-vos. Porque nós sabemos que a nossa herança de diversidade é uma força, não uma fraqueza. Nós somos uma nação de cristãos e muçulmanos, judeus e hindus – e não crentes. Somos moldados por todas as línguas e culturas, vindas de todos os cantos desta Terra; e porque provámos o líquido amargo da guerra civil e da segregação, e emergimos desse capítulo sombrio mais fortes e mais unidos, não podemos deixar de acreditar que velhos ódios um dia passarão; que as linhas da tribo em breve se dissolverão; que à medida que o mundo se torna mais pequeno, a nossa humanidade comum deve revelar-se; e que a América deve desempenhar o seu papel em promover uma nova era de paz. Ao mundo muçulmano, procuramos um novo caminho em frente, baseado no interesse mútuo e no respeito mútuo.»
«Aos líderes por todo o mundo que procuram semear o conflito, ou culpar o Ocidente pelos males da sua sociedade – saibam que o vosso povo vos julgará pelo que construírem, não pelo que destruírem. Aos que se agarram ao poder pela corrupção e engano e silenciamento dos dissidentes, saibam que estão no lado errado da história; mas que nós estenderemos a mão se estiverem dispostos a abrir o vosso punho fechado. Aos povos das nações mais pobres, prometemos cooperar convosco para que os vossos campos floresçam e as vossas águas corram limpas; para dar alimento aos corpos famintos e aos espíritos sedentos de saber. E às nações, como a nossa, que gozam de relativa riqueza, dizemos que não podemos mais mostrar indiferença perante o sofrimento fora das nossas fronteiras; nem podemos consumir os recursos do mundo sem prestar atenção aos seus efeitos. Porque o mundo mudou, e devemos mudar com ele. Ao olharmos para o caminho à nossa frente, lembremos com humilde gratidão os bravos americanos que, neste preciso momento, patrulham desertos longínquos e montanhas distantes. Eles têm alguma coisa para nos dizer hoje, tal como os heróis caídos em Arlington fazem ouvir a sua voz. Honramo-los não apenas porque são guardiões da nossa liberdade, mas porque incorporam o espírito de serviço; uma vontade de dar significado a algo maior do que eles próprios. E neste momento – um momento que definirá uma geração – é este espírito que deve habitar em todos nós. Porque, por mais que o governo possa e deva fazer, a nação assenta na fé e na determinação do povo americano. É a generosidade de acomodar o desconhecido quando os diques rebentam, o altruísmo dos trabalhadores que preferem reduzir os seus horários a ver um amigo perder o emprego que nos revelam quem somos nas nossas horas mais sombrias. É a coragem do bombeiro ao entrar por uma escada cheia de fumo, mas também a disponibilidade dos pais para criar um filho, que acabará por selar o nosso destino.»
PARTIDOS POLÍTICOS DO SÉC. XXI

Muito simplesmente porque esta “estratégia” faz parte de um movimento secreto que se move na sombra dos partidos políticos e das sociedades secretas. Neste momento, a maioria dos partidos políticos estão minados nos seus núcleos duros de elementos que promovem políticas secretas de extrema-direita, dando cumprimento a um plano global de várias máfias organizadas mundialmente, que viram na manipulação de milhões de inocentes uma fonte de rendimento inigualável em toda a história da humanidade!!!... Tudo pelo dinheiro. É cada vez mais difícil entrar nos núcleos duros dos partidos políticos, precisamente porque estes desenvolvem estratégias pouco transparentes. Por exemplo, muitas juventudes políticas já não são mais do que angariadores de “escravos” para estas organizações mafiosas, promovendo a perversão e corrupção desde muito cedo junto dos seus mais jovens membros, seja pelo sexo, pela obediência cega ou pelos jogos de interesses… Apenas sobe na hierarquia ou quem ”baixa as calças”, quem “engole sapos”, “quem “serve”, quem “tem amarrações”, quem “é filho de papá” ou quem “faz qualquer coisa para subir na vida”. Estes são os estereótipos filosóficos dos novos políticos. As juventudes políticas “preparam” desde muito cedo os “súbditos” ou “neófitos”, já não de partidos políticos, mas das sociedades secretas que trabalham na sombra dos seus núcleos duros. Quem não obedece aos seus ideais é afastado “a bem ou a mal” e torturado psicologicamente até ao fim dos seus dias, num purgatório vivo e cabalístico que, muitas vezes acaba no suicídio ou na morte do “alvo”. E isto acontece por todo o mundo. Este processo apenas tem uma forma de ser parado: é justamente, SER PARADO, enquanto é possível. No decorrer deste ano, os partidos políticos de todo o mundo, sociedades secretas e seitas, máfias e fundamentalistas de toda a espécie, aproveitarão o caos que estão a criar junto da sociedade civil, para conseguirem, acima de tudo, instaurar movimentos políticos totalitários e maioritários, para mais uma vez criarem duas facções: a de extrema-esquerda contra a de extrema-direita, lançando a população mundial numa guerra pela sobrevivência sem precedentes na história. Será, sem dúvida, algo de muito semelhante com um apocalipse…. Primeiro o desemprego em massa (já em curso), falências em massa (já em curso), caos nas ruas, falta de produção e distribuição de alimentos e outros bens (o que gera um aumento significativo do preço dos bens), falências de bancos (já em curso), suicídios de empresários (já em curso) e pessoas sem solução para a sua vida (já em curso), aumento de criminalidade violenta e de todo o tipo (já em curso), assaltos a residências, ataques terroristas em qualquer parte do mundo, aparecimento de milicias armadas e pequenos gangs de bairro que desenvolverão acções criminosas de todos os tipos sobre qualquer pessoa ou grupos de pessoas, em nome da sobrevivência… Parece surreal e ainda muito distante, não é?... Bem vindo à política do século XXI…!
