DISPARAM ASSALTOS EM OUTUBRO A SUPERMERCADOS, GASOLINEIRAS E OURIVESARIAS

os roubos a ourivesarias triplicaram de Setembro para Outubro

Os roubos a supermercados, ourivesarias e gasolineiras foram os que mais subiram em Outubro, mas os assaltos a viaturas lideraram os crimes registados pela PSP, segundo um relatório da Polícia sobre a zona metropolitana de Lisboa. O relatório do Comando Metropolitano de Lisboa da PSP (COMETLIS) de Outubro sobre a criminalidade violenta no que toca aos roubos a estabelecimentos e viaturas, a que agência Lusa teve acesso, refere que no mês passado foram registados 43 crimes, representando os assaltos a viaturas 30 por cento, ourivesarias 19, supermercados 16 e bombas de gasolina sete por cento. O documento refere que a divisão com maior número de roubos foi Loures, com 10, seguindo-se Cascais e Benfica (terceira divisão), com sete cada, e Sintra, com seis. Segundo o relatório, em Outubro confirmou-se a «tendência de subida dos roubos em supermercados, atingindo níveis dos meses de Janeiro e Abril» em que se registaram também sete assaltos. A PSP indica que a maioria dos roubos a supermercados na região da capital foi efectuada com recurso a armas de fogo, tendo todos os suspeitos fugido a pé. Os assaltos a bombas de gasolina também aumentaram em Outubro face ao mês anterior, passando de dois para três, roubos que foram praticados com armas de fogo e usadas viaturas para a fuga. No mês passado verificou-se ainda «um aumento significativo dos roubos a ourivesarias», quase o triplo de Setembro e atingindo o máximo do ano com oito, ocorridos maioritariamente nas divisões de Loures e Sintra, com três assaltos em cada.

MINISTRO DA SEGURANÇA SOCIAL CORTA NOS SUBSÍDIOS MAS COMPRA CARRO DE LUXO DE 86.000€

depois do episódio eleitoralista da "vespa", Mota Soares já se sente confortável na corrupção do Estado

De acordo com o Correio da Manhã, Pedro Mota Soares, ministro da Solidariedade e Segurança Social, faz-se transportar num carro de luxo, cujo preço de venda ao público ronda 86 mil euros. Depois de cortar o rendimento social de inserção e subsídio de desemprego a milhares de famílias, numa altura de cortes nos subsídios de Natal e de férias de funcionários públicos e pensionistas e em que se pede contenção aos portugueses, o ministro que, em Junho, se apresentou na tomada de posse do Governo liderado por Pedro Passos Coelho ao volante de uma vespa desloca-se agora num carro novo, com matrícula de Julho de 2011.

SARKOZY E MERKEL AFIRMAM QUE COLAPSO DE ITÁLIA SERÁ O FIM IMEDIATO E DEFINITIVO DO EURO

Merkel e Sarkozy estão, por incompetência, a defender o Dólar em detrimento do Euro

Sarkozy e Merkel disseram ontem ao primeiro-ministro italiano que "o colapso" de Itália levará ao fim do euro, indicou hoje o governo italiano. O Presidente francês, Nicolas Sarkozy, e a chanceler alemã, Angela Merkel, reafirmaram "o seu apoio à Itália afirmando-se conscientes que o colapso de Itália levará inevitavelmente ao fim do euro e a uma interrupção do processo de integração europeia com consequências imprevisíveis", de acordo com um comunicado do governo italiano publicado após um conselho de ministros. Durante a mini-cimeira que reuniu na quinta-feira os três dirigentes em Estrasburgo (França), Merkel e Sarkozy manifestaram a sua confiança em Monti e no empenho de Itália "no esforço comum destinado a encontrar soluções para a grave crise financeira e económica da zona euro", acrescentou o governo italiano. Monti confirmou o objectivo de Itália de atingir o equilíbrio orçamental em 2013 e assegurou que Roma vai aprovar rapidamente medidas destinadas a relançar o crescimento. As taxas de juro para a Itália continuaram hoje a atingir recordes, um dia depois da reunião de Monti com Merkel e Sarkozy.

PROTESTOS EM VÁRIAS CIDADES NORTE AMERICANAS A FAVOR DO MOVIMENTO "OCUPAR WALL STEET"


por todo o mundo os movimentos estão a aumentar rapidamente, como é urgente que aconteça

Há duas semanas em várias cidades dos EUA foram realizadas "acampadas" anti-Wall Street. Em quase todas passados uns dias os protestantes foram mandados embora pela polícia. Vários foram presos em St. Louis, Salt Lake City e Denver. A polícia prendeu 27 manifestantes em St. Louis e 15 em Salt Lake City. Os manifestantes reuniram-se nestas cidades em solidariedade com o Movimento "Ocupar Wall Street" o movimento que protesta contra o domínio económico dos gigantes mundiais que impõem aos Estados Soberanos as suas regras económicas, apenas regidas pelos lucros fáceis. A reportagem de Salt Lake City em: http://www.ksl.com/?nid=148&sid=17662170.

