VIOLENTA EXPLOSÃO NO IRÃO EM ZONA NUCLEAR SERÁ INTERVENÇÃO SECRETA DA CIA?

ataque secreto da CIA ou de Israel, ou simples acidente em instalações nucleares iranianas?

O som de uma explosão foi ouvido na cidade iraniana de Ispão, de acordo com o chefe da polícia da província com o mesmo nome. É na terceira maior cidade do país que se encontra uma dos maiores complexos nucleares do país que processa urânio, no entanto não se a explosão ocorreu junto ou no interior da central nuclear. O porta-voz da Agência Internacional de Energia Atómica, Gill Tudor, afirmou que a organização estava a acompanhar as notícias publicadas pela imprensa iraniana, mas não dispõe de mais informações. Este incidente suspeito surge três semanas após uma importante explosão numa base militar a 45 quilómetros de Teerão. O incidente aconteceu no dia 12 de Novembro e terminou com a morte de 17 membros dos Guardas da Revolução, incluindo o responsável pelo programa de mísseis do corpo de elite das forças armadas iranianas. As autoridades afirmaram que a explosão foi provocada por um acidente numa altura em que várias armas estavam a ser deslocadas. A reportagem da Euronews em: http://pt.euronews.net/2011/11/29/irao-o-som-de-uma-explosao-foi-ouvido-na-cidade-de-ispao/.

ISRAEL ATINGIDO COM ROCKETS DISPARADOS DO LÍBANO

será este um ataque "false flag" de Israel contra si próprio para justificar atacar o Líbano?  

A região da Galileia ocidental, no norte de Israel, foi atingida com vários “rockets” disparados do sul do Líbano. O ataque não provocou vítimas, de acordo com um comunicado do exército israelita. O Tsahal afirma no documento que considera tratar-se de um incidente grave e diz que é da responsabilidade do governo e das forças armadas libaneses evitar este tipo de incidente. A artilharia israelita ripostou, com disparos de tiros de obus para o sul do Líbano. As imagens em: http://pt.euronews.net/2011/11/29/israel-atingido-com-rockets-disparados-do-libano/.

"ISTO É O PRINCÍPIO DO FIM DO EURO"

Simon Johnson, antigo economista-chefe do FMI considera que o Euro já iniciou o seu fim irremediável

Simon Johnson, antigo economista-chefe do FMI, escreve que está lançado o mote para a dissolução da união monetária. "Os investidores enviaram aos políticos europeus uma mensagem dolorosa na semana passada quando a Alemanha teve uma emissão de dívida seriamente decepcionante", escreve Simon Johnson, antigo economista-chefe do FMI, num artigo publicado hoje no blogue "The Baseline Scenario", e assinado em conjunto com Peter Boone, da London School of Economics. Recorde-se que nessa emissão, da última quarta-feira, a Alemanha não conseguiu vender a totalidade das obrigações a 10 anos, no leilão com a procura mais baixa desde a criação do euro, pelo menos. O juro desses títulos de dívida também subiu face à última emissão comparável. Para Simon Johnson - um dos primeiros economistas estrangeiros a antecipar um resgate a Portugal, e que na altura até mereceu resposta de Teixeira dos Santos -, a mensagem deste falhanço é clara: "a Alemanha já não é um porto seguro". No artigo, os dois autores indicam que desde a crise financeira global de 2008, os investidores se têm focado no risco do crédito e têm recompensado o país liderado por Angela Merkel com baixos juros. "Mas agora os mercados vão focar-se no risco da moeda", antecipam, o que terá como consequência o aumento da inflação e "o euro pode entrar em colapso de uma forma que coloca em risco todas as obrigações em euros".

Por tudo isto, Simon Johnson e Peter Boone consideram que "isto é o princípio do fim da zona euro". Os dois autores referem que Grécia, Irlanda, Portugal, Espanha e agora Itália têm grandes quantias de dívida de curto prazo que não conseguem refinanciar a baixo custo e que os maiores bancos europeus estão na mesma situação. "Mais realisticamente, nenhum destes países vai conseguir financiar-se nos mercados financeiros no curto prazo", e o ministro das Finanças irlandês, Michael Noonan, está fora da realidade quando defende que o país vai voltar ao mercado em 2013, argumentam. Mais ainda, Simon Jonhson e Peter Boone consideram que mesmo com uma "bazuca" financeira, o BCE não iria conseguir restaurar a competitividade nos países periféricos, e que, por isso, os países mais problemáticos do euro, onde se incluirá Portugal, iriam precisar de muitos mais anos de "dura austeridade e reformas orçamentais para estabilizar a dívida". Para os dois autores, o rumo da zona euro está a tornar-se claro. "À medida que as condições na Europa se agravam, vai haver cada vez menos activos em euros que os investidores podem comprar com segurança". "Aguarda-nos uma tragédia". É a triste previsão dos dois autores, que terminam o artigo referindo que nos resta apenas a esperança de que os políticos europeus estejam a planear discretamente uma acção concertada para "evitar que a desordem se transforme em caos".

MÁRIO SOARES: "SE A EUROPA NÃO MUDA, TERÁ DE HAVER UMA REVOLUÇÃO"

Soares, com a sua experiência de vida política não duvida: uma revolução social na UE está para breve

Mário Soares diz estar preocupadíssimo com a situação na Europa e admite que podemos estar em vésperas de “uma revolução”. Em entrevista ao jornal 'i', Mário Soares diz que "a Europa está numa crise profundíssima, está à beira do abismo" e "a União Europeia está desorientada", lembrando que "dantes era constituída por duas grandes famílias políticas: os socialistas e os democratas-cristãos, que seguiam a doutrina social da Igreja. Hoje não há democratas-cristãos, ou quase não há, porque já não seguem a doutrina social da Igreja, seguem o neoliberalismo, tendo o dinheiro como principal valor. Estas duas famílias políticas foram colonizadas pelo neoliberalismo". E aponta um dos culpados pela actual situação da Europa: "O senhor Blair teve uma importância maléfica nisto tudo, porque convenceu bastantes partidos socialistas europeus a converterem-se à 'terceira via'".

Considerando "grave" a nomeação de primeiros-ministros não eleitos, como aconteceu em Itália, na Irlanda e na Grécia, o histórico socialista defende que para subsistir a Europa "não pode deixar de ser uma federação democrática". E se o actual estado de coisas no Velho Continente não mudar "vai ser terrível. Não só para nós, europeus, mas para o resto do mundo. E não sabemos onde podemos parar". E concluiu: "Se for assim, terá de haver uma revolução. As revoluções às vezes são rupturas e resolvem os problemas. Tenho alguma esperança numa revolução pacífica, não violenta, mas na ruptura profunda. Não gostaria de uma revolução violenta no meu País. Seria terrível para todos". Na mesma entrevista, O ex-Presidente da República criticou ainda o comportamento da 'troika'. "A troika, como diz, bem, o presidente do BPI, é um conjunto de tecnocratas de quinta ou sétima linha, que julgam poder governar por nós. Alguém aceitará que tecnocratas estrangeiros, de várias procedências, governem o nosso País? Mas por que carga de água?", disse. E o "mal", frisou Mário Soares, é os conselhos da troika estarem a ser "acolhidos pelo governo. Como se fossem ordens. Ora nós estamos a cortar tudo e não estamos a construir nada para obter maior crescimento económico e para reduzir o desemprego. Se assim continuar, daqui a um ano vamos estar pior do que estamos hoje. (in, Económico).

OBAMA PEDE AOS POLÍTICOS DA UE PARA RESOLVEREM RAPIDAMENTE A CRISE DO EURO

Obama demonstrou impaciência pela incompetência europeia em conter a crise do Euro  

O Presidente norte-americano disse ontem, na Cimeira em Washington, que resolver a crise de dívida na Europa é de “grande importância” para os EUA. O Presidente norte-americano, Barack Obama, pediu hoje aos líderes europeus que resolvam rapidamente a crise de dívida na zona euro, uma vez que é de "grande importância" para os EUA a resolução dos problemas na Europa. Após o encontro com o presidente do Conselho Europeu, Herman van Rompuy, e o presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso, Obama garantiu que ele e a sua administração estão "preparados para fazer a sua parte" na estabilização da economia mundial. O líder norte-americano revelou ainda que o impacto da crise de dívida na zona euro foi largamente debatido na cimeira anual entre os EUA e a União Europeia. Ao lado de Obama, também os presidentes do Conselho Europeu e da Comissão Europeia falaram aos jornalistas. Van Rompuy considerou que tanto a União Europeia como os EUA precisam de "tomar medidas fortes" para manter a recuperação económica, ao mesmo tempo que Durão Barroso mostrou" total confiança" de que a Europa vai saber lidar com a crise. Além da crise de dívida, também o programa nuclear do Irão, o fortalecimento das relações comerciais entre as duas partes, as perspectivas de paz no Médio Oriente e o terrorismo estavam na agenda da reunião anual.

