X-FILES: O RESUMO DA CONSPIRAÇÃO

"FIGHT THE FUTURE", pois quem não o fizer terá de se submeter à NOVA ORDEM...

Poucos esquecerão a fabulosa série de culto “X-Files” que teve imensos adeptos nos anos 90 em Portugal, com as nove temporadas cheias de episódios de uma estranha conspiração norte-americana de Aliens, fruto de um plano secreto destes para se tornarem seres híbridos com os humanos com vista à sua melhor adaptação às condições físicas do nosso planeta, e, numa fase final, procederem à invasão da Terra aniquilando todos os humanos. Esta maquiavélica conspiração envolvia uma determinada elite do Governo dos EUA, pertencendo à NSA, CIA, FBI, membros do governo, militares, altas patentes do exército e muitos outros grupos radicais, fundamentalistas, sociedades secretas e seitas, cujos interesses eram transversais aos seus objectivos: apreender toda a tecnologia alien para, antes da fase final, aniquilarem o poder destrutivo dos invasores e ficarem na posse de poderosa tecnologia o que os faria definitivamente donos e senhores do mundo. Mas o plano quase falhou e a dúvida permanece no segredo das elites que controlam as derradeiras decisões relativas ao destino da humanidade… No meio da trama descobre-se que a investigação dos seres híbridos aliens-humanos, permitiu criar uma super-raça de aliens com capacidade para se transmutarem fisicamente em várias formas de humanos, podendo facilmente copiar a imagem de qualquer pessoa, e desenvolvidos pelo Governo dos EUA secretamente designados com o nome de “super-soldiers” (super-soldados). Mas esta investigação permitiu ao Governo norte-americano ficar na posse de uma poderosa arma: o controlo total da chave genética humana e da sua manipulação, que permitiria desenvolver a cura para todas as doenças humanas e, acima de tudo, para retardar bastante o processo de envelhecimento celular, dando aos humanos que possuíssem esse conhecimento, poderes de deuses, que controlariam uma NOVA ORDEM MUNDIAL, acima dos seres, não-híbridos (simplesmente humanos). Assustador é pensar que toda esta tecnologia está a atingir uma fase bastante desenvolvida nos dias de hoje…

Ainda associada a esta manipulação genética, a manipulação da vida humana era para essa Ordem Mundial, fundamental para o êxito do plano e, cada pessoa que se envolvesse com esse conhecimento imediatamente era “controlado” através de um chip electrónico sofisticado, de nanotecnologia, que permitia não só a localização exacta por GPS como saber toda a informação biológica da pessoa em tempo real, podendo mesmo ser induzidos à distância comportamentos biológicos como desmaios ou descontrolos emocionais. Isto permitiria a total manipulação física, geográfica, biológica, molecular e genética de cada indivíduo. Se pensarmos na série como uma obra artística metafórica, os aliens são a representação real dos que estão acima dos comuns humanos, esses “super-soldiers”, esses “super-humanos” ou “supra-humanos”, ou as actuais elites oriundas de todas as sociedades secretas e seitas, que se vêem como estando “acima dos mortais”, vivendo e desenvolvendo uma hierarquia digna de um Olimpo de “deuses”. Detentores de TODO o PODER esta ELITE, num determinado momento, prevalecerá sobre a massa humana sujeita ao seu poder absoluto e totalitário. Com essa “chave”, toda a série ganha de imediato um sentido real, perdendo aquele carácter inapto e superficial de uma obra cinematográfica da categoria do fantástico. No final da série os protagonistas descobrem igualmente que a profecia Maia que prevê um apocalipse planetário em Dezembro de 2012 provocado pelos homens e por um objecto vindo do espaço (que passará muito próximo da Terra), é justamente “seguida” pelas sociedades secretas contemporâneas americanas. No meio das dezenas de episódios mais fantasiosos, conseguimos destacar aqueles em que a conspiração progride mais claramente, num fio condutor evidente e inequívoco da trama: série 1 - episódios 1,10,17,24; série 2 – episódios 1,4,5,6,8,11,14,16,17,19,22,23,24,25; série 3 – episódios 1,2,9,10,12,13,15,16,18,24; série 4 – episódios 1,7,8,14,16,17,19,20,21,22; série 5 – 1,2,3,7,13,14,15,17,20; série 6 – episódios 1,9,11,12,20,22; série 7 – episódios 1,2; série 8 – episódios 2,3,6,8; série 9 – episódios 1,4,5,8.

Chris Cárter decidiu ainda, a meio das 9 temporadas realizar um filme para cinema, cujo início é justamente uma enorme explosão num arranha-céus (semelhança com o 9-11) como forma de esconder um corpo de um ser híbrido que estaria a ser estudado nessas instalações do FBI. O filme representa uma enorme progressão na acção e é revelado o local onde se escondem os mais remotos segredos da conspiração: na Antárctida… No recente 2.º filme, Mulder e Scully, os protagonistas da investigação da conspiração são envolvidos na decadente sociedade ocidental, na qual o Cristianismo dá os seus últimos passos. A trama desenvolve-se entre máfias russas, capazes das maiores atrocidades, não em nome do PODER nem da ciência, mas em nome de uma investigação genética do tipo “Frankenstein”, da simples sobrevivência, do assassinato de mulheres e, uma Igreja Católica, materialista e mesquinha, com a sua hipócrita falsa fé da adoração de imagens e do desprezo dos verdadeiros valores apregoados por Cristo bem como de uma elite satânica que actualmente gere e mina o seu original poder social e humano…

EMPREGO: SER “COMERCIAL” NA RECESSÃO…

o dispendioso ensino à distância pode ser ainda mais penalizante para o próprio vendedor...

Com inúmeras empresas a falirem em Portugal, chegou-nos esta surrealista história verídica. Em resultado de um anúncio recente para assessor pedagógico (colocado num jornal gratuito) de uma empresa de venda de cursos de formação à distância – ESINE, do grupo EDICLUBE -, foi dito ao candidato na entrevista que teria de pagar todas as suas deslocações, usar o seu veículo para apresentar os cursos e tentar obter a matrícula nos mesmos nesse mesmo dia, ficando-lhe também atribuída a entrega personalizada do mesmo. A zona seria a de Cascais e Sintra o que para o candidato não seria problema por este viver em Oeiras. Seria uma espécie de “comercial” a tentar “vender” um pack de manuais, cd’s (e algum equipamento, nos casos dos cursos técnico-profissionais). A empresa começou a formação de uma semana (todas as manhãs) numa segunda-feira e no dia seguinte pediram para o candidato dar início de actividade. Na última sexta-feira de formação é-lhe apresentado o contrato para assinar. Depois deste ter investido cerca de 200€ em vestuário (a imagem é fundamental neste tipo de actividade) e de se estar a preparar para adquirir um telemóvel com GPS, no valor de 300€, lê o “contrato de agente” (que não dá direito a subsidio de desemprego, porque ficaria contratado a recibos verdes) e apercebe-se de que as cláusulas são altamente abusivas e lesivas juridicamente para a sua pessoa, caso tivesse de ir a tribunal por qualquer motivo. No contrato, este vendedor “da empresa” era dado como uma espécie de empresário em nome individual, responsável por todos os males que pudessem acontecer a si próprio, ao seu veículo, à mercadoria e às eventuais queixas dos potenciais compradores, sendo igualmente responsável pelas devoluções!!!... Frases como “o Agente declara ter capacidade jurídica bastante para a prestação dos serviços a que se obriga no presente contrato”, “são do exclusivo encargo e responsabilidade do Agente todas as obrigações legais, quer de carácter fiscal quer de outra índole, que lhe puderem ser exigidas pelo exercício da actividade decorrente do presente contrato”, “no cumprimento das obrigações assumidas neste contrato, o Agente actuará de modo independente, autónomo e estável, em nome próprio e por sua exclusiva conta, risco e responsabilidade, podendo no entanto ser coadjuvado por outras pessoas sob a sua orientação e inteira responsabilidade”, “a actividade do Agente desenvolver-se-á no território português”, existentes no contrato, não deixavam qualquer folga a indemnização total em caso de acontecer algum azar. Desta forma o contratado ficava obrigado a ser enviado para qualquer ponto do território nacional, às suas próprias custas, sem nenhuma garantia de conseguir lucrar o que quer que fosse!!!...

Sendo considerado pela empresa como uma “sub-empresa”, era, no entanto, completamente controlado por esta, sem nenhuma autonomia. As entrevistas deviam ser efectuadas dos telefones da empresa, não podendo utilizar nenhum computador com acesso à internet para clarificar a morada ou as rotas a seguir em mapas ou programas da WEB para este efeito. No final de tudo isto, não pagavam nada, a não ser uma comissão média de 150€ por cada venda. Mas sendo as vendas controladas pela empresa, por esta podia igualmente ser comunicada ao comercial da “possível” desistência do “potencial” cliente/aluno… O candidato percebeu que a empresa estava a sofrer um enorme downsizing, com uma grande parte das suas instalações vazias, e sendo a sua subsidiária um grupo comercial espanhol, estariam eventualmente a pensar em encerrar as extensões do seu grupo, em Portugal. E esta seria uma espécie de estratégia “derradeira” para utilizarem-se dos recursos económicos de pessoas individuais, desempregadas, quase sem recursos, para se “descartarem” da parte não lucrativa do seu negócio: as despesas!!!... Desta forma, limitavam-se a receber os lucros, simplesmente, como se fossem uma agência bancária!!!...


A MÁFIA DA FORMAÇÃO ENGANOSA

os jornais portugueses fornecidos gratuitamente estão carregados de "formação enganosa"

Em períodos de desemprego a Formação sempre foi um negócio lucrativo para inúmeras empresas desta área. Mas agora, associada à recessão que caminha para uma depressão, este tipo de negócio está a ser amplamente explorado, dada a enorme expectativa das pessoas em melhorarem os seus curriculum’s ou de procurarem especializações que lhes permitam mais facilmente conseguir um emprego qualquer, para fazerem frente ao desespero de não terem dinheiro para pagarem as suas dívidas. Com um mercado destes, nos jornais, em vez de serem anunciados empregos, anunciam-se formações pagas, ou cursos de ensino à distância, que a cada dia sobem os seus valores de custo. O pior de tudo é que uma grande parte destes cursos não têm qualidade e apenas visam o lucro fácil. A maioria das pessoas, andam de curso em curso sem sequer serem auxiliadas pelas escolas ou centros de formação em protocolos ou bolsas de emprego, prática que deixou de ser uma preocupação destas. Mais barato que um curso que faz perder inúmeras horas, deslocações e dispendiosas despesas de alimentação é comprar um ou dois bons livros técnicos (bem ilustrados com fotografias, sempre que possível) numa boa livraria (Bertrand, Fnac ou Bulhosa, por exemplo). Desta forma poderá gastar apenas entre 25€ a 60€ economizando entre 2000€ a 3000€…!!! Não se deixe enganar pela publicidade enganosa ou pela exploração das suas motivações, desejos ou aspirações profissionais. A formação em Portugal é uma exploração e continuará a ser sempre, visto todos os sectores que dão lucro neste país estarem minados de máfias económicas e comerciais sem escrúpulos.

