1666: UM ESTRANHO INCÊNDIO EM LONDRES

estranho incêndio no ano de 1666, no mesmo ano da previsão do fim-do-mundo por Nostradamus

“O grande incêndio de Londres foi uma das maiores catástrofes da capital inglesa, tendo destruído as partes centrais da cidade de 2 de setembro a 5 de setembro de 1666. O incêndio ameaçou destruir o distrito de Westminster, o Palácio de Whitehall e alguns subúrbios, mas não chegou a destruí-las. Destruiu 13.200 casas, 87 igrejas, a Catedral de St. Paul e 44 prédios públicos. Entretanto, acredita-se que poucas pessoas morreram. Os registros da época computaram um total de 100 mil desabrigados e nove óbitos. Mas pesquisas atuais afirmam que milhares de pessoas podem ter morrido, já que pessoas mais pobres e da classe média não eram registradas. O fogo começou na padaria de Thomas Farriner (ou Farynor) em Pudding Lane e logo se espalhou. A propagação das chamas foi favorecida pela estrutura medieval da cidade: ruas estreitas e casas de madeira muito próximas umas das outras. A técnica contra incêndios da época (derrubar construções e assim impedir o espalhamento do fogo) foi atrasada por decisão do Lord Mayor de Londres, Sir Thomas Bloodworth, que subestimou o potencial das chamas. Quando as demolições foram autorizadas, uma tempestade de fogo impediu que fossem feitas. No dia 3 de setembro o fogo se dirigiu á zona norte, rumo ao coração da cidade. No dia 4, destruiu a Catedral de St. Paul. Uma ação contra o incêndio foi mobilizada.”

“Finalmente o fogo foi controlado. Além do prejuízo estimado em 10 milhões de libras, vários problemas sociais eclodiram. O rei Carlos II temia uma rebelião em Londres e ordenou a reconstrução da cidade. Apesar de críticas, a cidade não foi modernizada, mas reconstruída nos moldes e estilos medievais. O arquiteto Cristopher Wren liderou os muitos arquitetos que participaram da reconstrução, que deu origem à área conhecida como City of London, hoje um distrito financeiro. A Catedral de São Paulo (século XII) foi completamente destruída. A edificação atual foi desenhada por arquiteto Cristopher Wren. A única parte restante do prédio antigo é um memorial ao poeta John Donne. A ponte de Londres, parcialmente consumida pelo primeiro incêndio (1663), foi consumida pelas chamas. A biblioteca de teologia do Sion College teve um terço de seus livros queimados. O centro administrativo (Guildhall) - onde ocorriam julgamentos desde o século XIV foi seriamente danificado.”

“No 5º dia o Duque de York consegue deter o fogo no Temple, a célebre construção que, durante a Idade Média, abrigou a Ordem dos Cavaleiros Templários.” (in, Wikipédia)

LAY-OFF AO GOVERNO E À REPÚBLICA

a morte do rei D. Carlos I (com ligações à Maçonaria) pela Carbonária, levou à instituição da República

Já que o Governo não toma medidas sérias para os portugueses poderem enfrentar a crise porque não entra em regime LAY-OFF…? Estou certo que os portugueses passariam muito bem sem estes “agentes” destabilizadores da vida dos que tentam trabalhar com dignidade e cumprem as suas funções profissionais na esperança de construírem um Portugal melhor. Em 2010 a República Portuguesa faz 100 anos e os momentos agonizantes que vivemos na política nacional demonstram bem que desde o Salazarismo, à Guerra de Angola passando por um 25 de Abril suspeito e um início do século XXI cheio de máfias infiltradas nos partidos políticos e no tecido empresarial português este sistema apenas favorece o desperdício da finança pública, que cada vez sobrecarrega mais os seus contribuintes tal como faziam os déspotas romanos da antiguidade.

Afinal o que se ganhou com este sistema que foi, desde cedo, tomado pela extrema-direita e que está agora entregue a uma Máfia mundial, chamada ILLUMINATI, que se esconde por detrás de diversas máscaras e instituições, tão “ilustres” como a Maçonaria, os Partidos Políticos, os Rotários, o Lions’s Club, Igrejas Evangélicas…?

SOL: O DEUS DE TODAS AS RELIGIÕES

no recente filme "Knowing" (Sinais do Futuro) cumpre-se a profecia solar Maia do Apocalipse

Desde a pré-história que o Homem compreendeu o poder do Sol, o seu calor, a sua luz, o conforto que dá por oposição às trevas, ao frio, ao desconforto da noite. Sol é fonte de vida, as trevas o seu oposto. Desde culturas antigas que de forma mais ou menos velada, a adoração a este astro levou os homens a distintas fases evolutivas, mas todas unificadas por uma compreensão comum: o Sol é o rei de todos os astros, pelo menos para o planeta terra. Ele é energia pura e transforma as colheitas em alimento, quando regadas pela água. Desde civilizações como os sumérios, passando pelos egípcios, gregos, romanos até à cultura cristã europeia, todos compreenderam o seu poder. Mas para que a unificação global em torno do seu culto fosse realmente efectivada, muitas religiões criaram seitas e sociedades secretas para que este símbolo fosse “encriptado” e escondido por detrás de inúmeros mitos, fábulas, histórias que não permitiriam aos não iniciados perceberem qual era efectivamente o verdadeiro Deus que era adorado.

A maior parte das sociedades secretas e seitas que existem ainda hoje, reclamam rituais que remontam a estas épocas passadas (aos maias, aos faraós egípcios, aos celtas, aos druidas, aos gregos, aos romanos, aos hebreus antigos) e cujo símbolo máximo é o mesmo deus Sol. Muitas destas sociedades secretas e seitas escondem profecias apocalípticas, desde Nostradamus à profecia Maia que envolvem um alinhamento previsto para o dia 21.12.2012 – solstício de Inverno – entre o Sol, a Terra e o Centro da Via Láctea, o qual segundo estes trará morte em larga escala, cataclismos e um possível novo começo, quase da estaca zero, para a humanidade. Prevêem-se para esse ano 3 eclipses (um de Vénus, outro da Terra e um do Centro da Via Láctea) e um pico de actividade solar, que enfraquecerá o escudo electromagnético natural do planeta Terra a tal ponto que poderá sobreaquecer demasiado o ar e a crosta terrestre, aumentando os riscos de terramotos, vulcões, maremotos, tornados, chuvas torrenciais e tempestades electromagnéticas que poderão afectar de forma evidente toda a civilização tecnológica do século XXI, baseada na informática conduzida por electromagnetismo e ondas rádio. Uma tão forte actividade electromagnética poderá fazer inverter repentinamente o eixo magnético da Terra, tal como já aconteceu no passado. Esta última hipótese faria todas as outras previsões de cataclismos parecerem simples brincadeiras…
Sabendo que o nosso cérebro é um gerador de energia electromagnética e química e que reage mal a variações repentinas provocadas por fortes ondas e campos electromagnéticos, como reagiria o nosso corpo perante este cenário…?

PORTUGAL: A MÁFIA DA CUNHA

as escutas telefónicas da PIDE eram mais um instrumento que defendia o sistema da CUNHA

Em muitos outros países as pessoas conseguem empregos mais bem pagos ou não, com alguma facilidade de integração no mercado de trabalho. Em Portugal, apenas a “cunha” é garante de uma carreira duradoura e de um emprego mais ou menos estável. E porquê? Claramente porque sendo um país pequeno, e dominado pelas máfias que manipulam já a maioria das empresas, a forma de “entrar” nessas empresas seja uma forma de “dependência” mafiosa… O que detém o poder subjuga o que implora por um emprego, o qual ficará eternamente grato àquele, passando a ser directamente “orientado” pelo seu "tutor". Ele lhe dirá o que fazer, o que comprar e onde, em quem votar, manipulará toda a sua vida… Esta é a outra face da “cunha” em Portugal. Queres emprego? Toma lá, mas dá cá…

Desta forma não será difícil voltar aos fascizantes princípios da sociedade de Salazar, que conhecia bastante bem estes “procedimentos” sociais e económicos… Quem tem cunha tem tudo, quem não tem, não tem nada. Esta será a nossa sociedade das próximas décadas, independente da capacidade técnica, intelectual ou pessoal. A competência está fora de questão. Até há preferência pelos mais submissos, burros e todo o tipo de seres “não-pensantes”. Este modelo, próprio da máfia e de sociedades secretas satânicas, subjuga e domina, impondo os seus cânones, implacavelmente até se ter espalhado a todos os cantos da sociedade como um vírus. Assim se instituiu a ditadura em Portugal…

A “ROMANIZAÇÃO” DOS ILLUMINATI EM PORTUGAL

Mário Soares, Illuminati conhecido, assinou o Tratado de Adesão à CEE (12.06.1985, Mosteiro dos Jerónimos)

Um dos grandes objectivos dos Illuminati é a tomada de poder mundial, como substituição do poder instituído durante séculos pela igreja, monarquia e posteriormente pelas repúblicas e respectivos governos políticos. Depois da 2.ª Guerra Mundial as repúblicas e democracias de todo o mundo viveram um período de maior estabilidade, em geral, fruto da necessidade de reconstrução das sociedades europeias e americana. Aos poucos, os Illuminati trabalhavam na sombra e em poucos anos surgiu a Guerra Fria como necessidade de voltar a alimentar ódios e guerras que mobilizam destruição e mais reconstrução numa imparável máquina económica, que constantemente nasce e renasce, como a Fénix, das cinzas. Os Illuminati são os novos romanos, incansáveis na sua busca de mais adeptos de entre famílias poderosas, comerciantes ou empresários com forte poder de investimento. Afiliaram-nos através de inúmeras instituições por todo o mundo, desde Priorados, Maçonaria, os próprios Illuminati, Rotários, Lion’s Club, Rosa-Cruzes, Templários, Carbonários, Igrejas Evangélicas, partidos políticos, seitas satânicas (ligadas à exploração das drogas e do sexo), terroristas e sociedades secretas, em geral. Muitas vezes nem pedem que os seus simpatizantes se afiliem, basta que apreendam a maior parte dos seus códigos, hábitos e costumes e regras ou normas de forma menos “ritualizante”.

