No final de Julho deste ano a polícia francesa expulsou imigrantes africanos com bebés e crianças durante um protesto contra um novo projecto habitacional de Sarkozy, num subúrbio de Paris. As imagens chocantes tiveram reacções por todo o mundo. O vídeo pode ser visto em: http://www.youtube.com/watch?v=cuLMAH3J0Jo . Agora junta-se a expulsão dos imigrantes romenos que se encontravam a viver num acampamento por não terem condições económicas para mais. Sarkozy pagou-lhes o bilhete de avião de regresso e deu-lhes um cheque de 300 euros. Nazismo? ...Não. É apenas a nova forma de actuar do NOVO GOVERNO MUNDIAL DA NEW WORLD ORDER...
EM PLENA CRISE, GOVERNO AVANÇA COM O NOVO AEROPORTO DE LISBOA
O Ministério do Ambiente deu um parecer “favorável condicionado” aos acessos rodoviários ao novo aeroporto de Lisboa, segundo a Declaração de Impacto Ambiental (DIA) a que a Lusa teve acesso. O secretário de Estado do Ambiente, Humberto Rosa, faz depender a “luz verde” dada ao projecto - que abrange os concelhos de Alcochete, Palmela, Montijo e Coruche - do cumprimento de várias condicionantes, bem como de medidas de minimização e compensação. Uma das preocupações do ministério da Rua do Século, em Lisboa, vai para os impactos na actividade agrícola daquela região. Assim, diz que “os pilares dos viadutos não devem afectar as infra-estruturas agrícolas existentes”. Além disso, a Declaração acrescenta que os proprietários e arrendatários afectados pela ocupação ou utilização temporária dos terrenos devem ser contemplados com “processos de compensação, nomeadamente de expropriação e de relocalização”. “Nas situações em que as características do viaduto (altura/largura da plataforma) possam inviabilizar o desenvolvimento da actividade agrícola em determinadas terrenos, deve ser equacionada a compensação ao proprietário”.
O novo aeroporto de Lisboa, que será construído na zona do Campo de Tiro de Alcochete, representa um investimento de cerca de 4,9 mil milhões de euros (incluindo a construção e o valor a investir no período da concessão) e tem o seu projecto em fase de Estudo de Impacto Ambiental, cuja consulta pública termina a 24 de Setembro. Os aeroportos são das obras tecnicamente mais complexas e dispendiosas dos dias de hoje, pelo que se prevê uma gigantesca derrapagem de custos, como aliás é típico na política portuguesa, apesar de ser inconstitucional e por vezes até com ligações de corrupção na ordem dos muitos milhões. Curioso é este novo aeroporto ter a forma de uma suástica nazi (um dos braços é subtilmente invertido), numa altura em que a NWO (Nova Ordem Mundial) se prepara para dar os passos para a assunção de um governo mundial, ao arrepio da maioria das constituições democráticas de muitos países.
DOIS IMPORTANTES FILMES NO YOUTUBE SOBRE O GOVERNO MUNDIAL DA NWO
Depois da recente intervenção de Fidel Castro sobre o governo mundial da NWO que ameaça as democracias de todo o mundo perigosamente e a um ritmo nunca pensado, contra todas as constituições e contra os direitos e liberdades dos cidadãos dos governos "livres", muitas pessoas se têm interessado cada vez mais sobre esta elite, manipulada por poderosos homens da política e da economia mundial reunidos num único grupo: THE BILDERBERG GROUP. O famoso livro publicado em 2006 por Daniel Estulin "The secrets of Bilderberg Club" está a começar a chegar às massas, o que prevê uma reacção mundial àqueles que já são chamados de IV REICH, por estarem organizados em sociedades secretas e por reunirem os homens mais ricos do mundo, detentores das maiores empresas e grupos económicos. George W. Bush e toda a sua família fazem parte deste grupo. Chega agora a vez da cair a máscara de Obama.
Vale a pena ver estes dois filmes online:
http://www.youtube.com/watch?v=eAaQNACwaLw&feature=player_embedded (The Obama Deception).
MESQUITA DO GROUND ZERO É "MANOBRA" DA NOVA ORDEM MUNDIAL
O Iman da mesquita a construir junto do Ground Zero em NY é membro da elite pró-globalista do Conselho de Relações Exteriores da Casa Branca (conselheiro religioso) e receberá apoio financeiro dos defensores da Nova Ordem Mundial Rockefellers, The Carnegie Corporation e da Ford Foundation. A mesquita que será designada Cordoba House é uma iniciativa do Iman Feisal Abdul Rauf que também pertence ao Conselho Mundial do Fórum Económico dos 100 além do CRE. O Conselho de Relações Exteriores é constituído actualmente exclusivamente de políticos globalistas da NWO, empresários das maiores multinacionais norte-americanas e bancos bem como de ex-militares com interesses em empresas privadas de material e equipamento de guerra e militares privados contratados (mercenários).Feisal Abdul Rauf lidera ainda uma associação designada American Society for Muslim Advancement (ASMA) a qual tem uma parceria com o movimento Cordoba Iniciative e patrocinou em 100 milhões de dólares a construção da mesquita no centro de NY que tanta polémica tem, gerado. Esta iniciativa é um exemplo claro da agenda da Nova Ordem Mundial e dos conflitos sociais que pretende gerar em todas as sociedades. Começa a ser demasiado evidente o envolvimento da NWO nos ataques do 11 de Setembro em que 19 muçulmanos conseguiram provocar o maior ataque terrorista da história derrubando dois arranha-céus em apenas uma hora? Afinal de contas este confronto de civilizações não está a ser artificialmente "fabricado" por esta elite para destruir a democracia mundial e instituir à força o governo mundial das multinacionais e da máfia global?
