O Estado recebeu 1.080 novos veículos em 2010, um ano marcado pela crise. É o balanço decorrente da centralização das aquisições na Agência Nacional de Compras Públicas. «Os procedimentos de contratação iniciados desde a centralização originaram a entrada e respectivo registo de 1.080 novos veículos automóveis e motociclos» no Parque de Veículos do Estado, disse à Lusa o presidente da ANCP, Paulo Magina. Oitenta por cento dos veículos adquiridos em 2010 destinaram-se a forças de segurança, serviços prisionais, defesa nacional e cuidados de saúde. Só no ano passado, a ANCP conduziu 61 procedimentos de contratação de veículos automóveis e motociclos e 36 procedimentos de contratação de seguro automóvel. Do total de procedimentos de contratação de veículos automóveis, 39 tiveram como objecto a aquisição da propriedade e 22 contratos de aluguer operacional. A preocupação com o ambiente está presente nas aquisições do Estado e foram marcados objectivos para as compras ecológicas, onde se insere a opção por veículos eléctricos. A ANCP lançou um concurso público visando celebração de acordo quadro de veículos eléctricos. Um «primeiro passo para a concretização da medida de incentivo» ao uso deste tipo de viaturas. O objectivo é a aquisição anual de 20% de automóveis eléctricos em processos de renovação da frota da Administração Pública. Contas feitas, no final do ano passado o Parque de Veículos do Estado tinha 28.350 viaturas, com uma idade média de 12 anos, o que representa uma redução de 1,5% face aos números de 31 de Dezembro de 2009. O sistema de compras do Estado abrange actualmente 15 categorias de bens e serviços, 80% do total de mil milhões de euros da despesa transversal do Estado, tem mais de 1.800 entidades vinculadas e 269 fornecedores. A Agência define acordos quadro para várias categorias de bens e serviços, através dos quais são seleccionados os fornecedores. Os ministérios e entidades públicas devem efectuar as suas compras de acordo com o estabelecido naqueles acordos.
FRANÇA FECHA FRONTEIRA A COMBOIOS ITALIANOS
A França bloqueou temporariamente a entrada de comboios provenientes de Itália, através da localidade de Mentone, na fronteira entre os dois países. O objectivo é impedir a entrada de imigrantes. A decisão francesa surge um dia depois de a imprensa italiana noticiar que alguns dos imigrantes tunisinos, com permissão do Governo de Roma para residirem temporariamente na União Europeia, estavam a atravessar a fronteira para a França. A concessão destas permissões de residência temporárias aos tunisinos foi a única forma encontrada pela Itália para dar resposta ao grande fluxo migratório vindo do Norte de África desde que começaram as revoltas no início deste ano. Medida que alguns países membros, como a França e a Alemanha, não receberam com bom grado. O governo francês criticou a decisão italiana, defendendo que a permissão de residência temporária não é suficiente para aceitar a entrada dos imigrantes no seu país. Ter passaporte e recursos financeiros para se conseguirem sustentar é fulcral. Nesse sentido, a França iniciou o bloqueio aos comboios italianos, passando a fronteira apenas quem reunir estes critérios, caso contrário são rejeitados e enviados para a Itália. O ministro do Interior italiano, Roberto Maroni, exige que a situação seja resolvida com a maior brevidade possível, afirmando numa entrevista ao canal de televisão “SkyTg24” que a livre circulação tem que ser dada a todos aqueles que possuem uma permissão temporária, como é o caso dos tunisinos, de acordo com as regras do espaço Schengen. A França justificou-se e garante que é apenas uma medida temporária para “assegurar a ordem pública”.
AGENTE DA PSP AMEAÇAVA E ROUBAVA FARDADO
Há já algum tempo que um grupo de assaltantes andava a ser seguido e vigiado, quando a Polícia Judiciária resolveu intervir em Janeiro de 2010 e apanhar o grupo em flagrante delito, que era liderado por António Silvino. Vitor Enes de 32 anos era agente da PSP há 10 anos e, juntamente com os restantes elementos do grupo de assaltos, enfrenta agora acusação de vários crimes de associação criminosa, roubo qualificado, coação agravada e sequestro. Roubavam essencialmente roupa de marca falsificada que depois vendiam a famílias ciganas que as negociavam por sua vez nas feiras. O mesmo grupo, claro, traficava droga.