DOIS SÓCRATES, DOIS CONDENADOS…
Em Portugal, temos um Sócrates, com nome português – José (Zé, para os amigos chegados) – e que fez uma campanha vocacionada para o cidadão, para os valores, para a justiça social, para o combate à fraude fiscal e ao desemprego, para desenvolver apoios às empresas e aos jovens à procura do primeiro emprego, melhor e mais eficaz saúde, melhor ensino nas escolas, mais tolerância, igualdade de direitos para casamentos de pessoas do mesmo sexo, enfim, um verdadeiro mar de rosas, bem cheirosas, por sinal e que muitos convenceram. No entanto, o charme e a frescura iniciais foram-se desvanecendo, as pétalas caindo, ficando a secura e os espinhos, agora oferecidos ao povo português como, “ainda” uma flor, que Sócrates tenta desesperadamente regar à pressa, mas que já não ficará verde outra vez… No recente congresso do PS, Sócrates tentou cativar novamente as massas, a classe média, já destruída economicamente pelas suas políticas de perseguição fiscal (coimas por tudo e por nada, fiscalidade que sobrecarrega as pequenas e médias empresas) e pela ASAE (que destrói o resto que as Finanças, a PSP ou a GNR não conseguem), os homossexuais que pretendem casar (esquecendo-se que essa lei já esteve no parlamento e foi chumbada precisamente pelos deputados do PS!!!...), os jovens que ainda não imigraram mas que estão a ponto de o fazer, melhorar ainda mais a saúde (o que deve significar encerrar os poucos centros de saúde que ainda mantêm as portas abertas), melhorar a economia (talvez com o anunciar de percentagens distintas das anunciadas pela União Europeia para Portugal) e claro, fazer aplicar as suas justas medidas ambientais (para acabar com os que sobreviveram às Finanças, à ASAE, à PSP e à GNR). Com todas estas regalias sociais, quem é que pode pensar em “não” dar maioria, de preferência absoluta, a este senhor, Primeiro-ministro de Portugal…?
OBAMA CUMPRE PROFECIA DO IIIº MILÉNIO
WASHINGTON, A NOVA ROMA
Em vários aspectos, os norte-americanos existem “da” e “para” a guerra. A guerra está nas suas próprias origens, na sua cultura. Os colonos britânicos na América fizeram sua independência por meio de uma guerra com sua antiga metrópole. Depois, a nova nação independente construiu (ou melhor, expandiu) o seu actual imenso território à base de dinheiro e sangue, comprando as terras dos europeus e tomando à força àquelas de mexicanos e índios nativos. Os cowboys de pistola à cintura e os xerifes, responsáveis por “manter a ordem”, lançaram a moda para todas as polícias do mundo. as suas instituições, usam a águia como símbolo, tal como o povo romano da antiguidade. Os heróis norte-americanos são, em geral, militares de alta patente, que viveram as suas vidas à custa da morte de outros. A sua economia, muito baseada na indústria do armamento, que comercializam com todo o mundo, funciona desta forma: quando estão em paz, enchem os seus depósitos e logo que estes ficam cheios, precisam de guerras para esvaziá-los. Nenhum candidato a presidente que não pegue no tema da Guerra, será eleito. Ao longo de todo o século XX lutaram contra muitos “ismos” ou regimes ditatoriais. Em nome da paz mataram mais do que os agressores das guerras em que estiveram envolvidos. As suas armas “evoluem” à conta da sua experimentação no terreno, fora sempre das suas fronteiras… Por isso Osama Bin Laden atingiu o ponto fraco desta Nova Roma: e se a guerra, em vez de ser realizada nos países “dos outros”, passar a envolver também o solo norte-americano?...
Com o 11 de Setembro os EUA conseguem entrar numa nova fase da sua política bélica: o controle total na maioria dos países do mundo, com o pretexto de ser necessária a concentração da informação policial e militar sobre todos os potenciais terroristas e grupos de risco. Montaram o BIG BROTHER em pouco tempo, com a permissão da maioria das nações do mundo. Formaram o G3 e o G8 grupos dos países mais importantes com carácter para-militares, como se fossem “chefes de província” (os pretores da antiga Roma). Desta forma conseguiram vender programas de defesa a inúmeros países, levar as suas tropas e nações de todo o mundo a fazerem uma coligação militar em enorme quantidade em nome da PAZ. Tudo, para manterem a sua economia baseada na construção de equipamentos militares em alta, para as próximas décadas… A Roma antiga herdou o culto sanguinário de MARTE, o Deus da Guerra, o gosto pela guerra, e a Nova Roma defende os mesmos cultos, agora transmutados em símbolos e rituais satânicos defendidos por sociedades secretas como os SKULLS, os ILLUMINATI ou o KKK, de onde saem os principais líderes e presidentes norte-americanos, que chefiam e policiam as nações do mundo… Assim foi o "CLÃ" BUSH que defendeu constantemente a máxima tão “romana” dos SKULLS: “WE SHALL PREVAIL” (Prevaleceremos) …
A VERDADE DAS PROFECIAS
Filmes recentes como “O dia em que a Terra parou” (2008), “Fé no Oculto” (2007) ou “A Profecia Celestina” (2006) abordam a temática de profecias como a Maia, a de Joaquim de Fiore, o Apocalipse de S. João, ou as Centúrias de Nostradamus. Para um investigador ou um iniciado, no entanto, estas profecias nada têm de místico: elas falam de uma realidade, de uma visão que vai, eventualmente (quase sempre) tomar lugar num determinado tempo, num determinado lugar, por determinada pessoa ou conjunto de pessoas. E esta conclusão baseia-se meramente na análise dos factos reais. Esta é uma verdade que qualquer iniciado em sociedades secretas ou seitas aprende desde os seus primeiros momentos dentro desse grupo místico. Este “caminho” deve-se não apenas a dar início à iniciação metafísica e espiritual do iniciado, lançando-o numa catarse pessoal, como também, demonstrar-lhe que afinal, o mundo aparente a que apenas está habituado a viver, é totalmente “controlado” e “preparado” na sombra por uma elite de pessoas apostadas a “construir” a história daqueles que não pertencem a esta elite de “decisores”, de deuses, representantes de Deus ou da Luz, de “iluminados”, ou como lhes queiram chamar… Neste sentido, a profecia não é uma adivinhação; é antes um manual, um “guia” da história de um povo ou tribo, ou conjunto de povos, a fazer cumprir pelos responsáveis ou pelos representantes desse povo.