COM MEDO DA ESQUERDA GOVERNO ADMITE REPENSAR MEDIDA DA MEIA HORA EXTRA PARA OS TRABALHADORES

os parceiros sociais recusaram a proposta que é altamente ilegal e inconstitucional  

Os sindicatos recusaram ontem, na reunião mensal com o Governo, o aumento de horários proposto pelo Exevcutivo Social Democrata. Do lado dos patrões, o Comércio volta a insistir em mexidas nas férias. O Governo garante que continua empenhado no diálogo social e ontem mesmo admitiu que está disposto a ouvir alternativas ao aumento dos horários no sector privado. Por outro lado, patrões e sindicatos vão avançar para reuniões entre si, antes de insistir num acordo tripartido sobre competitividade. "Se existirem alternativas, se os parceiros entenderem que têm alternativas, o Governo está perfeitamente disposto a ouvir exactamente essas alternativas", disse o ministro da Economia no final da reunião de concertação social. Álvaro Santos Pereira indica assim que está disposto a negociar uma medida que devia vigorar nos próximos dois anos, anunciada pelo primeiro-ministro como forma de compensar mexidas na Taxa Social Única. O Diário Económico sabe que o aumento do tempo de trabalho continua a ser a medida considerada pelo Governo como mais indicada para os objectivos.

MERKEL SÓ SALVA O EURO SE ASSUMIR SOBERANIA ECONÓMICA SOBRE TODOS OS PAÍSES

tal como Hitler, Merkel assume finalmente que quer TODO o poder económico da UE nas suas mãos

Alemanha quer uma união orçamental com sanções e poder de decisão das autoridades europeias nas contas dos países do euro. Enquanto os ministros das Finanças se reúnem hoje em Bruxelas para decidir se poupam a Grécia à falência técnica nos próximos 20 dias, em Berlim o governo alemão anuncia a estratégia para salvar o euro do colapso, numa altura em que o gigante italiano já se financia a mais de 8%. O objectivo é obter, o mais rapidamente possível, uma revisão do Tratado de Lisboa, criando uma união orçamental, a que Berlim chama ‘união de estabilidade", com sanções, sistemas de controlo e poderes intrusivos das autoridades europeias nas contas dos países do euro. E só depois considerar soluções solidárias, como sejam ‘eurobonds' ou uma participação mais robusta do Banco Central Europeu. O plano alemão será debatido pelos líderes europeus a 9 de Dezembro em Bruxelas, antecipando-se algumas resistências. Até ao novo Tratado estar em vigor, cabe ao BCE e à sua compra avulsa de dívida soberana a tarefa de acalmar os mercados. Em alternativa discute-se activar a nova linha de crédito do FMI com os recursos que sobram no Fundo de Resgate.

Berlim ganha tempo para ver até onde estão dispostos a ir os periféricos com as suas reformas. "Primeiro, temos de ter uma união de estabilidade e depois veremos como isso funciona", disse o ministro das Finanças alemão, Wolfgang Schaeuble, citado pela Bloomberg. BCE e ‘eurobonds' "são debates que teremos depois, não agora", de momento "qualquer discussão sobre ‘eurobonds' reduz a probabilidade de termos o enfoque necessário" nas mudanças ao Tratado. Esta integração orçamental, acrescenta Michael Meister - deputado porta-voz do partido de Angela Merkel -, é a pré-condição para que a Alemanha rever no futuro a sua posição sobre soluções de risco partilhado. E mesmo assim, o porta-voz de Merkel, Steffen Seibert, deixa o aviso para os que falam em "mostrar a Bazooka": "Na Europa não podemos fingir uma força financeira que não temos". A Alemanha explora a posição de maior país e maior contribuinte da UE, fixando os termos dos acordos futuros. O discurso de Merkel no Parlamento a 2 de Dezembro vai determinar os contornos do acordo político de revisão do Tratado a fixar entre os líderes na semana seguinte. Estas mudanças, explica Seibert, "devem poder ser adoptadas num prazo de tempo que será surpreendentemente curto para alguns". Trata-se de um "calendário ambicioso porque acreditamos que a Europa não pode esperar para sempre".

HACKERS DIVULGAM DADOS PESSOAIS DE 107 POLÍCIAS EM RETALIAÇÃO DA VIOLÊNCIA POLICIAL NO DIA DE GREVE GERAL

em retaliação da violência policial frente ao parlamento, 107 agentes da PSP ficaram "a nú" na net

O jornal Público divulga hoje que alguns hackers divulgaram dados pessoais de 107 polícias de Lisboa e ameaçam toda a PSP. Ministério da Administração Interna não comenta, no entanto, a quebra de segurança sobre os agentes de Chelas. O ataque, da autoria do "Lulzsec Portugal" foi assumido como uma resposta à alegada violência policial durante os protestos do dia 24, dia da Greve Gerakl, junto ao Parlamento.

JOSÉ SEGURO MENOS SEGURO NA LIDERANÇA DA BANCADA DO PS APÓS VOTAÇÃO CONTRA MEDIDAS DO PSD

Seguro foi "traído" pelos seus companheiros de bancada pois pretendia votar a favor

'Mail' entre deputados não permitiu voto a favor no atenuar do corte de subsídios. Direcção do PS queria votar a favor da proposta que ontem o Governo apresentou para diminuir o impacto dos cortes nos subsídios em 2012. A bancada socialista revoltou-se e, depois de um debate entre vários deputados via e-mail, Seguro e Zorrinho viram-se obrigados a um volte-face: o PS absteve-se. Entre os vários contestatários surgiram deputados como Eduardo Cabrita (presidente da Comissão Parlamentar de Orçamento e Finanças), José Lello, Filipe Neto Brandão, Isabel Moreira (que violou a disciplina de voto, decisão que agora a direcção da bancada diz estar a "avaliar"), Idália Serrão e Sérgio Sousa Pinto. Apesar de ter garantido que votaria a favor de qualquer proposta que tornasse o orçamento menos injusto, Seguro recuou. O PS votou contra a subida dos 1.000 para 1100 euros do limite mínimo a partir do qual funcionários públicos e pensionistas perdiam dois subsídios. E absteve-se no número que definia a modulação dos cortes para trabalhadores e pensionistas que subia o limite dos 485 para os 600 euros. Horas antes, António José Seguro, havia garantido estar disponível para votar a “favor qualquer proposta que torne o Orçamento menos injusto”. A proposta de alteração foi, contudo, aprovada com os votos do PSD e CDS. O BE, PCP e Verdes votaram contra. Esta proposta significa que mais 120 mil pensionistas e mais 40 mil funcionários públicos não vão sofrer reduções nos subsídios de Natal e de Férias em 2012.

DÍVIDA DA PARQUE EXPO É CINCO VEZES SUPERIOR À RECEITA

corrupção ou incompetência? como pode dar prejuízos tão elevados a gestão de uma zona imobiliária prime?

A dívida de curto prazo da Parque Expo atingia, no final de 2010, 150 milhões de euros e era cinco vezes superior ao volume de negócios gerado pela empresa em 2009, revela um relatório do Tribunal de Contas. "Assim, a satisfação daquele compromisso terá ficado seriamente comprometida, face à evidente insuficiência dos fundos gerados pelo seu negócio para a sua adequada cobertura", considera o Tribunal de Contas (TC) numa auditoria relativa à sustentabilidade de 14 empresas públicas relativas aos anos de 2006 a 2009. O TC adianta que a Parque Expo registou prejuízos consecutivos entre 2007 e 2009, totalizando 33 milhões de euros negativos em termos acumulados, e observa que "apesar da sua actividade mercantil o recurso ao crédito tem sido um meio de prover às necessidades financeiras da Parque Expo cujas consequências e impactos acabam por ser supridos pelo Estado, através de reforços do capital social". O Estado gastou, até 2009, cerca de 491 milhões de euros com a Parque Expo, mais de metade do total despendido com o universo de empresas analisado neste relatório. O total da dívida bancária destas empresas ascendia a mais de 352,5 milhões de euros, sendo 61 por cento da responsabilidade da Parque Expo. A extinção da Parque Expo foi anunciada pelo Governo em Agosto.

ZONA EURO CONSOME MAIS DE UM TERÇO DO DINHEIRO DO FMI

o FMI é um negócio de milhões e de colonização política dos EUA, mascarado de ajuda económica e financeira

O Fundo Monetário Internacional (FMI) regressou à Europa desenvolvida. Depois de várias décadas a financiar economias emergentes e promover reformas nos países em desenvolvimento, o Fundo "mudou o chip", reforçou os seus recursos e entrou em países que sucumbiram a uma doença que parecia confinada às regiões mais pobres do globo: perda de financiamento externo. O FMI voltou à Europa desenvolvida mais de duas décadas depois. Último apoio foi a Portugal e acabou em 1987. O "Jornal de Negócios" escreve que depois de várias décadas a financiar economias emergentes e promover reformas nos países em desenvolvimento, o Fundo Monetário Internacional (FMI) mudou o "chip" e regressou à Europa desenvolvida, entrando em países que sucumbiram a uma doença que parecia confinada às regiões mais pobres do globo: a perda de financiamento externo. Primeiro foi a Grécia, depois a Irlanda e, finalmente, Portugal. Os três países já receberam do FMI cerca de 32,4 mil milhões de SDR's (uma moeda "artificial") - mais de um terço do crédito total que o organismo de Washington tem neste momento distribuído. E um valor em crescimento, já que o programa português está no início e o grego será reforçado.