DUARTE LIMA: UM CASO DE MÁFIA PURA?
A filha de Lúcio Tomé Feteira, o empresário português falecido há dez anos e cuja fortuna terá sido parcialmente desviada pela antiga secretária e companheira (entretanto assassinada, no final do ano passado, no Brasil), afirmou que o advogado Domingos Duarte Lima terá recebido, em 2001, em cinco transferências bancárias, mais de 5,2 milhões de euros. Esse dinheiro, segundo a filha do empresário, poderá ser parte dos muitos milhões que desapareceram das contas do seu pai na Suíça. "Não sei se Duarte Lima era advogado de Rosalina [Rosalina Ribeiro foi a secretária de Tomé Feteira durante cerca de 30 anos] porque nunca o vi no tribunal. O que sei é que Rosalina sacou o dinheiro todo, quer na Suíça, quer em Inglaterra, quer nos Estados Unidos, e fez as transferências para Duarte Lima", afirma Olímpia Feteira. A herdeira do industrial, falecido em 2000, acha estranho que o advogado pudesse receber honorários superiores a 5,2 milhões de euros (é essa a soma das cinco transferências de bancos na Suíça) e garante que há muito mais dinheiro desviado de outras contas e noutros países.
A 7 de Dezembro do ano passado, Duarte Lima, que representava Rosalina Ribeiro, deslocou-se ao Rio de Janeiro para com ela ter uma reunião de trabalho. Em princípio iriam tratar de questões relacionadas com o património da antiga secretária. Terão jantado juntos e, 15 minutos depois de se terem separado, num lugar ermo para onde Rosalina terá pedido para ser levada, a mulher, de 74 anos, acabou por ser baleada. Morreu com dois tiros no peito e um na cabeça. A arma utilizada foi um revólver de calibre 38, o mesmo que a Máfia utiliza nos seus crimes. Também os tiros (todos mortais e um deles dirigido à cabeça) indiciam, de alguma forma, o modo de actuação da mesma associação criminosa. Duarte Lima afirmou que só veio a ter conhecimento da morte de Rosalina a 21 de Dezembro, numa altura em que já se encontrava em Lisboa e se preparava para viajar para Hong Kong. Nessa altura, como afirmou ao PÚBLICO, enviou um depoimento escrito à polícia do Rio de Janeiro explicando todos os passos que deu com a vítima no dia em que esta foi assassinada. No presente momento a polícia brasileira diz que Duarte Lima ainda não é suspeito. Duarte Lima, ex-líder parlamentar na Assembleia da República pelo PSD, tem pautado a sua vida privada com alguns negócios nem sempre muito transparentes, como foi com o caso sucedido há uns anos e que envolviam corrupção na construção. Certo é que as movimentações de dinheiro na conta de Duarte Lima são aos milhões, e geralmente não há fumo sem fogo...
EUA DOAM MIL MILHÕES DE DÓLARES A MOÇAMBIQUE
Os Estados Unidos vão doar mil milhões de dólares (786 milhões de euros) a Moçambique para o financiamento de projectos de combate à Sida até 2014, ao abrigo de um acordo, a ser assinado segunda-feira em Maputo, anunciou hoje a embaixada norte-americana. O memorando, a ser assinado no âmbito do Quadro de Parceria de Apoio à Implementação da Resposta Nacional de Moçambique ao HIV/SIDA (2010-2014), pretende promover o princípio denominado "Três Uns": Um Plano Estratégico Nacional, Uma Autoridade Nacional e Um Quadro Nacional de Monitoria e Avaliação. A acção visa "garantir a harmonização e sinergia de esforços envidados pelos governos de Moçambique e dos Estados Unidos, a sociedade civil, parceiros bilaterais e multilaterais, organizações não governamentais (nacionais e internacionais) e o sector privado", sublinha a nota. As autoridades norte-americanas pretendem igualmente "aumentar a planificação e gestão conjunta" e "apoiar a descentralização a níveis provincial e distrital", acrescenta o documento.
O acordo tem por objectivo "reduzir o número de novas infecções pelo HIV em Moçambique, fortalecer a resposta multisectorial e o sistema de saúde moçambicano, incluindo os recursos humanos para a saúde e acção social em áreas-chave, com a finalidade de apoiar as metas de prevenção, tratamento e cuidados de saúde". Melhorar o acesso a serviços de qualidade no tratamento do HIV para adultos e crianças e garantir cuidados e apoio à mulher grávida e a infetcados pelo HIV, nas comunidades e sistemas de bem-estar social e de saúde, também constitui o propósito do protocolo. Em Moçambique, o apoio dos Estados Unidos à resposta nacional do HIV/SIDA é feito principalmente através do Programa de Emergência do Presidente dos EUA para o Alívio do SIDA (PEPFAR). Mas afinal quais as contrapartidas que pedem os EUA? Vão utilizar humanos para testarem novas curas como sempre fizeram a maioria das farmacêuticas mundiais? Ou vão pedir para construírem bases militares em terreno moçambicano, no seguimento da estratégia da NATO e da UE para reganharem o continente africano à China e à Rússia? Quais as contrapartidas de uma acção social tão benemérita?
O acordo tem por objectivo "reduzir o número de novas infecções pelo HIV em Moçambique, fortalecer a resposta multisectorial e o sistema de saúde moçambicano, incluindo os recursos humanos para a saúde e acção social em áreas-chave, com a finalidade de apoiar as metas de prevenção, tratamento e cuidados de saúde". Melhorar o acesso a serviços de qualidade no tratamento do HIV para adultos e crianças e garantir cuidados e apoio à mulher grávida e a infetcados pelo HIV, nas comunidades e sistemas de bem-estar social e de saúde, também constitui o propósito do protocolo. Em Moçambique, o apoio dos Estados Unidos à resposta nacional do HIV/SIDA é feito principalmente através do Programa de Emergência do Presidente dos EUA para o Alívio do SIDA (PEPFAR). Mas afinal quais as contrapartidas que pedem os EUA? Vão utilizar humanos para testarem novas curas como sempre fizeram a maioria das farmacêuticas mundiais? Ou vão pedir para construírem bases militares em terreno moçambicano, no seguimento da estratégia da NATO e da UE para reganharem o continente africano à China e à Rússia? Quais as contrapartidas de uma acção social tão benemérita?
