GRÉCIA ENTRA EM GUERRA CIVIL
IRÃO COM NOVAS SANÇÕES
A União Europeia adoptou ontem novas sanções contra o Irão por persistir com o programa nuclear. As medidas incluem restrições no sector do gás e do petróleo, bem como no comércio, serviços financeiros e transportes. O Canadá também vai aprovar o fim de novos investimentos no petróleo e gás iranianos, e limitar a exportação de bens que possam ser usados em programas nucleares. Horas depois o Irão anunciou a sua disposição para retomar as negociações sobre uma troca de combustível nuclear.
BP PERDE 13.000 MILHÕES DE EUROS APÓS MARÉ NEGRA

PIRATARIA NA SOMÁLIA É EMPREGO PARA MUITOS
PARIS HILTON FAZ SAUDAÇÃO NAZI EM SAINT-TROPEZ
PROCURADORIA INVESTIGA DIRECTOR-GERAL DOS IMPOSTOS
MEXICANOS FOGEM PARA OS EUA
WIKILEAKS EXPÕE NEGÓCIOS DE GUERRA DOS EUA
PRESIDENTE DA BP SAI MAS COM ORDENADO DE PRÍNCIPE
CÂMARA DE LISBOA VAI DEMOLIR MAIS DE CEM EDIFÍCIOS DEGRADADOS
ALMADA: CARROS LEGAIS REBOCADOS COMO SE FOSSEM VEÍCULOS ABANDONADOS
EUA E COREIA DO SUL EM EXERCÍCIOS MILITARES CONTRA A COREIA DO NORTE
PRIMEIRO-MINISTRO HÚNGARO NÃO IMPLEMENTARÁ MAIS PEC'S
ALEMANHA: "GORDOS" DEVIAM PAGAR IMPOSTO
40.000 MILHÕES DE EUROS GASTOS EM PORTUGAL NA PREVENÇÃO DA GRIPE A
ROMAN POLANSKI PERSEGUIDO PELA CIA PELO SEU FILME "THE GHOST WRITER"
Os EUA pediram à Suiça que detivesse o realizador Roman Polanski por um crime de pedofilia que cometera nos EUA em 1977, com uma jovem de 13 anos. Alguns anos mais tarde, a jovem perdoara o realizador, talvez a troco de alguma compensação monetária. Mas foi precisamente quando saía para os festivais de cinema o mais recente filme de Polanski, que acusa a CIA de envolvimento com um pretenso ex-primeiro-ministro inglês (alusão a Tony Blair) num negócio com um seu colega de faculdade, dono da maior indústria privada de armamento no Reino Unido, que a CIA resolveu "atacar". No filme, a CIA é apresentada como sendo capaz de qualquer coisa para atingir os seus fins, fazendo desaparecer inúmeros indivíduos "inconvenientes". Na vida real, os EUA pediram a extradição de Polanski para ser julgado pelo crime de pedofilia, agora no domínio público, segundo o Governo dos EUA, ou seja segundo a CIA, que pretende calar informações secretas que este realizador revelou neste filme, "vestidas" de arte... Mas a Suiça libertou Polanski e recusou o pedido de extradição, por alegadas incompatibilidades entre a legislação suiça e norte-americana.
APOIOS SOCIAIS "DESAPARECEM" EM AGOSTO
PRODUTOS CHINESES SOBEM DE PREÇO
A China já foi o paraíso para as empresas que ali queriam fabricar produtos de baixo custo, mas a tendência pode estar prestes a mudar. Segundo o Hong Kong Trade Development Council, os principais motivos para a subida de preços das matérias-primas e de energia são a falta de trabalho e a instabilidade social, aliadas aos custos de produção mais caros entre 5 e 9%.
