DAN DICKS: "CRISE DA DÍVIDA DA ZONA EURO CRIADA PELA ELITE ECONÓMICA DA RESERVA FEDERAL E DOS BILDERBERG"

quando os políticos e economistas mentem descaradamente, a VERDADE é a revolução necessária

Dan Dicks, repórter activista de PRESS FOR TRUTH, um defensor canadense que luta pela verdade dos factos por detrás do colapso económico mundial que está a ser "desenhado" por uma certa elite económica, revela-nos (http://www.youtube.com/watch?v=oTnWfZ4izEU&feature=player_embedded) como os membros da máfia mundial da NWO, Bilderberg e llluminati se estão rapidamente a posicionar em lugares chaves da Europa para arrasarem a economia do Euro, e assim servirem os interesses secretos da elite dos EUA, totalmente servida por um exército de fiéis operativos da CIA e de Sociedades Secretas (sucursais locais e regionais da CIA) prontos a fazerem cumprir os seus objectivos com o máximo rigor e com a eficácia cirúrgica dos militares. Lucas Papademos por exemplo, agora colocado incrivelmente no cargo de Primeiro-ministro da Grécia sem ter sido eleito por sufrágio popular, e que foi Governador do Banco da Grécia até 2002, tornando-se depois Vice-presidente do Banco Central Europeu (BCE) e servindo os interesses da Reserva Federal Norte-americana, foi o principal responsável por a Grécia mudar a sua moeda para o Euro...!!! Papademos é membro da Comissão Trilateral, o principal ninho da máfia política ao serviço da máfia económica dos Bilderberg. Berlusconi também abandonou o seu cargo apenas depois de fazer aprovar legislação que obriga a Itália a aceitar as medidas do FMI (que é o mesmo que dizer as medidas da máfia da Reserva Federal norte-americana), sem consulta do povo italiano.

O próprio Presidente da União Europeia (não eleito) disse recentemente que o país precisa de reformas profundas, não de eleições. Mario Monti será o próximo Primeiro-ministro de Itália, também ele nomeado pela UE e não eleito por sufrágio, ele que é o Presidente da Comissão Trilateral Europeia e membro Bilderberg...!!! Durão Barroso, Presidente da Comissão Europeia alertou recentemente que a fragmentação da Zona Euro em dois levará ao colapso económico da Europa e só na Alemanha ( o país da Zona Euro mais poderoso economicamente) perder-se-ão de imediato milhões de empregos. Segundo Dan Dicks, esta elite pretende mais facilmente fazer nascer a Nova Ordem Mundial (pró-nazi na sua essência), deste caos económico e social causado pelo colapso do "velho continente". Estes novos "líderes" pretendem no final ressurgir como os salvadores do caos que eles próprios causaram, uma guerra injusta que arrasará milhões de pessoas e que levará milhares de famílias a viverem na miséria, sem abrigo e sem casa. Um novo período da história de escravatura total, dominada pelos novos faraós desta pirâmide llluminati, que centralizarão TODO o poder em apenas alguns. Tal como George Orwell disse um dia: "em tempos de corrupção e mentira, o simples facto de dizer a verdade é um acto revolucionário"... Ver o vídeo em: http://www.youtube.com/watch?v=oTnWfZ4izEU&feature=player_embedded .

AUSTRÁLIA ENTRA NA UNIÃO GLOBAL DA NWO ATRAVÉS DE ALIANÇA DE GUERRA COM OS EUA CONTRA A CHINA

depois de destruir o Euro, a CIA pretende arrasar a economia da China, pela guerra  

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, anunciou nesta quarta-feira um acordo para reforçar a presença militar americana na Austrália, uma medida vista por analistas como uma resposta dos EUA ao crescimento da China. O acordo foi anunciado durante uma conferência de imprensa em Camberra, ao lado da primeira-ministra australiana, Julia Gillard. De acordo com esta, o documento prevê que, a partir de 2012, cerca de 250 soldados americanos fiquem destacados no norte da Austrália, em rotações de seis meses. Além disso, os EUA enviarão mais aviões para as bases do norte australiano e ampliarão as manobras militares conjuntas. "Essa rotação de soldados permite-nos ampliar a cooperação entre os nossos países e atender às exigências de vários parceiros na região”, afirmou Obama. “Estes parceiros querem receber treino, fazer exercícios, e nós temos a presença necessária para manter a segurança.” Questionado por jornalistas sobre se o acordo buscava conter o crescimento militar da China, Obama reafirmou que o país não assusta os EUA. “A noção de que temos medo da China é errada. A noção de que queremos excluir a China é também um erro”, afirmou. O líder, porém, acrescentou que os EUA “continuarão” a enviar a mensagem de que a China precisa de assumir as responsabilidades associadas às potências mundiais. “É importante que a China jogue de acordo com as regras”, disse Obama. A China demonstrou a sua insatisfação com o anúncio da maior presença militar americana na Austrália, afirmando tratar-se de uma decisão que contraria os interesses da região. “A China não considera apropriado ao interesse dos países desta região intensificar e expandir alianças militares", afirmou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores da China, Liu Weimin. Os EUA observam com preocupação a crescente tensão no mar do Sul da China, uma área que considera estratégica para os seus interesses. Pelas suas rotas passam cerca de 1,2 trilhão de dólares anuais em mercadorias que entram ou saem dos EUA. O governo americano também considera que a China está mais agressiva nas suas reivindicações territoriais na região, onde disputa a soberania com Brunei, Malásia, Filipinas, Índia, Brunei e Taiwan.

