A MÁFIA DOS MEGA-CENTROS COMERCIAIS

os consumidores das grandes superfícies são apenas os "terminais" de uma complexa rede de consumo

Por todo o país se construíram nos últimos 20 anos dezenas de mega-centros comerciais, conhecidos como “grandes superfícies”, com maior incidência nos últimos dez anos. Estes empreendimentos, fortemente suportados pelos bancos, representam além de um excelente negócio de investimento para os seus promotores e agentes envolvidos, uma ferramenta política com que muitos autarcas ganham eleições. No entanto, estes “Cavalos de Tróia” do comércio, acabam por levar à falência o comércio tradicional, cada vez menos modernizado fruto da cada vez maior preferência dos compradores pela concentração de lojas nas grandes superfícies, mais atractivas. Num centro comercial, a grande diversidade de lojas, o ambiente de prosperidade (dado que aí só conseguem manter-se cadeias de lojas internacionais, com grande poder económico), a grande oferta de restauração, a concentração de serviços, permitem aos trabalhadores semanais aí efectuarem as suas compras de fim-de-semana de forma descontraída em ambiente familiar, com maior segurança e conforto. Pode-se mesmo dizer, que o tradicional passeio ao fim-de-semana, que antes se efectuava nos centros históricos urbanos, se mobilizou para as periferias, onde geralmente se localizam estas novas superfícies comerciais.

Mas a estratégia destes centros comerciais envolve outras estratégias macro-económicas e macro-financeiras, fundamentais para as economias dos países. O maior consumo de gasolina pelos utentes, maior consumo de produtos (quanto maior é a oferta e qualidade de produtos mais incentivado ao consumo fica o potencial comprador), escoamento de marcas caras (pela sua “pretensa” vulgarização, mesmo junto do segmento médio e médio-baixo), criação de uma “falsa” (ou não) imagem de progresso (mesmo quando as pessoas apenas passeiam olhando as montras, sem consumir), a propagação da doença do “consumismo por impulso”, representam um “PACK” completo de formas de concentrar eficazmente em cada indivíduo e em cada família, técnicas de marketing que permitem, num curto intervalo de tempo, “transferir” as economias destes para a GRANDE MÁQUINA FINANCEIRA que está por detrás da operação, como por magia. Desde o estacionamento pago, às lojas de roupa, aos supermercados, aos cafés e restaurantes, livrarias, artigos tecnológicos, a todo o tipo de serviços úteis, o consumidor liberta uma adrenalina “positiva” que lhe dá uma euforia momentânea, fazendo-o consumir mais do que na realidade necessita, face à exposição fácil aos produtos. Esta é uma técnica maquiavélica de marketing, que funciona na maior parte dos casos e a única forma de a evitar é, ou não dispor realmente de dinheiro (nem sequer do cartão de crédito) ou não procurar estes centros comerciais, autênticas armadilhas vocacionadas para o consumismo induzido. O consumo, face à recessão mundial, vai escravizar muitas famílias e levar ao colapso social muitos indivíduos que não serão protegidos pelo Estado, o mesmo que promoveu a proliferação destas verdadeiras “armadilhas” de consumo…

A MÁFIA DAS IMOBILIÁRIAS

a EXPO'98 ajudou à criação de inúmeras imobiliárias, as mesmas que agora monopolizaram o mercado

No final dos anos 80 em Portugal começaram-se a instalar em maior quantidade empresas do sector imobiliário, que serviam de promotores de vendas, em substituição do tradicional construtor que procedia a venda directa. Desta forma, levaram à regulamentação do sector de vendas, face aos públicos mais exigentes na procura e nos processos de venda. Estas empresas passaram a incluir todos os serviços burocráticos para facilitar o cliente. O BOOM da construção deu-se antes e depois da EXPO’98. Os bancos criaram estratégias de financiamento. Havia uma economia crescente. Algumas zonas urbanas valorizaram-se em função de novos empreendimentos e infra-estruturas então construídos. As imobiliárias maiores uniram-se, criaram uma associação que as protegia dos concorrentes que não cumpriam as normas e as leis. Desta forma aniquilaram as empresas menos concorrenciais e passaram a técnicas mais agressivas de vendas e marketing. Algumas fundiram-se em empresas maiores e deram origem a promotores. Já não necessitavam de procurar financiadores privados. Recorriam a bancos, enquanto promotores e os seus empreendimentos passaram a depender mais do poder político, que nunca. Montaram os seus lobbies com o poder local, regional e nacional, juntamente com empresas de arquitectura, que cresceram com eles, como se de departamentos de projectos seus se tratassem. Criaram-se círculos de negócios chorudos, alguns deles à porta fechada, outros até sem escrúpulos, acabaram por ser denunciados nos Media, mas sem grandes prejuízos para os seus intervenientes.

Agora face à crise global, este lobby, as imobiliárias, mantém-se unidos e garantem que os preços das habitações não descem dos valores de mercado, os quais pretendem continuar a manter em níveis “artificialmente” altos, para não fazerem os seus negócios depender de variações ou picos da economia nacional. Comprar casa, face a este mercado desfasado da realidade, com o desemprego a subir em flecha, tornou-se num negócio muito arriscado, sobretudo em famílias de jovens em início de vida. Embarcar nesta aventura é quase suicídio económico, arriscando-se estes investidores a perderem todo o investimento inicial feito no momento da aquisição. E depois, onde vão viver as pessoas que investiram todas as suas poupanças na esperança de, um dia, conseguirem um futuro melhor para si…? Hipotecar a vida a um banco na esperança de pagar o que já se sabe que não se vai poder pagar, não será escravizar os seus sonhos pessoais aos donos da economia mundial, que lançam as famílias no inferno do desespero e do sufoco para pagar as suas dívidas, cada vez mais agravadas por todo o tipo de leis e coimas…?

A MÁFIA DAS SEGURADORAS

as Seguradoras em Portugal fazem negócios como bancos: recebem muito e pagam pouco

Depois do 25 de Abril o mercado dos seguros estava completamente em aberto. Com novas políticas sociais em curso, este tipo de negócio via a sua expansão crescente a cada dia, fortalecer-se como negócio lucrativo. Os bancos redefiniam as suas políticas, incentivava-se os clientes a comprarem títulos do tesouro, a investirem na sua segurança social e a criarem seguros de vida, de reforma, de automóvel (de acidentes, portanto) que garantiriam uma melhor defesa pessoal de cada cidadão e mais protecção social. As companhias de seguros tiveram um verdadeiro BOOM e não tardaram a surgir companhias monopolistas, fortemente apoiadas e suportadas por determinados bancos. Mas o reverso da medalha começou quando algumas pessoas recorriam a estes seguros quando necessitavam. Começaram a surgir alguns impedimentos, mais sofisticados nos anos 90, das empresas seguradoras, que levantavam agora dificuldades constantes aos seus segurados, sempre que se tratava de terem de pagar o que por direito lhes era devido. Actualmente são inúmeros os seguros que um cidadão comum tem de fazer para poder viver sem coimas na sociedade portuguesa: segurança social, seguro automóvel, seguro de responsabilidade profissional (em algumas profissões), seguro de responsabilidade civil (em algumas profissões), seguro de recheio de habitação, seguro contra acidentes de trabalho, seguro contra roubo (por exemplo, nos casos de licença de porte-de-arma), seguro de saúde, seguro poupança-reforma, seguro de família… que todos somados, nalguns casos, representam um valor muito superior ao das posses de um cidadão comum, faço aos baixos salários e ordenados dos portugueses.

Entre reclamações e queixas, processos e indemnizações, as companhias de seguros tornaram-se um “parceiro” perigoso dos seus próprios segurados, pois praticavam agora uma política de “só pago se fizeres muito barulho”, caso contrário retardavam ou tentavam mesmo ludibriar os seus clientes, fugindo de todas as formas e feitios às suas obrigações e a pagarem aquilo a que os clientes tinham direito por contrato. Inúmeras leis foram feitas pelo Estado e por diversos Governos, todas a super-proteger os interesses particulares das seguradoras, mais do que os interesses dos clientes. E porquê? Porque na sua maioria, as seguradoras são uma espécie de sub-empresas dos bancos, aos quais chegam a arranjar clientes, pelos acordos e normas internos que possuem. Numa certa perspectiva as seguradoras são elas mesmo bancos, pois recebem dinheiro e raramente pagam. Um negócio chorudo para ambos em que o único prejudicado no processo é justamente o cliente, aquele que paga, e que ainda por cima tem de reclamar pelos seus direitos. O sonho de que Portugal um dia pudesse vir a ter a qualidade de vida de países como os do Norte da Europa, está cada vez mais longe, pois absurdamente, o cidadão cada vez está mais obrigado por lei a fazer seguros de tudo e mais alguma coisa, a pagar a segurança social, e a não ter direito a qualquer pagamento sempre que a necessidade ou circunstância o exija, faz deste lobby das seguradoras uma máfia malévola, associada muitas vezes ao poder corrupto do Estado, dos seus governantes e dos Bancos e dos seus administradores. Mas face à situação global, quantas empresas de seguros não irão falir e quantas pessoas poderão continuar a pagar as suas prestações mensais para não perderem todas as regalias que julgavam estar a acumular para maior segurança e tranquilidade das suas vidas???...