A VIRGEM DE LA SALETTE
“A França, a Itália, a Espanha e a Inglaterra estarão em guerra. O sangue correrá nas ruas. O francês lutará contra o francês, o italiano contra o italiano; depois, haverá uma guerra geral, que será terrível. Os maus manifestarão toda a sua maldade. As pessoas vão matar-se e massacrar-se mutuamente, até ao seio das famílias. Ao primeiro golpe da sua espada fulminante, tremerão as montanhas e toda a Natureza, porque as desordens e os crimes dos homens rompem a abóbada dos céus. Paris será queimada e Marselha engolida; várias grandes cidades serão abaladas e engolidas por tremores de terra. Julgar-se-á que tudo está perdido, só se verão homicídios, só se ouvirão ruídos de armas e blasfémias. Os justos sofrerão imenso; as suas orações, penitências e lágrimas subirão ao céu, e todo o povo de Deus pedirá perdão e misericórdia, e pedirá a minha intercessão. Então, haverá paz e reconciliação de Deus com os homens; Jesus Cristo será servido, adorado e glorificado; a caridade voltará a florescer por toda a parte, e os homens farão grandes progressos na fé. Esta paz entre os homens não irá durar muito. Vinte e cinco anos de fartas colheitas farão esquecer que os pecados dos homens são a causa de todas as calamidades que acontecem na terra. Haverá novas guerras, até à última guerra que será feita pelos dez reis do Anticristo, reis que terão todos o mesmo objectivo e que serão os únicos a governar o Mundo. Antes que isso aconteça, haverá no Mundo uma espécie de falsa paz. Felizes as almas humildes, conduzidas pelo Espírito Santo! Combaterei a seu lado até que alcancem a plenitude da idade. As estações serão alteradas, a terra apenas produzirá maus frutos, os astros perderão o seu movimento regular, a Lua apenas reflectirá uma débil claridade avermelhada; a água e o fogo darão ao globo da Terra movimentos convulsivos e horríveis abalos telúricos que engolirão montanhas e cidades. Combatei, filhos da luz, vós que sois o pequeno número dos que vêem; porque vai chegar o tempo dos tempos, o fim dos fins”.
“Mas eis que Enoc e Elias, repletos do espírito de Deus, pregam com a força divina. Ai dos habitantes da Terra! Haverá guerras sangrentas e fome; peste e doenças contagiosas. Haverá chuvas de granizo terrível para os animais, trovões que abalarão as cidades, terramotos que engolirão cidades inteiras; nos ares ouvir-se-ão vozes, os homens baterão a cabeça nas paredes, chamando pela morte. Os animais comerão o trigo, que tombará do ar sob a forma de poeira. Grande carestia sobreviverá, e os homens conhecerão a fome. Quem conseguirá vencer, se Deus não encurtar o tempo da provação? Pelo sangue, pelas lágrimas e orações dos justos, deus deixar-se-á aplacar. Enoc e Elias serão condenados à morte; a Roma pagã desaparecerá; cairá o fogo do céu, consumindo três cidades. Todo o Universo será atingido pelo terror e muitos deixar-se-ão seduzir. Eis o tempo, o abismo abre-se. Eis o rei dos reis das trevas. Eis a Besta com os seus súbditos, declarando-se salvador do Mundo. Elevar-se-á orgulhosamente nos ares para chegar ao céu, mas acabará por cair, e a terra, que, durante três dias, estará em evoluções contínuas, abrirá seu seio repleto de fogo. Então, a água e o fogo purificarão a terra e consumirão todas as obras do orgulho dos homens e tudo será renovado. Deus será servido e glorificado”.
O FIM DO OCIDENTE
Joaquim de Fiore apenas buscava a interpretação da visão profética das Sagradas Escrituras no contexto da História e a previsão do futuro da Igreja enquanto comunidade mística. Nas suas obras “Eterna Revelação” e ”Evangelho Eterno”, distingue claramente a Primeira Idade, correspondendo ao governo de Deus Pai (representada pelo poder absoluto, inspirador do temor sagrado, bem patente no Velho Testamento, correspondente ao tempo anterior a Jesus Cristo. A Segunda Idade marcado pelo Novo Testamento e pela fundação da Igreja de Cristo, em que, através de Deus Filho, a sabedoria divina que tinha permanecido escondida da humanidade se revela. A Terceira Idade, que há-de vir, corresponde ao domínio da Terceira Pessoa, o advento do Império do Divino Espírito Santo, um tempo novo onde o amor universal e a igualdade entre todos os membros do Corpo Místico de Deus. Neste Império do Divino Espírito Santo, as leis evangélicas serão finalmente realizadas, Neste período ou Era não haverá necessidade de instituições disciplinadoras da fé, já que esta será universal e baseada directamente na inspiração divina, pelo que poderão ser dispensadas as estruturas institucionais do poder temporal da Igreja.
A PROFECIA MAIA
«Tu viverás um momento de Juízo Final, antes de atingires o Novo Ciclo, que se iniciará no dia 21 de Dezembro de 2012 do calendário gregoriano. Antes disso, a Terra e as Legiões de Guerreiros Maias limparão o planeta dos espíritos menores e da poluição deixada pelos humanos. Para isso, os terráqueos que adoptarem a NOVA ORDEM deverão ajudar no aprimoramento da Terra com a concentração mental e a Nova Consciência. Não deverás temer, ó terráqueo. O medo não te trará as energias necessárias ao teu conhecimento. Precisarás desenvolver a mente da Quarta Dimensão e da Sexta Consciência Cósmica. Nós, os Senhores do Tempo, voltaremos para te ajudar, mas a principal ajuda deverá vir de ti. Este Códice K é apenas o início do que virá. Muitos perderão suas vidas inutilmente, porque de inutilidades as construíram. Outros serão recompensados no Novo Tempo, no Tempo Itza, no Tempo Atlante, porque souberam comportar-se com pureza e espiritualidade.Não haverá lugar no Novo Tempo para o mundo material. O que tu vês hoje, terráqueo, é pura ilusão, por isso passarás pela agonia do fim da Grande Roda. A mudança exterior só se dará com a transformação interior. A purificação virá e muitos perderão suas forças vitais por terem colocado a matéria no ápice de suas vidas. O Novo Tempo exigirá novos sacrifícios para as purificações do planeta e da humanidade. Nós, os Senhores do Tempo, somos também os Senhores da Noite, encarregados de levar para as mansões da penumbra os desequilibrados com a Nova Era. Se tu não alcançares o Dom de te tornares Corpo de Luz, viverás nas Trevas ou em outro planeta ainda mais atrasado do que este, ó terráqueo.»
