KKK: DISCÍPULOS DE LÚCIFER

o filme "Mississippi Burning" (Mississipi em Chamas, 1988) revela o racismo sulista do KKK nos anos 60

“Nos últimos anos da sua vida, […] Mazzini correspondeu-se com Albert S. Pike, advogado e general sulista durante a guerra da secessão. Da mesma forma sabemos que foi um dos dirigentes máximos da maçonaria do rito escocês no novo continente e um membro activo, com o cargo de chefe de justiça, do Ku Klux Klan ou “Clã do Círculo”. O KKK havia sido fundado por outro maçom, Nathan Bedford Forrest, no princípio com o objectivo declarado de defender os brancos do sul das possíveis revoltas da até então escravizada população negra, assim como dos abusos que pudessem cometer as vitoriosas tropas do norte. Da importância de Pike entre as sociedades secretas do século XIX nos Estados Unidos são reveladores alguns dos seus títulos, como o de Soberano Pontífice da Maçonaria Universal ou Profeta da Franco-Maçonaria, assim como o manual constitucional “Moral e Dogma”. Especialmente fascinado pela possibilidade de ver, ainda em vida, um único governo mundial, a sua intensa actividade e eficácia levaram-no a alcançar o cargo de responsável máximo dos Illuminati em 1859. Noutra das cartas que Mazzini e Pike trocaram, o europeu propunha ao norte-americano a criação de outro círculo dentro dos círculos, no qual se desenvolvesse «um ritual que seja desconhecido e praticado apenas por maçons de altos graus», que «devem ser submetidos ao mais alto segredo». Graças a este novo grupo «cuja presidência será desconhecida» para os graus inferiores, «governaremos a maçonaria inteira». O controle absoluto de todos os maçons do planeta era o mesmo objectivo que Adam Weishaupt tinha tentado sem êxito no convento de Wilhelmsbad, mas neste caso, parece que Pike triunfou onde o bávaro havia fracassado. Fundou o Novo e Renovado Rito de Paladín, criando três conselhos um em Charleston, Carolina do Sul; outro em Roma, e o terceiro em Berlim.”

“Um documento de Junho de 1889 intitulado “Associação do Demónio e dos Iluminados”, no qual Pike adereçava instruções secretas aos vinte e três conselhos supremos da maçonaria mundial, refere alguns pormenores desse novo rito, partindo da advertência inicial aos seus membros: «A vocês, Instrutores Soberanos do Grau 33, comunicamos-lhes: têm que repetir aos irmãos de graus inferiores que veneramos um só Deus, ao qual oramos sem superstição. Apenas nós, os iniciados do grau Supremo, devemos conservar a verdadeira religião maçónica, preservando pura a doutrina de Lúcifer». No mesmo documento, Pike falava como um sacerdote: «Ele, sim, Lúcifer, é Deus. Infelizmente Adonai [referência ao deus judaico-cristão] também é Deus, porque, segundo a lei eterna, não há luz sem obscuridade, beleza sem fealdade, branco sem negro. O Absoluto apenas pode existir na forma de duas divindades diferentes, já que a obscuridade serve a luz como fundo, a estátua requer uma base e a locomotiva necessita de freios». E acrescentava: «A religião filosófica verdadeira e pura é a fé em Lúcifer, que está em pé de igualdade com Adonai. Mas Lúcifer é o Deus da luz, é bom, ele combate o obscuro e o perverso». As proféticas reflexões de Pike seriam postas à prova ao longo do século seguinte, o XX, baptizado como o século da violência.” (in, Illuminati, Paul H. Koch, Editorial Planeta SA, 2006, Barcelona)

ERASMUS MUNDOS: UM PROGRAMA INTERNACIONAL

o "Erasmus Mundus", um negócio para algumas empresas: milhares de alunos a viajarem de avião...

O recém-criado programa de estudos internacional “Erasmus Mundus” é uma versão upgrade do já existente Erasmus Europeu. Os estudantes agora poderão candidatar-se a instituições localizadas em qualquer parte do globo e o nível de abrangência deixa de ser o mestrado para se estender aos doutoramentos, igualmente. Se o tradicional programa europeu visava “fundamentalmente” a deslocação e instalação de milhares de estudantes, o que dinamizava algumas cidades e economias locais, criando um “mercado” específico que movimentava muitos milhares de euros, imagine-se agora com deslocações de avião intercontinentais, despesas de instalação mais dispendiosas… Um verdadeiro negócio para algumas instituições, e sem dúvida, um enorme incentivo ao consumo induzido, com a primeira fase iniciada em 2004… O anúncio da segunda fase é feito assim:

“O Programa Erasmus Mundus é um programa comunitário de cooperação e mobilidade no domínio do ensino superior que visa promover a União Europeia enquanto centro de excelência da aprendizagem a nível mundial. A segunda fase do programa decorre entre 2009 e 2013. O programa integra três acções: Acção 1 – Programas conjuntos Erasmus Mundus (mestrados e doutoramentos) de reconhecida qualidade académica, incluindo um sistema de bolsas de estudo; Acção 2 – Parcerias Erasmus Mundus entre instituições de ensino superior europeias e de países terceiros enquanto base para a cooperação estrutural, o intercâmbio e a mobilidade a todos os níveis do ensino superior, incluindo um sistema de bolsas; Acção 3 – Promoção do ensino superior europeu através de medidas que reforcem a atractividade da Europa enquanto destino de estudo e centro de excelência a nível mundial. Salienta-se ainda que a segunda fase do programa pretende não só implicar activamente os actores económicos europeus e os centros de investigação, como também integrar a janela “cooperação externa” no Erasmus Mundus, que dá para todos os níveis de ensino, nomeadamente licenciatura. Outra das características da segunda fase do programa é o facto de se estender a cursos de doutoramento e contemplar bolsas de estudo para os estudantes europeus participantes.”

DISCURSO DE KENNEDY QUE LEVOU À SUA MORTE

JFK enfrentando o KKK, sonhou com uma América livre de sociedades secretas...

Numa altura em que o KKK, com imensos infiltrados na CIA, preparava o assalto a Cuba, numa espécie de rebelião da sombra, à revelia das ordens do governo americano, JFK vem proferir estas palavras, num comunicado urgente à televisão: «a própria palavra secretismo é repugnante numa sociedade livre e aberta. E nós somos, enquanto povo, por herança e historicamente, opositores a sociedades secretas, juramentos de silêncio e procedimentos secretos. Opomo-nos à monolítica e brutal conspiração mundial que se recorre de meios herméticos para expandir a sua esfera de influência. Infiltram-se em vez de invadirem, subversão em vez de eleições, intimidação em vez de livre escolha; é um sistema que conseguiu reunir vastos meios e recursos, na construção de uma rede apertada, uma máquina altamente eficiente que congrega operacionais de altas patentes militares, diplomatas, forças policiais e de investigação, economistas, cientistas e políticos, numa operação concertada. A sua preparação é concebida mas não escrita, os seus erros enterrados e não chegam aos Media, as suas tramas silenciadas e abafadas. Não há dúvidas nem segredos revelados. […] Estou por isso, a pedir a vossa ajuda na enorme tarefa de informar e alertar o povo americano, confiante que, com a vossa ajuda, o homem será o que está destinado a ser: livre e independente.» (in, www.youtube.com/watch?v=_WSGwnz7XpY)

ALGUNS TÓPICOS SOBRE A MAÇONARIA NA EUROPA

Parlamento Inglês: a mesma estrutura física, administrativa e hierárquica de uma loja maçónica

«A maçonaria é um sistema de iniciação espiritual por meio de símbolos... […] O símbolo vai directo à intuição, penetra no subconsciente colectivo e aí desperta arquétipos que, quais moldes da imaginação, provocam revelações, intuições, emoções e energias psíquicas. A maçonaria é uma antiga sociedade que optou pelo recurso a símbolos com vista à evolução espiritual e social do ser humano […]. Tratando-se de um sistema de iniciação espiritual por meio de símbolos e uma vez que são os símbolos que movem as emoções do subconsciente, num futuro que será caracterizado pela globalização e pela tendência dos países para a unificação mundial, o papel do simbolismo, e portanto de uma associação como a maçonaria, será o de promover e difundir símbolos que ajudem à unificação mundial, permitindo a harmonização dos subconscientes colectivos das diversas civilizações do mundo, dado que a base para a aliança das civilizações é a partilha dos valores. Se os valores do mundo não se unificarem, como se porá fim à discórdia?» (Luís Racioneiro)

«A Grande Loja Alpina da Suíça, fundada em 1887 e com grande prestígio entre todas as obediências maçónicas do mundo, que se ocupa dos grandes problemas internacionais, […] estabeleceu, numa assembleia de Delegados realizada em Winterthur, a 21 de Maio de 1949, os cinco pontos fundamentais: 1.º reconhecer e invocar nos seus trabalhos o Grande Arquitecto do Universo; 2.º considerar a Bíblia como Volume da Lei Sagrada; 3.º incontestável fidelidade e total devoção à pátria; 4.º não se imiscuir em questões políticas ou confessionárias, a não ser a título instrutivo; 5.º remeter-se aos antigos deveres (nos quais está incluído o “segredo”) no que não se refere a estes princípios. […] As primeiras lojas maçónicas reuniam-se em tabernas (tal como Hitler…) e discutiam os seus assuntos enquanto jantavam. […] Os rituais que se realizavam com os “irmãos” sentados em volta da mesa, eram muito simples. Após a fundação da grande Loja (suprema hierarquia maçónica num país, que dirige os trabalhos das lojas e dos outros corpos da sua dependência) passou-se das leituras para rituais mais complexos e, no começo do séc. XVIII, a maioria das lojas trabalhava já com um sistema que tinha dois graus mais ou menos equiparáveis aos actuais de aprendiz e mestre.»