Em Portugal, o crescimento destas máfias começou no mesmo momento em que foi assinado o tratado da união europeia. O processo de “romanização” deu então início em larga escala. Pela mão de Mário Soares foi assinado o tratado europeu nos Jerónimos (local conhecido pelas suas ligações aos templários e, consequentemente aos Illuminati). Os subsídios começaram a ser enviados para Portugal e desde logo se constituíram empresas de um dia para o outro, muitas delas derivadas directamente das influências promíscuas com partidos políticos e com algumas figuras de relevo do governo. Quem obtinha acesso ao dinheiro europeu eram pessoas, empresas ou grupos com “ligações”, tendo surgido, nesse mesmo dia, o conceito de tráfico de influências no nosso país. As empresas cresceram à conta dos chorudos subsídios, a legislação europeia defende-as e protege-as para que as pequenas empresas não tenham lugar no mercado europeu e internacional. As máfias organizam-se e surgem os “lobbies” de empresas, as multinacionais, as parcerias, os grupos macro-económicos. E os Illuminati continuam, agora mais enriquecidos, a fazerem adeptos através das suas instituições secretas, seitas, grupos e partidos políticos, tornando-se cada vez mais poderosos e atraindo cada vez mais pessoas com forte poder de investimento. Criaram os VIP’s, as elites, os homens e mulheres mais ricos e conhecidos da sociedade. Auto-protegendo-se criaram uma sociedade de elites poderosa e indestrutível. O seu objectivo primordial, conhecido realmente apenas pelas hierarquias superiores: acabar com o comunismo e reinstituir a extrema-direita e o fascismo, mas agora “camuflado” e “revestido” de princípios republicanos e democráticos, para que ninguém a possa destruir utilizando pretextos políticos ou idealistas. A economia é uma das suas ferramentas mais poderosas, a sua “espada”…

Um grupo, no nosso país, que tem fomentado fortemente esta forma de actuação neo-nazi encapotada com princípios sociais e republicanos é precisamente o Partido Socialista, cujas políticas desde o governo de António Guterres destruíram o tecido empresarial e social da classe média favorecendo apenas as elites ligadas aos Illuminati (nas suas diversas ligações) e ao partido. Actualmente já não conseguem sequer esconder esta forma de construírem o seu “Quinto Império” e as leis que levam a aprovação no parlamento prejudicam de forma evidente todos os que não pertencem ao seu exército de elites de “iluminados”…

ENTRE-OS-RIOS: FAMÍLIAS DAS VÍTIMAS PAGAM 57.000 €…!

a morte cada vez é mais desvalorizada, mesmo quando é através de uma tragédia que envolve o Estado

No dia 4 de Março de 2001 a ponte de Entre-os-Rios ruiu e com ela levou 59 almas para o fundo do rio. O estado desculpabilizou-se, as famílias abriram processos no tribunal. Agora o tribunal de Castelo de Paiva calculou em cerca de 57 mil euros o valor final a pagar pelas famílias das vítimas, visto ter concluído que não pode ser imputada culpa ao Estado português. Não só perderam os familiares como ainda têm de pagar para ver a justiça não ser praticada… Em que país vivemos…? Este é o estado da nação... e é muito triste!!!

“STARGATE”, O PORTAL DOS FAMOSOS

Susan Boyle no "Britain's got talent" tornou-se famosa de um dia para o outro apesar do seu péssimo look

Quem não se lembra da série Stargate SG-1 ou da sua mais recente versão Stargate Atlantis, em que através de um portal que cria whormholes se consegue viajar no espaço e no tempo? Pois a sociedade dos VIP´s actual funciona exactamente assim: um portal das estrelas (traduzido à letra) que permite de um dia para o outro criar, artificialmente, pessoas desconhecidas em famosos globais. Este “portal” pode, no entanto, ser perverso quando pensamos que se está a criar uma falsa ideia que se consegue ser famoso sem esforço, desde que se aceitem as regras e condições de quem promove esse “facilitismo”. Esta forma de fazer as coisas não é afinal de contas o modus operandi da MÁFIA, dos “iluminados”, das elites manipuladoras…? E agora todos querem ser famosos, de um dia para o outro…




DEFESA DO AMBIENTE: UMA CAUSA PERDIDA

o filme "absolute zero" (o dia zero) mostra alguns dos efeitos devastadores do frio extremo

Quem está a forçar, neste momento, políticas do ambiente numa tentativa desesperada para salvar o planeta? Nos anos oitenta do século XX falava-se do aquecimento global, da poluição, da necessidade de separar e tratar resíduos. Mas será que alguém ainda acredita que vamos a tempo? É evidente que se nada for feito, piores serão os resultados. A questão é que ao nível a que estão a desaparecer espécies vegetais e animais, à medida que as florestas são devastadas a ritmos sem precedentes, à medida que os grandes reservatórios naturais de água para consumo são poluídos, o ar que respiramos contaminado com toxinas que provocam e provocarão doenças incuráveis, já nada será irreversível. Já nem o conceito de mundo sustentável parece vir a obter resultados satisfatórios. Com o agravar da crise mundial, as verbas para a defesa do ambiente serão muito menores pois será a sobrevivência social à crise económica o primeiro item da agenda dos políticos de todo o mundo.

Nos próximos anos milhares de pessoas morrerão nos países onde a água potável está a desaparecer, por sede ou doença. O derreter do gelo nos pólos fará as marés subir e a cada ano que passa, será o responsável por invernos cada vez mais rigorosos. Quando derreter quase na totalidade, já uma parte significativa das nossas zonas costeiras terá desaparecido e as populações terão abandonado cidades ocupadas ao longo de centenas e milhares de anos. A vida tal como a conhecemos deixará de existir. A população mundial dizimada já pela crise financeira terá ainda de sofrer deslocações forçadas, alteração total do seu tipo de vida, fome, miséria e enfrentar-se, em situações precárias a invernos rigorosos, sucedidos por verões asfixiantes. Tornados e tempestades electromagnéticas produzirão efeitos colaterais imprevisíveis e o céu ficará coberto permanentemente de nuvens que cobrirão o sol, acelerando a proliferação de bactérias, fungos e provocando a morte de cerca de 70% das espécies vegetais com consequentes repercussões na cadeia alimentar e nos ciclos vegetais e animal, no qual estamos incluídos. Os Illuminati assistirão então, sentados, ao desenrolar destas tragédias, previstas em quase todas as profecias nas quais estiveram envolvidos, pois enquanto podiam ter feito algo, não o fizeram, visto que “o fim dos tempos”, o “doomsday” favorece os seus maquiavélicos planos de subjugação humana. Começarão os dias do “Mad Max”…

JORNAIS METRO, DESTAK E GLOBAL: ANÚNCIOS ENGANOSOS

os jornais gratuitos estão politizados e exploram os mais desfavorecidos com anúncios enganosos

Comprovado já por milhares de portugueses, estes jornais distribuídos gratuitamente nos meios de transporte e por todas as cidades, anunciam nas suas páginas cursos de formação, ofertas de emprego, prestação de diversos serviços por algumas empresas. Jornais gratuitos e lidos sobretudo por aqueles que não podem comprar jornais diariamente. Constata-se agora que, a maioria destes anúncios são fraudulentos e que visam explorar ainda mais aqueles que já pouco têm. Formações em média de 1.500€ (que depois não têm aplicabilidade no mercado e que apenas exploram a ânsia dos desempregados), empregos com estágios que não dão em nada (e que levam as pessoas a consumirem gasolina e fazerem despesas sem obterem nada em troca), empresas que prestam serviços enganosos e fraudulentos representam a maioria destes anúncios. Os principais prejudicados são jovens inocentes ou desempregados que procuram desesperadamente resolver a sua situação financeira embarcando em todo o tipo de armadilhas e burlas, montadas como se se tratassem de situações reais e construtivas. Este é o reverso da medalha de aceitar jornais “à borla”. Neste país tudo se paga, e paga-se bem…

