Países como a Irlanda, Holanda, Reino Unido, Suécia, Portugal e Espanha vão liderar o grupo europeu dos países mais afectados pelo desemprego. Espanha baterá todos os recordes, com 1,1 milhões de desempregados e uma contracção de 2,8%. A BusinessEurope propõe uma estratégia de recuperação baseada no financiamento das empresas como forma de não fazer alastrar o desemprego a níveis irrecuperáveis para a economia. Mas a pergunta surge. Até que ponto o sistema é recuperável? Será solução os Estados (e por isso os contribuintes) a pagarem a crise, quando a maioria está a começar a sofrer o revés devido às políticas de gestão incompetentes dos governos e da União Europeia? Não será esta uma medida perversa que apenas acelerará a derrocada final de todo um sistema capitalista baseado em operações económicas virtuais, off-shores, gigantescos bluff’s e corrupção?
CHINESES, UCRANIANOS, BRASILEIROS: O NOVO COMÉRCIO
Nos últimos dois anos assistimos a uma grande proliferação de lojas chinesas em zonas históricas, por todo o país. Onde tradicionalmente havia apenas uma loja, agora multiplicaram-se e adquirem as lojas de outro tipo de comércio que vai falindo gradualmente, face à enorme recessão que se faz sentir. Vendendo muitas vezes produtos não certificados pela união europeia, estas lojas são a nova geração das tradicionais drogarias, bazares ou armazéns. Fazendo alguma concorrência a estes, muitos ucranianos estão-se a virar para pequenos minimercados, lojas de produtos naturais e de estética, pequenos cafés, bares e até restaurantes. A população brasileira, muito solidária e organizada em grupos, compram cada vez mais cafés, bares e restaurantes, onde muitas vezes, dependendo da sua localização, acabam por entrecruzar negócios paralelos de prostituição velada ou até assumida. O comércio tradicional “português” está a mudar, assim como a exigência dos clientes…
RECIBOS VERDES, CHEQUES VEDADOS E CRISE
Os tradicionais recibos verdes continuam a existir no nosso país, mesmo depois de vários governos terem proposto nos seus programas eleitorais resolver o problema da sua legalidade. É que os trabalhadores independentes, em larga maioria em Portugal, não têm direito a subsídio de desemprego, mesmo em tempo de crise!!!... Como podem sobreviver pessoas e famílias sem subsídio há mais de um ano, quando cada vez mais aumentam as estatísticas do desemprego? Mas o governo permanece indiferente, como se o país seguisse o seu rumo normal, num mar tranquilo, sem problemas…
Perante este cenário muitas pessoas e empresas têm recorrido ao “sistema” do cheque sem cobertura, o que aumentou para 86.000 no final de 2008, o número de pessoas interditadas de usar cheques pelo Banco de Portugal. Cada vez menos haverá acesso a contas bancárias (com despesas de manutenção mensais cada vez mais elevadas), a empréstimos, devido ao endividamento prévio das famílias e empresas, que, agora sem liquidez, não conseguem fazer face ao rol de dívidas mensais. O governo e os bancos, apesar das medidas anunciadas não propõem soluções de recurso e, a cada dia, as pessoas vão perdendo os seus bens, até ficarem na rua, com as suas famílias, porque a sopa dos pobres é a única garantia de um Estado que é contra os pobres e a favor das regalias, para os ricos.
ALEMANHA LANÇA CAMPANHA CONTRA ARMAS
massacre no seio da União Europeia, cujas políticas sociais são um fracasso, agora acentuado pela crise 

Face ao massacre na escola secundária de Winnenden, que vitimou 15 pessoas, a Alemanha depara-se agora com o debate da lei das armas. Por toda a Europa o crime aumenta e além da ineficiência dos governos e das polícias que (cada vez se queixam mais e trabalham menos esquecendo-se da componente da disciplina militar a que estão obrigados) vem-se juntar agora a vontade política de retirar às pessoas a hipótese de se defenderem contra o crime, que tem aumentado fortemente no último ano. Para quem vive em zonas isoladas, moradias ou que exerce profissões de risco, esta medida não é favorável. Mas numa Europa que se desmorona economicamente qual será o verdadeiro busílis por detrás desta discussão sobre as armas dos cidadãos? Será que os governos estão com medo, que face à sua incompetência e corrupção, a população europeia comece a dar fortes sinais de revolta, eventualmente recorrendo às armas, e por isso querem retirar o máximo destas de circulação, aproveitando-se de qualquer pretexto para isso? No actual contexto de corrupção e máfias com ligações ao poder e aos governantes, que a cada dia que passa retiram mais regalias às pessoas e as lançam no abismo social e no caos, a forte intenção de retirar as armas aos civis não coloca suspeitas quanto às reais intenções desta acção?
Quando a população não tiver qualquer forma de defesa contra a corrupção, quem vai impedir as máfias de manipularem definitivamente as pessoas, tornadas suas escravas e sem forma de reagirem, tal como previram que iriam fazer os ILLUMINATI na Baviera, aquando da sua fundação, em 1776, com o objectivo de dominarem o mundo e de se instituírem como o poder único, sob a insígnia NOVA ORDEM? Em Portugal temos assistido a uma campanha para retirar de circulação armas não legais, e apesar de ser uma medida lógica, até que ponto é mais perigoso deixar todo o poder bélico nas mãos de um Estado, quando este caminha a passos largos para a instauração de políticas totalitárias?
NINO VIEIRA, CONSEQUÊNCIA DA UNIÃO AFRICANA ?
Nino Vieira, terá sido brutalmente assassinado na presença da sua mulher, na sua casa, à catanada, em eventual acto de vingança contra o assassinato do seu rival Tagmé Na Waie, chefe do Estado-maior, morto num atentado à bomba. A residência do Presidente não tinha qualquer nível mínimo de segurança e a sua morte foi facilitada por esse motivo. A rivalidade entre estes dois dirigentes mortos, remontava aos anos 80, e estava pré-destinada pois segundo palavras do próprio Tagmé, que reflectiam o frágil equilíbrio de forças existentes entre o político e o exército, “eu morro de manhã e o Nino morre à noite”. O estranho é que o tipo de atentado à bomba excedeu as capacidades dos militares locais, o que faz desconfiar que algum “apoio” internacional - operativos de forças especiais de intervenção - pudessem ter estado envolvidos no assassinato de Tagmé. Se os actos cometidos na Guiné-Bissau, têm ou não a ver como a nova União Africana que se desenha “a passos largos” no horizonte político deste continente, só o futuro o dirá…
AZT: A EXPLOSÃO MISTERIOSA
Começa esta segunda-feira um dos maiores julgamentos alguma vez realizados em França. O caso da explosão da fábrica AZT - Azoto e Fertilizante, localizada próxima de Toulouse que explodiu a 21 de Setembro de 2001, dez dias depois do 11 de Setembro. Por as entidades oficiais temerem que uma onda terrorista estivesse perigosamente a alastrar pelo mundo, abafaram na altura, o caso nos MEDIA. Certo é que as razões da explosão ainda estão por apurar, mas o certo é que a violência da explosão destruiu parcialmente muitas casas dos milhares de famílias que viviam nas imediações do complexo industrial, que ficou praticamente destruído a 100%. Os queixosos são mais de 1800, os advogados mais de sessenta, dezenas de peritos vão desfilar uma sala municipal especialmente preparada para um julgamento que deverá durar cerca de quatro meses. O tribunal vai tentar apurar as responsabilidades na explosão que vitimou 30 pessoas.
VIDEOVIGILÂNCIA GLOBAL
um sistema de videovigilância global de 24 horas/dia acabará com os direitos e liberdades individuais 

O filme de 2008 “Eagle Eye” (Olhos de Lince) revela um super-computador electromagnético, controlado pela NSA e que, por um erro informático, começou a aniquilar vidas humanas, dado o seu poder em entrar em todos os sistemas informáticos do mundo, relacionar informação, controlá-la e utilizá-la para isolar indivíduos. Este filme mostra-nos o lado negro da videovigilância global e da manipulação maquiavélica a que esta informação pode estar submetida, se utilizada pelas mentes erradas. Sabendo nós que um dos objectivos principais dos ILLUMINATI e da sua NOVA ORDEM é a criação de uma polícia e exército mundiais seus, que dominem todo o mundo, esta será certamente uma das principais ferramentas que permitirá o cumprir dos seus objectivos manipuladores dos cidadãos de todo o mundo e a implementação do seu poder único totalitário, por centenas de anos, que escravizará a população mundial a níveis nunca antes imaginados.