DAVID ICKE REVELA INFORMAÇÕES SOBRE PEDOFILIA E SEITAS DE VAMPIROS QUE ABUSAM DE MENORES EM INICIAÇÕES

Icke revela como a seita "Cosmic Vampires" viola crianças e jovens nas suas iniciações perversas

David Icke foi entrevistado no programa de 24 horas de lex Jones, realizado no passado dia 11.11.11 e revelou factos importantes da sua investigação sobre pedofilia em todo o mundo. Icke conclui que basicamente o actual problema de pedofilia é altamente preocupante, já que está a ser dominado por estranhas elites como Maçonaria, Seitas (Cosmic Vampires, por exemplo) e Religiões. O mínimo múltiplo comum é que estes grupos, apesar de não o admitirem publicamente, realizam cultos a Lúcifer, às entidades e forças da energia negra, e nesses cultos incluem muitas vezes iniciações a jovens e crianças, filhos e familiares dos próprios membros, iniciações na maior parte dos casos que incluem violação e acto de pedofilia em grupo. Muitas crianças e jovens entram desta forma no violento mundo de mentira e teatro destas elites e a sua alma fica para sempre "retida" no grupo, fazendo assim aumentar este exército de fiéis às forças demoníacas. Sair equivale a morrer. Muitos destes jovens, em troca de favores do grupo, acabam por aceitar facilmente todos os "jogos" que lhes são impostos pelo grupo. Vale a pena ouvir a reportgem: http://www.prisonplanet.com/cosmic-vampires-perverse-masonic-initiations-of-the-nwo-with-david-icke.html.

DÍVIDA SOBERANA DA ITÁLIA ESTÁ A DEIXAR ALEMANHA E UE EM PÂNICO

Olli Rehn não quer a Alemanha a financiar mais casos perdidos na UE

Em nome da estabilidade, Olli Rehn pediu à Comissão de Orçamento do Parlamento italiano para tomar medidas rápidas e ambiciosas de forma a travar o contágio ao país e acalmar os investidores. De visita a Roma, à margem de um encontro com o novo primeiro-ministro italiano, o Comissário europeu para os Assuntos Económicos reiterou que “para reverter as expectativas do mercado é importante enviar mensagens fortes.” Também na capital italiana, o comissário europeu para os Serviços financeiros, Michel Barnier, apoiou a implementação de reformas, durante uma visita para analisar as “golden shares” do Estado. A dívida italiana representa 120% do PIB. Esta sexta-feira, o país pagou os juros mais altos desde a criação da moeda única. O Tesouro vendeu 8 mil milhões de euros de dívida a seis meses, mas com um juro recorde que superou os 6,5%. A esta colocação somou-se outra de dois mil milhões de euros, em obrigações a dois anos. Mas também aqui o juro disparou para os 7,8%. A chanceler alemã e o Presidente francês disseram em Estrasburgo ao primeiro-ministro italiano, Mario Monti, que “o colapso” da Itália levaria inevitavelmente ao fim da moeda única.

SOARES TRANSFORMA MANIFESTO "UM NOVO RUMO" EM MOVIMENTO POLÍTICO E CÍVICO

farto de assistir à destruição do Estado Social, Soares decidiu passar à acção e mobilização cívica

Mário Soares e um grupo de amigos do fundador do PS planeiam lançar, no próximo ano, um conjunto de debates que pode «abrir a influência da área socialista», na sequência do manifesto 'Novo Rumo', que esta semana veio apelar à mobilização política e cívica de quem se opõe às medidas de austeridade. «Isto não afecta nada o PS, muito pelo contrário», diz o soarista Vítor Ramalho. «Do nosso ponto de vista, ajuda ao alargamento da influência da área do socialismo democrático. E forçará – no bom sentido – a direcção do PS a ver que há gente com experiência longa na vida pública que tem a concepção de que a intervenção política é uma causa nobre» adianta ao SOL. Na calha, para o próximo ano, está um movimento de intervenção que assentará num conjunto de debates envolvendo figuras com peso político, algumas sem filiação partidária. «Estamos a pensar também em personalidades internacionais», antecipa Ramalho. O texto 'Novo Rumo', divulgado em vésperas da greve geral, começou, no entanto, a germinar há mais de mês e meio, entre o grupo que se reúne, com ou sem Soares, «de dois em dois dias». O ex-ministro dos Negócios Estrangeiros Medeiros Ferreira, o ex-dirigente do PS Pedro Adão e Silva, o próprio Vítor Ramalho, um dos socialistas mais próximos de Soares e líder do PS/Setúbal, Vasco Vieira de Almeida (advogado e ex-ministro pelo PS) e o professor universitário Mário Ruivo integram o grupo e assinam o documento.