TAP PREPARA 8 DIAS DE GREVE COMO PRENDA DE NATAL

além dos cortes no subsídio de Natal, muitos portugueses vão ter as suas férias "estragadas"

Os pilotos decidiam agendar dois períodos de quatro dias de greve. O primeiro nos dias 9, 10, 11 e 12 de Dezembro e o segundo período nos dias 3, 4, 5 e 6 de Janeiro de 2012, de acordo com o comunicado da assembleia-geral, divulgado ontem à noite. No comunicado, o SPAC afirma que os pilotos "decidiram pelo recurso à greve para exigirem à administração [da TAP] o cumprimento das normas do Acordo de Empresa e a reposição de um clima laboral que reponha a equidade no tratamento entre pilotos e chefias". Os pilotos, acrescenta o sindicato, tomaram esta decisão para "exigir" ao Governo o seu envolvimento no processo de privatização da companhia aérea tal como previsto no acordo celebrado em 1999, reivindicando também que lhes seja concedido o "acesso à informação necessária para possa ser feita uma avaliação independente da empresa". O SPAC sublinha que na base da decisão tomada hoje não estão em causa "quaisquer questões relacionadas com remunerações". A última greve convocada pelo SPAC durou dois dias e decorreu em Setembro de 2009. Na altura, a TAP disse que a paralisação tinha provocado o cancelamento de 52 voos, enquanto o sindicato falou em 130 voos cancelados. A companhia aérea explicou a diferença de número com o facto de o SPAC não contabilizar os voos da TAP fretados, bem o reencaminhamento de passageiros para voos de outras companhias com as quais a transportadora portuguesa tem acordos. A greve de 2009 teve um impacto nas contas da TAP na ordem dos 10 milhões de euros, segundo dados avançados na altura.

OBAMA RESPONSABILIZA EUROPA PELA TURBOLÊNCIA DOS MERCADOS

ajudado pela CIA, FMI e Troika, Obama prepara-se finalmente para "gerir" Europa a partir da Casa Branca  

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, juntou-se às vozes que têm reclamado urgência aos líderes europeus para resolver o problema da crise da dívida no Velho Continente. "Até que haja um plano concreto, que dê sinais claros aos mercados de que a Europa está sólida por detrás do euro, e que fará tudo o que for necessário, continuaremos a assistir ao tipo de turbulência nos mercados que temos vindo a assistir", disse hoje Barack Obama, na Austrália, citado pela Reuters. Apesar de reconhecer que houve progressos políticos em Itália e na Grécia, Obama sublinhou que a Europa, mais do que um problema técnico, enfrenta um "problema de vontade política". "Nós vamos continuar a aconselhar os líderes europeus sobre as opções que consideramos importantes para que os mercados atinjam um patamar de acalmia, mas isso vai exigir decisões difíceis da sua parte", acrescentou. Para o líder dos Estados Unidos, é necessário que a Europa desenvolva barreiras de protecção para o sistema financeiro e, principalmente, de mostrar que a Europa está empenhada em lutar pelo projecto europeu e pela solidez da moeda única. "Em última análise, o que os líderes europeus vão precisar é de uma 'firewall', que envie um sinal inequívoco – nós estamos empenhados no projecto europeu, nós estamos empenhados no euro", explicou Barack Obama, avisando que, enquanto não existir essa determinação, a volatilidade dos mercados irá persistir.Partilhar

DESEMPREGO EM PORTUGAL DISPARA

jovens sem futuro, prestes a perder o sorriso, representam já 30% da taxa de desemprego  

A taxa de desemprego em Portugal foi de 12,4% no terceiro trimestre, mais que os 12,1% do trimestre anterior, anunciou o INE. A taxa de 12,4% significa uma subida de 0,3 pontos percentuais na comparação com os três meses anteriores e significa também que há 689.600 indivíduos sem trabalho em Portugal, mais 14.000 do que no trimestre precedente. Para o economista Filipe Garcia, da IMF, os números não trazem novidades. "Sem surpresas, o desemprego volta a aumentar, atingindo novamente o nível mais alto dos últimos 30 anos. O número é ainda pior do que uma primeira leitura pode sugerir, dado que a população activa também diminuiu". A economista do BPI, Teresa Gil Pinheiro, sublinhou ainda em declarações à Reuters que "é de esperar que [o desemprego] continue a agravar-se este ano e em 2012". Segundo os dados do INE, a taxa de desemprego entre os jovens até aos 25 anos subiu em Portugal para 30% no terceiro trimestre de 2011, o que se traduz em 138.000 indivíduos sem trabalho. Os mesmos dados mostram que entre a população desempregada há 94.000 portugueses que frequentaram o ensino universitário sem emprego. Contudo, os números são mais expressivos para aqueles que só completaram o ensino secundário (147 mil) e para quem ficou no ensino básico (448 mil). O desemprego de longa duração - pessoas inscritas nos centros de emprego há mais de um ano - diminuiu em 16.000 pessoas, enquanto o número de pessoas inscritas há menos de um ano aumentou em 31.000 indivíduos. Por género, foram as mulheres que mais sofreram, com o desemprego a situar-se nos 12,9% neste grupo, enquanto nos homens a taxa ficou pelos 12% no terceiro trimestre. Por faixa etária são os indivíduos com mais de 45 anos que enfrentam maiores problemas. Há mais de 213.000 desempregados em Portugal com estas características. Lisboa é a região mais afectada Do ponto de vista regional, o desemprego aumentou em todas as regiões do país, com excepção do Centro e Algarve, onde diminuiu. Ainda assim a região turística mais a Sul do país é das mais afectadas pelo drama do desemprego. A capital consegue no entanto os piores resultados no 'ranking' das regiões com mais desemprego (14,6%), seguida pela Madeira (14,3%), Algarve (13,3%) e Norte (12,7%). Os valores mais baixos foram observados no Centro (9,4%), Açores (11,6%) e Alentejo (12,3%).