Igualmente filmes como "Minority Report", “Déjà Vu” e “Paycheck” alertam para o perigo da utilização desta tecnologia, que coloca em sério risco os direitos e liberdades dos cidadãos, pois além de não ser em si garantia de maior justiça, dados os inúmeros erros técnicos e humanos que podem por em causa a sua verdadeira eficácia, rapidamente levará a situações de abuso de poder, previstos também, de forma magistral no célebre livro “1984” de Georges Orwell. Políticos de todo o mundo estão a apressar a utilização destas tecnologias, sem consultarem a opinião pública ou sequer os seus governos...
O “ESTADO” DAS POLÍCIAS PORTUGUESAS
Com a taxa de suicídios na GNR e PSP a aumentar (só este ano já se suicidaram quatro militares e no ano passado 12), fruto de uma vida desumanizada, com excesso de horas de trabalho e turnos que podem chegar às 72 horas seguidas, não permitindo a estes profissionais terem uma vida familiar regular, é caso para perguntar: quem é o responsável por este estado de CAOS nas forças da ORDEM? O Governo parece ser a resposta mais acertada, também apontado pelas polícias como o principal responsável por estes “estado” de coisas, e acusam-no mesmo de estar a recorrer a esta estratégia para escravizar, perseguir e levar ao suicídio agentes. O Presidente da Confederação Europeia de Polícia – EuroCOP – criticou em Março a prática regular destes horários que não permitem um bom desempenho destas forças policiais.
A resposta pode estar na própria expressão FORÇAS DA ORDEM que aos poucos substituiu a expressão salazarista de FORÇAS DA AUTORIDADE, pois se um dos objectivos últimos da NOVA ORDEM MUNDIAL dos ILLUMINATI é a criação das suas POLÍCIA e EXÉRCITO MUNDIAIS, as quais controlarão todo o mundo com um complexo e eficaz sistema de vigilância por câmaras e por satélite, que, dizem alguns, já estará em curso, embora sem conhecimento do público…
A MÁFIA DOS CENTROS DE INSPECÇÃO
Com a produção automóvel a descer pelo menos 25% este ano, no primeiro semestre, segundo declarações do próprio presidente da Associação de Construtoras Automóveis da Europa, Carlos Ghosn, por excesso de veículos em stock, face à forte redução de vendas, é de esperar que governos e esta associação encetem negociações “secretas” que levem a uma maior reprovação de veículos em fim de vida, nos centros de inspecção. O espectacular acidente que envolveu quatro veículos pesados em Rio Maior (Alto da Serra) no dia 10 de Março, veio mesmo a calhar para serem “apertadas” as revisões técnicas nos centros de inspecção, numa altura em que muitas empresas e famílias são confrontadas com a sua falência técnica. Sabendo nós que muitas garagens e oficinas de reparação têm interesses junto de stands de venda de automóveis novos ou em segunda-mão, é fácil perceber como se processa todo o processo da venda “induzida”, desde a oficina ao centro de inspecção, passando eventualmente, pelo stand de vendas…
A MÁFIA DOS MEGA-CENTROS COMERCIAIS
Por todo o país se construíram nos últimos 20 anos dezenas de mega-centros comerciais, conhecidos como “grandes superfícies”, com maior incidência nos últimos dez anos. Estes empreendimentos, fortemente suportados pelos bancos, representam além de um excelente negócio de investimento para os seus promotores e agentes envolvidos, uma ferramenta política com que muitos autarcas ganham eleições. No entanto, estes “Cavalos de Tróia” do comércio, acabam por levar à falência o comércio tradicional, cada vez menos modernizado fruto da cada vez maior preferência dos compradores pela concentração de lojas nas grandes superfícies, mais atractivas. Num centro comercial, a grande diversidade de lojas, o ambiente de prosperidade (dado que aí só conseguem manter-se cadeias de lojas internacionais, com grande poder económico), a grande oferta de restauração, a concentração de serviços, permitem aos trabalhadores semanais aí efectuarem as suas compras de fim-de-semana de forma descontraída em ambiente familiar, com maior segurança e conforto. Pode-se mesmo dizer, que o tradicional passeio ao fim-de-semana, que antes se efectuava nos centros históricos urbanos, se mobilizou para as periferias, onde geralmente se localizam estas novas superfícies comerciais.
Mas a estratégia destes centros comerciais envolve outras estratégias macro-económicas e macro-financeiras, fundamentais para as economias dos países. O maior consumo de gasolina pelos utentes, maior consumo de produtos (quanto maior é a oferta e qualidade de produtos mais incentivado ao consumo fica o potencial comprador), escoamento de marcas caras (pela sua “pretensa” vulgarização, mesmo junto do segmento médio e médio-baixo), criação de uma “falsa” (ou não) imagem de progresso (mesmo quando as pessoas apenas passeiam olhando as montras, sem consumir), a propagação da doença do “consumismo por impulso”, representam um “PACK” completo de formas de concentrar eficazmente em cada indivíduo e em cada família, técnicas de marketing que permitem, num curto intervalo de tempo, “transferir” as economias destes para a GRANDE MÁQUINA FINANCEIRA que está por detrás da operação, como por magia. Desde o estacionamento pago, às lojas de roupa, aos supermercados, aos cafés e restaurantes, livrarias, artigos tecnológicos, a todo o tipo de serviços úteis, o consumidor liberta uma adrenalina “positiva” que lhe dá uma euforia momentânea, fazendo-o consumir mais do que na realidade necessita, face à exposição fácil aos produtos. Esta é uma técnica maquiavélica de marketing, que funciona na maior parte dos casos e a única forma de a evitar é, ou não dispor realmente de dinheiro (nem sequer do cartão de crédito) ou não procurar estes centros comerciais, autênticas armadilhas vocacionadas para o consumismo induzido. O consumo, face à recessão mundial, vai escravizar muitas famílias e levar ao colapso social muitos indivíduos que não serão protegidos pelo Estado, o mesmo que promoveu a proliferação destas verdadeiras “armadilhas” de consumo…
Mas a estratégia destes centros comerciais envolve outras estratégias macro-económicas e macro-financeiras, fundamentais para as economias dos países. O maior consumo de gasolina pelos utentes, maior consumo de produtos (quanto maior é a oferta e qualidade de produtos mais incentivado ao consumo fica o potencial comprador), escoamento de marcas caras (pela sua “pretensa” vulgarização, mesmo junto do segmento médio e médio-baixo), criação de uma “falsa” (ou não) imagem de progresso (mesmo quando as pessoas apenas passeiam olhando as montras, sem consumir), a propagação da doença do “consumismo por impulso”, representam um “PACK” completo de formas de concentrar eficazmente em cada indivíduo e em cada família, técnicas de marketing que permitem, num curto intervalo de tempo, “transferir” as economias destes para a GRANDE MÁQUINA FINANCEIRA que está por detrás da operação, como por magia. Desde o estacionamento pago, às lojas de roupa, aos supermercados, aos cafés e restaurantes, livrarias, artigos tecnológicos, a todo o tipo de serviços úteis, o consumidor liberta uma adrenalina “positiva” que lhe dá uma euforia momentânea, fazendo-o consumir mais do que na realidade necessita, face à exposição fácil aos produtos. Esta é uma técnica maquiavélica de marketing, que funciona na maior parte dos casos e a única forma de a evitar é, ou não dispor realmente de dinheiro (nem sequer do cartão de crédito) ou não procurar estes centros comerciais, autênticas armadilhas vocacionadas para o consumismo induzido. O consumo, face à recessão mundial, vai escravizar muitas famílias e levar ao colapso social muitos indivíduos que não serão protegidos pelo Estado, o mesmo que promoveu a proliferação destas verdadeiras “armadilhas” de consumo…
A MÁFIA DAS IMOBILIÁRIAS
No final dos anos 80 em Portugal começaram-se a instalar em maior quantidade empresas do sector imobiliário, que serviam de promotores de vendas, em substituição do tradicional construtor que procedia a venda directa. Desta forma, levaram à regulamentação do sector de vendas, face aos públicos mais exigentes na procura e nos processos de venda. Estas empresas passaram a incluir todos os serviços burocráticos para facilitar o cliente. O BOOM da construção deu-se antes e depois da EXPO’98. Os bancos criaram estratégias de financiamento. Havia uma economia crescente. Algumas zonas urbanas valorizaram-se em função de novos empreendimentos e infra-estruturas então construídos. As imobiliárias maiores uniram-se, criaram uma associação que as protegia dos concorrentes que não cumpriam as normas e as leis. Desta forma aniquilaram as empresas menos concorrenciais e passaram a técnicas mais agressivas de vendas e marketing. Algumas fundiram-se em empresas maiores e deram origem a promotores. Já não necessitavam de procurar financiadores privados. Recorriam a bancos, enquanto promotores e os seus empreendimentos passaram a depender mais do poder político, que nunca. Montaram os seus lobbies com o poder local, regional e nacional, juntamente com empresas de arquitectura, que cresceram com eles, como se de departamentos de projectos seus se tratassem. Criaram-se círculos de negócios chorudos, alguns deles à porta fechada, outros até sem escrúpulos, acabaram por ser denunciados nos Media, mas sem grandes prejuízos para os seus intervenientes.
