A GUERRA SOCIAL - VÍDEO DOS 3 ANOS DE EXISTÊNCIA DESTE BLOGUE
Criado no final de 2008, aquando da preocupante falência dos bancos da Islândia, este blogue visa essencialmente alertar a opinião pública para notícias que saem todos os dias nos jornais e para informações que circulam no ciberespaço e televisões. Informações que revelam que a conspiração há muito passou à prática. Cabe-nos a nós, cidadãos conscientes desta realidade - por enquanto livres - alertar e divulgar para mobilizar o máximo de interessados a agirem e reagirem contra o neo-totalitarismo que os governos de todo o mundo estão a preparar através de organizações mafiosas e sociedades secretas de elites pérfidas e que visam escravizar e subjugar totalmente pelas leis, pela força e pela tecnologia a classe média mundial. Usar a informação e a contra-informação é a melhor forma de agir contra esta teia que se aperta e esmaga o estado social dos cidadãos livres de todo o mundo. Em apenas 3 anos chegámos a mais de 230.000 visitantes.
MANIFESTO DO GRUPO BLACK BLOC
http://www.youtube.com/watch?v=3tG9Y2E-v8k
(mensagem colocada pelo grupo BLACK BLOC em várias redes sociais)
(mensagem colocada pelo grupo BLACK BLOC em várias redes sociais)
MENSAGEM DE ANONYMOUS AOS LÍDERES MUNDIAIS
(mensagem colocada pelo grupo ANONYMOUS em várias redes sociais)
SUBIDA DE DESEMPREGO PARA NÍVEIS RECORDE ASSEMELHA-SE MAIS AO CASO DA GRÉCIA
a tragédia social portuguesa está bastante mais perto da tragédia grega do que julgam muitos 

Taxa do desemprego em Fevereiro atingiu 15%. Desde que a ‘troika’ foi chamada, o ritmo de subida aproxima-se mais da Grécia do que da Irlanda.
Portugal está a copiar o caminho grego em matéria de desemprego. Em Fevereiro, dez meses volvidos desde o pedido de ajuda internacional, a taxa de desemprego atingiu os 15% da população activa - um resultado bem mais próximo do panorama grego, do que do irlandês. Os números foram revelados ontem pelo Eurostat.
Em menos de um ano, desde que as medidas de austeridade da ‘troika' começaram a chegar ao terreno, a taxa de desemprego em Portugal saltou dos 12,6% para 15%. Um valor que, em números redondos, aponta para mais de 800 mil desempregados no País, assumindo o valor da população activa apurado pelo Instituto Nacional de Estatística (INE), no final do ano passado.
O ritmo de degradação do mercado de trabalho aproxima mais a economia nacional do trajecto dos gregos, do que dos irlandeses, olhando para os outros dois países da zona euro que estão sob um programa de ajustamento assinado pela Comissão Europeia, Fundo Monetário Internacional e Banco Central Europeu.
Desde o pedido de ajuda português, a taxa agravou-se 2,4 pontos percentuais (cerca de 130 mil desempregados a mais). No caso grego, dez meses de programa da ‘troika' resultaram numa subida de 3,2 pontos, de 11,7% para 14,9%. Já na Irlanda, a subida foi mais ligeira, tendo aumentado 0,8 pontos desde Novembro de 2010 (quando o resgate foi oficializado) em Setembro de 2011 (dez meses depois).
MÁRIO SOARES: "GOVERNO ESTÁ CADA VEZ A ISOLAR-SE MAIS DO POVO"
Passos Coelho é o típico político frio, calculista, economicista, indiferente ao sofrimento dos mais pobres e diz-se católico... 

Mário Soares alerta para o perigo do caminho seguido pelo Governo de “não dialogar nem explicar as medidas difíceis” aos portugueses.
O ex-presidente da República defende que o Executivo, liderado por Pedro Passos Coelho, está a "isolar-se cada vez mais do povo". Mário Soares diz que a culpa não é apenas das medidas "impopularíssimas que tem vindo a tomar", mas também do facto de não dialogar e explicar aos portugueses essas medidas. O histórico socialista conclui assim que "as pessoas não compreendem qual a estratégia do Governo para combater a crise".
"O nosso Governo, legítimo, porque resultou do voto popular, está a isolar-se cada vez mais do povo. Não só por causa da crise e das medidas impopularíssimas que tem vindo a tomar - dos cortes que quase só atingem os trabalhadores mais pobres, os desempregados, os precários e boa parte da classe média -, mas porque não dialoga com os portugueses, não explica as medidas que toma, avança e recua em silêncio sobre medidas tomadas, e as pessoas não compreendem, por mais que o desejem, qual é a estratégia do Governo para vencer a crise.
A austeridade, por si só, não leva com certeza a nenhum lugar", defende Mário Soares num artigo de opinião publicado hoje no Diário de Notícias.
Mário Soares dá o exemplo da manifestação das freguesias para ilustrar o facto de o Governo estar de costas voltadas para os portugueses. "No sábado passado, a "leizinha", como lhe chamou António José Seguro, quando foi anunciada pelo ministro Relvas, sem ouvir, como seria natural, os principais interessados, teve uma reacção unânime das freguesias portuguesas. De norte a sul, desfilaram, em sinal de protesto, pelo centro de Lisboa". "Como é que o Governo não compreendeu a impopularidade da lei que anunciou, depois de ter recuado, por razões políticas que estavam à vista, da ideia peregrina de unir os municípios, para que as Finanças reunissem mais fundos?", questiona o histórico socialista.
Soares acusa mesmo o Governo de não defender a identidade e coesão do país. "É caso para dizer que a obsessão dos cortes ordenados pela troika faz esquecer ao Governo a necessidade de defender a nossa identidade nacional e a coesão entre os portugueses. Num momento de crise - em que o desemprego e a criminalidade crescem -, é particularmente importante evitar o mal-estar e o pessimismo profundo que invadem os portugueses: assim não vamos longe, infelizmente".
No mesmo artigo de opinião o ex-presidente da República acrescenta que os portugueses "começam a ter a sensação de que quem manda é a troika e que Portugal". "É um verdadeiro protectorado comandado, não pelo Governo legítimo mas pelo exterior. Não há patriotismo que resista a uma tal situação".
CARRIS VAI PRECISAR DE 200 MILHÕES ESTE ANO
o país está a regressar a níveis de subdesenvolvimento preocupantes 

A Carris precisa de 200 milhões de euros este ano para fazer face à situação fragilizada em que está no que diz respeito aos capitais próprios. Segundo o relatório e contas da transportadora, "para repor a situação existente no final de 2010, no que se refere à relação entre os capitais permanentes e a dívida de curto prazo, a empresa precisaria de obter, em 2012, um financiamento de 200 milhões de euros, com aval do Estado, para substituir dívida e para suprir as suas necessidades de financiamento previstas".Partilhar
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