Os Homens da Luta venceram a 47ª edição do Festival da Canção com 'A Luta é Alegria' (http://www.youtube.com/watch?v=pdEfYT5bMis). Jel e Falâncio, serão os representantes de Portugal no Festival Eurovisão da Canção que este ano se realiza na Alemanha. A canção vencedora tem letra de Jel e música de Vasco Duarte e foi interpretada pelos Homens da Luta que vão representar a RTP no Festival da Eurovisão 2011 na cidade de Dusseldorf, em Maio. De acordo com a votação das 20 equipas de jurados (18 distritos e Açores e Madeira) a canção São os barcos de Lisboa, com letra e música de Carlos Massa e interpretada por Nuno Norte, era a vencedora. No entanto, a votação do público por televoto (que representou 50 por cento da votação final) foi decisiva ao atribuir a pontuação máxima aos Homens da Luta, dando-lhes a vitória. Por todo o trabalho que têm realizado na rua para sensibilizar o povo português, esta dupla mereceu bem este prémio. Já no ano passado partiam como favoritos para o Festival da Canção 2010, mas foram desclassificados por terem previamente tocado a música - então candidata - em público. Fica aqui o seu vídeo mais visto no Youtube, um hit da música pimbo-interventiva, que afirma que "a cantiga ainda é uma arma" - o tema "E o povo, pá?": http://www.youtube.com/watch?v=pZonZntFU7Y.
HILLARY CLINTON ADMITE QUE EUA ESTÃO A PERDER A GUERRA INFORMATIVA
Hillary Clínton admitiu há 3 dias que os EUA estão a perder a guerra informativa nas televisões e na internet. Agarradas a modelos demasiado clássicos, as televisões privadas norte-americanas estão a perder os todos os timings para noticiários online de televisões como a Al Jazeera, RússiaToday ou a nova televisão chinesa falada em inglês que promete alastrar nos próximos anos a todo o mundo. A actualidade constante destas televisões, que apostam em vídeos enviados por pessoas de todo o mundo, e que se encontram encima dos acontecimentos, disponibilizam livremente a informação aos seus seguidores, que depois assistem às reportagens ou vídeos conforme as suas preferências, em contraste às televisões monopolistas controladas pela NWO e pela CIA. Numa clara mensagem de alerta, Hillary Clínton falou aos membros do senado na necessidade de montar uma verdadeira guerra à guerra informativa, pelos 47 milhões de dólares pedidos pelo Governo de Obama ao Senado. A secretária de Estado afirma assim na necessidade de Washigton apostar forte e feio na propaganda dos seus tradicionais mídia. A reportagem do canal RussiaToday em: http://www.youtube.com/watch?v=L6sYB5d1Bu4.
GUARDA RECEBE SÓCRATES COM BLOQUEIO NA ESTRADA E ASSOBIOS
À chegada à Guarda, José Sócrates foi ontem recebido por uma manifestação contra as portagens nas SCUT (vias Sem Custo para os Utilizadores). O primeiro-ministro ouviu assobios e palavras de desagrado num protesto convocado pelas redes sociais ao qual se juntaram pessoas que participaram num buzinão promovido pela comissão de utentes contra as portagens nas autoestradas A23, A24 e A25. A comitiva do chefe do Governo foi surpreendida com a acção de protesto, que se concentrou, sobretudo, na rotunda que dá acesso ao hospital. Além de palavras contra a implementação de portagens nas SCUT, os manifestantes tentaram furar o cordão policial para se aproximarem da zona onde José Sócrates e a restante comitiva parou, mas foram impedidos por agentes da PSP. Os ânimos exaltaram-se e o protesto acabou por ser marcado por empurrões entre as autoridades e os manifestantes que tentavam mostrar a sua indignação na visita de Sócrates ao Hospital da Guarda. Perante o desagrado da população, o primeiro-ministro respondeu com indiferença aos protestos, minimizando as causas da acção.
ASSÉDIO MORAL E BULLYING LABORAL NAS EMPRESAS AUMENTA EXPONENCIALMENTE
Os casos de assédio moral no trabalho são dificilmente detectáveis devido à dificuldade em distingui-los de situações de conflito laboral. "Há dificuldade metodológica em identificar e distinguir situações de assédio das situações conflituais normais que ocorrem no trabalho. O ponto comum a todas as definições de assédio moral é o carácter de intencionalidade do fenómeno. É praticado com o intuito de fragilizar as pessoas", afirma o coordenador do estudo 'Assédio moral: estratégias, processos e práticas de prevenção'. A equipa liderada por Rui Moura recomenda "uma maior especificação do problema", sugerindo "a adopção de uma única versão conceptual de assédio moral". O estudo concluiu ainda que o assédio moral "está a aumentar".