EX-CHEFE DA SECRETA PAQUISTANESA DIZ: "TERCEIRA GUERRA MUNDIAL IMINENTE"
O ex-general e ex-chefe da polícia secreta paquistanesa (ISI) Hamid Gul (entre 1987 e 1989) que trabalhou com a CIA na guerra do Afeganistão contra os soviéticos, declarou no programa de rádio de Alex Jones ( http://www.infowars.com ) que o clube ultra-imperialista Bilderberg, que decide actualmente todos os negócios do mundo, está a criar uma instabilidade mndial sem precedentes na história da humanidade, instigando ao terrorismo numa escalada de provocações que levará, quase certamente a uma Jihad Inernacional e, consequentemene a uma 3.ª Guerra Mundial. Segundo ele, não restam dúvidas de que o 11 de Setembro foi um pretexto fabricado para invadir com guerra e dominar o Médio-Oriente. Gul está impedido de entrar nos EUA, por ter feito declarações que a CIA considerou como não verdadeiras. Gul considera que o Afeganistão está ainda infestado do "velho comunismo". Em relação à guerra dos EUA no Afeganistão e em todo o Médio-Oriente, Hamid Gul esclarece que já é do conhecimento público que as empresas privadas de soldados, armamento, aviação e até alimentação ligada às tropas dos EUA e da NATO são o principal motor destas guerras sem fim e da sua eterna expansão com vista ao lucro, lucro esse que acaba por ser dividido em impostos com o ogoverno dos EUA. A Task Force 373 que tem sido responsável pela morte de centenas de civis no Médio-Oriente, coordenada pela CIA e pelo FBI, bombardeando festas de casamento, procissões de funerais, hospitais e todo o tipo de inocentes. A informação secreta fornecida por agências privadas de espionagem tem resultado na violação massiva dos direitos humanos, destruindo os mais elementares princípios humanos consignados e defendidos na Constituição dos Estados Unidos da América.
Segundo Gul, que fez a sua formação na Interpol em Londres, o "clube ultra-imperialista" inglês, israelita e indiano estão a manipular as acções dos militares norte-americanos conforme os seus interesses económicos na região. Segundo Gul os reais objectivos na região centram-se numa agenda multifacetada que vai desde impedirem o estabelecimento da China nesta zona, até controlarem todo o petróleo do Mar Cáspio ou mesmo de impedirem de emergeir qualquer poder cujos princípios sejam os da igualdade e liberdade islâmicos. Por isso foi criado o 11 de Setembro, para chamar terroristas a todos os opositores a esta estratégia, pensada antecipadamente. Todos os que se opuserem serão presos ou mortos sem julgamento ao abrigo da lei anti-terrorista. Entrámos na Nova Idade Média, em que quem manda é quem consegue pisar mais os direitos humanos conquistados durante todo o século XX. Segundo Gul, os códigos de honra dos povos desta região, representarão uma força de bloqueio tão grande a esta mega-estratégia dos EUA, que a 3.ª Guerra Mundial poderá estar iminente. A história já nos provou que o tempo acaba sempre por equilibrar forças. Quando algum povo mata indiscriminadamente outro, anos ou séculos mais tarde, sofrerá um forte revés... Para Hamid Gul a ideia fabricada pela CIA, através do célebre texto de Samuel Huntington de 1993 "Confronto de Civilizações" e exposto na Comissão Trilateral dos EUA nesse ano, de que os conflitos do futuro serão entre Ocidente e Oriente, não passa de uma estratégia da CIA para expandir empresas privadas de guerra,muitas delas criadas por ex-agentes seus, num negócio de milhões para os EUA. (Veja os 4 vídeos da entrevista com Alex jones no Youtube: http://www.youtube.com/watch?v=hEsNAgFC3m8&feature=player_embedded#! ; http://www.youtube.com/watch?v=_Dk3-4iSvtk&feature=player_embedded#! ; http://www.youtube.com/watch?v=eeae_qmyuow&feature=player_embedded ; http://www.youtube.com/watch?v=oyHdPB1zX6A&feature=player_embedded .
FINLÂNDIA, NAÇÃO EUROPEIA "VERDE", CONSTRÓI DOIS REACTORES NUCLEARES
O Parlamento finlandês aprovou no começo do mês de julho a construção de mais dois reactores nucleares, que ficarão a cargo das empresas Teollisuuden Voima (TVO) e Fennovoima. "Esta é uma das decisões mais importantes do meu governo, porque realmente aumenta a competitividade da Finlândia e irá criar novos empregos e, portanto, elevar o desenvolvimento económico", declarou a primeira-ministra Mari Kiviniemi após a votação. A Finlândia tem actualmente quatro reactores nucleares e um em construção. A energia produzida pelos quatro reactores em funcionamento representa 28% da electricidade distribuída na Finlândia. A resposta do movimento finlandês contra as centrais nucleares é a convocação de um bloqueio na central nuclear de Olkiluoto, em 28 de agosto, após as férias de verão e alguns dias antes do início das sessões do Parlamento finlandês. "Não podemos acreditar que tenham boas intenções acerca do que querem fazer com esta coisa, juntamente com os poderosos empresários e políticos. Decidimos novamente por nós mesmos tomar as rédeas de nossas vidas, em nossas próprias mãos, e por um dia bloquear as ruas que conduzem à central nuclear de Olkiluoto com múltiplas e coloridas acções, em que os nossos corpos serão utilizados, para sentarmo-nos na rua e bloquear a indústria nuclear", disseram os activistas. Os grupos e organizações que apoiam esta chamada são "Nuclear Free Finland", "Maan ystävät" (Amigos da Terra),"Kvinnor mot atomkraft/Naiset atomivoimaa vastaan" (Mulheres contra a Energia Nuclear), "Kvinnor för fred/Naiset rauhan puolesta" (Mulheres pela Paz) e "Aktionsgruppen för ett atomkraftsfritt Åland" (Grupo de Ação por uma Finlândia Livre de Centrais Nucleares). Nas próximas semanas, espera-se que mais grupos e organizações antinucleares e ambientais apóiem esta iniciativa. No site http://olkiluotoblockade.info há informações para quem queira participar no bloqueio de Olkiluoto.