De forma semelhante muitas universidades públicas e privadas anunciam pós-graduações, mestrados e doutoramentos que mais não são do que uma armadilha, um atraso na inserção no mercado de trabalho de milhares de jovens, e uma forma complementar de extorsão económica. Cada aluno passa a representar uma verdadeira “mina de ouro”, pois pagará não apenas a licenciatura, no “sonho” de vir a ter um emprego, como também a posterior formação, aumentando os lucros da universidade relativamente a cada “fonte” de extorsão, neste caso, cada indivíduo, cada “peça” nesta máquina mafiosa impiedosa. Na expectativa de conseguir fugir à tendência comum das licenciaturas, os pais ou encarregados de educação não se importam de efectuar investimentos avultadíssimos de inscrição e frequência, aquisição de material didáctico, deslocação, alimentação e por vezes até habitação para os seus filhos, netos, familiares ou educandos. Depois de todas estas formações, o mais provável, se não tem uma cunha ou se entretanto não se submeteu a uma sociedade secreta ou seita, é acabar como caixa de supermercado a receber uns míseros 300€ mensais para 6 horas de trabalho diário…

CENTROS DE SAÚDE (MENTAL) E HOSPITAIS

no recente filme "A Troca", Angelina Jolie é "convenientemente" internada num hospital psiquiátrico

Uma das metas apregoadas no 25 de Abril por todas as ruas era: “mais e melhor saúde para o povo”, mas passados 35 anos, a “máfia privada” dos médicos conseguiu subverter totalmente esse objectivo. Actualmente, a maioria dos Centros de Saúde em Portugal mais parecem hospícios ou lares da terceira idade, visto que de centros de saúde têm já muito pouco… Qualquer cidadão que não seja idoso ou uma mãe com uma criança tem imediatamente tratamento “abaixo de cão”. Desde a difícil marcação, às faltas dos médicos, às esperas infindáveis, quem quer utilizar o serviço nacional de saúde tem de se enfrentar com inúmeras incompetências, confusões e até má-educações… Quando se consegue finalmente entrar no gabinete de consulta, somos confrontados com médicos carrancudos, que mal falam com os pacientes e tentam despachá-los rapidamente sem sequer se preocuparem muito com o diagnóstico ou com os sintomas. Passam credenciais de inúmeros serviços, medicação a perder de vista (não por causa das comissões nos medicamentos nem das farmacêuticas…!!!) e nunca esclarecem os doentes sobre os locais onde estes podem efectuar os seus exames médicos. Esta atitude desconfortável visa claramente afastar o máximo de utentes possível dos serviços, como estratégia, em primeiro lugar de poupar recursos do Estado, e em segundo lugar, como forma de desenvolver o lobby da medicina privada portuguesa, pois a maioria dos médicos que trabalham na função pública, exercem, escandalosamente, no sector privado, num total abuso de ética profissional. A medicina em Portugal, é um negócio lucrativo, por um lado pela ignorância inerente à maioria da população e por outro pela exploração do indefeso público idoso (Portugal tem uma população bastante envelhecida) que é totalmente manipulado nas mãos de uma grande maioria de médicos sem escrúpulos que apenas se preocupam em ter uma postura maioritariamente comercial e lucrativa.

Recentemente recebi uma carta do Hospital Central da minha área de residência, e qual não foi o meu espanto quando retirei do seu interior uma factura de 143,50€ por uma radiografia e uma consulta médica que tinha feito nas Urgências, valor este que, segundo a lei das taxas dos episódios clínicos hospitalares, se deve aplicar para quem não dispõe de nenhum serviço de comparticipação médica. Tendo eu o SNS, tive de recorrer a dois advogados para provar que estava a ser burlado pelos serviços administrativos daquela unidade médica. Depois de muitos telefonemas e e-mails entre os advogados e o hospital, a advogada responsável pelos serviços jurídicos daquela instituição concluiu que eu “poderia” ter razão e disse que então ficava a factura sem efeito!!!... Muitos outros casos se ouvem, de médicos que mandam pessoas com depressão temporária (motivada muitas vezes por problemas laborais) para tratamentos em hospitais psiquiátricos como se fossem casos graves de psiquiatria, “encharcando-os” literalmente em perigosa medicação, mais indicada para doentes esquizofrénicos, bipolares ou com doença psicológica aguda. Esta técnica era muito usada nos anos 40, para afastar elementos “perigosos” conotados com a esquerda política e muitas vezes, esses doentes não voltavam a ver a luz do dia… O mundo da medicina pública, em Portugal, é hoje, um terreno muito perigoso de pisar, com conexões às máfias políticas locais, que desta forma podem facilmente “manipular” determinados indivíduos ou famílias… Um conselho: se quer manter a sua saúde, mantenha-se longe dos “Centros de Saúde”…!!! Os curandeiros e médicos "alternativos" poderão tornar-se na sua única "alternativa" credível...

ARMAS, MÉDICOS E LEIS...

médicos e governo "unem-se" para dificultar o acesso às armas de defesa

Em Portugal a licença de uso e porte de arma implica actualmente a entrega de inúmera documentação, nomeadamente um atestado médico de robustez física e psíquica. No entanto, a Ordem dos Médicos colocou em causa este tipo de atestado por considerar que, cabe ao médico, decidir se a sua ética profissional lhe permite assinar um atestado desta natureza. Assim, vai passar a ser uma lotaria saber qual é o médico que passa este tipo de atestados, passando a ser um verdadeiro negócio chorudo para aqueles que passarão a ter esta “especialidade”. O governo cria a lei dos atestados para uso de arma mas não cria a lei que obriga qualquer médico a passá-los… O Próprio SNS (Serviço Nacional de Saúde) diz que pela lei, não pode apoiar este tipo de acção por não se tratar de um “acto médico de cuidados básicos de saúde”. Estas contradições, tão típicas da incompetência política dos nossos dias, são capazes de infernizar mais um pouco a vida de alguns portugueses. Mas para quem já se começa a habituar a viver no Caos lançado pela União Europeia, mais inferno, menos inferno não fazem grande diferença.

Por outro lado se o pânico se vai apoderar da sociedade civil dentro de poucos meses, com milhares de famílias a perderem o emprego, os suicídios e assassínios de rua vão passar a ser uma realidade, e por isso mesmo, ter ou não ter licença de uso de arma vai ser absolutamente indiferente. Que o digam os cinco filhos (uma rapariga de 8 anos e dois casais de gémeos respectivamente de 5 e 2 anos de idade) e a mulher de um americano que, após perder o emprego, os matou a tiro a sangue frio num momento de alucinado desespero… Sinais dos novos tempos que estão para vir…!!!

BURLAS NA BOLSA OU TRÁFICO DE DROGA…

as bolsas mundiais começam a entrar em "estado de sítio"...

Com as bolsas mundiais em forte queda ainda há pessoas que se espantam com os esquemas de burlas que se começam agora a descobrir… Ter acções de empresas é actualmente um investimento de alto risco, com excepção para aqueles que manipulam por “influências”, os mercados com compras e vendas dando origem a falências de inúmeras empresas. A juntar a estes estão os terroristas globais, desejosos por fazerem colapsar as bolsas e empresas de capital não muçulmano ou judaico… As bolsas entraram oficialmente em estado de sítio!!!... Neste caso particular, foram detidos em Espanha, seis dos responsáveis de uma empresa londrina que através de falsificações, complexas operações financeiras e de mercadorias, aumentavam o valor das acções de uma empresa sem depósitos que garantissem esse aumento e, posteriormente, lucravam milhões com a venda fraudulenta desses títulos. Com inúmeras multinacionais a falirem ou a fazerem downsizing’s radicais para conseguirem fazer frente à recessão e conseguirem aguentaram-se mais uns meses, ainda há quem sonhe enriquecer com as frágeis diferenças de valores resultantes da compra e venda de acções… Boa sorte para os senhores investidores, mas parece-me que vai haver muitos suicídios nos próximos meses, não apenas dos corretores e empresas gestoras de negócios, como também empresários, funcionários, numa escala “macabra” sem precedentes na história da humanidade. As cartas tombam em série a uma velocidade alarmante. Oxalá me engane, o que parece difícil face aos cenários que se prevêem para o próximo trimestre…

Mais seguro que o investimento na bolsa parece ser o do tráfico de droga, que apesar de estar a passar igualmente por uma crise ainda vai “alimentando” muitas organizações e redes europeias e internacionais poderosas e com ligações à política e ao mundo da noite (bares, discotecas, prostituição, venda ilegal de armas, assaltos e criminalidade violenta…). Em Roma foram detidos no final de Janeiro, 40 membros de um clã da “Camorra” (a máfia napolitana), que mantém contacto com a “Cosa Nostra” (a máfia siciliana) e com famílias mafiosas de Pouilles. O branco está na moda: se não é o crime de colarinho branco das Bolsas é o branco da coca…

CONSELHO DA EUROPA: UMA “BOMBA” NO ÁTRIO

a instalação ENTROPA custou 50.000€ ao governo checo, uma "piada" cara em tempo de recessão...

A controversa instalação colocada no átrio do Conselho Europeu pelo artista plástico checo David Cerny, aquando a tomada de posse pelo novo presidente checo, no início de Janeiro, é uma crítica mordaz, inteligente e acutilante à União Europeia. É uma verdadeira “bomba” introduzida no seio decisório de toda a Europa, o qual, pela experiência da vida difícil que os cidadãos europeus atravessam, se comprova não servir para “decidir” ou gerir absolutamente nada. É essa a grande mensagem da escultura genialmente concebida. Vinte e sete países “unidos” como se de um “kit” de montagem para crianças se tratasse, com peças todas diferentes mas que tentam “à força” construir uma Europa pelo fio condutor da economia. O próprio artista plástico convidado a gerir a obra, deveria ter contratado outros artistas plásticos, supostamente 27, para que cada um criasse ou “recria-se” um país da União. Mas em vez disso, talvez já por tradição europeia, o artista ficou com todo o caché, chegando mesmo a conseguir documentos e facturas falsas!!!... O artista converte-se na obra!!!...Fala da corrupção europeia e ele mesmo torna-se influência dessa corrupção. Brilhante!!!...Não me parece que haja muito mais a dizer sobre esta obra de arte que ficará, certamente, para a história “mafiosa” do Conselho da Europa, a não ser que Portugal é nela representado como uma tábua de madeira com bifes, numa alusão à escravatura portuguesa das colónias (assim como os bifes são martelados na tábua, os escravos eram chicoteados) e talvez ao momento de “escravatura virtual encapotada” que vivemos neste difícil período da democracia portuguesa…

EUROPA DOS 27…”TESOS”…

na Grécia os agricultores bloquearam estradas e auto-estradas com tractores agrícolas