"Os casos perniciosos do ponto de vista psicológico e físico vão aumentar fortemente", segundo Rui Moura, professor da Universidade Autónoma de Lisboa. De acordo com o estudo, nas grandes empresas o assédio moral é mais forte no que diz respeito ao cumprimento de objectivos. "Obrigam muito ao cumprimento de objectivos muito elevados, fazem reestruturações radicais, criam condições de trabalho muitas vezes difíceis e isso facilita o assédio", referiu o coordenador do estudo. Nas pequenas e médias empresas, "muitas vezes o assédio projecta-se para a vida privada e geram-se coisas complicadas, entre as quais o assédio sexual". Rui Moura lembra que há pouca fiscalização, devido à dificuldade de identificação do fenómeno. Além disso, mesmo que o caso seja identificado como assédio moral, "não há testemunhas, porque a maior parte das pessoas são omissas quando vão testemunhar".
De acordo com o actual Código do Trabalho (CT), o assédio "corresponde a um comportamento reflectido numa acção ou num conjunto de acções (materiais interligadas) indesejadas pelo destinatário, (...) tendo como objectivo e/ou o efeito de perturbar ou constranger a pessoa, afectar a sua dignidade ou criar-lhe um ambiente intimidativo, hostil, degradante, humilhante ou desestabilizador". O estudo defende que "a ideia de 'objectivo ou efeito' expressa no CT transforma o assédio moral num grande 'chapéu' onde cabem inúmeras situações conflituais no trabalho, pelo que importa determinar se o conceito de assédio moral e um conceito agregador onde cabem múltiplas situações - conflituais e de violência laboral - ou se se pretende que este conceito seja a tradução de situações de conflito específicas com delimitação própria". Para combater este fenómeno, use tudo aquilo a que puder deitar mão... Não tenha dó nem piedade de quem não cumpre os seus deveres e obrigações com respeito e dignidade.
"Os casos perniciosos do ponto de vista psicológico e físico vão aumentar fortemente", segundo Rui Moura, professor da Universidade Autónoma de Lisboa. De acordo com o estudo, nas grandes empresas o assédio moral é mais forte no que diz respeito ao cumprimento de objectivos. "Obrigam muito ao cumprimento de objectivos muito elevados, fazem reestruturações radicais, criam condições de trabalho muitas vezes difíceis e isso facilita o assédio", referiu o coordenador do estudo. Nas pequenas e médias empresas, "muitas vezes o assédio projecta-se para a vida privada e geram-se coisas complicadas, entre as quais o assédio sexual". Rui Moura lembra que há pouca fiscalização, devido à dificuldade de identificação do fenómeno. Além disso, mesmo que o caso seja identificado como assédio moral, "não há testemunhas, porque a maior parte das pessoas são omissas quando vão testemunhar".
De acordo com o actual Código do Trabalho (CT), o assédio "corresponde a um comportamento reflectido numa acção ou num conjunto de acções (materiais interligadas) indesejadas pelo destinatário, (...) tendo como objectivo e/ou o efeito de perturbar ou constranger a pessoa, afectar a sua dignidade ou criar-lhe um ambiente intimidativo, hostil, degradante, humilhante ou desestabilizador". O estudo defende que "a ideia de 'objectivo ou efeito' expressa no CT transforma o assédio moral num grande 'chapéu' onde cabem inúmeras situações conflituais no trabalho, pelo que importa determinar se o conceito de assédio moral e um conceito agregador onde cabem múltiplas situações - conflituais e de violência laboral - ou se se pretende que este conceito seja a tradução de situações de conflito específicas com delimitação própria". Para combater este fenómeno, use tudo aquilo a que puder deitar mão... Não tenha dó nem piedade de quem não cumpre os seus deveres e obrigações com respeito e dignidade.
SINDICATO DA PJ ACUSA GOVERNO DE ASFIXIAR A INVESTIGAÇÃO CRIMINAL
A Associação Sindical dos Funcionários de Investigação Criminal (ASFIC) da Polícia Judiciária (PJ) considerou ontem que há uma intenção política de asfixiar a PJ, com o intuito de evitar investigações incómodas em casos como o da Casa Pia, o do Freeport, o dos submarinos, o Portucale, o Face Oculta, CTT, BPP e BPN, entre outros processos polémicos. O presidente da ASFIC, Carlos Garcia, ainda que indirectamente, sugeriu que a direcção da PJ devia demitir-se, referindo-se concretamente ao director e ao director-adjunto, Almeida Rodrigues e Pedro do Carmo. O sindicalista afirmou que a direcção "não reúne as condições exigidas para o exercício e já não tem a confiança dos funcionário de investigação criminal". Se fosse a direcção da ASFIC, concluiu, "naturalmente demitia-se". Os sindicalistas, em conferência de imprensa, ontem à tarde, avisaram directamente o ministro da Justiça de que brevemente "vão anunciar o endurecimento drástico da luta".