OS ROTHSCHILD NA EUROPA

Rothschild, a base do poder económico dos Illuminati na Europa e da Revolução Francesa

«Permitam-me fabricar e controlar o dinheiro de uma nação e já não me importarei com quem a governe.» (Meyer Amschel Rothschild, banqueiro alemão)

“«Não há como ser rico para que todo o mundo se creia no direito de criticá-lo». Isso devem ter pensado os membros da família Rothschild quando leram em Janeiro de 1991 a entrevista a John Todd publicada pela revista norte-americana Progresso para Todos. Membro do Conselho Maçónico dos Treze, John Todd afirmava que o famoso ícone da pirâmide e do olho resplandecente com o qual se representava em geral Deus, significava na realidade algo muito distinto: o olhar vigilante de Lúcifer. Segundo as suas palavras, a imagem foi criada pelos Rothschild e levada depois para os Estados Unidos por dois importantes maçons e pais fundadores da nação, Benjamin Franklin e Alexander Hamilton, antes de estes começarem a revolução e a guerra da independência de Inglaterra. «A família Rothschild é a cabeça da organização na qual ingressei no Colorado, e todas as irmandades ocultas formam parte dela», assegurava, «porque na realidade todas pertencem ao mesmo grupo dirigido por Lúcifer para instaurar o seu governo a nível mundial». Acrescentava ainda: «Dizem que os Rothschild mantêm contacto pessoal com o demónio. Eu estive na sua mansão e vivi-o. Sei que é verdade.»

“A casa Rothschild, fundada por Meyer Amschel, designado por Rothschild, pioneiro da saga, constituiu desde o princípio o melhor exemplo deste tipo de banco. Meyer nasceu em 1743 e instalou o seu primeiro negócio financeiro na cidade alemã de Frankfurt am Main, a sua cidade natal. Filho do banqueiro e ourives judeu Moisés Amschel Bauer, a origem do seu famoso apelido tem de ser procurada no apelido, pelo qual todas as pessoas o conheciam na cidade, pelo facto de na fachada do edifício onde tinha instalado o seu negócio se encontrava pendurado um escudo vermelho (em alemão, rot é «vermelho» e schild significa «escudo»). A tradição considera o vermelho como uma cor solar, vivificante, fortalecedora de carácter positivo, mas, a partir da época do primeiro Rothschild e até à actualidade, o escudo ou a bandeira desta cor converteu-se no emblema das sucessivas revoluções de esquerdas que agitaram o mundo. Meyer começou no negócio bancário do seu próprio pai e mais tarde viajou até Hannover para melhorar o seu ofício com a família Oppenheimer. Graças à sua intensa actividade, a sua visão comercial e o seu à vontade nas relações sociais, permitiu-lhe estabelecer amizade com o general Von Storff, que o introduziu na corte do landgrave de Hesse-Kassel, e pouco depois começou a trabalhar com o próprio príncipe Wilhelm IX, que se dedicava a ganhar dinheiro de todas as formas possíveis e muito especialmente com a guerra. O príncipe recrutava mercenários que diversas monarquias europeias necessitavam para resolverem certas questões entre si, ampliadas com base nos desequilíbrios gerados pela Revolução francesa: equipava-os e dava-lhes guarida até estes partirem para a batalha, e cobrava uma percentagem por cada operação. Meyer compreendeu de seguida como funcionava o negócio e dedicou-se a ele com excelentes resultados. A melhor prova disto é que rapidamente adquiriu uma fortuna pessoal, que incrementou reinvestindo em todos os negócios em que pudesse ganhar mais, desde o comércio de vinhos até à venda de antiguidades, sem nunca esquecer o ofício original bancário, o qual consolidou quando regressou à sua Frankfurt natal.”

“Quais eram os sonhos pessoais do primeiro dos Rothschild? Em que desejava utilizar os seus elevados lucros, na realidade?”

“Muito provavelmente, em adquirir poder. Ao fim e ao cabo, esta é a grande tentação de todos os homens que conseguem destacar-se na hierarquia social. É possível que Meyer tenha fantasiado com a possibilidade de utilizar a sua riqueza para forçar a sua coroação nalguma parte do mundo, ainda que, na época das monarquias absolutistas ligadas a inúmera dinastias, o mero facto de expressar algo semelhante em voz alta pudesse ter-lhe custado a vida. Um punhado de espadas e mosquetes de um rei pobre podiam acabar facilmente com os sonhos de um banqueiro rico. E, no entanto, porque é que a monarquia tinha de ser hereditária, se os sucessores de um hipotético rei competente podiam ser uns ineptos? Ou mesmo que não o fossem. Porque é que não se podia projectar junto dos verdadeiros impulsionadores da economia e da sociedade, como ele mesmo se considerava, de primeira fila? Será que não havia nenhuma possibilidade de alterar a ordem das coisas? Neste cenário apareceram os Illuminati de Weishaupt, e desde logo, Meyer percebeu que existia outro meio de aceder ao poder. Se não era pela frente, actuaria pelos bastidores. Desde o primeiro momento, a família Rothscild amparou e financiou a trama dos Illuminati da Baviera até ao ponto de Meyer os reunir na sua própria casa de Frankfurt em 1786. Segundo alguns entendidos, naquela reunião o objectivo principal foi o estudo detalhado dos preparativos da revolução francesa, que se deu poucos anos depois. Ali se acordaram, entre outras coisas, todo o processo de agitação pré-revolucionária, o julgamento e execuções públicas do rei francês Luís XVI e a criação da Guarda Nacional Republicana para proteger o novo regime.”

“Alguns anos mais tarde, o deputado e membro do Comité de Saúde Pública da Assembleia Nacional, Joseph Cambron, chegou a denunciar veladamente estes factos, lembrando que a partir de 1789 «a grande revolução atingiu todo o mundo, excepto a banca». Seguindo o projecto original dos Illuminati, também se concebeu o plano para estender o processo revolucionário ao resto do continente europeu e provocar um cataclismo social que beneficiaria os interesses da sociedade secreta. Dois anos antes de morrer em 1812, o primeiro dos Rothschild já tinha planeado o futuro da sua empresa, associando os seus cinco filhos varões (e, segundo o seu testamento, excluindo de forma explicita as suas filhas de qualquer participação financeira) à empresa que a partir desse momento se passaria a designar Meyer Amschel Rothschild e Filhos. Assim constituiu a primeira rede financeira europeia de grande alcance, porque cada irmão instalou-se numa cidade diferente e abriu o seu próprio estabelecimento comercial, que representava uma quinta parte da propriedade total. Amschel júnior ficou em Frankfurt, Karl foi para Nápoles, Natham para Londres, e Salomón para Paris, onde ao fim de pouco tempo foi substituído por James, enquanto ele abria uma nova sucursal, desta vez em Viena. Eram as cidades mais importantes da altura, de modo a que os cinco irmãos podiam reunir-se periodicamente para trocarem informação e obterem uma visão de conjunto bastante real acerca do desenvolvimento político e económico da Europa, assim como para coordenarem as suas estratégias.”

“Os irmãos haviam-se comprometido a prosseguir a obra de seu pai, com a vantagem que cada um deles podia agora contar com o apoio incondicional dos restantes, e decidir assim que dirigentes de uma ou outra nação serviam melhor a sua causa e, por conseguinte, emprestavam-lhes ou não o financiamento pedido. O seu enriquecimento económico aumentou simultaneamente à sua influência junto dos vários governos europeus. Excelente exemplo é a sucursal francesa presidida inicialmente por Salomón, que, em pouco tempo, passou a figurar nos arquivos policiais por envolvimento em actividade de contrabando apesar de ser uma grande personalidade da corte e da alta sociedade. Foi a partir de 1823 quando o rei Luís XVIII de França obteve dele o empréstimo de 400 milhões de francos, o primeiro de uma série. Meses depois, o banqueiro era condecorado pela Legião de Honra pelos «seus valiosos serviços à causa da Restauração». Mais tarde, Salomón partiu para Viena onde rapidamente estabeleceu amizade pessoal com o chanceler Metternich e com honrarias da corte imperial. As suas relações com a cúria romana igualmente foram de vento em poupa, até ao ponto de negociar um grande empréstimo ao próprio Estado Vaticano. O resultado de todas estas manobras foi que a partir de então a Casa Rothschild se converteu em sinónimo de riqueza e poder sem fronteiras.” (in, Illuminati, Paul H. Koch, Editorial Planeta SA, 2006, Barcelona)

PORTUGAL: O PAÍS DOS ANTI-HERÓIS

os vários rostos de Sócrates: salazarista, pombalista e neo-nazi, vários totalitaristas num só...

Análises brilhantes feitas por escritores como Miguel Real (in, A Morte de Portugal, Campo das Letras Edit.) ou José Gil (Portugal, Hoje - o Medo de Existir, Relógio d’Água Edit.) ajudam-nos a fazer uma análise sincrónica e diacrónica do perfil do português enquanto indivíduo actualmente cobarde. Depois do abaixamento moral e mesquinhez provocada por séculos de opressão moral levada a cabo pela “Santa Inquisição”, os portugueses tiveram de suportar um homem mesquinho - SALAZAR - que falava como um padre mas que ao mesmo tempo permitiu a existência de uma polícia política que à laia de BIG BROTHER (do livro “1984”, de George Orwell) mantinha a liberdade de expressão sob forte controle.