PRESIDENTE DA UNIÃO EUROPEIA QUER A DIVISÃO IMEDIATA DA UE ENTRE CUMPRIDORES E "O RESTO"...

Van Rampuy já não consegue esconder os seus instintos vampirescos, pró-NWO, contra os "pobres" da UE 

O preço para salvar e estabilizar a zona euro é uma "concentração de soberania" em Bruxelas, avisou ontem o presidente do Conselho Europeu. A crise do euro tem obrigado os governos europeus a avançar com uma agenda de integração de políticas económicas para convergir em direcção a uma união económica real, completando o pilar que faltava na base da moeda única. Agora, para dar "uma mensagem clara sobre a irreversibilidade do euro" são precisas duas coisas, explicou. "Um reforço significativo das nossas regras e da responsabilidade orçamental, e um grande salto em termos de integração das políticas económicas. [E] isto vai implicar, em algumas áreas, uma concentração de soberania em troca de uma união monetária mais estável e forte". Hoje a Europa tem um instrumento que antes não funcionava que é a pressão entre os pares. "Agora o problema de um país torna-se um problema para os contribuintes de outro país", por isso, os debates no Conselho "não têm hoje nada a ver com o passado", frisou.

FISCO JÁ PENHOROU MAIS DE 1.300 VEÍCULOS DE LUXO

novos-ricos começam a largar "carga" ao mar...

Dois Ferrari, um Rolls Royce, quatro Jaguar e dez Porsche são alguns dos 1.343 carros de luxo que foram este ano penhorados pelo Fisco e que correm o risco de serem vendidos a preço de saldo, caso os proprietários não paguem as suas dívidas. De acordo com os dados do Ministério das Finanças, os serviços penhoraram um total de 8.315 carros até ao passado dia 3 de Novembro. O valor representa uma quebra de 27,2% face aos 10.577 automóveis penhorados no ano passado. As Finanças explicam que a redução se deve ao menor número de processos instaurados, que corresponde a um aumento do pagamento de dívidas. Do total das penhoras feitas, 1.343 correspondem a carros de luxo, onde constam também Lamborghini, Ducati, Mercedes, BMW, Chrysler, entre outras marcas. Mas estes automóveis poderão não ir para venda no site do Portal das Finanças. É que entre a penhora e a venda há ainda um processo complexo - que passa, por exemplo, pelo registo da penhora e pela marcação de venda - durante o qual o contribuinte pode regularizar a sua situação tributária e recuperar o carro. Além disso, para que as viaturas possam ser vendidas, os documentos têm primeiro de ser entregues pelos proprietários. No caso de não os entregarem, o seu nome será retirado do sistema (uma vez que a venda fica, desta forma, impossibilitada), mas será dada ordem para a apreensão dos carros. Assim, a venda de carros penhorados não é, normalmente, muito lucrativa para o Estado, já que a própria penhora não é fácil de concretizar.

DURÃO BARROSO: "ZONA EURO ENFRENTA UMA VERDADEIRA CRISE SISTÉMICA..."

o Presidente da Comissão está finalmente céptico em relação ao futuro do Euro

Presidente da Comissão Europeia revelou que vai anunciar medidas para reforçar a vigilância dos Estados do euro no próximo mês. "Estamos de facto a enfrentar uma verdadeira crise sistémica que requer um compromisso ainda mais forte de todos e medidas adicionais e importantes", afirmou Durão Barroso, no Parlamento Europeu, em Estrasburgo, num debate sobre governação económica. O alerta do responsável do Executivo comunitário surge depois de os alarmes terem soado na França, Áustria e Bélgica. O prémio exigido para comprar títulos de dívida a 10 anos franceses em vez de dívida alemã com a mesma maturidade subiu ontem até aos 189,78 pontos, o valor mais elevado desde a criação do euro, pelo menos. O mesmo aconteceu à Áustria e Bélgica. Pelo caminho, a 'yield' das obrigações italianas voltou a negociar acima da temida barreira dos 7%, que levou a Grécia, Irlanda e Portugal a pedir resgate. O presidente da Comissão Europeia defendeu ainda que é necessário uma maior integração económica entre os 17 Estados-membros da zona euro, sem colocar os restantes dez membros da União Europeia em desvantagem. "Reforçar a governação económica do euro é também reforçar a nossa união", frisou. Barroso adiantou aos eurodeputados que no próximo mês serão anunciadas medidas para uma supervisão mais apertada das metas orçamentais e dos objectivos económicos dos países da zona euro.