Carlos Garcia garante que vão ser entregues ao ministério novos pré-avisos, que podem incluir, entre outras medidas, a greve à prevenção, o que "seria o caos", até porque, explicou, "os agentes que estão de prevenção estão a ser ilegalmente canalizados para as investigações". O responsável referiu que a entrega destes pré-avisos está dependente do "início de uma negociação séria, o que não aconteceu no passado", e da "auscultação dos associados". Actualmente, os agentes da PJ fazem greve às horas extra, não trabalham à hora do almoço e nas folgas e pedem as ajudas de custo adiantadas. A luta traduziu-se em resultados, anunciou ontem a ASFIC. São números que, foi explicado, "estão inevitavelmente ligados". Quanto à falta de verbas alegada pelo Ministério da Justiça, a ASFIC diz que os montantes não podem ser um problema, uma vez que a associação apresentou um plano a oito anos. Carlos Garcia não entende como é que todas as forças se segurança renegociaram o estatuto menos a PJ. "Há indícios de que nos estão a fazer pagar por uma série de inquéritos investigados na PJ", diz, referindo-se aos processos mais mediáticos. A intenção, garante, já vem de 2006, altura em que a PJ investigou casos como o Casa Pia e universidades Moderna e Independente, o que levou à demissão do então director, Santos Cabral.
Carlos Garcia garante que vão ser entregues ao ministério novos pré-avisos, que podem incluir, entre outras medidas, a greve à prevenção, o que "seria o caos", até porque, explicou, "os agentes que estão de prevenção estão a ser ilegalmente canalizados para as investigações". O responsável referiu que a entrega destes pré-avisos está dependente do "início de uma negociação séria, o que não aconteceu no passado", e da "auscultação dos associados". Actualmente, os agentes da PJ fazem greve às horas extra, não trabalham à hora do almoço e nas folgas e pedem as ajudas de custo adiantadas. A luta traduziu-se em resultados, anunciou ontem a ASFIC. São números que, foi explicado, "estão inevitavelmente ligados". Quanto à falta de verbas alegada pelo Ministério da Justiça, a ASFIC diz que os montantes não podem ser um problema, uma vez que a associação apresentou um plano a oito anos. Carlos Garcia não entende como é que todas as forças se segurança renegociaram o estatuto menos a PJ. "Há indícios de que nos estão a fazer pagar por uma série de inquéritos investigados na PJ", diz, referindo-se aos processos mais mediáticos. A intenção, garante, já vem de 2006, altura em que a PJ investigou casos como o Casa Pia e universidades Moderna e Independente, o que levou à demissão do então director, Santos Cabral.
INICIOU ESQUEMA GLOBAL DOS BILDERBERG PARA AUMENTAR PREÇOS DOS ALIMENTOS
Com a subida do preço do petróleo, a consequente subida do preço dos alimentos pode levar Portugal a viver um período de insegurança alimentar, com as frutas e legumes a arriscarem-se a ser os primeiros excluídos da dieta dos portugueses, alerta a Associação Portuguesa de Nutricionistas (APN). Mesmo que o país não atravesse "focos de fome", a insegurança alimentar será uma realidade. "Podemos ter dificuldade de acesso nos alimentos e na escolha dos alimentos corretos. Daqui podem advir erros alimentares que se refletem no estado de saúde", avisa Alexandra Bento da APN. As frutas e os legumes são o grupo "mais preocupante". Geralmente são considerados alimentos caros pela população e estão já presentes em quantidade insuficiente na dieta portuguesa. Segundo os nutricionistas é possível gastar apenas entre três e cinco euros por pessoa em todas as refeições diárias, incluindo pequeno-almoço, almoço, lanche, jantar e merendas a meio da manhã e da tarde. No total, é possível gastar semanalmente menos de 25 euros por pessoa e por semana, fazendo uma "alimentação saudável e equilibrada". Planear as refeições antes de ir às compras, cumprir a lista de compras e não ir ao supermercado com fome são alguns dos conselhos dos nutricionistas para uma alimentação saudável e económica.