SALAZAR ELEITO O MAIOR INVESTIDOR SEM GANHOS
PORTAGENS DAS SCUT SUSPENSAS
SAÚDE: 6.000 TRABALHADORES PRECÁRIOS EM RISCO DE PERDEREM O EMPREGO
701 ESCOLAS PRIMÁRIAS ENCERRADAS JÁ EM SETEMBRO
ESTUDANTES UNIVERSITÁRIOS PROTESTAM POR PERDA DE APOIOS
CRISE GERA "SALDOS" NA LAVAGEM DE DINHEIRO
OPERAÇÃO ANTIMÁFIA NA CALÁBRIA
INDEPENDÊNCIA DO KOSOVO RECONHECIDA NO TRIBUNAL INTERNACIONAL
CHÁVEZ CORTA RELAÇÕES COM A COLÔMBIA
IGREJA PEDE: 20% DOS RENDIMENTOS DOS POLÍTICOS PARA FUNDO SOCIAL
OBAMA PROMULGA REFORMA DO SISTEMA FINANCEIRO
CHINA ULTRAPASSA EUA NO CONSUMO DE ENERGIA

CONSTITUIÇÃO: PS ACUSA PASSOS COELHO DE NÃO ESTAR "PREPARADO"
Pedro Silva Pereira considerou ainda "grave" as propostas do PSD pelo seu conteúdo social, dizendo mesmo que representado contra os direitos sociais dos portugueses e contra a proteção social do Estado". "Em nome de uma ideologia radical e liberal, que rompe com a tradição moderada do PSD, este partido pretende de uma só vez permitir os despedimentos individuais sem justa causa, acabar com o Serviço Nacional de Saúde universal e tendencialmente gratuito e acabar com a garantia de um sistema público de educação", disse. Para o PS, as propostas do PSD introduzem "desequilíbrio no sistema político a favor da instabilidade e reforça os poderes do Presidente da República, devolvendo-lhe, num regresso ao passado, o poder de demitir livremente o Governo". "As propostas do PSD não têm, nem terão, o acordo do PS", frisou Pedro Silva Pereira.
MOTA-ENGIL " A FAZER TIJOLO" EM ANGOLA
COMISSÃO EUROPEIA DIZ QUE AJUDA DO GOVERNO AO BPP É ILEGAL
AFEGANISTÃO: NEGÓCIO DE MILHÕES ATÉ 2014
CHEIAS: MORRERAM MAIS DE 1.000 PESSOAS NA CHINA EM APENAS ALGUNS DIAS
RUI PEDRO SOARES: DE ACUSADO PELO "SOL" A DIRECTOR DO JORNAL
Se o Sol não conseguir pagar a dívida, estou disponível para ficar dono do jornal", disse o ex-administrador da PT ao 'Público'. O ex-administrador da PT diz que está disponível para chegar a um acordo com os accionistas do 'Sol' relativamente à indemnização decorrente da violação da providência cautelar que proibiu o jornal de publicar as escutas do processo Face Oculta, admitindo a possibilidade de se tornar dono do semanário. As declarações foram proferidas depois de o director do Sol, José António Saraiva, ter dito à Lusa que acredita que o jornal tem "estofo financeiro" para pagar os 1,5 milhões de euros de indemnização. O director adiantou que acredita que não será necessário pagar a sanção, uma informação contestada pelo ex-administrador da PT, que garante que a providência cautelar não tem recurso. "Esta condenação já é definitiva", garante Soares. De recordar que o Tribunal da Relação de Lisboa condenou o semanário a pagar uma indemnização a Rui Pedro Soares, decidindo a favor da providência cautelar interposta pelo ex-administrador da PT para evitar a publicação das escutas da Face Oculta onde é interveniente. Quatro jornalistas do Sol - Felícia Cabrita, Luís Rosa, Ana Paula Azevedo e Graça Rosendo -, o subdirector Vítor Rainho, e a advogada do semanário, Fátima Esteves, foram formalmente acusados pelo Ministério Público de violação do segredo de justiça pela publicação de vários artigos acerca do processo "Face Oculta". Já não há palavras para a manipulação da informação e da liberdade de expressão em Portugal.