ÁRCTICO, A NOVA GUERRA FRÍA

no Verão de 2015 os ursos polares não terão gelo onde se albergar

O gelo que se forma no Árctico está a diminuir tão rapidamente que pode vir a desaparecer completamente durante o Verão dentro de quatro anos, se não mais cedo. O desaparecimento em massa do gelo polar tornou-se um dos indicadores mais visíveis da mudança climática e este ano atingiu-se um novo recorde mínimo na área desde 1979, de acordo com o National Snow and Ice Data Center dos EUA. A diminuição do gelo no oceano Árctico está a abrir novas rotas de navegação para a Ásia. E isso já se notou este Verão. “Isto é realmente incrível porque pela primeira vez os nossos navios mercantes foram usados nesta zona sem recurso a quebra-gelos”, disse ao i Alexei Poponin, porta-voz da MMC Norilsk Nickel, a maior empresa russa de navegação a operar no Árctico. As empresas de navegação que habitualmente ligam o Norte da Europa ao continente asiático estão a esfregar as mãos de contentes com a possibilidade de, durante a quatro a seis meses por ano, poderem enviar os seus navios através das rotas do oceano Árctico. Segundo cálculos das próprias, a rota do Árctico poderá poupar-lhes 180 mil a 300 mil euros em cada viagem, que poderá ser encurtada 22 dias. Além da economia de tempo, as empresas podem evitar os piratas somalis e os altos prémios de seguro que pagam pelas suas embarcações que passam pelo Canal do Suez. “A rota do mar do Norte será uma alternativa às rotas de navegação tradicionais em taxas de serviço, segurança e qualidade”, disse o primeiro-ministro da Rússia, Vladimir Putin, durante uma conferência na Sociedade Geográfica da Rússia em Setembro passado. Os especialistas marítimos canadianos e americanos calculam que 2% do transporte global poderá ser desviado para o Árctico até 2030, subindo para 5% até 2050. Por comparação, diga-se que o transporte através dos Canais do Suez e do Panamá representam actualmente 4% e 8% do volume transportado globalmente. Para os grupos ecologistas, no entanto, a utilização de rotas árcticas pode vir a acelerar o aquecimento global. Embora aceitem que encurtando as viagens os navios queimam menos combustível e emitem menos dióxido de carbono para a atmosfera, os ecologistas têm medo dos derramamentos de petróleo e de outros acidentes marítimos, como o carbono negro, os resíduos de fuligem da combustão incompleta do combustível que ficam depositados no gelo. Logo, o transporte árctico pode servir de acelerador poderoso das alterações climáticas.

O Árctico também se viu transformado nos últimos anos em alvo primordial para alguns países, desesperadas por deitar a mão às suas reservas de combustíveis. Um estudo geológico norte-americano de 2008 falava em 90 mil milhões de barris de petróleo por descobrir no Árctico e 44 mil milhões de barris de gás natural – 13% das reservas de combustíveis fósseis por explorar. É o Oeste Selvagem do século xxi. A Rússia, a Noruega, os Estados Unidos, o Canadá e a Dinamarca, todos querem uma fatia do fundo do mar Árctico. E todos estão ocupados a tentar ampliar os seus limites territoriais no Árctico para aproveitar as disposições da Convenção das Nações Unidas sobre o Direito do Mar, onde se diz que qualquer estado costeiro pode reclamar o território submarino da zona situada até 200 milhas náuticas de sua costa e explorar os recursos naturais dentro da mesma. Tratado que os EUA não ratificaram. Este Verão, a Rússia anunciou que vai apresentar um pedido formal à ONU no próximo ano, na esperança de redesenhar o mapa do Árctico de forma a conseguir uma fatia maior dos recursos da área. A ideia é começar a exploração das reservas de combustível árcticas. A Rússia disse que está a preparar-se para gastar milhões de dólares para provar que uma cadeia montanhosa submarina, rica em depósitos de petróleo, gás natural e minerais, é uma continuação da plataforma euro-asiática. Canadá e Dinamarca rejeitam a alegação, dizendo que a formação geográfica, conhecida como cordilheira de Lomonosov, que se estende através do mar Árctico, é uma extensão geográfica dos seus territórios. A Rússia reivindicou a cordilheira de Lomonosov junto da ONU em 2001, mas o pedido foi-lhe devolvido com a solicitação de provas das alegações. “O desacordo sobre os litorais do Árctico poderá levar a que os estados do Árctico individualmente se tornem mais assertivos nas suas reivindicações territoriais e de recursos, o que tem o potencial de levar à militarização do Árctico,” segundo o relatório sobre Interesses Estratégicos dos EUA no Árctico.