MADRID BLOQUEOU FORTUNA DA FAMÍLIA KADHAFI EM TODA A ESPANHA
Madrid cumpriu ontem com as recomendações da ONU e congelou os bens que o regime líbio detém em Espanha. A caça à fortuna do ditador líbio Muammar Kadhafi e da sua família chegou à Península Ibérica. Numa primeira fase, o ministério das Finanças de Madrid identificou já uma herdade de seis mil hectares perto de Málaga, onde Kadhafi planeava construir cerca de duas mil casas. A segunda fase passa agora por averiguar se o clã líbio tinha contas bancárias no país. A iniciativa acompanha a decisão das Nações Unidas que determina o congelamento dos bens do líder líbio, de cinco dos seus filhos, entre os quais Aisha, que ficou conhecida por ter integrado a equipa de defesa jurídica de Saddam Hussein, bem como do jornalista iraquiano que atirou um sapato contra o presidente norte-americano George W. Bush. Antes de Espanha, já o Reino Unido, Alemanha, Áustria tinham optado por cativar os activos de Kadhafi. Em Portugal, todos os capitais, nesta fase, são bem vindos, claro...
SÓ NO MÊS DE JANEIRO 450 PORTUGUESES ENTREGARAM AS SUAS CASAS AOS BANCOS
Só no mês de Janeiro foram entregues aos bancos 450 imóveis de famílias e promotores imobiliários, por incumprimento nos créditos à habitação e construção, escreve o «Diário de Notícias». Os números são da Associação de Profissionais e Empresas de Mediação Imobiliária de Portugal (APEMIP) e referem-se às primeiras estatísticas sobre este fenómeno. Luís Lima avançou que o valor das casas entregues à banca é equivalente, na maioria dos casos, ao valor em dívida, «o que prova que o crédito à habitação continua a ser um bom negócio para os bancos». Porto e Lisboa são as àreas metropolitanas com mais dificuldades no pagamento dos créditos: concentram 56% das ocorrências relativas à entrega de imóveis aos bancos, de acordo com dados recolhidos nos ministérios das Finanças e Justiça, INE e mediadoras imobiliárias. As primeiras cidades desta «lista negra» são Vila Nova de Gaia, Vila do Conde, Lamego e Montijo. Fora destas áreas metropolitanas, as cidades com maior incidência deste fenómeno são Lamego, Marco de Canavezes, Leiria e Ovar. Só em 2010, foram devolvidas cerca de cinco mil casas aos bancos.
ALBERTO JOÃO JARDIM APOIA MANIFESTAÇÃO DA "GERAÇÃO À RASCA"
O presidente do Governo Regional da Madeira, Alberto João Jardim, manifestou hoje o seu apoio à manifestação "Geração à Rasca", de 12 de março, convocada através da rede social Facebook, por ser "contra o regime" de Sócrates. “Não vou a manifestações de pessoas que não sei quem são os responsáveis, mas concordo com a manifestação na medida em que é contra o regime político”, disse, à margem da inauguração de uma empresa privada no Parque Industrial da Camacha, no concelho de Santa Cruz. Alberto João Jardim reiterou ainda a necessidade da entrada do Fundo Monetário Internacional (FMI) em Portugal: “Era duro, mais rápido e mais eficiente na resolução dos problemas do país". O governante madeirense realçou que “o FMI não se agarra apenas ao défice, monta sempre uma estratégia de retoma da economia”. Confrontado sobre as razões da resistência à entrada desta instituição financeira em Portugal, atirou: “Se calhar há coisas que eles [Governo] não querem que o FMI descubra”.
Pela internet circula o e-mail a convocar a participação no evento: "A data marcada já está marcada. Mesmo que não possas ir, reencaminha. 12 de Março de 2011 - Um milhão de pessoas na Avenida da Liberdade pela demissão de toda a classe política Este e-mail vai circular hoje e será lido por centenas de milhares de pessoas. A guerra contra a chulisse, está a começar. Não subestimem o povo que começa a ter conhecimento do que nos têm andado a fazer, do porquê de chegar ao ponto de ter de cortar na comida dos filhos! Estamos de olhos bem abertos e dispostos a fazer -quase-tudo, para mudar o rumo deste abuso. Todos os ''governantes'' [a saber, os que se governam...] de Portugal falam em cortes de despesas - mas não dizem quais - e aumentos de impostos a pagar.
Nenhum governante fala em:
1. Reduzir as mordomias (gabinetes, secretárias, adjuntos, assessores, suportes burocráticos respectivos, carros, motoristas, etc.) dos três Presidentes da República retirados;
2. Redução dos deputados da Assembleia da República e seus gabinetes, profissionalizando-os como nos países a sério. Reforma das mordomias na Assembleia da República, como almoços opíparos, com digestivos e outras libações, tudo à custa do pagode;
3. Acabar com centenas de Institutos Públicos e Fundações Públicas que não servem para nada e, têm funcionários e administradores com 2º e 3º emprego;
4. Acabar com as empresas Municipais, com Administradores a auferir milhares de euro/mês e que não servem para nada, antes, acumulam funções nos municípios, para aumentarem o bolo salarial respectivo.