«Em Espanha, a Grande Loja depende de um organismo independente chamado Grão Priorado, que inclui alguns grupos como os Templários e a Ordem de Malta. Actualmente distinguem-se alguns tipos de maçonaria: Maçonaria de Adopção (feminina, ligada ao sistema de Mênfis); Maçonaria Evangélica (propagação do Evangelho sob o véu maçónico); Maçonaria dos Bosques (data de rituais ancestrais, dos druidas, ligados à montanha e às selvas); Maçonaria Oculta (essência e estudo do poder dos números segundo Pitágoras, da harmonia universal, magnetismo, sonambulismo, taumaturgia, fisiologia, frenologia, interpretações filosóficas, estudo do mundo sideral na sua relação com a vida humana); Maçonaria Adoniramita (do pensamento jesuítico); Maçonaria Filosófica (ritos de sacerdotes como o Rito dos Iluminados de Avinhão de 1779 e o Rito dos Iluminados Teósofos).»

«Perto do local onde os maçons operativos trabalhavam na construção das catedrais ou outros edifícios de pedra, erguiam uma cabana a que chamavam “lodge” ou “casa”, na qual guardavam as suas ferramentas e comiam no intervalo que tinham durante o dia. Para dormir alugavam quartos numa hospedaria da cidade. A actual denominação de “loja”, onde os maçons trabalham iniciaticamente, deriva do nome dessas mesmas cabanas. […] Finalmente existem os trabalhos e sessões das oficinas. […] Reuniões que se celebram de acordo com as normas acordadas pelo regulamento Interno da Loja, reuniões essas que podem ser semanais, quinzenais ou mensais. Nessas sessões, pode-se trabalhar com o grau de aprendiz, companheiro ou mestre. Por outro lado, as sessões podem ser Ordinárias, discutindo-se nas mesmas assuntos de interesse geral e realizando-se trabalhos de iniciação ou filiação; Extraordinárias, convocadas com uma finalidade concreta; de Instrução, quando se tem por objectivo os estudos do simbolismo, mecânica da loja e iniciação; de Família, dedicadas ao exame de contas e gestão; de Casamento, nas quais se celebra um casamento maçónico; Fúnebres, dedicadas à morte de um irmão; e Brancas, ou seja, abertas aos profanos. […] Por último, há que salientar que todas as Grandes Lojas (organismo que agrupa as lojas de um país) têm os seus órgãos de governo, que funcionam como conselho de administração de uma sociedade civil. […] O órgão máximo de representação de uma obediência maçónica é a Grande Assembleia (que corresponde no mundo profano a um parlamento), composta por todos os membros da instituição. Esta reúne habitualmente uma vez por ano, e é presidida pelo Grão-Mestre. Regra geral, as grandes decisões sobre rituais, eleições património, etc, são tomadas nesta Grande assembleia.» (in, A verdadeira história da Maçonaria, Jorge Blaschke – Santiago Rio, editorial Planeta, 2006, Barcelona)

Muitas destas designações administrativas lembram exactamente os regimentos e regulamentos internos de muitos órgãos de partidos políticos, ou órgãos políticos locais e nacionais como assembleias de freguesia, municipais e até a Assembleia da República (assembleia máxima ou “Grande Assembleia”) ou supra-nacionais como o Parlamento Europeu, actualmente o órgão máximo de toda a Europa… Muitos operativos da Polícia Judiciária usam gravata negra e camisa branca e os magistrados do Ministério Público vestem a sua toga negra, ambos códigos e símbolos claramente maçónicos, utilizados ritualmente desde o século XVIII. A bandeira da União Europeia é do mesmo azul utilizado pela maçonaria, e no seu centro, um círculo de pentagramas dourados (representando o círculo decisor dos “deuses”, o núcleo duro do poder), tal como nas lojas maçónicas os pentagramas dourados representam as várias potências maçónicas regionais e geográficas espalhadas pelas nações e pelo mundo. A monarquia britânica coordena não apenas todas as casas monárquicas mundiais (em especial as Europeias), como representa o mais alto grau em muitas ordens militares e de cavalaria assim como na hierarquia da maioria das lojas maçónicas espalhadas por todo o mundo. Para quê mais palavras…?

“A ONDA”, O FILME

muitos professores são os responsáveis por certas hierarquias secretas que surgem entre os alunos

No recente filme de Dennis Gansel, um professor do ensino secundário, Rainer Wenger, propõe aos seus alunos uma experiência que tem como objectivo perceberem como funciona um regime totalitário. Os alunos iniciam então o projecto que terá consequências trágicas. Ao fim de alguns dias, noções inicialmente inofensivas tornam-se um verdadeiro movimento: a Onda. E ao terceiro dia, os alunos começam a excluir e perseguir aqueles que não se unem à causa. Quando o conflito explode e a violência vem ao de cima, o professor resolve terminar o projecto. Mas é demasiado tarde, a Onda já é incontrolável… No entanto, o professor conseguiu provar que partindo de uma ideia, um jogo, idealismo puro se consegue instalar facilmente um regime autocrático ou totalitário numa sociedade desacreditada na política, insatisfeita, com injustiças sociais, inflação, crise económica, desemprego… Criam-se então as condições para reforçar a consciência nacionalista, controle, poder através da disciplina e da vontade da comunidade, lideradas por um protagonista magnetizador de massas. Passa-se à fase seguinte, os códigos de cores e vestuário que levam à uniformização da sociedade e à ideia artificialmente criada de que quem não pertencer a esta nova sociedade estará excluída de todo o futuro desse grupo… Começa então a radicalização de posições: o poder pela acção…

AS PRAXES VIOLENTAS DO COLÉGIO MILITAR

"Clube dos Poetas Mortos", o filme: a típica sociedade secreta hierárquica num colégio privado

Recentemente alguns alunos de 11 e 14 anos queixaram-se de terem sofrido praxes violentas no tão afamado Colégio Militar, de Lisboa. Um deles teria sido praxado pelo tradicional “wellcome” conhecido como o “canelão”, que o deixaram todo negro. Na semana seguinte teve de participar em provas físicas para classificação e acabou por ser hospitalizado por exaustão física e psicológica. Uma das crianças ficou sujeita a cadeira de rodas, urinando sangue durante semanas. Perante este cenário absolutamente próprio de países subdesenvolvidos, a Direcção do Colégio Militar, mesmo depois de comprovados os factos, reuniu e decidiu pela aplicação de castigos aos executores das praxes violentas, mas não à sua expulsão. Poder-se-á comparar o Colégio Militar a instituições maçónicas ou mafiosas, como os SKULLS dos EUA ?... Certo é que pela sua influência e contactos em inúmeras forças militares e policiais do nosso país, este Colégio “forma” e “recruta” inúmeros jovens para as fileiras de sociedades secretas como a Maçonaria, tão “gratas” a certas Ordens Militares, defendidas por este Colégio. Muitos dos seus dirigentes são maçons ou pertencem ao poderoso lobby esotérico-maçónico do PS, e muitos políticos socialistas gabam-se de a terem frequentado. Uma instituição “tão digna” de reconhecimento político a nível nacional, tem dirigentes com tal falta de ética e sentido de justiça?...Porquê? Os favoritismos e compadrios sobrepõem-se ao direito a ser reposta a justiça? Esconde o Colégio Militar, com o seu lema “Um por Todos, Todos por Um” (o mesmo do S.L.Benfica, o mesmo que muitas máfias), algum tipo de sociedade secreta de jovens, aí iniciados e passados à Maçonaria aos 18 anos, por tradição familiar, ao abrigo da protecção dos seus pais, muitas vezes aí também formados?... Isso explicaria muitos factos estranhos que se passam dentro das quatro paredes daquela instituição e que raramente, a medo, passam para o exterior, como algumas praxes de carácter sexual (homossexual, entenda-se) tão nossas conhecidas das sociedades secretas!!!...

PARLAMENTO EUROPEU: EM COLAPSO IDEOLÓGICO

com uma recessão por resolver, o Parlamento Europeu legisla sobre os ingredientes do pão...

Sinais cada vez mais preocupantes nos vêm do Parlamento Europeu a cada dia que passa. Face à grave recessão económica que todo o mundo atravessa, em especial a Europa, sem soluções à vista, os parlamentares europeus, em vez de constituírem TASK FORCES para combaterem o problema com frontalidade e eficiência, que se requer, andam a discutir normativas sobre a constituição do pão na Alemanha, se deve ou não ter mais ou menos sal, para “normalizar” o seu fabrico. Além de a lei em si ser absolutamente descabida, pois um determinado pão fabricado numa determinada região é, muitas vezes, fruto do aperfeiçoamento de determinada receita ao longo de dezenas, centenas ou mesmo milhares de anos, vêm agora uns políticos de gravata discutir os ingredientes de um PÃO…!!! A União Europeia a revelar graves sinais de incompetência, obsolescência ou então de um maquiavelismo de extrema-direita, que pretende mais uma vez, criar instrumentos de regulação que continuam a apontar perigosamente para uma manipulação de determinados mercados locais e até determinadas indústrias e comerciantes, tal como era praticado pelos governos de extrema-direita de todo o mundo nos anos 40. Os portugueses ficaram a dever muito à célebre Padeira de Aljubarrota. Será que as padeiras e padeiros europeus vão agradecer aos políticos europeus por regulamentarem os seus conhecimentos ancestrais…?


"ARTE" SÁDICA: SINAIS PREOCUPANTES DO SEC. XXI

nenhuma pessoa das que assistiram à morte lenta do cão teve a coragem de intervir...

Como muitos devem saber e até ter protestado, em 2007, Guillermo Vargas Habacuc, um suposto artista, colheu um cão abandonado de rua, atou-o a uma corda curtíssima na parede de uma galeria de arte e ali o deixou, a morrer lentamente de fome e sede. Durante vários dias, tanto o autor de semelhante crueldade, como os visitantes da galeria de arte presenciaram impassíveis à agonia do pobre animal. na parede o "artista", num "gesto artístico" ainda mais sádico, escreveu algumas palavras com ração para cão, aumentando ainda mais o sofrimento deste. Até que finalmente morreu de inanição, seguramente depois de ter passado por um doloroso, absurdo e incompreensível calvário. Parece forte? Pois isso não é tudo: a prestigiosa Bienal centro-americana de Arte decidiu, incompreensivelmente, que a selvajaria cometida por tal sujeito era arte, e deste modo tão incompreensível Guillermo Vargas Habacuc foi convidado a repetir a sua cruel acção na dita Bienal em 2009. Uma petição disponível na WEB tenta impedir este acto infame de horrível crueldade maquiavélica: www.petitiononline.com/13031953/petition.html.