AS MÁFIAS DE MILHÕES DA FALSA ECOLOGIA

tornaram os positivos negócios ecológicos em infernos de burocracia só para os gigantes económicos  

A sustentabilidade ambiental transformou-se num negócio de milhões. Num curto espaço de anos foram criadas centenas de estruturas, públicas e privadas, que, em nome do ambiente, cobram elevadas maquias em troca dos seus préstimos transformados em lei. Para desespero do promotor, refém do parecer favorável de mais de uma dezena de entidades, um projecto de investimento pode ficar meio milhão mais caro e ainda assim demorar vários anos para ser aprovado. As queixas já chegaram a Bruxelas. As histórias são infindáveis, mas são poucos os que querem dar a cara. Afinal, nunca se sabe quando voltarão a precisar de recorrer aos serviços municipais, ao Instituto de Conservação da Natureza e Biodiversidade ou a qualquer outro dos sete existentes, a uma das cinco comissões de Coordenação de Desenvolvimento Regional (CCDR) ou a qualquer outra comissão, direcção ou órgão consultivo. A prudência manda pagar e calar, como, tarde de mais, percebeu um investidor estrangeiro que decidiu recorrer aos tribunais. O secretário de Estado do Ambiente, Pedro Afonso de Paulo, concorda que existe demasiada burocracia e diz que o objectivo do actual governo é simplificar. A reorganização do Ministério da Agricultura, Mar, Ambiente e Ordenamento do Território, anunciada no fim de Setembro, permitiu eliminar mais de 30% das estruturas e dos dirigentes, poupando ao Estado cinco milhões de euros de uma penada. Mas isso não chega. Além da duplicação de funções e da existência de demasiados decisores ao longo da aprovação de um projecto, os investidores queixam-se daquilo que descrevem como o exercício de um poder mesquinho: ter na mão a possíbilidade de vetar ou autorizar um negócio de milhões. (in, jornal i).

GOVERNO EXTINGUE 7 EMBAIXADAS

Governo e Troika continuam a apagar as conquistas sociais lusas das últimas décadas

O governo vai extinguir sete embaixadas portuguesas: Malta, Andorra, Letónia, Estónia, Lituânia, Quénia e Bósnia, anunciou hoje o ministro dos Negócios Estrangeiros, Paulo Portas. Uma medida em nome da austeridade e que o ministro afirma ser temporária. Apesar disso, Portugal vai ter novas embaixadas em regiões da Ásia e América Latina, nomeadamente no Qatar, uma embaixada que abrirá “proximamente”. Com a extinção destas embaixadas o governo prevê uma poupança de 12,7 milhões de euros. A desactivação de embaixadas foi justificada pelo ministro com os problemas económicos do país, com o facto de haver nesses países um número reduzido de portugueses e de serem países em que o investimento em Portugal “é muito reduzido”. O ministro anunciou ainda que serão encerrados cinco vice-consulados: dois na Alemanha (Frankfurt e Osnebruck) e três em França (Clermont-Ferrand, Nante e Lille). Além disso, a embaixada de Portugal na Unesco (Paris) também passará a ser garantida pelo embaixador português na capital francesa. Tal como a missão de Portugal na OSCE (Organização para a Segurança e Cooperação na Europa) que ficará a cargo do embaixador de Portugal em Viena (Áustria). Esta reforma na rede de embaixadas “permitirá abrir embaixadas novas em países onde hoje Portugal dramaticamente precisa de ter presença diplomática sobretudo em função da diplomacia económica, exportações, afirmação das empresas, produtos e marcas portuguesas e captação de investimento estrangeiro”, explicou Portas. A jurisdição da embaixada de Malta passará para Roma (Itália), de Andorra para o consulado de Barcelona e para a embaixada de Madrid (Espanha), da Letónia para Helsínquia (Finlândia), de Estónia para Estocolmo (Suécia), da Lituânia para Copenhaga (Dinamarca), do Quénia para Maputo (Moçambique) e da Bósnia para Belgrado (Sérvia). Quanto aos vice-consulados extintos, Portas afirmou que “com regularidade” os funcionários consulares e do ministério irão deslocar-se a estas cidades, tendo “dias marcados para fazer actos consulares”.

JUÍZES ACUSAM GOVERNO DE FAZER UM ORÇAMENTO DE ESTADO ILEGAL

os juízes juntam-se agora aos militares nesta luta contra a máfia política europeia da NWO

A Associação Sindical dos Juízes Portugueses (ASJP) considera que a redução de remunerações e a suspensão do pagamento dos subsídios de férias e de Natal são "ilegais e inconstitucionais". O parecer foi ontem divulgado na página digital da ASJP e refere que a redução de remunerações e a suspensão do pagamento dos subsídios de férias e de Natal previstas na proposta do OE2 são ilegais e inconstitucionais: "Não temos dúvidas em afirmá-lo. Já tínhamos defendido essa perspectiva perante a proposta do Orçamento do Estado, que continha a mesma redução de remunerações", refere o documento. António Martins, juiz-desembargador e presidente da ASJP, explica que, num primeiro passo, a associação quer alertar a população para esta ilegalidade, o que fará através da comunicação social. A associação de juízes entregou o parecer aos deputados na expectativa de que no debate na especialidade rejeitem o Orçamento. Os juízes querem fazer um "apelo muito claro a todas as entidades e instituições com responsabilidades neste momento na área política e legislativa para que "assumam as suas responsabilidades e percebam que vivemos num estado onde a Constituição não está suspensa". António Martins referiu ainda que, no parecer dos juízes, a Constituição "não está de facto, neste momento, a ser respeitada".