5. Por exemplo as empresas de estacionamento não são verificadas porquê? E os aparelhos não são verificados porquê? É como um táxi, se uns têm de cumprir porque não cumprem os outros?s e não são verificados como podem ser auditados?
6. Redução drástica das Câmaras Municipais e Assembleias Municipais, numa reconversão mais feroz que a da Reforma do Mouzinho da Silveira, em 1821, etc...;
7. Redução drástica das Juntas de Freguesia.. Acabar com o pagamento de 200 euros por presença de cada pessoa nas reuniões das Câmaras e 75 euros nas Juntas de Freguesia.
8. Acabar com o Financiamento aos partidos, que devem viver da quotização dos seus associados e da imaginação que aos outros exigem, para conseguirem verbas para as suas actividades;
9. Acabar com a distribuição de carros a Presidentes, Assessores, etc, das Câmaras, Juntas, etc., que se deslocam em digressões particulares pelo País;
10. Acabar com os motoristas particulares 20 h/dia, com o agravamento das horas extraordinárias... para servir suas excelências, filhos e famílias e até, os filhos das amantes...
11. Acabar com a renovação sistemática de frotas de carros do Estado;
12. Colocar chapas de identificação em todos os carros do Estado. Não permitir de modo algum que carros oficiais façam serviço particular tal como levar e trazer familiares e filhos, às escolas, ir ao mercado a compras, etc;
13. Acabar com o vaivém semanal dos deputados dos Açores e Madeira e respectivas estadias em Lisboa em hotéis de cinco estrelas pagos pelos contribuintes
14. Controlar o pessoal da Função Pública (todos os funcionários pagos por nós) que nunca está no local de trabalho. Então em Lisboa é o regabofe total. HÁ QUADROS (directores gerais e outros) QUE, EM VEZ DE ESTAREM NO SERVIÇO PÚBLICO, PASSAM O TEMPO NOS SEUS ESCRITÓRIOS DE ADVOGADOS A CUIDAR DOS SEUS INTERESSES....;
15. Acabar com as administrações numerosíssimas de hospitais públicos que servem para garantir tachos aos apaniguados do poder - há hospitais de província com mais administradores que pessoal administrativo. Só o de PENAFIEL TEM SETE ADMINISTRADORES PRINCIPESCAMENTE PAGOS... pertencentes ás oligarquias locais do partido no poder...
16. Acabar com os milhares de pareceres jurídicos, caríssimos, pagos sempre aos mesmos escritórios que têm canais de comunicação fáceis com o Governo, no âmbito de um tráfico de influências que há que criminalizar, autuar, julgar e condenar;
17. Acabar com as várias reformas por pessoa, de entre o pessoal do Estado e entidades privadas, que passaram fugazmente pelo Estado.
18. Pedir o pagamento dos milhões dos empréstimos dos contribuintes ao BPN e BPP;
19. Perseguir os milhões desviados por Rendeiros, Loureiros e Quejandos, onde quer que estejam e por aí fora.
20. Acabar com os salários milionários da RTP e os milhões que a mesma recebe todos os anos.
21. Acabar com os lugares de amigos e de partidos na RTP que custam milhões ao erário público.
22. Acabar com os ordenados de milionários da TAP, com milhares de funcionários e empresas fantasmas que cobram milhares e que pertencem a quadros do Partido Único (PS + PSD).
23. Assim e desta forma Sr. Ministro das Finanças recuperaremos depressa a nossa posição e sobretudo, a credibilidade tão abalada pela corrupção que grassa e pelo desvario dos dinheiros do Estado ;
24. Acabar com o regabofe da pantomina das PPP (Parcerias Público Privadas), que mais não são do que formas habilidosas de uns poucos patifes se locupletarem com fortunas à custa dos papalvos dos contribuintes, fugindo ao controle seja de que organismo independente for e fazendo a "obra" pelo preço que "entendem"...;
25. Criminalizar, imediatamente, o enriquecimento ilícito, perseguindo, confiscando e punindo os biltres que fizeram fortunas e adquiriram patrimónios de forma indevida e à custa do País, manipulando e aumentando preços de empreitadas públicas, desviando dinheiros segundo esquemas pretensamente "legais", sem controlo, e vivendo à tripa forra à custa dos dinheiros que deveriam servir para o progresso do país e para a assistência aos que efectivamente dela precisam;
26. Controlar a actividade bancária por forma a que, daqui a mais uns anitos, não tenhamos que estar, novamente, a pagar "outra crise";
27. Não deixar um único malfeitor de colarinho branco impune, fazendo com que paguem efectivamente pelos seus crimes, adaptando o nosso sistema de justiça a padrões civilizados, onde as escutas VALEM e os crimes não prescrevem com leis à pressa, feitas à medida;
28. Impedir os que foram ministros de virem a ser gestores de empresas que tenham beneficiado de fundos públicos ou de adjudicações decididas pelos ditos.