DESEMPREGO SELECTIVO: A MÁFIA POLÍTICA

saudação neo-nazi da juventude da hezbollah, com fortes raízes na comunidade xiita libanesa

Neste momento em Portugal os desempregados são tratados como números, escravos, peças de uma gigantesca máquina de exploração humana que foi totalmente politizada. Já não são as instituições sociais a gerirem os desempregados mas sim as juntas de freguesia, as câmaras municipais, o governo. As juntas de freguesia decidem quais as pessoas a quem vão ou não atribuir subsídios do governo para apoiarem perante a crise, o governo cria sites de emprego, que são totalmente manipulados por si (é preciso ver que o governo dispõe de todo o tipo de dados pessoais de cada indivíduo, e por isso, dispõe de um elevado poder de manipulação da vida das pessoas). Os centros de emprego nada resolvem e encaminham utentes para os políticos, para os seus sites, para o seu controlo. Os baixíssimos valores dos salários anunciados nos próprios centros de emprego e o número de horas de trabalho, chegam mesmo a violar a própria legislação portuguesa do trabalho… Quem acha que isto não é totalitarismo, fascismo, extrema-direita é porque já não consegue distinguir o preto do branco!!!... Tal como aconteceu na Alemanha nazi antes de Hitler assumir a guerra com a Polónia, o desemprego era selectivo e penalizava cidadãos de esquerda, pobres e indivíduos da classe média que não se filiavam no partido.

CONSEQUÊNCIAS DO CASO MADOFF

tal como os templários matavam e saqueavam em nome da fé cristã, os llluminati roubam e destroem vidas

Como é que um ex-presidente de uma instituição bolsista tão importante como a NASDAK para a economia mundial, burla milhares de pessoas (muitas das quais perderam todas as suas economias de uma vida inteira, ficando agora totalmente sem nada) e não foi detectado pelos milhares de analistas e investigadores das fraudes da bolsa? É certo que a sua posição de ex-presidente da NASDAK privilegia-o como uma peça fundamental nesta burla, pelos inúmeros contactos que possuía em múltiplas instituições financeiras por todo o mundo. Um homem de 70 anos (digamos, no seu fim de vida empresarial) destrói a vida de milhares de pessoas e nada se pode fazer… Ninguém pretende fazer nada para defender os interesses dos lesados. É caso para perguntar: quantos mais casos se sucederão a este e que ajudarão ao plano dos Illuminati para a derrocada da economia mundial e para a instauração de um caos apenas controlado por eles…? Porque MADOFF é um Illuminati, pois se não o fosse não teria chegado à presidência da NASDAQ...

DROGA: A BASE DA ECONOMIA DO MUNDO ACTUAL

tal como as catedrais na I.M., muita da espectacular nova arquitectura tem origem financeira duvidosa

Nas últimas duas décadas assistimos a um boom de desenvolvimento de muitos países que tradicionalmente tinham economias fracas, dependentes de outras nações para conseguirem sustentar algum desenvolvimento necessário. Mas muitos deles passaram a ver as suas cidades e a sua arquitectura desenvolverem-se rapidamente, com aparecimento repentino de condomínios de luxo, hotéis de topo de gama, edifícios de escritórios, parques industriais, comércio de luxo e de lojas internacionais de marca. O que muitas pessoas não conhecem é o percurso do dinheiro que deu origem a este desenvolvimento consumista. Os traficantes de droga mundiais, localizados maioritariamente na América do Sul, Norte e Sudeste de África, e países do Sul da Ásia são o inicio de um longo trajecto que passa por empresas secretas apadrinhadas por muitos governantes corruptos (na sua maioria infiltrados por Illuminati) que garantem o êxito destas junto dos seus cidadãos através de favoritismos de mercado. Essas empresas traficam droga nos seus contentores, por avião ou barco pagando aos seus produtores nos off-shores ou em bancos protegidos localizados por exemplo na Suíça, em pleno coração da Europa. Algumas dessas empresas são de materiais ligados à construção, marcas internacionais de roupa, objectos de arte e coleccionismo, produtos alimentares e toda uma variedade de produtos que pode ir dos simples fármacos, a brinquedos de crianças. Populações de emigrantes são muitas vezes utilizadas pelos governos como um risco menor para a imagem do país no panorama internacional, como peças intervenientes de todo o processo. Na aviação civil vemos muitos pilotos e elementos das tripulações a traficarem nas suas próprias bagagens todo o tipo de produtos, em especial droga numa intrincada rede de envolvidos dentro dos próprios aeroportos.

A maior parte destas pessoas ligadas à rede da droga, são iniciadas em seitas ou máfias, a maioria manipulada pelos Illuminati e Maçonaria, para garantir que o todo o dinheiro resultante da produção e venda da droga apenas beneficia maioritariamente os seus afiliados, membros ou associados e por isso as empresas criaram a certificação obrigatória, um padrão de organização e consumos igual por todo o planeta aplicado às maiores empresas, geridas por conspiradores desta rede por todo o mundo, e que levam por obrigação ou indução, os seus dependentes, trabalhadores ou empregados a consumirem determinadas marcas, produtos ou contraírem dividas em determinados bancos, também eles responsáveis no processo de branqueamento mundial. Sem esta rede de droga mundial, a maioria das nações não teriam saído de economias frágeis e não-consumistas. Por isso, a conspiração da droga-economia-governos se generalizou rapidamente em todo o mundo e alastra e se expande cada vez mais, pois ela é o instrumento real do poder da NOVA ORDEM MUNDIAL que os ILLUMINATI querem desesperadamente fazer implementar neste principio do século XXI pela maior parte dos governos mundiais, para que estejam criadas as condições para um século de escravidão dominada pela EXTREMA-DIREITA ULTRA.

LIBERDADE, IGUALDADE, FRATERNIDADE: AS 3 ERAS

a Revolução Francesa marcou a 1.ª vaga das guerras organizadas, na sombra, pelos Illuminati

A revista Humanisme, editada pela Grande Loja de França, em 1975 afirmava com grande clareza que «é conveniente recordar que a franco-maçonaria está na origem da Revolução Francesa», já que «durante os anos que precederam à queda da monarquia, as declarações dos Direitos do Homem e a Constituição foram extensa e minuciosamente elaboradas nas lojas. E, naturalmente, desde que foi proclamada a República francesa adopta-se a divisa prestigiosa que os franco-maçons tinham escrito sempre a oriente do seu templo: “Liberdade, Igualdade, Fraternidade”».

Tal como muitos maçons afirmam a voz alta, mesmo para os profanos (não-iniciados), o “trabalho” nas lojas maçónicas ou dos Illuminati vai da esquerda para a direita, ou seja o neófito é inundado de princípios de esquerda e liberdade quando entra na sociedade secreta, quando passa a companheiro são-lhe revelados os princípios socialistas de igualdade e respeito entre os homens e finalmente quando passa a mestre a sua ideologia é tendencialmente de extrema-direita (sinónimo da maioria de “fraternidades” ou máfias). Nesta perspectiva é fácil compreender como planearam em três séculos (ou três grandes momentos) materializar a LIBERDADE (o século XIX iniciado pela Revolução francesa que libertou o povo oprimido da monarquia e da Igreja Inquisidora), a IGUALDADE (o século XX marcado pela instauração das repúblicas em muitas nações da Europa, da 1.ª e 2.ª Guerras Mundiais que levaram ao considerado século dos direitos sociais e da igualdade dos direitos do povo) e finalmente a FRATERNIDADE (o século XXI anunciado recentemente pelo presidente da comissão europeia, que insiste na instauração urgente da NOVA ORDEM MUNDIAL, cujos princípios são nada mais nada menos que os princípios últimos e “mafiosos” da “fraternidade” dos Illuminati, de contornos claramente de EXTREMA-DIREITA ULTRA, e que está a começar com uma perigosa escalada de guerra-fria numa repetição da que se praticou desde os anos 80 do século XX). Liberdade pela Revolução, Igualdade com República (Socialismo e Democracia), Fraternidade com Nova-Ordem e Extrema-direita. Desta forma cumpre-se o plano magistral dos Illuminati de subjugarem o mundo com a sua NOVA ORDEM, de uma esquerda que luta pela liberdade para uma direita radical que conspira e é MANIPULADORA e TOTALITÁRIA…

AS TRÊS GUERRAS PLANEADAS PELOS ILLUMINATI

Albert Pike planeou, enquanto "Iluminado", três guerras que envolveriam o mundo inteiro...