CRISE DA ZONA EURO DOMINA CIMEIRA EM WASHINGTON


em todas as cimeiras Obama esforça-se por arrasar o Euro, para sobrelevar o Dólar

A cimeira União Europeia - Estados Unidos decorre hoje em Washington e terá como tema central a situação económica actual e a resposta que deve ser dada para enfrentar a crise e promover o crescimento. O encontro contará, do lado europeu, com as presenças do presidente do executivo comunitário, Durão Barroso, do presidente do Conselho, Herman Van Rompuy, e também da chefe da diplomacia europeia, Catherine Ashton. Do lado americano, estarão no encontro o presidente do país, Barack Obama, e a secretária de Estado Hillary Clinton. Com o intuito de "reforçar a parceria transatlântica", diz a "Comissão Barroso", o encontro procurará chegar a pistas que conduzam ao crescimento económico e à criação de emprego, depois de uma semana marcada por novas agitações na crise da dívida soberana na zona euro. Na sexta-feira, por exemplo, foi noticiado que o próximo Governo espanhol, liderado por Mariano Rajoy (PP), estaria a estudar a eventualidade de recorrer a ajuda financeira externa como uma das opções para fazer frente à pressão dos mercados, segundo a imprensa, cenário posteriormente desmentido pelo partido. Outra novidade na espiral da crise registou-se na quarta-feira, quando a Alemanha, a maior economia do euro, falhou o objetivo de angariar seis mil milhões de euros num leilão de dívida, com a procura das obrigações alemãs a ficar a 35 por cento do total previsto. "Com a economia mundial a passar por momentos de incerteza e com grande mudanças a decorrer no sistema internacional, a relação transatlântica é agora mais relevante do que nunca", disse Durão Barroso em antecipação à cimeira UE-EUA. Temas como as mudanças climáticas ou a energia serão também parte da agenda do encontro de hoje, que se debruçará igualmente sobre a situação em países como o Irão, Síria ou Afeganistão, entre outros. A "primavera árabe", movimento de contestação popular que levou à queda de líderes políticos do mundo muçulmano, estará também no centro do debate. (in, Económico).

MOODY'S AVISA QUE TODOS OS PAÍSES DA ZONA EURO PODERÃO A PARTIR DE AGORA SOFRER CORTES DE RATING

neste momento ainda há 6 países na Zona Euro com notação máxima (AAA)  

“A continuada e rápida escalada da crise da dívida e da banca nos países da Zona Euro ameaça a notação de crédito de todas as nações europeias”. O alerta foi enviado ontem à noite pela agência norte-americana Moody’s, num relatório especial sobre a crise da dívida na Europa. Ainda que considere que o cenário mais provável é que a Zona Euro se mantenha íntegra e que apenas a Grécia tenha de renegociar a sua dívida (forçando os credores a perdoarem uma parte dos fundos que emprestaram ao país), a Moody’s adverte que os riscos, sobretudo associados à inacção política, são agora de tal forma elevados que não se pode por de parte uma implosão repentina da união monetária. “A Zona Euro está a aproximar-se da encruzilhada entre mais integração ou maior fragmentação”, considera a agência. “Apesar de a Zona Euro, como um todo, possuir uma robustez económica e financeira tremenda, a fragilidade institucional continua a adiar a resolução da crise e a pesar sobre os ‘ratings’” de todos os países, prossegue o relatório, com a Moody's a precisar que todas as notações serão "revisitadas" ao longo do primeiro trimestre de 2012. Neste momento, são ainda seis os países do euro que possuem notação máxima (AAA), o que tem permitido ao Fundo Europeu de Estabilidade Financeira ter também "rating" máximo. Dentro deste grupo, o "rating" francês e austríaco são os que parecem mais ameaçados.

WIKILEAKS GANHA PRÉMIO DE JORNALISMO ONLINE

CIA conseguiu roubar 95% dos fundos e contribuições dos apoiantes do site, mas não conseguiu calar a verdade

O portal WikiLeaks ganhou um prémio de jornalismo, na Austrália, terra natal do seu fundador Julian Assange, pelo combate em prol da "liberdade de expressão e da transparência". O WikiLeaks, criado em 2006, divulgou documentos classificados do exército norte-americano e cerca de 250 mil telegramas diplomáticos. Um painel independente, formado por jornalistas e fotógrafos, destacou o "excepcional contributo para o jornalismo" do portal, na entrega anual dos Walkley Awards. O WikiLeaks "usou a nova tecnologia para penetrar nos trabalhos internos do Governo, para revelar uma avalanche de inconvenientes verdades num golpe de publicação global", frisaram os responsáveis dos Walkley Awards na cerimónia de atribuição dos prémios que teve lugar no domingo.

DISPARAM ASSALTOS EM OUTUBRO A SUPERMERCADOS, GASOLINEIRAS E OURIVESARIAS

os roubos a ourivesarias triplicaram de Setembro para Outubro

Os roubos a supermercados, ourivesarias e gasolineiras foram os que mais subiram em Outubro, mas os assaltos a viaturas lideraram os crimes registados pela PSP, segundo um relatório da Polícia sobre a zona metropolitana de Lisboa. O relatório do Comando Metropolitano de Lisboa da PSP (COMETLIS) de Outubro sobre a criminalidade violenta no que toca aos roubos a estabelecimentos e viaturas, a que agência Lusa teve acesso, refere que no mês passado foram registados 43 crimes, representando os assaltos a viaturas 30 por cento, ourivesarias 19, supermercados 16 e bombas de gasolina sete por cento. O documento refere que a divisão com maior número de roubos foi Loures, com 10, seguindo-se Cascais e Benfica (terceira divisão), com sete cada, e Sintra, com seis. Segundo o relatório, em Outubro confirmou-se a «tendência de subida dos roubos em supermercados, atingindo níveis dos meses de Janeiro e Abril» em que se registaram também sete assaltos. A PSP indica que a maioria dos roubos a supermercados na região da capital foi efectuada com recurso a armas de fogo, tendo todos os suspeitos fugido a pé. Os assaltos a bombas de gasolina também aumentaram em Outubro face ao mês anterior, passando de dois para três, roubos que foram praticados com armas de fogo e usadas viaturas para a fuga. No mês passado verificou-se ainda «um aumento significativo dos roubos a ourivesarias», quase o triplo de Setembro e atingindo o máximo do ano com oito, ocorridos maioritariamente nas divisões de Loures e Sintra, com três assaltos em cada.

MINISTRO DA SEGURANÇA SOCIAL CORTA NOS SUBSÍDIOS MAS COMPRA CARRO DE LUXO DE 86.000€

depois do episódio eleitoralista da "vespa", Mota Soares já se sente confortável na corrupção do Estado

De acordo com o Correio da Manhã, Pedro Mota Soares, ministro da Solidariedade e Segurança Social, faz-se transportar num carro de luxo, cujo preço de venda ao público ronda 86 mil euros. Depois de cortar o rendimento social de inserção e subsídio de desemprego a milhares de famílias, numa altura de cortes nos subsídios de Natal e de férias de funcionários públicos e pensionistas e em que se pede contenção aos portugueses, o ministro que, em Junho, se apresentou na tomada de posse do Governo liderado por Pedro Passos Coelho ao volante de uma vespa desloca-se agora num carro novo, com matrícula de Julho de 2011.

SARKOZY E MERKEL AFIRMAM QUE COLAPSO DE ITÁLIA SERÁ O FIM IMEDIATO E DEFINITIVO DO EURO

Merkel e Sarkozy estão, por incompetência, a defender o Dólar em detrimento do Euro

Sarkozy e Merkel disseram ontem ao primeiro-ministro italiano que "o colapso" de Itália levará ao fim do euro, indicou hoje o governo italiano. O Presidente francês, Nicolas Sarkozy, e a chanceler alemã, Angela Merkel, reafirmaram "o seu apoio à Itália afirmando-se conscientes que o colapso de Itália levará inevitavelmente ao fim do euro e a uma interrupção do processo de integração europeia com consequências imprevisíveis", de acordo com um comunicado do governo italiano publicado após um conselho de ministros. Durante a mini-cimeira que reuniu na quinta-feira os três dirigentes em Estrasburgo (França), Merkel e Sarkozy manifestaram a sua confiança em Monti e no empenho de Itália "no esforço comum destinado a encontrar soluções para a grave crise financeira e económica da zona euro", acrescentou o governo italiano. Monti confirmou o objectivo de Itália de atingir o equilíbrio orçamental em 2013 e assegurou que Roma vai aprovar rapidamente medidas destinadas a relançar o crescimento. As taxas de juro para a Itália continuaram hoje a atingir recordes, um dia depois da reunião de Monti com Merkel e Sarkozy.

PROTESTOS EM VÁRIAS CIDADES NORTE AMERICANAS A FAVOR DO MOVIMENTO "OCUPAR WALL STEET"


por todo o mundo os movimentos estão a aumentar rapidamente, como é urgente que aconteça

Há duas semanas em várias cidades dos EUA foram realizadas "acampadas" anti-Wall Street. Em quase todas passados uns dias os protestantes foram mandados embora pela polícia. Vários foram presos em St. Louis, Salt Lake City e Denver. A polícia prendeu 27 manifestantes em St. Louis e 15 em Salt Lake City. Os manifestantes reuniram-se nestas cidades em solidariedade com o Movimento "Ocupar Wall Street" o movimento que protesta contra o domínio económico dos gigantes mundiais que impõem aos Estados Soberanos as suas regras económicas, apenas regidas pelos lucros fáceis. A reportagem de Salt Lake City em: http://www.ksl.com/?nid=148&sid=17662170.