O governo da Islândia em vez de eleições, faz uma estranha aliança com a esquerda, uma espécie de governo não eleito mas decidido entre os homens “bons” da terra, como se fazia na Idade Média… Na Grécia já ninguém sabe muito bem o que fazer à sua vida e a pobreza cresce exponencialmente sem soluções à vista. Desta vez os agricultores bloquearam estradas e auto-estradas com tractores agrícolas em protesto contra as políticas do Ministério da Agricultura. Em Paris mais de um milhão de pessoas juntaram-se para protestarem contra a falta de políticas sociais de Sarkozy, naquela que acabou por ser a maior manifestação dos últimos 20 anos e anunciada como a “Quinta-feira Negra”. Paradoxalmente, em vez de resolverem efectivamente os problemas, os políticos europeus mantêm o seu nível de vida intocável e reúnem-se confortavelmente na Suíça (em solo não pertencente à União Europeia!!!...), na cidade de Davos, com o pomposo nome “Fórum Mundial Económico e Social”, onde, com uma complexa agenda de milhares de pequenos problemas ainda houve quem se dedicasse em exclusivo aos problemas ambientais, quando há milhares de famílias na Europa a enfrentarem pela primeira vez na sua vida pobreza extrema ao ponto de perderem tudo aquilo para o qual andaram a lutar uma vida inteira…

Por cá, não há manifestações, com excepção da “reunião secreta internacional” dos Skinheads, que marcaram um encontro na União Desportiva e Cultural de Nafarros, um local “socialisticamente” simbólico se pensarmos que aí vive muita da nata do PS e não só… A mim ninguém me tira da cabeça que a Internacional Socialista está tranquilamente e cheia de confiança a voltar aos tempos de Hitler. Um novo poder NEONAZI emerge do CAOS europeu. Estará a ser cuidadosamente planeado…?

BUR(R)OCRACIAS LUSAS

muitos funcionários públicos são tão implacáveis para com as suas "presas" como o Tiranossaurus Rex

Quantos de nós já não nos vimos a braços com a “poderosa máquina bafienta e pós-revolucionário-e-paradoxalmente-salazarista” da burocracia da função pública portuguesa, herdada desse período fascista e que faz imensos trabalhadores que aí se deslocam para tratarem dos seus assuntos, perderem horas preciosas do seu trabalho para resolver pequenas questões, muitas vezes fruto de erros ou confusões internas dos próprios serviços?... Pois é… Esta “máquina” mafiosa do funcionário típico da função pública que trata o utente ou o cidadão abaixo de cão, como se se tratasse de um criminoso que pedincha misericórdia a uma força da autoridade e que se tem de ajoelhar perante o Todo-Poderoso funcionário que exerce o seu poder implacável (às vezes só com o olhar, ou com a falta dele!!!...) sobre as vítimas que se encontram do outro lado do sólido balcão de pedra… O utente é sempre o burro, o culpado, aquele que faz perder o precioso tempo ao funcionário, que prefere estar embrenhado nas toneladas de papéis que estrategicamente coloca na sua secretária (para parecer que o seu trabalho é pesado e muito sério). Ou é porque lhe falta um documento, uma declaração, uma fotocópia, ou porque faz demasiadas perguntas, ou porque se está a armar em esperto para ver se não tem de voltar à instituição ou repartição, ou porque quis passar à frente de milhares de pessoas (que aguardam ordeiramente na fila) para perguntar se é ali que… ou porque preencheu mal o impresso e tem de pagar uma coima, ou porque não pagou o que devia a tempo e terá de enfrentar um mar de problemas que isso acarretará… Muitos destes funcionários, nos dias de hoje, estão-se literalmente “borrifando” para o correcto ou errado preenchimento de declarações ou impressos (e isso nas finanças é mato!!!...) dos utentes, não usam critérios ou estratégias comuns no preenchimento ou nas informações que dão (às vezes mesmo dentro do mesmo atendimento as informações são completamente opostas ou díspares), o que cria uma ideia de total incompetência dos serviços e inoperância, reflectindo-se muitas vezes em coimas para os próprios cidadãos, que na sua boa fé, acreditam nas falsas ou erróneas informações que lhes são irresponsavelmente prestadas.

Para infelicidade cada vez maior dos portugueses, agora até muitas empresas privadas, como os bancos, gestoras de cartões de crédito, lojistas ou outros tipos de empresas, usam estes “procedimentos” e “atenções” para com os clientes, tornando as suas vidas num verdadeiro inferno, entre problemas e incertezas, pois já nada é certo ou seguro… A relatividade e o caos são palavras de ordem na sociedade portuguesa e europeia e a informatização dos serviços públicos e por vezes até privados, em vez de simplificar a vida de todos é muitas vezes utilizada de forma arcaica e pouco lógica, tornando-se tão “obsoleta” e ridícula como o papel químico usado até aos anos 70 face às modernas fotocopiadoras surgidas em massa, nos finais dos anos 80, em Portugal!!! Por mim, os funcionários públicos, quase sem excepção, podiam ser despedidos em massa, resolvendo desta forma o governo, uma parte significativa do problema da “recessão política” que atravessa…

OS PORCOS…

os suínos são muitas vezes tratados de forma cruel, nas suiniculturas

A suinicultura gera em Portugal cerca de 10 toneladas de cadáveres destes animais diariamente, que são enterrados contrariando uma lei publicada em Diário da República em 2002. Segundo a Quercus, o maior risco são as epidemias e doenças que podem vir a ser transmitidas ou a poluição de lençóis freáticos. Os cadáveres deveriam ser incinerados, mas o custo leva as produtoras a procurarem uma maior margem de lucro economizando naquele processo. A Direcção-Geral de Veterinária concluiu que a maioria destes cadáveres são de leitões que morrem por esmagamento, vítimas de morte súbita ou outras doenças. De igual forma, intimou, já neste ano os suinicultores a criarem um sistema de recolha de animais mortos. Só a zona de Leiria, por exemplo, com cerca de 400 explorações suinícolas enterra aproximadamente duas toneladas por dia. Com tanto porco enterrado, começamos a arriscarmo-nos a não ter áreas disponíveis para uma agricultura saudável, no nosso pequeno território nacional!!!... Resta saber se porcos são os suínos ou aqueles que os usam para poluir o ambiente, pois passam esses a ser mais porcos que os porcos que já não podem fugir ao seu nome, por mais limpos que sejam.

Pior estão os indonésios onde mais duas vítimas da gripe das aves (uma menina de 6 anos e uma mulher de 29) vieram aumentar para 115 o número de mortos causados pelo mortal vírus H5N1, o qual não tem ainda cura. Preocupante, esta coisa dos vírus transmitidos por animais, tal como a peste negra foi transmitida na Idade Média a toda a Europa pelos nossos amigos, os ratos!... Esperemos que os suínos mortos não se venham a transmutar em algo de verdadeiramente perigoso para a saúde pública, pois a carne de suíno, no nosso país é a de mais baixo preço, e por isso mesmo, a que serve de alimento a mais famílias portuguesas, sobretudo as de mais baixos rendimentos e as que gradualmente se vêem vítimas da recessão económica global…

CIMEIRA IBÉRICA

o comboio foi o transporte escolhido por Franco e Hitler para o transporte de judeus para o Holocausto

Esta coisa da internacional socialista, no caso a ibérica socialista (bem entendido) resultado do encontro entre Zapatero e Sócrates, que deu origem à “Cimeira Ibérica” (realizada no dia 22.01.2009), para a construção do TGV com uma recessão em curso avançado e uma depressão económica global à vista, está-me a cheirar, ou a autismo político-económico ou a mais uma estratégia das políticas de foro totalitário de tendência fascista, levadas a cabo pelos socialistas europeus, que parecem andar mais preocupados com os seus negócios privados do que com a vida real dos cidadãos a quem “juraram” defender… Com toda a onda de extrema-direita a levantar-se, como num filme de regresso de mortos-vivos, será a construção do TGV assim tão estrutural no momento económico que atravessamos, sabendo que isso vai levar Portugal ainda mais para o fundo? É que além da construção do TGV e TODAS as suas infra-estruturas, a sua dispendiosa manutenção só é compensada por uma utilização regular pelos passageiros, o que não vai ser de todo possível face ao poder económico dos portugueses, ainda mais em recessão!!!... Como se isso não bastasse, fica mais barata uma viagem de automóvel, e, em geral, os portugueses, optam pela solução mais… portuguesa. Não é preciso tirar um curso nem ser muito inteligente para perceber isso…

O Sr. Primeiro-ministro agradeceu àqueles que vêm de fora (os espanhóis seus amigos, claro) e vêem o projecto com grande positivismo, como ele, ao contrário dos “maus” dos “partidos políticos portugueses que só sabem dizer mal” (segundo palavras suas). A mim, a construção de uma linha de comboio que liga Madrid-Lisboa-Porto-Vigo, mais parece a criação de uma infra-estrutura NAZI, para levar prisioneiros (cidadãos ibéricos) para outros países, agora não para campos de concentração (esperemos!!!) mas para emigração forçada em massa para países europeus onde, ao menos, possamos ser escravos e ganhar para comer, enquanto o Sr. Sócrates se passeia sozinho no seu TGV pela Ibéria Una… Por cá, os desempregados sem direito a subsídio (um terço do total de desempregados) ficam a ver os comboios (de alta velocidade) passar!!!...

DESEMPREGO MUNDIAL ALARMANTE…!

a sociedade actual sem tecnologia voltará às suas origens tribais (filme "Untill The End of The World, 1991)

Quando multinacionais como a Microsoft, a Sony, a Samsung, a Toyota e a Opel, de entre muitas outras começam a despedir funcionários em massa, já pouco resta dizer… Por exemplo, o jornal “New York Times”, numa medida positiva, decidiu vender o seu arranha-céus-sede, em Manhattan para pagar as suas dívidas e compromissos para com os seus funcionários e credores. O Gabinete Nacional de Estatísticas da China, informou recentemente que em virtude da baixa procura actual de produtos chineses, prevê o despedimento de milhões pessoas até final do segundo semestre de 2009, com agravamento exponencial até ao fim do ano. A par destas notícias de falências em massa, chegam-nos outras estranhas notícias, impensáveis noutro contexto: um empresário russo (ex-KJB e opositor de Putin) e director e proprietário do “Nova Gazeta” da Rússia, comprou uma parte importante do jornal “Evening Standard” londrino. Imagine-se como se sentirão os ingleses, tão “donos da sua nacionalidade” verem a sua imprensa ser “potencialmente” manipulada por ex-soviéticos…

Os números são crescentes, exponenciais e, apesar dos políticos não reconhecerem que a recessão se tornou uma depressão global, com consequências directas na vida de milhões e milhões de pessoas pela primeira vez na história, os factos não o negam. Para ainda maior perplexidade, os políticos de todo o mundo continuam mais preocupados com as suas burocracias quotidianas, sem enfrentarem o problema com frontalidade e com verdadeiros planos e estratégias financeiras para salvar o que resta da economia que suporta as nações baseadas no capitalismo económico!!!... A população está a ser arrastada para um fosso, do qual não sairá nos próximos anos, pois nos meses que se aproximam, além de mais despedimentos em massa, as estruturas comerciais, que garantem o normal funcionamento das sociedades começarão a entrar em colapso. Serão de esperar situações tão paradoxas como produtos tecnológicos em saldos nas lojas que estão à falência, ou o mesmo tipo de produtos extremamente caros nas grandes multinacionais que podem agora explorar a sua exclusividade ao máximo, falta de bens essenciais por colapso das redes de distribuição rodoviárias e falências, falta de alimentos e açambarcamento de produtos nos supermercados, desaparecimento de algumas operadoras telefónicas e de telemóveis, canais de televisão,… O mundo económico “fecha-se” aos poucos, a tecnologia passa a ser novamente um bem raro e a população, fraca de recursos económicos, bens e serviços, volta ao campo a plantar batatas…


O FALSO MORALISMO PORTUGUÊS

35 anos depois do 25 de Abril, Mário Soares "esqueceu" muitos ideais de liberdade...