Agora face à crise global, este lobby, as imobiliárias, mantém-se unidos e garantem que os preços das habitações não descem dos valores de mercado, os quais pretendem continuar a manter em níveis “artificialmente” altos, para não fazerem os seus negócios depender de variações ou picos da economia nacional. Comprar casa, face a este mercado desfasado da realidade, com o desemprego a subir em flecha, tornou-se num negócio muito arriscado, sobretudo em famílias de jovens em início de vida. Embarcar nesta aventura é quase suicídio económico, arriscando-se estes investidores a perderem todo o investimento inicial feito no momento da aquisição. E depois, onde vão viver as pessoas que investiram todas as suas poupanças na esperança de, um dia, conseguirem um futuro melhor para si…? Hipotecar a vida a um banco na esperança de pagar o que já se sabe que não se vai poder pagar, não será escravizar os seus sonhos pessoais aos donos da economia mundial, que lançam as famílias no inferno do desespero e do sufoco para pagar as suas dívidas, cada vez mais agravadas por todo o tipo de leis e coimas…?
Agora face à crise global, este lobby, as imobiliárias, mantém-se unidos e garantem que os preços das habitações não descem dos valores de mercado, os quais pretendem continuar a manter em níveis “artificialmente” altos, para não fazerem os seus negócios depender de variações ou picos da economia nacional. Comprar casa, face a este mercado desfasado da realidade, com o desemprego a subir em flecha, tornou-se num negócio muito arriscado, sobretudo em famílias de jovens em início de vida. Embarcar nesta aventura é quase suicídio económico, arriscando-se estes investidores a perderem todo o investimento inicial feito no momento da aquisição. E depois, onde vão viver as pessoas que investiram todas as suas poupanças na esperança de, um dia, conseguirem um futuro melhor para si…? Hipotecar a vida a um banco na esperança de pagar o que já se sabe que não se vai poder pagar, não será escravizar os seus sonhos pessoais aos donos da economia mundial, que lançam as famílias no inferno do desespero e do sufoco para pagar as suas dívidas, cada vez mais agravadas por todo o tipo de leis e coimas…?
A MÁFIA DAS SEGURADORAS
Depois do 25 de Abril o mercado dos seguros estava completamente em aberto. Com novas políticas sociais em curso, este tipo de negócio via a sua expansão crescente a cada dia, fortalecer-se como negócio lucrativo. Os bancos redefiniam as suas políticas, incentivava-se os clientes a comprarem títulos do tesouro, a investirem na sua segurança social e a criarem seguros de vida, de reforma, de automóvel (de acidentes, portanto) que garantiriam uma melhor defesa pessoal de cada cidadão e mais protecção social. As companhias de seguros tiveram um verdadeiro BOOM e não tardaram a surgir companhias monopolistas, fortemente apoiadas e suportadas por determinados bancos. Mas o reverso da medalha começou quando algumas pessoas recorriam a estes seguros quando necessitavam. Começaram a surgir alguns impedimentos, mais sofisticados nos anos 90, das empresas seguradoras, que levantavam agora dificuldades constantes aos seus segurados, sempre que se tratava de terem de pagar o que por direito lhes era devido. Actualmente são inúmeros os seguros que um cidadão comum tem de fazer para poder viver sem coimas na sociedade portuguesa: segurança social, seguro automóvel, seguro de responsabilidade profissional (em algumas profissões), seguro de responsabilidade civil (em algumas profissões), seguro de recheio de habitação, seguro contra acidentes de trabalho, seguro contra roubo (por exemplo, nos casos de licença de porte-de-arma), seguro de saúde, seguro poupança-reforma, seguro de família… que todos somados, nalguns casos, representam um valor muito superior ao das posses de um cidadão comum, faço aos baixos salários e ordenados dos portugueses.
Entre reclamações e queixas, processos e indemnizações, as companhias de seguros tornaram-se um “parceiro” perigoso dos seus próprios segurados, pois praticavam agora uma política de “só pago se fizeres muito barulho”, caso contrário retardavam ou tentavam mesmo ludibriar os seus clientes, fugindo de todas as formas e feitios às suas obrigações e a pagarem aquilo a que os clientes tinham direito por contrato. Inúmeras leis foram feitas pelo Estado e por diversos Governos, todas a super-proteger os interesses particulares das seguradoras, mais do que os interesses dos clientes. E porquê? Porque na sua maioria, as seguradoras são uma espécie de sub-empresas dos bancos, aos quais chegam a arranjar clientes, pelos acordos e normas internos que possuem. Numa certa perspectiva as seguradoras são elas mesmo bancos, pois recebem dinheiro e raramente pagam. Um negócio chorudo para ambos em que o único prejudicado no processo é justamente o cliente, aquele que paga, e que ainda por cima tem de reclamar pelos seus direitos. O sonho de que Portugal um dia pudesse vir a ter a qualidade de vida de países como os do Norte da Europa, está cada vez mais longe, pois absurdamente, o cidadão cada vez está mais obrigado por lei a fazer seguros de tudo e mais alguma coisa, a pagar a segurança social, e a não ter direito a qualquer pagamento sempre que a necessidade ou circunstância o exija, faz deste lobby das seguradoras uma máfia malévola, associada muitas vezes ao poder corrupto do Estado, dos seus governantes e dos Bancos e dos seus administradores. Mas face à situação global, quantas empresas de seguros não irão falir e quantas pessoas poderão continuar a pagar as suas prestações mensais para não perderem todas as regalias que julgavam estar a acumular para maior segurança e tranquilidade das suas vidas???...
Entre reclamações e queixas, processos e indemnizações, as companhias de seguros tornaram-se um “parceiro” perigoso dos seus próprios segurados, pois praticavam agora uma política de “só pago se fizeres muito barulho”, caso contrário retardavam ou tentavam mesmo ludibriar os seus clientes, fugindo de todas as formas e feitios às suas obrigações e a pagarem aquilo a que os clientes tinham direito por contrato. Inúmeras leis foram feitas pelo Estado e por diversos Governos, todas a super-proteger os interesses particulares das seguradoras, mais do que os interesses dos clientes. E porquê? Porque na sua maioria, as seguradoras são uma espécie de sub-empresas dos bancos, aos quais chegam a arranjar clientes, pelos acordos e normas internos que possuem. Numa certa perspectiva as seguradoras são elas mesmo bancos, pois recebem dinheiro e raramente pagam. Um negócio chorudo para ambos em que o único prejudicado no processo é justamente o cliente, aquele que paga, e que ainda por cima tem de reclamar pelos seus direitos. O sonho de que Portugal um dia pudesse vir a ter a qualidade de vida de países como os do Norte da Europa, está cada vez mais longe, pois absurdamente, o cidadão cada vez está mais obrigado por lei a fazer seguros de tudo e mais alguma coisa, a pagar a segurança social, e a não ter direito a qualquer pagamento sempre que a necessidade ou circunstância o exija, faz deste lobby das seguradoras uma máfia malévola, associada muitas vezes ao poder corrupto do Estado, dos seus governantes e dos Bancos e dos seus administradores. Mas face à situação global, quantas empresas de seguros não irão falir e quantas pessoas poderão continuar a pagar as suas prestações mensais para não perderem todas as regalias que julgavam estar a acumular para maior segurança e tranquilidade das suas vidas???...