DAVID ICKE REVELA INFORMAÇÕES SOBRE PEDOFILIA E SEITAS DE VAMPIROS QUE ABUSAM DE MENORES EM INICIAÇÕES

Icke revela como a seita "Cosmic Vampires" viola crianças e jovens nas suas iniciações perversas

David Icke foi entrevistado no programa de 24 horas de lex Jones, realizado no passado dia 11.11.11 e revelou factos importantes da sua investigação sobre pedofilia em todo o mundo. Icke conclui que basicamente o actual problema de pedofilia é altamente preocupante, já que está a ser dominado por estranhas elites como Maçonaria, Seitas (Cosmic Vampires, por exemplo) e Religiões. O mínimo múltiplo comum é que estes grupos, apesar de não o admitirem publicamente, realizam cultos a Lúcifer, às entidades e forças da energia negra, e nesses cultos incluem muitas vezes iniciações a jovens e crianças, filhos e familiares dos próprios membros, iniciações na maior parte dos casos que incluem violação e acto de pedofilia em grupo. Muitas crianças e jovens entram desta forma no violento mundo de mentira e teatro destas elites e a sua alma fica para sempre "retida" no grupo, fazendo assim aumentar este exército de fiéis às forças demoníacas. Sair equivale a morrer. Muitos destes jovens, em troca de favores do grupo, acabam por aceitar facilmente todos os "jogos" que lhes são impostos pelo grupo. Vale a pena ouvir a reportgem: http://www.prisonplanet.com/cosmic-vampires-perverse-masonic-initiations-of-the-nwo-with-david-icke.html.

DÍVIDA SOBERANA DA ITÁLIA ESTÁ A DEIXAR ALEMANHA E UE EM PÂNICO

Olli Rehn não quer a Alemanha a financiar mais casos perdidos na UE

Em nome da estabilidade, Olli Rehn pediu à Comissão de Orçamento do Parlamento italiano para tomar medidas rápidas e ambiciosas de forma a travar o contágio ao país e acalmar os investidores. De visita a Roma, à margem de um encontro com o novo primeiro-ministro italiano, o Comissário europeu para os Assuntos Económicos reiterou que “para reverter as expectativas do mercado é importante enviar mensagens fortes.” Também na capital italiana, o comissário europeu para os Serviços financeiros, Michel Barnier, apoiou a implementação de reformas, durante uma visita para analisar as “golden shares” do Estado. A dívida italiana representa 120% do PIB. Esta sexta-feira, o país pagou os juros mais altos desde a criação da moeda única. O Tesouro vendeu 8 mil milhões de euros de dívida a seis meses, mas com um juro recorde que superou os 6,5%. A esta colocação somou-se outra de dois mil milhões de euros, em obrigações a dois anos. Mas também aqui o juro disparou para os 7,8%. A chanceler alemã e o Presidente francês disseram em Estrasburgo ao primeiro-ministro italiano, Mario Monti, que “o colapso” da Itália levaria inevitavelmente ao fim da moeda única.

SOARES TRANSFORMA MANIFESTO "UM NOVO RUMO" EM MOVIMENTO POLÍTICO E CÍVICO

farto de assistir à destruição do Estado Social, Soares decidiu passar à acção e mobilização cívica

Mário Soares e um grupo de amigos do fundador do PS planeiam lançar, no próximo ano, um conjunto de debates que pode «abrir a influência da área socialista», na sequência do manifesto 'Novo Rumo', que esta semana veio apelar à mobilização política e cívica de quem se opõe às medidas de austeridade. «Isto não afecta nada o PS, muito pelo contrário», diz o soarista Vítor Ramalho. «Do nosso ponto de vista, ajuda ao alargamento da influência da área do socialismo democrático. E forçará – no bom sentido – a direcção do PS a ver que há gente com experiência longa na vida pública que tem a concepção de que a intervenção política é uma causa nobre» adianta ao SOL. Na calha, para o próximo ano, está um movimento de intervenção que assentará num conjunto de debates envolvendo figuras com peso político, algumas sem filiação partidária. «Estamos a pensar também em personalidades internacionais», antecipa Ramalho. O texto 'Novo Rumo', divulgado em vésperas da greve geral, começou, no entanto, a germinar há mais de mês e meio, entre o grupo que se reúne, com ou sem Soares, «de dois em dois dias». O ex-ministro dos Negócios Estrangeiros Medeiros Ferreira, o ex-dirigente do PS Pedro Adão e Silva, o próprio Vítor Ramalho, um dos socialistas mais próximos de Soares e líder do PS/Setúbal, Vasco Vieira de Almeida (advogado e ex-ministro pelo PS) e o professor universitário Mário Ruivo integram o grupo e assinam o documento.

NOBEL DA ECONOMIA DECLARA QUE AUSTERIDADE É SUICÍDIO ECONÓMICO COLECTIVO

Joseph Stiglitz, sabe como a maioria dos economistas que a austeridade só tem efeitos políticos

O prémio Nobel da Economia em 2001 e antigo vice-presidente do Banco Mundial, Joseph Stiglitz, afirmou na quinta-feira que as políticas de austeridade constituem uma receita para "menos crescimento e mais desemprego". Stiglitz considerou que a adoção dessas políticas "correspondem a um suicídio" económico. "É preciso perceber-se que a austeridade por si só não vai resolver os problemas porque não vai estimular o crescimento", afirmou Stiglitz, num encontro com jornalistas na Corunha, em Espanha, onde proferiu a conferência. O economista sugeriu ao novo governo espanhol que vá "além da austeridade" e que proceda a uma reestruturação das despesas e da fiscalidade como medida básica para criar emprego. Recomendou em particular uma fiscalidade progressiva e um apoio ao investimento das empresas. "Temo que se centrem na austeridade, que é uma receita para um crescimento menor, para uma recessão e para mais desemprego. A austeridade é uma receita para o suicídio", afirmou. Para o Nobel da Economia de 2001, "a menos que Espanha não cometa nenhum erro, acerte a cem por cento e aplique as medidas para suavizar a política de austeridade, vai levar anos e anos" a sair da crise. O antigo vice-presidente do Banco Mundial disse que as reformas estruturais europeias "foram desenhadas para melhorar a economia do lado da oferta e não do lado da procura", quando o problema real é a falta de procura. Por isso, rejeitou as propostas a favor de mais flexibilidade laboral: "Se baixamos os salários, vai piorar a procura e a recessão", alertou Stiglitz, defendendo que "é necessário" que a flexibilidade seja acompanhada por "compensações do lado da segurança" para os trabalhadores. "Em economia, há um princípio elementar a que se chama efeito multiplicador do orçamento equilibrado: se o governo sobe os impostos mas, ao mesmo tempo, gasta o dinheiro que recebe dos impostos, isto tem um efeito multiplicador sobre a economia", explicou, apresentando a sua receita para sair da crise.

VÍTOR CONSTÂNCIO, O PRÓXIMO PRIMEIRO MINISTRO ELEITO PELOS FEDERALISTAS EUROPEUS?

a UE já tentou depois da queda de Sócrates "implantar" o "iluminado" Constâncio; tentarão outra vez?  

Com a previsível queda do Governo de Passos Coelho para breve, já em 2012, a União Europeia poderá estar a preparar mais uma das suas cartadas mágicas. A estratégia da falsa crise económica tem, a curto prazo, o único objectivo de forçar os países da União Europeia a aceitarem à força, a Federação Europeia, que ao mesmo tempo que se está a consolidar com os EUA na preparação da NWO, que dominará muito brevemente todas as decisões políticas, económicas, mas sobretudo militares em todo o Mundo. Apenas a China poderá parar este processo de totalitarismo da NWO. Mas até essa hipótese já foi pensada pelos EUA que preparam secretamente  uma guerra (provavelmente atómica) com a China, depois de provocarem falsos conflitos diplomáticos e económicos com aquele país. Mas no que toca a Portugal, a estratégia passará por provocar a queda do Governo (facto que Passos Coelho já sabe) e colocar mais um Bilderberg do Banco Central Europeu - Vítor Constâncio (Maçon-llluminati de alto grau) a governar Portugal sem ter sido eleito pelo povo. Também Mario Monti (Itália) e Lucas Papademos (Grécia) estiveram nas reuniões Bilderberg, passaram pelo BCE e pertencem à Comissão Trilateral, um verdadeiro ninho da Máfia Económico-Política Bilderberg. A União Europeia começou por experimentar na Bélgica como podia dominar um país a partir do Parlamento Europeu. Seguiu-se a Grécia, Itália. Agora Portugal. Espanha será a próxima vítima desta estratégia ditatorial, camuflada de federalismo.

GOVERNO SECRETO PSD-PS DECIDE ÀS ESCONDIDAS O DESTINO DE PORTUGAL


Carlos Zorrinho do PS entra nestes jogos de Sociedades Secretas do Governo PSD, recheado de llluminati's

Os líderes parlamentares do PSD, e do PS almoçaram ontem, num restaurante em Lisboa, com o Orçamento do Estado para 2012 à mesa. É através de Luís Montenegro e Carlos Zorrinho que, de forma muito reservada, os dois partidos procuram ainda um entendimento para incluir no documento algumas das propostas dos socialistas, embora o caminho a percorrer não seja fácil. Uma coisa é certa: existe das duas partes o desejo de, na discussão na especialidade, incluir ideias do PS no Orçamento. Duarte Pacheco, coordenador do PSD na Comissão de Orçamento e Finanças, disse ontem ao i que “seria útil” contar com algumas propostas do maior partido da oposição no documento, mas insiste na ideia de que “não há qualquer hipótese” para acolher as alterações de António José Seguro tal como elas estão. As conversas entre a maioria e o PS estão reservadas a um núcleo restrito e, entre o PSD e o CDS, existe a convicção de que ainda é possível chegar a um acordo que permita alargar o consenso à volta do Orçamento. “É sempre possível fazer alterações ou adaptar propostas e há prática disso na Assembleia da Republica”, afirma Duarte Pacheco, num claro desafio aos socialistas para que se aproximem das intenções da maioria. Os últimos dias tornaram evidentes as dificuldades em conseguir essa aproximação. O PS insiste em cortar só um subsídio a funcionários públicos e pensionistas e na manutenção do IVA para a restauração e o governo não abdica destas medidas com o argumento de que não seria possível cumprir as metas do défice. As 23 alterações ao Orçamento propostas pelo PS passam ainda por medidas com menor impacto orçamental. Uma delas é poupar as pequenas e médias empresas e mais impostos e manter a aplicação da taxa de IRC de 12,5% nos lucros até 12.500 euros das empresas. Em contrapartida, os socialistas propõem o aumento da sobretaxa sobre lucros acima dos 10 milhões de euros para 5%.