Durante uma sessão do recente filme de Woody Allen “Vicky Cristina Barcelona” tive um arrepio sobre aquilo que já há muito tempo sinto do falso moralismo português. Na primeira cena em que Scarlett Johansson beija Penélope Cruz o público, quase unânime, riu alto (não uma gargalhada, mas apenas um breve riso de pura satisfação e alegria), sentiu-se satisfeito, rejubilou. Na primeira vez que Rafael Bardén beija as duas e começam os três a acariciar-se e a beijar-se em conjunto, o público rejubilou ainda mais em risos e breves comentários de satisfação plena. Sentia-se algum arfar e transpiração da libido no ar. Eu pergunto-me: afinal o que querem os portugueses? Aceitam ou não os casamentos entre pessoas do mesmo sexo? Porquê tanta satisfação quando estão numa sala escura e tanta reprovação à luz do dia?... A lei foi ao parlamento e chumbou pela mão do próprio partido que a levou à discussão para aprovação. O mesmo partido que pede agora uma maioria absoluta baseado na mentira e na falsa promessa de levar novamente a lei à assembleia para ser votada novamente. Depois Mário Soares, essa grande sumidade socialista, especialista em casos específicos de generalidades plenas de populismo pós-revolucionário, que discute temas interessantíssimos da política contemporânea com léxico político e vocabulário português anterior ao recente linguajar neo-português da sua camarada de partido Edite Estrela, vem este venerável senhor dizer que o seu “afilhado” (pois é assim que o trata em público dado o seu ar paternalista) José Sócrates não deve insistir “na ideia errada dos casamentos homossexuais” (segundo suas próprias palavras) porque isso não interessa aos portugueses e não é uma prioridade para a democracia!!!... Afirma ainda que o casamento entre pessoas do mesmo sexo é uma ideia muito à frente, “uma aberração, que uma certa esquerda vanguardista” (e aqui espeta a farpa ao Bloco de Esquerda com toda a força) pretende fazer passar como uma necessidade social de extrema importância!!!... Parece-me claro que este comentário nem merece ser comentado, porque provavelmente também não conseguiria utilizar a linguagem simplificada, populista e tão pouco “neo” necessária para fazer esta nobre figura da política histórica portuguesa compreender que a homossexualidade é uma questão social da actualidade que todas as democracias europeias modernas souberam enfrentar e aceitar.

Mas mais grave do que estes comentários proferidos pelos ditos “senhores da tradição” com mil e tal anos de idade mental (maçons na maior parte das vezes) que se julgam os donos do moralismo social, parece-me ser a atitude generalizada de muitas pessoas em Portugal, de tratarem os homossexuais como pessoas inferiores, uns “coitados”, “mentalmente atrasados”, uns outsiders, uns rejeitados. Muitos pais e famílias chegam mesmo a abandonar, torturar psicologicamente ou fazer a vida negra aos seus filhos quando descobrem a sua orientação sexual para o mesmo sexo. Face a este cenário “medieval”, tão típico do ambiente vivido pela inquisição, apercebemo-nos da diferença abissal que existe entre a mentalidade portuguesa e a actual sociedade espanhola. Em muitos aspectos, passar a “fronteira” do território português para as terras hispânicas pode significar, em muitos aspectos, “estar” ou sentir um pouco do cheiro da Europa…

IBÉRIA UNA: UMA REALIDADE VIRTUAL

o TGV, duas realidades distintas numa UNIÂO IBÉRICA cada vez mais distante...

Muito se fala numa possível união económica ibérica mas, numa “suposta” união europeia unida, os nossos dois países já deviam estar mais próximos sob inúmeros aspectos. No entanto muitas barreiras o impedem, e não parece haver grandes sinais de mudança ou evolução nesse sentido. Por exemplo, para um português que vá trabalhar em Espanha, tem de tirar um novo Bilhete de Identidade, como “cidadão estrangeiro” (e não europeu!!!...) no serviço de “Estrangeiros e Fronteiras” no Ministério do Interior, o que pode demorar 3 a 4 meses. No entanto, como em Espanha o n.º de identificação das finanças é o mesmo do Bilhete de Identidade (DNI) tem de o obter primeiro se pretender efectuar a respectiva inscrição nas finanças. Sem ter recibos, não pode receber, o que o obriga a fazer a inscrição três meses antes de obter trabalho!!!... Se pedir com urgência, justificando que o necessita para trabalho por já ter uma empresa que o quer contratar e que sem ele não pode começar a receber, talvez consiga que lhe reduzam o tempo de espera para um mês e meio… Esta é a Europa una em que vivemos!!!... Depois de obter o DNI, começam as burocracias nas finanças, e se não dominar bem o espanhol, vai ter bastantes problemas em fazer-se entender aí, onde a linguagem técnica e financeira é necessária para conseguir obter todas as informações correctas e conseguir-se inscrever exactamente no regime e escalão adequados. A agravar este problema é que os espanhóis não entendem quase nada o português falado (bastante diferente foneticamente do espanhol oral) porque regra geral, não falam nem nunca falaram nem querem falar mais do que a sua própria língua. Se conseguir ultrapassar estas burocracias, tem posteriormente de se informar bem do calendário de entrega do imposto, chamado “La Renta”, pois a fiscalização em Espanha é bastante dura com os contribuintes, com pesadas multas e com o mesmo sistema de penhora de bens implementado agora em Portugal.

Como se tudo isto não bastasse, as Finanças em Espanha, por incrível que possa parecer, ainda funcionam pior do que Portugal, pois os funcionários além de serem ainda mais antipáticos e pouco cooperativos não ouvem metade do que lhes diz e dão imensas informações erradas por segundo!!!... Talvez por isso, existam tantas pessoas em Espanha a não pagar impostos, num mercado paralelo em expansão, face à recessão que se abaterá no seu território de forma violenta, face a uma economia que se baseava essencialmente na construção civil e na produção industrial, com uma modernização relativa… Para lá das burocracias, se aprender a falar bem espanhol fará amigos para a vida, mas não se esqueça disto: em Espanha um português tem quase o mesmo “valor” que um mexicano tem para um norte-americano. É que o nosso país é visto em terras de “nuestros hermanos” como um território muitíssimo pobre e economicamente desinteressante e onde as pessoas ganham ordenados muito baixos. E claro, que não tem TGV!!!... Mas face aos custos deste investimento, da dispendiosa manutenção e das tarifas elevadas praticadas em cada viagem, percebe-se que a sua viabilidade seja muitíssimo baixa, sobretudo em tempos de uma recessão que ganha, a cada dia, fortes contornos de depressão económica global… No entanto, quando viajam ao nosso país ficam surpreendidos com os nossos centros comerciais e com a modernização de muito do nosso comércio face à “nossa pobreza franciscana”. E agora?... Ainda vai haver união ibérica???...

ISLÂNDIA À BEIRA DE UM ATAQUE DE NERVOS

os protestos surgidos na Grécia repetem-se agora na Islândia: CAOS de Norte a Sul na Europa...

O Estado islandês assumiu o controlo do banco Kaupthing, a principal instituição bancária do país, no inicio de Outubro de 2008, aplicando o poder que lhe foi conferido pelo Parlamento, para manter a continuidade das operações bancárias comerciais na Islândia", segundo um comunicado da FME. Com esta nacionalização, os três maiores bancos do país, confrontados com uma grave crise financeira, passaram para o controlo do Estado. O Parlamento islandês aprovara com urgência alguns dias antes uma lei que conferia amplos poderes ao governo do primeiro-ministro Geir Haarde no sector financeiro, atribuindo-lhe nomeadamente o direito de controlar bancos. "Os depósitos na Islândia estão totalmente garantidos, como o declarou o governo", sublinha o comunicado da autoridade financeira. "O objectivo da acção da FME é garantir o funcionamento do sistema bancário interno", refere a instituição. A Islândia já tinha colocado oficialmente sob tutela os seus dois outros principais bancos, o Landsbanki e o Glitnir. Por outro lado, o governo renunciou a defender a moeda nacional depois de ter querido fixar uma paridade entre a coroa e o euro. Paralelamente, os bancos islandeses começaram a vender as suas filiais estrangeiras e as suas participações, para angariar liquidez…

Depois do assumir da bancarrota nacional, no final de Dezembro, o governo islandês vê-se agora a braços com o que pode ser o despoletar de uma revolução popular. À porta do parlamento inúmeras pessoas manifestaram-se no dia 22.01.2009 violentamente, pretendendo invadir o parlamento e impedir os ministros de “governarem”, ou “desgovernarem” ainda mais o estado da nação, por não acreditarem na falência técnica do país… No dia anterior, a limusina do primeiro-ministro Geir Haarde foi atingida por ovos. Mas o chefe do governo recusou demitir-se: "O governo está plenamente funcional e os partidos da coligação vão continuar a cooperar", disse aos jornalistas. Haarde é do Partido da Independência, que está em coligação com a Aliança Social Democrata. Neste último partido, porém, há um movimento de militantes a exigir a saída do governo para provocar a sua queda. Uma assembleia de militantes de Reiquiavique aprovou na noite de quarta uma resolução nesse sentido. O Partido da Independência realiza a sua convenção nacional no dia 29 de Janeiro. "As pessoas acham incrível que depois do desastre político do ano passado [a bancarrota do país] não houve demissões, ninguém assumiu a responsabilidade pelo que aconteceu", explicou à agência Reuters o cientista político Gunnar Helgi Kristinsson, da Universidade da Islândia. Depois do assumir da bancarrota nacional, no final de Dezembro, o governo islandês vê-se agora a braços com o que pode ser o despoletar de uma revolução popular. À porta do parlamento inúmeras pessoas manifestaram-se no dia 21.01.2009 violentamente, pretendendo invadir o parlamento e impedir os ministros de “governarem”, ou “desgovernarem” ainda mais o estado da nação, por não acreditarem na falência técnica do país…

Depois das semanas de protestos violentos na Grécia, já vai sendo altura dos deputados europeus se deixarem de almoços, jantares e “grandes vidaças”, e meterem mão à obra, montarem uma TASK FORCE urgente para resolverem o problema gigantesco que estão a criar por inoperância. Esta coisa chamada “União Europeia” está-se a afundar como o TITANIC afundou porque apenas era visível a ponta do iceberg...

