BURLA DE 850 MILHÕES DO MINISTÉRIO DA JUSTIÇA

a CGD manipula 850 milhões de euros cuja proveniência exacta se desconhece

O Ministério da Justiça tem 850 milhões de euros em 12 contas bancárias ilegais na Caixa Geral de Depósitos. Há milhões de euros por explicar nas contas, mas antes de responder o Ministro nomeou novos gestores. A corrupção já é tão descarada em Portugal, que as burlas de grande escala também já acontecem na Justiça. O Instituto de Gestão Financeira e de Infra-estruturas da Justiça (IGFIJ), que gere os dinheiros daquele ministério, passou nove cheques para pagamentos de serviços que não chegaram aos destinatários. Alguém os interceptou, falsificou, aumentando-lhes o valor, e levantou na Caixa Geral de Depósitos (CGD), sendo a entidade pública burlada no montante de 744 424,84 €. Mas há mais. Quase 90% dos saldos bancários do IGFIJ, na ordem dos 850 milhões de euros, estão depositados em 12 contas ilegais abertas naquele banco público. Nalgumas delas, o Instituto nem sequer sabe o montante que lá se encontra, tendo realizado, inclusive, pagamentos sem que agora exista documentação de suporte e muitos outros movimentos bancários para os quais não há explicação. São milhões de euros ao deus-dará que não se sabe donde vêm nem para onde vão.

Tudo isto consta de uma auditoria da Inspecção-Geral dos Serviços de Justiça (IGSJ), cujo relatório o DN teve acesso, que arrasa a contabilidade daquele organismo. Os gestores já foram mudados pelo ministro da tutela, Alberto Martins, que impôs 60 dias aos novos para apresentarem propostas de rectificação. O Tribunal de Contas, por seu lado, já iniciou ali uma nova auditoria. O relatório IGSJ foi apresentado ao anterior titular da pasta, Alberto Costa, que o meteu na gaveta. O ministro seguinte, Alberto Martins, recuperou-o e mudou de imediato a equipa do IGFIJ. A primeira grande chamada de atenção da IGSJ é para o facto de o IGFIJ manter na CGD, de forma ilegal, 12 contas bancárias, cujos saldos ascendem a 850 milhões de euros. Segundo o relatório, tal prática viola o princípio da Unidade de Tesouraria do Estado consagrado no Decreto-Lei n.º 191/99, de 6 de Junho, esclarecendo que as contas deveriam estar no Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público. Assim, o IGFIJ entendeu que os juros auferidos na CGD constituíam receitas próprias. Por isso, " nunca efectuou a respectiva entrega ao Estado", violando igualmente a lei, refere ainda o relatório. Por exemplo, os juros auferidos em 2007 ascenderam a 24 milhões de euros.

Também grave, para o IGSJ, é facto de o instituto não saber, sequer, quanto dinheiro tem disperso na CGD relativo a depósitos obrigatórios dos utentes da Justiça, quando pagam taxas, por exemplo. A Lei Orçamento do Estado para 2009 impôs que esses depósitos fossem transferidos no prazo de 30 dias para a conta do instituto. Mas a entidade bancária ainda não o fez alegando não ter os montantes apurados. Mas há mais. Nas contas 625939330 e 601445530 surgem movimentados 7,2 milhões de euros sem explicação. "Tanto poderá tratar-se de pagamentos sem o correspondente registo contabilístico como de recebimentos registados contabilisticamente cuja entrada na conta não se efectuou", diz o relatório. Há ainda outros exemplos. Em pelo menos quatro contas não foram efectuados os respectivos registos contabilísticos relativos a toda a receita extra-orçamental cobrada pelos instituto nos meses de Maio a Setembro de 2008. Só no mês de Setembro daquele ano tais receitas ascenderam a 43 milhões de euros.
"Ninguém supervisiona as reconciliações bancárias", diz a IGSJ. Em várias contas há diferenças nas reconciliações por explicar que rondam os 11 milhões de euros. No caso dos nove cheques falsificados, o IGFIJ nem tinha noção do que se estava a passar. Foi a polícia que alertou. Alberto Martins homologou este relatório a 21 de Dezembro.

FUTEBOLISTAS DO TOGO, ATENTADO OU NEGÓCIO EM ANGOLA?

o futebol, actividade desportiva internacional utilizada para justificar negócios militares?

Próximo da Copa de África das Nações, um atentado da FLEC (Frente para a Libertação do Enclave de Cabinda) a uma equipa de futebol que viajava em autocarro, patrulhada pela polícia, parece ser o pretexto ideal para a venda de "segurança" internacional especializada contra terroristas. Aliás, imediatamente o ministro angolano António Bento Bembe, veio publicamente dizer que se tratava de um ataque terrorista, mas que não afectaria a realização da Copa. Ou seja, traduzido por outras palavras, o governo de Angola fará todos os esforços para manter a segurança do evento. Poderá estar aqui uma vez mais a mão da CIA e da Europa, ao quererem fazer infiltrar as suas tropas em países estrangeiros, sempre com o pretexto da segurança, mas com um único objectivo: a venda de armamento, a deslocação de verbas gigantescas para os exércitos para aí deslocados (e pagos pelos contribuintes dos respectivos países) e até assegurar algumas rotas seguras de tráfico de diamantes e droga. Este é o actual mundo dos MEDIA, manipulados pelos Bilderberg, para satisfazerem os seus macro-lobbies de negócios de milhões. E os políticos fazem o seu papel, neste global teatro da Corrupção Mundial.

CHIP DA MATRÍCULA, BIG BROTHER A CAMINHO

Big Brother sonhado por Sócrates e pelos Bilderberg, pronto a começar...