EXTREMA-DIREITA QUASE GANHOU AS ELEIÇÕES NA FINLÂNDIA
A coligação de extrema-direita, que fez campanha contra a ajuda financeira da União Europeia a Portugal, arrasou nas eleições legislativas de ontem na Finlândia, conseguindo uma votação colada à dos dois principais partidos do país. Quando estavam contabilizados 95% dos votos, a vitória cabia aos conservadores do Partido da Coligação Nacional, com 19,9%, seguidos de muito perto pelos social-democratas, com 19,2%, e dos "Verdadeiros Finlandeses" (nome do movimento de extrema-direita), com 19,1%. Não é de esperar, no entanto, que esta estrondosa subida da extrema-direita venha a comprometer a ajuda financeira externa a Portugal, já que "os maiores partidos não têm motivos para convidar a extrema-direita para uma coligação se não quiserem fazê-lo", como afirmou, à agência AP, o professor de Ciência Política Olavi Borg . O resgate português estava suspenso destas eleições uma vez que a Finlândia é o único país do euro em que o Parlamento tem de aprovar antecipadamente a ajuda financeira a um outro Estado-membro. E um eventual veto de Helsínquia poderia, teoricamente, pôr em causa a ajuda financeira a Portugal.
A extrema-direita consegue, com este resultado, uma enorme subida de 15 pontos percentuais em relação às últimas eleições legislativas de 2007, quando se ficou pelos 4,1%, enquanto todos os outros partidos perdem votos. No poder na Finlândia estava, até agora, uma coligação de quatro partidos de centro-direita liderada pela primeira-ministra centrista Mari Kiviniemi, com o partido social-democrata na oposição. Este resultado da extrema-direita vinha a tornar-se previsível na recta final da campanha eleitoral. Os 5,3 milhões de eleitores quiseram penalizar os três principais partidos que alternam o poder há décadas no país, concedendo um resultado sem precedentes na história da Finlândia a um movimento populista de extrema-direita, liderado pelo carismático eurodeputado Timo Soini, com um discurso eurocéptico, não só contra as ajudas financeiras externas a países a que chamou de "esbanjadores", como Portugal, mas também contra a imigração. "Verdadeiros finlandeses" Um líder carismático com um discurso populista foi a receita do sucesso na Finlândia. O eurodeputado Timo Soini conquistou os finlandeses com uma campanha de oposição à ajuda financeira da União Europeia a Portugal e contra a imigração. A ajuda externa a Portugal tornou-se mesmo o tema central na recta final da campanha, quando as sondagens já previam o que se veio a verificar nas urnas: o movimento que dá pelo nome de "Verdadeiros finlandeses" mais do que quadruplicou a votação das últimas eleições legislativas, em 2007, quando se ficou pelos 4,1%.
HOMENS DA LUTA DEDICARÃO "MUSIQUINHA" A BASÍLIO HORTA, AGORA NO PS LEIRIA
O presidente da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal (AICEP), Basílio Horta (ex CDS-PP), encabeçará a lista candidata do Partido Socialista pelo Círculo Eleitoral de Leiria, que nas últimas eleições foi liderada pelo actual ministro dos Negócios Estrangeiros, Luís Amado. A lista de candidatos a deputados foi aprovada na noite de ontem, sexta-feira, 16 de Abril, pela Comissão Política Distrital de leiria, com 33 votos a favor, 12 brancos e um contra, segundo revelou o líder da distrital do PS/Leiria, João Paulo Pedrosa. Na sua página no Facebook, João Pedrosa considera a aposta em Basílio Horta, «uma excelente escolha do secretário-geral num distrito dinâmico, com grande capacidade empresarial e com um tecido económico fortemente vocacionado para a exportação». Licenciado em Direito, Basílio Adolfo de Mendonça Horta da Franca, tem 67 anos de idade e foi membro fundador do CDS/PP, partido de que foi vice-presidente e secretário-geral. Foi ministro do Comércio e Turismo (1978 a 1981), ministro de Estado Adjunto do Primeiro-Ministro (1981), ministro da Agricultura, Comércio e Pescas (1981-1983). Deputado à Constituinte e às Legislativas (1976 a 1995 e de 2001 a 2005). Embaixador de Portugal junto da OCDE (2002 a 2005), presidente da Agência para o Investimento (2005 a 2007) e é desde Julho de 2007 presidente da Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal.