NOBEL DA ECONOMIA DECLARA QUE AUSTERIDADE É SUICÍDIO ECONÓMICO COLECTIVO

Joseph Stiglitz, sabe como a maioria dos economistas que a austeridade só tem efeitos políticos

O prémio Nobel da Economia em 2001 e antigo vice-presidente do Banco Mundial, Joseph Stiglitz, afirmou na quinta-feira que as políticas de austeridade constituem uma receita para "menos crescimento e mais desemprego". Stiglitz considerou que a adoção dessas políticas "correspondem a um suicídio" económico. "É preciso perceber-se que a austeridade por si só não vai resolver os problemas porque não vai estimular o crescimento", afirmou Stiglitz, num encontro com jornalistas na Corunha, em Espanha, onde proferiu a conferência. O economista sugeriu ao novo governo espanhol que vá "além da austeridade" e que proceda a uma reestruturação das despesas e da fiscalidade como medida básica para criar emprego. Recomendou em particular uma fiscalidade progressiva e um apoio ao investimento das empresas. "Temo que se centrem na austeridade, que é uma receita para um crescimento menor, para uma recessão e para mais desemprego. A austeridade é uma receita para o suicídio", afirmou. Para o Nobel da Economia de 2001, "a menos que Espanha não cometa nenhum erro, acerte a cem por cento e aplique as medidas para suavizar a política de austeridade, vai levar anos e anos" a sair da crise. O antigo vice-presidente do Banco Mundial disse que as reformas estruturais europeias "foram desenhadas para melhorar a economia do lado da oferta e não do lado da procura", quando o problema real é a falta de procura. Por isso, rejeitou as propostas a favor de mais flexibilidade laboral: "Se baixamos os salários, vai piorar a procura e a recessão", alertou Stiglitz, defendendo que "é necessário" que a flexibilidade seja acompanhada por "compensações do lado da segurança" para os trabalhadores. "Em economia, há um princípio elementar a que se chama efeito multiplicador do orçamento equilibrado: se o governo sobe os impostos mas, ao mesmo tempo, gasta o dinheiro que recebe dos impostos, isto tem um efeito multiplicador sobre a economia", explicou, apresentando a sua receita para sair da crise.

VÍTOR CONSTÂNCIO, O PRÓXIMO PRIMEIRO MINISTRO ELEITO PELOS FEDERALISTAS EUROPEUS?

a UE já tentou depois da queda de Sócrates "implantar" o "iluminado" Constâncio; tentarão outra vez?  

Com a previsível queda do Governo de Passos Coelho para breve, já em 2012, a União Europeia poderá estar a preparar mais uma das suas cartadas mágicas. A estratégia da falsa crise económica tem, a curto prazo, o único objectivo de forçar os países da União Europeia a aceitarem à força, a Federação Europeia, que ao mesmo tempo que se está a consolidar com os EUA na preparação da NWO, que dominará muito brevemente todas as decisões políticas, económicas, mas sobretudo militares em todo o Mundo. Apenas a China poderá parar este processo de totalitarismo da NWO. Mas até essa hipótese já foi pensada pelos EUA que preparam secretamente  uma guerra (provavelmente atómica) com a China, depois de provocarem falsos conflitos diplomáticos e económicos com aquele país. Mas no que toca a Portugal, a estratégia passará por provocar a queda do Governo (facto que Passos Coelho já sabe) e colocar mais um Bilderberg do Banco Central Europeu - Vítor Constâncio (Maçon-llluminati de alto grau) a governar Portugal sem ter sido eleito pelo povo. Também Mario Monti (Itália) e Lucas Papademos (Grécia) estiveram nas reuniões Bilderberg, passaram pelo BCE e pertencem à Comissão Trilateral, um verdadeiro ninho da Máfia Económico-Política Bilderberg. A União Europeia começou por experimentar na Bélgica como podia dominar um país a partir do Parlamento Europeu. Seguiu-se a Grécia, Itália. Agora Portugal. Espanha será a próxima vítima desta estratégia ditatorial, camuflada de federalismo.