COREIA DO NORTE ALERTA QUE "JOGOS DE GUERRA" DOS EUA ACABARÃO MAL
Os militares da Coreia do Norte ameaçaram Domingo, estarem a preparar uma retaliação bastante severa contra a Coreia do Sul para a plataforma maciça de jogos de guerra em conjunto com os Estados Unidos. O exército norte-coreano e as pessoas vão "lançar um contra-ataque impiedoso" contra os aliados, como já tinha sido aliás anunciado pela Coreia do Norte, declarou um porta-voz do exército do país Estado-Maior General disse em uma declaração publicada pelos mídia oficiais. "O confronto militar da (Coreia do Norte) será a punição mais severa que ninguém nunca encontrou em todo o mundo", disse ele. Será este o sonho sonhado por David Rockefeller: "Apenas precisamos de uma crise global realmente grande, para as nações de todo o mundo aceitarem a Nova Ordem Mundial"...
OBAMA, UM POLÍTICO DA CIA COM TRADIÇÃO FAMILIAR DE AGENTES SECRETOS
No site Infowars, de Alex Jones, foi publicado recentemente uma informação interessante acerca de Barack Obama (originalmente Barry Soetoro, antes de ser recrutado) ser um agente da CIA, com tradição familiar em actividades daquela agência policial. Wayne Madsen escreveu naquele site que descobriu conexões nos arquivos da CIA em documentos de instituições e indivíduos que figuram proeminentemente na vida de Barack Obama e sua mãe, pai, avó e padrasto. O próprio trabalho do presidente Obama em 1983 para a IBC (International Business Corporation), uma das fachadas da CIA, que conduziu seminários com os líderes mais poderosos do mundo e que usou os jornalistas como agentes secretos no estrangeiro, em actividades de espionagem da CIA conduzidas pela sua mãe, Stanley Ann Dunham, em 1960 depois do golpe da Indonésia em nome de uma série de operações da CIA, incluindo o East-West Center, na Universidade do Havai, a Agência dos EU para o Desenvolvimento Internacional (USAID) e a Fundação Ford. Dunham conheceu e casou com Lolo Soetoro, o padrasto de Obama, no East-West Center, em 1965. Soetoro foi convocado para a Indonésia em 1965 para servir como um oficial militar sénior e auxiliar o General Suharto e pela CIA na sangrenta derrocada do presidente Sukarno.
Barack Obama, Senior, que conheceu Dunham em 1959, numa aula de russo na Universidade do Havai tinha sido parte do que foi descrito como uma ponte aérea de 280 alunos do Leste Africano para os Estados Unidos para assistir a várias faculdades - apenas "ajudado" por uma concessão do P. Joseph Kennedy Foundation, de acordo com um relatório Reuters de 12 de setembro de 1960, em Londres. O transporte aéreo era uma operação da CIA para treinar e instruir os futuros "agentes de influência" em África, que estava a tornar-se um campo de batalha entre os Estados Unidos, a União Soviética e a China pela influência entre os recém-independentes e em-breve-a-serem independentes países deste continente, agora unidos pela misteriosa e rapidamente recém-constituída União Africana, "concebida" nas reuniões secretas dos Bilderberg e CIA na Europa e reforçada politicamente pela elite da Comissão Europeia, pela mão de Durão Barroso, presidente da Comissão Europeia, de quem alguns já desconfiam ter sido tornado agente da CIA após a queda do Governo de Cavaco Silva, pois permaneceu "desaparecido" vários anos nos EUA antes de regressar e ser rapidamente reeleito Primeiro-Ministro de Portugal, cargo que abandonou rapidamente depois de ser nomeado e eleito presidente da Comissão Europeia. Afinal parece que a união UE-EUA não passa de um jogo de ex-CIA's recrutados por Sociedades Secretas, com treino diplomático especial nesta agência secreta e com objectivos muito claros: espalhar a Nova Ordem Mundial (NWO), um governo federativo global único, onde a opinião das populações não conta... Brevemente os EUA serão a União da América do Norte (Canadá, EUA e México), unir-se-ão à UE e à recentemente formada UA (União Africana). A União da América do Sul e a União do Oriente (Coreia, China, Rússia e Japão) seguir-se-ão. Depois, quem sabe, o Império dos 1.000 anos sonhado pelos nazis, materializar-se-á por fim, agora sem opositores à extrema-direita global. Afinal de contas, Osama e Obama, dois nomes tão parecidos, talvez inventados os dois, poderão ser faces da mesma moeda: a CIA...