“Um ex-agente dos serviços secretos ingleses, William Guy Carr, publicou no seu livro Peões em jogo, parte da correspondência trocada entre 1870 e 1871 entre Giuseppe Mazzini e Albert S. Pike, que hoje se encontra conservada nos arquivos da biblioteca do British Museum, em Londres. Numa das cartas, fechada a 15 de Agosto de 1871, Pike comunicava a Mazzini o plano a seguir pelos Illuminati: «Fomentaremos três guerras que envolverão o mundo inteiro.» A primeira permitiria derrubar o poder dos czares na Rússia e transformar esse país na fortaleza do «comunismo ateu» necessária como antítese da sociedade ocidental. Os infiltrados da ordem «provocariam divergências entre os impérios britânico e alemão, em simultâneo com a luta entre pangermanismo e pan-eslavismo». Um mundo esgotado na sequência do conflito não interferiria no processo constituinte da «nova Rússia», que uma vez consolidada, seria utilizada para «destruir outros governos e debilitar as religiões». O segundo conflito seria desencadeado aproveitando as diferenças entre fascistas e sionistas políticos. Em primeiro lugar, apoiar-se-ia nos regimes europeus para que derivassem em ditaduras férreas que se opusessem às democracias e provocassem uma nova convulsão mundial, cujo resultado mais importante seria «o estabelecimento de um estado soberano de Israel na Palestina», que era reclamado desde tempos imemoriais pelas comunidades judaicas, cujas orações nas sinagogas incluíam sempre o famoso refrão, «no próximo ano, em Jerusalém», expressando assim o desejo de reconstituir o antigo reino de David. Além disso, esta nova guerra permitiria consolidar uma Internacional Comunista «o suficientemente forte para se equiparar à comunidade cristã». Os Illuminati previam que nesse momento poderiam dispor, finalmente, da tão esperada antítese.”

“A terceira e definitiva guerra desencadear-se-ia a partir de confrontos entre sionistas políticos e dirigentes muçulmanos. Este conflito deveria orientar-se «de forma tal que o Islão e o sionismo político se destruíssem mutuamente» e além disso «obrigaria outras nações a entrarem na luta, até ao ponto de se esgotarem física, mental, espiritual e economicamente». No final da terceira guerra mundial, prognosticava Pike, os Illuminati desencadeariam «o maior cataclismo social jamais conhecido no mundo», lançando uma onda revolucionária que, por comparação, reduziria a época do Terror em França a um simpático jogo de crianças. «Os cidadãos serão forçados a defender-se contra uma minoria de niilistas ateus», que organizarão «as maiores atrocidades e sangrentos tumultos». As massas, decepcionadas perante a nula resposta das autoridades políticas e religiosas, seriam levadas a tal nível de desespero que «destruiriam ao mesmo tempo o cristianismo e os ateísmos» e «caminhariam sem direcção em busca de um ideal». Só então, segundo Pike, se revelaria «a luz verdadeira com a manifestação universal da doutrina pura de Lúcifer, que finalmente sairá à luz». Os Illuminati apresentariam ao mundo um novo líder capaz de desenvolver a paz e a normalidade ao planeta (a qual seria identificado como a nova encarnação de Jesus Cristo para os cristãos, mas ao mesmo tempo como o messias esperado pelos judeus e o mahdi que aguardam os muçulmanos) e todo o processo terminaria finalmente na tão desejada síntese. A horrorosa profecia coincidia com as ideias de Hegel e, surpreendentemente, ajustava-se agora de uma forma bastante fiel à evolução histórica que conhecemos.” (in, Illuminati, Paul H. Koch, Editorial Planeta SA, 2006, Barcelona)

EX-PSP E A MÁFIA DA NOITE DE LISBOA

Sá Carneiro, Miguel Ganhão Pereira, José Gonçalves: vítimas da Máfia com ligações a altas patentes militares?

O ex-agente da PSP Alfredo Morais que começou a ser julgado em Outubro de 2008, controlava uma rede de favorecimento à prostituição (lenocídio), tráfico de mulheres e associação criminosa, num esquema mafioso em que impunha serviços de segurança e prostitutas aos proprietários de alguns bares de alterne de Lisboa, designadamente o “Elefante Branco” e “Passerelle”. Este último já é nosso conhecido do famoso caso “Passerelle” e das suas perigosas ligações: "um homem morreu na madrugada de 02.12.2007, na sequência da explosão de uma viatura à saída do parque de estacionamento de um bar, perto do aeroporto de Lisboa, disse fonte policial, citada pela Lusa. A vítima era José Gonçalves, de 65 anos, proprietário do bar «O Avião». De acordo com a SIC Notícias, o dono do bar já teria sido baleado há cerca de dois anos e meio. Juntamente com o proprietário do espaço de diversão nocturna seguiam duas bailarinas, funcionárias da casa, e a quem a vítima se preparava para dar boleia. As duas mulheres não ficaram feridas, mas foram transportadas para o hospital a fim de receber apoio psicológico. […] Da maneira como os explosivos estavam montados, estava dirigida toda a potência do engenho para a vítima, de baixo para cima", disse o tenente-general Leonel Carvalho à agência Lusa, salientando que a forma como a bomba terá sido accionada, através de telemóvel, denota também um grau de sofisticação elevado. O responsável pelo Gabinete Coordenador de Segurança salientou que esse tipo de explosivo não é fácil de adquirir no mercado.”

Depois seguiu-se o tradicional "apagar" de vestígios: “um avião foi ontem desmantelado junto à Segunda Circular. A aeronave nada tinha a ver com o habitual movimento do Aeroporto da Portela, mas sim com o conhecido bar O Avião, que foi desmontado em cumprimento de uma determinação da Câmara Municipal de Lisboa, depois do seu proprietário, José Gonçalves, ter morrido em 2 de Dezembro de 2007, na sequência da explosão de uma bomba na sua viatura. O desmantelamento daquele que era o único bar do país a funcionar dentro de um avião começou ontem de manhã e está a cargo da empresa Ecoproject - Gestão de Resíduos, de Setúbal, contratada pela filha de José Gonçalves. Durante o dia de hoje ainda poderão ser vistas no local as gruas encarregadas de demolir o famoso bar de alterne.”

Para quê mais palavras…?

A FUNÇÃO PÚBLICA

discussões são algo típico quando se quer ver defendidos os interesses pessoais em Portugal

Em Portugal a Função Pública assim como muitas empresas de prestação de serviços semi-públicos existem por que têm de existir, mas a sua eficácia chega a ser quase nula, já que os utentes que se recorrem desses serviços raramente têm um atendimento sério da parte dos funcionários, do outro lado do balcão. Muitas vezes para se conseguir um simples documento impresso de uma instituição espera-se horas numa fila para, no momento do atendimento, na maior parte dos casos se ter uma resposta de bloqueio, não raramente antipática e muitas vezes inconclusiva. Perdem-se horas, gera-se desconfiança quanto à eficácia dos serviços que se viram quase sempre contra o utente, considerado na maior parte das vezes pelos funcionários, como indesejável. Este atendimento terceiro mundista é generalizado, mesmo quando os serviços são dotados de uma hierarquia ou quando estão altamente informatizados (nessas alturas existem sempre, “estrategicamente” falhas do sistema informático…). Enquanto nos países “civilizados”, maioritariamente localizados no Centro e Norte da Europa, os serviços conferem segurança e qualidade de vida às pessoas, em Portugal, cada vez que alguém tem de se deslocar aos serviços da função pública, já sabe que vai perder metade de um dia, pelo menos e que, invariavelmente será mal tratado pelos funcionários. Este é preço “europeu” de se viver num país periférico, onde as máfias privadas tudo conseguem e os cidadãos individuais apenas conseguem encontrar forças de bloqueio em qualquer serviço ou instituição… Felizmente existe o livro amarelo que permite, ao menos, descrever factos ocorridos durante o atendimento ou outras reclamações que poderão levar ao despedimento de certos funcionários, conforme a gravidade da ocorrência...

TRABALHO TEMPORÁRIO = CALL-CENTER

os call-centers são das poucas ofertas de trabalho temporário, mas escravizam os seus funcionários

Criou-se nos últimos anos uma oportunidade de trabalho própria de países pobres: os call-center. Os empregados desta recente forma de emprego, geralmente contratados através de agências de trabalho temporário (especialmente vocacionadas a conseguirem trabalho a pessoas menos exigentes quanto às entidades patronais, já que terão idades entre 18 e 25 anos, maioritariamente), sujeitam-se muitas vezes a uma verdadeira escravidão. Mal pagos, fazem muitas vezes horários com interrupções, por turnos, com chefes de secção injustos e inflexíveis que criam um ambiente de total submissão e obediência cega a todos os que aí trabalham. É a exploração da condição humana e do miserabilismo daqueles que necessitam de ganhar algum dinheiro para continuarem a sua luta diária pela sobrevivência: apenas interessa aguentar até ao dia seguinte, pelo menos… É preocupante ver que este tipo de empresas, que muitas vezes têm uma forte imagem corporativa perante a sociedade, se valem de esquemas laborais tão baixos e desumanos, próprios de regimes autoritários ou de extrema-direita. Esta forma de exploração está a progredir fortemente em países pobres, em vias de desenvolvimento ou onde as máfias de extrema-direita tomam a rédea do poder político…

MARKETING AGRESSIVO AOS JOVENS…!