29. Fazer um levantamento geral e minucioso de todos os que ocuparam cargos políticos, central e local, de forma a saber qual o seu património antes e depois.
30. Pôr os Bancos a pagar impostos".
RENDAS EM ALMADA NO BAIRRO DA ROSA PASSAM DE 20 A 730 EUROS
No Bairro da Rosa, em Almada, mais de dois mil moradores viram as rendas das casas aumentarem de 20 para 750 euros. Como avança a TSF, há 25 anos que as rendas não eram aumentadas e depois de o Instituto da Habitação e Reabilitação Urbana ter feito obras de melhoria no bairro resolveu aplicar o regime de renda apoiada. Com essa medida, a actual renda de alguns moradores é superior ao rendimento mensal da família. Os moradores estão revoltados e alguns admitem protestar se esta alteração não for revista.
O CASO GALLIANO: QUANDO O VERNIZ ESTALA
O ministério público francês vai levar John Galliano a tribunal por causa das afirmações anti-semitas proferidas pelo designer. A acusação surge depois de Galliano ter apresentado, hoje, desculpas. Num comunicado, o designer afirma que “o anti-semitismo e o racismo não têm lugar na nossa sociedade” e pede desculpas “sem reservas”. O processo acusa Galliano de “insultos públicos com base na origem, religião, afiliação, raça ou etnia”, o que lhe pode valer uma pena máxima de seis meses de prisão. As declarações de Galliano – entre as quais “Eu amo Hitler” – foram registadas por um vídeo amador e postas a circular na Internet, o que já valeu ao designer, de 50 anos, ter sido despedido da Dior. O vídeo em: http://www.youtube.com/watch?v=TmBf_G8FIRo.
MOVIMENTO DE RESISTÊNCIA "V" ALASTRA NOS EUA CONTRA ESTADO DE POLÍCIA
Lançado pelo site http://www.infowars.com do polémico humanista Alex Jones a campanha "V for Victory" pretende alertar, sensibilizar e mobilizar a população norte-americana para a necessidade de reagir imediatamente contra o Estado de Polícia que está a ser montado nos EUA e que está a minar os princípios mais elementares da liberdade expressa na Constituição norte-americana. O poder político e a CIA estão a montar uma rede apertada de controle, sediada nos EUA e controlada pela CIA com o objectivo de escravizar e retirar todas as liberdades dos cidadãos a curto e médio prazo. Reagir é essencial. Aqui e agora. Alguns vídeos em: http://www.youtube.com/watch?v=wavf9XNJ3yA ; http://www.youtube.com/watch?v=9UugcC_nKj4 ; http://www.youtube.com/watch?v=UjdKY3uZPkA; http://www.youtube.com/watch?v=6zU4d3dolqg.
AGENTE DA PSP BALEADO POR COLEGA MORRE NO HOSPITAL
Um agente da PSP foi ferido a tiro por outro, esta quarta-feira à tarde, no interior da esquadra da Horta Nova, em Lisboa. A Direcção Nacional da PSP diz que foi um acidente e abriu um inquérito. O agente, de 25 anos, foi transportado em estado grave para o Hospital de Santa Maria e acabou por falecer. Desconhecem-se as circunstâncias em que o caso ocorreu, mas o agente ferido foi transportado em estado grave para o Hospital de Santa Maria, em Lisboa. Ao início da noite, estava a ser sujeito a uma intervenção cirúrgica. Fonte oficial da PSP confirmou à Agência Lusa que o óbito ocorreu às 22.45 horas. O projéctil, que foi disparado por uma arma de serviço, cerca das 17 horas, alojou-se no abdómen da vítima. A Direcção Nacional da PSP garante ter sido um acidente e adiantou ao JN que foi aberto um inquérito. O caso ocorreu na esquadra da Horta Nova, quando os agentes se preparavam para integrar o dispositivo de segurança ao jogo Benfica-Sporting, no Estádio da Luz. Fonte do Hospital de Santa Maria confirmou a entrada na unidade de saúde de "um baleado". No entanto, acabou por não resistir aos ferimentos, até porque a bala se alojou perto da coluna vertebral. O CM sabe que a vítima tinha acabado de entrar ao serviço, quando os disparos foram feitos.