ALEMANHA A UM PASSO DE SER ARRASADA PELOS MERCADOS

Merkel está a ser "encostada" e prepara-se para sair da governação, por incompetência arrogante, basicamente

Não foi um país periférico que dominou as atenções ontem na crise do euro, nem Itália ou França. O foco de instabilidade e desconfiança esteve na fortaleza económica da Europa: a Alemanha. O Tesouro alemão não conseguiu colocar 35% de um empréstimo obrigacionista a dez anos, ampliando os receios de que os países da zona euro fiquem paralisados por falta de financiamento. Os economistas falam de um ponto de viragem na crise. Para uma taxa de juro média de 2% a dez anos, a Alemanha não encontrou compradores para mais de um terço dos títulos. Apesar do fracasso, o porta-voz do ministro das Finanças, Wolfgang Schäuble, tentou conter os estragos, defendendo que o leilão falhado não significa que a Alemanha esteja a enfrentar problemas de refinanciamento. Na ressaca do leilão, os juros a dez anos subiram para 2,25%, um valor ainda muito baixo. No entanto, nos media online que os investidores lêem, o resultado foi encarado como um “desastre”. Apesar de ninguém admitir um cenário de crise de financiamento na Alemanha, vários analistas temem os efeitos de um fracasso da potência mais sólida da Europa na percepção que os mercados têm dos restantes países. “Se o país mais forte da Europa tem dificuldade em conseguir capital, uma pessoa treme quando pensa nos leilões que aí vêm de outros países europeus”, apontou à Reuters Mark Grant, gestor de activos numa casa de investimento dos Estados Unidos. “As obrigações alemãs estão a perder poder de atractividade porque os mercados acreditam na história das eurobrigações, ou seja, que basicamente a Alemanha está muito perto de garantir a dívida dos outros países”, aponta à Reuters Achilleas Georgolopoulos, gestor no banco Lloyds. A chanceler, Angela Merkel, continua a rejeitar a ideia de obrigações conjuntas – sublinhada de novo esta semana pela Comissão Europeia – e o BCE não admite ser financiador de último recurso. O fim pode estar mais perto – falta saber quão perto.

RENDIMENTO SOCIAL ACABA PARA 44 FAMÍLIAS POR DIA


um Governo indiferente à pobreza, um Governo que leva 44 famílias por dia à pobreza extrema

No último ano, 80 famílias portuguesas perderam o Rendimento Social de Inserção (RSI) a cada dia que passou e mais de metade - 44 famílias - vivia no distrito do Porto. De futuro, avisou já o Governo, haverá ainda mais cortes e fiscalização. O distrito do Porto foi, de longe, o mais atingido pelos cortes no RSI (sendo certo que, sozinho, responde por um terço dos beneficiários de todo o país). Em Outubro, perto de 38 mil famílias tinham direito à prestação, menos 16 mil do que no mesmo mês do ano passado, uma descida de 44 famílias por dia. Ou seja, só o Porto respondeu por metade da redução de beneficiários da prestação social sentida em Portugal. A restante descida ocorreu em Braga, Faro, Vila Real e Viseu, já que a situação não se alterou sensivelmente no resto do país.

DEPOIS DE INVESTIR NA DÍVIDA SOBERANA PORTUGUESA CHINA BAIXA RATING DE PORTUGAL

os países afectos à NWO continuam a destruir os mais pequenos em jogos económicos até ao fim...

Agência de 'rating' chinesa Dagong baixou hoje a notação da dívida soberana de Portugal de BBB+ para BB+, com perspetiva negativa. A agência, que na quarta-feira tinha colocado a Grécia no pior nível da sua escala (CCC), prevê que o Produto Interno Bruto de Portugal desça 1,7% em 2011 e 3,5% em 2012. "A economia portuguesa não pode voltar a um crescimento positivo a médio prazo, a menos que se assumam reformas fundamentais no sistema económico do país e nas suas estruturas", assinalou a agência, utilizando terminologia semelhante à de quarta-feira para analisar a situação grega. A Dagond ficou conhecida internacionalmente em agosto quando baixou a nota da dívida norte-americana de A+ para A "com perspetivas negativas" depois de o Governo norte-americano anunciar um acordo para aumentar o teto da sua dívida. A agência foi fundada em 1994, mas não tinha qualquer relevância nos meios de comunicação chineses até este ano, em que a crise da dívida soberana na União Europeia e nos Estados Unidos aumentaram as expectativas de que a segunda economia mundial adquira mais títulos de dívida dos mercados ocidentais. A China, que tem a maior reserva de divisas em todo o mundo, é o maior detentor de dívida norte-americana com títulos no valor de 1,15 biliões de dólares e prometeu este ano aumentar a compra da dívida de países europeus, incluindo a Grécia, Portugal ou Espanha, mas nunca publicou dados concretos relativos a essas operações. A Dagong tem um sistema de classificação idêntico ao das agências de rating mais conhecidas como as norte-americanas Moody's, Standard & Poors e Fitch, onde a melhor nota é AAA, Seguida de AA e A, e a C a pior nota. Sobre a própria dívida chinesa, a Dagong outorga uma classificação de AA+, ou seja a segunda melhor nota possível.

DURÃO BARROSO QUER RETIRAR SOBERANIA ORÇAMENTAL A PORTUGAL

Barroso passa assim um atestado de incompetência ao Ministro das Finanças e ao Governo 

Presidente da Comissão Europeia propõe vigilância apertada e medidas correctivas aos países que estão a pagar empréstimos. Portugal vai ficar sob vigilância apertada da Comissão Europeia até meados da próxima década, altura em que se espera, em Bruxelas, que o país tenha pago até 75% do seu empréstimo. Trata-se de uma entre várias novas regras intrusivas de governação económica na zona euro, ontem propostas por Durão Barroso. "Um Estado-membro será posto em supervisão pós-programa até que um mínimo de 75% da assistência recebida (...) tenha sido devolvido", pode ler-se na proposta de regulamento sobre a supervisão para os países intervencionados onde se incluem Portugal, Grécia e Irlanda, mas também aqueles que venham a receber ajuda preventiva, como se fala agora para outros países do euro, demasiado grandes para serem ‘resgatados'. No caso de Portugal e Irlanda, uma fonte comunitária avisava ontem que "estamos a falar de, no mínimo, mais uma década, ou talvez um pouco mais, até se chegar a esse limite". Estes 75% do total do empréstimo a Portugal correspondem a 58,5 mil milhões mais juros. A fatia do FMI - 26 mil milhões mais juros - deverá ser paga até 2022, e o resto entre 2014 e, no máximo, 2042 se o país beneficiar de obrigações a 30 anos que os dois fundos de assistência europeus oferecem. Porém, a média de maturidades dos empréstimos europeus não deverá ir muito além dos 12,5 anos. Esta vigilância apertada implica uma perda ainda maior de soberania orçamental, com visitas surpresa dos técnicos europeus e relatórios semestrais de missões europeias (Comissão e BCE), sujeitando-se a medidas correctivas.

GREVE GERAL É NECESSÁRIA PARA "RESISTIR AO RETROCESSO SOCIAL E CIVILIZACIONAL"

é preciso um novo 25 de Abril para quebrar o ciclo de opressão social dos políticos corruptos ao serviço da NWO

Deixar o euro é como sair de uma guerra, avisa Carvalho da Silva, para quem Portugal está sob ocupação estrangeira. Em entrevista ao JN, o líder da CGTP diz que a greve tem, por isso, uma dimensão patriótica e, espera, conseguirá despertar a sociedade. O tempo é de resistência ao "retrocesso social e civilizacional". Não acha que os sindicatos devem ser mais activos na apresentação de soluções concretas em vez de serem apenas reivindicativos? Os sindicatos têm propostas concretas, o problema é que não se enquadram nos catecismos dos poderes dominantes. Propomos que se considere uma nova forma de distribuir a riqueza, o combate à economia clandestina, não deixar que o económico e o financeiro se sobreponham ao político e valorizar o trabalho. Não esperem que os trabalhadores cujo trabalho não é valorizado reajam positivamente. Quanto ao Euro, este não vai continuar como até aqui. Vai haver uma só moeda ou mais do que uma? Vão manter-se todos os países ou alguns serão empurrados para fora? Em Abril do ano passado disse que países pequenos como o nosso, se forem empurrados do euro podem ficar, em termos sociais, sob pressões idênticas à saída de uma guerra...