A empresa DailyWork desenvolveu já o identificador que poderá ser instalado nos veículos portugueses, após concurso, para o qual, em princípio será a única empresa candidata. Os DEM (dispositivo elecrónico de matrícula), permitem a interoperabilidade com Espanha e França, na esperança de se tornar uma espécie de upgrade da actual Via Verde, apenas operativa em Portugal, segundo informação prestada por Ricardo Prata, gestor da empresa. A DailyWork é uma start up (empresa recentemente criada e de pequena dimensão) da BRISA, 100% portuguesa, e que tem uma parceria com a empresa de Aveiro Micro 10 e com um professor do Instituto Superior de Engenharia de Lisboa (ISEL).

THE ROAD, FILME APOCALÍPTICO DO AMBIENTE

se o genocídio global preparado pelos Bilderberg acontecer, este filme torna-se realidade

Baseado no romance de Comac McCarthy, o filme "The Road" (A estrada) mostra-nos um mundo apocalíptico passado num futuro próximo (10 anos) após um evento climático que devasta todo o planeta deixando poucos seres humanos com vida. Um pai inicia então uma viagem de sobrevivência com o seu filho, caminhando para sul, na esperança de encontrar um clima mais favorável ao seu estabelecimento fugindo assim aos perigosos caçadores de viajantes, espalhados pela floresta. Este filme mostra-nos até que ponto pode descer o ser humano, perante uma catástrofe global onde a sobrevivência diária nos coloca num plano quase semelhante ao de qualquer animal assustado. Terrorífico pela verosimelhança.

DUBAI: O LUXO DO BRANQUEAMENTO INTERNACIONAL

Dubai, arranha-céus de hiper-luxo, uma cidade construída com dinheiro "branco"

Depois da guerra do Golfo Pérsico assistimos a uma explosão exponencial de construção no Dubai. Uma cidade de arranha-céus de luxo com projectos dos maiores arquitectos americanos, ingleses e europeus, num desfile de criatividade construtiva onde o dinheiro não é problema. Constroem-se campos de golfe no deserto, uma rede de metro em tempo recorde, empreendimentos hoteleiros em ilhas artificiais, hotéis que começam nas 5 estrelas e acabam nos hiper-luxuosos de 7, passando pelo recentemente inaugurado maior arranha-céus do mundo - o novo "farol" do Médio Oriente à semelhança do de Alexandria antiga. Parece evidente que apenas o branqueamento de capitais em larga escala, provavelmente proveniente da droga, envolvendo CIA, União Europeia, Banca Internacional permite que este "milagre" aconteça em tão pouco tempo, num negócio em que todos ganham.

Seria esta a forma de "pagar" favores da utilização do Golfo Pérsico durante a Guerra com o Iraque? Ou será uma forma de controlar a zona mais importante deste mar interior, fundamental para as estratégias militares da CIA e consequente garantia da defesa do abastecimento para os EUA do petróleo aí produzido pela Arábia Saudita, Emirados Árabes e Iraque? Parece ser a mistura destes dois aspectos, o que justifica um branqueamento de dinheiro em tão larga escala, aos olhos de todos. A história provou-nos já que tudo o que se constrói rápido, acaba por se auto-destruir ainda mais rápido. Vamos ver o desfecho deste negócio mundial chamado Dubai, a nova terra do imperialismo dos novos Faraós do Petróleo...

GRÉCIA, UM NOVO KOSOVO, UM PARAÍSO DAS ROTAS DE DROGA

a guerra do Kosovo foi criada para definir uma rota directa de droga do Oriente até à Europa

A Grécia prepara-se para se tornar num conflito semelhante ao do Kosovo em 1999. A razão, a mesma: tráfico massivo de droga para rotas do mediterrâneo ao norte da Europa e Repúblicas Russas. O sul de Itália prepara-se para cumprir o mesmo destino, com as máfias do sul a prepararem os próximos anos, que serão de grande tráfico de armas, drogas e pessoas, numa rota que virá essencialmente de África. Ao olharmos para trás, conseguimos perceber que um dos segredos mais bem guardados em toda a história é justamente o narcotráfico, pois sabemos hoje que sustentou e sustenta a grande maioria de governos, bolsas de valores, bancos e multinacionais por todo o globo.

Muitos entendidos e investigadores apontaram a CIA como o principal responsável da guerra do Kosovo, através da NATO. Mas perguntamos, o que pretendia então a CIA com esta acção? Segundo eles, garantir o tráfico de droga numa rota directa desde o Afeganistão e Paquistão através da Turquia até à Europa. Para isso era necessário separar a poderosa aliança sérvio-jugoslava que controlava as Balcãs. A administração Clínton, talvez até sem se aperceber disto, acabou por levar à simplificação da rota de heroína ao destruir em 1998 a Sérvia e o Kosovo e instalar a ELK (Exército de Libertação do Kosovo) como uma potência regional, que para muitos não era mais do que uma organização terrorista internacional treinada e financiada pelos serviços secretos britânicos, americanos e alemães e por outras forças especiais. Assim ficou traçada esta rota de droga à semelhança da que hoje está perfeitamente consolidada e que inicía na Colômbia com as plantações de ópio e contrabando de cocaína e heroína até chegar a Miami e New York através da República Dominicana, Porto Rico e Cuba.

No caso específico do Kosovo, os Bilderberg estariam por detrás da decisão, tomada na reunião de 1996 em King City, de criar um conflito que envolveria a Federação Jugoslava,
Bósnia, Rússia, Grécia, Turquía, Albania, Macedonia, os poderes militares da Europa Ocidental, os Estados Unidos e por extensão, como aliados da Turquia e da Grécia - Israel e a Síria... Desta forma o lucro não seria apenas com a droga, mas com a própria venda do armamento. Aumentar o conflito, aumentaria significativamente os lucros do negócio.