Ficou-nos a herança do MEDO e da MESQUINHEZ, tantas vezes apontadas pelos nossos vizinhos espanhóis (muito mais afoitos, desinibidos e sem preconceitos que nós) como um dos males do nosso povo não crescer mais economicamente. Expressões de medo enraizadas no povo como - “tem cuidado”, “cuidado com isso”, “olha lá”, “vê lá isso”, “porta-te bem” – não são senão falsos moralismos que castram qualquer herói que intente nascer no seio da populaça… País de “bufos” e intriguistas, desde Salazar, redes de informadores em todo o lado, inquisidores, padres, médicos, vizinhos, colegas de trabalho, um pesadelo à escala nacional, para quem quer ser um simples e democrático livre pensador. “Antiguidade é posto” reforça a mesquinhez da hierarquia dos mais velhos sobre os mais novos (geração de onde poderiam sair os heróis), o poder que estes exercem sobre os seus inferiores hierárquicos, para que estes nunca se esqueçam que, mesmo que sejam mais competentes e aptos, terão de “baixar a bolinha” pois outros valores mais altos se levantam… Estes pregões e chavões tão presentes nas zonas interiores, nas instituições do Estado, nos meios militares, defendem o poder instituído, corrompido, contra a força de mudança da juventude sempre necessária à liberdade. Todas as instituições “lentas” do estado usam esta regra. Em Portugal é o medíocre quem lidera as empresas, as instituições públicas, é o medíocre quem manda, por isso não sairemos desta soturna SOCIEDADE DO MEDO INSTITUÍDO…

Agora esta mesquinhez travestiu-se com trajes mais nobres e emigrou para a Europa e os nossos representantes oficiais naquela instituição, como submissos militares da Gestapo, obedientes cegos ao Führer (Illuminati) ajudam a levar tranquilamente o seu maquiavélico plano até ao fim, asfixiando dia a dia, cada lar, cada família, cada pessoa, numa gigantesca câmara de gás chamada “UNIÃO EUROPEIA”…

JUVENTUDE ILLUMINATI, JUVENTUDE HITLERIANA

a Juventude Illuminati usa símbolos e iconografia nazis, os mesmos da Juventude Hitleriana

«A Illuminati é uma instituição milenar, nascida no alvorecer da história. Nos seus fundamentos estão segredos específicos, formando uma sociedade baseada no sigilo e na obediência. O sistema dos iluminados foi desenvolvido por diversos líderes, entre eles Hassan Sabath (nazarins - 1090), Bayezid Ansari (roshynaia - 1550), Adam Weishaupt (illuminati - 1776). Outras dezenas de grupos menores desenvolveram o sistema illuminati, mais ou menos perfeitamente. Em 1776, o alemão Adam Weishaupt funda a Ordo Illuminatorum, sociedade baseada em princípios de reforma moral e social. Organizaria rosacruzes, maçons, esotéricos, clérigos e outras ordens numa sociedade disciplinada, secreta e voltada ao progresso e a liberdade. A Ordem de Weishaupt foi extinta em 1785. Neste momento entendeu-se que uma Ordem anti-tirânica só pode sobreviver no máximo segredo. Assim se iniciou a mais feroz das lutas contra a tirania, e uma luta implacável contra os dogmáticos. Outros irmãos dedicaram-se ao progresso da ciência, da cultura e da sociedade. Da Illuminati original originaram diversos movimentos. Entre eles, o anarquismo, carbonária, marxismo, socialismo, o trabalhismo (que elegeu o dia 1° de Maio), os democratas e outros diversos partidos, organizações e ordens. Todas são filhas desta poderosa ideia original. Na continuidade no final do séc. 20 a Illuminati como Ordem foi reactivada novamente pelo mestre Paolo Bortel (maçom/rosacruz). Os conhecimentos da tradição foram organizados conforme as antigas instruções milenares, igualando caracteristicamente as organizações de Hassan Sabbath, Bayezid Ansari e Adam Weishaupt. Os governantes invisíveis da humanidade escolheram nos tempos antigos o mestre Hassan ibn Sabbath como o chefe supremo dos iluminados. Sucedeu-se esta mesma hierarquia até que quatrocentos anos mais tarde surgiu outro líder designado para a nova dinastia dos illuminati, o mestre Bayezid Ansari. Duzentos anos depois (1776), muda-se para o Ocidente a chefia da Ordem, sendo o novo mestre supremo Adam Weishaupt. Em 1999, duzentos anos depois deste grande chefe, os governantes invisíveis escolhem o mestre Paolo Bortel para receber a milenar herança e fundar a nova geração da Illuminati. Sob a jurisdição do poderoso Deus o mestre actual dirige a Ordem, recrutando simpatizantes em todos os países, independente de raças e credos.»

«A Illuminati é uma instituição baseada na obediência e no sigilo. A hierarquia e rígidos princípios morais prevalecem na Ordem. Para esta nova geração, estabeleceu-se novas formas de actuação, acção e reacção, e sistemas diferenciados de instrução. Modernos métodos de influência e consciencialização são utilizados, assim como técnicas avançadas de mudança social. Actualmente a administração internacional da Ordem Illuminati esta com o soberano mestre Paolo Bortel, que ocupa a presidência, dividindo a administração com seu Conselho de Ordem. Como se dividem hoje os grupos Illuminati: 1° Da nova geração ocidental do mestre Paolo Bortel; 2° Dos iluminados do oriente: islâmicos e indianos; 3° Remanescentes de Weishaupt; 4° Pequenos grupos ocidentais da tradição iluminista.»

«Pré-Posições da Ordem Illuminati hoje: Existência de Deus como criador, organizador e conservador do Universo; Respeito a todas as religiões e credos, independentemente se antigas ou modernas; Formado por Deus inicialmente puro e simples (“Dorme no mineral, sonha no vegetal, acorda no animal, vive no homem, e brilha nos anjos”); Contra qualquer forma de eliminação da vida intra-uterina; Contra, seja eutanásia passiva ou activa; A favor da pesquisa utilizando embriões; Sendo a igualdade um dos pilares dos iluminados, nenhum país, seja por qual motivo for, ideológico, político ou religioso, seja usando a força, astúcia ou ameaça, pode sobrepor-se a outro em detrimento dos interesses deste, de seu povo ou população (a riqueza de um país não deve ser resultado da miséria de outro; todo o país tem direitos internacionais e não pode ser oprimido por decisões unilaterais de um grupo de países, especialmente os que dispõe de muito poder económico ou militar); Toda guerra é abominável (geralmente são realizadas por motivos escusos - económicos ou conquista territorial - camufladas pela falsa virtude e ideologias fascistas); Uma grande família (é assim que são as ordens; mantemos o respeito com todas - assim consideramos os templários como nossos irmãos, com os quais temos maiores afinidades. Consideramos os rosacruzes, teólogos e maçons como primos, com uma relativa afinidade); Igualdade absoluta, independente de raça, cor, credo, religião, situação social, situação financeira, situação marital, escolha sexual, costumes, tradições, enfim, as diferenças não existem; A análise a esse respeito é se o político é realmente comprometido com as necessidades da população, e se mantém suas promessas quando no poder; A análise de um governo ou governantes deverá ser nos pontos seguintes: 1° liberdade de manifestação, 2° liberdade de imprensa, 3° saneamento básico, rede de saúde compatível, 4° amparo à criança, ao adolescente e ao idoso; 5° ensino gratuito; 6° alimentação básica a classe desfavorecida; 7° evolução social e económica.»

«Treze Pontos para a Nova Ordem:
1° Moeda mundial;
2° Linguagem universal;
3° Segurança total (monitorização e vigilância);
4° Assistência Social Completa e Contínua (renda mínima, pleno emprego, ensino gratuito, saúde pública);
5° Desconcentração da renda e poder do Estado (impostos mínimos, colaboradores mínimos, enxugamento);
6° Igualdade absoluta dos seres: posição social, étnica, económica, dos costumes, inexistência da autoridade;
7° Justiça Internacional: repressão total a contravenção, ao crime, a tirania e a corrupção;
8° Saneamento e Saúde em nível mundial
9° Planeamento familiar;
10° Fim da fome e da miséria;
11° Liberdade irrestrita de opinião e manifestação;
12° Moralização do ser: fim da mendicância, da prostituição, do trabalho infantil e demais factores;
13° Criação da Polícia e do Exército da Nova Ordem.»
(in, http://www.grandorient.org/ )

LEI DE TALIÃO AOS POLÍTICOS PORTUGUESES...!!!

a Assembleia da República já não defende os direitos e liberdades da República de há 99 anos

Seria um exercício interessante aplicar a Lei de Talião a qualquer político português: “Era-lhe dado um ordenado de 350€ a 400€ e com isso tinha que alimentar uma família com filhos e avós. Teria de sofrer na pele o sofrimento dos atendimentos nos hospitais públicos e centros de saúde, pagar as coimas das finanças por falta de cumprimento de prazos e fazer contas à vida para poder fazer a inspecção dos veículos afectos à sua família, sem os quais não podia trabalhar. A juntar a isso, as multas da PSP e da GNR, a gasolina, a alimentação e os medicamentos para as crianças, porque para os pais nem pensar. As despesas da escola já não se conseguem pagar e os miúdos têm mesmo de desistir de ir à escola. As despesas de manutenção da conta bancária, sempre negativa, sufocam ainda mais a vida ao fim do mês. Ter acidentes de automóvel, nem pensar. É rezar para que, mesmo assim, não aconteça nada fora do previsto porque senão…senão…não saberá o que fazer mais… E no final começam a vir as contas de electricidade e água que já não são pagas há três meses. Cortam o abastecimento e fornecimento. As finanças penhoram a casa impiedosamente e quando o político lhes diz que era um teste, que ele era um funcionário do Governo, levam-no preso para a esquadra e daí para um hospício de onde nunca mais sairá, com vida… Perante este surrealismo, este político, suicidou-se…”

As actuais leis nas mais variadas áreas da sociedade portuguesa criam instrumentos para defenderem apenas os interesses das grandes empresas e grupos económicos, a prepotência do Estado e das polícias (está-se a criar o mesmo espírito de Autoridade do período salazarista), contra os pobres e a classe média que é cada vez mais sufocada com despesas de todo o tipo, burocracias, incompetência das instituições e desresponsabilização de competências e direitos. Os políticos ao longo das duas últimas décadas legislaram não para o povo, mas para garantirem a sua vida futura, a vida da oligarquia que alimentam, das sociedades secretas às quais prestam obediência cega, sob voto de silêncio, lobbies herméticos e clubes privados cuja finalidade última e secreta, apenas conhecida verdadeiramente pelos graus e membros mais avançados e antigos, é a instauração de uma EXTREMA-DIREITA ULTRA, que segue regras e normas internas tão apertadas como as que seguia a sociedade próxima aos FARAÓS do EGIPTO ANTIGO e que pomposamente usa o nome liberal de NOVA ORDEM MUNDIAL.