OS ROTHSCHILD NA EUROPA
«Permitam-me fabricar e controlar o dinheiro de uma nação e já não me importarei com quem a governe.» (Meyer Amschel Rothschild, banqueiro alemão)
“«Não há como ser rico para que todo o mundo se creia no direito de criticá-lo». Isso devem ter pensado os membros da família Rothschild quando leram em Janeiro de 1991 a entrevista a John Todd publicada pela revista norte-americana Progresso para Todos. Membro do Conselho Maçónico dos Treze, John Todd afirmava que o famoso ícone da pirâmide e do olho resplandecente com o qual se representava em geral Deus, significava na realidade algo muito distinto: o olhar vigilante de Lúcifer. Segundo as suas palavras, a imagem foi criada pelos Rothschild e levada depois para os Estados Unidos por dois importantes maçons e pais fundadores da nação, Benjamin Franklin e Alexander Hamilton, antes de estes começarem a revolução e a guerra da independência de Inglaterra. «A família Rothschild é a cabeça da organização na qual ingressei no Colorado, e todas as irmandades ocultas formam parte dela», assegurava, «porque na realidade todas pertencem ao mesmo grupo dirigido por Lúcifer para instaurar o seu governo a nível mundial». Acrescentava ainda: «Dizem que os Rothschild mantêm contacto pessoal com o demónio. Eu estive na sua mansão e vivi-o. Sei que é verdade.» “
“A casa Rothschild, fundada por Meyer Amschel, designado por Rothschild, pioneiro da saga, constituiu desde o princípio o melhor exemplo deste tipo de banco. Meyer nasceu em 1743 e instalou o seu primeiro negócio financeiro na cidade alemã de Frankfurt am Main, a sua cidade natal. Filho do banqueiro e ourives judeu Moisés Amschel Bauer, a origem do seu famoso apelido tem de ser procurada no apelido, pelo qual todas as pessoas o conheciam na cidade, pelo facto de na fachada do edifício onde tinha instalado o seu negócio se encontrava pendurado um escudo vermelho (em alemão, rot é «vermelho» e schild significa «escudo»). A tradição considera o vermelho como uma cor solar, vivificante, fortalecedora de carácter positivo, mas, a partir da época do primeiro Rothschild e até à actualidade, o escudo ou a bandeira desta cor converteu-se no emblema das sucessivas revoluções de esquerdas que agitaram o mundo. Meyer começou no negócio bancário do seu próprio pai e mais tarde viajou até Hannover para melhorar o seu ofício com a família Oppenheimer. Graças à sua intensa actividade, a sua visão comercial e o seu à vontade nas relações sociais, permitiu-lhe estabelecer amizade com o general Von Storff, que o introduziu na corte do landgrave de Hesse-Kassel, e pouco depois começou a trabalhar com o próprio príncipe Wilhelm IX, que se dedicava a ganhar dinheiro de todas as formas possíveis e muito especialmente com a guerra. O príncipe recrutava mercenários que diversas monarquias europeias necessitavam para resolverem certas questões entre si, ampliadas com base nos desequilíbrios gerados pela Revolução francesa: equipava-os e dava-lhes guarida até estes partirem para a batalha, e cobrava uma percentagem por cada operação. Meyer compreendeu de seguida como funcionava o negócio e dedicou-se a ele com excelentes resultados. A melhor prova disto é que rapidamente adquiriu uma fortuna pessoal, que incrementou reinvestindo em todos os negócios em que pudesse ganhar mais, desde o comércio de vinhos até à venda de antiguidades, sem nunca esquecer o ofício original bancário, o qual consolidou quando regressou à sua Frankfurt natal.”
“Quais eram os sonhos pessoais do primeiro dos Rothschild? Em que desejava utilizar os seus elevados lucros, na realidade?”
“Muito provavelmente, em adquirir poder. Ao fim e ao cabo, esta é a grande tentação de todos os homens que conseguem destacar-se na hierarquia social. É possível que Meyer tenha fantasiado com a possibilidade de utilizar a sua riqueza para forçar a sua coroação nalguma parte do mundo, ainda que, na época das monarquias absolutistas ligadas a inúmera dinastias, o mero facto de expressar algo semelhante em voz alta pudesse ter-lhe custado a vida. Um punhado de espadas e mosquetes de um rei pobre podiam acabar facilmente com os sonhos de um banqueiro rico. E, no entanto, porque é que a monarquia tinha de ser hereditária, se os sucessores de um hipotético rei competente podiam ser uns ineptos? Ou mesmo que não o fossem. Porque é que não se podia projectar junto dos verdadeiros impulsionadores da economia e da sociedade, como ele mesmo se considerava, de primeira fila? Será que não havia nenhuma possibilidade de alterar a ordem das coisas? Neste cenário apareceram os Illuminati de Weishaupt, e desde logo, Meyer percebeu que existia outro meio de aceder ao poder. Se não era pela frente, actuaria pelos bastidores. Desde o primeiro momento, a família Rothscild amparou e financiou a trama dos Illuminati da Baviera até ao ponto de Meyer os reunir na sua própria casa de Frankfurt em 1786. Segundo alguns entendidos, naquela reunião o objectivo principal foi o estudo detalhado dos preparativos da revolução francesa, que se deu poucos anos depois. Ali se acordaram, entre outras coisas, todo o processo de agitação pré-revolucionária, o julgamento e execuções públicas do rei francês Luís XVI e a criação da Guarda Nacional Republicana para proteger o novo regime.”
“Alguns anos mais tarde, o deputado e membro do Comité de Saúde Pública da Assembleia Nacional, Joseph Cambron, chegou a denunciar veladamente estes factos, lembrando que a partir de 1789 «a grande revolução atingiu todo o mundo, excepto a banca». Seguindo o projecto original dos Illuminati, também se concebeu o plano para estender o processo revolucionário ao resto do continente europeu e provocar um cataclismo social que beneficiaria os interesses da sociedade secreta. Dois anos antes de morrer em 1812, o primeiro dos Rothschild já tinha planeado o futuro da sua empresa, associando os seus cinco filhos varões (e, segundo o seu testamento, excluindo de forma explicita as suas filhas de qualquer participação financeira) à empresa que a partir desse momento se passaria a designar Meyer Amschel Rothschild e Filhos. Assim constituiu a primeira rede financeira europeia de grande alcance, porque cada irmão instalou-se numa cidade diferente e abriu o seu próprio estabelecimento comercial, que representava uma quinta parte da propriedade total. Amschel júnior ficou em Frankfurt, Karl foi para Nápoles, Natham para Londres, e Salomón para Paris, onde ao fim de pouco tempo foi substituído por James, enquanto ele abria uma nova sucursal, desta vez em Viena. Eram as cidades mais importantes da altura, de modo a que os cinco irmãos podiam reunir-se periodicamente para trocarem informação e obterem uma visão de conjunto bastante real acerca do desenvolvimento político e económico da Europa, assim como para coordenarem as suas estratégias.”
“Os irmãos haviam-se comprometido a prosseguir a obra de seu pai, com a vantagem que cada um deles podia agora contar com o apoio incondicional dos restantes, e decidir assim que dirigentes de uma ou outra nação serviam melhor a sua causa e, por conseguinte, emprestavam-lhes ou não o financiamento pedido. O seu enriquecimento económico aumentou simultaneamente à sua influência junto dos vários governos europeus. Excelente exemplo é a sucursal francesa presidida inicialmente por Salomón, que, em pouco tempo, passou a figurar nos arquivos policiais por envolvimento em actividade de contrabando apesar de ser uma grande personalidade da corte e da alta sociedade. Foi a partir de 1823 quando o rei Luís XVIII de França obteve dele o empréstimo de 400 milhões de francos, o primeiro de uma série. Meses depois, o banqueiro era condecorado pela Legião de Honra pelos «seus valiosos serviços à causa da Restauração». Mais tarde, Salomón partiu para Viena onde rapidamente estabeleceu amizade pessoal com o chanceler Metternich e com honrarias da corte imperial. As suas relações com a cúria romana igualmente foram de vento em poupa, até ao ponto de negociar um grande empréstimo ao próprio Estado Vaticano. O resultado de todas estas manobras foi que a partir de então a Casa Rothschild se converteu em sinónimo de riqueza e poder sem fronteiras.” (in, Illuminati, Paul H. Koch, Editorial Planeta SA, 2006, Barcelona)
“«Não há como ser rico para que todo o mundo se creia no direito de criticá-lo». Isso devem ter pensado os membros da família Rothschild quando leram em Janeiro de 1991 a entrevista a John Todd publicada pela revista norte-americana Progresso para Todos. Membro do Conselho Maçónico dos Treze, John Todd afirmava que o famoso ícone da pirâmide e do olho resplandecente com o qual se representava em geral Deus, significava na realidade algo muito distinto: o olhar vigilante de Lúcifer. Segundo as suas palavras, a imagem foi criada pelos Rothschild e levada depois para os Estados Unidos por dois importantes maçons e pais fundadores da nação, Benjamin Franklin e Alexander Hamilton, antes de estes começarem a revolução e a guerra da independência de Inglaterra. «A família Rothschild é a cabeça da organização na qual ingressei no Colorado, e todas as irmandades ocultas formam parte dela», assegurava, «porque na realidade todas pertencem ao mesmo grupo dirigido por Lúcifer para instaurar o seu governo a nível mundial». Acrescentava ainda: «Dizem que os Rothschild mantêm contacto pessoal com o demónio. Eu estive na sua mansão e vivi-o. Sei que é verdade.» “
“A casa Rothschild, fundada por Meyer Amschel, designado por Rothschild, pioneiro da saga, constituiu desde o princípio o melhor exemplo deste tipo de banco. Meyer nasceu em 1743 e instalou o seu primeiro negócio financeiro na cidade alemã de Frankfurt am Main, a sua cidade natal. Filho do banqueiro e ourives judeu Moisés Amschel Bauer, a origem do seu famoso apelido tem de ser procurada no apelido, pelo qual todas as pessoas o conheciam na cidade, pelo facto de na fachada do edifício onde tinha instalado o seu negócio se encontrava pendurado um escudo vermelho (em alemão, rot é «vermelho» e schild significa «escudo»). A tradição considera o vermelho como uma cor solar, vivificante, fortalecedora de carácter positivo, mas, a partir da época do primeiro Rothschild e até à actualidade, o escudo ou a bandeira desta cor converteu-se no emblema das sucessivas revoluções de esquerdas que agitaram o mundo. Meyer começou no negócio bancário do seu próprio pai e mais tarde viajou até Hannover para melhorar o seu ofício com a família Oppenheimer. Graças à sua intensa actividade, a sua visão comercial e o seu à vontade nas relações sociais, permitiu-lhe estabelecer amizade com o general Von Storff, que o introduziu na corte do landgrave de Hesse-Kassel, e pouco depois começou a trabalhar com o próprio príncipe Wilhelm IX, que se dedicava a ganhar dinheiro de todas as formas possíveis e muito especialmente com a guerra. O príncipe recrutava mercenários que diversas monarquias europeias necessitavam para resolverem certas questões entre si, ampliadas com base nos desequilíbrios gerados pela Revolução francesa: equipava-os e dava-lhes guarida até estes partirem para a batalha, e cobrava uma percentagem por cada operação. Meyer compreendeu de seguida como funcionava o negócio e dedicou-se a ele com excelentes resultados. A melhor prova disto é que rapidamente adquiriu uma fortuna pessoal, que incrementou reinvestindo em todos os negócios em que pudesse ganhar mais, desde o comércio de vinhos até à venda de antiguidades, sem nunca esquecer o ofício original bancário, o qual consolidou quando regressou à sua Frankfurt natal.”