Ainda há pouco tempo tinha recebido um vídeo chocante de umas doninhas a serem esfoladas vivas por uns caçadores mongóis. Depois seguiu-se recentemente uma notícia que passou no canal EuroNews, sobre a República dos Camarões onde milhares de pintainhos bebés estavam a ser ensacados vivos para serem deitados a contentores de lixo onde deviam acabar por morrer sufocados por não haver dinheiro para comprar rações de milho. E o que fazem os espectadores…? Nada, absolutamente nada. Limitam-se a assistir impávidos, enquanto comem tranquilamente as suas refeições. Alguns até se riem. Este estado da psique humana começa a deixar sinais preocupantes. Se as pessoas atingiram já este nível de indiferença ao sofrimento animal, rapidamente passarão para o nível seguinte: total indiferença ao sofrimento humano… Se é que já não chegámos aí… Este caminho perigoso abre as portas às máfias de todo o mundo, que ao assistir à indiferença das pessoas, vêem o campo livre para serem feitas as maiores atrocidades sem que se procurem responsáveis nem punições de determinados crimes bárbaros contra a humanidade e contra os animais indefesos… Estranho barbarismo num momento em que se comemora os 200 anos do nascimento de Charles Darwin e os 150 anos da publicação da sua tese em livro sobre “a Evolução das Espécies”. A humana talvez se encontre numa fase de mutação para pior, podendo mesmo chegar ao limite de se auto-aniquilar por já não saber o que fazer com tanto poder sobre a natureza e sobre os outros iguais da sua espécie…!!!

PAINÉIS SOLARES: DEMAGOGIA SOCRÁTICA - III

painéis solares a 50% prejudicam restantes empresas do sector; apenas favorecem a ALSOL e BOSH

ALSOL e BOSH são as duas únicas empresas “adjudicadas” directamente pelo governo para venderem com desconto de 50%, montarem e efectuarem a manutenção dos painéis solares a “todos” os portugueses que recorrerem a esta tecnologia, usufruindo assim desta “medida para a crise” tão anunciada pelo Primeiro-ministro Sócrates, como se de uma solução económica se tratasse para aqueles que nem dinheiro têm já para pagarem a comida que têm de por na mesa para os seus filhos e familiares. Muitas empresas do sector reclamaram, alegando que esta medida de “favoritismo” apenas a duas empresas que comercializam esta tecnologia, vem prejudicar fortemente os restantes que verão, clara e inequivocamente, os seus clientes “fugirem” para as empresas que praticam os descontos de 50%. Parece absolutamente incrível que o governo pratique exactamente o oposto das políticas de ajuda às empresas que estão “supostamente” a ser praticadas por quase todos os governos do mundo para fazer frente aos despedimentos colectivos de empresas que enfrentam dificuldades financeiras. Talvez um cego não consiga ver, mas perante uma enormidade tão escandalosamente “favoritista” e prejudicial para as empresas portuguesas do sector e para os seus funcionários e empregados só pode haver duas palavras a descreverem esta situação, uma de muitas que estão a acontecer por todo o Portugal nos dias de hoje: INCOMPETÊNCIA POLÍTICA e CORRUPÇÃO…!!!

XVI CONGRESSO DO PS

o PS prepara-se para fazer uma "limpeza étnica": "quem não é por nós, é contra nós"...

O Congresso do PS decorreu num estranho ambiente de auto-congratulação sem serem discutidas estratégias importantes para fazer face à crise, ao desemprego e a todos os problemas que o país enfrenta no momento, como se de uma loja maçónica se tratasse. Todos se cumprimentavam, ninguém falava mal de ninguém; todos os que ali estavam apenas proferiam palavras “positivas”, ou seja “construtivas”, e não auto-críticas. Esta atitude apenas quer dizer uma de duas coisas: ou o PS assumiu de vez que apenas governa em regime de Oligarquia, apenas para os que são do partido e que têm funções no partido, no governo e nos lobbies do PS sem se interessar minimamente pelos problemas que as famílias e os portugueses em geral estão a atravessar, ou está claramente a pedir para ser “deposto” nas próximas eleições por ter assumido finalmente que já não se encontra em situação política para governar. Ambas revelam ser péssimos caminhos pois revelam um total autismo, frieza e maquiavelismo face ao sofrimento real de milhares de famílias que esperam soluções reais urgentes para verem as suas vidas reais minimamente resolvidas. Mas tal não aconteceu no congresso. Um PS frio e calculista optou por omitir os graves problemas do país numa atitude, uma vez mais, totalitarista própria de governos de extrema-direita, cuja única política é a sua sem que para a exercerem necessitem sequer do povo, o qual deixaram “democraticamente” de governar, limitando-se apenas a gerir as suas vidas e “negócios”.

Como se isso não bastasse para demonstrar que, mais importante para o PS neste momento difícil que atravessamos na economia nacional e mundial, é definir quem são os inimigos públicos das suas “cegas” estratégias “democráticas”: Manuel Alegre e o Bloco de Esquerda, duas pedras no sapato de Sócrates, que se não beber a “cicuta” do Caso Freeport, terá de enfrentar séria oposição destas duas frentes combativas à esquerda, que lutam pela democracia e pelos direitos dos oprimidos pelo “regime” socialista e contra a actual política económica cega e totalitária do PS, do “Quero, Posso e Mando”, tão criticada pelos socialistas durante o governo de Cavaco Silva… Sinais preocupantes do socialismo nacional e internacional, que em vários países da Europa e do mundo se está a assumir e a aproximar-se das políticas fundamentalistas e estratégias de extrema-direita levadas a cabo por Hitler, no momento em que assumiu a liderança do Partido Nacional Socialista, na Alemanha dos anos 30…!!!

A MAÇONARIA E A ESTÁTUA DA LIBERDADE

Nicolas Cage, no filme "O Tesouro - livro dos segredos", revela a história maçónica dos EUA

«A vitória do Movimento Revolucionário de 1776, que deu origem à República dos Estados Unidos da América, foi também uma vitória da maçonaria, pois os ideais maçónicos de Liberdade e Igualdade foram os alicerces para a construção do novo país. A recém-nascida nação foi uma espécie de laboratório para a construção da primeira sociedade democrática do mundo, onde se organizou um governo que “em certo sentido, nascia de baixo para cima”. Dois maçons notáveis contribuíram para a declaração de Independência dos Estados Unidos da América: George Washington e Benjamin Franklin. O último ao lado de Thomas Jefferson, actuou como um dos “principais articuladores do ideário republicano – alicerçado no pensamento iluminista de Locke, Hobbes, Rousseau e Montesquieu – e sorvido por Benjamin Franklin nas Lojas e na literatura maçónica que conheceu”. A declaração de Independência dos Estados Unidos, elaborada por Thomas Jefferson, “é o melhor exemplo do pensamento iluminista de Locke, Hobbes e Montesquieu tornado praxis na edificação da nova sociedade”. Este importante documento “exalta os valores eternos da liberdade e igualdade”, que são fins supremos da maçonaria. A estátua da liberdade que é uma síntese dessas ideias foi construída por um maçon e inaugurada numa cerimónia maçónica.»

«O construtor da estátua da liberdade foi o maçon Frederic-Auguste Bartholdi. […] Retornando a França, com a ajuda de uma campanha de nível nacional feita pela maçonaria, levantou a quantia de 3.500.000 francos franceses, uma quantia muito grande para a época (1870). Para o rosto da estátua, escolheu o rosto da sua própria mãe. A estrutura em que a estátua se apoia foi construída por Gustave Eiffel, o famoso construtor da Torre Eiffel. O pedestal sobre o qual se apoiaria a estátua seria construído e financiado pelos americanos. Para tal, o navio Bay Ridge, levou para a ilha de Bedloe (onde hoje está erguida a estátua) cerca de 100 maçons, onde o principal arquitecto do pedestal, o maçon Richard M. Hunt, entregou as ferramentas de trabalho aos maçons construtores. […] A pedra fundamental (a primeira pedra) foi então assente conforme ritualística maçónica própria para esses eventos. As peças que iriam compor a estátua chegaram ao porto de New York em Junho de 1885; foram montadas sobre a estrutura construída por Gustave Eiffel. A estátua foi inaugurada em 28 de Outubro de 1886. O presidente Grover Cleveland presidiu à cerimónia e o maçon Bispo Episcopal de New York fez a invocação. O maçon Bartholdi retirou a bandeira francesa do resto da estátua. O principal orador da cerimónia foi o maçon Chaucey M. Depew, senador dos Estados Unidos.» (in, O que Você Precisa Saber sobre Maçonaria, Elias Mansur Neto, Mestre Maçon, Universo dos Livros Editora, S. Paulo, 2005)


NOVO CÓDIGO DE TRABALHO

os trabalhadores das fábricas serão os mais prejudicados, com despedimentos facilitados

Despedimentos facilitados, “bancos de horas” e penalizações para empresas que abusem de recibos verdes são algumas das alterações do novo código de trabalho que entrou em vigor em 17 de Fevereiro de 2009. As mudanças com efeito sobre todos os contratos em curso. Agora o período de trabalho em contratos colectivos pode ir até 12h/dia para concentrar o trabalho semanal em 3 ou 4 dias consecutivos, medida extra que terá de ser compensada em folgas, dinheiro ou ambas. A renovação de contratos a termo fica reduzida a 3 vezes e para um máximo de 3 anos (em vez dos 6 anteriores). No caso do primeiro emprego a renovação passa a ser possível apenas até 3 vezes e com duração máxima de 18 meses. Para empresas com menos de 750 trabalhadores, a renovação tem um período limite de 2 anos. O período experimental mantém-se nos 90 dias para a generalidade dos trabalhadores, 180 para técnicos especializados e 240 para cargos de confianças. Aumenta para 60 dias (antes era de 45) o n.º de faltas permitidas para assistência aos filhos, cônjuges, pais ou irmãos, em casos de doença ou acidente, assim como avós que poderão substituir os pais nessa função. As empresas vêem reduzida em 1% a taxa contributiva sobre contratos sem termo e terão um aumento de 3% sobre contratos a termo; as que utilizem trabalho independente (recibos verdes) sofrem maior penalização: pagarão 5% de taxa contributiva.