DISCURSO DE OBAMA NA TOMADA DE POSSE

Obama deixa mensagem de paz no muro das lamentações em Israel, Julho 2008

«Meus caros cidadãos: aqui estou hoje, humilde perante a tarefa à nossa frente, grato pela confiança que depositaram em mim, consciente dos sacrifícios que os nossos antepassados enfrentaram. Agradeço ao Presidente Bush pelo seu serviço à nossa nação, assim como a generosidade e a cooperação que demonstrou durante esta transição. Quarenta e quatro americanos fizeram até agora o juramento presidencial. Os discursos foram feitos durante vagas de crescente prosperidade e águas calmas de paz. No entanto, muitas vezes a tomada de posse ocorre no meio de nuvens espessas e furiosas tempestades. Nesses momentos, a América perseverou não só devido ao talento ou à visão dos que ocupavam altos cargos mas porque Nós o Povo permanecemos fiéis aos ideais dos nossos antepassados e aos nossos documentos fundadores. Assim tem sido. E assim deve ser com esta geração de americanos. Que estamos no meio de uma crise, já todos sabem. A nossa nação está em guerra, contra uma vasta rede de violência e ódio. A nossa economia está muito enfraquecida, consequência da ganância e irresponsabilidade de alguns, mas também nossa culpa colectiva por não tomarmos decisões difíceis e prepararmos a nação para uma nova era. Perderam-se casas; empregos foram extintos, negócios encerraram. O nosso sistema de saúde é muito oneroso; para muita gente as nossas escolas falharam; e cada dia traz-nos mais provas de que o modo como usamos a energia reforça os nossos adversários e ameaça o nosso planeta. Estes são indicadores de crise, resultado de dados e de estatística. Menos mensurável mas não menos profunda é a perda de confiança na nossa terra - um medo incómodo de que o declínio da América é inevitável, e que a próxima geração deve baixar as expectativas.»

«Hoje eu digo-vos que os desafios que enfrentamos são reais. São sérios e são muitos. Não serão resolvidos facilmente nem num curto espaço de tempo. Mas fica a saber, América - eles serão resolvidos. Neste dia, unimo-nos porque escolhemos a esperança e não o medo, a unidade de objectivo e não o conflito e a discórdia Neste dia, viemos para proclamar o fim dos ressentimentos mesquinhos e falsas promessas, as recriminações e dogmas gastos, que há tanto tempo estrangulam a nossa política. Continuamos a ser uma nação jovem, mas nas palavras da Escritura, chegou a hora de pôr as infantilidades de lado. Chegou a hora de reafirmar o nosso espírito de resistência, de escolher o melhor da nossa história; de carregar em frente essa oferta preciosa, essa nobre ideia, passada de geração em geração; a promessa de Deus de que todos somos iguais, todos somos livres, e todos merecemos uma oportunidade de tentar obter a felicidade completa. Ao reafirmar a grandeza da nossa nação, compreendemos que a grandeza nunca é um dado adquirido. Deve ser conquistada. A nossa viagem nunca foi feita de atalhos ou de aceitar o mínimo. Não tem sido o caminho dos que hesitam – dos que preferem o divertimento ao trabalho, ou que procuram apenas os prazeres da riqueza e da fama. Pelo contrário, tem sido o dos que correm riscos, os que agem, os que fazem as coisas – alguns reconhecidos mas, mais frequentemente, mulheres e homens desconhecidos no seu labor, que nos conduziram por um longo e acidentado caminho rumo à prosperidade e à liberdade. Por nós, pegaram nos seus parcos bens e atravessaram oceanos em busca de uma nova vida. Por nós, eles labutaram em condições de exploração e instalaram-se no Oeste; suportaram o golpe do chicote e lavraram a terra dura. Por nós, eles combateram e morreram, em lugares como Concord e Gettysburg; Normandia e Khe Sahn. Tantas vezes estes homens e mulheres lutaram e se sacrificaram e trabalharam até as suas mãos ficarem ásperas para que pudéssemos viver uma vida melhor. Eles viram a América como maior do que a soma das nossas ambições individuais; maior do que todas as diferenças de nascimento ou riqueza ou facção. Esta é a viagem que hoje continuamos.»

«Permanecemos a nação mais poderosa e próspera na Terra. Os nossos trabalhadores não são menos produtivos do que eram quando a crise começou. As nossas mentes não são menos inventivas, os nossos produtos e serviços não são menos necessários do que eram na semana passada ou no mês passado ou no ano passado. A nossa capacidade não foi diminuída. Mas o nosso tempo de intransigência, de proteger interesses tacanhos e de adiar decisões desagradáveis – esse tempo seguramente que passou. A partir de hoje, devemos levantar-nos, sacudir a poeira e começar a tarefa de refazer a América. Para onde quer que olhamos, há trabalho para fazer. O estado da economia pede acção, corajosa e rápida, e nós vamos agir – não só para criar novos empregos mas para lançar novas bases de crescimento. Vamos construir estradas e pontes, redes eléctricas e linhas digitais que alimentam o nosso comércio e nos ligam uns aos outros. Vamos recolocar a ciência no seu devido lugar e dominar as maravilhas da tecnologia para elevar a qualidade do serviço de saúde e diminuir o seu custo. Vamos domar o sol e os ventos e a terra para abastecer os nossos carros e pôr a funcionar as nossas fábricas. E vamos transformar as nossas escolas e universidades para satisfazer as exigências de uma nova era. Podemos fazer tudo isto. E tudo isto iremos fazer. Há alguns que, agora, questionam a escala das nossas ambições – que sugerem que o nosso sistema não pode tolerar muitos planos grandiosos. As suas memórias são curtas. Esqueceram-se do que este país já fez; o que homens e mulheres livres podem fazer quando à imaginação se junta um objectivo comum, e à necessidade a coragem. O que os cínicos não compreendem é que o chão se mexeu debaixo dos seus pés – que os imutáveis argumentos políticos que há tanto tempo nos consomem já não se aplicam. A pergunta que hoje fazemos não é se o nosso governo é demasiado grande ou demasiado pequeno, mas se funciona – se ajuda famílias a encontrar empregos com salários decentes, cuidados de saúde que possam pagar, pensões de reformas que sejam dignas. Onde a resposta for sim, tencionamos seguir em frente. Onde a resposta for não, programas chegarão ao fim. E aqueles de nós que gerem os dólares do povo serão responsabilizados – para gastarem com sensatez, reformarem maus hábitos e conduzirem os nossos negócios à luz do dia – porque só então poderemos restaurar a confiança vital entre o povo e o seu governo. Não se coloca sequer perante nós a questão se o mercado é uma força para o bem ou para o mal. O seu poder de gerar riqueza e de expandir a democracia não tem paralelo, mas esta crise lembrou-nos que sem um olhar vigilante o mercado pode ficar fora de controlo – e que uma nação não pode prosperar quando só favorece os prósperos.»

«O sucesso da nossa economia sempre dependeu não só da dimensão do nosso Produto Interno Bruto, mas do alcance da nossa prosperidade; da nossa capacidade em oferecer oportunidades a todos – não por caridade, mas porque é o caminho mais seguro para o nosso bem comum. Quanto à nossa defesa comum, rejeitamos como falsa a escolha entre a nossa segurança e os nossos ideais. Os nossos Pais Fundadores, face a perigos que mal conseguimos imaginar, redigiram uma carta para assegurar o estado de direito e os direitos humanos, uma carta que se expandiu com o sangue de gerações. Esses ideais ainda iluminam o mundo, e não vamos abdicar deles por oportunismo. E por isso, aos outros povos e governos que nos estão a ver hoje, das grandes capitais à pequena aldeia onde o meu pai nasceu: saibam que a América é amiga de todas as nações e de todos os homens, mulheres e crianças que procuram um futuro de paz e dignidade, e que estamos prontos para liderar mais uma vez. Recordem que as primeiras gerações enfrentaram o fascismo e o comunismo não só com mísseis e tanques mas com alianças sólidas e convicções fortes. Compreenderam que só o nosso poder não nos protege nem nos permite agir como mais nos agradar. Pelo contrário, sabiam que o nosso poder aumenta com o seu uso prudente; a nossa segurança emana da justeza da nossa causa, da força do nosso exemplo, das qualidades moderadas de humildade e contenção. Nós somos os guardiões deste legado. Guiados por estes princípios uma vez mais, podemos enfrentar essas novas ameaças que exigem ainda maior esforço – ainda maior cooperação e compreensão entre nações. Vamos começar responsavelmente a deixar o Iraque para o seu povo, e a forjar uma paz arduamente conquistada no Afeganistão. Com velhos amigos e antigos inimigos, vamos trabalhar incansavelmente para diminuir a ameaça nuclear, e afastar o espectro do aquecimento do planeta. Não vamos pedir desculpa pelo nosso modo de vida, nem vamos hesitar na sua defesa, e àqueles que querem realizar os seus objectivos pelo terror e assassínio de inocentes, dizemos agora que o nosso espírito é mais forte e não pode ser quebrado; não podem sobreviver-nos, e nós vamos derrotar-vos. Porque nós sabemos que a nossa herança de diversidade é uma força, não uma fraqueza. Nós somos uma nação de cristãos e muçulmanos, judeus e hindus – e não crentes. Somos moldados por todas as línguas e culturas, vindas de todos os cantos desta Terra; e porque provámos o líquido amargo da guerra civil e da segregação, e emergimos desse capítulo sombrio mais fortes e mais unidos, não podemos deixar de acreditar que velhos ódios um dia passarão; que as linhas da tribo em breve se dissolverão; que à medida que o mundo se torna mais pequeno, a nossa humanidade comum deve revelar-se; e que a América deve desempenhar o seu papel em promover uma nova era de paz. Ao mundo muçulmano, procuramos um novo caminho em frente, baseado no interesse mútuo e no respeito mútuo.»