algumas empresas, apostam no segmento de mercado jovem, menos sensível à crise

De forma a conseguirem alguns lucros, muitas empresas estão a virar definitivamente a sua publicidade e marketing para os segmentos mais jovens, igualmente mais fáceis de influenciar rapidamente e menos sensíveis a aspectos sociais adversos. Assim, festas em bares e discotecas, viagens, telemóveis e internet, concertos e espectáculos de bandas rock, teatros e filmes, são o novo mercado onde ainda se procura lucrar, apesar da crise. Vamos ver quanto tempo também este se aguentará a crescer, já que mesmo para quem quer ser inconsciente face à gigantesca recessão mundial, o dinheiro não “estica” para sempre, pois até os “papás” estão a entrar em contenção máxima de despesas…

PERIGO DE DEFLAÇÃO NA EUROPA

num cenário de deflação, os mercados bolsistas poderão colapsar em poucos meses

O Banco Central Europeu admite possível inflação negativa na Zona Euro, apesar da recente descida de juros para 0%. Tecnicamente chamada deflação, esta inflação negativa terá consequências catastróficas nos mercados bolsistas, nos bancos, nos Estados e nas empresas em geral. O consumismo cairá a níveis nunca imaginados e a “bola de neve” da derrocada económica europeia será imparável por tempo indeterminado. Se a deflação que passou da primeira estatística no início do ano de 0,7% para 2,7% previstos para Agosto de 2009, se mantiver a crescer a este nível e estabilizar em 2010, haverá, mesmo assim, uma destruição importante das bases que sustentam os mercados bolsistas e a economia das empresas europeias. A deflação gera uma descida generalizada dos bens e serviços que leva por sua vez, a que os agentes económicos fiquem eternamente à espera que os preços continuem a descer. Consumo, investimento, exportações caem, gera-se desemprego em massa e o sistema financeiro colapsa... Mesmo com injecção de moeda o problema não se resolve. A única solução é ir à origem do problema e resolver a questão do sistema financeiro: com mais despesa e menos impostos. Mas isso pode levar demasiado tempo e entretanto, a maioria da população estará sem condições para investir no que quer que seja, muito menos em consumismo, que é o motor “falso” da economia do séc. XXI…

DESEMPREGO ACELERA PROSTITUIÇÃO E TRÁFICO HUMANO

no filme TAKEN (Busca Implacável, 2008) duas jovens são raptadas em Paris pela máfia da prostituição

O desespero do exponencial desemprego europeu está a fazer crescer o fenómeno da prostituição esporádica e a prostituição de rua. Pessoas sozinhas ou com famílias para alimentar recorrem vergonhosamente (para os Governos) a esta forma de fazer dinheiro como recurso, em momento difíceis, já que as oportunidades de emprego são cada vez mais escassas e com condições de remuneração cada vez mais desfavoráveis e escravizantes. Nas discotecas, bares, cafés, na rua, nos jornais, pela internet, aumentam as fileiras deste “submundo” controlado maioritariamente pelas máfias da noite e da droga. Em alguns casos, os pais mandam as suas filhas e filhos prostituírem-se para resolverem parte dos seus problemas económicos. Em muitos países onde o desemprego disparou e as máfias proliferaram, o mercado da “venda” ou “aluguer” de menores para práticas sexuais apareceu como uma alternativa altamente lucrativa. Muitos destes menores, tal como na antiguidade são embarcados para haréns no Norte de África, Países árabes ou Rússia. É preciso não esquecer que a desgraça e degradação social começou na incompetência e na ganância dos políticos corruptos de todo o mundo… A eles temos de agradecer este degradante estado de coisas, que tenderá a agravar-se a cada mês que passa…

45 MILHÕES DE DESEMPREGADOS NA EUROPA EM 2009

a escalada do desemprego favorece a rápida escravização da restante mão-de-obra activa...

Países como a Irlanda, Holanda, Reino Unido, Suécia, Portugal e Espanha vão liderar o grupo europeu dos países mais afectados pelo desemprego. Espanha baterá todos os recordes, com 1,1 milhões de desempregados e uma contracção de 2,8%. A BusinessEurope propõe uma estratégia de recuperação baseada no financiamento das empresas como forma de não fazer alastrar o desemprego a níveis irrecuperáveis para a economia. Mas a pergunta surge. Até que ponto o sistema é recuperável? Será solução os Estados (e por isso os contribuintes) a pagarem a crise, quando a maioria está a começar a sofrer o revés devido às políticas de gestão incompetentes dos governos e da União Europeia? Não será esta uma medida perversa que apenas acelerará a derrocada final de todo um sistema capitalista baseado em operações económicas virtuais, off-shores, gigantescos bluff’s e corrupção?

CHINESES, UCRANIANOS, BRASILEIROS: O NOVO COMÉRCIO

os bares de alterne e negócios de sexo importados de países habituados a estas máfias, proliferam

Nos últimos dois anos assistimos a uma grande proliferação de lojas chinesas em zonas históricas, por todo o país. Onde tradicionalmente havia apenas uma loja, agora multiplicaram-se e adquirem as lojas de outro tipo de comércio que vai falindo gradualmente, face à enorme recessão que se faz sentir. Vendendo muitas vezes produtos não certificados pela união europeia, estas lojas são a nova geração das tradicionais drogarias, bazares ou armazéns. Fazendo alguma concorrência a estes, muitos ucranianos estão-se a virar para pequenos minimercados, lojas de produtos naturais e de estética, pequenos cafés, bares e até restaurantes. A população brasileira, muito solidária e organizada em grupos, compram cada vez mais cafés, bares e restaurantes, onde muitas vezes, dependendo da sua localização, acabam por entrecruzar negócios paralelos de prostituição velada ou até assumida. O comércio tradicional “português” está a mudar, assim como a exigência dos clientes…

RECIBOS VERDES, CHEQUES VEDADOS E CRISE

cheques sem cobertura, assaltos, crise, não-consumo: os comerciantes já tiveram melhores dias...

Os tradicionais recibos verdes continuam a existir no nosso país, mesmo depois de vários governos terem proposto nos seus programas eleitorais resolver o problema da sua legalidade. É que os trabalhadores independentes, em larga maioria em Portugal, não têm direito a subsídio de desemprego, mesmo em tempo de crise!!!... Como podem sobreviver pessoas e famílias sem subsídio há mais de um ano, quando cada vez mais aumentam as estatísticas do desemprego? Mas o governo permanece indiferente, como se o país seguisse o seu rumo normal, num mar tranquilo, sem problemas…

Perante este cenário muitas pessoas e empresas têm recorrido ao “sistema” do cheque sem cobertura, o que aumentou para 86.000 no final de 2008, o número de pessoas interditadas de usar cheques pelo Banco de Portugal. Cada vez menos haverá acesso a contas bancárias (com despesas de manutenção mensais cada vez mais elevadas), a empréstimos, devido ao endividamento prévio das famílias e empresas, que, agora sem liquidez, não conseguem fazer face ao rol de dívidas mensais. O governo e os bancos, apesar das medidas anunciadas não propõem soluções de recurso e, a cada dia, as pessoas vão perdendo os seus bens, até ficarem na rua, com as suas famílias, porque a sopa dos pobres é a única garantia de um Estado que é contra os pobres e a favor das regalias, para os ricos.

ALEMANHA LANÇA CAMPANHA CONTRA ARMAS

massacre no seio da União Europeia, cujas políticas sociais são um fracasso, agora acentuado pela crise

Face ao massacre na escola secundária de Winnenden, que vitimou 15 pessoas, a Alemanha depara-se agora com o debate da lei das armas. Por toda a Europa o crime aumenta e além da ineficiência dos governos e das polícias que (cada vez se queixam mais e trabalham menos esquecendo-se da componente da disciplina militar a que estão obrigados) vem-se juntar agora a vontade política de retirar às pessoas a hipótese de se defenderem contra o crime, que tem aumentado fortemente no último ano. Para quem vive em zonas isoladas, moradias ou que exerce profissões de risco, esta medida não é favorável. Mas numa Europa que se desmorona economicamente qual será o verdadeiro busílis por detrás desta discussão sobre as armas dos cidadãos? Será que os governos estão com medo, que face à sua incompetência e corrupção, a população europeia comece a dar fortes sinais de revolta, eventualmente recorrendo às armas, e por isso querem retirar o máximo destas de circulação, aproveitando-se de qualquer pretexto para isso? No actual contexto de corrupção e máfias com ligações ao poder e aos governantes, que a cada dia que passa retiram mais regalias às pessoas e as lançam no abismo social e no caos, a forte intenção de retirar as armas aos civis não coloca suspeitas quanto às reais intenções desta acção?

Quando a população não tiver qualquer forma de defesa contra a corrupção, quem vai impedir as máfias de manipularem definitivamente as pessoas, tornadas suas escravas e sem forma de reagirem, tal como previram que iriam fazer os ILLUMINATI na Baviera, aquando da sua fundação, em 1776, com o objectivo de dominarem o mundo e de se instituírem como o poder único, sob a insígnia NOVA ORDEM? Em Portugal temos assistido a uma campanha para retirar de circulação armas não legais, e apesar de ser uma medida lógica, até que ponto é mais perigoso deixar todo o poder bélico nas mãos de um Estado, quando este caminha a passos largos para a instauração de políticas totalitárias?