Os magistrados afirmam estar conscientes da situação grave que o país atravessa e garantem que "não recusam contribuir para a resolução dos problemas, desde que o governo tenha em consideração que os fins não justificam todos os meios. "Senão qualquer dia não há qualquer controlo da legalidade das leis e imperará a lei da selva", alertou. Os magistrados, neste momento, querem centrar as suas energias na Assembleia da República e num apelo a todos os deputados para que se recordem "que foram eleitos pelo povo para integrar uma lista partidária e o primeiro dever que têm é respeitar a Constituição". Segundo o magistrado, qualquer cidadão que considere que uma determinada lei viola a Constituição pode dirigir-se ao Tribunal Administrativo para ver garantidos os seus direitos. No caso concreto, disse, para ver reconhecidos o direito ao décimo terceiro e décimo quarto mês. Caso seja suscitada a constitucionalidade das medidas, a questão terá de ser decidida em Tribunal Constitucional. O responsável salientou que Portugal não está a viver em estado de emergência e que não podem ser apagados os direitos adquiridos, como os subsídios de férias e de Natal, sem que estes momentos fiquem marcados muito negativamente na história do país. Os políticos terão, segundo o magistrado, de assumir as consequências dos seus actos. A comissão parlamentar de Assuntos Constitucionais, Direitos, Liberdades e Garantias deverá debater hoje estes temas quando a ministra da Justiça, Paula Teixeira da Cruz, for hoje ouvida, devido ao debate na especialidade do Orçamento do Estado para 2012. (in, Jornal i).

FMI QUER FAZER REFORMAS NA ECONOMIA CHINESA

porque quer o FMI infiltrar-se na economia chinesa? temem os americanos que a China domine os mercados?

O Fundo Monetário Internacional (FMI) pediu hoje à China que faça reformas profundas no seu sistema financeiro. Na primeira de 25 análises que o Fundo está a fazer à banca internacional, os economistas de Washington lembram que o risco sistémico está a crescer e que será necessária uma supervisão mais atenta nos próximos anos. Para além da questão da regulação, o Fundo pediu reformas em mais três áreas de actuação: clarificação do papel do Estado na banca - neste momento, o Governo continua a dirigir uma parte do sistema financeiro -, maior liberalização da conta de capital e da taxa de câmbio e a criação de um mecanismo de resolução de crises bancárias "bem desenvolvido". "O sistema financeiro chinês é saudável, mas há elementos de vulnerabilidade que têm de ser abordados pelo Governo. A experiência do FMI com outros países demonstra que, quanto mais rápido isto for feito, melhor", disse Jonathan Fiechter, director do departamento monetário e de mercados de capitais, o técnico que liderou a análise do Fundo. O Fundo alerta, por exemplo, para o crescimento rápido da procura por crédito, que coloca a China em risco de se deparar com uma bolha especulativa - o sector imobiliário está no topo das preocupações - e para a emergência de cada vez maiores ligações entre os vários elementos do sistema bancário. A este respeito, o FMI levou a cabo testes de "stress" que mostram, ao contrário do que o Governo tinha concluído, que um choque transversal a toda a banca pode ter efeitos sérios na solidez do sistema financeiro.

PORTUGAL, O ÚNICO PAÍS DA ZONA EURO EM RECESSÃO TÉCNICA

já com a medalha da pior economia da UE para 2012, agora junta-se a recessão técnica  

Segundo o Eurostat, que recapitula os números ontem avançados pelo INE, o PIB português caiu 0,4% no terceiro trimestre, depois de quebras de 0,5, 0,6 e 0,1% nos três trimestres anteriores. A Zona Euro no seu conjunto avançou 0,2% em cadeia, tal como tinha sido previsto ainda há uma semana pela Comissão Europeia. A taxa de crescimento, que é semelhante à que se registou para a União Europeia a 27, repete o valor do trimestre anterior. Mas deve abrandar nos três meses seguintes, não sendo de excluir uma contracção do PIB. Chipre e Holanda são as duas economias que, como Portugal, caíram no terceiro trimestre - mas escaparam à recessão técnica por terem conseguido crescer nos trimestres anteriores. O Eurostat não apresenta números para a Irlanda, Grécia, Luxemburgo, Malta e Eslovénia. Todos estes, á excepção da Grécia, conseguiram crescer no segundo trimestre. À frente no "campeonato" do crescimento aparecem os países bálticos. Lituânia, Letónia e Estónia avançam entre 0,8 e 1,3% relativamente ao período anterior, recuperando algum do terrno perdido depois de recessões violentas que, nalguns casos, chegaram a corroer mais de 20% da riqueza de cada país. A Alemanha também acelerou o passo, com um crescimento de 0,5% (0,3% no trimestre anterior). A França avançou apenas menos 0,1 pontos percentuais do que a economia germânica e Eslováquia cresceu 0,7%. Já a Espanha estagnou.