BILDERBERG E A NOVA GUARDA PRETORIANA

a nova guarda pretoriana - a polícia de choque mundial - tentará garantir o triunfo final dos Bilderberg

Os gregos tinham os espartanos, os romanos a guarda pretoriana e Hitler as SS. Actualmente temos a guarda suiça no Vaticano e a polícia de choque super-equipada, por todo o mundo, graças ao sonho da CIA, de vender o seu conceito de polícia e os seus equipamentos bélicos para proveito próprio. Desde os anos 40, quando a extrema-direita começou a revelar-se mais, simultaneamente ao crescimento das máfias norte-americanas, que "a companhia", a Central Intelligence Agency percebeu qual poderia ser o seu papel na sociedade futura mundial. Hoje vivemos esse "sonho", tornado pesadelo para os cidadãos de todo o mundo. Graças à CIA, o ódio, a guerra, os conflitos e as crises sociais foram disseminadas um pouco por todo o planeta, no decorrer do século XX e já neste século XXI. A sociedade totalmente controlada, a perda da liberdade conquistada a partir de meados do séc. XX e mais recentemente, o desejo de manipulação de todos os aspectos da vida de cada indivíduo, são a herança deste pensamento esquizofrénico, que alimenta o ódio entre irmãos.

Quem beneficia a curto prazo com isto? A resposta já a conhecemos: os EUA. Mas infelizmente, o lucro deste negócio de GUERRA, alastrou a todos os mercados e, hoje, todos os países e até a União Europeia lucram com orçamentos de milhões investidos em armamento, policiamento e controlo. A médio prazo, toda a sociedade global será dizimada por várias crises associadas - económicas, políticas, sociais, epidemias, desastres ecológicos - o que fragilizará ainda mais a sua já pouca coesão. Durante anos, os llluminati prepararam este momento, que teve início em 2009 com o assumir de uma crise económica global (artificialmente criada por eles). Os quatro cavaleiros do apocalipse suceder-se-ão: 2009 - 2010 - 2011 - 2012, e culminarão com um grande armagedão no final de 2012, de acordo com inúmeras profecias alimentadas e difundidas justamente pelos mesmos llluminati. Em 4 ondas de destruição, o mundo ficará subjugado ao novo poder histórico que sucede à Igreja: os llluminati. Eles infiltraram-se durante décadas na maioria dos governos mundiais e em inúmeras casas reais criando uma elite à força, instruída segundo a sua hierarquia cega e fundamentalista de regras sigilosas. Usaram várias sociedades secretas para atingir o seu fim: maçonaria, carbonária, rosa-cruzes, templários, todos ligados por um nome secreto comum - llluminati (ou "iluminados"), aqueles que recebem a luz de Deus directamente. O secretismo garante o êxito do plano.

Hoje, mais poderosos que nunca, estes llluminati são maioritariamente políticos, médicos, investigadores, professores universitários, advogados, arquitectos, banqueiros ligados por procedimentos comuns e objectivos bem determinados: a dominação do mundo, o controlo dos 7 mil milhões de pessoas e a sua exploração económica (escravidão económica) até ao seu extermínio em massa. Gozarão então deste EDEN (planeta) só para si, na posse de alta tecnologia e de alguns escravos que lhes proporcionarão a realização de tarefas, diariamente. Em plena execução da meta do seu plano, os llluminati alinham as suas decisões finais através de um grupo ainda mais restrito de llluminati: os Bilderberg. Estes, no entanto, são apenas uma nova guarda pretoriana de um grupo de 7 pessoas, as quais serão responsáveis por 7 novas regiões geográfico-políticas a serem implementadas após a grande devastação planetária de 2012. O ano de 2010 será marcado por doenças e epidemias, 2011 como o ano da grande crise da igreja e de todos os grupos religiosos, e 2012 o ano em que a morte estará na ordem do dia, todos os dias. Este "alinhamento" de factos, previsto brilhantemente na profecia Maia para 2012 como um alinhamento de planetas, coincide, por exemplo, com a profecia dos papas: o actual 111º papa, Bento XVI, será também o último da dinastia de papas. O número lll, ou as 3 colunas do templo llluminati, que determinam no seu templo o desenho do triângulo da sua hierarquia de poder, assumida agora, quando encerra o ciclo de poder da Igreja Católica Apostólica Romana. 2011 que graficamente se pode escrever - llOll - é o sinal do ciclo solar (Deus) enquadrado pelas duas colunas do templo cristão. O passo seguinte será o da introdução da 3.ª coluna llluminati, ou a passagem para a Nova Era Cósmica de Aquário - 2012 (llOlll).

COMBATE AO CONSUMISMO: MERCADOS TRADICIONAIS

os tradicionais mercados cheios de vida natural estão a ser substituídos por produtos transformados

O comércio global está a destruir o comércio local de forma avassaladora. Os únicos beneficiários são algumas multinacionais nas mãos de alguns empresários, que por sua vez, têm ligações aos senhores da Nova Ordem Mundial. O comércio tradicional local, de bairro, de aldeia ou até mesmo das cidades, são a única solução para a grande maioria dos problemas de desemprego, do ambiente e do desequilíbrio social e ambiental em geral. O grande problema destes mercados de frescos ou do comércio tradicional é que não permitem pagamento com cartão visa ou multibanco. E da forma como as pessoas estão endividadas, com cada vez menos acesso ao dinheiro vivo, estes mercados estão condenados ao fracasso comercial. Isto aliás consiste numa das principais medidas implementadas pelo governo sombra mundial, os Bilderberg. Acabar com a concorrência e levar todos os cidadãos do mundo a consumirem nos seus centros comerciais carregadas de produtos transformados pelas suas indústrias transformadoras. Os mesmos produtos transformados que estão a fazer aumentar exponencialmente os problemas de saúde (obesidade, stress, cancro, epidemias) por serem menos ricos em defesas naturais para o organismo humano. Mas também desta forma os Bilderberg ganham: a indústria farmacêutica, desenvolvida pelos nazis nos campos de concentração, é a mesma que agora foi desenvolvida comercialmente por esta elite mundial.