II. «Deverás abrir a mente ao Tempo Real, só assim chegarás à Quarta dimensão. A matemática maia é da Quarta dimensão e abrirá as portas da percepção dos números cósmicos. O tempo da Mente Cósmica já chegou e tu, terráqueo, não deste por isso: tempo é mental; espaço é físico. Se o calendário é um marcador de tempo, logo é um calibrador da mente. Se adoptares o calendário de Treze Luas, o do Tempo Real Cósmico, tudo será mais simples: a porta de entrada do Quinto mundo se abrirá para ti e receberás ajuda de Pacal Votan, mas não te iludas, terás de te ajudar muito para alcançares a graça de seguir no Novo Tempo. A porta de entrada do Quinto Mundo abrirar-se-á entre 1997 e 1998, o portal da Quarta Dimensão. Lá só entrarás se rechaçares o falso calendário, pois não marca o tempo cósmico nem tempo algum.»
«Abre a tua mente, ó terráqueo, estás no final do Grande Ciclo de vinte e seis mil anos. A Terra percorreu todo o Zodíaco, enquanto tu a manchavas; sujavas tua casa, a Terra, com teus detritos, conspurcando-a de todas as formas. Cuidado! Tu poderás ser eliminado pela Terra, se a continuares maculando, se sujares a biosfera, como vens fazendo há tempo.Haverá grandes crises nas instituições mundiais e a matéria será aviltada: até o ano 2012 o dinheiro desaparecerá tal como o conhecemos e grandes empresas sucumbirão para sempre. A Terra já entrou na Quarta Dimensão e, se tu não a seguires nesta rota, perecerás. O Planeta expulsará aquele que não cumprir o destino cósmico. Os sinais estão a chegar: cataclismos, terramotos, doenças incuráveis, vírus mortais. A Terra não te perdoará, se não alcançares o conhecimento cósmico. Por isso, terráqueo, eleva a tua frequência para a Quarta Dimensão, a frequência 13:260 do Tzolkin, treze meses, duzentos e sessenta kins ou sóis, o fractal galáctico. Esta é a tua oportunidade de limpares tua Casa e fazeres vibrar tua mente na frequência galáctica da natureza. A pacificação do que tu chamas mundo só virá com o teu auxílio. A profecia já está em andamento desde 1993, mas o seu andar é lento. Espera-se a pacificação do mundo entre 1996 e 1997, quando será estabelecida a Nova Espiritualidade Galáctico Terrestre. Se houver cooperação, tu receberás de volta teus dons, teus poderes adormecidos por tua ganância e estupidez.»
«Vamos repetir: antes de chegares ao ano 2.012, terminará o dinheiro como tu o usas hoje. Todos os caminhos espirituais irão convergir e haverá mudanças radicais no planeta, que irá adquirir sua dimensão mental e todos se sintonizarão com a mente coletiva. Terráqueo, estás à beira da Verdade, basta vibrares na freqüência do Tzolkin de 13:20, os treze números mágicos, os vinte signos sagrados. O tempo urge, ó terráqueo, correste tanto para ganhares a falsa moeda, agora terás de correr ainda mais para salvares teu planeta e tua própria vida.»
III. «O Códice K traz agora e sempre o vaticínio de vários Chilam Balam, embora o principal seja Pacal Votan, o Grande. Atenta, pois, terráqueo: um corpo celeste misterioso se aproximará da Terra antes de 2.012. Este corpo celeste iludirá os mais sábios astrónomos; alguns pensarão tratar-se de um cometa enorme, outros, de objectos espaciais de outras galáxias. Este corpo celeste passará próximo da Terra e causará danos aos terráqueos. A missão desse corpo celeste, contudo, será a de limpar o planeta de todas as impurezas, humanas e inumanas. Aqueles não calibrados na frequência 13:20 poderão ser banidos da Terra, indo viver neste corpo celeste atrasado e pleno de desgraças. O astro fará a Terra tremer, os mares invadirem continentes, vulcões acordarem, territórios desaparecerem, prédios desabarem. Este corpo celeste não poderá ser evitado, pois este será o seu destino jamais modificado. Atenta, pois, o Juízo Final não manda aviso. Todos deverão pedir perdão por seus actos contra a natureza, só o arrependimento te salvará, ó terráqueo. Não haverá salvação, contudo, para os desequilibrados com o Tzolkin. Depois da passagem do corpo celeste, a Terra gozará de um período de paz e de harmonia. Antes disso, porém, muitas desgraças acontecerão. Sempre haverá cépticos, mas estes não terão tempo de se arrepender. Uma mudança radical te espera, terráqueo, atenta para o Novo Tempo. O Novo Tempo será o fim da Era da Fé Cega e da Crença; e o início da era do Saber e do Conhecimento. A Era Itza não será mais uma era da Ilusão. E todos serão maia, porque ser maia não mais significará uma raça ou cor da pele; ser maia será ter amor no coração e no espírito. A Cultura Solar Maia irá de novo florescer em benefício da humanidade. O Ciclo da Escuridão já terminou, ó terráqueo, virá agora a Era Itza, e todos deverão entrar na Trilha da Luz Cósmica, se quiserem permanecer como uma espécie pensante. A raça humana terá de buscar o caminho da iniciação na Terra e no Céu; só assim conseguirá vislumbrar a luminosidade do Grande Espírito. Os mestres reencarnados na Nora Era Itza imploram que a sagrada espécie humana desperte para o seu Destino Galáctico, como filhos e filhas da luz Cósmica. Hunabku brilhará como o relâmpago e atravessará os chacras dos terráqueos para fazer de cada humano um ser de luminosidade eterna.» (Avatar Pacal Votan, 683 d.C.)