GNR ORDENA CORTES DE 20 A 50% NOS GASTOS DE COMBUSTÍVEL
Até há pouco tempo faltavam carros às forças de segurança, agora falta o combustível para eles andarem. A ordem de reduzir em 20% a despesa em combustível e lubrificantes "sem afectar a actividade operacional" consta do programa de redução de encargos orçamentais da GNR , datado de 18 de Fevereiro. Em alguns comandos e destacamentos territoriais e de trânsito, a poupança em combustíveis chega mesmo aos 50%. Mas estas poupanças não se ficam pelo combustível: impressões a cores, comunicações. água, luz, gás, emails, reparações, despesas com pessoal, celebrações dos dias das unidades e deslocações de todo o tipo constam também no rol de poupanças. Para os dirigentes sindicais estes cortes colocam em sério risco a actividade normal dos operacionais da GNR e dos portugueses, por causa da redução de vigilância nas estradas e no aumento da criminalidade pela falta de prevenção e operacionalidade.
LISNAVE EM QUEDA LIVRE
Os estaleiros navais da Mitrena limitaram perdas, reduzindo a quebra do lucro para 12 milhões de euros, em 2010. A Lisnave está a resistir à crise que afecta o mercado mundial de manutenção e reparação naval e, assim, atenuar os efeitos da recessão económica. Apesar da quebra, em 2010, das vendas de reparação e dos rendimentos de exploração - que caíram entre 14% e 18,5% respectivamente face ao ano precedente -, o número de navios reparados manteve-se quase igual e a empresa reduziu custos e conquistou ganhos de eficiência. Já o lucro desceu 1,4% para 11,97 milhões de euros. No ano passado, a Lisnave conseguiu atrair praticamente os mesmos clientes que em 2009, ao reparar 114 navios contra 116 registados no ano anterior. A empresa da Mitrena registou, em 2010, vendas de reparação naval de 89,5 milhões de euros, montante que representou uma quebra de 18,5% face aos 20 milhões de euros registados no exercício precedente. O relatório e contas da empresa, relativo à actividade em 2010, revela ainda que os rendimentos de exploração da Lisnave fixaram-se em 105,5 milhões de euros. Menos 16,7 milhões que no ano precedente - uma redução de 13,7%.
PORTUGUESES SÃO OS EUROPEUS QUE GASTAM MAIS HORAS NO TRABALHO
Os mexicanos podem ser os que mais trabalham (9,9 horas/dia) segundo um relatório da OCDE sobre 26 países, mas os portugueses não fica muito atrás. Portugal é o país europeu onde se trabalha mais horas, com e sem vencimento, por dia. Em média, os portugueses trabalham no total cerca de 8 horas e 47 minutos todos os dias, ocupando o terceiro lugar no ‘ranking' dos países da OCDE. Para além disso, ainda a nível europeu, os portugueses são os que mais horas diárias trabalham sem vencimento, com cerca de 3 horas e 53 minutos. Um volume de trabalho que representa 53% do PIB nacional e que nos classifica em quarto lugar da tabela da OCDE. São estas algumas das principais conclusões do último estudo da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Económico (OCDE), o ‘Society at a Glance'. A organização, que reúne os 30 países mais ricos do mundo, analisou os países em termos de horas de trabalho remunerado e não remunerado (tarefas domésticas, entre as quais cozinhar, fazer limpezas ou fazer compras).