Quanto ao Bloco de Esquerda, o partido apelou a uma "grande" participação na greve geral. "Será o primeiro dia em que o País responde à troika", sublinhou Francisco Louçã, que falava em Braga, numa ação de mobilização para a greve geral. Para o líder bloquista, "já se viu o que a troika cá veio fazer: destruir a economia, promover o desemprego, promover a miséria, encarecer a saúde, atacar a educação, atacar a cultura, ir atrás dos salários". Por isso, Francisco Louçã quer que a greve signifique o princípio de um novo 25 de Abril, "que é tão importante para salvar a economia, salvar o respeito, salvar a democracia e trazer dignidade". Será, sublinhou, uma jornada de luta "contra o empobrecimento e a exploração". Louçã lembrou que os portugueses já são obrigados a trabalhar mais meia hora gratuitamente por semana e que talvez venham a ter de trabalhar um sábado "sem o pagamento de um cêntimo". Disse ainda que o BE não desistirá de lutar contra o "roubo" dos subsídios de férias e de Natal aos funcionários públicos. "E agora querem baixar ainda o salário. É uma política de terra queimada, não esquecem ninguém, vão atrás de toda a gente", criticou. Garantiu que o partido "recusa" o aumento do IVA para restaurantes, comércio, pequena actividade comercial, cultura e espectáculos e saudou o PS por se ter manifestado de acordo com esta posição. Exigiu igualmente a tributação do património de luxo, "um imposto sobre quem ganha fortunas a partir da especulação de terrenos e da especulação imobiliária".

BES VAI CORTAR SALÁRIOS DOS SEUS FUNCIONÁRIOS EM 2012

Governo de Passos Coelho está a coincidir com os obscuros objectivos das Sociedades Secretas pró-extrema-direita

Ricardo Salgado admitiu hoje que o Banco Espírito Santo pode proceder a um corte dos salários dos funcionários do banco no próximo ano, citando a recessão prevista para a economia portuguesa. “A profundidade da crise e a perspectiva de recessão de 3 % no ano que vem obrigam a cortes nas despesas das empresas privadas”, disse Ricardo Salgado, citado pela TSF. Assinalando que “não está previsto” o corte de salários no banco, Salgado admitiu que este cenário no BES não pode ser posto de lado. O Orçamento do Estado prevê o corte dos subsídios de Natal e de férias dos funcionários públicos em 2012 e a troika, na última revisão ao programa de assistência financeira a Portugal, recomendou que também os privados seguissem o corte de salários da função pública. O presidente do BES espera que o banco não seja obrigado a pedir ajuda do Estado, mas lembrou, de acordo com a TSF, que “há acontecimentos constantes que nos surpreendem e inclusivamente alterações dos regulamentos e das disposições da supervisão”.É preciso “esperar mais algum tempo porque ainda não conhecemos os resultados das análises que foram feitas aos bancos nem os efeitos da transferência dos fundos de pensões”.Partilhar

GOVERNO PREPARA "ARMADILHAS PARA LOBOS" PARA APANHAR FUGAS AO FISCO

os Estados totalitários utilizaram sempre as crises económicas para subjugar a população  

Com as medidas de combate à fraude e evasão fiscais, o Governo quer encaixar 90 milhões no próximo ano. O combate à fraude e evasão fiscais ao logo dos anos permitiram perceber qual o tipo de fraude competido mais vezes pelos contribuintes. Assim, nos contribuintes singulares a não entrega de declaração, as deduções indevidas de despesas de saúde ou educação, por exemplo ou a não declaração de rendimentos ao exterior são as mais comuns. Entre as empresas a estruturação de operações, irregularidades com preços de transferência ou o registo de gastos fictícios estão entre os mais frequentes. O Fisco vai apertar o controlo sobre as manifestações de fortuna para detectar rendimentos que não tenham sido declarados pelos contribuintes. Debaixo da mira das Finanças vão estar os bens de luxo, como por exemplo, casas acima dos 250 mil euros ou carros acima de 50 mil euros. Mas a Administração Fiscal vai também agilizar o procedimento de avaliação dos rendimentos em caso de suspeitas de manifestações de fortuna. O organismo liderado por Azevedo Pereira detectou uma nova forma de fraude que consiste na entrega de declarações modelo 3 (declaração anual de rendimento dos contribuintes singulares) com valores de retenção na fonte que coincidem com os indicados na modelo 10 entregue por uma empresa que se assume como pagadora de rendimentos àqueles contribuintes. O mecanismo origina por isso reembolsos de IRS indevidos, sem que tenha havido, na verdade, qualquer pagamento de rendimentos ou sem que tenham sido feitas retenções na fonte. Para conter este tipo de fraude, o Fisco vai reforçar tanto a validação das declarações entregues tantos pelos singulares como pelas empresas. A ocultação de transacções e de operações é também um dos tipos de fraude mais frequentes. A empresas que recorre a este tipo de instrumento não faz o registo contabilístico da transacção, encontrando-se muitas vezes operações de venda e prestação de serviços não declarados, refere o plano estratégico de combate à fraude e evasão fiscal e aduaneira. A Administração Tributária vai incentivar a partilha de dados com várias entidades de forma a garantir o aumento de trocas de informação e de cruzamento de dados.

EDP SERÁ BREVEMENTE COMANDADA À DISTÂNCIA PELA CHINA

com Portugal a sair do Euro, a EDP ficará totalmente subjugada aos capitais e às ordens da China

O líder da companhia chinesa candidata à privatização da Electricidade de Portugal (EDP) afirmou à Lusa que a sua entrada no capital daquela empresa será "um negócio vantajoso para os dois países" e "ajudará a EDP a financiar-se". "A EDP é uma boa empresa, mas, devido à crise, nos próximos três a cinco anos poderá ter dificuldades de financiamento. Nesse aspecto, nós podemos ajudar. Será benéfico para ambas as partes e para os dois países", disse à agência Lusa em Pequim o presidente da China Three Gorges Corporation (CTG), Cao Guangjing. "A China está a desenvolver-se muito depressa e tem um bom sistema bancário. Os bancos irão acompanhar-nos e podemos levar outras companhias chinesas a investir também em Portugal", acrescentou. CTG é uma das quatro candidatas à compra da participação de 21,35% do capital da EDP detida pelo Estado português, concorrendo com a empresa alemã E-On e as brasileiras Eletrobrás e Ceming. Fundada pelo governo chinês em 1993, para construir e gerir o maior complexo hidroeléctrico do mundo, a barragem das Três Gargantas, no rio Yangtze, a CTG é considerada uma das mais importantes empresas da China na área das energias renováveis e está envolvida em projectos hidroeléctricos em 26 países. O seu investimento na EDP será, contudo, o primeiro do género na Europa e o maior de sempre feito fora da China. Um dos objectivos desta crise mundial preparada em laboratório pelos EUA é "vender a retalho" todas as grandes empresas dos pequenos países aos gigantes internacionais, diminuindpo a sua capacidade negocial política no panorama mundial, deixando caminho livre à NWO para tomar as decisões que quiser. No que respeita a electricidade, a China passará a ditar os preços das tarifas aos portugueses. Bem vindos à NWO...!

BOLSAS ASIÁTICAS CAEM PARA MÍNIMOS DAS ÚLTIMAS SEIS SEMANAS

os mercados asiáticos reagem muito rapidamente ao desgoverno europeu  

Os receios sobre a crise europeia e sobre a evolução económica mundial estão a pressionar a negociação bolsista. Os principais índices asiáticos recuam e negoceiam no nível mais baixo das últimas seis semanas.O índice MSCI Asia Pacific, excluindo o Japão, recua 2,4%, cedendo assim para o nível mais baixo desde 6 de Outubro, revela a Bloomberg. O principal índice australiano cai 2%, o sul-coreano Kospi desvaloriza mais de 2%, o Hang Seng, de Hong Kong, cede 2% e o chinês Shangai cai menos de 1%. Os principais índices japoneses não negociaram hoje devido a feriado. A negociação bolsista está a ser pressionada essencialmente por dois factores. Por um lado, há receios em relação ao crescimento económico mundial e ao regresso a uma recessão global. E a acentuar estes receios está a crise de dívida na Europa. Ontem, Espanha foi ao mercado financiar-se, tendo pago mais de 5% por uma emissão de curto prazo. Um factor que está a aumentar a especulação em torno da necessidade de mais países serem contagiados pela crise de dívida e precisarem de serem socorridos.

SOARES ENCABEÇA MANIFESTO DE CONTESTAÇÃO À AUSTERIDADE "UM NOVO RUMO"

por considerar que este não é o rumo para a Democracia e para a República Soares encabeça o Manifesto 

Na véspera da greve geral convocada pelas centrais sindicais, nove personalidades, na maioria socialistas, assinam um manifesto a apelar “à participação política e cívica” contra “políticas de austeridade que acrescentem desemprego e recessão”. À cabeça dos signatários está Mário Soares. Sob o título “Um novo rumo”, o documento lembra “o recente recurso a governos tecnocratas na Grécia e na Itália” para ilustrar “os perigos” que pendem sobre “alguns regimes democráticos”. Evoca também a “rua árabe”. “O recente recurso a governos tecnocratas na Grécia e na Itália exemplifica os perigos que alguns regimes democráticos podem correr na atual emergência”, sublinha o manifesto “Um novo rumo”. O documento, citado pela agência Lusa, não faz alusões explícitas à greve geral de quinta-feira. Mas apela à mobilização “política e cívica” para a “construção de um novo paradigma”: “É o momento de mobilizar os cidadãos de esquerda que se reveem na justiça social e no aprofundamento democrático como forma de combater a crise”. “Os signatários opõem-se a políticas de austeridade que acrescentem desemprego e recessão, sufocando a recuperação da economia. Nesse sentido, apelamos à participação política e cívica dos cidadãos que se reveem nestes ideais e à sua mobilização na construção de um novo paradigma”, propugna o documento. A primeira assinatura é de Mário Soares.