NINO VIEIRA, CONSEQUÊNCIA DA UNIÃO AFRICANA ?

nas eleições de 2005, o candidato Aly Silva usou o lema: "Guineenses de todas as cores, Uni-vos !"

Nino Vieira, terá sido brutalmente assassinado na presença da sua mulher, na sua casa, à catanada, em eventual acto de vingança contra o assassinato do seu rival Tagmé Na Waie, chefe do Estado-maior, morto num atentado à bomba. A residência do Presidente não tinha qualquer nível mínimo de segurança e a sua morte foi facilitada por esse motivo. A rivalidade entre estes dois dirigentes mortos, remontava aos anos 80, e estava pré-destinada pois segundo palavras do próprio Tagmé, que reflectiam o frágil equilíbrio de forças existentes entre o político e o exército, “eu morro de manhã e o Nino morre à noite”. O estranho é que o tipo de atentado à bomba excedeu as capacidades dos militares locais, o que faz desconfiar que algum “apoio” internacional - operativos de forças especiais de intervenção - pudessem ter estado envolvidos no assassinato de Tagmé. Se os actos cometidos na Guiné-Bissau, têm ou não a ver como a nova União Africana que se desenha “a passos largos” no horizonte político deste continente, só o futuro o dirá…

AZT: A EXPLOSÃO MISTERIOSA

o "21 de Setembro", dez dias depois do 9/11, numa forte explosão "abafada" pelo governo francês

Começa esta segunda-feira um dos maiores julgamentos alguma vez realizados em França. O caso da explosão da fábrica AZT - Azoto e Fertilizante, localizada próxima de Toulouse que explodiu a 21 de Setembro de 2001, dez dias depois do 11 de Setembro. Por as entidades oficiais temerem que uma onda terrorista estivesse perigosamente a alastrar pelo mundo, abafaram na altura, o caso nos MEDIA. Certo é que as razões da explosão ainda estão por apurar, mas o certo é que a violência da explosão destruiu parcialmente muitas casas dos milhares de famílias que viviam nas imediações do complexo industrial, que ficou praticamente destruído a 100%. Os queixosos são mais de 1800, os advogados mais de sessenta, dezenas de peritos vão desfilar uma sala municipal especialmente preparada para um julgamento que deverá durar cerca de quatro meses. O tribunal vai tentar apurar as responsabilidades na explosão que vitimou 30 pessoas.

VIDEOVIGILÂNCIA GLOBAL

um sistema de videovigilância global de 24 horas/dia acabará com os direitos e liberdades individuais

O filme de 2008 “Eagle Eye” (Olhos de Lince) revela um super-computador electromagnético, controlado pela NSA e que, por um erro informático, começou a aniquilar vidas humanas, dado o seu poder em entrar em todos os sistemas informáticos do mundo, relacionar informação, controlá-la e utilizá-la para isolar indivíduos. Este filme mostra-nos o lado negro da videovigilância global e da manipulação maquiavélica a que esta informação pode estar submetida, se utilizada pelas mentes erradas. Sabendo nós que um dos objectivos principais dos ILLUMINATI e da sua NOVA ORDEM é a criação de uma polícia e exército mundiais seus, que dominem todo o mundo, esta será certamente uma das principais ferramentas que permitirá o cumprir dos seus objectivos manipuladores dos cidadãos de todo o mundo e a implementação do seu poder único totalitário, por centenas de anos, que escravizará a população mundial a níveis nunca antes imaginados.

Igualmente filmes como "Minority Report", “Déjà Vu” e “Paycheck” alertam para o perigo da utilização desta tecnologia, que coloca em sério risco os direitos e liberdades dos cidadãos, pois além de não ser em si garantia de maior justiça, dados os inúmeros erros técnicos e humanos que podem por em causa a sua verdadeira eficácia, rapidamente levará a situações de abuso de poder, previstos também, de forma magistral no célebre livro “1984” de Georges Orwell. Políticos de todo o mundo estão a apressar a utilização destas tecnologias, sem consultarem a opinião pública ou sequer os seus governos...

O “ESTADO” DAS POLÍCIAS PORTUGUESAS

a videovigilância global e polícias da NOVA ORDEM: objectivos dos ILLUMINATI, já em curso...

Com a taxa de suicídios na GNR e PSP a aumentar (só este ano já se suicidaram quatro militares e no ano passado 12), fruto de uma vida desumanizada, com excesso de horas de trabalho e turnos que podem chegar às 72 horas seguidas, não permitindo a estes profissionais terem uma vida familiar regular, é caso para perguntar: quem é o responsável por este estado de CAOS nas forças da ORDEM? O Governo parece ser a resposta mais acertada, também apontado pelas polícias como o principal responsável por estes “estado” de coisas, e acusam-no mesmo de estar a recorrer a esta estratégia para escravizar, perseguir e levar ao suicídio agentes. O Presidente da Confederação Europeia de Polícia – EuroCOP – criticou em Março a prática regular destes horários que não permitem um bom desempenho destas forças policiais.

A resposta pode estar na própria expressão FORÇAS DA ORDEM que aos poucos substituiu a expressão salazarista de FORÇAS DA AUTORIDADE, pois se um dos objectivos últimos da NOVA ORDEM MUNDIAL dos ILLUMINATI é a criação das suas POLÍCIA e EXÉRCITO MUNDIAIS, as quais controlarão todo o mundo com um complexo e eficaz sistema de vigilância por câmaras e por satélite, que, dizem alguns, já estará em curso, embora sem conhecimento do público…

A MÁFIA DOS CENTROS DE INSPECÇÃO

o aparatoso acidente de 4 veículos pesados em Rio Maior irá justificar inspecções mais apertadas

Com a produção automóvel a descer pelo menos 25% este ano, no primeiro semestre, segundo declarações do próprio presidente da Associação de Construtoras Automóveis da Europa, Carlos Ghosn, por excesso de veículos em stock, face à forte redução de vendas, é de esperar que governos e esta associação encetem negociações “secretas” que levem a uma maior reprovação de veículos em fim de vida, nos centros de inspecção. O espectacular acidente que envolveu quatro veículos pesados em Rio Maior (Alto da Serra) no dia 10 de Março, veio mesmo a calhar para serem “apertadas” as revisões técnicas nos centros de inspecção, numa altura em que muitas empresas e famílias são confrontadas com a sua falência técnica. Sabendo nós que muitas garagens e oficinas de reparação têm interesses junto de stands de venda de automóveis novos ou em segunda-mão, é fácil perceber como se processa todo o processo da venda “induzida”, desde a oficina ao centro de inspecção, passando eventualmente, pelo stand de vendas…

A MÁFIA DOS MEGA-CENTROS COMERCIAIS

os consumidores das grandes superfícies são apenas os "terminais" de uma complexa rede de consumo

Por todo o país se construíram nos últimos 20 anos dezenas de mega-centros comerciais, conhecidos como “grandes superfícies”, com maior incidência nos últimos dez anos. Estes empreendimentos, fortemente suportados pelos bancos, representam além de um excelente negócio de investimento para os seus promotores e agentes envolvidos, uma ferramenta política com que muitos autarcas ganham eleições. No entanto, estes “Cavalos de Tróia” do comércio, acabam por levar à falência o comércio tradicional, cada vez menos modernizado fruto da cada vez maior preferência dos compradores pela concentração de lojas nas grandes superfícies, mais atractivas. Num centro comercial, a grande diversidade de lojas, o ambiente de prosperidade (dado que aí só conseguem manter-se cadeias de lojas internacionais, com grande poder económico), a grande oferta de restauração, a concentração de serviços, permitem aos trabalhadores semanais aí efectuarem as suas compras de fim-de-semana de forma descontraída em ambiente familiar, com maior segurança e conforto. Pode-se mesmo dizer, que o tradicional passeio ao fim-de-semana, que antes se efectuava nos centros históricos urbanos, se mobilizou para as periferias, onde geralmente se localizam estas novas superfícies comerciais.