Esta alteração facilita a acção de impugnação do trabalhador, que não tem de arcar com as despesas com advogados, podendo agora, tornar o despedimento mais litigioso. Se por um lado este código permite quer à entidade patronal quer ao trabalhador libertar mais dias de semana concentrando o seu trabalho em menos dias, por outro, essa medida, mal aplicada por ambas as partes pode facilmente levar a situações de ruptura física e psíquica ou criar conflitos laborais fruto de demasiada flexibilidade, que faz aumentar muito as situações de desarticulação, falta de racionalidade ou abusos de ambas as partes. De uma forma geral este novo código vem abrir demasiado as situações relativas em detrimento das situações estáveis, o que à partida, é uma excelente ferramenta para as empresas criarem situações de despedimento que facilmente lhes permitam justificar processos disciplinares e notas de culpa. Nestas situações, o trabalhador passou a ter agora apenas 2 meses para contestar o despedimento (em vez dos anteriores 12 meses), mediante a apresentação de um simples requerimento, cabendo a apresentação de provas à entidade empregadora. A reintegração poderá, no entanto, mesmo quando justificada, não ter lugar. O período de licença parental foi alargado para 6 meses subsidiado a 83%, ou 5 meses a 100% em caso da partilha da licença entre a mãe e o pai.

TERRORISMO GLOBAL CONSOLIDA-SE

lançamento da ISS, a International Space Station ("2001 Odisseia no Espaço") um ano antes do 9/11

Um satélite iraniano é lançado no início de Fevereiro para surpresa do mundo ocidental. A colocação em órbita de um satélite transportado por um foguetão Safir-2 preocupou EUA, Reino Unido e França, que viram este progresso na tecnologia aero-espacial iraniana como uma maior capacidade bélica de fazer guerra a grandes distâncias. É um facto que com tecnologia que o permita, o mundo árabe, mais susceptível a actos fundamentalistas e golpes de estado pode representar um perigo real para o mundo ocidental, sobre o qual alimenta um ódio religioso centenário. Mas impedir que uma nação tenha um programa espacial, mesmo sendo árabe, é tarefa diplomática praticamente impossível. Esta capacidade tecnológica associada à produção nuclear representa, no entanto, um novo passo na escalada desta nova guerra-fria, inaugurada com o 11 de Setembro de 2001.

Para além destes sinais preocupantes, a Al-Qaida aperfeiçoou-se e tem centenas de novas células espalhadas por todo o mundo, segundo Anatoli Safonov, representante especial do Presidente russo para a cooperação internacional na luta contra o terrorismo e o crime transnacional. A Al-Qaida sofreu uma mudança de gerações, com um maior aperfeiçoamento, adaptando-se à situação actual do mundo. Selecciona jovens e envia-os para universidades europeias para se formarem como físicos, químicos e biólogos. Esta organização terrorista sofreu duros golpes no Iraque e no Líbano, mas continua activa em muitos outros países e células por todo o globo. Tal como dizia Einstein: “não sei como será a terceira guerra mundial, mas a quarta será certamente com paus e pedras”…

A MÁFIA DO CARNAVAL

o Carvaval de Veneza, das elites, assemelha-se às festas privadas e ágapes dos Illuminati

Não se pode pensar numa máfia específica do Carnaval, mas antes em grupos económicos que tiram bastantes dividendos com esta celebração. Originalmente, proveniente de ritos profanos, antes de se dar início o jejum da Páscoa, o Carnaval era por definição a festa da carne (a “carne” vale) que precedia os rituais purificadores que evocavam o martírio e a Ressurreição de Cristo. Hoje, as festas em que o corpo se sobrepõe ao espírito, em danças evocativas de lascívia satânica, são maioritariamente festejadas em discotecas e clubes privados, nas cidades, ou em desfiles e corsos nos locais onde ganharam mais fama e tradição. Nas aldeias, máscaras originais feitas com materiais simples, escondem os homens que, encarnando o papel de diabos e demónios, buscam e atormentam as raparigas virgens e inocentes, despertando nelas sentimentos contraditórios de desejo e castidade, em iniciações psicológicas, numa espécie de catarsis do conhecimento sexual, considerado profano, mas necessário à continuação da vida. Hoje, o aproveitamento económico da festa, leva a que muita da sua essência fique por festas sem alma, com desfiles de máscaras grotescas, sem charme ou estilo, nem a autenticidade e sentido iniciático existente nas simples e humildes festas de aldeia, em que os demónios agitam os seus guizos e sinetas, gritando e perturbando a ordem estabelecida. O aproveitamento sexual desta festa hoje, não será muito diferente do já existente nos seus tempos remotos, pois seja qual for, será sempre dentro do espírito da “carne vale”. No entanto, as máfias do sexo e as máfias da noite, vêm neste período, os seus lucros acrescidos, dado o enorme furor suplementar que gira , nestes dias, à volta dos foliões embriagados que procuram extraordinariamente as orgias e festas privadas de sexo “non-stop”. Afinal de contas, a eles é especialmente dedicada esta festa satânica, e por isso, profana...

AMÉRICA DO SUL: AS MÁFIAS DA ÁGUA

a manipulação do acesso à água, um bem-comum, é uma maquiavélica forma de escravidão

Uma comissão italiana deslocou-se recentemente a vários países da América do Sul, para investigar uma nova forma de exploração dos pobres daquela grande região geográfica: a privatização das fontes de água potável. A operação de investigação chamada "Water Convoy" pretende analisar a situação no terreno, que claramente favorece as máfias locais e nacionais de diversos países está já a levantar sérios problemas junto das populações, na sua maioria pobres. Contrariando esta tendência está o excelente exemplo do Equador, que promulgou uma lei proibindo a privatização da água. A prática do condicionamento deste bem essencial à vida, à população em geral, está a generalizar-se naquela zona do globo, tal como aliás foi denunciada no último filme de James Bond, “Quantum of Solace”. À miséria destas populações vem-se agora juntar mais um maquiavélico “ingrediente” à já dura vida que tem de viver por se terem deixado submeter pelas poderosas máfias dos políticos e da droga. A maior parte da população mundial assiste, impávida, a tudo isto…

A MÁFIA DO TEATRO

o edifício do capitólio a ser recuperado brevemente poderá dar nova vida ao Parque Mayer

Assistimos na última década à destruição do pouco que restava do Parque Mayer, em Lisboa. Pedro Santana Lopes manda encerrar o recinto e em vez de apoiar financeiramente as companhias aí sediadas, contrata um espalhafatoso projecto do arquitecto internacional Frank O. Gehry, seu amigo pessoal, com orçamentos de projecto e de construção muito acima da média nacional para projectos equivalentes. António Costa torna-se o novo presidente da câmara e o Parque Mayer é transformado em parque de estacionamento público, enquanto espera novo destino. No Porto em Outubro de 2006 algumas dezenas de pessoas fecham-se dentro das instalações do teatro Rivoli como forma de protesto contra a privatização da companhia de teatro pela falta de apoios da parte do Estado, mas nada conseguem. Entretanto em Lisboa e por todo o país vemos praticamente apenas uma “marca” progredir, pois livre de concorrência, e com o apoio da opinião pública “fabricada” através de notícias estratégicas nos Media, Filipe La Féria, controla cada vez mais companhias de teatro e os próprios teatros, na zona das portas de Santo Antão.

Com os seus conhecidos musicais apoiados de várias formas e com mecenatos diversos, La Féria, “institui-se” como o grande nome do teatro comercial. Mas para isso, todos os concorrentes, menores ou não, tiveram de desaparecer “estrategicamente” do mapa artístico. Assim os grandes musicais internacionais não enfrentam concorrência de bilheteiras, já que o público português frequenta muito menos o teatro que o cinema (por este ser necessariamente mais caro). Com forte apoio socialista e de muitos “herméticos” da sociedade de elites portuguesa, este encenador acaba por manipular o mundo da produção artística, concentrando na sua pessoa toda a fama e glória. No mundo dos actores e artistas que trabalham consigo, ninguém diz mal do “boss”, tal como na Hollywood dos anos 40, onde a máfia da direita manipulava todas as “peças” da sua máquina produtora. Não há direito a opinião nos bastidores, apenas submissão e trabalho duro. Ninguém tem tempo para respirar ou pensar. Todos entram na rápida máquina de produção, sem descanso, caso queiram continuar a trabalhar na companhia… Estes métodos, tão longe da arte criativa do teatro e da representação, são aplicados de forma sistemática por muitas empresas conotadas com uma certa extrema-direita, como forma de aniquilarem pensamentos, representações ou transmissão de ideias revolucionárias, críticas da sociedade e manifestações reaccionárias em relação ao poder instituído. O teatro de revista do pós-25-de Abril morreu. Mataram-no pois era inconveniente à execução do plano pensado dos Illuminati, de aniquilarem todas as formas de expressão de esquerda, para melhor se instituir uma NOVA ORDEM MUNDIAL, totalitária, onde a opinião pessoal ou contrária ao sistema, não tem lugar…

A MÁFIA DO CINEMA

Slumdog Millionaire, filme de baixo custo ganha 8 óscares: um duro golpe em Hollywood

Invertendo a tendência das duas últimas décadas, os tradicionais subsídios destinados à produção cinematográfica estão a preferir cada vez mais, as grandes produções em detrimento das produções de pequeno orçamento. Com Hollywood a invadir cada vez mais festivais de cinema por todo o mundo, em especial na Europa, tradicionalmente inundados de filmes de série B ou de produções menores, começa a transparecer uma estratégia mundial para as grandes produtoras tentarem “decapitar” os festivais que permitiram durante tantos anos o aparecimento de novos talentos (realizadores e actores). Tentar matar a arte de realizar um filme, de contar uma história, pela manipulação dos argumentos e das produções da parte das grandes empresas de Hollywood parece ser mais uma estratégia maquiavélica e friamente calculada para fazer prevalecer os mais fortes sobre os mais fracos, uma vez mais. Sendo o cinema de baixa produção ou de série B tradicionalmente crítico de uma certa “direita política”, defendendo quase sempre os fracos e oprimidos, e portanto uma certa “esquerda radical”, esta estratégia global revela também uma trama política encapotada. Novamente a extrema-direita mundial a tentar maniatar a “esquerda” inconveniente, do mundo da arte do cinema alternativo…


MERCEDES SLR EM OURO BRANCO

o petróleo criou uma nova classe de deuses na terra, em sucessão aos antigos faraós: os sheiks...