A PROFECIA DOS PAPAS
Algumas curiosidades e coincidências como o Tratado de Zamora, ocorrido a 5 de Outubro (o mesmo 5 de Outubro da implantação da República em Portugal…!!!) de 1143 e que marca a data emblemática da oficial Fundação Nacionalidade Portuguesa, ter o mesmo ano atribuído à 1.ª eleição de um papa, Celestino II…!!! A profecia dos papas pode muito bem fazer parte da “história”, essa história mística escrita pelos “eleitos”, os ILLUMINATI. Nessa perspectiva, da análise da lista dos 111 papas, concluímos que: se estamos em 2007, ano próximo do fim, e considerarmos o ano de 1143, do 1.º papa eleito, temos “2007-1143=864 anos” que dividido por 2 nos daria o papado médio ou seja “864/2 + 1143 = 432 + 1143 = 1575, que corresponde ao pontificado de Gregório XIII (13!!!...) um papado com uma duração de 13 anos (13!!!...), o que na média de papados na época era bastante, e permitia introduzir na equação o ano de 2007 até 2013, chegando sempre ao mesmo resultado: o papa n.º 72 (7+2=9) intitulado na profecia justamente como o “MEDIUM CORPUS PILARUM” (“o pilar do meio”), logo seguido da contra-senha (muito utilizada nesta época como forma de confirmação de informação codificada importante) do papa n.º 73 (7+3=10) designado AXIS IN MEDITATE SIGNI (o eixo no signo codificado). A dúvida poderia subsistir se este seria o “eixo” da profecia e nesse caso as contas seriam: metade do papado de Sixto V (1585-1590) somado à distância desse à data de 1143 daria um resultado de 444 anos de diferença, que somados ao ano do “eixo” de 1587 daria um resultado de 2031. Ora sendo 31 o inverso de 13 (1+3=4 “espelho” de 3+1=4, ou seja 4=4, mais um alinhamento de 4’s como chave de confirmação do código), esta seria a contra-chave de confirmação, o “espelho” de 13, confirmando o resultado de 13, do papa Gregório XIII (13). Demasiadas provas em código para evitar falhas… Nesta perspectiva o ano 2013 representará o fim do papado, um fim trágico, por certo, dada a proximidade da data. O mais curioso de tudo é a coincidência com a Profecia Maia, civilização desaparecida misteriosamente de uma noite para a outra, e que apontava para o dia 21.12.2012 como o fim do calendário humano no planeta Terra. Ainda mais curioso é o facto de a data 21.12 conter em si a mesma chave, o mesmo “espelho” de confirmação de um código “divino”…? Certo é que depois da data de 21.12 (2012) se somarmos mais 12 dias para a passagem de ano corresponder à profecia católica, obtemos o mágico n.º de 33, o n.º da idade da morte de CRISTO…!!! 2013 seria assim, no culminar destas duas profecias o FIM dos TEMPOS, o eventual recomeçar de uma NOVA ERA.
Como se não bastasse, para confirmação da profecia de S. Malaquias, uma profecia “matemática”, provavelmente “matematicamente preparada”, o papa João XXIII confirmou publicamente a autenticidade da profecia, elogiando-a e confirmando, desta forma a apocalíptica fatalidade dos 111 papas. João XXIII ficou conhecido mundialmente por ter convocado um concílio ecuménico, em 11.10.1962 (11.10, novamente uma sequência de três 1’s) - o Concílio do Vaticano II - para afirmar justamente o dogma da infalibilidade papal!!!... Teddy Burns, investigador francês, revela ainda no seu livro PHA-ZA-BER como interpretou (genialmente) de forma cabalística o estranho nome codificado do “último papa” dada por S. Malaquias: Pedro II, em francês (França era o núcleo duro da Ordem Templária, que se dedicava à codificação dos textos sagrados) lê-se “Pierre 2”, que em caracteres nos dá “∏ R2”, a fórmula do círculo completo, o círculo ou ciclo que se encerra, em linguagem alquímica, a serpente que morde a cauda e em linguagem luciferina, o círculo do mal, da Besta…!!! Segundo este investigador, S. Bernardo, fundador da Ordem do Templo e amigo pessoal de S. Malaquias prova que a “igreja invisível” do “sacro colégio” a que pertenciam os Templários permitia-lhes preparar “na sombra” o reinado do espírito, tão esperado para o terceiro milénio. Os famosos escritos do Mar Morto, terão sido aí deixados por cavaleiros Templários cerca do ano 1300, para que, decorridos 700 anos, se pudesse dar início à desmistificação necessária do Cristianismo, já depois de globalizado o planeta e ter sido espalhada a fé a todos os cantos do mundo. Uma nova fase teria de dar lugar à crença: a espiritualidade verdadeira, o amor ao próximo, sem necessidade de “imposição” religiosa.
As divisas narradas por S. Malaquias prevêem sempre factos que, de uma forma ou outra, acabaram por estar inacreditavelmente relacionados com cada um dos 111 pontificados (incluíndo os 10 pontificados dos anti-papas, do século XII a XV), os 3 III romanos alinhados, as 3 colunas do templo dos llluminati, ou seja a data em que estes encerrarão o círculo e tomarão o poder "guardado" pela Igreja Católica Apostólica Romana:
001. Ex Castro Tiberis - Do Castelo do Tibre - Papa Celestino II (1143-1144) - Guido di Castello
002. Inimicus Expulsus - Inimigos Expulsos - Papa Lúcio II (1144-1145) - Gherardo Caccianemici dell'Orso
003. De Magnitudine Montis - Procedente de Montemagno - Beato Eugênio III, O.Cist. (1145-1153) - Bernardo Pignatelli
004. Abbas Suburranus - O Abade de Suburra - Papa Anastácio IV (1153-1154) - Conrado Suburra
005. De Ruro Albo - De um Campo Branco - Papa Adriano IV, O.S.A. (1154-1159) - Nicholas Breakspear
006. Ex Tetro Carcere - De um Horrível Cárcere - Antipapa Vítor IV, antipapa (1159-1164) - Ottaviano de Monticello
007. Via Transtibertina - Via Mais Além do Tibre - Antipapa Pascoal III, antipapa (1164-1168) - Guido da Crema