GOVERNO SECRETO PSD-PS DECIDE ÀS ESCONDIDAS O DESTINO DE PORTUGAL


Carlos Zorrinho do PS entra nestes jogos de Sociedades Secretas do Governo PSD, recheado de llluminati's

Os líderes parlamentares do PSD, e do PS almoçaram ontem, num restaurante em Lisboa, com o Orçamento do Estado para 2012 à mesa. É através de Luís Montenegro e Carlos Zorrinho que, de forma muito reservada, os dois partidos procuram ainda um entendimento para incluir no documento algumas das propostas dos socialistas, embora o caminho a percorrer não seja fácil. Uma coisa é certa: existe das duas partes o desejo de, na discussão na especialidade, incluir ideias do PS no Orçamento. Duarte Pacheco, coordenador do PSD na Comissão de Orçamento e Finanças, disse ontem ao i que “seria útil” contar com algumas propostas do maior partido da oposição no documento, mas insiste na ideia de que “não há qualquer hipótese” para acolher as alterações de António José Seguro tal como elas estão. As conversas entre a maioria e o PS estão reservadas a um núcleo restrito e, entre o PSD e o CDS, existe a convicção de que ainda é possível chegar a um acordo que permita alargar o consenso à volta do Orçamento. “É sempre possível fazer alterações ou adaptar propostas e há prática disso na Assembleia da Republica”, afirma Duarte Pacheco, num claro desafio aos socialistas para que se aproximem das intenções da maioria. Os últimos dias tornaram evidentes as dificuldades em conseguir essa aproximação. O PS insiste em cortar só um subsídio a funcionários públicos e pensionistas e na manutenção do IVA para a restauração e o governo não abdica destas medidas com o argumento de que não seria possível cumprir as metas do défice. As 23 alterações ao Orçamento propostas pelo PS passam ainda por medidas com menor impacto orçamental. Uma delas é poupar as pequenas e médias empresas e mais impostos e manter a aplicação da taxa de IRC de 12,5% nos lucros até 12.500 euros das empresas. Em contrapartida, os socialistas propõem o aumento da sobretaxa sobre lucros acima dos 10 milhões de euros para 5%.

ALEMANHA A UM PASSO DE SER ARRASADA PELOS MERCADOS

Merkel está a ser "encostada" e prepara-se para sair da governação, por incompetência arrogante, basicamente

Não foi um país periférico que dominou as atenções ontem na crise do euro, nem Itália ou França. O foco de instabilidade e desconfiança esteve na fortaleza económica da Europa: a Alemanha. O Tesouro alemão não conseguiu colocar 35% de um empréstimo obrigacionista a dez anos, ampliando os receios de que os países da zona euro fiquem paralisados por falta de financiamento. Os economistas falam de um ponto de viragem na crise. Para uma taxa de juro média de 2% a dez anos, a Alemanha não encontrou compradores para mais de um terço dos títulos. Apesar do fracasso, o porta-voz do ministro das Finanças, Wolfgang Schäuble, tentou conter os estragos, defendendo que o leilão falhado não significa que a Alemanha esteja a enfrentar problemas de refinanciamento. Na ressaca do leilão, os juros a dez anos subiram para 2,25%, um valor ainda muito baixo. No entanto, nos media online que os investidores lêem, o resultado foi encarado como um “desastre”. Apesar de ninguém admitir um cenário de crise de financiamento na Alemanha, vários analistas temem os efeitos de um fracasso da potência mais sólida da Europa na percepção que os mercados têm dos restantes países. “Se o país mais forte da Europa tem dificuldade em conseguir capital, uma pessoa treme quando pensa nos leilões que aí vêm de outros países europeus”, apontou à Reuters Mark Grant, gestor de activos numa casa de investimento dos Estados Unidos. “As obrigações alemãs estão a perder poder de atractividade porque os mercados acreditam na história das eurobrigações, ou seja, que basicamente a Alemanha está muito perto de garantir a dívida dos outros países”, aponta à Reuters Achilleas Georgolopoulos, gestor no banco Lloyds. A chanceler, Angela Merkel, continua a rejeitar a ideia de obrigações conjuntas – sublinhada de novo esta semana pela Comissão Europeia – e o BCE não admite ser financiador de último recurso. O fim pode estar mais perto – falta saber quão perto.

RENDIMENTO SOCIAL ACABA PARA 44 FAMÍLIAS POR DIA


um Governo indiferente à pobreza, um Governo que leva 44 famílias por dia à pobreza extrema

No último ano, 80 famílias portuguesas perderam o Rendimento Social de Inserção (RSI) a cada dia que passou e mais de metade - 44 famílias - vivia no distrito do Porto. De futuro, avisou já o Governo, haverá ainda mais cortes e fiscalização. O distrito do Porto foi, de longe, o mais atingido pelos cortes no RSI (sendo certo que, sozinho, responde por um terço dos beneficiários de todo o país). Em Outubro, perto de 38 mil famílias tinham direito à prestação, menos 16 mil do que no mesmo mês do ano passado, uma descida de 44 famílias por dia. Ou seja, só o Porto respondeu por metade da redução de beneficiários da prestação social sentida em Portugal. A restante descida ocorreu em Braga, Faro, Vila Real e Viseu, já que a situação não se alterou sensivelmente no resto do país.