Parece mentira mas não é: um Mercedes SLR, encomenda exclusiva de um sheik do petróleo dos Emirados Árabes. Em plena crise mundial, com inúmeros países a anunciarem a falência técnica, os árabes parecem escarnecer do resto do mundo. Todo construído em ouro branco, de preço incalculável, esta peça digna de um museu de tesouros nacionais vai andar a ser conduzido pelo seu proprietário como se de um vulgar Mercedes se tratasse. Os paradoxos do colapso do capitalismo do século XX começam a dar sinais preocupantes de loucura. Saddam Hussein tinha torneiras e puxadores de portas em ouro, mas esse era um fanático, ditador fundamentalista e co-terrorista. Agora, estas pequenas “loucuras” já são também admitidas a alguns, que se tratam neste mundo como faraós de uma nova elite protegida pela economia americana. Depois do computador Mackintosh em ouro, um automóvel. Depois dos campos de golfe construídos em pleno deserto no Dubai apenas falta construírem um edifício com estrutura em vigas de platina e vidros exteriores com banho de diamante. Nessa altura, creio que já não me espantará ver os novos “reis” da recentemente criada União Africana, construírem tanques e material de guerra também em ouro… Devaneios daqueles que parecem escarnecer da situação global, criada pelos mesmos, que se unem num ramo comum: corrupção.

A ESTRANHA ESCULTURA DE SÁ CARNEIRO

cabeça decepada de Sá Carneiro, como uma "bola" de golfe, com os "tacos" do PSD alinhados atrás

Pedro Santana Lopes decidiu, ainda quando Durão Barroso era Primeiro-ministro, a substituir o actual e horrendo monumento a Sá Carneiro na praça do Areeiro por uma estátua em corpo inteiro do falecido político, em bronze, realizada pelo mesmo autor. A escultura existente, é de certa forma macabra e sarcástica: com um volume que serve de suporte à enorme cabeça de Sá Carneiro semelhante a um saco de golfe, destacam-se os tacos colocados imediatamente atrás, alinhados na vertical, a formar um subtil e “esticadinho” logótipo do PSD. Neste contexto, a cabeça de Sá Carneiro representa simultaneamente a “marca” do saco de golfe, mas também representa, proporcionalmente a todo o conjunto, a própria “bola” de golfe, cirurgicamente “decepada” com uma forte “tacada” ou “jogada”. No topo, uma multidão “bidimensional”, sem força (representando o povo impotente) eufórica levanta as bandeiras do líder com a inscrição: “Viva Portugal. Vencer Portugal em Democracia. Liberdade. Justiça Social. Solidariedade”. A ideia da sua construção teve origem numa subscrição pública iniciada pelo jornal "O Dia" que resultou neste modelo final da autoria do escultor Domingos Soares Branco e arquitectos Martins Bairrada e Leopoldo Soares Branco, como homenagem ao assassinato de Francisco Sá Carneiro na fatídica noite de 4 de Dezembro de 1980.

A nova estátua de estilo mais naturalista e menos abstracto-simbólico, adjudicada por Pedro Santana Lopes, teria cerca de cinco metros de altura, num estilo “neo-kitsch” próprio de certos regimes totalitários da Europa de Leste com pormenores de proporção que colocam em questão a “beleza” pretendida pelo autarca (os enormes sapatos saem das calças de forma monstruosa e desproporcionada). Nesta proposta, Sá Carneiro segura, na mão esquerda, um par de óculos!... Assentará num pedestal elíptico de seis metros revestido a granito, onde será inscrita uma frase de Sá Carneiro escolhida por Santana. A decisão de substituir o polémico conjunto escultórico que ele próprio inaugurara em 1991, na qualidade de secretário de Estado da Cultura torna a questão ainda mais surrealista. O escultor diz não saber exactamente quanto custará o monumento à autarquia, mas avisou que não sairia barato. O seu valor ultrapassaria os cem mil euros. A mística política em torno da representação de Francisco Sá Carneiro parece não encontrar o mesmo descanso que não encontrou o “estranho”, hermético e inconclusivo processo Camarate… Terá sido a sua morte decidida nalgum campo de golfe, por alguma da "nata" política da altura?...

“V” DE VENDETTA

"V" começa por destruir o Parlamento de Londres símbolo da "nata" dos Illuminati

Na paisagem futurista de uma Inglaterra totalitária, o filme “V de Vingança” conta a história de uma pacata jovem chamada Evey (Natalie Portman), que é resgatada de uma situação de vida e morte por um homem mascarado, conhecido apenas como “V”. Incomparavelmente carismático e extremamente habilidoso na arte do combate e destruição, V inicia uma revolução quando convoca seus compatriotas a erguerem-se contra a tirania e opressão. Enquanto Evey descobre a verdade sobre o misterioso passado de V, descobre igualmente a verdade sobre si mesma, numa espécie de catarsis iniciática – e emerge como uma improvável aliada na culminação do plano de V, para trazer liberdade e justiça de volta à sociedade repleta de crueldade e corrupção. V de Vingança, escrita por Alan Moore em 1982, mostra as pessoas vigiadas constantemente pelo Estado no estilo de 1984, de George Orwell. Neste cenário de opressão surge “V”, o vingador da opressão, vestido com uma capa e máscara (tal como a zorro) ele enfrenta o sistema com tácticas de guerrilha terrorista e representa a única esperança de liberdade contra o fascismo que impera.

No filme o nome do ditador deste regime é Adam Sutler, que em muito se parece com o de Adolf Hitler e Evey semelhante a Eva (Eva Brown - a amante de Hitler). A bandeira do partido que sustentava o regime totalitário possuía um símbolo com formas geométricas, tal qual a suástica nazi, de cores preta e vermelha (uma inversão das cores utilizadas pelo Partido da Nacional Socialista Nazi). A história do ditador Sutler é quase similar à de Hitler, em especial no que toca à sua ascensão junto ao partido e no governo. O regime nazi perseguia grupos como as testemunhas de Jeová, ciganos, homossexuais e deficientes físicos. O regime fictício do enredo atribui a culpa pelo atentado ocorrido no metro e na escola aos muçulmanos, o que acaba por originar uma perseguição contra homossexuais. No enredo, o regime de Sutler cria campos de concentração tais quais os da Alemanha nazi. Existe no enredo uma polícia secreta, chamada fingers à semelhança da Gestapo nazi. Há uma forte crítica ao clero no enredo, mostrando escândalos de pedofilia, assassinatos, e busca pelo poder por parte de certos indivíduos. O filme é brilhante e incentiva ao espírito combativo contra a corrupção política de governantes de extrema-direita que tentam manter a ordem à força, mantendo o povo enfraquecido de baixo do medo da perseguição e da autoridade sem regra e justiça. No final, depois de "V" invadir um canal de televisão e passar a sua mensagem contra a ditadura, ganha um exército de aliados que sai à rua num dia determinado, todos com a mesma máscara de "V" e destroem o regime, todos unidos.

SINARQUIA NEGRA VS SINARQUIA BRANCA

os Bilderberg assumem-se como o poder máximo na Terra, a nata da nata da hierarquia dos Illuminati

“Se incumprir ao mais ínfimo do meu juramento, que me cortem a garganta, me arranquem o coração, os dentes e as entranhas e que os atirem ao fundo do mar. Seja queimado o meu corpo e as minhas cinzas espargidas pelo ar para que não reste nada de mim, nem sequer a memória entre os homens e entre os meus irmãos maçons". (Juramento maçónico, 1869)


«No ano 510 a.C. quando a tirania se desmoronou em Atenas […] Clisteneo, avô do popular Péricles, encarregou-se de reformar a constituição vigente e instaurar um governo colegial, ou seja, não eleito pelos cidadãos, mas formado por um grupo de sábios e místicos de renome. Chamou-lhes sinarquia e funcionou bastante bem durante décadas. Quem foi o real promotor da sinarquia? Durante a tirania e inclusivamente antes, os antigos gregos tinham aprendido a diferenciar os plutocratas (de plutos, ou “donos da riqueza”) do resto dos cidadãos porque a filosofia que aplicavam os primeiros era a pleonexia ou “desejo desmedido de posse”. De possuir tudo: produtos, escravos, terras, influência social e política… Com semelhante atitude, destruíram a antiga sociedade pastoril e igualitária, que durava desde tempos imemoráveis […] dando lugar a outra época em que a desigualdade se converteu em regra-geral, gerando guerras contínuas e actos violentos. Então apareceu uma classe de filósofos pré-socráticos chamada MESOI (ou conciliadores), que advogavam a recuperação do espírito da era antiga e para isso promoviam a teoria do equilíbrio […]. Para encontrar a virtude do novo poder era necessário criar instituições que regulamentassem as práticas comerciais desleais, a escravidão e o caos social, impedindo que os mais poderosos pudessem impor as suas condições a todos os outros. Desta forma aparece também a filosofia da arkhé ou harmonia, segundo a qual, os cidadãos (os habitantes da polis) apenas podiam desfrutar de igualdade (eumonía) se os acordos tomados entre eles livremente, fossem respeitados por todos. Segundo os filósofos, esta era a situação dos homens no princípio dos tempos, quando a sua harmonia na terra reflectia a de todo o universo.»