008. De Pannonia Tusciae - Da Hungria a Toscana - Antipapa Calisto III, antipapa - Jean de Struma
009. Ex Ansere Custode - Da Guarda do Ganso - Papa Alexandre III (1159-1181) - Rolando Bandinelli
010. Lux in Ostio - A Luz em Óstia - Papa Lúcio III,´O.Cist. (1181-1185) - Ubaldo Allucingoli
011. Sus in Cribro - O Porco na Peneira - Papa Urbano III (1185-1187) - Uberto Crivelli
012. Ensis Laurentii - A Espada de Lourenço - Papa Gregório VIII, O.S.B. (1187) - Alberto de Morra
013. De Scholia Exiet - Saído de Uma Escola - Papa Clemente III (1187-1191) - Paolo Scolari
014. De Rure Bovensi - Do Campo dos Bois - Papa Celestino III (1191-1198) - Giacinto Orsini
015. Comes Signatus - O Conde Assinalado - Papa Inocêncio III (1198-1216) - Giovanni Lotario, Conde de Segni
016. Canonicus Ex Latere - Canônico do Ladrilho - Papa Honório III (1216-1227) - Cencio Savelli
017. Avis Ostiensis - A Ave de Óstia - Papa Gregório IX (1227-1241) - Ugolino, Conde de Segni
018. Leo Sabinus - O Leão Sabino - Papa Celestino IV, O.S.B. (1241) - Godogredo Castiglioni
019. Comes Laurentius - O Conde de São Lourenço - Papa Inocêncio IV (1243-1254) - Sinibaldo, Conde de Fieschi
020. Signum Ostiense - O Signo de Óstia - Papa Alexandre IV (1254-1261) - Rinaldo, Conde de Segni
021. Jerusalem Campaniae - Jerusalém Campânia - Papa Urbano IV (1261-1264) - Jacques Pantaléon
022. Draco Depressus - O Dragão Arruinado - Papa Clemente IV (1265-1268) - Guy Le Gros Folques
023. Anguineus Vir - O Homem da Serpente - Beato Gregório X, O.Cist. (1271-1276) - Teobaldi Visconti
024. Concionator Gallus - O Pregador Francês - Santo Inocêncio V, O.P. (1276) - Pierre de Tarentaise
025. Bonus Comes - O Bom Conde - Papa Adriano V (1276) - Ottobono, Conde de Frieschi
026. Piscator Tuscus - O Pescador Toscano - Papa João XXI (1276-1277) - Pedro Julião
027. Rosa Composita - A Rosa Dissimulada - Papa Nicolau III, O.S.B. (1277-1280) - Giovanni Gaetano Orsini
028. Ex Telonio Liliacei Martini - Do Tesoureiro de Martinho dos Lírios Martinho IV (1281-1285) - Simon de Brion
029. Ex Rosa Leonina - Da Rosa Leonina - Papa Honório IV (1285-1287) - Giacomo Savelli
030. Picus Inter Escas - O Pássaro Entre os Alimentos - Papa Nicolau IV, O.F.M. (1288-1292) - Girolamo Masci
031. Eremo Celsus - Elevado da Solidão - São Celestino V, O.S.B. (1294) - Pietro da Morrone
032. Ex Undarum Benedictione - Das Ondas do Benedito - Papa Bonifácio VIII (1294-1303) - Benedetto Caetani
033. Concionator Patareus - O Pregador de Patara - Beato Bento XI, O.P. (1303-1304) - Niccolò Boccasini
034. De Faciis Aquitanicis - Das Faixas da Aquitânia - Papa Clemente V (1305-1314) - Bertrand de Got
035. De Sutore Osseo - Do Sapateiro de Ossa - Papa João XXII (1316-1334) - Jacques Duèse
036. Corvus Schismaticus - O Corvo Cismático - Nicolau V, antipapa (1328-1330) - Pietro Rainalducci
037. Abbas Frigidus - Abade Frio - Papa Bento XII, O.Cist. (1334-1342) - Jacques Fournier
038. Ex Rosa Atrebatensi - Da Rosa dos Atrébates - Papa Clemente VI, O.S.B. (1342-1352) - Pierre Roger
039. De Montibus Pammachii - O Lutador dos Montes - Papa Inocêncio VI (1352-1362) - Étienne Aubert
040. Gallus Vicecomes - O Visconde Francês - Papa Urbano V, O.S.B. (1362-1370) - Guillaume de Grimoard
041. Novus de Virgine Forti - Forte da Virgem Nova - Papa Gregório XI (1370-1378) - Pierre Roger de Beaufort
042. De Inferno Pregnani - Do Inferno de Prignano - Papa Urbano VI (1378-1389) - Bartolomeo Prignano
043. De Cruce Apostolica - Da Cruz Apostólica - Clemente VII, antipapa (1378-1394) - Robert de Genève
044. Cubus de Mixtione - Cubos Sujeitos à Mistura - Papa Bonifácio IX (1389-1404) - Pietro Tomacelli
045. Luna Cosmedina - A Lua Cosmedina - Bento XIII, antipapa (1394-1423) - Pedro de Luna
046. De Miliore Sidere - De Uma Estrela Melhor - Inocêncio VII (1404-1406) - Cosimo Migliorati
047. Nauta de Pontenigro - Marinheiro da Ponte Negra - Gregório XII (1406-1415) - Angelo Correr
048. Flagellum Solis - O Flagelo do Sol - Alexandre V, O.F.M., antipapa (1409-1410) - Pietro de Candia
049. Cervus Sirenae - O Cervo da Sereia - João XXIII, antipapa (1410-1414) - Baldassare Cossa
050. Corona Veli Aurei - A Coroa do Véu de Ouro - Papa Martinho V (1417-1431) - Oddone Colonna
051. Schisma Barcinonicum - O Cisma de Barcelona - Clemente VIII, antipapa Gil Muñoz
052. Lupa Caelestina - A Loba Celestina - Papa Eugênio IV, O.S.A. (1431-1447) - Gabriele Condulmer
053. Amator Crucis - O Amante da Cruz - Félix V, antipapa (1439-1449) - Amadeu VIII de Savóia
054. De Modicitate Lunae - Da Pequenez da Lua - Papa Nicolau V, O.P. (1447-1455) - Tommaso Parentucelli
055. Bos Pascens - O Boi que Pasta - Papa Calisto III (1455-1458) - Alfonso Bórgia
056. De Capra et Albergo - De Cabra e Albergue - Papa Pio II (1458-1464) - Enea Silvio Piccolomini
057. De Cervo et Leone - Do Cervo e do Leão - Papa Paulo II (1464-1471) - Pietro Barbo
058. Piscator Minorita - O Pescador Menor - Papa Sisto IV, O.F.M. (1471-1484) - Francesco della Rovere
059. Praecursor Siciliae - O Precursor da Sicília - Papa Inocêncio VIII (1484-1492) - Giovanni Battista Cibò
060. Bos Albanus in Portu - Boi de Albano no Porto - Papa Alexandre VI (1492-1503) - Rodrigo de Bórgia
061. De Parvo Homine - Do Homem Pequeno - Papa Pio III (1503) - Francesco Todeschini
062. Fructus Jovis Juvabit - O Fruto de Júpiter Comprazerá - Papa Júlio II, O.F.M. (1503-1513) - Giuliano della Rovere
063. De Craticula Politiana - A Grelha de Poliziano - Papa Leão X (1513-1521) - Giovanni de Medici