INGLATERRA PREPARA MÍSSEIS PARA DEFESA DE ATAQUES TERRORISTAS AÉREOS

 os Jogos Olímpicos de Londres são o cenário ideal para um ataque terrorista de grande dimensão

A Grã-Bretanha está disposta a utilizar mísseis para proteger os Jogos Olímpicos de Londres de um eventual ataque aéreo. A notícia foi avançada pelo ministro da Defesa, Philip Hammond, após rumores sobre a insatisfação dos Estados Unidos com as medidas de segurança que Londres vai adotar.

MERKEL QUER UNIÃO POLÍTICA URGENTE NA EUROPA

depois de colocar banqueiros à frente dos governos, a chanceler quer agora obrigar a UE à unificação política?

A Chanceler alemã Angela Merkel disse que a União Europeia deveria formar uma "união política" para passar uma mensagem de "confiança e seriedade" aos credores europeus. Angela Merkel disse que “era hora de formar uma união política na Europa para enviar uma mensagem aos detentores de obrigações europeias de que as intenções dos líderes da Zona Euro são sérias relativamente a quererem terminar a crise da dívida soberana". A discursar na véspera do congresso anual do partido da União Democrática Cristã, citada pela Bloomberg, a Chanceler alemã disse que queria preservar o euro com todos os actuais estados membros. “Mas isso requer uma mudança fundamental em todo a nossa política”, acrescentou. “Acredito que isto é importante para todos os que compram obrigações da dívida pública: deixamos claro que queremos que a Europa tome mais medidas para acalmar os mercados, queremos que a União Europeia e a Zona Euro cresçam juntas”, disse Merkel. “De outra forma as pessoas não irão acreditar que nós conseguimos realmente resolver os problemas”, disse a líder alemã.

CÁRITAS FALIDA; 17 NOVAS FAMÍLIAS POR DIA PEDEM AJUDA PARA COMER

Portugal roto e descalço avança, perante a inflexibilidade dos políticos cegos e troikistas

A Cáritas está a ficar sem capacidade para responder ao crescente número de pedidos. O aumento do desemprego, a perda de subsídios, a subida das rendas de habitação e a precariedade laboral são as principais razões que colocam cada vez mais portugueses em dificuldade e a necessitar do apoio de instituições de solidariedade social. Segundo os dados só da Cáritas Portuguesa, desde o início do ano já foram ajuda-dos mais de 28 mil agregados familiares, correspondentes a 66 525 pessoas. No mesmo período foram recebidas inscrições de 4645 novas famílias (média de 516 por mês), equivalentes a 12 535 novas pessoas apoiadas (1392 por mês). E, no terreno, constata-se que o perfil daqueles que pedem apoio está a mudar rapidamente. Novos pobres são já da classe média Muitos dos novos pedidos de ajuda que as Cáritas diocesanas recebem vêm de famílias de classe média. São casos de agregados que perderam direito a algum tipo de subsidio, noutras um ou os dois membros do casal ficaram no desemprego ou em situações de emprego precário. "Há ainda casos de famílias que não conseguem aguentar as medidas de austeridade já impostas pelo Governo", revela Eugénio Fonseca.

MÁRIO SOARES: "UMA MANIFESTAÇÃO DE MILITARES...É ALGO QUE DEVE IMPRESSIONAR..."

Soares revelou: o BCE não empresta a pobres, pois pretende apenas ganhar fortunas em juros

Falando na conferência sobre o Futuro na Europa, na Fundação Calouste Gulbenkian, em Lisboa, Mário Soares afirmou que há uma “relativa conformidade” enquanto as manifestações forem dirigidas pelos sindicatos, porque fazem parte do “jogo político e social”. “Mas desta vez deu-se um passo muito importante. Temos uma manifestação dos militares. E não é uma coisa fácil, é algo que deve impressionar as pessoas, que têm de refletir e têm de agir, dizendo o que pensam e insistindo para que as coisas tomem o seu caminho”, argumentou. “E agora vamos cortar nas Universidades Públicas? Para irem lá para fora, como alguém já disse: vão para o estrangeiro. Mas isso é coisa que se faça? E o resto da nossa fortuna? Vamos vender as nossas jóias, as grandes empresas que nos dão lucro?”, questionou. Mário Soares também instou a que se pense “para que servem os sacrifícios”. O antigo líder do PS garantiu que, com os seus valores, “não tolera” que Portugal seja um dos países europeus com mais “desigualdades” e criticou o caminho dos “cortes no Serviço Nacional de Saúde, nas Universidades e no emprego”.