Com o documento agora tornado público, os signatários do campo socialista acabam por subscrever um texto que se afasta da postura moderada da atual liderança do PS. António José Seguro tem evitado colocar-se numa posição de apoio expresso à greve geral convocada pela UGT e pela CGTP. No último fim de semana, ao fechar o Congresso da Corrente Sindical Socialista da CGTP, o secretário-geral da maior formação política da Oposição limitou-se a considerar que “um partido socialista tem de estar onde estão as trabalhadoras e os trabalhadores portugueses”. “Nós no PS defendemos um movimento sindical forte, livre e independente, sem correias de transmissão. Nós dispensamos essa ideia arcaica de que tem de se ir ao partido perguntar o que é que se faz no sindicato. Não, nós queremos outro tipo de relacionamento”, defendia então o líder socialista, depois de saudado o facto de a Corrente Sindical “não aceitar tutelas”. Quem já manifestou “total solidariedade e apoio à greve geral” foi Manuel Alegre. Numa mensagem à Corrente Sindical Socialista da CGTP, entretanto divulgada pela Lusa, o ex-candidato do PS à Presidência da República afirmou ser “necessário defender os direitos dos trabalhadores e as funções sociais do Estado contra a revolução ultraliberal e conservadora que configura a maior ofensiva estratégica de sempre no sentido do empobrecimento do país e do esvaziamento dos direitos sociais da nossa democracia tal como estão consagrados na nossa Constituição”.

O documento apela à mobilização política e cívica dos cidadãos “na construção de um novo paradigma”, com críticas à política de austeridade e denúncias sobre o perigo que pode constituir para a democracia a recente tendência europeia que promove governos tecnocratas. “Num momento tão grave como este, é decisivo promover a reconciliação dos cidadãos com a política, clarificar o papel dos poderes públicos e do Estado que deverá estar ao serviço exclusivo do interesse geral”, refere o documento a que o i teve acesso. Além de Mário Soares, assinam este apelo, endereçado aos “cidadãos de esquerda que se revêem na justiça social e no aprofundamento democrático como forma de combater a crise”, Joana Amaral Dias (ver entrevista ao lado), Isabel Moreira, José Medeiros Ferreira, Mário Ruivo, Pedro Adão e Silva, Pedro Delgado Alves, Vasco Vieira de Almeida e Vítor Ramalho. Denunciando aquilo que identificam como a “escalada da anarquia financeira internacional”, os signatários responsabilizam a União Europeia, que “acordou tarde para a resolução da crise monetária, financeira e política”. Em plena discussão do Orçamento do Estado para 2012 em que o PS se vai abster, os signatários dizem claramente que se “opõem a políticas de austeridade que acrescentem desemprego e recessão, sufocando a recuperação da economia”. E por isso os signatários consideram que “só a esquerda democrática” pode oferecer uma alternativa inovadora à “multidão” de “desempregados desamparados, a velhice digna ameaçada, os trabalhadores cada vez mais precários, a juventude sem perspectivas e empurrada para emigrar”. Evocando as revoluções e protestos que se têm produzido nos países árabes, o apelo ressalva que não podemos saudar democraticamente aqueles protestos e temer semelhantes nas “nossas próprias ruas e praças”.

CIENTISTAS CRIAM LENTES DE CONTACTO QUE PERMITEM VER IMAGENS E TEXTO EM SIMULTANEO

esta tecnologia entrará rapidamente ao serviço de militares e polícias para o Big Brother da NWO

Um grupo de investigadores da Universidade de Washigton desenvolveu um novo tipo de lentes de contacto biónicas que permitem visualizar imagens, podendo vir a ser utilizadas no futuro para ver texto. Neste momento, para que o protótipo funcione correctamente necessita de uma fonte de alimentação wireless, mas os investigadores pretendem encontrar uma solução para resolver esta questão o mais breve possível. Caso consigam, será possível ler textos como mensagens de email, obter direcções da estrada, ou até mesmo obter informações sobre os níveis de açúcar no sangue. Citado pela BBC, um dos responsáveis pelo projecto, Babak Praviz, refere que “o nosso próximo objectivo é incorporar texto na lente de contacto”, dado que já conseguiram fazer com que o olho humano se habituasse à tecnologia. Para já, os testes efectuados em animais correram bem, não existindo qualquer tipo de efeitos secundários.

FIM DA PUBLICIDADE DA RTP MATARÁ A ESTAÇÃO A FAVOR DA SIC

Balsemão, Bilderberg e PSD n.º 1 em Portugal, beneficiará desta medida e passará a dominar as TV's

O Partido Socialista (PS) considerou hoje que o fim da publicidade na RTP vai onerar "ainda mais" os contribuintes, contrariando a intenção do Governo de "não sobrecarregar os portugueses com o serviço público de televisão. O ministro Adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, anunciou na segunda-feira que a RTP vai deixar de ter publicidade comercial, após alienação de um dos canais generalistas. Em comunicado, o PS recorda que a receita publicitária da RTP, que atingiu cerca de 50 milhões de euros este ano, estava, "até agora, afeta ao pagamento da dívida da empresa". Assim, com o fim das receitas publicitárias, "a compensação desta receita terá de ser feita pelo Estado, onerando ainda mais o contribuinte, o que contraria o objetivo anunciado pelo Governo de não sobrecarregar os portugueses com o serviço público de televisão", aponta o PS. Para o PS, a entrada de um novo operador no mercado - cuja concretização da sua "hipotética alienação (...) ainda está por esclarecer" - irá provocar um "considerável abalo num mercado publicitário que tem vindo constantemente a decrescer". Segundo o PS, esta situação irá pôr em causa o plano de sustentabilidade financeira da RTP, apresentando pelo presidente da empresa, Guilherme Costa, a 24 de outubro, e aprovado pelo ministro da tutela. "O grupo parlamentar do Partido Socialista tem insistentemente procurado em sede da Comissão competente na Assembleia da República esclarecer o alcance deste 'negócio' e as mais-valias desta intenção de desmantelar a RTP, reduzindo-a a um único canal generalista. Ou seja, entender onde está o interesse público das medidas anunciadas", adianta. A SIC, a televisão do Bilderberg Pinto Balsemão, terá assim caminho livre para dominar todos os mídia - sonho aliás de qualquer Bilderberg - já que Balsemão detém também o grupo Impresa, principal editor-distribuidor de revistas em Portugal.

HUNGRIA A PRÓXIMA VÍTIMA DA UNIÃO EUROPEIA

a crise económica europeia fabricada em laboratório, no Pentágono, pela CIA, continua a fazer baixas...

A Comissão Europeia anunciou ontem que vai analisar o pedido da Hungria para receber uma linha de crédito preventiva da União Europeia e do Fundo Monetário Internacional (FMI), avança o “Expansión”. Bruxelas analisará se a Hungria - que aderiu à União Europeia em 2004 mas não faz parte da Zona Euro - cumpre as condições necessárias para receber essa ajuda económica. Amadeu Altafaj, porta-voz da CE, disse que a Comissão ainda não recebeu o pedido formal de Budapeste, mas que tem conhecimento da intenção da Hungria de solicitar uma linha de crédito preventivo à UE e ao FMI, refere o jornal espanhol. O tipo de rede de segurança que a Hungria visa por parte do FMI e da União Europeia será decidido aquando das conversações – que terão início antes do Natal e que poderão estar concluídas em Fevereiro, sublinha a Bloomberg, citando uma entrevista do ministro húngaro da Economia, Gyorgy Matolcsy, à agência noticiosa MTI. Matolcsy sublinhou, nessa entrevista, que a Hungria não tem pressa na conclusão das conversações, uma vez que o país consegue financiar-se no mercado. Sublinhe-se que o Ministério húngaro da Economia referiu hoje que o país quer negociar um “novo tipo” de cooperação com o FMI e a UE. “A economia húngara tem sido financiada através dos recursos do mercado. Não dependemos da boa vontade de terceiros. A era da renovação acabou e está prestes a começar a era do crescimento. Para tal, temos de recorrer a todos os instrumentos possíveis”, diz a nota do Ministério, citada pela Bloomberg. O governo da Hungria – o Estado-membro mais endividado de entre os países da Europa de Leste – recua assim na sua política de rejeitar ajudas adicionais. Isto porque a moeda local, o forint, caiu para um mínimo histórico face ao euro, ao mesmo tempo que os juros da dívida soberana dispararam.

SOARES CRITICOU TROIKA POR FUNCIONAR COMO GOVERNO

vergonha nacional: a Troika até já tem lugar na Assembleia da República com direito a gabinete para "despachos"

Mário Soares criticou ontem que a ‘troika' esteja "a funcionar como parecendo o Governo". O ex-Presidente da República e primeiro-ministro disse concordar e ter achado "muita graça" às declarações do presidente do BPI, Fernando Ulrich. "Eu achei muita graça, isso posso dizer-lhe, e até estava com a ideia de lhe telefonar hoje para lhe dar os meus cumprimentos, aquilo que disse o doutor Ulrich, que disse que esses senhores da ‘troika' são assim uns senhores de 5ª ou 7ª ordem. Eu achei graça a isso", afirmou Mário Soares. O fundador do PS e actual conselheiro de Estado falava aos jornalistas na Fundação Mário Soares, à entrada para a sessão de lançamento em Portugal do livro "Cuentos para mis nietos", escrito por Elzira Dantas Machado, esposa do ex-Presidente da República Bernardino Machado, na segunda década do século XX. Na quinta-feira, o presidente do BPI, Fernando Ulrich, disse que gostava de deixar de assistir a conferências de imprensa da ‘troika' feitas por funcionários "não eleitos democraticamente", preferindo ouvir o Governo que está a fazer "um excelente trabalho". Questionado sobre se considera que a ‘troika' tem ultrapassado as suas competências de intervenção relativamente a Portugal, Mário Soares respondeu: "Ah, sim, com certeza". "Não se esqueça que a ‘troika' está a funcionar como parecendo o Governo do país, ora não é, nós temos um Governo legítimo", defendeu.