PSD E PP QUEREM EXTINGUIR GEBALIS PELA SUA "INGOVERNABILIDADE"
A vereação do PSD em Lisboa considera que a empresa Gebalis (Gestão dos Bairros Municipais de Lisboa), gestora da habitação municipal, “não tem defendido da melhor maneira os interesses dos cidadãos”, o que, associado à sua “dívida crónica”, justifica a sua extinção. Num comunicado divulgado à comunicação social, os vereadores dizem manter a “total discordância com a manutenção” da empresa municipal, cujo relatório e contas de 2010 foi aprovado na quarta-feira com os votos contra do PSD e do CDS, que também defende a extinção (o PCP esteve ausente na votação). A bancada social-democrata sublinha que a dívida registada no final do ano passado é maior do que a do ano anterior. “Durante a apresentação das contas referentes a 2010, foram também identificados vários problemas estruturais na Gebalis – e cuja solução tarda em aparecer – que têm afetado a prossecução da missão daquela empresa municipal”, afirmam os autarcas. “Como a própria Gebalis reconheceu ainda, uma parte substancial daquele que deveria ser o seu trabalho não está a ser feito, já que os colaboradores da empresa dedicam quase todo o seu tempo a funções administrativas”, acrescentam.
JAPÃO INSTÁVEL: MAIS DE 1.000 SISMOS EM APENAS UM MÊS
Mais de 1 mil terremotos superiores a 4,5 graus na escala Richter já atingiram o Japão desde o grande terremoto que em 11 de março sacudiu o nordeste do país e provocou um devastador tsunami. Segundo dados do Instituto Geológico dos Estados Unidos, até as 17h desta quinta-feira (5h de Brasília) foram registrados no Japão pelo menos 1.001 tremores de mais de 4,5 graus. Um porta-voz da Agência Meteorológica japonesa detalhou que 408 sismos tiveram magnitude de pelo menos 5 graus na escala Richter, sendo que o número poderia ser multiplicado por dez se fossem levados em conta os tremores com pelo menos 4 graus. Dos tremores registrados desde 11 de março, 68 tiveram intensidade igual ou maior que 6 graus, e outros cinco registraram pelo menos 7 graus, nível igual ao do terremoto que deixou cerca de 300 mil mortos no Haiti em janeiro de 2010. O terremoto de 9 graus que há pouco mais de um mês sacudiu o nordeste japonês foi o mais forte no país desde o início das medições, há 140 anos, e gerou um grande tsunami com ondas de até 15 metros. Mais de um mês após a catástrofe, o número de mortos é de 13.456, enquanto 14.851 pessoas seguem desaparecidas, segundo o último boletim policial. A tragédia causou ainda uma grave crise nuclear na usina nuclear de Fukushima, onde os operários continuam trabalhando dia e noite para tentar resfriar os reatores da central e conter a radioatividade.
SUÉCIA COM DÚVIDAS EM APOIAR PORTUGAL FINANCEIRAMENTE
Para Anders Borg, «Portugal perdeu muito tempo num impasse político que custou milhares de empregos». O ministro sueco das Finanças revelou que não tem confiança na capacidade das autoridades portuguesas de aplicar o plano de austeridade prometido e por isso a Suécia está pouco inclinada a apoiar Portugal financeiramente. Em declarações à agência de notícias sueca TT, Anders Borg defendeu que «Portugal perdeu muito tempo num impasse político que custou milhares de empregos». Entretanto, ouvido pela CNN, este ministro sueco considerou que «devemos ser muito críticos em relação ao Governo português nesta matéria, porque isto deveria ter sido feito muito mais cedo para termos tempo para uma avaliação completa». «Estamos numa situação difícil, espremidos entre a necessidade deles de pagamento de dívida e a pressão dos mercados. Por isso, esta é a uma decisão difícil», acrescentou. Também o primeiro-ministro sueco Fredrik Reinfeldt comentou que Portugal é responsável pela resolução dos seus próprios problemas: "isto não é um problema a ser solucionado pelos outros".