“Quais eram os sonhos pessoais do primeiro dos Rothschild? Em que desejava utilizar os seus elevados lucros, na realidade?”
“Muito provavelmente, em adquirir poder. Ao fim e ao cabo, esta é a grande tentação de todos os homens que conseguem destacar-se na hierarquia social. É possível que Meyer tenha fantasiado com a possibilidade de utilizar a sua riqueza para forçar a sua coroação nalguma parte do mundo, ainda que, na época das monarquias absolutistas ligadas a inúmera dinastias, o mero facto de expressar algo semelhante em voz alta pudesse ter-lhe custado a vida. Um punhado de espadas e mosquetes de um rei pobre podiam acabar facilmente com os sonhos de um banqueiro rico. E, no entanto, porque é que a monarquia tinha de ser hereditária, se os sucessores de um hipotético rei competente podiam ser uns ineptos? Ou mesmo que não o fossem. Porque é que não se podia projectar junto dos verdadeiros impulsionadores da economia e da sociedade, como ele mesmo se considerava, de primeira fila? Será que não havia nenhuma possibilidade de alterar a ordem das coisas? Neste cenário apareceram os Illuminati de Weishaupt, e desde logo, Meyer percebeu que existia outro meio de aceder ao poder. Se não era pela frente, actuaria pelos bastidores. Desde o primeiro momento, a família Rothscild amparou e financiou a trama dos Illuminati da Baviera até ao ponto de Meyer os reunir na sua própria casa de Frankfurt em 1786. Segundo alguns entendidos, naquela reunião o objectivo principal foi o estudo detalhado dos preparativos da revolução francesa, que se deu poucos anos depois. Ali se acordaram, entre outras coisas, todo o processo de agitação pré-revolucionária, o julgamento e execuções públicas do rei francês Luís XVI e a criação da Guarda Nacional Republicana para proteger o novo regime.”
“Alguns anos mais tarde, o deputado e membro do Comité de Saúde Pública da Assembleia Nacional, Joseph Cambron, chegou a denunciar veladamente estes factos, lembrando que a partir de 1789 «a grande revolução atingiu todo o mundo, excepto a banca». Seguindo o projecto original dos Illuminati, também se concebeu o plano para estender o processo revolucionário ao resto do continente europeu e provocar um cataclismo social que beneficiaria os interesses da sociedade secreta. Dois anos antes de morrer em 1812, o primeiro dos Rothschild já tinha planeado o futuro da sua empresa, associando os seus cinco filhos varões (e, segundo o seu testamento, excluindo de forma explicita as suas filhas de qualquer participação financeira) à empresa que a partir desse momento se passaria a designar Meyer Amschel Rothschild e Filhos. Assim constituiu a primeira rede financeira europeia de grande alcance, porque cada irmão instalou-se numa cidade diferente e abriu o seu próprio estabelecimento comercial, que representava uma quinta parte da propriedade total. Amschel júnior ficou em Frankfurt, Karl foi para Nápoles, Natham para Londres, e Salomón para Paris, onde ao fim de pouco tempo foi substituído por James, enquanto ele abria uma nova sucursal, desta vez em Viena. Eram as cidades mais importantes da altura, de modo a que os cinco irmãos podiam reunir-se periodicamente para trocarem informação e obterem uma visão de conjunto bastante real acerca do desenvolvimento político e económico da Europa, assim como para coordenarem as suas estratégias.”
“Os irmãos haviam-se comprometido a prosseguir a obra de seu pai, com a vantagem que cada um deles podia agora contar com o apoio incondicional dos restantes, e decidir assim que dirigentes de uma ou outra nação serviam melhor a sua causa e, por conseguinte, emprestavam-lhes ou não o financiamento pedido. O seu enriquecimento económico aumentou simultaneamente à sua influência junto dos vários governos europeus. Excelente exemplo é a sucursal francesa presidida inicialmente por Salomón, que, em pouco tempo, passou a figurar nos arquivos policiais por envolvimento em actividade de contrabando apesar de ser uma grande personalidade da corte e da alta sociedade. Foi a partir de 1823 quando o rei Luís XVIII de França obteve dele o empréstimo de 400 milhões de francos, o primeiro de uma série. Meses depois, o banqueiro era condecorado pela Legião de Honra pelos «seus valiosos serviços à causa da Restauração». Mais tarde, Salomón partiu para Viena onde rapidamente estabeleceu amizade pessoal com o chanceler Metternich e com honrarias da corte imperial. As suas relações com a cúria romana igualmente foram de vento em poupa, até ao ponto de negociar um grande empréstimo ao próprio Estado Vaticano. O resultado de todas estas manobras foi que a partir de então a Casa Rothschild se converteu em sinónimo de riqueza e poder sem fronteiras.” (in, Illuminati, Paul H. Koch, Editorial Planeta SA, 2006, Barcelona)
PORTUGAL: O PAÍS DOS ANTI-HERÓIS
Análises brilhantes feitas por escritores como Miguel Real (in, A Morte de Portugal, Campo das Letras Edit.) ou José Gil (Portugal, Hoje - o Medo de Existir, Relógio d’Água Edit.) ajudam-nos a fazer uma análise sincrónica e diacrónica do perfil do português enquanto indivíduo actualmente cobarde. Depois do abaixamento moral e mesquinhez provocada por séculos de opressão moral levada a cabo pela “Santa Inquisição”, os portugueses tiveram de suportar um homem mesquinho - SALAZAR - que falava como um padre mas que ao mesmo tempo permitiu a existência de uma polícia política que à laia de BIG BROTHER (do livro “1984”, de George Orwell) mantinha a liberdade de expressão sob forte controle.