DEPOIS DE INVESTIR NA DÍVIDA SOBERANA PORTUGUESA CHINA BAIXA RATING DE PORTUGAL

os países afectos à NWO continuam a destruir os mais pequenos em jogos económicos até ao fim...

Agência de 'rating' chinesa Dagong baixou hoje a notação da dívida soberana de Portugal de BBB+ para BB+, com perspetiva negativa. A agência, que na quarta-feira tinha colocado a Grécia no pior nível da sua escala (CCC), prevê que o Produto Interno Bruto de Portugal desça 1,7% em 2011 e 3,5% em 2012. "A economia portuguesa não pode voltar a um crescimento positivo a médio prazo, a menos que se assumam reformas fundamentais no sistema económico do país e nas suas estruturas", assinalou a agência, utilizando terminologia semelhante à de quarta-feira para analisar a situação grega. A Dagond ficou conhecida internacionalmente em agosto quando baixou a nota da dívida norte-americana de A+ para A "com perspetivas negativas" depois de o Governo norte-americano anunciar um acordo para aumentar o teto da sua dívida. A agência foi fundada em 1994, mas não tinha qualquer relevância nos meios de comunicação chineses até este ano, em que a crise da dívida soberana na União Europeia e nos Estados Unidos aumentaram as expectativas de que a segunda economia mundial adquira mais títulos de dívida dos mercados ocidentais. A China, que tem a maior reserva de divisas em todo o mundo, é o maior detentor de dívida norte-americana com títulos no valor de 1,15 biliões de dólares e prometeu este ano aumentar a compra da dívida de países europeus, incluindo a Grécia, Portugal ou Espanha, mas nunca publicou dados concretos relativos a essas operações. A Dagong tem um sistema de classificação idêntico ao das agências de rating mais conhecidas como as norte-americanas Moody's, Standard & Poors e Fitch, onde a melhor nota é AAA, Seguida de AA e A, e a C a pior nota. Sobre a própria dívida chinesa, a Dagong outorga uma classificação de AA+, ou seja a segunda melhor nota possível.

DURÃO BARROSO QUER RETIRAR SOBERANIA ORÇAMENTAL A PORTUGAL

Barroso passa assim um atestado de incompetência ao Ministro das Finanças e ao Governo 

Presidente da Comissão Europeia propõe vigilância apertada e medidas correctivas aos países que estão a pagar empréstimos. Portugal vai ficar sob vigilância apertada da Comissão Europeia até meados da próxima década, altura em que se espera, em Bruxelas, que o país tenha pago até 75% do seu empréstimo. Trata-se de uma entre várias novas regras intrusivas de governação económica na zona euro, ontem propostas por Durão Barroso. "Um Estado-membro será posto em supervisão pós-programa até que um mínimo de 75% da assistência recebida (...) tenha sido devolvido", pode ler-se na proposta de regulamento sobre a supervisão para os países intervencionados onde se incluem Portugal, Grécia e Irlanda, mas também aqueles que venham a receber ajuda preventiva, como se fala agora para outros países do euro, demasiado grandes para serem ‘resgatados'. No caso de Portugal e Irlanda, uma fonte comunitária avisava ontem que "estamos a falar de, no mínimo, mais uma década, ou talvez um pouco mais, até se chegar a esse limite". Estes 75% do total do empréstimo a Portugal correspondem a 58,5 mil milhões mais juros. A fatia do FMI - 26 mil milhões mais juros - deverá ser paga até 2022, e o resto entre 2014 e, no máximo, 2042 se o país beneficiar de obrigações a 30 anos que os dois fundos de assistência europeus oferecem. Porém, a média de maturidades dos empréstimos europeus não deverá ir muito além dos 12,5 anos. Esta vigilância apertada implica uma perda ainda maior de soberania orçamental, com visitas surpresa dos técnicos europeus e relatórios semestrais de missões europeias (Comissão e BCE), sujeitando-se a medidas correctivas.