LEI DE TALIÃO: OLHO POR OLHO, DENTE POR DENTE…

iraniana Ameneh Bahrami queimada na cara e cega com ácido, por pretendente por si rejeitado

Uma iraniana de 30 anos que em 2004 ficou cega quando um pretendente despeitado lhe atirou com ácido à cara por não o ter aceite como marido, decidiu aplicar a lei de talião autorizada pela legislação do Irão ao seu verdugo. A lei de talião -"olho por olho, dente por dente" - exige um castigo igual ao crime cometido. Ameneh Bahrami, que vive na cidade espanhola de Barcelona, onde foi várias vezes operada aos olhos e rosto, revelou ter rejeitado o pedido de piedade do seu verdugo, companheiro de faculdade, que lhe implorou para não o deixar cego. Ameneh recordou que ele não teve compaixão quando a esperou horas à porta do trabalho para queimá-la na cara e deixá-la cega, e acrescentou que o seu verdugo será pelo menos mais "afortunado" do que ela: "Será anestesiado antes de lhe serem atiradas cinco ou dez gotas de ácido nos olhos, será fácil para ele", disse, inflexível. A mulher está à espera de uma carta do tribunal para viajar para o Irão. Por estar cega não poderá ser ela a executar a sentença. "Haverá muita gente a querer fazê-lo por mim". Segundo a lei iraniana, Ameneh só poderá cegar-lhe um olho se não pagar vinte mil euros para executar a sentença na íntegra (a mulher vale metade de um homem). "Eu quero pagar-lhe olho por olho", garantiu Ameneh, ciente de que o agressor "não deve andar em liberdade. A jovem iraniana, que fugiu do seu país por medo, vive há quatros anos numa casa alugada, graças a uma pequena pensão de 400 euros do Governo espanhol. Ameneh sofre de tonturas, está doente e necessita de alguém para a acompanhar no seu dia-a-dia, mas a mãe não pode vir porque não lhe concederem o visto. Não obstante, disse que prefere esta situação a voltar ao Irão e teme também pela família e amigos. Ramón Médel, do Instituto de Microcirurgia Ocular de Barcelona, explicou que a sua paciente chegou a ter durante dois anos 40% de visão num olho, mas uma infecção por fungos deixou-a totalmente cega.

Num caso assim como julgar a tão arcaica Lei de Talião…? Justiça seja feita, ou não…? Perante um crime tão horroroso é difícil pensar com discernimento e talvez, a lei da vingança, demasiado horrível para qualquer europeu acomodado, seja a única forma desta mulher muçulmana obter um pouco de paz de espírito, já que praticamente perdeu tudo num único acto criminoso, machista, ainda por cima…

DA RECESSÃO À DEPRESSÃO

a inacção de medidas económicas pela União Europeia está a permitir a proliferação do trabalho escravo

Os bancos europeus e mundiais foram financiados pelos seus Estados para se desenvolverem enquanto estruturas financeiras das nações e do mundo; estrategicamente, visavam essencialmente facilitar a economia capitalista global. No entanto, face ao forte consumismo induzido pelas empresas que praticam cada vez marketing mais agressivo, nos últimos anos financiaram indiscriminadamente os cidadãos com dinheiro virtual que não possuíam. Agora descobriu-se que o conseguiam através de off-shores em operações de bolsa virtuais ou outros negócios ilícitos como forma de multiplicação dos seus lucros, em curto espaço de tempo. Mas a recessão económica global apareceu "virtualmente" do nada e não foi possível continuar o gigantesco bluff...Os bancos recolhem agora o máximo de moeda dos seus clientes que conseguem, incentivando a um abaixamento temporário do consumo pelo espalhar nos MEDIA da recessão. Os cidadãos retraem então os seus os gastos diários face a tanto alarmismo. Desta forma conseguem ficar com alguma dinheiro disponível nos seus cofres a curto prazo, criando uma pequena bolsa financeira de recurso que lhes permite aguentarem mais algum tempo, durante o qual vão tentar negociar com os governos mais soluções e financiamentos de recurso e apoio. Assim, pedem descaradamente ajuda aos Estados (que vão buscar o dinheiro dos contribuintes) o que reforça a sua sobrevivência por mais uns meses.

O desemprego mundial aumenta. Milhares de empresas vão à falência. A máquina de produção abranda. Começa um ciclo auto-destrutivo “não consumo-não produção-não consumo”. Os combustíveis e os transportes encarecem e logo de seguida os preços dos produtos, os alimentares também. Os salários são congelados, alguns bancos vão à falência, algumas pessoas perdem tudo na vida. A banca é nacionalizada. São agora os Estados que controlam totalmente as vidas das pessoas. Inflexíveis na sua actuação cega limitam-se a garantir a sobrevivência das classes mais abastadas no caos que eles próprios criaram ou ajudaram a alimentar. Porque os pobres, esses já não sairão da sua situação nos próximos 10 anos. Algumas empresas escravizadoras de trabalhadores desenvolvem-se como um vírus que se aproveita do seu hospedeiro. Por todo o mundo a classe média passa a ser uma classe escrava que se sujeita a qualquer coisa para ganhar um mísero ordenado. Os pobres, esses, transformam-se definitivamente em “outsiders" desta "nova sociedade" imposta pela NOVA ORDEM MUNDIAL...Lutar?...Esta primeira batalha já está perdida. Poderá até já não haver outra oportunidade... Mas a humanidade sobreviverá, uma vez mais...!

AVIAÇÃO: LOW-COST POUPAM NO COMBUSTÍVEL

será de prever um aumento de acidentes de companhias aéreas que poupam no combustível ?

Consta que algumas companhias low-cost de transporte aéreo de passageiros possam estar a encher os depósitos dos seus aviões com mínimos de gasolina, calculados milimetricamente para servirem apenas as distâncias previstas entre os vários pontos do trajecto. Esta medida de poupança forçada pode colocar seriamente em risco a segurança dos passageiros, comprometendo essencialmente os últimos quilómetros, na aproximação aos aeroportos, momento crucial e o mais perigoso de todo o trajecto aéreo, pois face a condições climáticas adversas (formação de gelo nos motores, ventos fortes ou outros) o consumo de gasolina das turbinas pode sair dos cálculos previstos. Recentemente tem-se assistido a estranhos acidentes ou aterragens forçadas, muitas devido a incêndios nas turbinas por sobreaquecimento (falta súbita de combustível). O caso recente da queda do avião turco em Amesterdão foi dado como um acidente resultado da falha dos altímetros, mas o perfil do acidente encaixa neste tipo de falha técnica, da falta súbita de fornecimento de combustível aos motores. Talvez isso justifique o breve incêndio que se deu aquando do seu despenhamento a escassos segundos da aterragem. Se por um lado as companhias low-cost podem esperar uma redução drástica dos seus tradicionais clientes face à recessão, por outro ganharão clientes que usualmente voavam “mais caro” noutras companhias, mas que agora, farão cortes nos seus orçamentos familiares viajando mais barato. O preço instável dos combustíveis e a instabilidade do mercado poderá estar a afectar as medidas de segurança e manutenção das frotas de aviões, aliada ao facto de muitas companhias de aviação low-cost esperarem maiores lucros do que em anos anteriores, nos quais se dedicaram exclusivamente a baixíssimas margens como forma de conseguirem cativar um determinado mercado específico de clientes.

WATCHMEN, O FILME

em plena Guerra-fria americana, os Guardiões optam pela guerra nuclear em nome da PAZ...

Zack Snyder traz-nos um filme fantástico onde o imaginário se mistura com o próprio conceito da Guerra-fria dos anos 80 entre EUA e União Soviética, um tema absolutamente actual, face à nova corrida a arsenal nuclear por várias nações do mundo. Os Guardiões simbolizam uma super sociedade secreta (um claro paralelismo a certas sociedades secretas) que combate o crime mas que esconde estratégias bélicas não totalmente isentas de julgamento. Numa América alternativa de 1985, super-heróis mascarados são parte da estrutura comum da sociedade, e o Relógio do Juízo Final - que marca a tensão entre os Estados Unidos e a União Soviética - é permanentemente acertado em cinco minutos para a meia-noite. Quando um dos seus antigos colegas é assassinado, o vigilante mascarado Rorschach decide investigar um plano para matar e desacreditar todos os super-heróis do passado e do presente. À medida que ele se restabelece ligações com sua antiga legião de combate ao crime - um grupo desorganizado de super-heróis reformados, dos quais apenas um possui verdadeiros poderes - Rorschach vislumbra uma ampla e perturbadora conspiração que está ligada aos seus passados e a catastróficas consequências para o futuro. A missão deles é vigiar a humanidade, mas quem vigia os vigilantes?

MAIS FRIO: A NOVA GUERRA-FRIA

durante a primeira Guerra-fria, a indústria do armamento produziu mais do que em qualquer outra guerra

Depois da fragilização da economia ocidental e norte-americana, os Russos anunciam publicamente que de 2011 a 2020 procederão à modernização completa do seu arsenal nuclear. Ajudaram o Irão a construir a sua central nuclear com tecnologia de ponta e esperarão algo em troca… Aliados à Coreia do Norte e à China deram início a uma nova era do nuclear, uma nova Guerra-fria. O mundo treme novamente. Desta vez a corrida a arsenais nucleares não terá, certamente o mesmo fim da primeira Guerra-fria. Havendo mais potências e governos envolvidos, maioritariamente de esquerda, poderá ser mais difícil obter acordos de contenção, assim que estiverem em franca maioria. Estes governos com forte tradição em políticas totalitárias, certamente não passarão a ser menos arrogantes e ditatoriais: pelo contrário… Num cenário de holocausto nuclear, preparado cuidadosamente por esta “recessão económica” fabricada pelos Illuminati de todo o mundo, o poder do gigante do Oriente esmagará as nações “livres” do resto do mundo. Chávez igualmente repete a história do início da Guerra-Fria: o mesmo erro de Fidel Castro, em 1959. A história conjuga os factos e os homens, e repete-se numa espiral temporal que não pode ser parada, porque quem a controla são os homens que sempre estiveram e sempre hão-de estar no poder: os adeptos da Guerra, filhos da tradição do reino das Trevas desde o tempo dos impérios e das civilizações antigas: Seth, Ares, e Marte.