NEGÓCIO DE MILHÕES: CHIPS DE MATRÍCULA AUSTRÍACOS
Participada da Brisa já adquiriu 20 mil identificadores aos austríacos da Kapsch, mas ainda não pode vendê-los. Mais de 30 mil automobilistas já encomendaram à Via Verde os dispositivos que possibilitarão o pagamento electrónico de portagens nas concessões de auto-estrada actualmente em regime de SCUT (sem cobrança aos utilizadores). Até 21 de Julho, registavam-se também mais três mil reservas de identificadores aos balcões dos CTT e via ‘online'. Para responder à procura de mais de 30 mil identificadores, a Via Verde - empresa participada pela Brisa - já efectuou e recebeu a primeira encomenda de 20 mil dispositivos de nova geração, adquiridos aos austríacos da Kapsch. No entanto, estes equipamentos ainda não estão disponíveis para venda aos condutores, nem se sabe quando irão estar. Tudo porque, depois de ter sido publicada a portaria a regulamentar alguns aspectos relacionados com a obrigatoriedade do DEM (Dispositivo Electrónico de Matrícula), a Assembleia da República aprovou alterações a essa legislação. E essas alterações ainda não foram promulgadas, pelo que os novos identificadores só poderão ser vendidos a partir dessa data, estando ainda muitas dúvidas por esclarecer. Sócrates conseguiu o prodigioso feito de deitar fora uma dos mais avançadas invenções portuguesas na Europa - o sistema de pagamento automático Via Verde - para dar oportunidade aos austríacos de ganharem milhões às nossas custas, tudo por causa do sistema de pagamento das SCUT's. Viva a Áustria...!!! Viva Sócrates neo-austríaco...!!!
PORTUGUESES PAGAM O PREJUÍZO BPN E GOVERNO RECEBE LUCROS DA VENDA...
O Governo fixou em 2,37 euros o preço base por acção do Banco Português de Negócios (BPN), prevendo encaixar um mínimo de 171 milhões de euros com a reprivatização do banco, segundo as condições publicadas em Diário da República. Segundo a resolução do conselho de ministros, o concurso público prevê alienar 72.200.000 acções nominativas com o valor nominal de cinco euros cada, representativas de 95% do capital social do BPN, pelo "preço base das propostas de 2,37 euros por ação". "O concurso é exclusivamente aberto a instituições de crédito e empresas de seguros ou sociedades gestoras de participações sociais que as detenham ou sejam detidas a 100 por cento por aquelas empresas, que podem concorrer individualmente ou em agrupamento", define o documento. O Governo anunciou a 02 de novembro a nacionalização do BPN, quando o banco apresentava um "buraco" de 1,9 mil milhões de euros, devido à gestão de Oliveira e Costa, o fundador do banco, acusado já dos crimes de burla qualificada, falsificação de documentos, fraude fiscal, entre outros. Afinal de contas quem paga as falências dos bancos portugueses? Os contribuintes. E quem lucra com a sua venda novamente aos privados? O Estado... Parece obvio que quem lucra sempre é o Estado e quem paga sempre são os cidadãos... Welcome to Portugal...!!!
PRÓXIMA CIMEIRA UE-EUA MARCADA PARA 20 DE NOVEMBRO EM LISBOA
A próxima cimeira União Europeia (UE) - Estados Unidos (EUA) está marcada para 20 de novembro, em Lisboa, anunciou nesta segunda-feira a Comissão Europeia, em Bruxelas. O presidente norte-americano, Barack Obama, e os presidentes do Conselho Europeu, Herman van Rompuy, e da Comissão Europeia, José Manuel Durão Barroso, estarão presentes na reunião na capital portuguesa. Entre os objetivos da cimeira está a reafirmação da relação transatlântica, que - segundo Bruxelas - inclui o compromisso de lutar contra o terrorismo e de prevenir a proliferação de armas de destruição maciça. Os EUA e a UE representam, em conjunto, metade da economia global, pelo que a relação transatlântica tem uma importante componente económica. Os dois blocos cooperam ainda em questões de política externa, como o processo de paz do Médio Oriente e a intervenção no Afeganistão, bem como na política para o Irão. A Declaração Transatlântica estipulou, em 1990, a realização de uma cimeira anual entre a UE e os EUA, sendo que a de novembro é a primeira desde a entrada em vigor do Tratado de Lisboa, que criou o serviço de política externa europeu.
HOSPITAIS DEVEM 920 MILHÕES À INDÚSTRIA FARMACÊUTICA
Um relatório da Apifarma, associação responsável pela indústria farmacêutica, afirma que as dívidas dos hospitais à indústria farmacêutica aumentaram, em Julho, dois milhões de euros por dia, perfazendo um total de 920 milhões de euros. Os dados do relatório mensal realizado pela Apifarma, citado pela Lusa, mostram que os hospitais devem um total de 920 milhões de euros à indústria farmacêutica. As dívidas subiram dois milhões de euros por dia no mês de Julho. A associação avança no relatório que as unidades de saúde demoram cerca de 349 dias para pagar as dívidas, que aumentaram 60 milhões de euros no mês passado. O documento adianta que entre Agosto de 2009 e Julho de 2010 a dívida total aumentou 67,3 por cento e que durante o mês corrente deve ultrapassar os dois milhões de euros.
70% DOS INCÊNDIOS EUROPEUS SÃO EM PORTUGAL
Segundo um relatório europeu sobre a calamidade dos incêndios na Europa, Portugal aparece em 1.º lugar da lista com 70% da área já ardida este ano em toda a Europa. Parece impossível mas não é. Um país tão pequeno vê as reservas e parques naturais da Peneda-Gerês, Serra da Estrela e Madeira arderem sem qualquer capacidade de resposta, quer do pessoal com pouca formação e com pouca coordenação, quer dos meios e técnicas utilizados. Este ano já ardeu o equivalente aos três últimos anos. Na Madeira ardeu 95% da reserva ecológica do Funchal, ou seja, a quase totalidade desta área protegida. É triste, ver assim perdido para sempre um património natural único em todo o planeta, sem sequer ter sido proferida nenhuma declaração de calamidade pública da parte do presidente do Governo regional da Madeira. Num país pobre como Portugal, garantir o pão a milhares de bombeiros através dos subsídios de milhões recebidos por estes das câmaras municipais ou do governo, pode ser uma das causas de tantos incêndios provocados. Outras das mais antigas são a da destruição de mata para construção ou para venda de madeira queimada a mais baixo preço em zonas tradicionalmente proibidas, como reservas naturais.