TRIBUNAL ABSOLVE POLÍCIA ACUSADO DE SEQUESTRO E ABUSO DE PODER
As Varas Criminais do Porto absolveram ontem um agente da PSP que estava acusado por sequestro e abuso de poder, ao deter Alberto Ferreira ("Berto Maluco"), um segurança que meses mais tarde foi abatido a rajadas de metralhadora. Um irmão do polícia, co-arguido no processo, foi igualmente absolvido. O Tribunal considerou que ficou por provar a quase totalidade dos factos da acusação e deu crédito ao testemunho do principal arguido, corroborado por outros agentes da PSP. Nas alegações finais, o Ministério Público tinha pedido pena de multa para o agente da PSP e a absolvição do seu irmão. O polícia estava acusado dos crimes de sequestro, abuso de poder e falsificação de documentos, enquanto o irmão estava acusado da prática do crime de ameaças. Os factos deste julgamento remontam à madrugada de 12 de Novembro de 2006 e ocorreram junto à discoteca "Chic", do empresário Aurélio Palha, que também viria a ser abatido, meses mais tarde.
APIFARMA AUMENTARÁ PREÇOS DOS MEDICAMENTOS COM ÁMEN DO GOVERNO
A Associação da Indústria Farmacêutica (Apifarma) propôs ao executivo socialista um aumento do preço dos medicamentos que estão abaixo da média europeia, contrariando o anúncio recente de descida de preços prevista já para Abril. A proposta de aumento de preços foi apresentada hoje pelo presidente da Apifarma, João Almeida Lopes, ao secretário de Estado da Saúde, Óscar Gaspar, que terá dito que "vai pensar" na sugestão, depois de, na semana passada, ter anunciado uma descida de preços. A Apifarma apresentou essa proposta ao secretário de Estado e a equipa ministerial "disse que vai pensar", reproduziu João Lopes, que saiu da reunião com a sensação de que "há claramente uma receptividade da parte do Ministério da Saúde a alguns dos pontos" da indústria farmacêutica. Na semana passada, o secretário de Estado da Saúde, Óscar Gaspar, anunciou que o preço dos medicamentos iria baixar em Abril e que até 15 de Março o Ministério da Saúde teria definir os novos preços. Na altura, Óscar Gaspar frisou que era "um dado seguro" que os medicamentos iriam "ficar mais baratos", explicando, no entanto, que cabe à indústria comunicar o preço que pretende praticar. Contra mais uma descida de preços, a Apifarma acena com o risco de "mais desemprego, menos desinvestimentos e mais deslocalizações" na indústria farmacêutica.
DESEMPREGADOS EM ESPANHA CHEGAM AOS 4,3 MILHÕES
O número de desempregados em Espanha atingiu um novo máximo histórico em Fevereiro, situando-se em 4,3 milhões de pessoas, mais 1,6% que no mês anterior, informou hoje o ministério do Trabalho. O número de desempregados registados nos centros de emprego alcançou os 4.299.263, mais 68.260 pessoas que em Janeiro, o valor mais elevado desde 1996, ano desde quando existem dados disponíveis. O desemprego subiu em todos os sectores, sobretudo no dos serviços, que aumentou 1,6% em 39.569 pessoas, enquanto na agricultura aumentou 6,6 por cento, correspondentes a 8.614 novos desempregados, na indústria subiu 0,7 por cento em 3.559 pessoas e na construção cresceu 0,3 por cento com 2.550 novos registos.
EMBAIXADOR DA LÍBIA EM PORTUGAL DEMITIU-SE POR SER CONTRA A MORTE DE CIVIS
O embaixador da Líbia em Lisboa, Ali Ibrahim Emdored, anunciou na passada semana a sua demissão, em ruptura com o regime de Muammar Kadhafi. "Não quero representar a gente que está a matar o meu povo", disse Emdored, descrevendo o actual regime líbio como "um regime fascista". Emdored apelou à comunidade internacional que "assista o povo imediatamente", de forma a "deter o massacre". Ao longo da semana passada, vários diplomatas líbios apresentaram a sua demissão, distanciando-se do regime de Kadhafi e denunciando a sua repressão das manifestações que agitam o país desde 15 de Fevereiro. Na quinta-feira, um funcionário da embaixada dissera apenas que Emdored tomaria "em breve" uma posição sobre a situação na Líbia. Ali Ibrahim Emdored era embaixador da Líbia em Portugal desde meados de 2009.
GOVERNO CORTA GASOLINA À PSP DE LISBOA
Os carros-patrulha da PSP do Comando Metropolitano de Lisboa correm o risco de ficar parados por não haver dinheiro para pagar o combustível, avança o Correio da Manhã. O alerta foi dado numa reunião de comandantes na qual se impôs um maior controlo dos gastos com as viaturas. Entre outras indicações, as esquadras foram aconselhadas a que só em casos excepcionais os carros circulem em auto-estradas. Para quebrar esta regra, é necessária uma autorização do comandante da divisão e se os agentes violarem a regra podem ser responsabilizados disciplinarmente. Esta são as mais recentes regras que põem a nu o estado das finanças da PSP.