Ficou-nos a herança do MEDO e da MESQUINHEZ, tantas vezes apontadas pelos nossos vizinhos espanhóis (muito mais afoitos, desinibidos e sem preconceitos que nós) como um dos males do nosso povo não crescer mais economicamente. Expressões de medo enraizadas no povo como - “tem cuidado”, “cuidado com isso”, “olha lá”, “vê lá isso”, “porta-te bem” – não são senão falsos moralismos que castram qualquer herói que intente nascer no seio da populaça… País de “bufos” e intriguistas, desde Salazar, redes de informadores em todo o lado, inquisidores, padres, médicos, vizinhos, colegas de trabalho, um pesadelo à escala nacional, para quem quer ser um simples e democrático livre pensador. “Antiguidade é posto” reforça a mesquinhez da hierarquia dos mais velhos sobre os mais novos (geração de onde poderiam sair os heróis), o poder que estes exercem sobre os seus inferiores hierárquicos, para que estes nunca se esqueçam que, mesmo que sejam mais competentes e aptos, terão de “baixar a bolinha” pois outros valores mais altos se levantam… Estes pregões e chavões tão presentes nas zonas interiores, nas instituições do Estado, nos meios militares, defendem o poder instituído, corrompido, contra a força de mudança da juventude sempre necessária à liberdade. Todas as instituições “lentas” do estado usam esta regra. Em Portugal é o medíocre quem lidera as empresas, as instituições públicas, é o medíocre quem manda, por isso não sairemos desta soturna SOCIEDADE DO MEDO INSTITUÍDO…
Agora esta mesquinhez travestiu-se com trajes mais nobres e emigrou para a Europa e os nossos representantes oficiais naquela instituição, como submissos militares da Gestapo, obedientes cegos ao Führer (Illuminati) ajudam a levar tranquilamente o seu maquiavélico plano até ao fim, asfixiando dia a dia, cada lar, cada família, cada pessoa, numa gigantesca câmara de gás chamada “UNIÃO EUROPEIA”…
Ficou-nos a herança do MEDO e da MESQUINHEZ, tantas vezes apontadas pelos nossos vizinhos espanhóis (muito mais afoitos, desinibidos e sem preconceitos que nós) como um dos males do nosso povo não crescer mais economicamente. Expressões de medo enraizadas no povo como - “tem cuidado”, “cuidado com isso”, “olha lá”, “vê lá isso”, “porta-te bem” – não são senão falsos moralismos que castram qualquer herói que intente nascer no seio da populaça… País de “bufos” e intriguistas, desde Salazar, redes de informadores em todo o lado, inquisidores, padres, médicos, vizinhos, colegas de trabalho, um pesadelo à escala nacional, para quem quer ser um simples e democrático livre pensador. “Antiguidade é posto” reforça a mesquinhez da hierarquia dos mais velhos sobre os mais novos (geração de onde poderiam sair os heróis), o poder que estes exercem sobre os seus inferiores hierárquicos, para que estes nunca se esqueçam que, mesmo que sejam mais competentes e aptos, terão de “baixar a bolinha” pois outros valores mais altos se levantam… Estes pregões e chavões tão presentes nas zonas interiores, nas instituições do Estado, nos meios militares, defendem o poder instituído, corrompido, contra a força de mudança da juventude sempre necessária à liberdade. Todas as instituições “lentas” do estado usam esta regra. Em Portugal é o medíocre quem lidera as empresas, as instituições públicas, é o medíocre quem manda, por isso não sairemos desta soturna SOCIEDADE DO MEDO INSTITUÍDO…
Agora esta mesquinhez travestiu-se com trajes mais nobres e emigrou para a Europa e os nossos representantes oficiais naquela instituição, como submissos militares da Gestapo, obedientes cegos ao Führer (Illuminati) ajudam a levar tranquilamente o seu maquiavélico plano até ao fim, asfixiando dia a dia, cada lar, cada família, cada pessoa, numa gigantesca câmara de gás chamada “UNIÃO EUROPEIA”…
JUVENTUDE ILLUMINATI, JUVENTUDE HITLERIANA
«A Illuminati é uma instituição milenar, nascida no alvorecer da história. Nos seus fundamentos estão segredos específicos, formando uma sociedade baseada no sigilo e na obediência. O sistema dos iluminados foi desenvolvido por diversos líderes, entre eles Hassan Sabath (nazarins - 1090), Bayezid Ansari (roshynaia - 1550), Adam Weishaupt (illuminati - 1776). Outras dezenas de grupos menores desenvolveram o sistema illuminati, mais ou menos perfeitamente. Em 1776, o alemão Adam Weishaupt funda a Ordo Illuminatorum, sociedade baseada em princípios de reforma moral e social. Organizaria rosacruzes, maçons, esotéricos, clérigos e outras ordens numa sociedade disciplinada, secreta e voltada ao progresso e a liberdade. A Ordem de Weishaupt foi extinta em 1785. Neste momento entendeu-se que uma Ordem anti-tirânica só pode sobreviver no máximo segredo. Assim se iniciou a mais feroz das lutas contra a tirania, e uma luta implacável contra os dogmáticos. Outros irmãos dedicaram-se ao progresso da ciência, da cultura e da sociedade. Da Illuminati original originaram diversos movimentos. Entre eles, o anarquismo, carbonária, marxismo, socialismo, o trabalhismo (que elegeu o dia 1° de Maio), os democratas e outros diversos partidos, organizações e ordens. Todas são filhas desta poderosa ideia original. Na continuidade no final do séc. 20 a Illuminati como Ordem foi reactivada novamente pelo mestre Paolo Bortel (maçom/rosacruz). Os conhecimentos da tradição foram organizados conforme as antigas instruções milenares, igualando caracteristicamente as organizações de Hassan Sabbath, Bayezid Ansari e Adam Weishaupt. Os governantes invisíveis da humanidade escolheram nos tempos antigos o mestre Hassan ibn Sabbath como o chefe supremo dos iluminados. Sucedeu-se esta mesma hierarquia até que quatrocentos anos mais tarde surgiu outro líder designado para a nova dinastia dos illuminati, o mestre Bayezid Ansari. Duzentos anos depois (1776), muda-se para o Ocidente a chefia da Ordem, sendo o novo mestre supremo Adam Weishaupt. Em 1999, duzentos anos depois deste grande chefe, os governantes invisíveis escolhem o mestre Paolo Bortel para receber a milenar herança e fundar a nova geração da Illuminati. Sob a jurisdição do poderoso Deus o mestre actual dirige a Ordem, recrutando simpatizantes em todos os países, independente de raças e credos.»
«A Illuminati é uma instituição baseada na obediência e no sigilo. A hierarquia e rígidos princípios morais prevalecem na Ordem. Para esta nova geração, estabeleceu-se novas formas de actuação, acção e reacção, e sistemas diferenciados de instrução. Modernos métodos de influência e consciencialização são utilizados, assim como técnicas avançadas de mudança social. Actualmente a administração internacional da Ordem Illuminati esta com o soberano mestre Paolo Bortel, que ocupa a presidência, dividindo a administração com seu Conselho de Ordem. Como se dividem hoje os grupos Illuminati: 1° Da nova geração ocidental do mestre Paolo Bortel; 2° Dos iluminados do oriente: islâmicos e indianos; 3° Remanescentes de Weishaupt; 4° Pequenos grupos ocidentais da tradição iluminista.»
«Pré-Posições da Ordem Illuminati hoje: Existência de Deus como criador, organizador e conservador do Universo; Respeito a todas as religiões e credos, independentemente se antigas ou modernas; Formado por Deus inicialmente puro e simples (“Dorme no mineral, sonha no vegetal, acorda no animal, vive no homem, e brilha nos anjos”); Contra qualquer forma de eliminação da vida intra-uterina; Contra, seja eutanásia passiva ou activa; A favor da pesquisa utilizando embriões; Sendo a igualdade um dos pilares dos iluminados, nenhum país, seja por qual motivo for, ideológico, político ou religioso, seja usando a força, astúcia ou ameaça, pode sobrepor-se a outro em detrimento dos interesses deste, de seu povo ou população (a riqueza de um país não deve ser resultado da miséria de outro; todo o país tem direitos internacionais e não pode ser oprimido por decisões unilaterais de um grupo de países, especialmente os que dispõe de muito poder económico ou militar); Toda guerra é abominável (geralmente são realizadas por motivos escusos - económicos ou conquista territorial - camufladas pela falsa virtude e ideologias fascistas); Uma grande família (é assim que são as ordens; mantemos o respeito com todas - assim consideramos os templários como nossos irmãos, com os quais temos maiores afinidades. Consideramos os rosacruzes, teólogos e maçons como primos, com uma relativa afinidade); Igualdade absoluta, independente de raça, cor, credo, religião, situação social, situação financeira, situação marital, escolha sexual, costumes, tradições, enfim, as diferenças não existem; A análise a esse respeito é se o político é realmente comprometido com as necessidades da população, e se mantém suas promessas quando no poder; A análise de um governo ou governantes deverá ser nos pontos seguintes: 1° liberdade de manifestação, 2° liberdade de imprensa, 3° saneamento básico, rede de saúde compatível, 4° amparo à criança, ao adolescente e ao idoso; 5° ensino gratuito; 6° alimentação básica a classe desfavorecida; 7° evolução social e económica.»
«Treze Pontos para a Nova Ordem:
1° Moeda mundial;
2° Linguagem universal;
3° Segurança total (monitorização e vigilância);
4° Assistência Social Completa e Contínua (renda mínima, pleno emprego, ensino gratuito, saúde pública);
5° Desconcentração da renda e poder do Estado (impostos mínimos, colaboradores mínimos, enxugamento);
6° Igualdade absoluta dos seres: posição social, étnica, económica, dos costumes, inexistência da autoridade;
7° Justiça Internacional: repressão total a contravenção, ao crime, a tirania e a corrupção;
8° Saneamento e Saúde em nível mundial
9° Planeamento familiar;
10° Fim da fome e da miséria;
11° Liberdade irrestrita de opinião e manifestação;
12° Moralização do ser: fim da mendicância, da prostituição, do trabalho infantil e demais factores;
13° Criação da Polícia e do Exército da Nova Ordem.»