«Arkhé representava a correcta evolução de tudo quanto existe, um avanço paulatino em direcção à divindade, que idealmente devia estender-se a todos os âmbitos, não apenas no das relações políticas e sociais, como também na vida pessoal. Para vigiar a sua correcta aplicação, nomearam-se os arkhontes ou magistrados, encarregados de manter a ordem e a harmonia, os verdadeiros guardiães do “demos” (o povo). Clisteneo aplicou estas ideias criando o seu governo de sábios aconselhado pelos filósofos, que além disso, tinham a missão de instruir o povo através das academias ou centros de ensino. Assim se instituíram as bases da Grécia Clássica, na qual o seu neto Péricles instauraria a democracia, ou governo do povo (ainda que limitada, uma vez que não participavam nela as mulheres, escravos ou estrangeiros). Alguns autores afirmam que o momento actual da civilização se parece muito ao descrito nos parágrafos anteriores: o desejo desmedido de posse de uma minoria, destruiu a convivência social, a harmonia entre homem e mulher, o equilíbrio entre a natureza e o ser humano. […] Não está claro de onde surgiram os filósofos conciliadores, os autênticos impulsionadores daquela mudança, mas parece muito evidente a tentação de relacioná-los directamente com as sociedades secretas instituídas no Antigo Egipto e descendentes de cultos solares como os de Akhenaton. Quanto aos plutocratas, o número de cidadãos que apoiaram a sinarquia forçou-os a retirarem-se para segundo plano, mas a sua frustração não fez mais do que alimentar as suas ânsias de poder militar, económico e religioso e levou-os a pensar que, se um número de cidadãos, ainda que em maioria, podia agrupar-se e organizar-se para defender os seus interesses comuns, eles igualmente podiam superar as suas diferenças internas e construir a sua própria sinarquia. […] Uns filósofos, digamos, influenciados pelos descendentes dos cultos ao terrível deus Seth, inimigos por antonomasia dos primeiros. Talvez naquele momento tenha nascido a sinarquia branca a sinarquia negra. A primeira decidida a ajudar o ser humano a caminhar em direcção a um reino de paz e felicidade. A segunda, disposta a apoderar-se do território, da paz e da felicidade mas apenas para os seus membros, condenando todos os outros à escravidão.» (in, Illuminati, Paul H. Koch, Editorial Planeta SA, 2006, Barcelona).

OS “AFTER HOURS”: A MÁFIA DA NOITE

orgia bissexual no filme "Eyes Wide Shut", numa festa "secreta" organizada por uma poderosa máfia

O conceito “After Hours” em Portugal, para discotecas, bares e clubes privados com horário de funcionamento complementar ao regular horário daqueles estabelecimentos, é sinónimo de droga à descrição, festas de sexo privadas, consumo de álcool sem limites com muitas “pastilhas-fantasia” à mistura. Quem quer continuar a sua “night em grande”, sai dos habituais recintos e desloca-se a estes verdadeiros “antros” pertencentes à máfia mais “pesada” da noite. Gangs, camionistas, estivadores, homens das obras, taxistas, polícias e militares, adeptos de sexo violento e técnicas de dominação, assaltantes, ladrões, violadores, drogados, passadores de droga, prostitutas e prostitutos, travestis e transexuais, swingers, homens casados à procura de todo o tipo de perversão sexual e orgias com “miúdos”, VIP’s que perderam o glamour e o brilho, é a clientela fixa e frequente destes locais. Todos lucram com este negócio com múltiplas ramificações. Por esse mesmo motivo os tradicionais locais fixos de After’s, têm vindo a adoptar o conceito mais flexível de mobilidade geográfica, ganhando carácter de Rave’s e Festas Privadas, comunicadas algumas vezes apenas a pessoas “da confiança dos seus organizadores”, à laia de máfia russa… A droga à descrição mantém o nível de alucinação e excitação elevados, atrai os viciados e dependentes, é afrodisíaca para praticar sexo “non-stop” toda a noite e ajuda a manipular os frágeis espíritos dos mais jovens e dos mais dependentes, em quem o efeito é brutalmente poderoso, chegando a ser misturado com drogas químicas específicas que ajudam à amnésia (o que os torna objectos e presas fáceis dos seus manipuladores).

Para clientes com mais poder económico, são reservadas as salas privadas, as festas em hotéis de luxo com várias meninas e prostitutos (estes por vezes menores…) sejam oriundos da rua ou contratados através de falsas agências de scouting, acompanhantes ou até de modelos profissionais… As orgias mais eruditas ganham quase um ar artístico do tipo da que nos é “revelada” no filme “Eyes Wide Shut” (com Nicole Kidman e Tom Cruise), onde os seus protagonistas se comportam como deuses no Olimpo, a quem todos os prazeres terrestres são permitidos, em apenas algumas horas, desde que se pague, claro… nem que seja com o corpo ou com pesados favores, a cobrar “mais tarde”… O culto deste tipo de festas, já praticadas em muitas sociedades secretas e seitas como rituais de iniciação ou festas (ágapes) não fazem mais do que propagar o vício do sexo bissexual liberal com forte vertente comercial, mantendo vivas as tradições greco-romanas tão gratas às elites das sociedades secretas, que se aproveitaram desde toda a história dos jovens mais pobres que recorrem a este tipo de solução como forma de ganharem o seu sustento. O negócio está em crescimento tão franco que até já existem cirurgiões plásticos a trabalharem com jovens ligados a estas redes, ajudando a tornar a sua “imagem” mais atractiva, trabalhando para criarem verdadeiros “exércitos” de prostitutas e prostitutos de “gama alta” cujos dividendos resultam em lucros necessariamente mais elevados, e vocacionados para clientes mais exigentes, publicitados por outro “exército” de RP’s (relações públicas) que difundem e publicitam as festas recorrendo aos seus contactos pessoais, de chats ou locais “virtuais” de encontros para sexo, ou até no HI5…


CASAMENTO DE CRIANÇAS: A MÁFIA DA PEDOFILIA

crianças tratadas pelos MEDIA como se fossem adultos, para lucro das MÁFIAS DA PEDOFILIA

A pedofilia não é combatida pelas forças policiais e polícias de investigação das várias nações do mundo de forma concertada e séria. Se assim fosse na internet seria extremamente difícil encontrar sites de pedofilia ou contendo imagens de sexo com menores (jovens entre os 15 e os 18 anos) disponibilizadas facilmente em qualquer busca GOOGLE. Se ao menos os motores de busca existentes na WEB fossem obrigados POR LEI a introduzir bloqueios de busca para determinadas palavras ou associações de palavras ligadas ao sexo com crianças ou adolescentes, a grande maioria de consumidores de pedofilia seria altamente penalizada. Mas tal não acontece porque a pedofilia e pornografia infantil e juvenil movimenta muito dinheiro e muitas máfias, chegando mesmo a envolver altas patentes da política e das próprias forças de investigação policial oficiais, que nalguns casos, chegam mesmo a ter testas-de-ferro, que assumem os negócios de sexo, droga e armas manipulados por estes, dada a sua fácil influência e “movimentação” no meio. Claro que se algum dia se aplicarem medidas restritivas àqueles que visualizam imagens de pedofilia, não serão bloqueios de sites, mas prioritariamente coimas aos computadores que forem detectados a consultar essas páginas, pois que se a MÁFIA DA PEDOFILIA não ganha de um lado, tem de ganhar por outro, e daí as coimas…

O recente caso da paternidade de uma bebé recém-nascida Masie, por um casal de crianças - o pai Alfie Patten de 13 anos e a mãe Chantelle Steadman de 15 – chocou a opinião pública de todo o mundo. Pior do que o publicitar da notícia nos Media como se fosse um tipo de notícia completamente inovadora e chocante na história da imprensa, foi quando os próprios Media começaram a explorar o caso para o enfatizarem e se tornar numa ainda mais “rentável” notícia. Surgiram então mais duas crianças Richard Goodsell de 16 anos e Tyler Baker de 14, que não apenas deitaram por terra a versão “ternurenta” de um caso que apesar de chocante estava a revelar uma tão inocente história de amor entre crianças (e veja-se os olhos inocentes e infantis de Alfie, o suposto pai da criança) e tão bem admitida pelas famílias de ambas. Chantelle a mãe da bebé, é agora vista como uma galdéria, que apesar dos seus 15 anos, “dormia com metade do bairro” onde vivia. Jornais como o “The Sun” reclamam a exclusividade da notícia para si mas cerca de 15 canais de televisão não se importariam de pagar cerca de 500 mil euros pela história contada pelas famílias das duas crianças. Esta exploração clara dos MEDIA em torno da temática sexo “entre” crianças, era o complemento que faltava na perversa MÁFIA DA PEDOFILIA.

Conferir um ar satânico àquilo que, por direito pertence ao imaginário inocente do mundo do amor das crianças e dos adolescentes é uma forma cruel de alargar o mundo da pedofilia para a opinião pública, transformando aquilo que seria um caso pontual numa notícia de proporções globais, em que as MÁFIAS dos Media, do sexo e as próprias famílias das crianças saem a ganhar. Depois do caso de Maddie, também proveniente de uma família do Reino Unido (em que os seus pais apesar de acusados como responsáveis pela eventual morte ou desaparecimento da sua própria filha, conseguem criar uma fundação com a qual ganham rios de dinheiro, suportada até por maçons como o patrão da gigantesca cadeia Virgin), parece que está claro o envolvimento das Máfias do Sexo e da Pedofilia nesta trama diabólica para publicitar o sexo com crianças, entre crianças e com o consentimento dos adultos… É, sem dúvida, uma forma maquiavélica e “inteligente” de alargar de forma definitiva o mundo rentável do sexo a camadas etárias cada vez mais jovens. Recuaremos outra vez às leis medievais ou ancestrais das crianças que casavam com adultos a mando dos pais, como forma de rendimento familiar…?