A destruição dos mercados tradicionais, para além dos problemas já referidos, acentuará e potenciará quase sem limites o poder destes Bilderberg, esta nova máfia, que defende as suas multinacionais, destruindo tudo à sua volta, tudo o que não pertença ao seu grupo. No futuro próximo, este grupo será dono e senhor de tudo, e o resto da população, os novos e eternos pobres. Os pobres mergulharão numa nova era de trevas, e o grupo beneficiará de toda a tecnologia de ponta para dominar este novo exército de escravos por eles criados. Estes "illuminati", ou "iluminados" como se auto-intitulam, serão os novos faraós, facto aliás comprovado pelo símbolo que ostentam para as suas ordens secretas - a pirâmide hierárquica egipcia de cujo vértice sai a luz da elite detentora do poder, com o olho que tudo vê, tudo controla. Aproxima-se a hora da verdade, a batalha final entre o Bem e o Mal, magistralmente antevista na trilogia de Tolkien - The Lord of the Rings. A história mostra-nos que sempre houve momentos em que esta batalha se travou, com o prejuízo da perda de milhares e milhões de vidas humanas. Mas o Bem acaba sempre por triunfar. Pelo caminho, acaba, de certa forma, por se cumprir também o objectivo dos senhores do Mal: a devastação pela morte.

VACINAS E MICROCHIPS: O CONTROLO DA NOVA ORDEM MUNDIAL

microchip humano, a derradeira forma de controle de cada indivíduo defendida pelos Bilderberg

Começou pela simples vacina da gripe. Logo apareceu a gripe das aves e uma milagrosa e repentina vacina, pouco testada em humanos. Por detrás, um gigantesco negócio planetário promovido e publicitado pela maioria dos governos infiltrados pelos Bilderberg, a nova elite mundial, o novo governo secreto global. Donald Rumsfeld, membro Bilderberg, o homem que promoveu e difundiu a vacina pelos laboratórios europeus e americanos, ex-Secretário de Estado de George Bush. O pânico da pandemia levou aos governos de todo o mundo a patrocinarem este negócio originado nalgum laboratório financiado pela CIA ao abrigo dos frios objectivos dos Bilderberg.

Mas afinal, para além do gigantesco lucro que gerou a vacina para os seus promotores, o que está realmente por detrás deste plano global de vacinação anti-pandémica? A resposta é simples: as doenças e novos vírus transmutados, serão a desculpa para se passar de vacinas globais a microchips inseridos em cada humano com o pretexto de serem o único meio de controlar doenças geradas dentro dos nossos organismos, face ao contacto diário de milhões de humanos, que vivem em cidades hiper-populosas. Este é o verdadeiro plano dos Illuminati, dos Bilderberg para que, através desse microchip possa ser alterado o ADN de cada pessoa, para criar pessoas mais dóceis, não-opositoras ao fascismo global que pretendem difundir. Aos opositores poderão ser transmitidas via controlo remoto (informaticamente) horríveis doenças ou até mesmo a morte através da nanotecnologia existente nesses microchips que terão o poder de fazerem o próprio organismo alterar o seu estado físico, químico e electromagnético. Além disso, o microchip permitirá a localização e vigilância por satélite de cada indivíduo, em tempo real. No dia em que as pessoas sejam obrigadas a inserirem os chips no seu corpo, perderão para sempre a liberdade que poderá não voltar por décadas ou mesmo séculos. Mergulharemos numa Nova Idade Média, uma nova Idade das Trevas, desta vez com uma tecnologia que dará aos controladores um poder realmente infinito de manipulação da sua gigantesca população de escravos. Os Bilderberg serão a Nova Ordem Mundial, que praticará um poder cego e fundamentalista semelhante ao da Igreja Católica Apostólica Romana na Idade Média. Este estilo tão romano de estar, é o mesmo que ao longo da história tem marcado períodos de enormes injustiças sociais, períodos imperialistas onde os poucos ricos contrastam com a maioria da população pobre, enfraquecida no seu poder participativo.

Bilderberg, Maçons, Illuminati, Skulls são alguns dos nomes que usam estes novos romanos, maioritariamente transmutados em políticos de quase todos os governos do mundo. Os políticos são e serão esta NOVA ORDEM MUNDIAL de ricos ditadores no século XXI. Debaixo dos nossos olhos eles são já assumidamente corruptos e corruptores, máfias organizadas (da droga, prostituição, armamento), detentores de todo o dinheiro, comida, emprego e até do ar que respiramos (a nova taxa de CO2). Eles controlam a água, a electricidade, o gás. Aplicam as multas e coimas, controlam as taxas de impostos e as expropriações de bens (casas, automóveis, empresas) e mandam nas polícias que lhes obedecem cegamente. Utilizam até já as filosofias de defesa do Ambiente para apertarem ainda mais a malha da lei contra os direitos e liberdades dos cidadãos, que serão brevemente obrigados a consumir produtos biológicos, muito mais caros, e exclusivamente produzidos por empresas multinacionais pertencentes ao seu já maioritário grupo económico.