O MUNDO DENTRO DE 10 ANOS

no filme "Os Filhos do Homem", o futuro próximo reflecte uma sociedade mundial em CAOS

Com o desabar económico do Ocidente, a já prevista ascensão económica das potências asiáticas, pelo famoso relatório da CIA para o ano de 2020, confirmar-se-á. Isto se entretanto, não se concretizar o cenário apocalíptico de diversas profecias, que apontam Dezembro de 2012 como um momento fatídico para a humanidade, com carácter fortemente apocalíptico. Se passarmos esse momento, corremos seriamente para uma escravização do Ocidente em relação ao Oriente, o qual deterá as tecnologias de ponta, incluindo as informáticas. A Rússia, China, Irão e Índia deterão a grande maioria do poder bélico mundial. Os produtos transformados de baixa qualidade, que contrastam com as tecnologias de ponta estarão igualmente na mão dos chineses, coreanos, tailandeses e indianos. Ao resto do mundo poderá ficar vocacionada uma agricultura nacional, pequenas indústrias artesanais e algum comércio específico e empresas de prestações de serviços. Mas essas serão maioritariamente multinacionais ou estarão centralizadas em poucas empresas de grande dimensão. Sem concorrentes e semi-controladas pelos governos, cada vez mais corruptos e manipuladores da liberdade dos indivíduos, estas empresas escravizarão os seus empregados, os quais tratarão como “peças” do sistema, sem quaisquer regalias ou direitos. A segurança social deixará de existir assim como as classes de indivíduos. Existirá um tipo de empresários ricos que detêm negócios com os políticos corruptos numa simbiose necessária e auto-suficiente. De fora fica a nova classe média, os escravos e a nova classe pobre, os que sobrevivem na rua sem emprego e sem quaisquer direitos. No Império romano era assim, e assim será dentro de 10 anos. O Império dos Illuminati, de génese romana será o NOVO PODER. A igreja cristã perseguida até à morte estará extinta e destruídos simbolicamente todos os seus edifícios: igrejas e mosteiros, conventos e centros religiosos. Um poder único reina no planeta. As forças dos Estados, detentoras de potente armamento e meios, mantêm submissos os escravos, agora nas mãos das Máfias Unidas…

Como se isto não bastasse, as condições climáticas, irremediavelmente alteradas, agravadas pela radiação nuclear em determinadas regiões do globo (fruto de guerras e acidentes em indústrias nucleares) assolam ainda mais os que vivem na rua ou sem condições nas suas habitações, que são agora edifícios sem janelas, abandonados, semi-destruídos. O Árctico, maioritariamente desaparecido, fez subir as marés, que devastaram uma grande parte das orlas costeiras marítimas. As chuvas abundantes, devido à maior quantidade de humidade do ar, destroem a agricultura em vastas extensões. A fome abunda por este motivo. O céu constantemente nublado faz milhares de espécies vegetais morrerem. Os fungos e bolores expandem-se exponencialmente e bactérias mortais contaminam milhões de pessoas que desenvolvem doenças para as quais nem sequer se procura cura por não haver meios nem estruturas que o façam. A maior parte das espécies de peixes está extinta e os animais em cativeiro para criação são já um pálido exemplo do que outrora foi o reino animal. As mulheres são vítimas de testes e experiências com medicamentos colocados nos alimentos pelas empresas suas produtoras e distribuidoras. Estas experiências, associadas à situação global de caos e escravidão criam uma taxa de natalidade diminuta comparada com o número total de habitantes do planeta. Algumas nações perseguem mesmo as grávidas, prendem-nas ou matam-nas. O medo já não existe, porque passou a ser o único modo de vida. A submissão, o desespero e sobreviver a cada dia são as únicas razões de existir da sociedade de escravos. Mas um vírus mortal desenvolve-se “na sombra”, causando a morte de cerca de 85% da população mundial. Será, no entanto este vírus, a única hipótese de liberdade humana, pois com ele morrerão a maioria dos ditadores totalitários. Os dez anos mais longos e cruéis de toda a história da humanidade…

O ESTADO DA BANCA EM PORTUGAL

edifício-sede da CGD, desenhado como a Arca da Aliança: poderá vir a ser o banco do Estado português?...

“O BCP detinha sociedades off-shores para comprar as suas próprias acções e fazê-las subir na bolsa, emprestava fortunas a figuras da instituição, créditos que acabavam perdoados, sem penalização. Com as acções em queda, estas off-shores obrigaram o BCP a assumir perdas na ordem dos 416 milhões de euros. Durante vários anos, os responsáveis do primeiro banco privado português manipularam resultados enquanto beneficiavam da subida do valor das acções […]. As perdas identificadas no BPN são de 1800 milhões de euros, mais de metade do custo de construção do novo aeroporto, o equivalente a 360 quilómetros de auto-estrada. Durante anos o BPN de Oliveira e Costa cometeu ilegalidades através de uma centena de off-shores. Um banco secreto em Cabo Verde, controlado pelo BPN, servia para ocultar centenas de milhões de euros, em perdas. Quando o BPN deixou de ter em caixa os mínimos exigidos por lei, foi nacionalizado pelo governo. O BPN foi processado por branqueamento de capitais, informações falsas, falsificações […]. O BPP afundou-se em dívidas devido a operações ruinosas na Bolsa. O governo começou por dizer que neste caso não interviria, pois tratava-se da falência de um banco que geria fortunas privadas e que não afecta o resto do sistema financeiro. Mas, dias depois, Teixeira dos Santos anuncia o salvamento do BPP, um empréstimo de 450 milhões de euros garantido pelo Estado através de seis instituições de crédito. Ora, os accionistas do BPP receberam 30 milhões de euros em dividendos nos últimos três anos. Deveriam ser eles a responder pelo banco. (in, Jornal Bloco de Esquerda, Março de 2009)

A queda de lucros dos bancos portugueses avaliados em cerca de 40% em 2008 comparativamente ao ano anterior, poderão descer bastante mais, percentualmente, neste ano de 2009, já que os investimentos estão reduzidos ao mínimo, uma vez que para fazer face ao desemprego alarmante, às falências das indústrias e das empresas privadas, as famílias reduziram os seus gastos a aspectos essências que se prendem com a própria sobrevivência. O Millennium BCP foi o que teve a maior queda, avaliada em cerca de 65%. Talvez por isso tenham vendido as suas acções do BPI aos angolanos, como medida de redução de maiores contracções financeiras, já que o BPI, um banco de muito menor dimensão, corre sérios riscos de suceder à tragédia da recessão. A Nacionalização da Banca aproxima-se a passos largos e a CGD prepara-se agora para ser posta à prova na Assembleia da República, talvez como primeira medida de aviso ou já um princípio da sua anexação ao Estado…? O certo é que milhares de famílias perdem os seus investimentos (alguns deles de uma vida inteira) diante dos olhares indiferentes dos políticos e governantes, que encolhendo os ombros assistem à derrocada da Banca sem que para isso, se tomem medidas realmente sérias para resolver problemas reais, que surgem a cada dia no seio das famílias portuguesas. Cada dia que passa representa uma oportunidade perdida para o povo luso e uma oportunidade ganha para as máfias políticas e económicas…

CENSURA EM BRAGA NA FEIRA DO LIVRO

na Alemanha NAZI de Hitler a nudez na Arte ficou reduzida a algumas esculturas

Para quem ainda tem dúvidas sobre a tentativa gradual de implementação de uma nova PIDE em Portugal pela parte dos políticos que se governam, fica este exemplo da Feira de Livros de Saldos em Braga. A PSP, sem grandes explicações entrou pelo stand adentro e apreendeu todos os exemplares de uma publicação que apresentava uma pintura de uma mulher nua na capa (pintura de Courbet), supostamente numa pose escandalosa. O empresário António Lopes, proprietário da distribuidora de Braga "Inovação à Leitura", apresentou queixa em Tribunal contra a PSP, visto não lhe reconhecer competências na área da censura, já que a publicação se encontrava devidamente autorizada pelas entidades competentes. Sabendo nós que a PSP, quando quer, consegue violar várias leis constitucionais em acções em que exerce a força sem justificação ou mandato, pode esta acção não surpreender completamente. O problema é quando se estabelecem outros paralelismos com medidas muito de extrema-direita que o Governo PS tem vindo a assumir em várias frentes da vida social dos portugueses…

A REAL CRISE DAS FAMÍLIAS PORTUGUESAS...

água e electricidade, serviços essenciais em países desenvolvidos: Europa volta à Idade Média...

Indiferentes à crise nacional e global, as empresas fornecedoras de água, gás e electricidade limitam-se a cumprir "friamente" os seus contratos, apresentando as suas facturas mensais aos clientes, que ao não pagarem se sujeitam ao imediato e inquestionável corte de abastecimento. É uma postura fria e indiferente à situação que o país atravessa. O Estado não se importa com estes assuntos “menores” pois continua apenas preocupado em anunciar as suas 200 medidas do SIMPLEX para a Saúde. Sem luz nem água, o Governo bem pode começar a preparar os Centros de Saúde e Hospitais para receberem milhares de pessoas por contracção de vários tipos de viroses e bactérias. A saúde no seu melhor… Obrigado ao Sr. Sócrates e à sua equipa de “excelentes” técnicos políticos, autênticos visionários que em vez de resolverem os problemas reais dos dias de hoje, apenas pensam nas suas políticas totalitárias nacionais socialistas…

A (MÁ) EDUCAÇÃO

o Governo preocupa-se com as crianças, mas não com os pais, que têm de pagar as despesas...