"CONFRONTO DE CIVILIZAÇÕES", DE SAMUEL HUNTINGTON
Em 1993, Samuel Phillips Huntington publicava o seu texto Clash of Civilizations (Confronto de Civilizações), um texto que abordava o tema da guerra de um ponto de vista histórico e evolutivo e apresentado na Comissão Trilateral dos EUA. A 24 de Dezembro de 2008 falecia, mas deixou este importante e marcante escrito sobre uma Nova Ordem Mundial pós-Guerra-Fría. Como se confrontarão os povos no futuro? Huntington conta-nos: "A política mundial está a entrar numa nova fase, e alguns intelectuais não hesitam em difundir visões sobre o que será o fim da história, o regresso de disputas comuns entre nações, e o declínio do sentido de nação através de conflitos nascidos do tribalismo e globalismo, entre outros. [...] A minha teoria consiste em que a principal fonte de conflitos deste novo mundo não será maioritariamente ideológica ou económica. As grandes divergências entre humanos assim como a principal fonte de conflitos será cultural. Os Estados permanecerão os actores mais poderosos no mundo dos negócios, mas os principais conflitos políticos ocorrerão entre nações e grupos de diferentes civilizações. O confronto de civilizações dominará a grande agenda política internacional. [...] O conflito de civilizações será a última fase na evolução da guerra, no mundo moderno. [...] Em 1773, como disse R.R. Palmer, "as guerras entre reis terminaram; as guerras do povo começaram". Este padrão séc. XIX manteve-se até ao fim da 2.ª Guerra Mundial. Depois, como resultado da Revolução Russa e da reacção contra ela, o conflito entre nações passou a ser um conflito de ideologias, primeiro entre o comunismo, fascismo-nazismo e democracia liberal, e depois entre comunismo e democracia liberal. Durante a Guerra Fria, este último foi incorporado na luta entre duas superpotências, nenhuma das quais era um estado-nação na clássica definição europeia e cada uma delas baseava a sua identidade com base na sua ideologia. [...] Com o fim da Guerra Fria, a política internacional sai da sua fase Ocidental, e o seu epicentro passa a ser a interacção entre Ocidente e civilizações Não-Ocidentais e "no seio" das civilizações não-ocidentais. [...] Durante a Guerra Fria o mundo foi dividido entre 1.º, 2.º e 3.º mundos. Essas divisões jão não são relevantes. Faz muito mais sentido actualmente agrupar países, não em função dos seus sistemas políticos ou económicos ou em função do seu desenvolvimento económico, mas antes, em função da sua cultura e civilização". (Texto para download: http://www.svt.ntnu.no/iss/Indra.de.Soysa/POL2003H05/huntington_clash%20of%20civlizations.pdf )
OBAMA VOLTA ATRÁS NO APOIO INCONDICIONAL À MESQUITA EM PLENA DOWNTOWN
A polémica foi tanta que Obama viu-se obrigado a esclarecer: "Neste país tratamos todos por igual, em conformidade com a lei, sem ter em conta raça ou religião. Não comentei e não comentarei nada sobre se acho ou não prudente autorizar uma mesquita ali", disse o Presidente dos Estados Unidos à margem do seu fim-de-semana de férias em Panama City. No sábado fora noticiado que Obama defendera a construção de um centro cultural islâmico a dois quarteirões do Ground Zero, num jantar que deu na sexta-feira à noite, na Casa Branca, por ocasião da quebra do jejum que os muçulmanos fazem depois do pôr-do-sol durante o mês do Ramadão. "Enquanto cidadão e Presidente creio que os muçulmanos têm o direito de praticar a sua religião como qualquer outra pessoa neste país. Isso inclui o direito a construir um local de culto em terrenos privados na baixa de Manhattan", afirmou o chefe do Estado, em referência à Casa de Córdoba, centro cultural islâmico planeado para muito perto da zona de impacto dos atentados terroristas do 11 de Setembro de 2001 contra as Torres Gémeas.
As declarações de apoio de Obama, que ele agora suavizou, receberam duras críticas dos sectores republicanos e das associações de vítimas do 11-S. "Barack Obama abandonou a América no mesmo lugar onde ela perdeu o seu coração há nove anos", disse Debra Burlingame, irmã de um dos pilotos mortos e porta-voz de diversas famílias. O presidente da câmara de Nova Iorque, Michael Bloomberg, que foi eleito pelos republicanos mas agora é independente, também é favorável ao centro. A construção do mesmo esbarrou numa petição dos amigos do edifício centenário que ele substituir. Mas no dia 7 foi dada luz verde à demolição e à nova construção. Mas qual o problema para Obama? 68% dos americanos são contra o projecto e a 2 de Novembro há eleições intercalares (para renovar toda a Câmara dos Representantes e um terço do Senado).