CENTROS DE EMPREGO DE INGLATERRA VICIAM DADOS DE DESEMPREGO
Muitos Centros de Emprego em Inglaterra estão a fazer verdadeiras perseguições a pessoas que estão a receber subsídios de desemprego, tentando tudo por tudo arranjar pretextos para lhes serem retirados estes apoios, nem que seja por algumas semanas ou meses. Pessoas que já estão em enormes dificuldades para pagar dívidas e despesas mensais vêem-se de repente sem os seus apoios porque foram enganados subtilmente por funcionários dos Centros de Emprego que, ao entrevistá-los lhes fazem perguntas rasteiras ou omitem informações levando à supressão imediata dos seus subsídios, deixando pessoas já em desespero em situações completamente aflitivas. A reportagem chocante em: http://www.youtube.com/watch?v=cS_ZLRnEWi8.
DONALD TRUMP DIZ: "PRESIDÊNCIA DE OBAMA PODE SER ILEGAL"
Trump diz que Obama não pode esconder certificado de nascimento dos americanos 

A polémica nos EUA rebentou recentemente entre o multimilionário Donald Trump e Barack Obama quando Donald resolveu investigar de uma vez por todas se Obama nasceu ou não nos EUA. É que se for provado que Obama não nasceu nos EUA, então não se poderia ter candidatado a presidente, de acordo com a lei americana (http://www.wnd.com/?pageId=280725#ixzz1JaeRgkiZ). O multimilionário em conversa directa ao telefone para a Fox News Channel colocou a questão ao povo americano: "Eu apenas quero ter a certeza de que ele nasceu mesmo nos EUA". Trump provou que Obama gastou grandes somas de dinheiro a tentar esconder a sua história da infância ao ponto de fazer desaparecer o seu certificado de nascimento. A reportagem em: http://youtu.be/dG5ijJTDQjU.
FMI E BANCO MUNDIAL FINANCIAM DITADURAS MILITARES
O propósito dos acordos estabelecidos em Bretton Woods tornou-se claramente controverso desde o período mais recente da Guerra Fria, devido ao facto de que o FMI apoiou ditaduras militares amigáveis aos interesses das multinacionais norte-americanas e europeias. Alguns críticos também argumentam que o FMI é geralmente indiferente ou hostil aos valores de uma democracia, direitos humanos e direitos trabalhistas. Estas controvérsias tem contribuido para dar sustentação ao movimento antiglobalização. Os argumentos a favor do FMI dizem que a estabilidade económica é um precursor da democracia, mas entretanto, os críticos demonstram vários exemplos em que países democráticos foram à bancarrota depois de receber os empréstimos do FMI. Nos anos 60, o FMI e o Banco Mundial apoiaram o governo do ditador militar brasileiro Castello Branco com dezenas de milhões de dólares de empréstimos e créditos que foram negados em governos anteriores eleitos democraticamente. Países que estiveram ou estão sob uma ditadura militar e que são membros do FMI/Banco Mundial (empréstimos advindos de várias fontes em biliões de dólares). (in, AntiNato Portugal).