GREVE GERAL É NECESSÁRIA PARA "RESISTIR AO RETROCESSO SOCIAL E CIVILIZACIONAL"

é preciso um novo 25 de Abril para quebrar o ciclo de opressão social dos políticos corruptos ao serviço da NWO

Deixar o euro é como sair de uma guerra, avisa Carvalho da Silva, para quem Portugal está sob ocupação estrangeira. Em entrevista ao JN, o líder da CGTP diz que a greve tem, por isso, uma dimensão patriótica e, espera, conseguirá despertar a sociedade. O tempo é de resistência ao "retrocesso social e civilizacional". Não acha que os sindicatos devem ser mais activos na apresentação de soluções concretas em vez de serem apenas reivindicativos? Os sindicatos têm propostas concretas, o problema é que não se enquadram nos catecismos dos poderes dominantes. Propomos que se considere uma nova forma de distribuir a riqueza, o combate à economia clandestina, não deixar que o económico e o financeiro se sobreponham ao político e valorizar o trabalho. Não esperem que os trabalhadores cujo trabalho não é valorizado reajam positivamente. Quanto ao Euro, este não vai continuar como até aqui. Vai haver uma só moeda ou mais do que uma? Vão manter-se todos os países ou alguns serão empurrados para fora? Em Abril do ano passado disse que países pequenos como o nosso, se forem empurrados do euro podem ficar, em termos sociais, sob pressões idênticas à saída de uma guerra...

Quanto ao Bloco de Esquerda, o partido apelou a uma "grande" participação na greve geral. "Será o primeiro dia em que o País responde à troika", sublinhou Francisco Louçã, que falava em Braga, numa ação de mobilização para a greve geral. Para o líder bloquista, "já se viu o que a troika cá veio fazer: destruir a economia, promover o desemprego, promover a miséria, encarecer a saúde, atacar a educação, atacar a cultura, ir atrás dos salários". Por isso, Francisco Louçã quer que a greve signifique o princípio de um novo 25 de Abril, "que é tão importante para salvar a economia, salvar o respeito, salvar a democracia e trazer dignidade". Será, sublinhou, uma jornada de luta "contra o empobrecimento e a exploração". Louçã lembrou que os portugueses já são obrigados a trabalhar mais meia hora gratuitamente por semana e que talvez venham a ter de trabalhar um sábado "sem o pagamento de um cêntimo". Disse ainda que o BE não desistirá de lutar contra o "roubo" dos subsídios de férias e de Natal aos funcionários públicos. "E agora querem baixar ainda o salário. É uma política de terra queimada, não esquecem ninguém, vão atrás de toda a gente", criticou. Garantiu que o partido "recusa" o aumento do IVA para restaurantes, comércio, pequena actividade comercial, cultura e espectáculos e saudou o PS por se ter manifestado de acordo com esta posição. Exigiu igualmente a tributação do património de luxo, "um imposto sobre quem ganha fortunas a partir da especulação de terrenos e da especulação imobiliária".

BES VAI CORTAR SALÁRIOS DOS SEUS FUNCIONÁRIOS EM 2012

Governo de Passos Coelho está a coincidir com os obscuros objectivos das Sociedades Secretas pró-extrema-direita

Ricardo Salgado admitiu hoje que o Banco Espírito Santo pode proceder a um corte dos salários dos funcionários do banco no próximo ano, citando a recessão prevista para a economia portuguesa. “A profundidade da crise e a perspectiva de recessão de 3 % no ano que vem obrigam a cortes nas despesas das empresas privadas”, disse Ricardo Salgado, citado pela TSF. Assinalando que “não está previsto” o corte de salários no banco, Salgado admitiu que este cenário no BES não pode ser posto de lado. O Orçamento do Estado prevê o corte dos subsídios de Natal e de férias dos funcionários públicos em 2012 e a troika, na última revisão ao programa de assistência financeira a Portugal, recomendou que também os privados seguissem o corte de salários da função pública. O presidente do BES espera que o banco não seja obrigado a pedir ajuda do Estado, mas lembrou, de acordo com a TSF, que “há acontecimentos constantes que nos surpreendem e inclusivamente alterações dos regulamentos e das disposições da supervisão”.É preciso “esperar mais algum tempo porque ainda não conhecemos os resultados das análises que foram feitas aos bancos nem os efeitos da transferência dos fundos de pensões”.Partilhar

GOVERNO PREPARA "ARMADILHAS PARA LOBOS" PARA APANHAR FUGAS AO FISCO

os Estados totalitários utilizaram sempre as crises económicas para subjugar a população  