ESCALADA DO PREÇO DO PETRÓLEO OBRIGA A ESTRATÉGIA DE EMERGÊNCIA DO BCE
A escalada do preço do petróleo, que pressiona em alta a inflação e reduz as perspetivas de crescimento económico na Zona Euro, pode obrigar a uma revisão estratégica do BCE, disse ontem o vice-presidente da instituição. "Estamos num momento de grande incerteza por causa de aumento do preço do petróleo e das matérias-primas, que pode ter simultaneamente consequências inflacionistas e recessivas, dado que, tendo de pagar mais pelo petróleo, o poder de compra fica menos disponível para outras coisas", afirmou. Constâncio sublinha que países como a Arábia Saudita têm capacidade de produção que podem usar para compensar eventuais cortes em países que vivem crises políticas, como o a Líbia, o que pode até permitir que o encarecimento do petróleo seja "temporário" e não afete a retoma económica europeia. Constâncio participou ontem no Fórum de Política Monetária dos Estados Unidos, organizado pela Universidade de Chicago - Booth School, em Nova Iorque. O ex-governador do Banco de Portugal interveio num painel sobre as medidas não convencionais que os bancos centrais foram forçados a tomar por causa da crise e fez uma comparação entre as medidas adotadas pelo BCE, pela Reserva Federal norte-americana e pelo Banco de Inglaterra.
O facto de o BCE ter privilegiado intervenções de liquidez no mercado monetário de curto prazo, enquanto norte-americanos e ingleses fizeram intervenções de grande escala e diretas, comprando títulos de médio prazo, a "estratégia de saída é mais fácil" para os europeus, defende. "As intervenções foram feitas com instrumentos de curto prazo, e basicamente com os bancos, portanto mais fácil de reabsorver. Desde junho do ano passado a liquidez total fornecida pelo BCE tem vindo a diminuir e encontra-se já muito próximo do que é o volume normal de necessidades de liquidez do sistema bancário", disse à Lusa. O facto de as posturas terem tido uma "eficácia semelhante" nos três mercados mostra que os Estados Unidos precisavam de "uma intervenção mais forte para obter os mesmos resultados", obrigando os norte-americanos a um "aumento do balanço do banco central muito superior ao da Europa". O abandono das medidas excecionais tem sido gradual, primeiro com o fim das operações a um ano e a seis meses, o que nos Estados Unidos "ainda não aconteceu", e recentemente a Fed voltou mesmo a aumentar programa de compra de títulos da dívida pública.
O facto de o BCE ter privilegiado intervenções de liquidez no mercado monetário de curto prazo, enquanto norte-americanos e ingleses fizeram intervenções de grande escala e diretas, comprando títulos de médio prazo, a "estratégia de saída é mais fácil" para os europeus, defende. "As intervenções foram feitas com instrumentos de curto prazo, e basicamente com os bancos, portanto mais fácil de reabsorver. Desde junho do ano passado a liquidez total fornecida pelo BCE tem vindo a diminuir e encontra-se já muito próximo do que é o volume normal de necessidades de liquidez do sistema bancário", disse à Lusa. O facto de as posturas terem tido uma "eficácia semelhante" nos três mercados mostra que os Estados Unidos precisavam de "uma intervenção mais forte para obter os mesmos resultados", obrigando os norte-americanos a um "aumento do balanço do banco central muito superior ao da Europa". O abandono das medidas excecionais tem sido gradual, primeiro com o fim das operações a um ano e a seis meses, o que nos Estados Unidos "ainda não aconteceu", e recentemente a Fed voltou mesmo a aumentar programa de compra de títulos da dívida pública.
SECRETÁRIO GERAL DA NATO PEDE REUNIÃO DE EMERGÊNCIA
O secretário geral da NATO, Anders Fogh Rasmussen, propôs ontem a realização de uma reunião urgente dos Aliados para discutir a situação na Líbia. "Pedi uma reunião urgente do conselho do Atlântico Norte para discutir a Líbia", escreveu Rasmussen no seu twitter, acrescentando que "a NATO pode funcionar como coordenadora se e quando os Estados membros decidirem agir". "A situação na Líbia é muito preocupante", realçou pouco antes de participar numa reunião com os ministros da Defesa da União Europeia em Godollo. Ander Fogh Rasmussen adiantou que a reunião se irá realizar hoje à tarde. "Vou falar com os ministros da Defesa da União Europeia para ver de que forma podemos ajudar os que precisam e limitar as consequências dos acontecimentos", acrescentou a propósito da situação na Líbia, onde há vários dias se confrontam manifestantes e forças leais a Mouammar Kadhafi e de onde vários milhares de estrangeiros estão a fugir.
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