MARKUS KERBER: "PORTUGAL TEM DE ABANDONAR O EURO"
Markus C. Kerber, Fundador do Europolis diz que a ideia de uma taxa de juro igual para todos no euro é um disparate. Para o fundador do Europolis, o grupo de pressão alemão que colocou uma providência cautelar no Tribunal Constitucional com o objectivo de impedir que Portugal receba ajuda internacional, a ideia de uma taxa de juro igual para todos no euro é um disparate. «Em Maio e Junho do ano passado requeremos junto do Tribunal Constitucional a constatação que as ajudas à Grécia e o fundo europeu de resgate são anti-constitucionais. Com Portugal temos o terceiro caso, e, se isto continuar, deixa de fazer sentido processar, porque uma vez o dinheiro entregue, será tarde demais para uma intervenção do Tribunal. Pelo que interpusemos a providência cautelar. Do ponto de vista económico, somos contra o ‘bailout' de uma forma geral, porque viola a soberania fiscal dos países dadores. Também não ajuda Portugal a resolver os seus problemas fundamentais. O Fundo Monetário Internacional (FMI) vai transformar Portugal num protectorado. Mas a política económica portuguesa tem que ser feita pelos portugueses. Uma reacção liberal à crise só é possível se os políticos portugueses, que foram eleitos, puderem agir de forma soberana. Portugal tem que aumentar a competitividade e reforçar o crescimento. O que não será possível enquanto estiver entalado no espartilho do euro. A noção de uma taxa de juros directora para 17 sistemas económicos e financeiros diferentes é um profundo disparate. Portugal está a sofrer as consequências de uma falta de consolidação atempada das suas finanças e só poderá recuperar se abandonar temporariamente a união monetária. A questão não é se, mas quando. Com o curso actual do euro aliado a um programa de austeridade não há saída possível, pois a austeridade vai conduzir à recessão».
ESTADO DE POLÍCIA 4 - A ASCENÇÃO DA FEMA
Neste quarto documentário de Alex Jones sobre o Estado de Polícia (Police State 4 - The rise of FEMA) são reveladas acções preocupantes da FEMA (Federal Emergency Management Agency) que deixam transparecer uma agenda secreta de alguns elementos do Governo e das polícias secretas dos EUA. A FEMA está a construir verdadeiros campos de concentração por todo o território norte-americano com propósitos que passam pela detenção de cidadãos, não se sabe ainda bem sobre que pretextos, tal como a Alemanha nazi fez durante a II Guerra Mundial. A FEMA passou a ter poderes de instituir Lei Marcial sem autorização do Congresso em clara violação da Constituição dos EUA. A perda das liberdades dos cidadãos, sobretudo depois do evento criado pela NWO do 9/11, é analisada minuciosamente por Alex Jones. A constante pressão militar para evitar protestos civis em público começa a ser preocupante. A liberdade dos cidadãos está a ser claramente retirada, todos os dias. O vídeo em: http://youtu.be/Klqv9t1zVww.
ACTO ELEITORAL DE 5 DE JUNHO CUSTARÁ CERCA DE 19 MILHÕES DE EUROS
O país vive uma forte instabilidade política há longos meses, mas com a demissão do primeiro-ministro, juntamos à crise financeira, económica e social, uma crise política que vai arruinar ainda mais Portugal. Para além disso, um novo acto eleitoral terá um custo aproximado de 19 milhões de euros e o resultado das eleições não vai alterar praticamente nada, isto porque, o PSD - caso seja eleito - tem de manter as políticas de austeridade agora impostas pelo FMI - um verdadeiro programa de Governo para os próximos 10 anos.. Se fosse possível, o ideal seria um Bloco Central. Nos últimos tempos, o PSD aponta constantemente a necessidade de cortarmos fortemente na despesa do Estado, mas convém realçar que isto não chega para colocarmos o défice a 4,6% no final deste ano. Assim sendo, se o PSD se tornar Governo, terá de mexer nos impostos e prestações sociais porque não há varinhas mágicas para os lados de São Bento, ao contrário do que pensam muitos portugueses. Cada acto eleitoral custa à Direcção Geral da Administração Interna (DGAI) 10,5 milhões de euros. Só as mesas de voto recebem cerca de 3,8 deste montante. Depois os partidos ainda levam uma fatia de 8 milhões. Este ano ainda se gastará adicionalmente mais meio milhão para notificar quem já tem cartão de cidadão, por causa dos problemas das eleições passadas. Também as televisões recebem uma fatia importante dos 10,5 milhões da DGAI. RTP, SIC e TVI vão receber uma compensação global no valor de 6 milhões de euros pelo Governo, pela emissão dos tempos de antena.