LOJAS ABANDONADAS AOS MILHARES EM LISBOA

os milhares de lojas abandonadas em Lisboa, configuram uma "nova" forma de viver o espaço público

O panorama que se vive nas ruas de Lisboa é absolutamente inacreditável. Milhares de lojas encerradas por todos os bairros da cidade. As grandes concentrações de pessoas são na Baixa Pombalina ou nas grandes superfícies comerciais na periferia urbana. O pequeno e médio comércio de rua estão mortos ou moribundos. Muitas ruas abandonadas por onde ainda não há muito tempo se fazia um comércio saudável de bairro, assustam e levantam até questões de segurança. A face de Lisboa mudou. Entristeceu. Voltámos à Lisboa de 1973, a mesma que esperava uma mudança, pois a pobreza era notória no modo de vida da capital. Da mesma forma que a Grécia está a mergulhar no seu passado de pobreza, Lisboa vive um estranho retrocesso, mas desta vez, sem saudade... Nem o fado nos vai aguentar.

AIR COMET FALIU MAS ENGANOU PASSAGEIROS E GOVERNO ESPANHOL

a companhia encerrou mas ainda assim vendeu bilhetes de alto preço aos passageiros

Um juíz britânico proibiu a venda de bilhetes e imobilizou as aeronaves da companhia aérea Air Comet, do grupo Marsans devido a uma dívida de 17 milhões de euros ao banco alemão Nord Bank. Mais de 200 passageiros manifestaram-se, nesta terça-feira, no aeroporto madrileno de Barajas, contra o cancelamento dos voos para o Perú, cujo custo médio era de 700 euros. "Não temos qualquer tipo de defesa. Não nos foi dito nada, as autoridades não falaram connosco nem ninguém da companhia. Queríamos que nos dissessem o que devemos fazer", comentou um passageiro. Os passageiros para o Perú permaneceram naquele aeroporto 14 horas até o Ministro dos Transportes assumir a sua condução a outras companhias aéreas. Esta companhia que transportava 1500 passageiros era propriedade de Diaz Ferrand, líder da confederação patronal espanhola. É agora acusada de ter enganado e burlado passageiros, trabalhadores e Governo. Foram os funcionários da empresa, cerca de 640, agora no desemprego, que informaram da situação ao público.

SAAB ENCERRA PORTAS DEFINITIVAMENTE

SAAB, conhecida como a marca que mais apostava na segurança dos passageiros

Fundada em 1937, a marca de automóveis da cidade de Trollhättan produzia inicialmente aviões. Apenas em 1947 produziu o primeiro automóvel: o Saab 92001. Em 1989 a General Motors adquiriu a marca e agora decidiu, face à crise global, encerrar definitivamente a marca, depois de ter tentado a venda às empresas Koenigsegg e Spyker. 3200 empregados ficarão em Janeiro sem trabalho e a assistência automóvel é ainda uma incógnita. Mas o facto mais interessante desta rápida falência que apenas beneficiará os seus administradores, é que Marcus Wallenberg, chairman da SAAB, esteve presente na reunião de 2009 dos Bilderberg, na Grécia. Na mesma Grécia onde passados 8 meses se deram novos confrontos violentos nas ruas entre polícia e cidadãos revoltados com a má gestão política nacional e europeia... Ou não fossem os Bilderberg os "organizadores" deste evento mundial chamado pomposa e convenientemente de "crise económica mundial".

DESEMPREGO EM PORTUGAL: 15% JÁ NO INÍCIO DE 2010

perante um Estado soberano (por enquanto) que não toma medidas, os desempregados desesperam

A taxa de desemprego prevê-se atingir os 15% já no início de 2010, pelo encerramento de inúmeras empresas por falta de liquidez. Prevê-se um cenário muito negro para milhares de famílias já no primeiro trimestre, famílias que cada vez acumulam mais dívidas de cartões de crédito e empréstimos bancários num esforço desesperado de não se deixarem apanhar pelo monstro da falta total e absoluta de dinheiro. O governo não toma medidas efectivas que ajudem as empresas (para além de conceder empréstimos que aumentam ainda mais o seu endividamento), os patrões fazem o que querem dos empregados, que aumentam as listas dos centros de desemprego quando são despedidos de um dia para o outro com esta justificação: "é a crise"... A Grécia caminha para uma situação catastrófica insolúvel, e Portugal sucede imediatamente na espiral descendente da economia europeia descontrolada e imparável, mesmo com algumas ténues medidas tomadas pela Comissão Europeia e pelo Parlamento Europeu, que parecem mais preocupados com o clima do que com a economia europeia que desmorona aos olhos desmoralizados dos cidadãos impotentes, num ritmo exponencial sem precedentes na história recente.

50 MILHÕES DESAPARECIDOS: PORTUGAL INSPECCIONADO POR CE

Portugal, um gigantesco buraco negro de fundos europeus

A Unidade de Combate à Fraude da União Europeia contratou peritos externos para investigar o paradeiro de 50 mil milhões de fundos que ninguém sabe onde param. Especializados em finanças públicas, estes peritos estiveram em Portugal nos últimos meses, a mando da união Europeia, à procura do destino destes milhões de euros de fundos estruturais que Portugal recebeu desde o ano 2000, mas que agora parece ninguém saber onde foram aplicados - se é que o foram. Para a Comissão Europeia o que está em causa é que todo o dinheiro investido em quatro eixos fundamentais de desenvolvimento deviam ter dado frutos. Mas não deram e a CE quer agora saber o que foi feito ao dinheiro, entregue ao Estado para formação e desenvolvimento. A primeira denúncia chegou ao Gabinete de Luta Anti-Fraude da Comissão Europeia a 23 de Outubro de 2008. Stefan Zickgraf, director da Confederação Europeia das Associações de Pequenas e Médias Empresas, assina uma carta reveladora de denúncias sobre a incapacidade de se saber onde está o dinheiro que Portugal recebeu durante o Terceiro Quadro Comunitário de Apoio, negociado por António Guterres e pelos socialistas, e que começou a ser aplicado em 2000. A Comissão Europeia está a investigar os 18 programas operacionais que foram criados desde 2000 e aplicados até 2006 e que serviam para colocar a economia portuguesa e os trabalhadores nacionais ao nível médio europeu. Mas a estratégia falhou e os programas não tiveram controlo. Os investigadores internacionais estão agora à procura dos 10 milhões de contos (cerca de 50 mil milhões de euros) que entraram em Portugal e foram distribuídos para quatro grandes eixos: 14 mil milhões para a qualificação e o emprego; 16 mil milhões para alterar o perfil produtivo do País; 5 mil milhões para "afirmar o valor do território e da posição geo-económica"; 15 mil milhões para o desenvolvimento sustentável das regiões mais pobres.