Depois da ministra não conseguir exercer boas políticas nas escolas do secundário resolveu voltar às origens, dando uma reviravolta na sua actuação, passando a refugiar-se agora no pré-escolar, pois crianças indefesas que não têm ainda voz de protesto não podem reclamar, assim como os seus pais ficarão muito gratos ao Sr. Sócrates por os ajudar a tomar conta das criancinhas. Inauguram-se centros “de última geração”, segundo as suas palavras, talvez mais um negócio de alguns construtores, fornecedores de equipamento escolar e outros pequenos “contratos” de adjudicação directa, claro está. Boa política, antes das eleições… Porque depois lá voltaremos à traulitada, desta vez com mais força, aos professores do secundário, para ser feita uma verdadeira limpeza “étnico-política”, escola a escola, como fazia lentamente a PIDE, no regime salazarista. Para isso basta a Srª. Ministra sentar-se aos fins-de-semana na sua poltrona a ler os inquéritos às escolas e professores e decidir quem fica e quem não fica, tal como os professores corrigem os seus testes, em ambiente familiar, porque assim tudo parece mais confortável, mesmo as decisões mais “totalitárias” e “autoritárias”…

TOTAL IMUNIDADE, TOTAL IMPUNIDADE

Portugal nas mãos das máfias políticas submete-se agora também ao impune crime violento...

Em todo o globo se está a instalar uma ideia de que o mundo como o conhecemos no século XX está a começar a desabar. Esta ideia é tão real quanto vivida pela maioria das pessoas. O medo está a começar a apoderar-se destas, mas numa primeira fase revela-se apenas um medo-cobarde, desconfiado. Já virá o medo-efectivo e o medo-pânico. Todos os Media lançam diariamente notícias para aumentarem o medo e o pânico global: o medo do desemprego, o medo de não poder pagar as dívidas. O crime violento aumenta, alastra impune na maior parte dos casos. Mas essas notícias não passam, na realidade, de pequenos grãos face à criminalidade real que passa completamente ao lado das polícias e dos políticos que continuam a viver normalmente como se o mundo apenas tivesse piorado um pouco em relação a anos anteriores. À total imunidade política que esconde muitos Illuminati conspiradores, junta-se agora a total impunidade reforçada por estes e pelas polícias e forças de investigação que não se param de queixar: “não dispomos de meios nem de efectivos suficientes”… E lá vai o Paulo Portas dar mais carrinhos e pistolas, radares e uniformes, meninos e meninas, para que estes possam continuar a sua vidinha quotidiana de deixarem passar impune cerca de 95% do crime do qual não se fala nos Media… As polícias aprenderam com os políticos, dos quais dependem directamente: imunidade=impunidade…

INFORMAÇÃO = DESINFORMAÇÃO

marketing agressivo, informação enganosa e corrupção política lançam o CAOS na sociedade civil...

Na fase em que nos encontramos da sociedade do século XXI, enfrentando uma forte recessão que caminha a passos largos para uma depressão económica global profunda, em que a produção e o consumo reduzirão drasticamente provocando um colapso social sem precedentes, chegamos à conclusão que informação e desinformação são faces da mesma moeda, e até já têm o mesmo efeito sobre a psique humana. Da mesma forma que temos a célebre frase “não há má publicidade” (porque até a má publicidade é favorável, na maior parte dos casos), passamos a ter também outra máxima: “não há informação” (porque nos dias que correm todas as informações levam, na maior parte dos casos, a lado nenhum). A vida para muitas pessoas chegou a um beco sem saída. Ninguém se interessa já por defender princípios cívicos e económicos, estratégias de desenvolvimento, porque tudo está simplesmente a desabar. A pouca informação útil ou verdadeira confunde-se com informação virtual, errónea ou prescindível porque as pessoas, desesperadas, correm como “ratos num labirinto” para todos os lados, sem encontrar a saída... Os políticos mentem aos eleitores, as instituições empatam os cidadãos, as empresas enganam os empregados, os amigos não querem saber dos amigos… A informação, a verdade, a razão e a lógica dão agora lugar à desinformação, à mentira descarada, à injustiça impune, ao CAOS…

“A MAÇONARIA MODERNA”

o falecido Papa João Paulo II, lembrou a incompatibilidade de ser maçom e católico

“No princípio do século XVI, um grupo de mestres alemães deslocou-se a Inglaterra para abrir as primeiras lojas de construtores do reino Unido. Os aprendizes ingleses redigiram a primeira lei maçónica de que temos notícia, a chamada Constituição de York, ao mesmo tempo que fundavam a Ordem da Fraternidade dos Maçons Livres. Tal como aconteceu no continente, a organização britânica entrou em declínio, pouco a pouco, até que se viu obrigada a aceitar profissionais liberais e inclusivamente membros da nobreza. Os novos iniciados eram qualificados de «maçons aceites». Em seguida surgiu a Fraternidade dos Maçons Livres e Aceites, os quais, definitivamente, tinham abandonado a construção e portanto passaram a denominar-se Maçonaria Especulativa em vez de Maçonaria Operativa, como até então. Este tipo de maçonaria tem a sua carta de fundação em 1717, quando quatro loggias londrinas de aceites, que utilizavam como nome o das tabernas em cujas salas sociais se reuniam (A Corôa, O Ganso, A Grelha, A Taça e as Uvas, e A Macieira), fundiram-se com uma auto-denominada sociedade de Alquimistas Rosacruzes e fundaram assim a Grande Loja Unida de Inglaterra. Seis anos mais tarde, um dos seus membros, James Anderson, recebeu a tarefa de reunir toda a documentação disponível sobre a sociedade discreta e redigir com ela o que desde então se conhece como as Constituições de Anderson. Neste manuscrito inclui-se uma história lendária da ordem, os deveres e obrigações, um regulamento para as lojas e os cânticos para os graus iniciais. Igualmente aparece a história de Hiram Abiff, assim como a obrigação de acreditar numa divindade suprema descrita como o GAU, ou Grande Arquitecto do Universo, uma vez que «um maçom está obrigado pelo seu carácter a obedecer à lei moral e se compreende correctamente o Ofício, jamais será um estúpido ateu ou um libertino religioso».”

“A nova Maçonaria Livre e Aceite substituiu desde logo o que restava da Maçonaria Construtora original, pelo que a Grande Loja Unida converteu-se na referência maçónica por excelência, tanto na Europa como nas colónias americanas. Desde Inglaterra passou para a Bélgica em 1721, a Irlanda em 1731, Itália e Norte da América em 1733. Depois à Suécia, Portugal, Suíça, França, Alemanha, Escócia, Áustria, Dinamarca e Noruega e, finalmente, em meados do século XVIII, ao resto dos países europeus e americanos. As suas duas variantes mais importantes foram o Rito Escocês Antigo e Aceite – concebido por Andrew Michael Ramsay, o preceptor do filho de Jacobo II Estuardo de Escócia, onde encontraram refúgio alguns dos cavaleiros templários que fugiam da perseguição de Filipe, o Belo e o Papa Clemente V – e o Grande Oriente de França, que se declarou “obediência ateia” e se vocacionou para os interesses sociais e políticos, mais que espirituais; desde então é conhecida como Maçonaria Irregular. Um dos membros do Rito Escocês acabaria por influenciar a criação da chamada Estrita Observância Templária, ramo que controlaria a maçonaria alemã, em torno da qual se constituiria a Ordem dos Iluminados da Baviera.”

“Em 1738, o Papa Clemente XII, condenou a maçonaria através de uma bula chamada In emminenti, que proibia expressamente aos católicos iniciarem-se como maçons sob pena de excomunhão, uma vez que «se não fizessem nada de mal não odiariam tanto a luz». O motivo oficial da condenação era o carácter protestante da grande Loja Unida de Inglaterra, mas o decreto terminava com uma frase enigmática: «[…] e (também os condenamos) por outros motivos que apenas nós conhecemos». Vários de seus sucessores, como Benedito XIV, Leão XIII e Pio XII entre outros, igualmente publicaram severas condenações contra uma sociedade que segundo as denúncias do Vaticano II «demonstrou ser anticatólica e antimonárquica de forma afirmada». Já no século XX, o Concílio Vaticano II foi mais tolerante, mas em 1983 o Papa João Paulo II, lembrava publicamente «a incompatibilidade de ser maçom e católico». O certo é que o chamado Século da Razão marcou um ponto de reflexão na maçonaria, que já não voltaria a ser a mesma sociedade hermética orientada exclusivamente para os seus membros. A partir de então, a maior parte dos seus interesses passaram a ser quase exclusivamente materiais. Especialmente, no que se refere à possibilidade de criar um império mundial ao qual se submeteriam todas as administrações nacionais. Um império dirigido por uma minoria “iluminada” que, baseando-se no progresso da ciência, na técnica e na produção, impulsionaria um mundo mais lógico, racional e de acordo com os desígnios divinos do GAU. Talvez isso explique a proliferação da Maçonaria nos clubes do poder profano de hoje.”