CAVACO CONTRA IDEIA NEO-NAZI DA TROIKA DE BAIXAR SALÁRIOS DO SECTOR PRIVADO

Cavaco Silva está a fazer um papel "fraquinho" na defesa da Constituição Portuguesa  

O Presidente da República manifestou-se hoje incrédulo perante a sugestão da ‘troika' de reduções salariais no sector privado. Cavaco Silva defendeu que a competitividade deve basear-se em factores como a capacidade de inovação ou qualificação de recursos humanos. "Não me parece um caminho correcto de forma nenhuma. Até me custa a crer que seja uma recomendação firme, feita às autoridades portuguesas. Ainda não tive oportunidade de falar com o senhor primeiro-ministro e, por isso, tenho apenas a informação que li num comunicado que foi produzido", afirmou Cavaco Silva aos jornalistas. À margem de uma iniciativa sobre empreendedorismo na Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, o Chefe de Estado começou por dizer que, de acordo com o modelo económico português, "o poder político não tem competência para determinar directamente os salários praticados no sector privado". "Se pensavam no aumento de competitividade, então eu direi que é muito melhor seguir outras vias: o reforço da nossa capacidade de inovação, a qualificação dos recursos humanos, a melhor ligação entre a produção científica e as empresas, a marca, o marketing, a qualidade e muitos outros factores", defendeu. "Salários baixos existem em muitos outros países em que eles são muito mais baixos que em Portugal", sublinhou o Presidente. A 'troika' defendeu na quarta-feira que o sector privado deve seguir o exemplo do sector público e aplicar reduções salariais, "a fim de melhorar a competitividade dos custos da mão-de-obra", conforme consta do comunicado da missão conjunta da Comissão Europeia, Banco Central Europeu e Fundo Monetário Internacional.

NATO DESTRUIU PRINCIPAL SISTEMA DE FORNECIMENTO DE ÁGUA DA LÍBIA

destruir a principal fonte de água da Líbia foi uma medida desumana e irresponsável da NATO  

O projecto inovador, cientificamente avançado, que prosseguia há 40 anos na Líbia e que lhe permitia ter água potável na capital em abundância consistia num avançado sistema de captação e tratamento de água subterrânea da idade do gelo, foi irresponsável e desumanamente destruído por bombas de urânio da NATO, deixando a água completamente envenenada e radioactiva, inútril agora para o povo líbio. Este é mais um dos crimes irresponsáveis cometido pelos militares dosd EUA e da NATO.

ESPANHA EMPURRADA PARA ZONA DE RESGATE A DIAS DAS ELEIÇÕES

Rajoy, candidato favorito, colocará os espanhóis a ferro e fogo perante austeridade austera

Os juros da dívida espanhola renovaram ontem máximos de 14 anos, tendo obrigado o Banco Central Europeu a entrar no mercado a comprar dívida. Os mercados mostraram ontem desconfiança quanto aos cabeças de cartaz das eleições do próximo domingo, ao empurrar os juros das obrigações espanholas ( a dez anos) para a zona de resgate: taxa das obrigações de 7% e diferencial face às ‘bunds' alemãs de 500 pontos. Durante a manhã, o Tesouro espanhol emitiu 3,56 mil milhões de euros com uma maturidade de 10 anos com uma taxa de juro de 6,975%, muito perto do valor de 7% em que a Grécia se viu forçada a pedir ajuda ao FMI e à União Europeia. "O resultado (do leilão de dívida) foi horrível. Os espanhóis não conseguiram colocar todas as obrigações que queriam, e a procura foi muito fraca", lamentou o analista do banco Lloyds Achilleas Georgopoulos, citado pela BBC. A subida dos juros pedidos à Espanha deu o sinal de alarme em Frankfurt, tendo o BCE intervido a comprar dívida durante a tarde, o que levou o diferencial entre as obrigações espanholas a 10 anos e as suas congéneres alemãs a recuar ao fim do dia para os 460 pontos-base, o mesmo valor a que tinham fechado no dia anterior. Segundo Amadeu Altafaj, porta-voz do comissário europeu dos Assuntos Económicos, a subida do prémio de risco espanhol "reflecte sem dúvida a incerteza e nervosismo dos mercados". (in, Económico).

FINLÂNDIA QUER SELECÇÃO NATURAL DO EURO PARA EXCLUIR OS MAIS FRACOS

  com o agudizar da crise da Zona Euro, xenofobia e racismo são já moeda de troca

Bruxelas está a estudar a possibilidade de países com ‘rating AAA’ fazerem emissões conjuntas de dívida. Depois de tentar bloquear o resgate português, a Finlândia volta a afirmar-se como um defensor arreigado de uma zona euro de elite, onde só os mais fortes sobrevivem e os mercados se encarregam de fazer essa selecção natural. A ideia de fazer da zona euro um clube de países com rating máximo (‘AAA') circula entre os mais ricos desde a génese da zona euro, mas ainda não tinha sido verbalizada desta forma tão clara, encaixando no discurso de uma Europa a duas velocidades que ecoa de Paris e Berlim. Alexander Stubb, o ministro finlandês dos Negócios Estrangeiros, deu a cara por essa bandeira, desdobrando-se em entrevistas aos media internacionais. "Temos andado a olhar para países que temos de salvar, ajudando-os o tempo todo", isso é "um prisma errado", disse à Reuters. "Para mim o euro é um sistema darwinista, é a sobrevivência do mais forte. Os mercados podem-se encarregar disto e penso que esta é a melhor forma de manter a pressão dos mercados", disse Stubb, que "é um fanático do fitness", explica a agência de notícias. Denunciando a sua intenção, Stubb recorda nesta entrevista: "O euro, no início, [na tese dos responsáveis alemães] quando propuseram o núcleo do euro, era de apenas cinco países. Deixaram a Itália de fora". Depois da Grécia, Irlanda e Portugal terem ido ao ‘tapete', os mercados começam a apertar o cerco à Itália e Espanha, fechando o ciclo dos países periféricos mais debilitados da UE, que Berlim e Haia queriam deixar de fora do euro nos idos anos 90.

ESCRITOR MIA COUTO FALA NAS CONFERÊNCIAS DO ESTORIL SOBRE O MEDO DE VIVER NOS DIAS DE HOJE

o medo de todos os medos para Mia Couto, é estarmos a perder a liberdade social, passivamente  

O escritor Mia Couto, recentemente foi convidado a falar durante 7 minutos nas Conferências do Estoril O autor escolheu o tema "Murar o Medo". Num texto brilhante, Mia Couto refere os seus medos e os medos da actualidade destacando o medo de todos os medos: o medo de não podermos viver realmente em liberdade sob o falso pretexto de que o terrorismo é o verdadeiro medo. Para Mia Couto a criação de um Estado de Polícia Global é bem mais preocupante como medo, do que o medo, tal como existe naturalmente na sociedade. Vale a pena ver o autor apresentar o seu texto durante a conferência: http://www.youtube.com/watch?v=jACccaTogxE.

OBAMA, IMÃ E PAPA REAGEM FORTEMENTE À CAMPANHA DA BENETTON

a campanha da Benetton é uma sátira ousada e mordaz ao cinismo hipócrita da política da NWO

"A Casa Branca tem por política desaprovar a utilização do nome e da imagem do Presidente por motivos comerciais", referiu, numa nota informativa citada pela agência noticiosa francesa AFP, o porta-voz Eric Schultz. A marca têxtil italiana Benetton lançou na quarta-feira uma campanha publicitária intitulada "Unhate" (sem ódio, em português) que mostra um conjunto de fotomontagens de líderes políticos e religiosos mundiais a beijarem-se na boca. Obama aparece em duas imagens com os seus homólogos chinês e venezuelano, Hu Jintao e Hugo Chavez, respetivamente. O papa Bento XVI, o grande imã da mesquita Al-Azhar (Cairo) Ahmed el-Tayyeb, Nicolas Sarkozy, Angela Merkel, Benjamim Netanyahu, Mahmud Abbas e os líderes da Coreia do Norte e da Coreia da Sul, Kim Jong-il e Lee Myung-bak, respetivamente, também são visados na campanha publicitária. O Vaticano anunciou que vai recorrer à justiça para evitar a difusão da fotomontagem publicitária. O anúncio do Vaticano foi feito num comunicado da Secretaria de Estado, depois de a marca de roupa italiana ter anunciado na quarta-feira a decisão de retirar a fotomontagem do papa a beijar na boca o imã egípcio da mesquita Al-Azhar. Um conselheiro do grande imã para o diálogo inter-religioso afirmou hoje que a campanha publicitária é "irresponsável e absurda". As fotografias estão disponíveis em: http://www.sabado.pt/Multimedia/FOTOS/-spam---b--Politica---b----spam-/Fotogaleria-(257).aspx.