A Europa olha para o trabalho feito e não vê resultados. Perante estas denúncias e a estagnação do desenvolvimento, a Comissão Europeia levanta agora a hipótese dos dinheiros terem caído em mãos ilícitas. O Tribunal de Contas num relatório de auditoria refere que em relação ao Sistema de Incentivos a Pequenas Iniciativas Empresariais não há controlo eficiente: "As contas de gerência das entidades gestoras e pagadoras dos incentivos do SIPIE - o IAPMEI e o IFT - não individualizam, na receita, as verbas recebidas (do FEDER e do OE), para o financiamento do SIPIE e, na despesa, os correspondentes montantes de incentivos pagos, os quais estão integrados nos valores globais referentes aos vários sistemas de incentivos e instrumentos do POE, de que são também entidades pagadoras. Este sistema de gestão, em globo, das verbas do POE: a) não atende ao princípio da especificação orçamental, apesar dos elevados montantes em causa; b) não permite a análise da execução orçamental do SIPIE, isto é, da correspondência entre os montantes recebidos e os incentivos pagos, o que constitui uma limitação ao controlo".

As palavras do TC trouxeram já a Portugal uma especialista em fraudes e aplicações de fundos. Também Augusto Morais, presidente da ANPME - Associação Nacional das PME - recebeu há semanas a visita da inspectora delegada Anca Dumitrescu, enviada pela CE para investigar os fundos do EIP - Entrepreneurship and Innovation Programme, IEE - Intelligent Energy for Europe e ICT - Information and Communication Technologies - programas financiados pela União Europeia. É a primeira vez que um organismo da União Europeia decide investigar directamente junto de entidades privadas, passando por cima dos organismos de controlo do Estado membro. Surpreendido pela visita da inspectora, Augusto Morais considera haver "uma fundada suspeita de sérias irregularidades e que o Tribunal de Contas deve investigar, com urgência, para não sermos apanhados pela CE em processos com apontamentos de corrupção, muito maiores do que o 'Face Oculta'". A ANPME aponta o dedo aos parceiros sociais: "São quem recebe mais dinheiro do Estado para organizar acções de formação e desenvolvimento. (...) Os ministros, desde Elisa Ferreira a Manuel Pinho, tiveram nas mãos muito dinheiro para contrariar estes dados, mas infelizmente as estatísticas continuam a traçar um padrão negro. Por isso, os empresários, os economistas e os analistas perguntam: onde foi gasto tanto dinheiro, se não teve resultado".

Paulo Rangel, lançou esta semana sérias dúvidas sobre a aplicação dos fundos comunitários. Rangel estranha o silêncio do ministro da Economia, Vieira da Silva, sobre "a aplicação deficiente dos fundos comunitários (...) A situação dos fundos comunitários é de tal forma grave que é impensável que a pessoa que tem a pasta do QREN não tenha dado uma palavra sobre isso". Ainda este mês o Governo vai ter que devolver a Bruxelas mais de 270 mil euros mal aplicados nos Açores, depois de em 2002 ter havido uma queixa de uma empresária de S. Miguel à CE sobre o Sistema de Incentivos de Base Regional. O dinheiro, em vez de servir todos os empresários necessitados, terá sido distribuído em circuito fechado. A falta de legislação para avaliar estas situações e o contínuo recurso às entidades europeias implica que cada queixa demora, em média, seis anos e meio a ser investigada. Segundo o último relatório do Tribunal de Contas Europeu, Portugal está envolvido em quatro casos de irregularidades. Dois dizem respeito aos pagamentos efectuados para a expropriação de terras para a construção de SCUTs. Ao todo, o País pode ter que devolver à CE mais de 80 milhões de euros em consequência da má administração e aplicação dos fundos comunitários.(...)
(in, Jornal O Diabo).

CIMEIRA DE COPENHAGA: AFIRMAÇÃO DA NOVA ORDEM MUNDIAL

campanha da Nova Ordem Mundial mascarada de movimento cívico: "when people lead, leaders follow"

Nos e-mails que os hackers descobriram na Inglaterra havia conversas com a Shell, British Petroleum (BP), Siemens e centenas de outras grandes empresas sobre a criação de um Imposto Global do Carbono como sistema de financiamento ao Governo Único Mundial. No editorial do New York Times de há três semanas, o Secretário Geral da ONU afirmou que se estava a formar, na Cimeira de Copenhaga, um Governo Mundial e que o regime do Imposto Global do Carbono formaria o núcleo desse Governo Mundial. O novo Presidente da União Europeia afirmou em Copenhaga que o Governo Mundial está a ser estabelecido. No Tratado Secreto (ao público) de Copenhaga figura um imposto de 2% sobre o GDP de cada nação do mundo e de 2% a 10% de impostos sobre todos os combustíveis, gasolina, gasóleo, gás natural. Haverá um controlo sobre todos os transportes, com impostos massivos globais, assim como uma rede de rastreio dos sistemas, mediante a leitura de matrículas e RFID nos automóveis para rastrear os veículos por quilómetros percorridos, a fim de cobrar o respectivo imposto para financiamento do Governo Mundial e a consequente perda de soberania dos Estados até agora independentes. (in, http://www.youtube.com/watch?v=uCtIvEomDdM ).