«Aos líderes por todo o mundo que procuram semear o conflito, ou culpar o Ocidente pelos males da sua sociedade – saibam que o vosso povo vos julgará pelo que construírem, não pelo que destruírem. Aos que se agarram ao poder pela corrupção e engano e silenciamento dos dissidentes, saibam que estão no lado errado da história; mas que nós estenderemos a mão se estiverem dispostos a abrir o vosso punho fechado. Aos povos das nações mais pobres, prometemos cooperar convosco para que os vossos campos floresçam e as vossas águas corram limpas; para dar alimento aos corpos famintos e aos espíritos sedentos de saber. E às nações, como a nossa, que gozam de relativa riqueza, dizemos que não podemos mais mostrar indiferença perante o sofrimento fora das nossas fronteiras; nem podemos consumir os recursos do mundo sem prestar atenção aos seus efeitos. Porque o mundo mudou, e devemos mudar com ele. Ao olharmos para o caminho à nossa frente, lembremos com humilde gratidão os bravos americanos que, neste preciso momento, patrulham desertos longínquos e montanhas distantes. Eles têm alguma coisa para nos dizer hoje, tal como os heróis caídos em Arlington fazem ouvir a sua voz. Honramo-los não apenas porque são guardiões da nossa liberdade, mas porque incorporam o espírito de serviço; uma vontade de dar significado a algo maior do que eles próprios. E neste momento – um momento que definirá uma geração – é este espírito que deve habitar em todos nós. Porque, por mais que o governo possa e deva fazer, a nação assenta na fé e na determinação do povo americano. É a generosidade de acomodar o desconhecido quando os diques rebentam, o altruísmo dos trabalhadores que preferem reduzir os seus horários a ver um amigo perder o emprego que nos revelam quem somos nas nossas horas mais sombrias. É a coragem do bombeiro ao entrar por uma escada cheia de fumo, mas também a disponibilidade dos pais para criar um filho, que acabará por selar o nosso destino.»

«Os nossos desafios podem ser novos. Os instrumentos com que os enfrentamos podem ser novos. Mas os valores de que depende o nosso sucesso – trabalho árduo e honestidade, coragem e fair play, tolerância e curiosidade, lealdade e patriotismo – estas coisas são antigas. Estas coisas são verdadeiras. Têm sido a força silenciosa do progresso ao longo da nossa história. O que é pedido, então, é o regresso a essas verdades. O que nos é exigido agora é uma nova era de responsabilidade – um reconhecimento, da parte de cada americano, de que temos obrigações para connosco, com a nossa nação, e com o mundo, deveres que aceitamos com satisfação e não com má vontade, firmes no conhecimento de que nada satisfaz mais o espírito, nem define o nosso carácter, do que entregarmo-nos todos a uma tarefa difícil. Este é o preço e a promessa da cidadania. Esta é a fonte da nossa confiança – o conhecimento de que Deus nos chama para moldar um destino incerto. Este é o significado da nossa liberdade e do nosso credo – é por isso que homens e mulheres e crianças de todas as raças e todas as religiões se podem juntar em celebração neste magnífico mall, e que um homem cujo pai há menos de 60 anos não podia ser atendido num restaurante local pode agora estar perante vós a fazer o mais sagrado juramento. Por isso, marquemos este dia com a lembrança do quem somos e quão longe fomos. No ano do nascimento da América, no mais frio dos meses, um pequeno grupo de patriotas juntou-se à beira de ténues fogueiras nas margens de um rio gelado. A capital tinha sido abandonada. O inimigo avançava. A neve estava manchada de sangue. No momento em que o resultado da nossa revolução era incerto, o pai da nossa nação ordenou que estas palavras fossem lidas ao povo: “Que o mundo que há-de vir saiba que... num Inverno rigoroso, quando nada excepto a esperança e a virtude podiam sobreviver... a cidade e o país, alarmados com um perigo comum, vieram para [o] enfrentar.” América. Face aos nossos perigos comuns, neste Inverno das nossas dificuldades, lembremo-nos dessas palavras intemporais. Com esperança e virtude, enfrentemos uma vez mais as correntes geladas e suportemos as tempestades que vierem. Que seja dito aos filhos dos nossos filhos que quando fomos testados recusámos que esta viagem terminasse, que não recuámos nem vacilámos; e com os olhos fixos no horizonte e a graça de Deus sobre nós, levámos adiante a grande dádiva da liberdade e entregámo-la em segurança às futuras gerações.»

PARTIDOS POLÍTICOS DO SÉC. XXI

Nicole Kidman acorda um dia e apercebe-se que a sociedade já não é humana (filme "Os Invasores, 2007)

Depois do 25 de Abril, o povo português organizou-se em partidos políticos, cada um com os seus ideais e metas, os seus objectivos bem definidos, uns mais para a esquerda, outros mais para a direita e outros no centro. Deveriam ser eles os novos representantes da nova república, a mesma que iria proporcionar melhores condições de vida àqueles que tiveram coragem de se oporem às injustiças sociais a que estiveram votados durante tanto tempo. Muitas pessoas conotadas com o Antigo Regime desapareceram, emigraram, foram para o Brasil, Espanha, África, EUA. Depois da poeira assentar, vieram lideres unificadores como Ramalho Eanes, Mário Soares, Sá Carneiro, Cavaco Silva, tudo homens “bons” que demonstravam ter intenção de estarem do lado dos mais oprimidos. Mas a partir dos anos 90, a Europa chegou em força, os subsídios, as “luvas”, a corrupção dos milhões que vinham da Europa só para “alguns”. Construi-se a EXPO’98, um marco para Portugal segundo alguns, um buraco económico para outros. Vieram os governos alternados PS e PSD. Praticou-se a política da terra queimada, cada um a destruir o trabalho do anterior governo sem qualquer respeito pelas pessoas, pelo povo português. Gastaram-se milhões em estádios, em hospitais, em centros de saúde, em renovação das instituições públicas, mas incrível dos incríveis, TUDO FICOU NA MESMA. Nada funciona. Não há responsáveis nos serviços públicos, as Finanças atacam o cidadão, não esclarecem, não há atendimento personalizado, todas as pessoas são tratadas como animais, a PSP e a GNR quase se limitam a passar multas que revertem para o Estado, a ASAE encerra estabelecimentos comerciais de pequenos comerciantes que já não têm como sobreviver numa economia miserável como é a portuguesa, os serviços médicos estão pela hora da morte. E a melhor notícia de todas: qualquer governo que se forma com maiorias só vai “continuar” esta “obra” anárquica. E porquê?

Muito simplesmente porque esta “estratégia” faz parte de um movimento secreto que se move na sombra dos partidos políticos e das sociedades secretas. Neste momento, a maioria dos partidos políticos estão minados nos seus núcleos duros de elementos que promovem políticas secretas de extrema-direita, dando cumprimento a um plano global de várias máfias organizadas mundialmente, que viram na manipulação de milhões de inocentes uma fonte de rendimento inigualável em toda a história da humanidade!!!... Tudo pelo dinheiro. É cada vez mais difícil entrar nos núcleos duros dos partidos políticos, precisamente porque estes desenvolvem estratégias pouco transparentes. Por exemplo, muitas juventudes políticas já não são mais do que angariadores de “escravos” para estas organizações mafiosas, promovendo a perversão e corrupção desde muito cedo junto dos seus mais jovens membros, seja pelo sexo, pela obediência cega ou pelos jogos de interesses… Apenas sobe na hierarquia ou quem ”baixa as calças”, quem “engole sapos”, “quem “serve”, quem “tem amarrações”, quem “é filho de papá” ou quem “faz qualquer coisa para subir na vida”. Estes são os estereótipos filosóficos dos novos políticos. As juventudes políticas “preparam” desde muito cedo os “súbditos” ou “neófitos”, já não de partidos políticos, mas das sociedades secretas que trabalham na sombra dos seus núcleos duros. Quem não obedece aos seus ideais é afastado “a bem ou a mal” e torturado psicologicamente até ao fim dos seus dias, num purgatório vivo e cabalístico que, muitas vezes acaba no suicídio ou na morte do “alvo”. E isto acontece por todo o mundo. Este processo apenas tem uma forma de ser parado: é justamente, SER PARADO, enquanto é possível. No decorrer deste ano, os partidos políticos de todo o mundo, sociedades secretas e seitas, máfias e fundamentalistas de toda a espécie, aproveitarão o caos que estão a criar junto da sociedade civil, para conseguirem, acima de tudo, instaurar movimentos políticos totalitários e maioritários, para mais uma vez criarem duas facções: a de extrema-esquerda contra a de extrema-direita, lançando a população mundial numa guerra pela sobrevivência sem precedentes na história. Será, sem dúvida, algo de muito semelhante com um apocalipse…. Primeiro o desemprego em massa (já em curso), falências em massa (já em curso), caos nas ruas, falta de produção e distribuição de alimentos e outros bens (o que gera um aumento significativo do preço dos bens), falências de bancos (já em curso), suicídios de empresários (já em curso) e pessoas sem solução para a sua vida (já em curso), aumento de criminalidade violenta e de todo o tipo (já em curso), assaltos a residências, ataques terroristas em qualquer parte do mundo, aparecimento de milicias armadas e pequenos gangs de bairro que desenvolverão acções criminosas de todos os tipos sobre qualquer pessoa ou grupos de pessoas, em nome da sobrevivência… Parece surreal e ainda muito distante, não é?... Bem vindo à política do século XXI…!

DOIS SÓCRATES, DOIS CONDENADOS…

dois Sócrates que vão ficar para a história, os dois condenados pelo tema "homosexualidade"

Sócrates, o filósofo da Antiguidade foi condenado por utilizar o seu poder enquanto filósofo para perverter tantos jovens quanto podia, alguns deles menores. Terá nascido, aí, oficialmente o julgamento em tribunal deste tipo de crime, chamado hoje de “pedofilia”, por derivação da raiz grega original, e que significa “amigo das crianças ou jovens”… Sócrates foi então condenado a beber cicuta, um veneno utilizado para condenar à morte, pessoas nobres da sociedade grega. Na sua obra “Apologia de Sócrates”, Platão seu discípulo, escreve poeticamente o discurso de defesa de Sócrates, que termina com a própria conclusão do condenado, de que uma pessoa que nasce “feia” nunca poderá tornar-se num homem bom aos olhos da sociedade, talvez justificando a sua homossexualidade com o facto de não ter sido um jovem belo, como aqueles com quem “filosofava”… Mas este Sócrates era autêntico, não mentia. Assumia de frente as consequências do seu ser e do seu parecer, da sua filosofia, da sua maiêutica, e por consequência, assumiu a morte que lhe destinaram. Este Sócrates gaba-se de não necessitar da mentira para esconder actos que aos olhos de muitos eram considerados prejudiciais à sociedade. Claro que se este caso se tivesse passado em terras lusas 2.400 anos depois, arriscava-se a não ser condenado...