Com as medidas de combate à fraude e evasão fiscais, o Governo quer encaixar 90 milhões no próximo ano. O combate à fraude e evasão fiscais ao logo dos anos permitiram perceber qual o tipo de fraude competido mais vezes pelos contribuintes. Assim, nos contribuintes singulares a não entrega de declaração, as deduções indevidas de despesas de saúde ou educação, por exemplo ou a não declaração de rendimentos ao exterior são as mais comuns. Entre as empresas a estruturação de operações, irregularidades com preços de transferência ou o registo de gastos fictícios estão entre os mais frequentes. O Fisco vai apertar o controlo sobre as manifestações de fortuna para detectar rendimentos que não tenham sido declarados pelos contribuintes. Debaixo da mira das Finanças vão estar os bens de luxo, como por exemplo, casas acima dos 250 mil euros ou carros acima de 50 mil euros. Mas a Administração Fiscal vai também agilizar o procedimento de avaliação dos rendimentos em caso de suspeitas de manifestações de fortuna. O organismo liderado por Azevedo Pereira detectou uma nova forma de fraude que consiste na entrega de declarações modelo 3 (declaração anual de rendimento dos contribuintes singulares) com valores de retenção na fonte que coincidem com os indicados na modelo 10 entregue por uma empresa que se assume como pagadora de rendimentos àqueles contribuintes. O mecanismo origina por isso reembolsos de IRS indevidos, sem que tenha havido, na verdade, qualquer pagamento de rendimentos ou sem que tenham sido feitas retenções na fonte. Para conter este tipo de fraude, o Fisco vai reforçar tanto a validação das declarações entregues tantos pelos singulares como pelas empresas. A ocultação de transacções e de operações é também um dos tipos de fraude mais frequentes. A empresas que recorre a este tipo de instrumento não faz o registo contabilístico da transacção, encontrando-se muitas vezes operações de venda e prestação de serviços não declarados, refere o plano estratégico de combate à fraude e evasão fiscal e aduaneira. A Administração Tributária vai incentivar a partilha de dados com várias entidades de forma a garantir o aumento de trocas de informação e de cruzamento de dados.

EDP SERÁ BREVEMENTE COMANDADA À DISTÂNCIA PELA CHINA

com Portugal a sair do Euro, a EDP ficará totalmente subjugada aos capitais e às ordens da China

O líder da companhia chinesa candidata à privatização da Electricidade de Portugal (EDP) afirmou à Lusa que a sua entrada no capital daquela empresa será "um negócio vantajoso para os dois países" e "ajudará a EDP a financiar-se". "A EDP é uma boa empresa, mas, devido à crise, nos próximos três a cinco anos poderá ter dificuldades de financiamento. Nesse aspecto, nós podemos ajudar. Será benéfico para ambas as partes e para os dois países", disse à agência Lusa em Pequim o presidente da China Three Gorges Corporation (CTG), Cao Guangjing. "A China está a desenvolver-se muito depressa e tem um bom sistema bancário. Os bancos irão acompanhar-nos e podemos levar outras companhias chinesas a investir também em Portugal", acrescentou. CTG é uma das quatro candidatas à compra da participação de 21,35% do capital da EDP detida pelo Estado português, concorrendo com a empresa alemã E-On e as brasileiras Eletrobrás e Ceming. Fundada pelo governo chinês em 1993, para construir e gerir o maior complexo hidroeléctrico do mundo, a barragem das Três Gargantas, no rio Yangtze, a CTG é considerada uma das mais importantes empresas da China na área das energias renováveis e está envolvida em projectos hidroeléctricos em 26 países. O seu investimento na EDP será, contudo, o primeiro do género na Europa e o maior de sempre feito fora da China. Um dos objectivos desta crise mundial preparada em laboratório pelos EUA é "vender a retalho" todas as grandes empresas dos pequenos países aos gigantes internacionais, diminuindpo a sua capacidade negocial política no panorama mundial, deixando caminho livre à NWO para tomar as decisões que quiser. No que respeita a electricidade, a China passará a ditar os preços das tarifas aos portugueses. Bem vindos à NWO...!

BOLSAS ASIÁTICAS CAEM PARA MÍNIMOS DAS ÚLTIMAS SEIS SEMANAS

os mercados asiáticos reagem muito rapidamente ao desgoverno europeu  

Os receios sobre a crise europeia e sobre a evolução económica mundial estão a pressionar a negociação bolsista. Os principais índices asiáticos recuam e negoceiam no nível mais baixo das últimas seis semanas.O índice MSCI Asia Pacific, excluindo o Japão, recua 2,4%, cedendo assim para o nível mais baixo desde 6 de Outubro, revela a Bloomberg. O principal índice australiano cai 2%, o sul-coreano Kospi desvaloriza mais de 2%, o Hang Seng, de Hong Kong, cede 2% e o chinês Shangai cai menos de 1%. Os principais índices japoneses não negociaram hoje devido a feriado. A negociação bolsista está a ser pressionada essencialmente por dois factores. Por um lado, há receios em relação ao crescimento económico mundial e ao regresso a uma recessão global. E a acentuar estes receios está a crise de dívida na Europa. Ontem, Espanha foi ao mercado financiar-se, tendo pago mais de 5% por uma emissão de curto prazo. Um factor que está a aumentar a especulação em torno da necessidade de mais países serem contagiados pela crise de dívida e precisarem de serem socorridos.