“Todos os reis ingleses desde o século XVIII, assim como a maioria dos seus ministros, a maior parte dos presidentes do Governo e da República francesa, inumeráveis políticos na Alemanha (excepto na época do nacional-socialismo), Itália (excepto durante o Fascismo) e em todos os restantes países europeus, assim como muitos dos membros das actuais instituições da União Europeia, a grande maioria dos presidentes dos Estados Unidos e muitos dos dirigentes de outros países da América do Sul foram ou são maçons. Nalguns casos, os símbolos maçónicos inclusivamente, figuraram em bandeiras oficiais como a da extinta República Democrática da Alemanha, que destacava sobre as faixas negra, vermelha e amarela, um martelo e um compasso orgulhosamente envoltos por uma coroa de louros, e não uma foice como seria de esperar, tratando-se de um regime comunista. Em Espanha, onde a maçonaria esteve proibida e perseguida pelo franquismo, quase todos os homens nomeáveis das duas repúblicas pisaram as lojas, desde Pi i Margall até Alcalá Zamora, passando por Castelar, Negrín, Lerroux ou Azaña. Em 1979 conseguiram legalizar-se novamente as duas obediências mais importantes da época, adversárias entre si: o Grande Oriente Espanhol e o Grande Oriente Espanhol Unido.”
(in, Illuminati, Paul H. Koch, Editorial Planeta SA, 2006, Barcelona)

CAROLINA “SALGADA” À SAÍDA DO TRIBUNAL

no filme "CORRUPÇÃO", Carolina Salgado é a principal protagonista, colaborando com a PJ

Depois de Carolina Salgado ser aclamada por inúmeras personalidades da sociedade portuguesa pela coragem que teve em enfrentar a corrupção à qual foi submetida à força, é agora a vez de Pinto da Costa ver a sua vingança levada a cabo pela estúpida mão do povo. Carolina Salgado é agredida fisicamente à saída do tribunal por uma mulher, enquanto outras lhe chamavam os piores adjectivos e substantivos que se podem chamar a uma mulher que enfrentou o mundo de corrupção que ela teve de enfrentar. Mulheres contra mulheres. Mulheres que em vez de se unirem e lutarem contra a violência doméstica, uma triste realidade no nosso país de pobres e incultos, vão atacar a nobreza e fragilizada dignidade de uma mulher que teve de se expor publicamente na esperança de ver ser feita justiça pelo Estado português. Mas o tempo dá razão às máfias tão bem defendidas neste minúsculo rectângulo onde a decência se meteu num barco e foi enviada numa peregrina viagem sem fim à volta do mundo. Porque em terra ficaram os piores portugueses, os cobardes, os estúpidos, os injustos, os que preferem a máfia e a corrupção, à crua verdade da realidade. O povo português voltou ao estado em que estava antes do 25 de Abril; a um estado de letargia apática: limita-se a sobreviver e já não sabe que caminho seguir. Apenas sabe que mais vale dar-se ao trabalho de ir para a porta de um tribunal insultar e bater numa inocente, do que organizar-se em manifestações contra os políticos que escarnecem dos pobres como se de “escarretas” se tratassem… Afinal quem ganha, a estupidez ou a sensatez?...

A MÁFIA DA VENDA DE AUTOMÓVEIS

com mercado em forte queda, o lobby da venda de automóveis implementa estratégias de marketing...

Depois das pesadas baixas nas vendas dos stands e das produtoras de automóveis, surge agora em alguns jornais nacionais e noticiários televisivos uma notícia certamente “manipulada” com testemunhos de alguns examinadores de centros de inspecção automóvel a denunciar a forma como são pressionados pelos seus chefes para aprovarem o maior número de automóveis possível. Até Victor Pereira dirigente da FECTRANS afirmou que “as inspecções estão a ser feitas cada vez com menos qualidade”. “Milhares de veículos podem estar a circular sem condições”. A precariedade laboral existente nestas empresas e acentuada pela crise global, o medo da perda de clientes face à situação económica nacional, a forte pressão das empresas que possuem grandes frotas de transportes e os lobbies das oficinas que incluem nos seus serviços as inspecções, são apontados como algumas das razões para esta baixa na qualidade e exigência das inspecções. Segundo Victor Pereira os inspectores podem ser punidos de duas formas: perdendo o seu posto de trabalho se não cumprirem as suas ordens superiores ou serem penalizados pelo Instituto da Mobilidade e dos Transportes Terrestres por alguma inspecção efectuada de forma menos correcta com coimas que poderão ir até 2.500€.

A questão que se deve colocar é: não será este alarmismo uma tentativa de levar o Governo a tomar posição, levando a um maior chumbo de veículos, obrigando o mercado automóvel a consumir mais veículos novos ou em segunda mão?... Assim talvez se perceba a preocupação do Governo em fazer funcionar o chip de matrícula igualmente para controlar as inspecções e forçar a um maior abate de veículos em fim de vida. Criar-se-ía desta forma, mais um nicho “artificial” de mercado para a nossa frágil economia, mas claro, com prejuízo para os portugueses em geral, não para as empresas… Induzir a compra de automóveis através da pressão dos Media…Muito inteligentes…!!!

A “DEMOCRACIA” DE CHÁVEZ

Hugo Chávez começa a sua revolução bolívariana pelos campos de arroz, controlados agora por militares...

“O presidente da Venezuela, Hugo Chávez, ordenou uma intervenção militar imediata para controlar produtores de arroz, que admite vir a nacionalizar por incumprimento de obrigações legais sobre abastecimento e controlo de preços. Em discurso transmitido na rádio e televisão venzuelanas, Chávez disse ter sido informado pelo ministro da Agricultura, Elias Jahua, de que «alguns sectores do mecado agrário se recusam a obedecer à lei e oferecer produtos cujo preço é fixado pelo Governo». «Não vamos continuar a permitir que escarneçam do povo ou do Governo revolucionário […] Ordenei, a partir de agora mesmo, a intervenção em todos esses sectores da agro-indústria», disse Chávez. A lei venezuelana determina que a maioria da oferta de arroz deve ser a preços fixados pelo Estado, e de variedades alimentares enriquecidas. «O que fazem alguns sectores do mercado agrário? Compram o arroz aos produtores e não produzem arroz regulamentado», afirmou Chávez, que aludiu ainda a ameaças de greve por parte de alguns produtores. O ministro da Agricultura declarou à TV estatal que a medida afectará inicialmente uma única empresa, que estava a embalar como «especial» 90 por cento da sua oferta, «para fugir ao controlo» estatal de preços. Advertidos, os proprietários responderam «desafiando o Estado», adiantou. (in, Jornal Global, 02.03.2009)

Quanto tempo faltará até as tropas de Chávez iniciarem vastas plantações de cocaína em vez de arroz, tal como já aconteceu em inúmeros países da América do Sul…?

KKK: DISCÍPULOS DE LÚCIFER

o filme "Mississippi Burning" (Mississipi em Chamas, 1988) revela o racismo sulista do KKK nos anos 60

“Nos últimos anos da sua vida, […] Mazzini correspondeu-se com Albert S. Pike, advogado e general sulista durante a guerra da secessão. Da mesma forma sabemos que foi um dos dirigentes máximos da maçonaria do rito escocês no novo continente e um membro activo, com o cargo de chefe de justiça, do Ku Klux Klan ou “Clã do Círculo”. O KKK havia sido fundado por outro maçom, Nathan Bedford Forrest, no princípio com o objectivo declarado de defender os brancos do sul das possíveis revoltas da até então escravizada população negra, assim como dos abusos que pudessem cometer as vitoriosas tropas do norte. Da importância de Pike entre as sociedades secretas do século XIX nos Estados Unidos são reveladores alguns dos seus títulos, como o de Soberano Pontífice da Maçonaria Universal ou Profeta da Franco-Maçonaria, assim como o manual constitucional “Moral e Dogma”. Especialmente fascinado pela possibilidade de ver, ainda em vida, um único governo mundial, a sua intensa actividade e eficácia levaram-no a alcançar o cargo de responsável máximo dos Illuminati em 1859. Noutra das cartas que Mazzini e Pike trocaram, o europeu propunha ao norte-americano a criação de outro círculo dentro dos círculos, no qual se desenvolvesse «um ritual que seja desconhecido e praticado apenas por maçons de altos graus», que «devem ser submetidos ao mais alto segredo». Graças a este novo grupo «cuja presidência será desconhecida» para os graus inferiores, «governaremos a maçonaria inteira». O controle absoluto de todos os maçons do planeta era o mesmo objectivo que Adam Weishaupt tinha tentado sem êxito no convento de Wilhelmsbad, mas neste caso, parece que Pike triunfou onde o bávaro havia fracassado. Fundou o Novo e Renovado Rito de Paladín, criando três conselhos um em Charleston, Carolina do Sul; outro em Roma, e o terceiro em Berlim.”

“Um documento de Junho de 1889 intitulado “Associação do Demónio e dos Iluminados”, no qual Pike adereçava instruções secretas aos vinte e três conselhos supremos da maçonaria mundial, refere alguns pormenores desse novo rito, partindo da advertência inicial aos seus membros: «A vocês, Instrutores Soberanos do Grau 33, comunicamos-lhes: têm que repetir aos irmãos de graus inferiores que veneramos um só Deus, ao qual oramos sem superstição. Apenas nós, os iniciados do grau Supremo, devemos conservar a verdadeira religião maçónica, preservando pura a doutrina de Lúcifer». No mesmo documento, Pike falava como um sacerdote: «Ele, sim, Lúcifer, é Deus. Infelizmente Adonai [referência ao deus judaico-cristão] também é Deus, porque, segundo a lei eterna, não há luz sem obscuridade, beleza sem fealdade, branco sem negro. O Absoluto apenas pode existir na forma de duas divindades diferentes, já que a obscuridade serve a luz como fundo, a estátua requer uma base e a locomotiva necessita de freios». E acrescentava: «A religião filosófica verdadeira e pura é a fé em Lúcifer, que está em pé de igualdade com Adonai. Mas Lúcifer é o Deus da luz, é bom, ele combate o obscuro e o perverso». As proféticas reflexões de Pike seriam postas à prova ao longo do século seguinte, o XX, baptizado como o século da violência.” (in, Illuminati, Paul H. Koch, Editorial Planeta SA, 2006, Barcelona)

ERASMUS MUNDOS: UM PROGRAMA INTERNACIONAL

o "Erasmus Mundus", um negócio para algumas empresas: milhares de alunos a viajarem de avião...