Em Portugal, temos um Sócrates, com nome português – José (Zé, para os amigos chegados) – e que fez uma campanha vocacionada para o cidadão, para os valores, para a justiça social, para o combate à fraude fiscal e ao desemprego, para desenvolver apoios às empresas e aos jovens à procura do primeiro emprego, melhor e mais eficaz saúde, melhor ensino nas escolas, mais tolerância, igualdade de direitos para casamentos de pessoas do mesmo sexo, enfim, um verdadeiro mar de rosas, bem cheirosas, por sinal e que muitos convenceram. No entanto, o charme e a frescura iniciais foram-se desvanecendo, as pétalas caindo, ficando a secura e os espinhos, agora oferecidos ao povo português como, “ainda” uma flor, que Sócrates tenta desesperadamente regar à pressa, mas que já não ficará verde outra vez… No recente congresso do PS, Sócrates tentou cativar novamente as massas, a classe média, já destruída economicamente pelas suas políticas de perseguição fiscal (coimas por tudo e por nada, fiscalidade que sobrecarrega as pequenas e médias empresas) e pela ASAE (que destrói o resto que as Finanças, a PSP ou a GNR não conseguem), os homossexuais que pretendem casar (esquecendo-se que essa lei já esteve no parlamento e foi chumbada precisamente pelos deputados do PS!!!...), os jovens que ainda não imigraram mas que estão a ponto de o fazer, melhorar ainda mais a saúde (o que deve significar encerrar os poucos centros de saúde que ainda mantêm as portas abertas), melhorar a economia (talvez com o anunciar de percentagens distintas das anunciadas pela União Europeia para Portugal) e claro, fazer aplicar as suas justas medidas ambientais (para acabar com os que sobreviveram às Finanças, à ASAE, à PSP e à GNR). Com todas estas regalias sociais, quem é que pode pensar em “não” dar maioria, de preferência absoluta, a este senhor, Primeiro-ministro de Portugal…?


OBAMA CUMPRE PROFECIA DO IIIº MILÉNIO

Obama terá de enfrentar a influência do KKK nos EUA, ao lançar a sua "Nova Era"

No seu inflamado discurso de tomada de posse enquanto 44.º Presidente dos Estados Unidos da América, numa cerimónia “de transição” de poder nunca antes realizada desta forma tão monumental, Barack Hussein Obama, não se poupou a usar expressões conciliadoras dignas de um verdadeiro líder espiritual numa espécie de "sermão" unificador e pacificador (não lido) contra o apocalipse e em defesa da NOVA ERA que agora começa: “o tempo chegou”, “uma nova era”, “a grandiosidade da nossa nação”, “defender a verdade, justiça e direitos humanos”, “refazer a América”, “criar uma nova plataforma para o crescimento económico e estabilidade”, “devemos evitar os erros extremistas do passado do fascismo e do comunismo”, “somos os guardiões do legado da humanidade”, “estaremos atentos ao perigo da ameaça nuclear”, “construiremos uma América com base nos mútuos interesses e no mútuo respeito pelos outros povos”, “o mundo tem de mudar e nós com ele”... Mais surpreendente foi ainda a escalada e proporção dos preparativos da tomada de posse, que, em apenas uma semana, ganhou a importância de um ressurgimento da América no mapa do mundo. O dispositivo de segurança de cerca de 40.000 efectivos, preparados para qualquer eventualidade, o mar de pessoas que invadiram os jardins da Constituição, frente ao Lincoln Memorial, na sua maioria negros afro-americanos, os espectáculos, a “onda” de mudança, a forma como foi preparada toda a cerimónia, lembrando o século XIX, tudo ingredientes que conferiram ao momento aspectos únicos na política americana, aos quais já não estávamos habituados.

Sendo o primeiro presidente norte-americano negro, de descendência afro-americana, este momento reuniu a história de figuras como a força de Abraham Lincoln (que lutou pela abolição da escravatura negra nos EUA), o charme de John Fitzgerald Kennedy (assassinado pela ala de extrema-direita) que defendeu os direitos humanos, em especial os da comunidade negra, suportado pela sabedoria e espiritualidade de Martin Luther King. Barack Obama é uma saudável mistura das características mais fortes destes 3 líderes fundamentais na história política e social dos EUA e demonstra querer assumir esse papel de quase mártir (esperemos que essa "colagem" não resulte igualmente no seu assassinato) pelos valores morais e espirituais que estão a faltar não apenas aos norte-americanos mas a todos os cidadãos do mundo. Daí a sua cerimónia de posse ter assumido proporções quase religiosas, com uma oração e agradecimento a Deus logo a seguir ao seu juramento, com a poesia quase profética das palavras do recém-empossado presidente numa mensagem de PAZ a todo o mundo para este milénio, (dignas de um Nelson Mandela). Obama soube cumprir o seu papel nas profecias para a NOVA ERA (de Aquário), uma era mais espiritual, percebendo clara e assumidamente o momento demonstrando estar à altura. O momento de viragem na história da humanidade está marcado, esperemos que o novo presidente consiga cumprir os seus desígnios e que a extrema-direita americana (designadamente o KKK que desde os anos 50 tomou conta de Washington e de muitas seitas por todo o país) não resolva, mais uma vez, “repetir” a história do assassinato, tal como aconteceu a Kennedy em repetição da morte de Lincoln em 1865 (o “primeiro” presidente eleito pelo partido republicano, tal como Obama é o “primeiro” presidente afro-americano), cuja política levou à Guerra de Secessão, eleito graças ao seu poder discursivo que inflamou, na altura, a grande maioria da população…

WASHINGTON, A NOVA ROMA

a "Casa Branca", no vértice do pentagrama de Lúcifer ("herdeiro" do culto do Deus Marte da Guerra)

“A história da humanidade é a história dos vencedores”. Washington durante o séc. XX, exerceu essencialmente políticas económicas de “expansão” mundial semelhantes às da “romanização” imperial levada a cabo por aquele povo da antiguidade. Pela sua postura eminentemente bélica, os EUA desenvolveram uma máquina bélica poderosa, tecnologicamente sempre “à frente” da potência de guerra de qualquer outro povo do nosso planeta. Com o fim da guerra-fria e o aumento do poder económico da União Europeia e face ao gigantesco mercado económico do futuro que se centralizará na China e na Rússia, os EUA perceberam o seu frágil papel neste cenário. Nesta perspectiva, lançaram-se como os detentores da tecnologia necessária para fazerem a guerra contra o terrorismo e contra todos os povos que ameacem a paz na Terra, assumindo claramente o rótulo que já haviam conquistado de “Polícia do Mundo”. Estes novos “soldados romanos” vendem armas a muitos países lançando-os em guerras internas e vizinhas. Posteriormente, sempre que os conflitos ganham proporções alarmantes ou perigosas para o resto do mundo, organizam fóruns mundiais e lançam-se ao ataque aniquilando o material bélico (muitas vezes já obsoleto) que haviam vendido a essas nações. No brilhante filme “Lord of War” (2005) com Nicolas Cage, esta estratégia encapotada e desonesta da política americana é totalmente desmontada e criticada.

Em vários aspectos, os norte-americanos existem “da” e “para” a guerra. A guerra está nas suas próprias origens, na sua cultura. Os colonos britânicos na América fizeram sua independência por meio de uma guerra com sua antiga metrópole. Depois, a nova nação independente construiu (ou melhor, expandiu) o seu actual imenso território à base de dinheiro e sangue, comprando as terras dos europeus e tomando à força àquelas de mexicanos e índios nativos. Os cowboys de pistola à cintura e os xerifes, responsáveis por “manter a ordem”, lançaram a moda para todas as polícias do mundo. as suas instituições, usam a águia como símbolo, tal como o povo romano da antiguidade. Os heróis norte-americanos são, em geral, militares de alta patente, que viveram as suas vidas à custa da morte de outros. A sua economia, muito baseada na indústria do armamento, que comercializam com todo o mundo, funciona desta forma: quando estão em paz, enchem os seus depósitos e logo que estes ficam cheios, precisam de guerras para esvaziá-los. Nenhum candidato a presidente que não pegue no tema da Guerra, será eleito. Ao longo de todo o século XX lutaram contra muitos “ismos” ou regimes ditatoriais. Em nome da paz mataram mais do que os agressores das guerras em que estiveram envolvidos. As suas armas “evoluem” à conta da sua experimentação no terreno, fora sempre das suas fronteiras… Por isso Osama Bin Laden atingiu o ponto fraco desta Nova Roma: e se a guerra, em vez de ser realizada nos países “dos outros”, passar a envolver também o solo norte-americano?...

Com o 11 de Setembro os EUA conseguem entrar numa nova fase da sua política bélica: o controle total na maioria dos países do mundo, com o pretexto de ser necessária a concentração da informação policial e militar sobre todos os potenciais terroristas e grupos de risco. Montaram o BIG BROTHER em pouco tempo, com a permissão da maioria das nações do mundo. Formaram o G3 e o G8 grupos dos países mais importantes com carácter para-militares, como se fossem “chefes de província” (os pretores da antiga Roma). Desta forma conseguiram vender programas de defesa a inúmeros países, levar as suas tropas e nações de todo o mundo a fazerem uma coligação militar em enorme quantidade em nome da PAZ. Tudo, para manterem a sua economia baseada na construção de equipamentos militares em alta, para as próximas décadas… A Roma antiga herdou o culto sanguinário de MARTE, o Deus da Guerra, o gosto pela guerra, e a Nova Roma defende os mesmos cultos, agora transmutados em símbolos e rituais satânicos defendidos por sociedades secretas como os SKULLS, os ILLUMINATI ou o KKK, de onde saem os principais líderes e presidentes norte-americanos, que chefiam e policiam as nações do mundo… Assim foi o "CLÃ" BUSH que defendeu constantemente a máxima tão “romana” dos SKULLS: “WE SHALL PREVAIL” (Prevaleceremos) …

A VERDADE DAS PROFECIAS

sequências numéricas e quadrados mágicos com o n.º 111

Existirá alguma verdade nas profecias? Serão as profecias totalmente verdadeiras? Como interpretar a linguagem metafórica e poética de cada profecia?... Estas são as perguntas que devem ser feitas quando buscamos respostas no conteúdo destas “histórias” misteriosas de aparições ou profetas cuja visão ou clarividência os fez “visionarem” a história antes de esta se realizar no nosso espaço-tempo. Que não se pense que a linguagem metafórica encerra em si outros significados herméticos. Não, não é essa a real mensagem que transmitem, mesmo quando outros significados possa ter. Por exemplo, durante a Idade Média a Igreja divulgou a mística da trindade dos três reinos de deus: o céu, purgatório e inferno. Hoje sabemos que estes existem realmente no nosso mundo real, material, guardados pelos “deuses” na terra, os detentores das sociedades secretas que guardam os “mistérios”, os arcanos que não podem ser revelados ao comum mortal, ao não iniciado nos “mistérios da fé”. É esta massa humana, esta “sociedade invisível”, secreta, que “controla” desde há séculos, a sociedade visível…

Filmes recentes como “O dia em que a Terra parou” (2008), “Fé no Oculto” (2007) ou “A Profecia Celestina” (2006) abordam a temática de profecias como a Maia, a de Joaquim de Fiore, o Apocalipse de S. João, ou as Centúrias de Nostradamus. Para um investigador ou um iniciado, no entanto, estas profecias nada têm de místico: elas falam de uma realidade, de uma visão que vai, eventualmente (quase sempre) tomar lugar num determinado tempo, num determinado lugar, por determinada pessoa ou conjunto de pessoas. E esta conclusão baseia-se meramente na análise dos factos reais. Esta é uma verdade que qualquer iniciado em sociedades secretas ou seitas aprende desde os seus primeiros momentos dentro desse grupo místico. Este “caminho” deve-se não apenas a dar início à iniciação metafísica e espiritual do iniciado, lançando-o numa catarse pessoal, como também, demonstrar-lhe que afinal, o mundo aparente a que apenas está habituado a viver, é totalmente “controlado” e “preparado” na sombra por uma elite de pessoas apostadas a “construir” a história daqueles que não pertencem a esta elite de “decisores”, de deuses, representantes de Deus ou da Luz, de “iluminados”, ou como lhes queiram chamar… Neste sentido, a profecia não é uma adivinhação; é antes um manual, um “guia” da história de um povo ou tribo, ou conjunto de povos, a fazer cumprir pelos responsáveis ou pelos representantes desse povo.