PEDOFILIA: O NOVO “CAVIAR”

pedófilos portugueses frequentam saunas e bares gay em Madrid, Sevilha e sul de Espanha

Ir a um restaurante comer marisco, caviar ou uma boa lagosta era um hábito que ricos ou novos-ricos portugueses tinham nos anos 80 e 90. Mas este hábito demonstrativo do poder de compra desta “classe” endinheirada encontra-se fora de moda, nos dias de hoje. Um produto exclusivo, mais caro mas em expansão substitui este hábito “alimentar” tão característico dos que gostam de mostrar os seus “molhos de notas”. O recente processo “Casa Pia”, tão enfatizado em todos os Media, de forma tão prolongada no tempo e de forma tão omnipresente na vida dos portugueses, não fez mais do que facilitar a publicitação e promoção de um novo tipo de negócio que interessa “a muita gente” do mundo da noite, da máfia da droga e do sexo. A pedofilia sempre existiu e, se por um lado é certo que a visibilidade dada ao processo Casa Pia veio permitir criar legislação especifica que condene de forma mais severa este tipo de crimes, por outro ajudou a difundir os pormenores sórdidos deste submundo da prostituição infantil e juvenil de crianças e jovens que tentam sobreviver no mundo cruel que lhes foi destinado por determinação casuística. “Possuir” ou abusar sexualmente de uma criança ou de um jovem, revelam estudos psicológicos e psiquiátricos de perfil criminal, ser actos próprios de pessoas fracas que necessitam de se afirmar perante a diminuição, redução ou enfatização da fraqueza das suas vítimas, inferiorizadas em poder pela relação dominador-dominado, ou pela simples prestação de um serviço de prostituição em que o cliente dita as regras da possessão ou violação.

Antes do processo Casa Pia ser finalmente denunciado por Catalina Pestana, que assistiu “impávida” durante anos, limitando-se a recolher “provas” dos abusos destes jovens dependentes de uma instituição social que lhes garantisse uma orientação apropriada à sua formação enquanto pessoas, já muitos políticos tinham conhecimento deste caso, designadamente, Ramalho Eanes e o governo da altura, mas nada foi feito… Afinal de contas esses miúdos que muitas vezes se “ofereciam” nos jardins defronte dos Jerónimos e em Monsanto eram prostitutos, menores, mas prostitutos e procurados até por alguma “nata” social e política, desde os anos sessenta. A pedofilia durante o salazarismo existia, mas como os mais pobres não tinham voz nessa época, justamente porque os seus clientes eram ricos senhores até ligados ao regime, nem chegava a haver queixas nem denúncias; tudo se passava entre cliente e prostituto. Muitos até consideravam estar a fazer um favor financeiro aos miúdos, que de outra forma, não conseguiriam arrecadar uma “mesada” que lhes permitisse terem os seus pequenos gastos pessoais e uma certa independência financeira. Ainda hoje é assim e sempre será assim e o que este processo veio permitir foi uma MEGA PUBLICIDADE deste PRODUTO DA MÁFIA DO SEXO, hoje em franca expansão nos bares e discotecas, saunas e casas de prostituição, clubes privados onde atinge valores exorbitantes, conforme as variantes do negócio e dos clientes que manipula. A pedofilia ganhou assim, em Portugal, o carácter de mais uma profissão lucrativa, a ser explorada pelas “máfias da noite”, da droga e do sexo. As festas privadas em grupo são agora a nova moda, realizadas quase em segredo em hotéis de 3 a 5 estrelas, motéis de estrada e clubes de sexo, muitos deles com capital espanhol por detrás, pois este mercado, a nível nacional está a ser totalmente tomado pela poderosa máfia espanhola do sexo. Muitos dos clientes destes jovens são homens de meia-idade ou jovens empresários, com bastante capital para darem lugar às suas perversões mais profundamente enraizadas no seu subconsciente erótico, mesmo quando casados, pais de filhos e respeitáveis “senhores” das mais variadas áreas profissionais. Em Portugal este mercado ainda é maioritariamente masculino, inundado por prostitutos brasileiros e romenos que a qualquer preço desejam ganhar residência em território luso, mas também de uma juventude portuguesa que sem escrúpulos visa obter rendimentos suplementares como forma de “vida fácil” e excitante. Muitos prostitutos de luxo começam por agências de modelos de vãos-de-escada ou acompanhantes para eventos, que se encarregam de os orientar e lhes conseguir clientes com um certo poder económico, por vezes em troca de alguma “exclusividade”. Muitos pais nem sonham o que os seus filhos menores fazem à noite, mas também é certo que são geralmente os jovens mais carenciados que buscam esta “forma de vida”. Infelizmente muitas vezes acabam por cair em redes de prostituição e droga, algumas delas em Espanha, de onde nunca voltam a sair deixando de ser vistos, um “belo dia”…

Com o processo “Casa Pia” a MÁFIA DO SEXO e da NOITE ficou claramente a ganhar, conseguindo oficializar e publicitar para o grande público uma actividade que de outra forma nunca poderia ter atingido os elevados níveis de audiências facilitados pelo marketing e divulgação através de todos os MEDIA…

SEXO: A NOVA DROGA

a máfia do sexo é hoje, a mesma da droga, e a "noite" é o "local do crime"...

Por todo o mundo se deu uma expansão exponencial de uma nova droga, em especial nos últimos cinco anos: o sexo. Facilitadas pelo fácil uso da internet, as imagens de todo o tipo de sexo (com uma difusão bem mais controlada e discreta antes do aparecimento da WEB) estão agora à distância de um clique. Chegam a existir sites altamente especializados para todo o tipo de públicos, práticas, fetiches, e claro, para os aficionados da pedofilia. São milhões de voluntários que colocam os seus vídeos pessoais ao dispor de todos numa atitude de voyeurismo intracomunitário, numa espécie de orgulho colectivo de participação sexual ao nível de um “mercado da carne” global. Alguns fazem-no porque são remunerados, outros porque são efectivamente violados em tempo real e filmados, outros ainda são apanhados desprevenidos e “gravados” sem o saberem. O negócio do sexo é altamente lucrativo, e encontra-se actualmente ao nível do tráfico da droga, se falamos de rentabilidade económica. Associado ao mundo da noite, das discotecas, dos bares, das festas privadas, este negócio ganha cada vez mais adeptos e tende a especializar-se cada vez mais, por um lado, por outro, a generalizar-se enquanto fonte de rendimento de inúmeras máfias locais, nacionais e internacionais. “Boites” e “Dancing’s”, “Casas de Passe” e de Prostituição, locais de Striptease e Table-dance, Clubes Privados, antros de droga, determinadas discotecas e bares gays, saunas e até alguns Healthclubs e Spa’s, são locais preferenciais para troca de serviços na área do sexo.

Quando a droga se implementava em Portugal com enormes consumos, nos anos 80 e 90, o sexo era ainda algo relativamente circunstancial. Mas agora, com o aumento do poder das máfias, ganho à conta, justamente de décadas a comercializar droga e a investir esses rendimentos em investimentos imobiliários em Espanha (maioritariamente), estas máfias viram no crescente “mercado” do sexo, uma excelente oportunidade de negócio. A droga agora é oferecida para estimular a alucinação e aumentar o desejo descontrolado sexual, e o sexo é a nova droga, efectivamente. Muitas vezes é utilizada de forma perversa, como meio para a manipulação sexual de pessoas (jovens na sua maioria) e mantê-las num estado de quase inconsciência para poderem ser alvo de violações imperceptíveis à vontade consciente (“Rohypnol”, uma droga que dissolvida em qualquer bebida provoca amnésia forte muitas vezes associada a “Progesterex”, uma pastilha usada para esterilizar animais é usada para “evitar que mulheres engravidem quando são violadas sem saber, mas nunca mais poderão ter filhos). O sexo estimula a ansiedade, a repetição, a variedade infinita de situações, aumenta o ego e os instintos violentos e animais dentro de cada um, o que se torna muito mais atractivo, enquanto vício, causando uma dependência muito mais forte e intensa no dependente. Para além dos locais de encontro, a internet oferece hoje, milhares de sites e chats onde qualquer pessoa pode encontrar parceiros virtuais ou reais para encontros de amizade, amor, sexo individual ou em grupo, trocas de casais, num infindável mar de oportunidades. Esta facilidade aumenta o grau de dependência imediata e a propagação do vício, a cada segundo, de forma exponencial.

Claro que as pessoas são absolutamente livres de frequentar estes locais ou de praticarem todo o tipo de sexo permitido por lei. Mas a questão é que vão estar, na maioria das vezes, a “alimentar” e financiar directa ou indirectamente as máfias do sexo e da droga. O grande problema coloca-se ainda, nas vítimas desta gigantesca máquina destrutiva, sejam elas menores, prostitutas ou prostitutos, vítimas de violação, coação ou tráfico humano e exploração… À luz do tipo de sexo que se pratica hoje nestes locais, o Bibi, seria um “santo”. Talvez até fosse ilibado da maioria dos seus crimes…

SÓCRATES PERDE APOIO DE MILITANTES

a política portuguesa aproxima-se a passos largos da corrupção praticada na América do Sul

Reeleito para secretário-geral do PS, José Sócrates “contou espingardas” e apelou aos candidatos independentes do partido, “vindos dos sectores mais dinâmicos da sociedade portuguesa”, para que contribuíssem com as suas ideias, propostas e energia e também com o seu “olhar crítico”. O que Sócrates não disse foi que a grande maioria dos militantes não foram votar (dos 73.000 militantes apresentaram-se nas secções de voto 26.331). O caso Freeport abalou a convicção interna do partido em apoiar um Primeiro-ministro envolvido num caso de “corrupção corrente” de aprovação de um empreendimento comercial (tão comum no nosso pequeno país). Cavaco Silva foi afastado da política pelo famoso caso da Quinta da Ribafria, e Sócrates, pagará os seus “pecadilhos”…?