064. Leo Florentius - O Leão de Florença - Papa Adriano VI (1522-1523) - Adriaan Florensz Boeyens
065. Flos Pilae Aegrae - A Flor das Colunas Vacilantes - Papa Clemente VII (1523-1534) - Giulio de Medici
066. Hyacinthus Medicorum - O Jacinto dos Médicos - Papa Paulo III (1534-1549) - Alessandro Farnese
067. De Corona Montana - Da Coroa do Monte - Papa Júlio III (1550-1555) - Giovanni Maria Ciocchi del Monte
068. Frumentum Floccidum - O Trigo Insignificante - Papa Marcelo II (1555) - Marcello Cervini
069. De Fide Petri - Da Fé de Pedro - Papa Paulo IV (1555-1559) - Gian Pietro Carafa
070. Aesculapii Pharmacum - O Remédio de Esculápio - Papa Pio IV (1559-1565) - Giovanni Angelo de Medici
071. Angelus Nemorosus - O Anjo de Bosco - São Pio V, O.P. (1566-1572) - Antonio Ghislieri
072. Medium Corpus Pilarum - O Corpo no Meio das Esferas - Papa Gregório XIII (1572-1585) - Ugo Boncompagni
073. Axis in Meditate Signi - O Eixo no Meio do Emblema - Papa Sixto V, O.F.M. Conv. (1585-1590) - Felice Peretti
074. De Rore Coeli - Do Orvalho do Céu - Papa Urbano VII (1590) - Giambattista Castagna
075. De Antiquitate Urbis - Da Cidade Antiga - Papa Gregório XIV (1590-1591) - Niccolò Sfondrato
076. Pia Civitas in Bello - Cidade Piedosa na Guerra - Inocêncio IX (1591) - Giovanni Antonio Facchinetti
077. Crux Romulea - A Cruz Romana - Papa Clemente VIII (1592-1605) - Ippolito Aldobrandini
078. Undosus Vir - O Homem Agitado - Papa Leão XI (1605) - Alessandro Ottaviano de Medici
079. Gens Perversa - Gente Perversa - Papa Paulo V (1605-1621) - Camillo Borghese
080. In Tribulatione Pacis - Na Tribulação da Paz - Papa Gregório XV (1621-1623) - Alessandro Ludovisi
081. Lilium et Rosa - O Lírio e a Rosa - Papa Urbano VIII (1623-1644) - Maffeo Barberini
082. Jucunditas Crucis - A Exaltação da Cruz - Papa Inocêncio X (1644-1655) - Gian Battista Pamphili
083. Montium Custos - O Guardião dos Montes - Papa Alexandre VII (1655-1667) - Fabio Chigi
084. Sidus Olorum - A Estrela dos Cisnes - Papa Clemente IX (1667-1669) - Giuglio Rospigliosi
085. De Flumine Magno - Do Grande Rio - Papa Clemente X (1670-1676) - Emilio Altieri
086. Bellua Insatiabilis - A Besta Insaciável - Beato Inocêncio XI (1676-1689) - Benedetto Odescalchi
087. Poenitentia Gloriosa - A Penitência Gloriosa - Papa Alexandre VIII (1689-1691) - Pietro Ottoboni
088. Rastrum in Porta - O Rastro na Porta - Inocêncio XII (1691-1700) - Antonio Pignatelli
089. Flores Circumdati - Flores em Círculo - Clemente XI (1700-1721) - Giovanni Francesco Albani
090. De Bona Religione - De Boa Religião - Inocêncio XIII (1721-1724) - Michelangelo Conti
091. Miles in Bello - O Soldado no Combate - Bento XIII, O.P. (1724 - 1730) - Piertro Francesco Orsini
092. Columna Excelsa - A Coluna Elevada - Papa Clemente XII (1730-1740) - Lorenzo Corsini
093. Animal Rurale - O Animal dos Campos - Bento XIV (1740-1758) - Prospero Lambertini
094. Rosa Umbriae - A Rosa das Sombras - Papa Clemente XIII (1758-1769) - Carlo Rezzonico
095. Ursus Velox - O Urso Veloz - Papa Clemente XIV, O.F.M. Conv. (1769-1774) - Giovanni Vincenzo Antonio Ganganelli
096. Peregrinus Apostolicus - O Peregrino Apostólico - Papa Pio VI (1775-1799) - Giovanni Angelo Braschi
097. Aquila Rapax - A Águia Arrebatadora - Papa Pio VII, O.S.B. (1800-1823) - Gregorio Barnaba, Conde de Chiaramonti
098. Canis et Coluber - O Cão e a Serpente - Papa Leão XII (1823-1829) - Annibale Sermattei della Genga
099. Vir Religiosus - O Varão Religioso - Papa Pio VIII (1829-1830) - Francesco Saverio, Conde de Castiglioni
100. De Balneis Etruriae - De Balnes, Etrúria Papa Gregório XVI, O.S.B.Cam. (1831-1846) - Bartolomeo Alberto Cappellari
101. Crux de Cruce - A Cruz da Cruz - Beato Pio IX, T.O.R. (1846-1878) - Giovanni Maria Mastai Ferretti
102. Lumen in Caelo - A Estrela no Céu - Papa Leão XIII (1878-1903) - Leão XIII - Vincenzo Gioacchino Pecci
103. Ignis Ardens - O Fogo Ardente - Papa Pio X (1903-1914) - Giuseppe Sarto
104. Religio Depopulata - A Religião Despovoada Papa Bento XV (1914-1922) - Giacomo della Chiesa
105. Fides Intrepida - A Fé Intrépida - Papa Pio XI (1922 -1939) - Achille Ratti
106. Pastor Angelicus - O Pastor Angélico - Papa Pio XII (1939-1958) - Eugenio Paccelli
107. Pastor et Nauta - Pastor e Navegante - Beato João XXIII, T.O.R. (1958-1963) - Angelo Giuseppe Roncalli
108. Flos Florum - A Flor das Flores - Papa Paulo VI (1963-1978) - Giovanni Battista Enrico Antonio Maria Montini
109. De Medietate Lunae - Da Lua de Neutralidade - Papa João Paulo I (1978) - Albino Luciani
110. De Labore Solis - Do Trabalho do Sol - Papa João Paulo II (1978-2005) - Karol Jozef Wojtyla
AS TRÊS CHAVES PERDIDAS (II)
AS TRÊS CHAVES PERDIDAS (I)
«3. As três chaves perdidas: “Na alvorada do Tempo dos Homens, foram entregues três chaves às três grandes famílias de Homens que viviam sob um signo: a primeira era a Chave de Ouro do Conhecimento e foi entregue aos sábios que viviam sob o signo do Elefante. A segunda era a Chave de Prata da Acção, que levava também ao Conhecimento pelo caminho do sacrifício, que é o caminho dos heróis, e por isso foi entregue aos que viviam sob o signo da Águia. A terceira era a Chave de Ferro das Verdades da Terra e foi entregue aos alimentadores de todos os homens, que viviam sob o signo da Abelha. Quando os Sábios, os Heróis e os Alimentadores se separaram em nome das suas verdades e os Sábios e os Heróis julgaram que as suas duas famílias de Homens dependiam apenas da carne e do sangue e não em primeiro lugar do espírito que está no Homem, perderam-se as três Chaves".»