Quando João Evangelista escreveu em Patmos o Apocalipse, debaixo de uma visão quase alucinada, Deus ditava-lhe as palavras que deveria escrever, segundo o seu testemunho. Falando de Satanás ele anuncia: “Quem for dotado de inteligência, calcule o número da Besta, porque é o número de um homem, e o seu número é: seiscentos e sessenta e seis”. Ora acontece que muitas pessoas lêem literalmente o número 666 das palavras de João como sendo o da Besta. Mas esse é um dos erros que nunca se devem cometer nas palavras escritas de uma profecia. Raramente o seu significado é “exactamente” aquela palavra. Cada palavra-chave de uma profecia, quase regra geral, significa outra, embora com semelhante significado ou significante, sobretudo se é “anunciado” que o texto está codificado. Neste caso João queria dizer: “Isto é um código para ser lido por iniciados nos mistérios; o número da Besta tem de ser calculado; é o número de “1” homem e a sequência é uma repetição tripla do mesmo número, ou seja: 111…!!! Simboliza igualmente a IIIª era, o IIIº Milénio, as III colunas do templo maçónico e para a extrema-direita, ainda representa o III Reich. Este número é-nos ainda familiar na profecia menos falada pelo papado mas a mais respeitada por este: a profecia dos 111 papas de S. Malaquias, um “irmão” templário, um dos primeiros dessa Ordem mística que codificou todo o saber da Igreja Cristã desde a Idade Média até aos nossos dias!!!... 111 é igualmente o número do Salmo (Salmo é um texto que inclui poemas religiosos considerados orações ou louvores, quer no Judaísmo, quer no Cristianismo e também no Islamismo!!!...) que anuncia a obra de Deus: “Louvai ao Senhor; de todo o coração darei graças ao Senhor, no concílio dos justos e na congregação; grandes são as obras do Senhor, e para serem estudadas por todos os que nelas se comprazem; à Glória e majestade na sua obra; e a sua justiça permanece para sempre; Ele fez memoráveis as suas maravilhas; compassivo e misericordioso é o Senhor; dá mantimento aos que o temem; lembra-se sempre do seu pacto; mostrou ao seu povo o poder das suas obras, dando-lhe a herança das nações; as obras das suas mãos são verdade e justiça; fiéis são todos os seus preceitos; firmados estão para todo o sempre; são feitos em verdade e rectidão; enviou ao seu povo a redenção; ordenou para sempre o seu pacto; santo e tremendo é o seu nome; o temor do Senhor é o princípio da sabedoria; têm bom entendimento todos os que cumprem os seus preceitos; o seu louvor subsiste para sempre”. Este é o “real” poder das profecias… Todas, de uma forma ou de outra, serão cumpridas, não duvide!!!... Ter conhecimento profundo das profecias e do seu verdadeiro significado, não é tarefa fácil, mas uma vez descodificada uma, todas as outras se tornarão claras… Madoff transferiu exactamente 111 milhões de euros da sua empresa em Londres para a representação norte-americana, antes de ser finalmente detido. E não se esqueça: o 111.º Congresso dos Estados Unidos teve início no dia 03.01.2009 (este ano!!!) e terá a duração exacta de 111 semanas!...

A VIRGEM DE LA SALETTE

Maximin e Mélanie escutaram da boca da Virgem uma das profecias mais apocalípticas de sempre

A 19 de Setembro de 1846, no monte de La Salette, próximo a Grenoble, duas crianças, Mélanie e Maximin têm a visão de N.ª Sr.ª, numa aparição de “luz enorme e fantástica” que lhes comunicou: “Ai dos habitantes da terra! Deus vai esgotar a sua cólera e ninguém poderá subtrair-se a tantas desgraças juntas. Os chefes, os condutores do povo de Deus, negligenciaram a oração e a penitência, e o demónio obscureceu as suas inteligências. Deus permitirá à velha serpente lançar a divisão entre os reinantes, em todas as sociedades e em todas as famílias; sofrerão penas físicas e morais; Deus enviará castigos que se sucederão durante mais de trinta e cinco anos. A sociedade encontra-se nas vésperas dos mais terríveis flagelos e dos mais importantes acontecimentos; tem de esperar ser governada pelo bastão de ferro e beber o cálice da cólera divina. Os espíritos maus terão grande poder sobre a Natureza; haverá Igrejas para servir estes espíritos. Algumas pessoas serão levadas de um lugar para outro por estes espíritos maus, até mesmo os padres. Farão ressuscitar os mortos e os justos, isto é, esses mortos assumirão o aspecto das almas justas que viveram na terra, para melhor seduzirem os homens; estes mortos ressuscitados, que outra coisa não serão senão o demónio sob essas figuras, pregarão um evangelho contrário ao evangelho de Jesus Cristo, negando a existência do céu. Todas essas almas aparecerão como que unidas aos seus corpos. Em toda a parte haverá prodígios extraordinários, porque a verdadeira fé extinguiu-se e a falsa luz ilumina o Mundo. Ai dos príncipes da Igreja, ocupados apenas em amontoar riquezas sobre riquezas, em salvaguardar a sua autoridade e em dominar o orgulho. Os governos civis terão todos os mesmos objectivos, que consistirão em abolir e fazer desaparecer todos os princípios religiosos, para dar lugar ao materialismo, ao ateísmo, ao espiritismo e a todas as espécies de vícios. A Igreja sofrerá uma crise atroz”.

“A França, a Itália, a Espanha e a Inglaterra estarão em guerra. O sangue correrá nas ruas. O francês lutará contra o francês, o italiano contra o italiano; depois, haverá uma guerra geral, que será terrível. Os maus manifestarão toda a sua maldade. As pessoas vão matar-se e massacrar-se mutuamente, até ao seio das famílias. Ao primeiro golpe da sua espada fulminante, tremerão as montanhas e toda a Natureza, porque as desordens e os crimes dos homens rompem a abóbada dos céus. Paris será queimada e Marselha engolida; várias grandes cidades serão abaladas e engolidas por tremores de terra. Julgar-se-á que tudo está perdido, só se verão homicídios, só se ouvirão ruídos de armas e blasfémias. Os justos sofrerão imenso; as suas orações, penitências e lágrimas subirão ao céu, e todo o povo de Deus pedirá perdão e misericórdia, e pedirá a minha intercessão. Então, haverá paz e reconciliação de Deus com os homens; Jesus Cristo será servido, adorado e glorificado; a caridade voltará a florescer por toda a parte, e os homens farão grandes progressos na fé. Esta paz entre os homens não irá durar muito. Vinte e cinco anos de fartas colheitas farão esquecer que os pecados dos homens são a causa de todas as calamidades que acontecem na terra. Haverá novas guerras, até à última guerra que será feita pelos dez reis do Anticristo, reis que terão todos o mesmo objectivo e que serão os únicos a governar o Mundo. Antes que isso aconteça, haverá no Mundo uma espécie de falsa paz. Felizes as almas humildes, conduzidas pelo Espírito Santo! Combaterei a seu lado até que alcancem a plenitude da idade. As estações serão alteradas, a terra apenas produzirá maus frutos, os astros perderão o seu movimento regular, a Lua apenas reflectirá uma débil claridade avermelhada; a água e o fogo darão ao globo da Terra movimentos convulsivos e horríveis abalos telúricos que engolirão montanhas e cidades. Combatei, filhos da luz, vós que sois o pequeno número dos que vêem; porque vai chegar o tempo dos tempos, o fim dos fins”.

“Mas eis que Enoc e Elias, repletos do espírito de Deus, pregam com a força divina. Ai dos habitantes da Terra! Haverá guerras sangrentas e fome; peste e doenças contagiosas. Haverá chuvas de granizo terrível para os animais, trovões que abalarão as cidades, terramotos que engolirão cidades inteiras; nos ares ouvir-se-ão vozes, os homens baterão a cabeça nas paredes, chamando pela morte. Os animais comerão o trigo, que tombará do ar sob a forma de poeira. Grande carestia sobreviverá, e os homens conhecerão a fome. Quem conseguirá vencer, se Deus não encurtar o tempo da provação? Pelo sangue, pelas lágrimas e orações dos justos, deus deixar-se-á aplacar. Enoc e Elias serão condenados à morte; a Roma pagã desaparecerá; cairá o fogo do céu, consumindo três cidades. Todo o Universo será atingido pelo terror e muitos deixar-se-ão seduzir. Eis o tempo, o abismo abre-se. Eis o rei dos reis das trevas. Eis a Besta com os seus súbditos, declarando-se salvador do Mundo. Elevar-se-á orgulhosamente nos ares para chegar ao céu, mas acabará por cair, e a terra, que, durante três dias, estará em evoluções contínuas, abrirá seu seio repleto de fogo. Então, a água e o fogo purificarão a terra e consumirão todas as obras do orgulho dos homens e tudo será renovado. Deus será servido e glorificado”.

Esta aparição tão apocalíptica da Virgem foi, desde sempre, pouco divulgada, provavelmente devido justamente ao seu carácter profético tão devastador narrando o apocalipse em pormenor. As várias aparições da Virgem ao longo do séc. XIX e XX referenciam-se, em geral, a acontecimentos que se passariam na segunda metade do séc. XX e princípios do séc. XXI. Neste caso, em particular, depois de descrever acontecimentos que identificamos como pertencendo à primeira e segunda guerras mundiais, a Virgem revela que o apocalipse, que será mais um fim material de onde renascerá um novo espírito, sem religiões, sucederá a uma grande guerra global desencadeada por dez “reis” (ou chefes de estado) unidos (poderão muito bem ser o G10 chefiado por líderes do mundo ocidental, ou dez chefes de estado do Mundo Árabe). Semelhante à profecia Maia, na sua essência e na revelação do NOVO ESPÍRITO, esta aparição é também idêntica à profecia de Joaquim de Fiore, nos aspectos da destruição da Natureza e nos dois “profetas” (com nomes semelhantes, tal como os considerados pelos seus povos como “repletos de espírito” Obama nos EUA, e Osama, para o Islão!!!...) depois dos quais se darão guerras sangrentas, com armas de destruição maciça que destruirão por completo três cidades, de entre as quais “Roma pagã” (poderá ser Washington, considerada no séc. XX como a nova Roma, o novo poder?). Depois o Rei das Trevas – a Besta – autoproclamar-se-á o salvador do Mundo mas também ele padecerá. A água e o fogo destruirão tudo o resto e purificarão a Terra, dando lugar a uma nova era de renovação…