Mas a estratégia destes centros comerciais envolve outras estratégias macro-económicas e macro-financeiras, fundamentais para as economias dos países. O maior consumo de gasolina pelos utentes, maior consumo de produtos (quanto maior é a oferta e qualidade de produtos mais incentivado ao consumo fica o potencial comprador), escoamento de marcas caras (pela sua “pretensa” vulgarização, mesmo junto do segmento médio e médio-baixo), criação de uma “falsa” (ou não) imagem de progresso (mesmo quando as pessoas apenas passeiam olhando as montras, sem consumir), a propagação da doença do “consumismo por impulso”, representam um “PACK” completo de formas de concentrar eficazmente em cada indivíduo e em cada família, técnicas de marketing que permitem, num curto intervalo de tempo, “transferir” as economias destes para a GRANDE MÁQUINA FINANCEIRA que está por detrás da operação, como por magia. Desde o estacionamento pago, às lojas de roupa, aos supermercados, aos cafés e restaurantes, livrarias, artigos tecnológicos, a todo o tipo de serviços úteis, o consumidor liberta uma adrenalina “positiva” que lhe dá uma euforia momentânea, fazendo-o consumir mais do que na realidade necessita, face à exposição fácil aos produtos. Esta é uma técnica maquiavélica de marketing, que funciona na maior parte dos casos e a única forma de a evitar é, ou não dispor realmente de dinheiro (nem sequer do cartão de crédito) ou não procurar estes centros comerciais, autênticas armadilhas vocacionadas para o consumismo induzido. O consumo, face à recessão mundial, vai escravizar muitas famílias e levar ao colapso social muitos indivíduos que não serão protegidos pelo Estado, o mesmo que promoveu a proliferação destas verdadeiras “armadilhas” de consumo…

A MÁFIA DAS IMOBILIÁRIAS

a EXPO'98 ajudou à criação de inúmeras imobiliárias, as mesmas que agora monopolizaram o mercado

No final dos anos 80 em Portugal começaram-se a instalar em maior quantidade empresas do sector imobiliário, que serviam de promotores de vendas, em substituição do tradicional construtor que procedia a venda directa. Desta forma, levaram à regulamentação do sector de vendas, face aos públicos mais exigentes na procura e nos processos de venda. Estas empresas passaram a incluir todos os serviços burocráticos para facilitar o cliente. O BOOM da construção deu-se antes e depois da EXPO’98. Os bancos criaram estratégias de financiamento. Havia uma economia crescente. Algumas zonas urbanas valorizaram-se em função de novos empreendimentos e infra-estruturas então construídos. As imobiliárias maiores uniram-se, criaram uma associação que as protegia dos concorrentes que não cumpriam as normas e as leis. Desta forma aniquilaram as empresas menos concorrenciais e passaram a técnicas mais agressivas de vendas e marketing. Algumas fundiram-se em empresas maiores e deram origem a promotores. Já não necessitavam de procurar financiadores privados. Recorriam a bancos, enquanto promotores e os seus empreendimentos passaram a depender mais do poder político, que nunca. Montaram os seus lobbies com o poder local, regional e nacional, juntamente com empresas de arquitectura, que cresceram com eles, como se de departamentos de projectos seus se tratassem. Criaram-se círculos de negócios chorudos, alguns deles à porta fechada, outros até sem escrúpulos, acabaram por ser denunciados nos Media, mas sem grandes prejuízos para os seus intervenientes.

Agora face à crise global, este lobby, as imobiliárias, mantém-se unidos e garantem que os preços das habitações não descem dos valores de mercado, os quais pretendem continuar a manter em níveis “artificialmente” altos, para não fazerem os seus negócios depender de variações ou picos da economia nacional. Comprar casa, face a este mercado desfasado da realidade, com o desemprego a subir em flecha, tornou-se num negócio muito arriscado, sobretudo em famílias de jovens em início de vida. Embarcar nesta aventura é quase suicídio económico, arriscando-se estes investidores a perderem todo o investimento inicial feito no momento da aquisição. E depois, onde vão viver as pessoas que investiram todas as suas poupanças na esperança de, um dia, conseguirem um futuro melhor para si…? Hipotecar a vida a um banco na esperança de pagar o que já se sabe que não se vai poder pagar, não será escravizar os seus sonhos pessoais aos donos da economia mundial, que lançam as famílias no inferno do desespero e do sufoco para pagar as suas dívidas, cada vez mais agravadas por todo o tipo de leis e coimas…?

A MÁFIA DAS SEGURADORAS

as Seguradoras em Portugal fazem negócios como bancos: recebem muito e pagam pouco

Depois do 25 de Abril o mercado dos seguros estava completamente em aberto. Com novas políticas sociais em curso, este tipo de negócio via a sua expansão crescente a cada dia, fortalecer-se como negócio lucrativo. Os bancos redefiniam as suas políticas, incentivava-se os clientes a comprarem títulos do tesouro, a investirem na sua segurança social e a criarem seguros de vida, de reforma, de automóvel (de acidentes, portanto) que garantiriam uma melhor defesa pessoal de cada cidadão e mais protecção social. As companhias de seguros tiveram um verdadeiro BOOM e não tardaram a surgir companhias monopolistas, fortemente apoiadas e suportadas por determinados bancos. Mas o reverso da medalha começou quando algumas pessoas recorriam a estes seguros quando necessitavam. Começaram a surgir alguns impedimentos, mais sofisticados nos anos 90, das empresas seguradoras, que levantavam agora dificuldades constantes aos seus segurados, sempre que se tratava de terem de pagar o que por direito lhes era devido. Actualmente são inúmeros os seguros que um cidadão comum tem de fazer para poder viver sem coimas na sociedade portuguesa: segurança social, seguro automóvel, seguro de responsabilidade profissional (em algumas profissões), seguro de responsabilidade civil (em algumas profissões), seguro de recheio de habitação, seguro contra acidentes de trabalho, seguro contra roubo (por exemplo, nos casos de licença de porte-de-arma), seguro de saúde, seguro poupança-reforma, seguro de família… que todos somados, nalguns casos, representam um valor muito superior ao das posses de um cidadão comum, faço aos baixos salários e ordenados dos portugueses.

Entre reclamações e queixas, processos e indemnizações, as companhias de seguros tornaram-se um “parceiro” perigoso dos seus próprios segurados, pois praticavam agora uma política de “só pago se fizeres muito barulho”, caso contrário retardavam ou tentavam mesmo ludibriar os seus clientes, fugindo de todas as formas e feitios às suas obrigações e a pagarem aquilo a que os clientes tinham direito por contrato. Inúmeras leis foram feitas pelo Estado e por diversos Governos, todas a super-proteger os interesses particulares das seguradoras, mais do que os interesses dos clientes. E porquê? Porque na sua maioria, as seguradoras são uma espécie de sub-empresas dos bancos, aos quais chegam a arranjar clientes, pelos acordos e normas internos que possuem. Numa certa perspectiva as seguradoras são elas mesmo bancos, pois recebem dinheiro e raramente pagam. Um negócio chorudo para ambos em que o único prejudicado no processo é justamente o cliente, aquele que paga, e que ainda por cima tem de reclamar pelos seus direitos. O sonho de que Portugal um dia pudesse vir a ter a qualidade de vida de países como os do Norte da Europa, está cada vez mais longe, pois absurdamente, o cidadão cada vez está mais obrigado por lei a fazer seguros de tudo e mais alguma coisa, a pagar a segurança social, e a não ter direito a qualquer pagamento sempre que a necessidade ou circunstância o exija, faz deste lobby das seguradoras uma máfia malévola, associada muitas vezes ao poder corrupto do Estado, dos seus governantes e dos Bancos e dos seus administradores. Mas face à situação global, quantas empresas de seguros não irão falir e quantas pessoas poderão continuar a pagar as suas prestações mensais para não perderem todas as regalias que julgavam estar a acumular para maior segurança e tranquilidade das suas vidas???...

OS ROTHSCHILD NA EUROPA

Rothschild, a base do poder económico dos Illuminati na Europa e da Revolução Francesa

«Permitam-me fabricar e controlar o dinheiro de uma nação e já não me importarei com quem a governe.» (Meyer Amschel Rothschild, banqueiro alemão)

“«Não há como ser rico para que todo o mundo se creia no direito de criticá-lo». Isso devem ter pensado os membros da família Rothschild quando leram em Janeiro de 1991 a entrevista a John Todd publicada pela revista norte-americana Progresso para Todos. Membro do Conselho Maçónico dos Treze, John Todd afirmava que o famoso ícone da pirâmide e do olho resplandecente com o qual se representava em geral Deus, significava na realidade algo muito distinto: o olhar vigilante de Lúcifer. Segundo as suas palavras, a imagem foi criada pelos Rothschild e levada depois para os Estados Unidos por dois importantes maçons e pais fundadores da nação, Benjamin Franklin e Alexander Hamilton, antes de estes começarem a revolução e a guerra da independência de Inglaterra. «A família Rothschild é a cabeça da organização na qual ingressei no Colorado, e todas as irmandades ocultas formam parte dela», assegurava, «porque na realidade todas pertencem ao mesmo grupo dirigido por Lúcifer para instaurar o seu governo a nível mundial». Acrescentava ainda: «Dizem que os Rothschild mantêm contacto pessoal com o demónio. Eu estive na sua mansão e vivi-o. Sei que é verdade.»