Mário Soares recordou que o apoio internacional “não foi uma esmola dada a um pobre”, mas um negócio que dará “fortunas” a quem emprestou o dinheiro. “[Os elementos da troika] não podem vir governar o nosso país, não é essa a função de estrangeiro sobretudo quando não há um governo europeu. Porque é que eles mandam? Eu tenho as minhas dúvidas acerca disso”, afirmou. Mário Soares defendeu uma “rutura” e o fim do domínio dos mercados: “Os mercados não podem mandar nos Estados, são os Estados que mandam nos mercados. Mas o que sucede é que muitos dos dirigentes dos Estados estão feitos com os mercados”. O antigo dirigente não poupou criticas ao Tratado de Lisboa, que “nasceu velho, com deficiências e diz asneiras”, sublinhando a necessidade de ser alterado para dar mais poderes ao Banco Central Europeu. “Os dirigentes vão compreender. A senhora Merkel [chanceler alemã], por mais tacanha que seja, e é bastante, e o senhor Sarkozy [presidente francês], por mais bailarino que seja, e também é bastante, vão perceber que tudo os empurra para sair da situação, senão serão vítimas”, disse.

MANIFESTAÇÕES CONTRA A TROIKA PELOS MILITARES E TRABALHADORES DA FUNÇÃO PÚBLICA

segue-se uma manifestação dos militares no próximo dia 30 frente ao Palácio de Belém

Este sábado foi dia de manifestações em Lisboa. No Marquês de Pombal reuniram-se os trabalhadores da administração pública, no Rossio, os militares. Em ambos os protestos o alvo foi o Governo e as medidas de austeridade. Milhares de funcionários públicos de todo o País concentraram-se no Marquês de Pombal para, por volta das 15 horas, começarem a descer a Avenida da Liberdade, em sinal de em protesto contra os cortes salariais e dos subsídios de férias e de Natal previstos no Orçamento do Estado para 2012. A manifestação foi marcada pelas três estruturas sindicais da função pública, Frente Comum dos Sindicatos da Administração Pública (CGTP), a Frente Sindical da Administração Pública (UGT) e o Sindicato dos Quadros Técnicos do Estado (STE) mas muitos outros sindicatos juntaram-se ao protesto que serviu de ensaio à greve geral marcada para o próximo dia 24. O protesto deste sábado é a «demonstração clara do descontentamento dos trabalhadores da administração pública contra uma série de medidas de que estão a ser vítimas sem razão absolutamente nenhuma». A manifestação juntou cerca de 180 mil pessoas , entre polícias, militares da GNR, guardas prisionais, médicos, bombeiros, enfermeiros, funcionários judiciais, professores, e muitos outros. que desfilaram desde o Marquês de Pombal até aos Restauradores.

Ao mesmo tempo, os militares juntaram-se numa marcha silenciosa entre o Rossio e o ministério das Finanças, no Terreiro do Paço, em sinal de protesto contra a política de austeridade do Governo, naquele que, segundo a organização, foi o maior protesto de sempre das Forças Armadas, reunindo cerca de 10 mil pessoas. A manifestação reuniu militares dos três ramos das Forças Armadas e contou com a participação do capitão de Abril Vasco Lourenço que defendeu ter ficado «demonstrado que os militares são democratas, patriotas e não será deles que virá mal para a democracia portuguesa». «Ficou demonstrado que as Forças Armadas estão indignadas com a forma como a condição militar tem sido degradada e estão indignadas com a forma como o poder está a encarar a crise que estamos a atravessar, prejudicando sempre os mesmo em beneficio também dos mesmos, isto é, beneficiando o capital em detrimento do trabalho», disse Vasco Lourenço. No final da manifestação, os militares aprovaram uma moção que prevê uma concentração em frente à residência oficial do Presidente da República, dia 30 de Novembro, data em que o Orçamento do Estado para 2012 deverá ser aprovado na Assembleia da República. A vigília terá como objectivo apelar a Cavaco Silva, comandante supremo das Forças Armadas, para não promulgar o Orçamento. O presidente da República foi um dos visados nos discursos que encerraram a manifestação, sendo que as referências a Cavaco Silva desencadearam sempre uma forte vaia entre os manifestantes.

CRIMES NA ALEMANHA PRATICADOS POR GRUPO NEONAZI

por muito que se neguem as evidências, os grupos neonazis estão em crescimento exponencial

Os crimes cometidos ao longo de sete anos na Alemanha estão ao que tudo indica perto de ser desvendados. A polícia diz ter encontrado no que restou desta casa, no leste do país, as armas alegadamente utilizadas para matar 10 pessoas – sete de origem turca, uma grega e outra alemã – entre 2000 e 2007. Crimes que terão sido cometidos por um grupo neonazi composto por dois homens e uma mulher, que terá tentado destruir as evidências, mas sem sucesso. O Procurador Federal explica que foram, ainda, apreendidos dvd’s com propaganda neonazi que estavam prontos a ser enviados para agências de noticias e para centros culturais islâmicos. Dois alegados autores dos crime ter-se-ão suicidado. A mulher entregou-se, entretanto, às autoridades. Um testemunho que segundo a polícia vai ser decisivo para esclarecer mistérios como o da morte de uma agente alemã em 2007. A jovem de 22 anos foi assassinada à queima-roupa em Heilbronn, no sudoeste da Alemanha. O caso chocou o país e nunca chegou a ser esclarecido. A reportagem em: http://pt.euronews.net/2011/11/12/crimes-na-alemanha-prestes-a-ser-desvendados/ .