(in, http://www.grandorient.org/ )
«A Illuminati é uma instituição baseada na obediência e no sigilo. A hierarquia e rígidos princípios morais prevalecem na Ordem. Para esta nova geração, estabeleceu-se novas formas de actuação, acção e reacção, e sistemas diferenciados de instrução. Modernos métodos de influência e consciencialização são utilizados, assim como técnicas avançadas de mudança social. Actualmente a administração internacional da Ordem Illuminati esta com o soberano mestre Paolo Bortel, que ocupa a presidência, dividindo a administração com seu Conselho de Ordem. Como se dividem hoje os grupos Illuminati: 1° Da nova geração ocidental do mestre Paolo Bortel; 2° Dos iluminados do oriente: islâmicos e indianos; 3° Remanescentes de Weishaupt; 4° Pequenos grupos ocidentais da tradição iluminista.»
«Pré-Posições da Ordem Illuminati hoje: Existência de Deus como criador, organizador e conservador do Universo; Respeito a todas as religiões e credos, independentemente se antigas ou modernas; Formado por Deus inicialmente puro e simples (“Dorme no mineral, sonha no vegetal, acorda no animal, vive no homem, e brilha nos anjos”); Contra qualquer forma de eliminação da vida intra-uterina; Contra, seja eutanásia passiva ou activa; A favor da pesquisa utilizando embriões; Sendo a igualdade um dos pilares dos iluminados, nenhum país, seja por qual motivo for, ideológico, político ou religioso, seja usando a força, astúcia ou ameaça, pode sobrepor-se a outro em detrimento dos interesses deste, de seu povo ou população (a riqueza de um país não deve ser resultado da miséria de outro; todo o país tem direitos internacionais e não pode ser oprimido por decisões unilaterais de um grupo de países, especialmente os que dispõe de muito poder económico ou militar); Toda guerra é abominável (geralmente são realizadas por motivos escusos - económicos ou conquista territorial - camufladas pela falsa virtude e ideologias fascistas); Uma grande família (é assim que são as ordens; mantemos o respeito com todas - assim consideramos os templários como nossos irmãos, com os quais temos maiores afinidades. Consideramos os rosacruzes, teólogos e maçons como primos, com uma relativa afinidade); Igualdade absoluta, independente de raça, cor, credo, religião, situação social, situação financeira, situação marital, escolha sexual, costumes, tradições, enfim, as diferenças não existem; A análise a esse respeito é se o político é realmente comprometido com as necessidades da população, e se mantém suas promessas quando no poder; A análise de um governo ou governantes deverá ser nos pontos seguintes: 1° liberdade de manifestação, 2° liberdade de imprensa, 3° saneamento básico, rede de saúde compatível, 4° amparo à criança, ao adolescente e ao idoso; 5° ensino gratuito; 6° alimentação básica a classe desfavorecida; 7° evolução social e económica.»
«Treze Pontos para a Nova Ordem:
1° Moeda mundial;
2° Linguagem universal;
3° Segurança total (monitorização e vigilância);
4° Assistência Social Completa e Contínua (renda mínima, pleno emprego, ensino gratuito, saúde pública);
5° Desconcentração da renda e poder do Estado (impostos mínimos, colaboradores mínimos, enxugamento);
6° Igualdade absoluta dos seres: posição social, étnica, económica, dos costumes, inexistência da autoridade;
7° Justiça Internacional: repressão total a contravenção, ao crime, a tirania e a corrupção;
8° Saneamento e Saúde em nível mundial
9° Planeamento familiar;
10° Fim da fome e da miséria;
11° Liberdade irrestrita de opinião e manifestação;
12° Moralização do ser: fim da mendicância, da prostituição, do trabalho infantil e demais factores;
13° Criação da Polícia e do Exército da Nova Ordem.»
(in, http://www.grandorient.org/ )
LEI DE TALIÃO AOS POLÍTICOS PORTUGUESES...!!!
Seria um exercício interessante aplicar a Lei de Talião a qualquer político português: “Era-lhe dado um ordenado de 350€ a 400€ e com isso tinha que alimentar uma família com filhos e avós. Teria de sofrer na pele o sofrimento dos atendimentos nos hospitais públicos e centros de saúde, pagar as coimas das finanças por falta de cumprimento de prazos e fazer contas à vida para poder fazer a inspecção dos veículos afectos à sua família, sem os quais não podia trabalhar. A juntar a isso, as multas da PSP e da GNR, a gasolina, a alimentação e os medicamentos para as crianças, porque para os pais nem pensar. As despesas da escola já não se conseguem pagar e os miúdos têm mesmo de desistir de ir à escola. As despesas de manutenção da conta bancária, sempre negativa, sufocam ainda mais a vida ao fim do mês. Ter acidentes de automóvel, nem pensar. É rezar para que, mesmo assim, não aconteça nada fora do previsto porque senão…senão…não saberá o que fazer mais… E no final começam a vir as contas de electricidade e água que já não são pagas há três meses. Cortam o abastecimento e fornecimento. As finanças penhoram a casa impiedosamente e quando o político lhes diz que era um teste, que ele era um funcionário do Governo, levam-no preso para a esquadra e daí para um hospício de onde nunca mais sairá, com vida… Perante este surrealismo, este político, suicidou-se…”
As actuais leis nas mais variadas áreas da sociedade portuguesa criam instrumentos para defenderem apenas os interesses das grandes empresas e grupos económicos, a prepotência do Estado e das polícias (está-se a criar o mesmo espírito de Autoridade do período salazarista), contra os pobres e a classe média que é cada vez mais sufocada com despesas de todo o tipo, burocracias, incompetência das instituições e desresponsabilização de competências e direitos. Os políticos ao longo das duas últimas décadas legislaram não para o povo, mas para garantirem a sua vida futura, a vida da oligarquia que alimentam, das sociedades secretas às quais prestam obediência cega, sob voto de silêncio, lobbies herméticos e clubes privados cuja finalidade última e secreta, apenas conhecida verdadeiramente pelos graus e membros mais avançados e antigos, é a instauração de uma EXTREMA-DIREITA ULTRA, que segue regras e normas internas tão apertadas como as que seguia a sociedade próxima aos FARAÓS do EGIPTO ANTIGO e que pomposamente usa o nome liberal de NOVA ORDEM MUNDIAL.
As actuais leis nas mais variadas áreas da sociedade portuguesa criam instrumentos para defenderem apenas os interesses das grandes empresas e grupos económicos, a prepotência do Estado e das polícias (está-se a criar o mesmo espírito de Autoridade do período salazarista), contra os pobres e a classe média que é cada vez mais sufocada com despesas de todo o tipo, burocracias, incompetência das instituições e desresponsabilização de competências e direitos. Os políticos ao longo das duas últimas décadas legislaram não para o povo, mas para garantirem a sua vida futura, a vida da oligarquia que alimentam, das sociedades secretas às quais prestam obediência cega, sob voto de silêncio, lobbies herméticos e clubes privados cuja finalidade última e secreta, apenas conhecida verdadeiramente pelos graus e membros mais avançados e antigos, é a instauração de uma EXTREMA-DIREITA ULTRA, que segue regras e normas internas tão apertadas como as que seguia a sociedade próxima aos FARAÓS do EGIPTO ANTIGO e que pomposamente usa o nome liberal de NOVA ORDEM MUNDIAL.
LEI DE TALIÃO: OLHO POR OLHO, DENTE POR DENTE…
Uma iraniana de 30 anos que em 2004 ficou cega quando um pretendente despeitado lhe atirou com ácido à cara por não o ter aceite como marido, decidiu aplicar a lei de talião autorizada pela legislação do Irão ao seu verdugo. A lei de talião -"olho por olho, dente por dente" - exige um castigo igual ao crime cometido. Ameneh Bahrami, que vive na cidade espanhola de Barcelona, onde foi várias vezes operada aos olhos e rosto, revelou ter rejeitado o pedido de piedade do seu verdugo, companheiro de faculdade, que lhe implorou para não o deixar cego. Ameneh recordou que ele não teve compaixão quando a esperou horas à porta do trabalho para queimá-la na cara e deixá-la cega, e acrescentou que o seu verdugo será pelo menos mais "afortunado" do que ela: "Será anestesiado antes de lhe serem atiradas cinco ou dez gotas de ácido nos olhos, será fácil para ele", disse, inflexível. A mulher está à espera de uma carta do tribunal para viajar para o Irão. Por estar cega não poderá ser ela a executar a sentença. "Haverá muita gente a querer fazê-lo por mim". Segundo a lei iraniana, Ameneh só poderá cegar-lhe um olho se não pagar vinte mil euros para executar a sentença na íntegra (a mulher vale metade de um homem). "Eu quero pagar-lhe olho por olho", garantiu Ameneh, ciente de que o agressor "não deve andar em liberdade. A jovem iraniana, que fugiu do seu país por medo, vive há quatros anos numa casa alugada, graças a uma pequena pensão de 400 euros do Governo espanhol. Ameneh sofre de tonturas, está doente e necessita de alguém para a acompanhar no seu dia-a-dia, mas a mãe não pode vir porque não lhe concederem o visto. Não obstante, disse que prefere esta situação a voltar ao Irão e teme também pela família e amigos. Ramón Médel, do Instituto de Microcirurgia Ocular de Barcelona, explicou que a sua paciente chegou a ter durante dois anos 40% de visão num olho, mas uma infecção por fungos deixou-a totalmente cega.