A taxa de carbono prejudicará gravemente os países mais pobres, apesar das falsas promessas dos Bilderberg - o governo mundial por detrás desta mega-campanha global, na qual os países ricos dominarão as economias dos países pobres até à sua submissão final. Com o falso pretexto do ambiente, os Bilderberg conseguiram oficializar-se publicamente como uma força justificadamente secreta, acima de todas as leis dos comuns mortais.

ONU: BANCA SOBREVIVEU GRAÇAS À LAVAGEM DE DINHEIRO

a droga é a principal financiadora da banca mundial, actualmente

Perto de 240 mil milhões de euros em dinheiro sujo evitou um colapso ainda maior, diz responsável da ONU pelo combate ao crime. O máximo responsável da ONU pelo combate ao crime e ao tráfico de droga, o italiano Antonio Maria Costa, acusou o sistema financeiro de ter recebido dinheiro sujo como forma de resolver os problemas de liquidez que enfrentava. "Os empréstimos interbancários foram financiados por dinheiro vindo do tráfico de droga e outras actividades ilegais", acusou ontem em declarações ao "Observer". Ao todo, calcula em 352 mil milhões de dólares (240 mil milhões de euros) o capital ilícito que terá entrado no sistema financeiro durante a crise.Segundo o mesmo responsável, a ONU já viu provas de que o único "investimento líquido de capital" que foi disponibilizado a alguns bancos veio de gangues de crime organizado, algo para o qual foi alertado por agências de combate ao crime há cerca de 18 meses. "Em muitos casos, o dinheiro da droga era a única liquidez disponível. Na segunda metade de 2008, a falta de liquidez era o maior problema do sistema bancário, logo ter liquidez em capital tornou-se um factor muito importante", salientou ao jornal britânico.

Antonio Maria Costa revelou que algumas das provas a que o seu departamento teve acesso mostram que muito deste dinheiro sujo foi mesmo aproveitado para salvar algumas instituições financeiras em risco devido ao congelamento dos empréstimos interbancários. "Há alguns sinais que alguns bancos foram assim salvos", acusa sem pruridos, negando-se porém a nomear bancos ou países que possam estar envolvidos. "O dinheiro faz agora parte do sistema e já foi lavado", aponta mesmo."Houve um momento, no ano passado, quando o sistema paralisou devido à falta de vontade dos bancos em emprestar dinheiro ao resto do sector. A progressiva reliquidação do sistema, e consequente melhoria de alguns bancos, veio tornar o problema menos sério do que chegou a ser", referiu o Czar anticrime da ONU, conforme o "Observer" chama Antonio Maria Costa.

Segundo estudos da ONU, Grã-Bretanha, Suíça, Itália e Estados Unidos vão ser os mercados mais utilizados para lavagens de dinheiro. Portugal exemplar, questionado pelo jornal "i" a propósito das acusações da ONU ao sistema bancário, António de Sousa, presidente da Associação Portuguesa de Bancos, refere que "Portugal é considerado um dos países que cumpre de forma rigorosa todos os aspectos ligados ao branqueamento de capitais". E lembrou ainda a existência de "estudos realizados por organizações internacionais" que atribuem ao país "a melhor classificação nesse âmbito e referem que o nosso país respeita integralmente todas as regras impostas a nível internacional de forma exemplar". Já a associação britânica de bancos exigiu a apresentação das provas referidas pela ONU.
(in,
http://www.ionline.pt/conteudo/37348-banca-sobreviveu-gracas-ao-trafico-droga-acusa-onu ).


CASA PIA: PROCESSO CONTROLADO POLITICAMENTE

Vieira da Silva que defendeu Paulo Pedroso em público, foi nomeado por Sócrates para tutelar a Casa Pia

Depois do afastamento de Catalina Pestana da Casa Pia, da perseguição do Juíz Rui Teixeira no Processo em Tribunal, da nomeação por José Sócrates de Vieira da Silva para o Ministério que tutela a Casa Pia (o homem que mais defendeu Paulo Pedroso e que pressionou recentemente Catalina Pestana a sair, silenciando assim vozes acusadoras do PS), assistimos agora a um jogo de xadrez na barra do tribunal cujo único objectivo é minimizar o processo de acusação e conseguir ganhar tempo para os acusados melhorarem a sua defesa. Cinco anos decorridos depois de ter tido início oficial a investigação criminal deste processo, depois de mais de 450 sessões de audiência em tribunal, depois de políticos destacados do PS (como Mário Soares, Manuel Alegre, José Miguel Júdice, o actual Ministro da Defesa e o anterior Ministro da Saúde) terem feito intervenções públicas a tentarem defender Paulo Pedroso sem conhecerem sequer os factos da acusação, depois de uma minuciosa investigação da PJ, depois de tudo isto, o caso continua sem solução. Em entrevista recente na SIC, Pedro Namora, o ex-aluno da Casa Pia que primeiro denunciou publicamente na SIC, há 7 anos este caso, afirmou que assistimos no presente momento a uma promiscuidade de poderes de tal forma em Portugal, que é já demasiado visível a máfia generalizada que politiza todos os sectores da sociedade em favor dos seus membros. Para Pedro Namora, Portugal está transformado num lodaçal jurídico.

