PRÉMIO NOBEL PARA JULIAN ASSANGE

homem de cultura, lutador pela liberdade de imprensa, o grande filósofo do séc. XXI

Uma prática comum do governo dos Estados Unidos é apoiar dissidentes de outros países, como por exemplo Liu Xiaobo, o activista pró-democracia chinês que está preso e que recebeu este ano o Nobel da Paz. Agora, com a polémica envolvendo o Wikileaks e o australiano Julian Assange, fundador do grupo, a Casa Branca começa a sentir os efeitos das suas próprias práticas e das ironias de outros grandes países. Segundo uma reportagem do jornal britânico The Guardian, um funcionário do Kremlin afirmou a agências de notícias russas que organizações não governamentais deveriam pensar em indicar Assange para o prêmio Nobel da Paz. O comentário foi apoiado oficialmente pelo Governo chinês. Wikileaks a imortalizar-se e a tornou-se na nova forma de fazer filosofia do século XXI.