Num caso assim como julgar a tão arcaica Lei de Talião…? Justiça seja feita, ou não…? Perante um crime tão horroroso é difícil pensar com discernimento e talvez, a lei da vingança, demasiado horrível para qualquer europeu acomodado, seja a única forma desta mulher muçulmana obter um pouco de paz de espírito, já que praticamente perdeu tudo num único acto criminoso, machista, ainda por cima…
Num caso assim como julgar a tão arcaica Lei de Talião…? Justiça seja feita, ou não…? Perante um crime tão horroroso é difícil pensar com discernimento e talvez, a lei da vingança, demasiado horrível para qualquer europeu acomodado, seja a única forma desta mulher muçulmana obter um pouco de paz de espírito, já que praticamente perdeu tudo num único acto criminoso, machista, ainda por cima…
DA RECESSÃO À DEPRESSÃO
a inacção de medidas económicas pela União Europeia está a permitir a proliferação do trabalho escravo 

Os bancos europeus e mundiais foram financiados pelos seus Estados para se desenvolverem enquanto estruturas financeiras das nações e do mundo; estrategicamente, visavam essencialmente facilitar a economia capitalista global. No entanto, face ao forte consumismo induzido pelas empresas que praticam cada vez marketing mais agressivo, nos últimos anos financiaram indiscriminadamente os cidadãos com dinheiro virtual que não possuíam. Agora descobriu-se que o conseguiam através de off-shores em operações de bolsa virtuais ou outros negócios ilícitos como forma de multiplicação dos seus lucros, em curto espaço de tempo. Mas a recessão económica global apareceu "virtualmente" do nada e não foi possível continuar o gigantesco bluff...Os bancos recolhem agora o máximo de moeda dos seus clientes que conseguem, incentivando a um abaixamento temporário do consumo pelo espalhar nos MEDIA da recessão. Os cidadãos retraem então os seus os gastos diários face a tanto alarmismo. Desta forma conseguem ficar com alguma dinheiro disponível nos seus cofres a curto prazo, criando uma pequena bolsa financeira de recurso que lhes permite aguentarem mais algum tempo, durante o qual vão tentar negociar com os governos mais soluções e financiamentos de recurso e apoio. Assim, pedem descaradamente ajuda aos Estados (que vão buscar o dinheiro dos contribuintes) o que reforça a sua sobrevivência por mais uns meses.
O desemprego mundial aumenta. Milhares de empresas vão à falência. A máquina de produção abranda. Começa um ciclo auto-destrutivo “não consumo-não produção-não consumo”. Os combustíveis e os transportes encarecem e logo de seguida os preços dos produtos, os alimentares também. Os salários são congelados, alguns bancos vão à falência, algumas pessoas perdem tudo na vida. A banca é nacionalizada. São agora os Estados que controlam totalmente as vidas das pessoas. Inflexíveis na sua actuação cega limitam-se a garantir a sobrevivência das classes mais abastadas no caos que eles próprios criaram ou ajudaram a alimentar. Porque os pobres, esses já não sairão da sua situação nos próximos 10 anos. Algumas empresas escravizadoras de trabalhadores desenvolvem-se como um vírus que se aproveita do seu hospedeiro. Por todo o mundo a classe média passa a ser uma classe escrava que se sujeita a qualquer coisa para ganhar um mísero ordenado. Os pobres, esses, transformam-se definitivamente em “outsiders" desta "nova sociedade" imposta pela NOVA ORDEM MUNDIAL...Lutar?...Esta primeira batalha já está perdida. Poderá até já não haver outra oportunidade... Mas a humanidade sobreviverá, uma vez mais...!
O desemprego mundial aumenta. Milhares de empresas vão à falência. A máquina de produção abranda. Começa um ciclo auto-destrutivo “não consumo-não produção-não consumo”. Os combustíveis e os transportes encarecem e logo de seguida os preços dos produtos, os alimentares também. Os salários são congelados, alguns bancos vão à falência, algumas pessoas perdem tudo na vida. A banca é nacionalizada. São agora os Estados que controlam totalmente as vidas das pessoas. Inflexíveis na sua actuação cega limitam-se a garantir a sobrevivência das classes mais abastadas no caos que eles próprios criaram ou ajudaram a alimentar. Porque os pobres, esses já não sairão da sua situação nos próximos 10 anos. Algumas empresas escravizadoras de trabalhadores desenvolvem-se como um vírus que se aproveita do seu hospedeiro. Por todo o mundo a classe média passa a ser uma classe escrava que se sujeita a qualquer coisa para ganhar um mísero ordenado. Os pobres, esses, transformam-se definitivamente em “outsiders" desta "nova sociedade" imposta pela NOVA ORDEM MUNDIAL...Lutar?...Esta primeira batalha já está perdida. Poderá até já não haver outra oportunidade... Mas a humanidade sobreviverá, uma vez mais...!
AVIAÇÃO: LOW-COST POUPAM NO COMBUSTÍVEL
Consta que algumas companhias low-cost de transporte aéreo de passageiros possam estar a encher os depósitos dos seus aviões com mínimos de gasolina, calculados milimetricamente para servirem apenas as distâncias previstas entre os vários pontos do trajecto. Esta medida de poupança forçada pode colocar seriamente em risco a segurança dos passageiros, comprometendo essencialmente os últimos quilómetros, na aproximação aos aeroportos, momento crucial e o mais perigoso de todo o trajecto aéreo, pois face a condições climáticas adversas (formação de gelo nos motores, ventos fortes ou outros) o consumo de gasolina das turbinas pode sair dos cálculos previstos. Recentemente tem-se assistido a estranhos acidentes ou aterragens forçadas, muitas devido a incêndios nas turbinas por sobreaquecimento (falta súbita de combustível). O caso recente da queda do avião turco em Amesterdão foi dado como um acidente resultado da falha dos altímetros, mas o perfil do acidente encaixa neste tipo de falha técnica, da falta súbita de fornecimento de combustível aos motores. Talvez isso justifique o breve incêndio que se deu aquando do seu despenhamento a escassos segundos da aterragem. Se por um lado as companhias low-cost podem esperar uma redução drástica dos seus tradicionais clientes face à recessão, por outro ganharão clientes que usualmente voavam “mais caro” noutras companhias, mas que agora, farão cortes nos seus orçamentos familiares viajando mais barato. O preço instável dos combustíveis e a instabilidade do mercado poderá estar a afectar as medidas de segurança e manutenção das frotas de aviões, aliada ao facto de muitas companhias de aviação low-cost esperarem maiores lucros do que em anos anteriores, nos quais se dedicaram exclusivamente a baixíssimas margens como forma de conseguirem cativar um determinado mercado específico de clientes.
WATCHMEN, O FILME
Zack Snyder traz-nos um filme fantástico onde o imaginário se mistura com o próprio conceito da Guerra-fria dos anos 80 entre EUA e União Soviética, um tema absolutamente actual, face à nova corrida a arsenal nuclear por várias nações do mundo. Os Guardiões simbolizam uma super sociedade secreta (um claro paralelismo a certas sociedades secretas) que combate o crime mas que esconde estratégias bélicas não totalmente isentas de julgamento. Numa América alternativa de 1985, super-heróis mascarados são parte da estrutura comum da sociedade, e o Relógio do Juízo Final - que marca a tensão entre os Estados Unidos e a União Soviética - é permanentemente acertado em cinco minutos para a meia-noite. Quando um dos seus antigos colegas é assassinado, o vigilante mascarado Rorschach decide investigar um plano para matar e desacreditar todos os super-heróis do passado e do presente. À medida que ele se restabelece ligações com sua antiga legião de combate ao crime - um grupo desorganizado de super-heróis reformados, dos quais apenas um possui verdadeiros poderes - Rorschach vislumbra uma ampla e perturbadora conspiração que está ligada aos seus passados e a catastróficas consequências para o futuro. A missão deles é vigiar a humanidade, mas quem vigia os vigilantes?
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