CENSURA: ÓRGÃO REGULADOR DE JORNALISTAS INTEGRARÁ POLÍTICOS

Noronha do Nascimento propõe regresso à censura fascista dos jornalistas

O presidente do Supremo Tribunal de Justiça (STJ) defendeu, esta quinta-feira, a criação de um órgão com poderes disciplinares efectivos sobre os jornalistas, por causa das violações estatutárias, composto paritariamente por representantes da classe e da estrutura política do Estado. No final do seu discurso de tomada de posse para um segundo mandato à frente do STJ, Noronha do Nascimento alertou para que muitos dos problemas actuais da Justiça passam pela postura da comunicação social. As violações constantes do segredo de Justiça situam-se exactamente nesta encruzilhada de interesses quando o mercado desregulado atira borda fora a lei e a ética. A desregulação da informação deve ser afrontada. Ou quando se violam regras éticas juridificadas estatutariamente ou quando se violam direitos de personalidade e cidadania. Nós, juízes, bem vemos nos tribunais os seus efeitos. Noronha Nascimento sublinhou, por exemplo, que não é admissível que «haja alguém que seja director de um jornal sem ter a carteira de jornalista», acrescentando que é frequente a má qualidade dos jornalistas e que a Justiça bem o tem sentido.

«A comunicação social tem, num mercado cada vez mais espesso e agressivo, o problema da concorrência. Com custos comprimidos, a qualidade de jornalistas contratados e a ética profissional tornam-se secundárias», criticou. Confrontado com o facto de existir uma Comissão da Carteira Profissional de Jornalista (CCPJ), que até é presidida por um juiz, Noronha Nascimento replicou que a CCPJ é «composta basicamente por profissionais do sector» e deu o exemplo do Conselho Superior da Magistratura (CSM), órgão de gestão e disciplina dos magistrados judiciais em que metade dos seus membros não são juízes.
Por isso, o presidente do STJ defendeu a regulação da informação através da constituição de um órgão constituído não só por jornalistas mas também por representantes do poder político. «Para as violações estatutárias só conheço um antídoto eficaz. Um órgão com poderes disciplinares efectivos, composto parietariamente por representantes das próprias classes profissionais e da estrutura política do Estado, de modo a obviar às sua partidarização ou ao seu corporativismo», afirmou Noronha do Nascimento. (in http://tsf.sapo.pt/ )

CÂMARA DE LISBOA PAGA PROVIDÊNCIA CAUTELAR DE SÁ FERNANDES

Sá Fernandes levou os contribuintes a pagarem 18,5 milhões, mas continua como vereador

No seguimento da sentença sobre a Providência Cautelar interposta por José Sá Fernandes contra a construção do túnel do Marquês adjudicado pela C.M Lisboa (quando Santana Lopes era Presidente daquele município) a Câmara Municipal de Lisboa terá de pagar 18,5 milhões de euros de indemnização ao consórcio que teve de suspender as obras na altura, por sete meses. Por uma decisão fortemente política, o consórcio ganhou mais uns milhões, pagos pelos contribuintes e alegremente esbanjados pelos políticos "responsáveis" da C.M. de Lisboa. Em Portugal, quem paga pelos erros grosseiros dos políticos, é o Zé Povinho. Os políticos, esses continuam em grandes almoçaradas, rindo-se do povo, cada vez mais impotente para os atingir seja de que forma for. A classe política impera numa total impunidade dos seus actos.

NO NATAL PORTUGUÊS, A TRADICIONAL... CAÇA À MULTA

a caça à multa por radar é controladora e um atentado às sociedades livres

Todos os anos os portugueses recebem um ou vários presentes extras da parte das forças policiais portuguesas. Ao que parece existe mesmo um programa especial de "caça à multa" neste período do ano, que por um lado reforça o subsídio de natal dos agentes (que recebem à comissão), e por outro encontra menos resistência da parte do infractor cujo salário é duplo, permitindo-lhe fazer face a estas "despesas extra". Supostamente as forças policiais deveriam agir no sentido de monitorizar a sociedade e intervir apenas em casos de necessidade. Ora aquilo a que assistimos é a utilização de um poder quase sem limites na aplicação fria de multas a torto e a direito, de forma implacável sobre o cidadão. O polícia é o ser todo poderoso e o cidadão um reles ser vivo, a quem se deve "sacar" o mais possível. Como a lei tem milhões de páginas, qualquer pretexto serve para multar qualquer cidadão em qualquer situação.

Longe vão os tempos em que os polícias portugueses apenas prendiam gatunos. Agora vêem na angariação indiscriminada de fundos, uma excelente fonte de rendimento para o corrupto estado português. Longe também estão os tempos da liberdade do 25 de Abril, quando ser polícia era ser irmão dos portugueses. Por todo o mundo se generaliza este sentimento das super-polícias que perseguem cidadãos livres nas suas residências impondo a sua presença e o medo da sua actuação, que rebocam milhares de viaturas por dia, que passam multas avultadas por tudo e por nada, que colocam confortavelmente os seus radares esperando as vítimas como armadilhas para animais selvagens. Este tipo de policiamento não melhora a sociedade. Apenas acentua as diferenças, carrega nas classes mais desfavorecidas e explora economicamente, numa escala sem precedentes, as cada vez mais escassas e débeis remunerações mensais dos portugueses. Em Portugal, como sempre, aplicam-se as leis mais exigentes da Europa (elaboradas para países ricos) da forma mais penalizante para os cidadãos nacionais. Caminhamos para uma sociedade controlada pelo medo, uma nova sociedade fascista na qual o político manda e o polícia obedece cegamente, actuando contra a liberdade de expressão e contra a sociedade livre de cidadãos. Uma interessante excepção no degradante panorama europeu: em Londres, os polícias vestem o gorro de Pai Natal e são especialmente simpáticos neste período natalício para os transeuntes...