“A casa Rothschild, fundada por Meyer Amschel, designado por Rothschild, pioneiro da saga, constituiu desde o princípio o melhor exemplo deste tipo de banco. Meyer nasceu em 1743 e instalou o seu primeiro negócio financeiro na cidade alemã de Frankfurt am Main, a sua cidade natal. Filho do banqueiro e ourives judeu Moisés Amschel Bauer, a origem do seu famoso apelido tem de ser procurada no apelido, pelo qual todas as pessoas o conheciam na cidade, pelo facto de na fachada do edifício onde tinha instalado o seu negócio se encontrava pendurado um escudo vermelho (em alemão, rot é «vermelho» e schild significa «escudo»). A tradição considera o vermelho como uma cor solar, vivificante, fortalecedora de carácter positivo, mas, a partir da época do primeiro Rothschild e até à actualidade, o escudo ou a bandeira desta cor converteu-se no emblema das sucessivas revoluções de esquerdas que agitaram o mundo. Meyer começou no negócio bancário do seu próprio pai e mais tarde viajou até Hannover para melhorar o seu ofício com a família Oppenheimer. Graças à sua intensa actividade, a sua visão comercial e o seu à vontade nas relações sociais, permitiu-lhe estabelecer amizade com o general Von Storff, que o introduziu na corte do landgrave de Hesse-Kassel, e pouco depois começou a trabalhar com o próprio príncipe Wilhelm IX, que se dedicava a ganhar dinheiro de todas as formas possíveis e muito especialmente com a guerra. O príncipe recrutava mercenários que diversas monarquias europeias necessitavam para resolverem certas questões entre si, ampliadas com base nos desequilíbrios gerados pela Revolução francesa: equipava-os e dava-lhes guarida até estes partirem para a batalha, e cobrava uma percentagem por cada operação. Meyer compreendeu de seguida como funcionava o negócio e dedicou-se a ele com excelentes resultados. A melhor prova disto é que rapidamente adquiriu uma fortuna pessoal, que incrementou reinvestindo em todos os negócios em que pudesse ganhar mais, desde o comércio de vinhos até à venda de antiguidades, sem nunca esquecer o ofício original bancário, o qual consolidou quando regressou à sua Frankfurt natal.”

“Quais eram os sonhos pessoais do primeiro dos Rothschild? Em que desejava utilizar os seus elevados lucros, na realidade?”

“Muito provavelmente, em adquirir poder. Ao fim e ao cabo, esta é a grande tentação de todos os homens que conseguem destacar-se na hierarquia social. É possível que Meyer tenha fantasiado com a possibilidade de utilizar a sua riqueza para forçar a sua coroação nalguma parte do mundo, ainda que, na época das monarquias absolutistas ligadas a inúmera dinastias, o mero facto de expressar algo semelhante em voz alta pudesse ter-lhe custado a vida. Um punhado de espadas e mosquetes de um rei pobre podiam acabar facilmente com os sonhos de um banqueiro rico. E, no entanto, porque é que a monarquia tinha de ser hereditária, se os sucessores de um hipotético rei competente podiam ser uns ineptos? Ou mesmo que não o fossem. Porque é que não se podia projectar junto dos verdadeiros impulsionadores da economia e da sociedade, como ele mesmo se considerava, de primeira fila? Será que não havia nenhuma possibilidade de alterar a ordem das coisas? Neste cenário apareceram os Illuminati de Weishaupt, e desde logo, Meyer percebeu que existia outro meio de aceder ao poder. Se não era pela frente, actuaria pelos bastidores. Desde o primeiro momento, a família Rothscild amparou e financiou a trama dos Illuminati da Baviera até ao ponto de Meyer os reunir na sua própria casa de Frankfurt em 1786. Segundo alguns entendidos, naquela reunião o objectivo principal foi o estudo detalhado dos preparativos da revolução francesa, que se deu poucos anos depois. Ali se acordaram, entre outras coisas, todo o processo de agitação pré-revolucionária, o julgamento e execuções públicas do rei francês Luís XVI e a criação da Guarda Nacional Republicana para proteger o novo regime.”

“Alguns anos mais tarde, o deputado e membro do Comité de Saúde Pública da Assembleia Nacional, Joseph Cambron, chegou a denunciar veladamente estes factos, lembrando que a partir de 1789 «a grande revolução atingiu todo o mundo, excepto a banca». Seguindo o projecto original dos Illuminati, também se concebeu o plano para estender o processo revolucionário ao resto do continente europeu e provocar um cataclismo social que beneficiaria os interesses da sociedade secreta. Dois anos antes de morrer em 1812, o primeiro dos Rothschild já tinha planeado o futuro da sua empresa, associando os seus cinco filhos varões (e, segundo o seu testamento, excluindo de forma explicita as suas filhas de qualquer participação financeira) à empresa que a partir desse momento se passaria a designar Meyer Amschel Rothschild e Filhos. Assim constituiu a primeira rede financeira europeia de grande alcance, porque cada irmão instalou-se numa cidade diferente e abriu o seu próprio estabelecimento comercial, que representava uma quinta parte da propriedade total. Amschel júnior ficou em Frankfurt, Karl foi para Nápoles, Natham para Londres, e Salomón para Paris, onde ao fim de pouco tempo foi substituído por James, enquanto ele abria uma nova sucursal, desta vez em Viena. Eram as cidades mais importantes da altura, de modo a que os cinco irmãos podiam reunir-se periodicamente para trocarem informação e obterem uma visão de conjunto bastante real acerca do desenvolvimento político e económico da Europa, assim como para coordenarem as suas estratégias.”

“Os irmãos haviam-se comprometido a prosseguir a obra de seu pai, com a vantagem que cada um deles podia agora contar com o apoio incondicional dos restantes, e decidir assim que dirigentes de uma ou outra nação serviam melhor a sua causa e, por conseguinte, emprestavam-lhes ou não o financiamento pedido. O seu enriquecimento económico aumentou simultaneamente à sua influência junto dos vários governos europeus. Excelente exemplo é a sucursal francesa presidida inicialmente por Salomón, que, em pouco tempo, passou a figurar nos arquivos policiais por envolvimento em actividade de contrabando apesar de ser uma grande personalidade da corte e da alta sociedade. Foi a partir de 1823 quando o rei Luís XVIII de França obteve dele o empréstimo de 400 milhões de francos, o primeiro de uma série. Meses depois, o banqueiro era condecorado pela Legião de Honra pelos «seus valiosos serviços à causa da Restauração». Mais tarde, Salomón partiu para Viena onde rapidamente estabeleceu amizade pessoal com o chanceler Metternich e com honrarias da corte imperial. As suas relações com a cúria romana igualmente foram de vento em poupa, até ao ponto de negociar um grande empréstimo ao próprio Estado Vaticano. O resultado de todas estas manobras foi que a partir de então a Casa Rothschild se converteu em sinónimo de riqueza e poder sem fronteiras.” (in, Illuminati, Paul H. Koch, Editorial Planeta SA, 2006, Barcelona)

PORTUGAL: O PAÍS DOS ANTI-HERÓIS

os vários rostos de Sócrates: salazarista, pombalista e neo-nazi, vários totalitaristas num só...

Análises brilhantes feitas por escritores como Miguel Real (in, A Morte de Portugal, Campo das Letras Edit.) ou José Gil (Portugal, Hoje - o Medo de Existir, Relógio d’Água Edit.) ajudam-nos a fazer uma análise sincrónica e diacrónica do perfil do português enquanto indivíduo actualmente cobarde. Depois do abaixamento moral e mesquinhez provocada por séculos de opressão moral levada a cabo pela “Santa Inquisição”, os portugueses tiveram de suportar um homem mesquinho - SALAZAR - que falava como um padre mas que ao mesmo tempo permitiu a existência de uma polícia política que à laia de BIG BROTHER (do livro “1984”, de George Orwell) mantinha a liberdade de expressão sob forte controle.

Ficou-nos a herança do MEDO e da MESQUINHEZ, tantas vezes apontadas pelos nossos vizinhos espanhóis (muito mais afoitos, desinibidos e sem preconceitos que nós) como um dos males do nosso povo não crescer mais economicamente. Expressões de medo enraizadas no povo como - “tem cuidado”, “cuidado com isso”, “olha lá”, “vê lá isso”, “porta-te bem” – não são senão falsos moralismos que castram qualquer herói que intente nascer no seio da populaça… País de “bufos” e intriguistas, desde Salazar, redes de informadores em todo o lado, inquisidores, padres, médicos, vizinhos, colegas de trabalho, um pesadelo à escala nacional, para quem quer ser um simples e democrático livre pensador. “Antiguidade é posto” reforça a mesquinhez da hierarquia dos mais velhos sobre os mais novos (geração de onde poderiam sair os heróis), o poder que estes exercem sobre os seus inferiores hierárquicos, para que estes nunca se esqueçam que, mesmo que sejam mais competentes e aptos, terão de “baixar a bolinha” pois outros valores mais altos se levantam… Estes pregões e chavões tão presentes nas zonas interiores, nas instituições do Estado, nos meios militares, defendem o poder instituído, corrompido, contra a força de mudança da juventude sempre necessária à liberdade. Todas as instituições “lentas” do estado usam esta regra. Em Portugal é o medíocre quem lidera as empresas, as instituições públicas, é o medíocre quem manda, por isso não sairemos desta soturna SOCIEDADE DO MEDO INSTITUÍDO…

Agora esta mesquinhez travestiu-se com trajes mais nobres e emigrou para a Europa e os nossos representantes oficiais naquela instituição, como submissos militares da Gestapo, obedientes cegos ao Führer (Illuminati) ajudam a levar tranquilamente o seu maquiavélico plano até ao fim, asfixiando dia a dia, cada lar, cada família, cada pessoa, numa gigantesca câmara de gás chamada “UNIÃO EUROPEIA”…