DÉFICE DO SUBSECTOR ESTADO AUMENTOU 462 MILHÕES
Relativamente aos impostos directos, o ministério de Teixeira dos Santos dá conta de um "aumento de 11,8 por cento na receita de IRC [Imposto sobre o Rendimento das Pessoas Colectivas]. Pelo contrário, a receita de IRS [Imposto sobre Rendimentos de Pessoas Singulares] registou "uma diminuição de 13,5 por cento" no último semestre, devido à "significativa antecipação dos prazos de reembolso e à transferência para os municípios da participação variável neste imposto". A despesa efectiva "aumentou em 4,3 por cento" no último semestre e em termos homólogos, com "o grau de execução a situar-se em 48,7 por cento", o que resulta do "aumento das transferências do Orçamento do Estado [OE] para a Segurança Social [...] e para o Serviço Nacional de Saúde". No final de Junho deste ano, a Segurança Social tinha registado um "excedente orçamental de 948 milhões de euros", valor que está "bastante acima do objectivo subjacente ao OE 2010 (294 milhões de euros), embora apresente uma redução na ordem dos 230 milhões relativamente ao mesmo período do ano anterior". O subsector dos Serviços e Fundos Autónomos registou, em Junho de 2010, "um excedente orçamental de 843 milhões de euros", montante que está "acima do objectivo do OE 2010 e superior em 116 milhões de euros", face a igual período de 2009.
CONSTITUIÇÃO DE PASSOS COELHO: ACABAR COM A SAÚDE E EDUCAÇÃO GRATUITAS
O mesmo princípio é aplicado na questão do ensino, riscando-se da lei a alínea que define como competência do Estado "estabelecer progressivamente a gratuitidade de todos os graus de ensino", salvaguardando-se, mais uma vez, que o acesso não pode, "em caso algum", ser "recusado por insuficiência de meios económicos". O professor de Direito Calvão da Silva, que integra o grupo de trabalho do PSD que está a redigir esta proposta, explica ao Diário Económico que "os que carecem de apoio terão sempre esse apoio", rejeitando a ideia que tem sido difundida pelo PS e por José Sócrates de que o PSD quer acabar com o Estado Social: "Estado social é garantir as necessidades das pessoas, mas cada um segundo as suas possibilidades e capacidades". No fundo, no que toca ao ensino, o PSD defende que deve ser tida em conta a meritocrassia, não recusando o acesso a ninguém com mérito que não tenha possibilidades financeiras de frequentar o ensino superior. Mas, por outro lado, quer acabar com a gratuitidade para todos os alunos com capacidade financeira para prosseguirem os estudos: "igualdade de oportunidades é garantir que sempre que não há possibilidade de estudar o Estado garante o ensino a quem tem mérito", defende o professor.
A proposta do PSD altera também o princípio de que o Estado tem que criar obrigatoriamente uma rede de estabelecimentos públicos de ensino que cubra as necessidades de toda a população, defendendo apenas que o Estado deve "assegurar" essa existência. Ou seja, abre a porta a que sejam os privados a criar esses estabelecimentos, desde que esteja assegurada a cobertura das necessidades de toda a população. Ontem mesmo Passos Coelho lembrou que as pessoas ficam muito "inquietas" por causa dos "papões liberais", mas voltou também a defender a ideia de que é preciso mais "flexibilização" no mercado de trabalho. Afirmando que o PSD não quer liberalizar os despedimentos, defendeu que "a regra deve ser a segurança mas ela tem de casar com a flexibilidade" que é útil tanto para trabalhadores como para empresário, disse o presidente do PSD no encerramento de uma conferência promovida pelos Trabalhadores Social-Democratas.
FALÊNCIA DA GOLDTRAIL AFECTA 50.000 TURISTAS NO REINO UNIDO
PRESIDENTE DO IRÃO ACUSA EUA DE PROVOCAREM TERRORISMO
ESTRANHA VAGA DE FRIO NA VENEZUELA MATA DEZENAS DE PESSOAS
SÓCRATES CONTRA VETO DO GOVERNO PELO PRESIDENTE DA REPÚBLICA
Lamentando a «forma tão vazia e com tantas generalidades e vulgaridades» com que se fala sobre o futuro, o secretário-geral do PS considerou ainda que a proposta de o Presidente da República poder demitir o Governo é «um regresso ao passado», ao tempo «em que havia Governo atrás de Governo, instabilidade atrás de instabilidade, em que os problemas se somavam uns aos outros». «Não é assim que constrói o futuro», disse, salientando que o PS não aceita que se queira «ajustar contas com a história, pensando que esta Constituição precisa de ser limpa e assumindo, portanto, que é uma Constituição que nos envergonha». «O que a direita quer é fazer uma revisão constitucional que no fundo acabe com a gratuidade e com a universalidade do Serviço Nacional de Saúde e no fundo implementar um sistema de co-pagamento, quer na saúde, quer na educação», acrescentou, retomando uma ideia já por si deixada no encerramento das jornadas parlamentares socialistas.