QUANDO UM GNR CORTA A CABEÇA DE UM JOVEM…

em muitos casos as forças policiais são autoritárias e actuam contra os mais desprotegidos

“Libertado GNR que decapitou suspeito (28.10.2007): “O sargento José Santos tinha fama de duro nos interrogatórios. Carlos Rosa não resistiu a um tiro na cabeça. Encostou o cano da arma à cabeça do suspeito e berrou-lhe mais uma vez ao ouvido para o intimidar. Foi o último grito antes de a velha pistola Star abrir fogo. Carlos caiu morto no posto e o sargento Santos, comandante da GNR de Sacavém, resolveu cortar-lhe o pescoço. Separou o corpo da cabeça para esconder a bala. Foi apanhado pela Judiciária e o crime, em Maio de 1996, chocou o País. José Santos cumpria 17 anos de cadeia em Santarém mas saiu há uma semana em liberdade condicional. O comandante contou com Castelo Branco e Samuel Pereira para esconder o crime, dois guardas de serviço à 01h30 de 7 de Maio. Todos foram condenados em Dezembro de 1997”. O Tribunal da Boa-Hora condenou José Santos a 17 anos de prisão – os outros dois apanharam, respectivamente, seis anos de cadeia e uma pena suspensa por dois anos. Foram afastados da GNR. O sargento Santos cumpriu pena em Santarém. Aos 49 anos, atingiu os dois terços da pena. A liberdade condicional, concedida no dia 19, sexta-feira, foi ordenada pelo Tribunal de Execução de Penas. Carlos Rosa, 25 anos, roubava para alimentar o vício da droga. Acabou apanhado pela GNR e levado ao comandante. A pistola de José Santos fez fogo no calor do interrogatório e, enquanto Samuel omitiu o crime, Castelo Branco ajudou a esconder o cadáver – embrulhado num cobertor e levado de carro para um descampado na Quinta da Apelação. O sargento Santos usou uma faca de mato para cortar o magro pescoço de Carlos Rosa, até o decapitar. Deixou o cadáver coberto com ramos e levou a cabeça de volta para o posto onde, com uma chave de fendas, tentou tirar a bala comprometedora. Não reparou que a munição atravessou o crânio da vítima e se foi alojar numa porta de madeira.Horas depois, o sargento abandonou a cabeça em Chelas, Lisboa, atirou a faca ao Rio Trancão e deitou o cobertor ao Tejo. O esforço foi em vão: a 16 de Maio, dez dias depois, um pastor encontrou o cadáver. A Polícia Judiciária começou a investigar o estranho caso do corpo sem cabeça e o cadáver foi identificado. Reconstituíram o último dia de Carlos Rosa e todos os caminhos iam dar ao posto da GNR. O sargento Santos já não disfarçava os nervos. A PJ encontrou marcas de pneus no local onde o corpo foi encontrado. Pertenciam ao Citroën ZX do sargento. O comandante confessou o crime e indicou o lugar para onde tinha atirado o crânio. Dez anos depois está em liberdade”.

"A heroína levara Carlos Rosa ao desemprego – vivia para roubar e roubava para comprar doses diárias que lhe permitiam viver. Na manhã de 6 de Maio de 1996, o sargento Santos é procurado no posto por um velho conhecido. O homem levava um vizinho, que pedia ajuda para localizar Carlos Rosa, suspeito de furtos numa empresa – chaves, um aparelho de fax, máquina de escrever e um teclado de computador. Rosa foi apanhado nessa mesma tarde. Confessou tudo, prometeu ajudar a recuperar o material e até deu informações sobre quem lho tinha comprado. Já depois das 20h00 seguiu com o sargento Santos para o Prior Velho e Galinheiras, de barraca em barraca, à procura dos receptadores. O comandante deixou-o no posto da GNR, pelas 22h30, e voltou a sair. Carlos Rosa ficou à espera. O sargento Santos regressou cerca da 01h30. Levou Carlos Rosa para uma sala dos fundos e, à civil, fez um truque habitual: apontou-lhe a arma e disse: “O que tu merecias era isto”. A velha Star atirou mesmo. O comandante do posto, sargento-ajudante José Fernando Aleixo dos Santos, tinha fama de duro. Foi transferido da Guarda Fiscal para a GNR em 1983 com uma folha de serviços invejável: louvores assinados pelos superiores reconheciam-lhe um comportamento irrepreensível, máxima competência, dedicação e espírito de sacrifício. Um exemplo de militar. Pouco tempo depois de ter chegado ao comando do posto de Sacavém caiu nas boas graças da população. Os moradores, causticados pelos roubos, apreciavam a desenvoltura com que encontrava suspeitos e recuperava material roubado, que devolvia aos proprietários. O sargento era um herói – e o reconhecimento público inchava-lhe o ego. 17 anos de cadeia foi a pena aplicada pelo colectivo de juízes do Tribunal da Boa-Hora ao sargento Santos – responsável pela morte, profanação e ocultação do cadáver. 2/3 da pena cumprida é o mínimo exigível por lei para que um condenado por crimes de sangue possa pedir a liberdade condicional. José Santos sai ao fim de quase 11 anos, por decisão do tribunal”.

“O crime de Sacavém chocou a população local e o País em geral – obrigou a uma reestruturação policial e que, neste caso, levou à troca do posto da GNR por uma esquadra da PSP. Antes de se apresentar ao interrogatório do Sargento Santos, Carlos Rosa tentou que a mãe o acompanhasse: «Eles matam-me».” (in, http://portugal-verdades-e-consequencias.blogspot.com/)

COIMAS E A “FORÇA” DA AUTORIDADE

os radares na periferia de Lisboa "servem" maioritariamente para "enriquecer" os cofres do Governo

As multas por excesso de velocidade duplicaram em 2008 face a 2007, “graças” aos inúmeros radares instalados em Lisboa. Esta medida de “segurança” visa, mais do que a segurança dos condutores, a “segurança” dos cofres do Estado. Se por um lado é necessário aplicar coimas como forma de prevenção, o exagero da aplicação de medidas coercivas pode tornar-se num verdadeiro inferno para os condutores que necessitam diariamente de utilizar um veículo para exercerem a sua profissão. Algumas pessoas, recebem em sua casa dezenas de multas anualmente, pelo excessivo rigor dos radares instalados, em geral, nas vias de circunvalação das cidades, onde nem por isso interessa que a velocidade seja de 50 km/hora… Foram multados um total de 298.500 condutores (193.297 graves, 81.471 leves e 23.732 muito graves) apenas em Portugal continental.

Perante um cenário destes ainda há quem se tenha admirado daqueles que, para fugirem às operações-stop, atropelaram em 2008 inúmeros agentes da PSP e da ex-GNR, alguns deles mortalmente. É certo que muitos agentes da autoridade mantêm alguma arrogância “salazarista”, própria de pessoas que eram de zonas interiores, pobres, e que de repente, se vêem com “excesso de poder”, o qual não moderam com a sabedoria da vida, mas daí a odiá-los desta forma... Ainda para mais, como querem que os portugueses respeitem as ditas “forças da autoridade” quando vemos alguns destes agentes e ex-agentes da “autoridade” participarem criminalmente em assaltos a multibancos e gasolineiras (como muitas vezes sucedeu em 2008), matarem as suas mulheres ou respectivos amantes por ciúmes a tiros de pistola, utilizarem-se de violência doméstica para manterem a ordem no seio das suas famílias ou como um caso mais grave, o rapaz que há alguns anos viu a sua cabeça ser friamente cortada com uma faca de mato, por um sargento da GNR, de Sacavém, em Maio de 1996, dentro da própria esquadra onde era interrogado “amigavelmente” ?

O "JOGO" DOS PREÇOS DA GASOLINA

filas para abastecer a preços mais baixos: uma "preparação" para a futura crise dos combustíveis...?

A obrigação dos postos de combustíveis publicarem os preços no site - http://www.precoscombustiveis.dgge.pt/ - sob pena de poderem sofrer pesadas multas, permite aos condutores escolherem os locais com preços por litro mais baixos. Desta forma os portugueses poderão “penalizar” as gasolineiras que praticam preços mais elevados, mas existe um “reverso da medalha”: as filas de espera nas bombas de gasolina que praticam preços mais baixos são imensas e os míseros cêntimos de diferença podem não compensar o tempo dispendido na espera. Será esta mais uma forma de distrair os portugueses dos reais problemas económicos do país, mais “areia para os olhos” num jogo que visa apenas “entreter” os mais pobres que nunca perdem uma “promoção” ou desconto…?

CHÁVEZ: “DITADOR”

Luis Herrero foi deportado imediatamente após chamar DITADOR a Chávez, em público

O eurodeputado espanhol do PP, Luis Herrero chamou “ditador” a Hugo Chávez em público tendo sido imediatamente levado para a pista do aeroporto, sem bagagens nem documentos para ser deportado. Encontrava-se naquele pais a convite do partido democrata-cristão COPEI para observar o desenrolar do referendo sobre a emenda constitucional venezuelana. Chegado a Madrid, o eurodeputado reforçou a sua afirmação, tendo o embaixador venezuelano naquela cidade sido chamado ao Ministério dos Negócios Estrangeiros para registar os “protestos” de Espanha pelo tratamento de expulsão brutal.

Também duas cidadãs portuguesas residentes em Caracas narraram dois episódios, que segundo elas terão sucedido em enorme quantidade por todo o país e que indiciam a prática de eleições fraudulentas. Segundo uma, o voto introduzido por si na máquina de voto era “não” e o resultado saiu “sim”, e segundo outra enquanto pedia esclarecimentos sobre o funcionamento da máquina, o seu voto saiu com a designação “nulo”, não podendo alterá-lo à posteriori. Estes sinais de uma “democracia forçada totalitária chavista” são deveras preocupantes e sinal de que a Venezuela já entrou, de facto, na 3.ª ERA BOLIVARIANA do “ditador” Chávez.