O recém-criado programa de estudos internacional “Erasmus Mundus” é uma versão upgrade do já existente Erasmus Europeu. Os estudantes agora poderão candidatar-se a instituições localizadas em qualquer parte do globo e o nível de abrangência deixa de ser o mestrado para se estender aos doutoramentos, igualmente. Se o tradicional programa europeu visava “fundamentalmente” a deslocação e instalação de milhares de estudantes, o que dinamizava algumas cidades e economias locais, criando um “mercado” específico que movimentava muitos milhares de euros, imagine-se agora com deslocações de avião intercontinentais, despesas de instalação mais dispendiosas… Um verdadeiro negócio para algumas instituições, e sem dúvida, um enorme incentivo ao consumo induzido, com a primeira fase iniciada em 2004… O anúncio da segunda fase é feito assim:

“O Programa Erasmus Mundus é um programa comunitário de cooperação e mobilidade no domínio do ensino superior que visa promover a União Europeia enquanto centro de excelência da aprendizagem a nível mundial. A segunda fase do programa decorre entre 2009 e 2013. O programa integra três acções: Acção 1 – Programas conjuntos Erasmus Mundus (mestrados e doutoramentos) de reconhecida qualidade académica, incluindo um sistema de bolsas de estudo; Acção 2 – Parcerias Erasmus Mundus entre instituições de ensino superior europeias e de países terceiros enquanto base para a cooperação estrutural, o intercâmbio e a mobilidade a todos os níveis do ensino superior, incluindo um sistema de bolsas; Acção 3 – Promoção do ensino superior europeu através de medidas que reforcem a atractividade da Europa enquanto destino de estudo e centro de excelência a nível mundial. Salienta-se ainda que a segunda fase do programa pretende não só implicar activamente os actores económicos europeus e os centros de investigação, como também integrar a janela “cooperação externa” no Erasmus Mundus, que dá para todos os níveis de ensino, nomeadamente licenciatura. Outra das características da segunda fase do programa é o facto de se estender a cursos de doutoramento e contemplar bolsas de estudo para os estudantes europeus participantes.”

DISCURSO DE KENNEDY QUE LEVOU À SUA MORTE

JFK enfrentando o KKK, sonhou com uma América livre de sociedades secretas...

Numa altura em que o KKK, com imensos infiltrados na CIA, preparava o assalto a Cuba, numa espécie de rebelião da sombra, à revelia das ordens do governo americano, JFK vem proferir estas palavras, num comunicado urgente à televisão: «a própria palavra secretismo é repugnante numa sociedade livre e aberta. E nós somos, enquanto povo, por herança e historicamente, opositores a sociedades secretas, juramentos de silêncio e procedimentos secretos. Opomo-nos à monolítica e brutal conspiração mundial que se recorre de meios herméticos para expandir a sua esfera de influência. Infiltram-se em vez de invadirem, subversão em vez de eleições, intimidação em vez de livre escolha; é um sistema que conseguiu reunir vastos meios e recursos, na construção de uma rede apertada, uma máquina altamente eficiente que congrega operacionais de altas patentes militares, diplomatas, forças policiais e de investigação, economistas, cientistas e políticos, numa operação concertada. A sua preparação é concebida mas não escrita, os seus erros enterrados e não chegam aos Media, as suas tramas silenciadas e abafadas. Não há dúvidas nem segredos revelados. […] Estou por isso, a pedir a vossa ajuda na enorme tarefa de informar e alertar o povo americano, confiante que, com a vossa ajuda, o homem será o que está destinado a ser: livre e independente.» (in, www.youtube.com/watch?v=_WSGwnz7XpY)

ALGUNS TÓPICOS SOBRE A MAÇONARIA NA EUROPA

Parlamento Inglês: a mesma estrutura física, administrativa e hierárquica de uma loja maçónica

«A maçonaria é um sistema de iniciação espiritual por meio de símbolos... […] O símbolo vai directo à intuição, penetra no subconsciente colectivo e aí desperta arquétipos que, quais moldes da imaginação, provocam revelações, intuições, emoções e energias psíquicas. A maçonaria é uma antiga sociedade que optou pelo recurso a símbolos com vista à evolução espiritual e social do ser humano […]. Tratando-se de um sistema de iniciação espiritual por meio de símbolos e uma vez que são os símbolos que movem as emoções do subconsciente, num futuro que será caracterizado pela globalização e pela tendência dos países para a unificação mundial, o papel do simbolismo, e portanto de uma associação como a maçonaria, será o de promover e difundir símbolos que ajudem à unificação mundial, permitindo a harmonização dos subconscientes colectivos das diversas civilizações do mundo, dado que a base para a aliança das civilizações é a partilha dos valores. Se os valores do mundo não se unificarem, como se porá fim à discórdia?» (Luís Racioneiro)

«A Grande Loja Alpina da Suíça, fundada em 1887 e com grande prestígio entre todas as obediências maçónicas do mundo, que se ocupa dos grandes problemas internacionais, […] estabeleceu, numa assembleia de Delegados realizada em Winterthur, a 21 de Maio de 1949, os cinco pontos fundamentais: 1.º reconhecer e invocar nos seus trabalhos o Grande Arquitecto do Universo; 2.º considerar a Bíblia como Volume da Lei Sagrada; 3.º incontestável fidelidade e total devoção à pátria; 4.º não se imiscuir em questões políticas ou confessionárias, a não ser a título instrutivo; 5.º remeter-se aos antigos deveres (nos quais está incluído o “segredo”) no que não se refere a estes princípios. […] As primeiras lojas maçónicas reuniam-se em tabernas (tal como Hitler…) e discutiam os seus assuntos enquanto jantavam. […] Os rituais que se realizavam com os “irmãos” sentados em volta da mesa, eram muito simples. Após a fundação da grande Loja (suprema hierarquia maçónica num país, que dirige os trabalhos das lojas e dos outros corpos da sua dependência) passou-se das leituras para rituais mais complexos e, no começo do séc. XVIII, a maioria das lojas trabalhava já com um sistema que tinha dois graus mais ou menos equiparáveis aos actuais de aprendiz e mestre.»

«Em Espanha, a Grande Loja depende de um organismo independente chamado Grão Priorado, que inclui alguns grupos como os Templários e a Ordem de Malta. Actualmente distinguem-se alguns tipos de maçonaria: Maçonaria de Adopção (feminina, ligada ao sistema de Mênfis); Maçonaria Evangélica (propagação do Evangelho sob o véu maçónico); Maçonaria dos Bosques (data de rituais ancestrais, dos druidas, ligados à montanha e às selvas); Maçonaria Oculta (essência e estudo do poder dos números segundo Pitágoras, da harmonia universal, magnetismo, sonambulismo, taumaturgia, fisiologia, frenologia, interpretações filosóficas, estudo do mundo sideral na sua relação com a vida humana); Maçonaria Adoniramita (do pensamento jesuítico); Maçonaria Filosófica (ritos de sacerdotes como o Rito dos Iluminados de Avinhão de 1779 e o Rito dos Iluminados Teósofos).»

«Perto do local onde os maçons operativos trabalhavam na construção das catedrais ou outros edifícios de pedra, erguiam uma cabana a que chamavam “lodge” ou “casa”, na qual guardavam as suas ferramentas e comiam no intervalo que tinham durante o dia. Para dormir alugavam quartos numa hospedaria da cidade. A actual denominação de “loja”, onde os maçons trabalham iniciaticamente, deriva do nome dessas mesmas cabanas. […] Finalmente existem os trabalhos e sessões das oficinas. […] Reuniões que se celebram de acordo com as normas acordadas pelo regulamento Interno da Loja, reuniões essas que podem ser semanais, quinzenais ou mensais. Nessas sessões, pode-se trabalhar com o grau de aprendiz, companheiro ou mestre. Por outro lado, as sessões podem ser Ordinárias, discutindo-se nas mesmas assuntos de interesse geral e realizando-se trabalhos de iniciação ou filiação; Extraordinárias, convocadas com uma finalidade concreta; de Instrução, quando se tem por objectivo os estudos do simbolismo, mecânica da loja e iniciação; de Família, dedicadas ao exame de contas e gestão; de Casamento, nas quais se celebra um casamento maçónico; Fúnebres, dedicadas à morte de um irmão; e Brancas, ou seja, abertas aos profanos. […] Por último, há que salientar que todas as Grandes Lojas (organismo que agrupa as lojas de um país) têm os seus órgãos de governo, que funcionam como conselho de administração de uma sociedade civil. […] O órgão máximo de representação de uma obediência maçónica é a Grande Assembleia (que corresponde no mundo profano a um parlamento), composta por todos os membros da instituição. Esta reúne habitualmente uma vez por ano, e é presidida pelo Grão-Mestre. Regra geral, as grandes decisões sobre rituais, eleições património, etc, são tomadas nesta Grande assembleia.» (in, A verdadeira história da Maçonaria, Jorge Blaschke – Santiago Rio, editorial Planeta, 2006, Barcelona)

Muitas destas designações administrativas lembram exactamente os regimentos e regulamentos internos de muitos órgãos de partidos políticos, ou órgãos políticos locais e nacionais como assembleias de freguesia, municipais e até a Assembleia da República (assembleia máxima ou “Grande Assembleia”) ou supra-nacionais como o Parlamento Europeu, actualmente o órgão máximo de toda a Europa… Muitos operativos da Polícia Judiciária usam gravata negra e camisa branca e os magistrados do Ministério Público vestem a sua toga negra, ambos códigos e símbolos claramente maçónicos, utilizados ritualmente desde o século XVIII. A bandeira da União Europeia é do mesmo azul utilizado pela maçonaria, e no seu centro, um círculo de pentagramas dourados (representando o círculo decisor dos “deuses”, o núcleo duro do poder), tal como nas lojas maçónicas os pentagramas dourados representam as várias potências maçónicas regionais e geográficas espalhadas pelas nações e pelo mundo. A monarquia britânica coordena não apenas todas as casas monárquicas mundiais (em especial as Europeias), como representa o mais alto grau em muitas ordens militares e de cavalaria assim como na hierarquia da maioria das lojas maçónicas espalhadas por todo o mundo. Para quê mais palavras…?