«Ora, estava dito. “A partir de agora, ninguém que não possua as três chaves poderá agir sobre o destino final dos homens, para o Bem e a Verdade Suprema… E aconteceu que um herói juntou nas suas mãos a Chave de Ouro e a Chave de Prata. Foi o primeiro HROANG-TI, imperador e pontífice. Viveu em terras do Ocidente, à sombra do signo do Mediador Supremo que levou até à marca do Oriente. Com ele, esboçou-se o tempo do Homem Universal, o verdadeiro Tempo dos Homens e a sua chegada conta-se no número dos signos que foram feitos sobre os povos que passarão além do Tempo do Fim. Mas faltava-lhe a Chave de Ferro das Verdades da Terra e o seu tempo durou pouco… Quando morreu, a Chave de Ouro estava perdida. Decorreram mil anos. A Humanidade vivia o fim do Tempo dos Reis, vítima dos falsos sábios que não tinham qualquer signo e do seu próprio desconhecimento das Verdades da Terra. Mas também esse tempo, de longe em longe e de século em século, tinha visto passar os signos, incompreendidos, dos predestinados, perseguidos por tê-los feito… Sobreveio um herói que juntou nas suas mãos a Chave de Prata e a Chave de Ferro. Graças a elas, uniu os que viviam sob o signo da Abelha e os que viviam sob o signo do Zangão e rejeitou os que não tinham qualquer signo, mas esqueceu-se dos que tinham o Elefante como signo. Tentou inutilmente reparar a falta original dos Sábios e dos Reis, restabelecendo a velha verdade esquecida por determinados falsos sábios e pelos Reis – que as famílias de Homens dependiam em primeiro lugar do espírito que reside no Homem e não apenas na carne e no sangue das famílias de Homens. Só entenderam a sua linguagem os que viviam sob o sigo da Abelha, os que viviam sob o signo do Zangão e os que viviam sob o sigo da Águia, mas, como lhe faltava a Chave de Ouro, não conseguiu reter a Besta no limiar da Idade das Trevas e os Reis pervertidos e os falsos sábios causaram a sua morte, preparando assim a sua própria perda e os mais sábios dos falsos sábios disseram: “A sua vinda, a sua vida e a sua morte são um mistério da História dos Homens”, pois nenhum deles era suficientemente sábio para compreender que ele se contava no número dos três maiores signos que marcam os povos destinados a sobreviver aos Tempos do Fim. Ora, os profetas do Caminho disseram: “O Tempo do Zangão seguir-se-á à tentativa do herói…depois virá um terceiro herói e, depois dele, não haverá outro. Conforme reúna nas suas mãos as Três Chaves perdidas na alvorada do Tempo da Grande Subversão que precede a Idade das Trevas ou apenas dias delas, chegará o verdadeiro Tempo dos Homens ou então o Tempo das Abelhas e a seguir o Tempo da Besta , que é o Tempo do Fim…”»
«Os profetas só falaram assim porque sabiam que a parte da liberdade humana capaz de conferir a certos actos dos homens a preeminência sobre a Tríade só reveste o seu sentido mais elevado através do sacrifício do Herói. Assim, o Herói pode chegar, mas não está dito que encontrará as Três Chaves do destino do Homem. Pode chegar pois estamos no Tempo predito, que é o Tempo dos Zângãos e este Tempo está prestes a terminar, pois os profetas disseram: “o tempo dos Zângãos assistirá à realização de grandes obras. O Espírito da Terra animará os Homens desse Tempo…Os homens criarão coisas novas e maravilhosas, mas nenhuma sabedoria animará esse espírito. O Homem não mudará a sua natureza e as instituições desse tempo serão feitas em inimizade com os Heróis e os Sábios. Os falsos sábios adormecerão a miséria dos povos com palavras enganadoras; os poetas da família que não têm qualquer signo oferecerão as suas liras para cantar os seus próprios louvores e as torpezas do Mundo; em nome da liberdade, os povos serão sujeitos à escravatura; em nome da paz, travar-se-ão guerras, as mais numerosas e as mais vastas que os homens alguma vez conheceram; e haverá uma justiça para os falsos sábios e outra justiça para as famílias de Homens que vivem sob um signo…no entanto, os sábios e os poetas que vivem sob o signo do Elefante viverão em longínquas “tebaidas” e os Heróis exilar-se-ão ou meditarão em claustros sob as Três Chaves perdidas".»
(Esta profecia, denominada das “Três Chaves perdidas”, foi publicada em 1951 por Martin de Hauteclaire, no seu livro - Toute la Terre à Nous!, Denoël, 1951 - que afirma ter recolhido as palavras proféticas da própria boca de um mestre espiritual, um PHAP, num pagode da fronteira birmanesa)