NATO REAFIRMA OBJECTIVOS COMUNS EM BERLIM
Os ministros dos Negócios Estrangeiros da NATO reunidos em Berlim sublinharam estar unidos no objectivo comum que é derrubar o regime de Kadhafi. Mas a forma de lá chegar continua a gerar divisões no seio da Aliança Atlântica. França e Grã-Bretanha pretendem a intensificação das operações militares ao passo que a Alemanha, Turquia, Itália e Espanha preferem manter-se afastados do conflito. “A fim de evitar vítimas civis precisamos de equipamento muito sofisticado; são necessários jatos de precisão e outros equipamentos para levarmos a cabo operações ar – terra”, disse o secretário-geral da NATO, Anders Fogh Rasmussen. Até ao momento, dos 28 membros da organização apenas seis apoiam a ofensiva contra a Líbia. Destes, a Grã-Bretanha, França e Dinamarca têm levado a cabo a maior parte dos ataques. A presença da secretária de estado norte-americana, Hillary Clinton, no encontro não resultou em promessas de mais envolvimento por parte dos Estados Unidos. Esta quinta-feira, na capital egípcia, Cairo, o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, apelou ao cessar-fogo imediato na Líbia e à procura de uma solução política. Ban participava de um encontro da Liga Árabe na capital egípcia. Igualmente presente, a chefe da diplomacia europeia, Catherine Ashton, reclamou a retirada imediata do líder líbio do poder. Mas enquanto decorria o encontro, no exterior do edifício, apoiantes e opositores do regime de Kadafi envolviam-se em cenas de violência. O vídeo em: http://pt.euronews.net/2011/04/14/nato-reafirma-objetivos-comuns-em-berlim/.
DÍVIDA DAS EMPRESAS PÚBLICAS É 20% DO PIB
As empresas públicas de transportes têm de pagar 935 milhões de euros de dívidas com urgência. Neste momento, o endividamento destas empresas é sete vezes superior às receitas e apenas uma delas tem capitais próprios positivos. Segundo avança o Público, as empresas públicas de transportes estão a apelar às Finanças, em negociações com a banca e em reuniões com os sindicatos para resolver os problemas de tesouraria. Este mês, a Metro do Porto e a Refer têm de pagar, 100 e 30 milhões de euros, respectivamente. Em Junho é a vez da Carris pagar 74,6 milhões e depois o Metro de Lisboa cujo valor não foi tornado público, sabendo apenas tratar-se de um "grande empréstimo" que tem de ser pago. Quanto à CP, terá de pagar 260 milhões de euros, até ao terceiro trimestre. Terá sido o valor desta dívida das empresas públicas de transportes a levar a agência de notação financeira Standard & Poor's a cortar mais uma vez o rating de três destas empresas para um nível próximo de "lixo". Nesse sentido, os bancos já não estão dispostos a conceder empréstimos ou mesmo a renovar linhas de financiamento a estas empresas. José Manuel Rodrigues, presidente da Carris, disse ao Público que chegou-se a um ponto de ruptura e que deixou de haver dinheiro. Ricardo Fonseca, da Metro do Porto, reconhece as dificuldades financeiras, mas refere que o serviço não se tem degradado e vai mais longe ao afirmar que o Estado avançou com os projectos sem se preocupar se havia possibilidade de os financiar.
UMA DAS FRASES MAIS TENEBROSAS DE DAVID ROCKEFELLER
"Alguns ainda acreditam que nós [a família Rockefeller] somos parte de uma cabala secreta que trabalha contra os interesses dos EUA chamando à minha família e a mim 'internacionalistas' e de conspirar com outros pelo mundo fora para a construção de uma política global e estrutura económica mais integradas - um mundo, se quiserem. Se essa é a acusação, eu sou culpado e sinto-me orgulhoso disso" - David Rockefeller. ("Some even believe we [the Rockefeller family] are part of a secret cabal working against the best interests of the USA characterizing my family and me as 'internationalists' and of conspiring with others around the world to build a more integrated global political and economic structure---one world, if you will. If that's the charge, I stand guilty, and I am proud of it").
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