CONTAS BANCÁRIAS PENHORADAS SEM ORDEM DOS JUÍZES
CENSURA: "THE OBAMA DECEPTION" RETIRADO DO YOUTUBE PELA CIA
FBI BLOQUEOU 73.000 BLOGUES NOS EUA
MUSEU OSCAR NIEMEYER EM LISBOA CUSTARÁ MILHÕES A PORTUGAL
ALTOS QUADROS DO BCP CONDENADOS A PAGAR COIMAS ACIMA DE 4 MILHÕES
Seguiram-se-lhes os antigos administradores Christopher de Beck (650 mil euros e quatro anos de inibição), António Castro Henriques (250 mil euros e dois anos de inibição), Alípio Dias (200 mil euros e um ano de inibição) e Paulo Teixeira Pinto - antigo presidente - (200 mil euros e um ano de inibição). Já Filipe Abecassis recebeu uma coima de 250 mil euros e três anos de inibição, ao passo que Luís Gomes foi multado em 75 mil euros, mas não foi punido com a inibição para exercer a atividade bancária. A CMVM (a exemplo do Banco de Portugal) acusou, além do próprio BCP, os três antigos presidentes do banco - Jardim Gonçalves, Paulo Teixeira Pinto e Filipe Pinhal - os ex-administradores António Rodrigues, Alípio Dias, António Castro Henriques e Christopher de Beck e dois altos quadros do BCP, Luís Gomes e Filipe Abecassis. A mesma fonte próxima do processo disse à Lusa que "as acusações remontam a um período entre 2002 e 2007", sendo que "as acusações de manipulação de cotações e de dolo [por causa do recebimento de prémios indevidos e da manipulação de mercado] não foram provadas".
ASTANA, A CAPITAL MAIS FRIA E MAIS "BRANCA" DO MUNDO
PORTAS SUGERE A SÓCRATES A DEMISSÃO DO SEU GOVERNO
"Vem aí o Orçamento do Estado, será votado quando o Parlamento já não pode ser dissolvido. Se o Governo insistir em aumentar impostos outra vez, o país arrisca-se a ficar nesta situação: nem tem orçamento, nem pode ter eleições", afirmou. "Mesmo que depois das eleições presidenciais haja condições para uma mudança política, a mera conjunção dos prazos insolitamente longos que estão na Constituição permite perceber que Portugal só terá um novo Governo, um novo rumo e um novo caminho daqui a mais de um ano", sublinhou. Para Paulo Portas, "o primeiro-ministro está tão descredibilizado que dificilmente conseguirá fazer a remodelação governamental que permitiria dar um novo fôlego" ao país. "Pode Portugal, na dificílima situação em que está, ficar mais um ano à deriva?", questionou. De acordo com o líder democrata cristão, "os portugueses sabem que perante uma profunda crise económica" há "um mau Governo e, apesar da desconfiança do país neste Governo, o primeiro-ministro não vem aqui propor uma moção de confiança, pela simples razão que teme perdê-la e ser confrontado com a vontade popular". "Qualquer moção de censura não prospera, pela simples razão que o PSD salvará o Governo. PS e PSD fazem juntos tudo o que o Governo quer, mas não querem estar juntos no Governo", sublinhou. Paulo Portas tinha iniciado a sua intervenção citando uma declaração do primeiro-ministro no debate do Estado da Nação de há um ano, segundo a qual o Governo tinha posto "as contas em ordem" e restaurado a "credibilidade do Estado português". "Um ano depois, Portugal tem o maior endividamento da Europa, a maior carga fiscal de sempre, a maior despesa pública de sempre, o maior desemprego de sempre", declarou.
















