As declarações de apoio de Obama, que ele agora suavizou, receberam duras críticas dos sectores republicanos e das associações de vítimas do 11-S. "Barack Obama abandonou a América no mesmo lugar onde ela perdeu o seu coração há nove anos", disse Debra Burlingame, irmã de um dos pilotos mortos e porta-voz de diversas famílias. O presidente da câmara de Nova Iorque, Michael Bloomberg, que foi eleito pelos republicanos mas agora é independente, também é favorável ao centro. A construção do mesmo esbarrou numa petição dos amigos do edifício centenário que ele substituir. Mas no dia 7 foi dada luz verde à demolição e à nova construção. Mas qual o problema para Obama? 68% dos americanos são contra o projecto e a 2 de Novembro há eleições intercalares (para renovar toda a Câmara dos Representantes e um terço do Senado).
GUERRA: GOVERNO INVESTE MILHÕES EM VIATURAS MILITARES EM TEMPO DE CRISE
A Comissão Permanente de Contrapartidas (CPC) e o Ministério da Defesa não se entendem na avaliação do programa de construção das viaturas blindadas de rodas Pandur II, cujo contrato representa para o Estado um custo de 364 milhões de euros. Os sucessivos atrasos na entrega das Pandur ao Exército e à Marinha levaram o Ministério da Defesa a ameaçar com a resolução do contrato com a Steyr-Daimler-Puch (que pertence ao gigante General Dynamics). Mas documentos a que o i teve acesso mostram divergências na avaliação da evolução do programa militar, sobretudo no que diz respeito à produção dos blindados na empresa portuguesa Fabrequipa. No final de 2009, a CPC, órgão presidido pelo embaixador Pedro Catarino que tem a função de acompanhar a execução de todos os programas associados ao contrato com a Steyr, apresentou um relatório em que se pode ler: "Atendendo às circunstâncias e às várias vicissitudes ocorridas durante este período, pode considerar-se que houve uma evolução positiva do programa durante o ano de 2009, designadamente na área da produção nacional (contrapartidas directas), onde a Fabrequipa correspondeu às expectativas ao conseguir produzir o número de viaturas que o novo calendário aprovado exigia."
Esta avaliação colide com as posições do almirante Viegas Filipe, da Direcção-Geral de Armamento e Infra-estruturas, ao longo do mesmo período. E com as declarações do secretário de Estado da Defesa, Marcos Perestrello, que anteontem recusou qualquer responsabilidade do Estado português no possível encerramento da empresa. A 20 de Maio de 2009, Viegas Filipe apresenta por carta os primeiros sinais de desconforto com o andamento do processo e, a 28 de Abril de 2010, reforça junto da Steyr a "preocupação" da direcção-geral resultante do "incumprimento do calendário de entregas" e das "dificuldades na recuperação dos atrasos acumulados". A nenhuma das missivas a General Dynamics terá dado resposta. No que diz respeito às perspectivas para o ano de 2010, a CPC previa a "consolidação do projecto da Fabrequipa", apesar das dificuldades técnicas com as novas viaturas e dos "problemas que afectam o fluxo logístico austríaco". Entre a avaliação da CPC e da Defesa há espaço para uma coluna de Pandur. A 26 de Maio de 2010, Viegas Filipe considera que a relação entre o fabricante austríaco e o Estado português atingiu um ponto "insustentável" e faz um ultimato ao fabricante, dando um prazo de 90 dias para que todos os atrasos sejam superados (nas viaturas para entrega e para reparação). A hipótese de denúncia do contrato é, pela primeira vez, posta em cima da mesa. E, nesse cenário, os 250 postos de trabalho da Fabrequipa são postos em causa.
Deslocalização Para confirmar os erros de avaliação neste processo, basta lembrar as palavras de John Ulrich, vice- -presidente da General Dynamics (GD), na cerimónia de abertura da Fabrequipa. "Em Portugal, os Pandur defendem não apenas soluções que representam o ''estado da arte de forças militares modernas. As Pandur dão a cara por outro conceito especial - a significativa participação nacional na elaboração de um produto de topo." Para que não restassem dúvidas, o representante da GD acrescentava: "Por favor, não pensem que [os Pandur] são o resultado de uma parceria luso-austríaca! Esse não é o nosso objectivo. Pelo contrário: a nossa ideia é um Pandur português!" Palavras que são de Janeiro de 2007. Apenas dois anos depois, a Steyr punha em cima da mesa a hipótese de deslocalização. Lê-se no relatório da comissão de contrapartidas: "Relativamente ao projecto de produção de VBR para Portugal e ao Projecto de Transferência de Tecnologia para Portugal que lhe está associado, refira-se que a CPC teve um papel relevante na não deslocalização de parte da produção das VBR terrestres para a República Checa, hipótese que a Steyr chegou a pôr seriamente no início de 2009 para, alegadamente, fazer face ao atraso de produção que já na altura se verificava." Na sequência das notícias avançadas pelo i, a oposição pede explicações ao governo. Campos Ferreira, deputado do PSD, não poupa Marcos Perestrello e desafia Augusto Santos Silva a "explicar ao Parlamento e ao país o que efectivamente se passa neste caso, em vez de se esconder atrás de quem não tem competências delegadas para a aquisição de material". Até ao momento, o CDS de Paulo Portas foi o único partido a manter-se em silêncio. Foi o líder popular quem, enquanto ministro da Defesa, assinou o contrato de aquisição das Pandur. (in, http://www.ionline.pt )
Esta avaliação colide com as posições do almirante Viegas Filipe, da Direcção-Geral de Armamento e Infra-estruturas, ao longo do mesmo período. E com as declarações do secretário de Estado da Defesa, Marcos Perestrello, que anteontem recusou qualquer responsabilidade do Estado português no possível encerramento da empresa. A 20 de Maio de 2009, Viegas Filipe apresenta por carta os primeiros sinais de desconforto com o andamento do processo e, a 28 de Abril de 2010, reforça junto da Steyr a "preocupação" da direcção-geral resultante do "incumprimento do calendário de entregas" e das "dificuldades na recuperação dos atrasos acumulados". A nenhuma das missivas a General Dynamics terá dado resposta. No que diz respeito às perspectivas para o ano de 2010, a CPC previa a "consolidação do projecto da Fabrequipa", apesar das dificuldades técnicas com as novas viaturas e dos "problemas que afectam o fluxo logístico austríaco". Entre a avaliação da CPC e da Defesa há espaço para uma coluna de Pandur. A 26 de Maio de 2010, Viegas Filipe considera que a relação entre o fabricante austríaco e o Estado português atingiu um ponto "insustentável" e faz um ultimato ao fabricante, dando um prazo de 90 dias para que todos os atrasos sejam superados (nas viaturas para entrega e para reparação). A hipótese de denúncia do contrato é, pela primeira vez, posta em cima da mesa. E, nesse cenário, os 250 postos de trabalho da Fabrequipa são postos em causa.