SOARES ENCABEÇA MANIFESTO DE CONTESTAÇÃO À AUSTERIDADE "UM NOVO RUMO"

por considerar que este não é o rumo para a Democracia e para a República Soares encabeça o Manifesto 

Na véspera da greve geral convocada pelas centrais sindicais, nove personalidades, na maioria socialistas, assinam um manifesto a apelar “à participação política e cívica” contra “políticas de austeridade que acrescentem desemprego e recessão”. À cabeça dos signatários está Mário Soares. Sob o título “Um novo rumo”, o documento lembra “o recente recurso a governos tecnocratas na Grécia e na Itália” para ilustrar “os perigos” que pendem sobre “alguns regimes democráticos”. Evoca também a “rua árabe”. “O recente recurso a governos tecnocratas na Grécia e na Itália exemplifica os perigos que alguns regimes democráticos podem correr na atual emergência”, sublinha o manifesto “Um novo rumo”. O documento, citado pela agência Lusa, não faz alusões explícitas à greve geral de quinta-feira. Mas apela à mobilização “política e cívica” para a “construção de um novo paradigma”: “É o momento de mobilizar os cidadãos de esquerda que se reveem na justiça social e no aprofundamento democrático como forma de combater a crise”. “Os signatários opõem-se a políticas de austeridade que acrescentem desemprego e recessão, sufocando a recuperação da economia. Nesse sentido, apelamos à participação política e cívica dos cidadãos que se reveem nestes ideais e à sua mobilização na construção de um novo paradigma”, propugna o documento. A primeira assinatura é de Mário Soares.

Com o documento agora tornado público, os signatários do campo socialista acabam por subscrever um texto que se afasta da postura moderada da atual liderança do PS. António José Seguro tem evitado colocar-se numa posição de apoio expresso à greve geral convocada pela UGT e pela CGTP. No último fim de semana, ao fechar o Congresso da Corrente Sindical Socialista da CGTP, o secretário-geral da maior formação política da Oposição limitou-se a considerar que “um partido socialista tem de estar onde estão as trabalhadoras e os trabalhadores portugueses”. “Nós no PS defendemos um movimento sindical forte, livre e independente, sem correias de transmissão. Nós dispensamos essa ideia arcaica de que tem de se ir ao partido perguntar o que é que se faz no sindicato. Não, nós queremos outro tipo de relacionamento”, defendia então o líder socialista, depois de saudado o facto de a Corrente Sindical “não aceitar tutelas”. Quem já manifestou “total solidariedade e apoio à greve geral” foi Manuel Alegre. Numa mensagem à Corrente Sindical Socialista da CGTP, entretanto divulgada pela Lusa, o ex-candidato do PS à Presidência da República afirmou ser “necessário defender os direitos dos trabalhadores e as funções sociais do Estado contra a revolução ultraliberal e conservadora que configura a maior ofensiva estratégica de sempre no sentido do empobrecimento do país e do esvaziamento dos direitos sociais da nossa democracia tal como estão consagrados na nossa Constituição”.

O documento apela à mobilização política e cívica dos cidadãos “na construção de um novo paradigma”, com críticas à política de austeridade e denúncias sobre o perigo que pode constituir para a democracia a recente tendência europeia que promove governos tecnocratas. “Num momento tão grave como este, é decisivo promover a reconciliação dos cidadãos com a política, clarificar o papel dos poderes públicos e do Estado que deverá estar ao serviço exclusivo do interesse geral”, refere o documento a que o i teve acesso. Além de Mário Soares, assinam este apelo, endereçado aos “cidadãos de esquerda que se revêem na justiça social e no aprofundamento democrático como forma de combater a crise”, Joana Amaral Dias (ver entrevista ao lado), Isabel Moreira, José Medeiros Ferreira, Mário Ruivo, Pedro Adão e Silva, Pedro Delgado Alves, Vasco Vieira de Almeida e Vítor Ramalho. Denunciando aquilo que identificam como a “escalada da anarquia financeira internacional”, os signatários responsabilizam a União Europeia, que “acordou tarde para a resolução da crise monetária, financeira e política”. Em plena discussão do Orçamento do Estado para 2012 em que o PS se vai abster, os signatários dizem claramente que se “opõem a políticas de austeridade que acrescentem desemprego e recessão, sufocando a recuperação da economia”. E por isso os signatários consideram que “só a esquerda democrática” pode oferecer uma alternativa inovadora à “multidão” de “desempregados desamparados, a velhice digna ameaçada, os trabalhadores cada vez mais precários, a juventude sem perspectivas e empurrada para emigrar”. Evocando as revoluções e protestos que se têm produzido nos países árabes, o apelo ressalva que não podemos saudar democraticamente aqueles protestos e temer semelhantes nas “nossas próprias ruas e praças”.