Deslocalização Para confirmar os erros de avaliação neste processo, basta lembrar as palavras de John Ulrich, vice- -presidente da General Dynamics (GD), na cerimónia de abertura da Fabrequipa. "Em Portugal, os Pandur defendem não apenas soluções que representam o ''estado da arte de forças militares modernas. As Pandur dão a cara por outro conceito especial - a significativa participação nacional na elaboração de um produto de topo." Para que não restassem dúvidas, o representante da GD acrescentava: "Por favor, não pensem que [os Pandur] são o resultado de uma parceria luso-austríaca! Esse não é o nosso objectivo. Pelo contrário: a nossa ideia é um Pandur português!" Palavras que são de Janeiro de 2007. Apenas dois anos depois, a Steyr punha em cima da mesa a hipótese de deslocalização. Lê-se no relatório da comissão de contrapartidas: "Relativamente ao projecto de produção de VBR para Portugal e ao Projecto de Transferência de Tecnologia para Portugal que lhe está associado, refira-se que a CPC teve um papel relevante na não deslocalização de parte da produção das VBR terrestres para a República Checa, hipótese que a Steyr chegou a pôr seriamente no início de 2009 para, alegadamente, fazer face ao atraso de produção que já na altura se verificava." Na sequência das notícias avançadas pelo i, a oposição pede explicações ao governo. Campos Ferreira, deputado do PSD, não poupa Marcos Perestrello e desafia Augusto Santos Silva a "explicar ao Parlamento e ao país o que efectivamente se passa neste caso, em vez de se esconder atrás de quem não tem competências delegadas para a aquisição de material". Até ao momento, o CDS de Paulo Portas foi o único partido a manter-se em silêncio. Foi o líder popular quem, enquanto ministro da Defesa, assinou o contrato de aquisição das Pandur. (in, http://www.ionline.pt )
COMER PÃO QUASE SEM SAL É AGORA OBRIGATÓRIO POR LEI?
O pão vendido em Portugal tem menos sal a partir desta sexta-feira. A nova lei que regulamenta a quantidade de sal no pão português, já elogiada por médicos e especialistas em saúde pública, entra hoje em vigor e define um teor de 1,4 gramas de sal por 100 gramas de pão, obrigando ainda a que os rótulos das embalagens de alimentos pré-embalados prestem informação sobre a quantidade relativa e absoluta de sal na embalagem por percentagem do produto e por porção/dose. No entanto esta lei deixa de fora produtos como os cereais de pequeno-almoço. "O pão foi um bode expiatório para alguém mostrar que se preocupa com a saúde dos portugueses. Se fosse com esta preocupação seria abrangente para todos os produtos", lamentou o presidente da Associação do Comércio e da Industria de Panificação, Carlos Alberto dos Santos, em declarações à agência Lusa.
Para esta associação o sector tem perdido produção para produtos ligados ao pequeno-almoço, como os cereais, "e que não vão estar abrangidos pela nova lei e que contêm em média cinco vezes mais sal do que o pão". Recorde-se que Portugal consome o dobro do sal que é recomendado pela Organização Mundial de Saúde (OMS). Cada português consome em média 12 gramas de sal por dia quando a OMS recomenda um máximo de seis, uma situação que a Sociedade Portuguesa de Hipertensão acredita que será alterada com esta lei. Mas afinal, legislar sobre a quantidade do sal no pão não será chegarmos a um limite sobre se o Estado se deve meter ou não em todos os mais pequenos aspectos da vida dos seus cidadãos, reduzindo-lhes a liberdade a "quase nada" ? Será este um forte sinal de que a Nova Ordem Mundial não nos deixará opções até sobre o que podemos ou não comer por nossa decisão? É preciso recordar que a ASAE está a destruir a nossa produção tradicional de queijos, justificando-se com falta de higiene na produção, para assim permitir à indústria de queijos europeia invadir o nosso mercado...
MUNICÍPIOS RECUSAM-SE A AUMENTAR O PREÇO DA FACTURA DA ÁGUA EM 42%
42% De aumento no preço da água ao domicilio é uma brutalidade que só tem paralelo com o que se passou em Portugal no tempo dos Filipes, com o imposto conhecido como o “real da água” que os portugueses tinham que pagar à coroa espanhola para financiar o simples facto de se ir buscar águas às fontes naturais e públicas. O problema da União Europeia e o do Euro, é que os portugueses pagam que nem alemães, e ganham que nem marroquinos. Para isto, mas vale sair do Euro e vivermos a nossa própria realidade. Entretanto, o secretário-geral da Associação Nacional de Municípios Portugueses (ANMP), Artur Trindade, afirmou que as câmaras não irão aumentar as tarifas da água para os valores recomendados pela Entidade Reguladora dos Serviços de Águas e Resíduos (ERSAR), defendendo assim o interesse dos portugueses, que já sofrem e bem, da crise.
Assinar:
Postagens (Atom)




















